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Nossa equipe esteve na sede da G44 Brasil para verificar sobre as notícias de outros veículos.

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Estivemos na G44 Brasil onde tivemos informações mais concretas, verificamos que não se trata de um esquema de pirâmide financeira, verificamos que os atrasos nos pagamentos dos sócios são decorrentes do crescimento acelerado das operações onde ataques cibernéticos ajudaram para o travamento do sistema.

O que gerou o desconforto entre os sócios foi que as operações tiveram que ser exercida de forma manual enquanto o sistema estava sendo otimizado pelo departamento de TI da empresa.

Em nota ao nosso Blog, a G44 Brasil S/A diz não ser regulado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O Grupo G44 possibilita a entrada de sócios em seu quadro por meio de Contratos de Sociedade em Conta de Participação – SCP, regulado exclusivamente pelo Código Civil Brasileiro em seus artigos 991 a 996, não estando na esfera de regulação da CVM. Ou seja, as pessoas, quando assinam um contrato, não estão investindo dinheiro em um mercado de ações ou capital, nem entrando em esquemas de rendimento, como pirâmides. Se tornam sócios participativos da G44 Brasil e recebem participação nos lucros da empresa, conforme seu crescimento e ascensão”, declara.

Além disso, a G44 Brasil informa que faz a gestão de outras empresas e atua de forma legal no Brasil.

A G44 Brasil S.A é uma holding que faz a gestão de negócios como exchange de criptomoedas, mineração de esmeraldas, mineração de ouro, lapidação de pedras preciosas, fabricação e venda de joias e construção civil. O trabalho que desenvolvemos com criptomoedas é uma plataforma digital de compra e venda de Bitcoins. A atividade é regular no Brasil, argumenta.

Sobre os atrasos na G44 Brasil

Com relação aos atrasos nos pagamentos, a G44 Brasil S/A alega que sua atividade “cresceu em ritmo acelerado” e que seus limites bancários se tornaram pequenos para a quantidade de transações realizadas. “Essas mudanças provocaram sensíveis desconfortos em nossos sócios, pois tivemos que tornar manual nossas operações enquanto nosso sistema estava sendo otimizado, e isso realmente gerou alguns atrasos de pagamentos. Estamos trabalhando arduamente para solucionar todos os casos e estamos tão empenhados em explicar o ocorrido aos nossos sócios que nossos canais de atendimentos estão congestionados”, completa a empresa em nota.

Caesb lança dois novos Canais Verdes

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Canais Verdes – Companhia de Saneamento Ambiental do DF(Caesb) lançou dois novos canais de atendimento direcionados para a comunicação de extravasamento de esgoto em parques e unidades de conservação. Fiscais e demais servidores do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) terão canais exclusivos. O telefone verde será 115, seguido da opção 0-4. Por meio do aplicativo, haverá a opção Extravasamento de Esgoto em Parques e Unidade de Conservação, já disponível na versão Android e, em breve, também para IOS. As ordens de serviço geradas por esses chamados serão classificadas como urgentes e encaminhadas como prioridade para a área de manutenção.

A criação dos canais verdes foi anunciada no Seminário “A Realidade do Saneamento Básico no DF – Operação e Manutenção do Sistema de Esgotamento Sanitário”, realizado pela Caesb, na semana passada, especialmente para servidores do Instituto Brasília Ambiental.

“O objetivo desse seminário é estreitar a parceria com o Ibram. A maior interessada na preservação do meio ambiente é a Caesb. É importante que os órgãos ambientais conheçam a realidade da Companhia e vejam como trabalhamos para tratar 100% do esgoto coletado e evitar que esses resíduos poluam a natureza”, disse o presidente da Caesb, Daniel Rossiter, na abertura do seminário.

O assessor de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Vladimir Puntel, há 33 anos na Caesb, destacou que a Companhia tem por princípio a proteção dos mananciais e que faz parte da missão da empresa incorporar a visão sistêmica do meio ambiente em todos os processos. “Em todas as nossas compras, o fornecedor deve apresentar licenciamento ambiental de suas atividades”, exemplificou.

