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ACABE COM A TPM!

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O óleo de prímula é um óleo extraído das sementes da flor ou planta com o mesmo nome, a prímula. Este óleo é extremamente benéfico para a saúde do corpo humano, sendo capaz de aliviar os sintomas da TPM (a famosa tensão pré-menstrual), diminuir a perda de cabelo ou pelos, aliviar e tratar acnes e também artrite reumatoide.

Exploraremos o óleo de prímula e veremos 5 benefícios, usos e efeitos colaterais que este incrível óleo pode trazer.

1. Alívio dos sintomas de TPM ou tensão pré-menstrual

Por ser rico em ácidos graxos essenciais (as gorduras necessárias), o óleo de prímula é comumente recomendado à mulheres no tratamento e alívio de sintomas pré-menstruais, a famosa TPM que pode ser tão desagradável. O óleo de prímula ajudará a produzir e equilibrar os hormônios essenciais no corpo, o que fará co que os sintomas da TPM diminuam e não sejam sentidos em muitos casos.

 

2. Remoção e tratamento de acnes

Normalmente as acnes surgem por questões de desequilíbrio hormonal. Por ser capaz de trazer de volta a produção de hormônios e deixá-los sob controle, devido às suas altas concentrações de ácido graxo, o óleo de prímula é um poderoso aliado no tratamento da eliminação de acnes, tanto em adolescentes quando em adultos. A dosagem ideal será recomendada por um profissional de saúde, mas normalmente uma cápsula em gel deste óleo por dia se mostrou o suficiente para eliminar a presença da acne em alguns dias.

 

3. Queda de cabelos

Além dos benefícios já citados, o óleo de prímula é muito eficiente no tratamento de queda de cabelos. Isso acontece porque a perda de cabelo é também associada a questões hormonais na maioria dos casos. Neste quesito, a rica quantidade do ácido graxo omega-6 será essencial no reequilíbrio dos hormônios, evitando assim a perda de cabelo.

4. Tratamento e saúde da pele

Ainda sob questões hormonais, o óleo de prímula se mostra extremamente eficiente no tratamento de diversas mazelas da pele, tais como psoríase, dermatite atópica e eczema. Desta forma, além de trazer os benefícios na eliminação de acnes e também evitar a queda de cabelo, o óleo de prímula é um poderoso medicamento no tratamento e manutenção da saúde da pele, mantendo uma pele bonita e cheia de saúde.

5. Artrite reumatoide

Um estudo recente feito pela Arthritis Research UK mostrou que o óleo de prímula é um eficaz medicamento no tratamento e cura de artrite reumatoide. A artrite reumatoide, a fim de compreensão, é um tipo de artrite crônica que se abate sobre as juntas em várias partes do corpo, como as mãos, pulsos e punhos e também joelhos. Portanto, a ingestão regular deste medicamento natural será extremamente eficaz no tratamento de artrite reumatoide.

Efeitos colaterais do óleo de prímula

Em observações clínicas, é possível afirmar que os efeitos colaterais do óleo de prímula são raros e escassos. Quando a ingestão do óleo de prímula é além da recomendada ou da necessária, é possível sentir náuseas, dores de cabeça e também dores de estômago. Em geral, quando o óleo de prímula é ingerido em alta quantidade a dor de estômago será muito comum, assim como a observação de fezes moles.

Outras contraindicações comuns são direcionadas a quem toma medicamentos controlados para o tratamento de esquizofrenia. Estes pacientes devem evitar o óleo de prímula.

Como qualquer outro medicamento ou tratamento natural, é altamente recomendado buscar por orientação médica antes de optar ou decidir adicionar o óleo de prímula à sua dieta, pois somente um profissional de saúde será capaz de indicá-lo na dosagem correta, e se necessário.