No seminário, servidores do Ibram receberam explicações sobre todo o ciclo do saneamento, desde a produção e distribuição de água, passando pelo sistema de manutenção preventiva e emergencial, até os processos operacionais e tecnológicos desenvolvidos para automatizar, modernizar e aprimorar os serviços prestados pela Companhia ao longo desses 50 anos.

Os funcionários do Ibram também conheceram o Cecop, Centro de Controle Operacional da Caesb e o ônibus Expresso Ambiental, que tem uma maquete do ciclo do saneamento. Visitaram ainda uma das maiores estações de tratamento de esgoto da Caesb, a ETE Sul. A ideia foi mostrar todo o processo de tratamento dos esgotos até o despejo dos efluentes de volta à natureza.

DESAFIOS NO TRATAMENTO DO ESGOTO

O foco maior do seminário foi o Sistema de Esgotamento Sanitário da Caesb. A superintendente de Operação e Tratamento de Esgotos, Ana Mota, explicou a operação em detalhes.

A Caesb tem 7.234Km de rede, coletando 89% dos esgotos do Distrito Federal. Para conduzir e tratar esse volume, existem 15 estações de tratamento (ETEs) e 74 estações elevatórias, que bombeiam os resíduos até as ETEs. A Companhia trata 100% do esgoto coletado. Entre as unidades da federação, a Caesb é a única que remove mais de 60% de matéria orgânica, chegando a 82% – no Brasil, 70% dos municípios não chegam a retirar 30% do material orgânico.

Canais Verdes Para evitar que os esgotos extravasem e poluam o meio ambiente, a Caesb monitora a rede 24 horas por dia, tem uma rotina de limpeza dos poços de sucção e um cronograma de manutenção preventiva, lavagem de redes e atividades de fiscalização. Só em 2018, foram feitas 21 mil vistorias, que resultaram em 5900 autuações e 662 multas. A primeira abordagem da Caesb é sempre educativa, no sentido de corrigir ligações indevidas à rede de esgoto.

“O mau uso das redes é o principal problema que temos. Causa extravasamento, obstrução e rompimento de redes, entre outros. Pelo menos 76% dos extravasamentos de esgoto que temos são decorrentes da água da chuva que vai parar nos esgotos”, explicou Ana Mota.

Técnicos da Caesb e do Ibram também debateram sobre os desafios do sistema, como o reaproveitamento do lodo (subproduto gerado no tratamento) na recuperação de áreas degradadas e na agricultura, a erradicação de lançamentos clandestinos por caminhões-fossa e o reuso de água.

O superintendente de fiscalização, auditoria e monitoramento do Ibram, Humberto Wanderley, elogiou a iniciativa da Caesb em realizar o seminário. “Os técnicos puderam conhecer de perto a realidade da Companhia e o esforço para tentar reduzir o passivo ambiental decorrente dos esgotos”, disse.

Crédito das fotos: Caesb/Divulgação

DF LEGAL começa atendimento no Lago Norte e Ceilândia

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DF Legal

DF Legal tem por objetivo a proteção da ordem urbanística do Distrito Federal, a Secretaria DF Legal vai investir na descentralização de seus serviços de forma a melhor atender ao cidadão. Nos dias 19 e 21 de novembro, às 10h, serão inaugurados dois Núcleos de Atendimento ao Cidadão no Lago Norte e na Ceilândia, respectivamente. Os postos vão funcionar das 8h às 18h, dentro das administrações regionais.

O objetivo é ter Núcleos de Atendimento ao Cidadão em todas as regiões administrativas, além da sede que fica no SIA (Trecho 3, 1545). Atualmente existem núcleos nas administrações de Brasília, Sobradinho, Gama e Taguatinga.

O que os núcleos oferecem ao cidadão:

  • Cópia e vistas aos processos administrativos;
  • Lançamento de taxas e preços públicos;
  • Emissão de nada consta;
  • Emissão de boletos de competência do DF Legal;
  • Requerimento de pedidos de revisão, suspensão e de isenção de cobrança de taxas – Taxa de Execução de Obras (TEO) e Taxa de Fiscalização de Estabelecimento (TFE);
  • Revisão e suspensão de lançamento de preço público;
  • Comprovação de pagamentos e restituição de valores;
  • Parcelamento dos créditos não inscritos em dívida ativa e não ajuizados;
  • Alterar endereço e metragem de TFE/TEO;;
  • Recebimento de impugnações, manifestações de inconformidade e recursos voluntários, referentes aos autos expedidos pela DF Legal;
  • Requerimentos diversos;
  • Solicitação de cobrança de TFE/TEO devido a encerramento de atividade econômica ou término da obra;
  • Solicitação de retirada de débitos inscritos na dívida ativa;
  • Solicitação de prescrição de débitos tributários e não tributários.

Ouvidoria presencial

O único serviço que os núcleo de atendimento não possuem é a Ouvidoria Presencial. A sede da Secretaria DF Legal possui um Núcleo de Atendimento da Ouvidoria Presencial, que atende das 8h às 18h, no SIA Trecho 3 1545.

Também é possível realizar denúncias/elogios via 162 ou pelo site da ouvidoria: http://www.ouvidoria.df.gov.br/canais-de-atendimento-2/

* Com informações da Secretaria DF Legal

Terceirizados param e acompanhantes limpam hospital no DF

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terceirizados df

Terceirizados – Várias unidades de saúde da rede pública do Distrito Federal sofrem com a falta de Terceirizados da limpeza. A categoria decretou greve na última terça-feira (12/11/2019), por atrasos no pagamento dos salários. Sem previsão para a volta dos serviços, acompanhantes se mobilizam para garantir salubridade aos usuários.

Uma paciente do Hospital de Brazlândia (HRB) fez um vídeo mostrando mulheres com rodos nas mãos, puxando a água nos corredores da unidade. Este não é o único local que sofre com a falta de trabalhadores dos serviços gerais. A greve dos funcionários da empresa Ipanema também afeta os hospitais de Taguatinga (HRT), Samambaia (HRS) e o Materno e Infantil de Brasília (HMIB).

A falta de pagamento dos salários dos Terceirizados não se restringe aos terceirizados da limpeza. Os vigilantes do mesmo grupo, que atuam em unidades de saúde em todo o DF, alegam atrasos e a categoria deve parar a partir das 19h desta segunda-feira (18/11/2019). “Pedimos que o GDF tome providências em relação a essa empresa que vem constantemente atrasando os salários dos Terceirizados e alegam falta de repasse”, diz o secretário de imprensa do Sindicato dos Vigilantes do DF (Sindesv-DF), Gilmar Rodrigues.

Mais unidades

A ampliação da greve deve atingir hospitais e outras unidades de Brazlândia, Ceilândia, Taguatinga, Samambaia, Guará, Sobradinho e Planaltina, além do HMIB.

A Secretaria de Saúde afirmou, em nota oficial, efetuar o pagamento às empresas prestadoras de serviços ao GDF dentro do prazo estipulado no contrato, com repasse dos valores até 90 dias após a prestação do serviço. Disse, ainda, ter notificado a empresa pelo não cumprimento do contrato e que “está tomando todas as medidas necessárias para que a situação se normalize o mais breve possível”.

Novacap corta supersalários e reduz folha em R$ 26 milhões

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novacap

Novacap – Com a promessa de virar a página dos supersalários e pagamentos indevidos e para equilibrar as contas, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) fechou novo acordo coletivo. O plano é alcançar uma economia de R$ 23 milhões anuais na folha de pessoal.

Na esteira da reestruturação, a empresa pública extinguiu os cargos de 56 chefes de seção e 121 supervisores. Segundo a direção, os postos eram desnecessários para os serviços de manutenção do Distrito Federal. A remodelação representou a economia mensal de R$

A folha da Novacap foi alvo de inspeção do Tribunal de Contas local (TCDF). A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) colocou em marcha auditoria nos gastos com pessoal da estatal. O relatório preliminar aponta o pagamento de R$ 200 milhões, contrariando decisões da Justiça.

As auditorias do TCDF e da CGDF foram usadas como referências na redação do acordo coletivo e do projeto de reestruturação. Os gastos da estatal com pessoal saltam aos olhos. Até então, por mês, eram pagos R$ 16 milhões para, aproximadamente, 2.072 empregados.