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Sexta-feira será de paralisações e protestos em vários pontos do DF

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m mês e seis dias depois de Brasília ser palco de depredações e cenas de violência, durante a manifestação #OcupaBrasília, vários pontos do Distrito Federal recebem protestos contra as reformas trabalhista e da Previdência nesta sexta-feira (30/6). Entidades sindicais e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) convocaram uma greve geral com mobilizações em todo o país. No DF, metroviários, rodoviários, professores e bancários estão entre as categorias que cruzarão os braços durante 24 horas.

As manifestações começaram cedo. Por volta das 6h, pneus foram queimados na BR-020, na altura de Mestre D’Armas, em Planaltina. Segundo o Corpo de Bombeiros, não havia pessoas no local. Mas a barricada prejudicou o trânsito no sentido Plano Piloto, que ficou interditado. Pela manhã, ainda há protestos previstos em frente à Eletronorte, no Setor Comercial Norte, e em Furnas, na Quadra 431 de Samambaia Sul. Entre 8h e 13h, a CUT programou protestos também no Setor Comercial Sul, no Setor Bancário Norte, na Esplanada dos Ministérios, em Brazlândia, no Paranoá e em Taguatinga.

Segundo a CUT-DF, ao menos 13 categorias indicaram adesão ao movimento. O principal efeito da greve geral será sentido pelos brasilienses que dependem do transporte público. Ônibus e trens do metrô ficarão parados durante 24 horas, a partir das 4h desta sexta (30).

A paralisação foi mantida mesmo após duas decisões judiciais desta quinta (29). À tarde, o juiz Renato Borelli, da 20ª Vara Federal Cível do DF, determinou que, no mínimo, 30% da frota dos dois meios de transporte seja mantida em circulação. Ele estabeleceu, ainda, multa de R$ 2 milhões a cada sindicato que descumprir a ordem. À noite, a Procuradoria-Geral do Distrito Federal (PGDF) obteve liminar que elevou para 50% o percentual de veículos e trens a serem mantidos funcionando.

Confira a programação de protestos pelo Distrito Federal:

Professores da rede pública também não entrarão nas salas de aula. O sindicato da categoria informou que vai se concentrar na Praça do Relógio, em Taguatinga, a partir das 9h30. A categoria promoverá atos culturais e panfletagens contra as reformas anunciadas pelo governo de Michel Temer (PMDB). Bancos não farão atendimento, pois a categoria também aderiu à paralisação.

A Universidade de Brasília (UnB) disse que as atividades da instituição estão mantidas e que a adesão dos docentes é individual, ou seja, as aulas dependerão da quantidade de professores dentro da universidade. Segundo a CUT, também vão aderir à greve: servidores urbanitários, das telecomunicação, dos correios, da saúde, do Judiciário e do MPU, além de comerciários, entre outros.

Em nota, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) pediu que os empresários locais não fechem lojas e empresas. A justificativa é que “diante da atual crise política e econômica do país, os comerciantes não podem perder a oportunidade de vendas em um dia útil.”

Policiamento reforçado
A Esplanada dos Ministérios será fechada a partir da meia-noite desta sexta (30), segundo a Secretaria de Segurança Pública. A pasta informou que polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, Detran e demais órgãos da área estarão de prontidão durante a greve geral.

Para fazer a segurança patrimonial dos ministérios, a PM solicitou reforço da Força Nacional de Segurança (FNS). No começo da noite desta quinta (29), o Ministério da Justiça confirmou que atenderá a solicitação de envio da tropa federal, mas não revelou quantos homens da FNS atuarão nem o período no qual protegerão as sedes dos órgãos federais.

Apesar de não estarem marcadas grandes manifestações na Esplanada dos Ministérios, a Polícia Militar anunciou na quarta-feira (28) que mais de 2,6 mil militares estarão espalhados pelo local, divididos em dois turnos de serviço. Todos os profissionais escalados farão uso de equipamentos de proteção individual (EPIs), compostos por exoesqueleto, capacete, escudo e cassetete. Será montado um cordão de isolamento em frente ao Congresso Nacional.