De acordo com o presidente da Novacap, Candido Teles, na busca pelo equilíbrio, os direitos adquiridos dos funcionários serão respeitados. Sem alarde, depois de três meses de negociação com os empregados, o acordo coletivo foi assinado em 8 de novembro deste ano.

Penduricalhos

O novo acordo reviu o anuênio, cálculo do adicional pelo tempo de serviço. Esse foi um dos pontos levantados pelo TCDF e pela CGDF. “Realmente, houve um erro, e nós corrigimos essa distorção”, assinalou o presidente. Segundo Teles, a conta era inflada por 19 penduricalhos.

“As parcelas serão pagas efetivamente sobre três rubricas, além do salário. Nada além disso. Além do salário, tinha 19 penduricalhos em que eram aplicados os cálculos. O adicional por tempo de serviço é de 1% por ano”, assinalou.

As regras de participação de metas e de resultados (PMR) também mudaram. Os pagamentos deste ano estão garantidos. Entretanto, o mecanismo será extinto a partir de 2020.

“Não vai haver mais incorporação de função. Quem tinha o direito adquirido terá o pagamento garantido. Mas, a partir de 1 novembro, já não tem mais essa possibilidade.”

CANDIDO TELES, PRESIDENTE DA NOVACAP

Licença remunerada

No caso da licença especial remunerada, os empregados tinham direito de usufruir três meses a cada cinco anos. Na prática, os benefícios viraram uma espécie de poupança.

Agora, a empresa estabeleceu os prazos de cinco anos para adquirir e cinco anos para gozar do benefício, com a retirada de, no mínimo, 15 dias. Apenas os benefícios com pagamento em aberto a partir de 2013 continuam valendo. Os anteriores “prescreveram” e acabaram eliminados.

“Na verdade, o que nós procuramos foi equilibrar as necessidades dos empregados com a capacidade do empregador. Conseguimos a paz social na empresa. Não houve vencido e nem vencedor. Tiramos gorduras”, pontuou Teles.

Neste contexto, o presidente destacou o apoio do governador, Ibaneis Rocha (MDB), e do secretário de Economia, André Clemente. A reformulação da gestão terá novas etapas. A empresa está revisando as regras para horas extras e auxílios de insalubridade e periculosidade.

A empresa trabalha na redação de novos laudos com o objetivo de pagar os auxílios. A ideia é estabelecer o critério para o controle efetivo e separar quem trabalha em locais insalubres e perigosos daqueles que visitam tais locais uma vez por mês, semestre ou ano.

Sobre o relatório da CGDF, ainda em fase de conclusão de apontamentos e revisão de valores, a diretoria da Novacap argumentou que todos os pagamentos efetuados foram autorizados com base em acordos coletivos ou em decisões liminares.

Insatisfação
De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores e Empregados da Administração Direta, Fundacional, das Autarquias, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista do Distrito Federal (Sindser-DF), André Luiz da Conceição, a categoria não saiu satisfeita da negociação.

“Não era o que queríamos. Não tivemos avanço financeiro. Pelo contrário, houve redução. Estamos há cinco anos sem reajustes. E a maioria dos empregados vive com uma faixa salarial pequena. Os caso questionados são minoria. Ficamos insatisfeitos”, rebateu.

Segundo Conceição, o acordo foi aceito por três fatores, a começar pela recomendação dos órgãos de controle. “Aceitamos, apesar de entendermos que houve equívocos nos apontamentos. Confundiram institutos do direito privado com público”, destacou.

“Alguns salários tiveram redução”, acrescentou. A crise financeira também pesou a favor da assinatura do acordo. Em terceiro lugar, conforme explica o sindicalista, o governo sinalizou a possibilidade de melhora salarial na próxima negociação de data-base em 2020.

“A visão da Novacap está distorcida. Prestamos a zeladoria de Brasília e não somos reconhecidos. Não temos receita. Nosso lucro é o cuidado com a cidade. Quando trabalhamos bem, ninguém percebe. Se não, todos sentem, e os danos são imensuráveis.”

ANDRÉ LUIZ, PRESIDENTE DO SINDSER

Telma Rufino é a PRIMEIRA administradora de Arniqueira

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Conforme publicou em primeira mão nesta coluna e agora oficializado  pela edição suplementar do DODF de 13 de novembro, a deputada distrital , Telma Rufino é a Primeira  Administradora Regional da  33ª  região administrativa de Arniqueira.

Confira a Publicação

Moradores de Vicente Pires protestam contra demora nas obras

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vicente pires
vicente pires

Cerca de 20 pessoas fizeram manifestação na Rua 7 de Vicente Pires na manhã desta segunda-feira (11/11/2019). De acordo com a Polícia Militar, os moradores reclamaram da demora das obras na cidade. O Batalhão de Choque da corporação foi acionado e acompanhou o ato, que seguiu pacífico e causou congestionamento nas vias internas da região.

A rua é uma das mais críticas. Com a chegada das chuvas, os moradores se preparam para passar novos transtornos. A região estava entre as prioritárias para o Governo do Distrito Federal. As obras começaram em julho. Segundo o Executivo local, serão investidos R$ 24 milhões na área.

A previsão de conclusão seria de quatro meses. Do total a ser aplicado, 95% são da Caixa Econômica Federal, e 5%, recursos do DF. O plano é executar 4,35 km de drenagem; 18,15 km de pavimentação; 36,29 km de meio-fio; e 82 mil m² de calçadas.

 

Iprev bloqueia 5 mil aposentadorias no DF

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aposentadorias iprev
aposentadorias iprev

Pelo menos 5 mil aposentadorias e pensões foram bloqueados da folha em 2019 pelo Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Distrito Federal (Iprev). O balanço foi divulgado nessa segunda-feira (11/11/2019). Os beneficiários, até então, recebiam o recurso mensal, mas entraram na mira do órgão após suspeitas de irregularidades.

O número faz parte do relatório final apresentado pelo órgão após completar o Recadastramento Anual de Servidores Públicos Ativos, Inativos e Pensionistas do Distrito Federal, convocado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) com o objetivo de passar um pente-fino no sistema de remuneração dos beneficiários da capital. O recenseamento é obrigatório desde janeiro.

Os cortes representam mais de 10% do total de servidores recadastrados, segundo o órgão responsável pelo pagamento dos aposentados e inativos. No total, 46.029 beneficiários atenderam ao chamado do Palácio do Buriti e comprovaram a legalidade dos repasses mensais.

No caso do servidor que não compareceu e não justificou a ausência no prazo de 90 dias, o pagamento é automaticamente suspenso. Após seis meses, os benefícios são cancelados definitivamente. Quem recebeu dinheiro irregular terá de devolver aos cofres públicos. Serão abertos processos administrativos individualizados.

A fim de saber quem retirou indevidamente aposentadorias de falecidos e por quanto tempo isso foi feito, o Iprev-DF vai pedir microfilmagens dos bancos onde foram realizados saques, como as do Banco de Brasília (BRB).

A partir das senhas digitadas nos caixas eletrônicos, serão pedidas as fotos dos beneficiários para posterior análise da Polícia Civil. “Foram vários atos que criamos e outros implementamos para chegar a esses números. Iniciamos também o pente-fino, que é a análise de benefício de aposentados por invalidez ou por decisão judicial, e estamos vendo caso a caso se há legitimidade nos repasses”, disse à coluna Ney Ferraz, presidente do instituto.

Os casos serão encaminhados ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) com o pedido de apuração sobre conduta criminal. “Ainda não conseguimos quantificar quanto retornará aos cofres do Iprev com essa ação, mas não vamos permitir mais esse tipo de prejuízo”, ressaltou Ney Ferraz.

Ainda de acordo com o presidente do instituto, “quem não pagar o que sacou indevidamente pode, ainda, no momento de se aposentar, ter o benefício confiscado pelo Iprev-DF a título de quitação de dívida”. Esse processo deve ser iniciado até o final de 2019.