O policiamento especial começa às 7h. A partir desse horário, três linhas de abordagem serão montadas nos viadutos de ligação entre as vias L2 Norte e Sul, nos dois sentidos da via. Os pontos de abordagem serão organizados por meio de oito baias de acesso cercadas por grades. Equipes especializadas (Rotam, BPCães e CPMon) e Grupos Táticos Operacionais, auxiliarão na revista dos manifestantes. Bolsas e mochilas serão vistoriadas. O acesso com armas brancas ou de fogo, bebidas alcoólicas, garrafas de vidro e objetos como mastro de bandeira, que podem sem transformados em armas, está proibido.

As passagens de carros pelas avenidas S1 e N1 estarão fechadas desde a Rodoviária do Plano Piloto. Somente veículos oficiais estarão autorizados a transitarem pela região nesse período e dois carros de som das centrais sindicais terão acesso à Esplanada.

Todas essas medidas fazem parte do Protocolo Tático Integrado, firmado no fim de março por mais de 40 órgãos do Congresso Nacional e dos governos federal e distrital. A expectativa dos organizadores é de que pelo menos cinco mil pessoas estarão na Esplanada

Trecho da nota divulgada pela Secretaria de Segurança

Bloqueio nas BRs
No último grande protesto realizado em Brasília, em 24 de maio, manifestantes queimaram pneus e fecharam várias rodovias que cruzam o Distrito Federal desde as primeiras horas da manhã. Para evitar que essas cenas se repitam – e que vândalos cheguem em ônibus fretados ao quadrilátero, principalmente, à Esplanada – o Batalhão de Policiamento Rodoviário (BPRv) da PMDF vai fiscalizar os veículos. Serão realizadas abordagens nas BRs 020, 040, 060 e 070.

GDF vai recorrer de revogação da regulamentação da Lei Anti-Homofobia

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People takes part in the Bucharest Pride march on May 20, 2017. Around 2,000 people gathered to celebrate diversity and to express their support for LGBT's comunity rights. / AFP / Daniel MIHAILESCU AND DANIEL MIHAILESCU

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, anunciou que vai recorrer da decisão da Câmara Legislativa do DF que revogou a regulamentação da Lei Anti-Homofobia. Segundo ele, a atitude dos deputados distritais é “ilegal” e invade a competência do Poder Executivo de regulamentar a legislação. Na última sexta-feira (23), Rollemberg tinha assinado o decreto que regulamenta lei aprovada em 2000 que prevê a punição a práticas discriminatórias por orientação sexual por pessoas físicas ou jurídicas.

Nesta segunda-feira (26/6), deputados distritais aprovaram projeto de decreto legislativo que revoga o decreto anterior do governador, no qual são detalhadas as medidas de punição a práticas discriminatórias por orientação sexual previstas na legislação. “O Estado tem que garantir a liberdade de expressão, de credo religioso e o direito de orientação sexual de cada cidadão, evitando qualquer tipo de preconceito e violência”, afirmou Rollemberg, no comunicado.

Os parlamentares derrubaram a medida do governador em uma sessão solene cujo tema não estava anteriormente previsto na pauta. A votação ocorreu na primeira etapa do projeto Câmara em Movimento, ocorrido no Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), onde deveriam ser analisadas proposições de interesse do setor produtivo do DF. A reviravolta acontece às vésperas do Dia Internacional do Orgulho LGBT, celebrado na próxima quarta-feira (28).

Por pressão da bancada evangélica da Casa, a nova sessão extraordinária foi aberta na manhã de hoje e, por 9 votos a 6, os distritais derrubaram a regulamentação feita pelo GDF. O projeto de decreto legislativo foi proposto pelos deputados Rodrigo Delmasso (Podemos), Bispo Renato Andrade (PR) e Julio César (PRB). Além deles, votaram a favor os deputados Celina Leão (PPS), Cristiano Araújo (PSD), Rafael Prudente (PMDB), Raimundo Ribeiro (PPS), Sandra Faraj (SD) e Wellington Luiz (PMDB).