Com as atualizações de dados, o Iprev alcançou economia de R$ 319 milhões em 2019. Além disso, os cortes conseguiram reduzir o déficit financeiro deste ano em cerca de 70% do valor projetado, segundo o mesmo relatório divulgado pelo instituto.

O número corresponde a uma economia de R$ 2 bilhões. A partir de 2020, obrigatoriamente, todos os servidores inativos ou pensionistas terão de fazer a chamada “prova de vida” e comparecer, anualmente, a uma agência do Iprev ou mesmo do BRB no mês de aniversário para atualização de dados.

Ativos

A Secretaria de Economia do DF iniciou, em agosto, o recadastramento dos servidores da ativa. Concursados e comissionados precisam atualizar os dados. A segunda etapa começou no dia 15 de outubro de 2019, para os funcionários lotados nos órgãos da administração direta, fundações públicas e autarquias atualizarem seus dados no Sistema de Recadastramento, Complementação e Atualização de Dados (Recad) até o dia 14 de dezembro.

Durante as quatro etapas do processo, são esperados que mais de 110 mil servidores ativos acessem ao sistema e preencham suas informações atuais.

Recentemente, a pasta divulgou balanço parcial dos números do recadastramento dos funcionários de empresas públicas. Pelo menos 665 empregados de estatais do GDF correm o risco de ter o salário bloqueado nos próximos contracheques. O número representa quase 14% do total de trabalhadores das empresas públicas do Palácio do Buriti.

De acordo com a pasta, o quadro desses órgãos totaliza 4.754 pessoas. Desse total, 517 não acessaram o sistema para o recadastramento e outras 148 chegaram a entrar na plataforma, mas não finalizaram o preenchimento dos dados.

Linhas de ônibus do Entorno vão usar corredor do BRT Sul

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linhas de ônibus

Quinze linhas de ônibus que atendem aos municípios do Entorno Sul vão passar a operar pelo corredor exclusivo do BRT, a partir do dia 18. Ao todo, serão 22 horários no pico da manhã (sentido GO-DF) e 27 no da tarde (sentido DF-GO), totalizando 49.

A medida, que é uma iniciativa da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob) em parceria com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), beneficia os passageiros das cidades de Valparaíso de Goiás, Cidade Ocidental e Céu Azul.

A operação das linhas do semiurbano ocorrerá a partir do acesso da Estação Santos Dumont, na altura de Santa Maria, terminando no viaduto Camargo Correa, na DF 002 (Eixão). Nesse trecho, as linhas semiurbanas vão operar sem fazer paradas intermediárias, uma vez que o embarque ou o desembarque de passageiros poderá ocorrer somente antes da entrada ou após a saída do corredor exclusivo do BRT.

A medida, cuja previsão é trazer economia de 15 minutos no sentido GO-DF e 30 minutos no sentido inverso –, beneficiará também os motoristas dos demais veículos, tendo em vista que parte dos ônibus que operam essas linhas semiurbanas deixarão de circular pelas faixas compartilhadas.

Somente poderão transitar nas faixas do BRT Sul veículos previamente autorizados pela ANTT e pelo Governo do Distrito Federal. Os que não tiverem autorização sofrerão penalidades previstas na legislação vigente.

A operação deverá obedecer todos os procedimentos aplicados aos veículos que já operam no BRT Sul, ressaltando o limite de velocidade máxima de 60 quilômetros km/h ao longo das faixas exclusivas do BRT e de 30 km/h nos pontos de ultrapassagem que se localizam ao longo das estações do BRT.

Passageiros do BRT

Para os passageiros que utilizam o BRT Sul nada muda. A autorização para operacionalização de linhas expressas ou semiexpressas do transporte rodoviário interestadual semiurbano de passageiros não vai impactar a operação, tendo em vista que o número de viagens é compatível com a infraestrutura atual do serviço, e o projeto viário do sistema já previa a demanda dos municípios do Entorno.

O corredor do BRT Sul é o primeiro que foi implantado no DF. Inaugurado em junho de 2014, se consolidou como um importante corredor de transporte público, ligando as regiões administrativas de Gama e de Santa Maria ao Plano Piloto, transportando cerca de 95 mil passageiros diariamente.