Contrariamente à aprovação, votaram os distritais: Agaciel Maia (PR), Luzia de Paula (PSB), Professor Israel (PV), Ricardo Vale (PT) e Telma Rufino (PROS), além do presidente da Casa, Joe Valle (PDT). A Câmara Legislativa possui 24 distritais, dos quais dois se abstiveram da votação e outros sete não compareceram.

 

“Trata-se de uma atitude ilegal por invadir área jurídica restrita do Executivo, e que não encontra respaldo na realidade dos dias de hoje. O Governo de Brasília está seguro de que, mais uma vez, o Tribunal de Justiça reconhecerá a autonomia do Poder Executivo de regulamentar a legislação sobre este tema e de outros de interesse da sociedade”, lamentou o governador.

Penalidades a atitudes homofóbicas

Assinada 17 anos depois da aprovação da lei, a regulamentação cria uma comissão especial para a apuração das denúncias sobre práticas discriminatórias por orientação sexual. O colegiado ficará responsável por receber as denúncias, verificar por meio de processo administrativo a validade ou não e aplicar as penalidades previstas na lei, que vão de advertência; multa que pode variar de R$ 5.320,50 a R$ 10.641; suspensão ou cassação do alvará de funcionamento, em caso de pessoa jurídica.

No caso de cassação do alvará de funcionamento, as empresas ficarão inabilitadas durante um ano para contratos com o governo; ao acesso a créditos concedidos pelo DF ou a programas de incentivo, isenções e outros benefícios tributários.

Nesta segunda-feira (26/6), às 22h, o programa Diálogo Brasil, da TV Brasil, vai discutir as políticas públicas de proteção e questões de saúde e visibilidade da população transexual. Participam do debate a coordenadora-geral de Promoção dos Direitos LGBT do Ministério dos Direitos Humanos, Marina Reidel, e o psiquiatra e professor da Universidade de Brasília (UnB), Gabriel Graça.

Homem suspeito de aplicar golpes no Pará e Amapá preso em Brasília é trazido para Belém

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Chegou em Belém na última quinta-feira (15) Elton Félix Gobi Lira, que é suspeito de se apresentar como economista e investidor financeiro para aplicar golpes no Pará e Amapá. Ele foi preso Brasília na semana passada e aguardava transferência para a capital paraense.

O suspeito prometia multiplicar o dinheiro das vítimas com aplicações na bolsa de valores que nunca existiram. Além de praticar estelionato, ele debochava das vítimas nas redes sociais.
“Geralmente ele marcava reuniões em hotéis de luxo aqui em Belém, ele fazia um network com vários políticos, pessoas da sociedade. Ele trabalhava, isso é fato, tem contato em vários fundos de previdência, então (ele fala) ‘pra quem trabalha com universo de mais de R$ 20 milhões, para que iria enganar pessoas físicas?'”, explica o advogado das vítimas, Tiago Santos.

Mas nem a conta dos hotéis ele pagava, e nenhum investidor recebeu um centavo sequer. Só em Belém foram nove vítimas que, somadas, tiveram um prejuízo de um milhão de reais. Em Oeiras do Pará, onde ele também aplicou golpes em fundos de pensão, o prejuízo chega da R$ 14 milhões.
“Ele passou a emitir extratos bancários falsos, que faziam com que as pessoas acreditassem que seu dinheiro estava tendo rendimentos”, disse o delegado Neyvaldo Silva, da DIOE.
Pela internet, Elton ostentava o que conseguia comprar com o dinheiro dos investidores: relógios de ouro e carros importados. O comportamento dele revoltou as vítimas, que denunciaram o golpe.

Quando o mandado de prisão foi expedido pela justiça ele passou a ameaçar os advogados das vítimas, como registrado em gravação divulgada pela polícia.
“O meu pai tem 62 anos, está internado com ataque de hipertensão por causa desse mandado. Se alguma coisa acontecer com ele, eu juro pela vida dos meus dois filhos, que mato o Tom e o Tiago (advogados)”, disse.

A ordem dos advogados do Brasil no Pará também entrou no caso para investigar as ameaças. “Já registramos ocorrência da Ameaça na Dioe, e a comissão de prerrogativas irá acompanhar o caso”, disse o presidente da OAB-PA, Alberto Campos.
Elton ainda zombou do mandado de prisão mandando uma mensagem para várias instituições, como os Ministérios Públicos Federal e do Estado, com a sua localização.
O setor de inteligência da Polícia Civil foi acionado e descobriu que ele estava hospedado em um hotel de luxo em Brasília. O mandado de prisão foi cumprido na semana passada.

Reforma trabalhista: comissão do Senado rejeita parecer favorável ao texto

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Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado rejeitou nesta terça-feira (20), por 10 votos a 9, o relatório da reforma trabalhista elaborado pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que era favorável ao texto aprovado pela Câmara.

No lugar do parecer de Ferraço, a comissão aprovou um texto alternativo, do senador oposicionista Paulo Paim (PT-RS). O texto de Paim é contrário ao que passou pela Câmara.

O resultado representa uma derrota para o governo Michel Temer, que vê na reforma trabalhista uma das principais medidas para a área econômica.

Apesar de o texto do governo ter sido rejeitado na Comissão de Assuntos Sociais, a reforma trabalhista ainda vai passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, por fim, pelo plenário do Senado.

Segundo a Mesa Diretora do Senado, os relatórios da CAE, CAS e CCJ vão servir de orientação para a votação em plenário. O texto que vai ser analisado em plenário é a matéria que veio da Câmara.

Após o fim da sessão na CAS, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR) afirmou que o resultado “não deixa de ser uma derrota” para o governo. Na avaliação dele, porém, “nada muda”, porque os três relatórios – da CAE, da CAS e da CCJ – serão enviados a plenário e analisados separadamente.

“Os três relatórios irão para o plenário. Não muda nada, não muda a posição do governo, não muda o plano de aprovar”, disse.

A reforma foi enviada ao Congresso pelo presidente Michel Temer no ano passado. Um dos principais dispositivos do projeto é estabelecer pontos que poderão ser negociados entre patrões e empregados. Em caso de acordo coletivo, esses pontos passam a ter força de lei.

No Senado, o texto já havia sido aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Na última terça-feira (13), o relator Ricardo Ferraço leu parecer favorável à aprovação da reforma. Ele rejeitou todas as emendas que haviam sido apresentadas ao texto e manteve todo teor do projeto que foi aprovado pela Câmara.

Sessão tumultuada

A sessão da Comissão de Assuntos Sociais teve momentos de debates acalorados entre senadores desde o início.

Logo que a sessão foi aberta, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) fez críticas à votação do projeto em um momento que, para ele, é inoportuno, porque o Brasil passa por uma crise. “Não vamos dar ares de normalidade ao que está acontecendo aqui. Isso é um escândalo”.

A presidente da comissão, Marta Suplicy (PMDB-SP), respondeu em tom ríspido e, ao ser confrontada com um pedido de “calma”, afirmou que não tinha que se acalmar. Em seguida, ela disse para Lindbergh: “Olha o machismo e seu cuida, tá?” (veja o vídeo abaixo).

'Olha o machismo e se cuida, tá?', diz Marta Suplicy a Lindbergh Farias

‘Olha o machismo e se cuida, tá?’, diz Marta Suplicy a Lindbergh Farias

A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), que fez discurso contrário à aprovação do parecer de Ferraço, também bateu boca com a presidente da comissão. Para ela, Marta Suplicy, que veio do PT, estaria incomodada em conduzir a aprovação do projeto. “Se a senhora está incomodada, retire-se da comissão”, afirmou. Marta respondeu que não está incomodada e que faz o trabalho de presidente do colegiado.