Receita Federal ameaça 17 mil empresas por dívidas no DF

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receita federal

Receita Federal decidiu mirar em 17.304 microempresas e empresas de pequeno porte do Distrito Federal que optaram pelo sistema Simples Nacional e mantêm dívidas com o Fisco nacional. A inadimplência registrada pelo órgão ameaça retirar o regime específico de tributação, o que pode gerar uma série de transtornos para os proprietários e sócios. Há risco também de cancelamento de CNPJs.

De acordo com a Receita, há quase R$ 505 milhões em débitos empresariais apenas no DF. No Brasil, são 738.605 devedores, que respondem por dívidas no total de R$ 21,5 bilhões.

As companhias foram notificadas ainda em setembro sobre as pendências federais e tiveram até 30 dias para impugnar ou regularizar a inadimplência. As sanções passam a valer a partir de 1º de janeiro de 2020. A mudança do regime tributário implica em problemas – como a perda de benefícios fiscais, inclusive.

Segundo a Receita Federal, os empregadores que regularizarem a totalidade de seus débitos dentro desse prazo “terão a exclusão do Simples Nacional automaticamente tornada sem efeito”. Na prática, o contribuinte continuará nesse regime especial e não precisa comparecer às unidades da Receita para adotar algum procedimento.

Uma das principais diferenças com a mudança será sentida no bolso dos inadimplentes. Com a alteração do regime, a folha de pagamento pesa mais nos rendimentos da empresa, e a contribuição previdenciária também aumenta para quem possui quantidade razoável de empregados. Há ainda a perda da vantagem de se pagar todos os impostos em um único boleto. Além disso, a burocracia aumenta consideravelmente.

Varreduras

Constantemente, a Receita Federal realiza varreduras no cadastro das empresas para se certificar sobre o enquadramento de cada CNPJ com o Simples Nacional. As exclusões são realizadas apenas após constatações de dívidas ou irregularidades. Antes da decisão final, o órgão comunica sobre o risco de exclusão. O conteúdo do Termo Exclusão pode ser acessado pelo Portal do Simples Nacional ou pelo atendimento virtual do órgão.

“Dessa forma, as microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) devem ficar atentas para não serem excluídas de ofício do regime por motivo de inadimplência. A contar da data de ciência do Termo de Exclusão, o contribuinte terá um prazo de 30 dias para impugnar ou regularizar seus débitos. A regularização pode se dar por pagamento à vista, parcelamento ou compensação”, explica a Receita Federal.

A Federação do Comércio do Distrito Federal (Fecomércio-DF) explicou que a melhor opção sempre é a quitação das dívidas pendentes com órgãos públicos Receita Federal. A entidade afirmou que, “normalmente, a maioria das pendências é de empresas optantes pelo Simples que, a princípio, para não perderem os benefícios da modalidade, têm de regularizar a sua situação fiscal. O recolhimento do Simples no DF corresponde a cerca de R$ 30 milhões por mês”, explicou a entidade.

A federação adiantou manter a Câmara de Tributação e Finanças Públicas Receita Federal a fim de orientar e assessorar os empresários sobre questões tributárias, além de ajudar no entendimento das pendências.

Simples Nacional

Não é toda empresa que pode fazer a opção por esse regime de tributação. Normalmente, em razão de suas vantagens, o Simples sempre é preferido, mas há uma limitação de atividades que é fruto de uma combinação de uma série de fatores. Além da própria atividade em si ter de estar inserida em algum dos anexos vigentes, é necessário verificar algumas outras situações.

Entre as principais vantagens está a conhecida simplificação na apuração dos valores. Esse resultado é de acordo com a receita bruta (faturamento) das empresas nos últimos 12 meses. Outra questão é o recolhimento de impostos por meio de uma única guia, chamada Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS).

De acordo com as regras atuais, o limite para faturamento de empresas do Simples é de até R$ 4,8 milhões por ano, divididos pelos 12 meses. No caso de quem obtém CNPJ no meio do ano, nesses moldes, terá apenas R$ 2,4 milhões para faturar no decorrer dos seis meses, o que equivale a R$ 400 mil por mês.

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