Kátia Abreu discute com Marta Suplicy

Kátia Abreu discute com Marta Suplicy

Joesley Batista: “Temer É O Chefe Da Quadrilha Mais Perigosa Do Brasil”

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DIEGO ESCOSTEGUY/ÉPOCA
Na manhã da quinta-feira (15), o empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F, recebeu ÉPOCA para conceder sua primeira entrevista exclusiva desde que fechou a mais pesada delação dos três anos de Lava Jato. Em mais de quatro horas de conversa, precedidas de semanas de intensa negociação, Joesley explicou minuciosamente, sempre fazendo referência aos documentos entregues à Procuradoria-Geral da República, como se tornou o maior comprador de políticos do Brasil. Discorreu sobre os motivos que o levaram a gravar o presidente Michel Temer e a se oferecer à PGR para flagrar crimes em andamento contra a Lava Jato. Atacou o presidente, a quem acusa, com casos e detalhes inéditos, de liderar “a maior e mais perigosa organização criminosa do Brasil” – e de usar a máquina do governo para retaliá-lo. Contou como o PT de Lula “institucionalizou” a corrupção no Brasil e de que modo o PSDB de Aécio Neves entrou em leilões para comprar partidos nas eleições de 2014. O empresário garante estar arrependido dos crimes que cometeu e se defendeu das acusações de que lucrou com a própria delação.

A seguir, os principais trechos da entrevista publicada na edição de ÉPOCA desta semana. Leia as 12 páginas da conversa com Joesley na edição que chega às bancas neste sábado (17) ou disponível agora nos aplicativos ÉPOCA e Globo+:

ÉPOCA – Quando o senhor conheceu Temer?
Joesley Batista – Conheci Temer através do ministro Wagner Rossi, em 2009, 2010. Logo no segundo encontro ele já me deu o celular dele. Daí em diante passamos a falar. Eu mandava mensagem para ele, ele mandava para mim. De 2010 em diante. Sempre tive relação direta. Fui várias vezes ao escritório da Praça Pan-Americana, fui várias vezes ao escritório no Itaim, fui várias vezes à casa dele em São Paulo, fui alguma vezes ao Jaburu, ele já esteve aqui em casa, ele foi ao meu casamento. Foi inaugurar a fábrica da Eldorado.

>> Joesley Batista está no Brasil e prestou novo depoimento no acordo de delação premiada

ÉPOCA – Qual, afinal, a natureza da relação do senhor com o presidente Temer?
Joesley –
Nunca foi uma relação de amizade. Sempre foi uma relação institucional, de um empresário que precisava resolver problemas e via nele a condição de resolver problemas. Acho que ele me via como um empresário que poderia financiar as campanhas dele – e fazer esquemas que renderiam propina. Toda a vida tive total acesso a ele. Ele por vezes me ligava para conversar, me chamava, e eu ia lá.

ÉPOCA – Conversar sobre política?
Joesley –
Ele sempre tinha um assunto específico. Nunca me chamou lá para bater papo. Sempre que me chamava, eu sabia que ele ia me pedir alguma coisa ou ele queria alguma informação.

>> Joesley Batista: O mais perigoso delator

ÉPOCA – Segundo a colaboração, Temer pediu dinheiro ao senhor já em 2010. É isso?
Joesley –
Isso. Logo no início. Conheci Temer, e esse negócio de dinheiro para campanha aconteceu logo no iniciozinho. O Temer não tem muita cerimônia para tratar desse assunto. Não é um cara cerimonioso com dinheiro.

ÉPOCA – Ele sempre pediu sem algo em troca?
Joesley –
Sempre estava ligado a alguma coisa ou a algum favor. Raras vezes não. Uma delas foi quando ele pediu os R$ 300 mil para fazer campanha na internet antes do impeachment, preocupado com a imagem dele. Fazia pequenos pedidos. Quando o Wagner saiu, Temer pediu um dinheiro para ele se manter. Também pediu para um tal de Milton Ortolon, que está lá na nossa colaboração. Um sujeito que é ligado a ele. Pediu para fazermos um mensalinho. Fizemos. Volta e meia fazia pedidos assim. Uma vez ele me chamou para apresentar o Yunes. Disse que o Yunes era amigo dele e para ver se dava para ajudar o Yunes.

>> Joesley Batista está irritado com acusações de Temer

ÉPOCA – E ajudou?
Joesley –
Não chegamos a contratar. Teve uma vez também que ele me pediu para ver se eu pagava o aluguel do escritório dele na praça [Pan-Americana, em São Paulo]. Eu desconversei, fiz de conta que não entendi, não ouvi. Ele nunca mais me cobrou.

ÉPOCA – Ele explicava a razão desses pedidos? Por que o senhor deveria pagar?
Joesley –
O Temer tem esse jeito calmo, esse jeito dócil de tratar e coisa. Não falava.

ÉPOCA – Ele não deu nenhuma razão?
Joesley –
Não, não ele. Há políticos que acreditam que pelo simples fato do cargo que ele está ocupando já o habilita a você ficar devendo favores a ele. Já o habilita a pedir algo a você de maneira que seja quase uma obrigação você fazer. Temer é assim.

ÉPOCA – O empréstimo do jatinho da JBS ao presidente também ocorreu dessa maneira?
Joesley –
Não lembro direito. Mas é dentro desse contexto: “Eu preciso viajar, você tem um avião, me empresta aí”. Acha que o cargo já o habilita. Sempre pedindo dinheiro. Pediu para o Chalita em 2012, pediu para o grupo dele em 2014.

ÉPOCA – Houve uma briga por dinheiro dentro do PMDB na campanha de 2014, segundo o lobista Ricardo Saud, que está na colaboração da JBS.
Joesley –
Ricardinho falava direto com Temer, além de mim. O PT mandou dar um dinheiro para os senadores do PMDB. Acho que R$ 35 milhões. O Temer e o Eduardo descobriram e deu uma briga danada. Pediram R$ 15 milhões, o Temer reclamou conosco. Demos o dinheiro. Foi aí que Temer voltou à Presidência do PMDB, da qual ele havia se ausentado. O Eduardo também participou ativamente disso.

ÉPOCA – Como era a relação entre Temer e Eduardo Cunha?
Joesley –
A pessoa a qual o Eduardo se referia como seu superior hierárquico sempre foi o Temer. Sempre falando em nome do Temer. Tudo que o Eduardo conseguia resolver sozinho, ele resolvia. Quando ficava difícil, levava para o Temer. Essa era a hierarquia. Funcionava assim: primeiro vinha o Lúcio [o operador Lúcio Funaro]. O que ele não conseguia resolver pedia para o Eduardo. Se o Eduardo não conseguia resolver, envolvia o Michel.

ÉPOCA – Segundo as provas da delação da JBS e de outras investigações, o senhor pagava constantemente tanto para Eduardo Cunha quanto para Lúcio Funaro, seja por acertos na Câmara, seja por acertos na Caixa, entre outros. Quem ficava com o dinheiro?
Joesley –
Em grande parte do período que convivemos, meu acerto era direto com o Lúcio. Eu não sei como era o acerto do Lúcio do Eduardo, tampouco do Eduardo com o Michel. Eu não sei como era a distribuição entre eles. Eu evitava falar de dinheiro de um com o outro. Não sabia como era o acerto entre eles. Depois, comecei a tratar uns negócios direto com o Eduardo. Em 2015, quando ele assumiu a presidência da Câmara. Não sei também quanto desses acertos iam para o Michel. E com o Michel mesmo eu também tratei várias doações. Quando eu ia falar de esquema mais estrutural com Michel, ele sempre pedia para falar com o Eduardo. “Presidente, o negócio do Ministério da Agricultura, o negócio dos acertos…” Ele dizia: “Joesley, essa parte financeira toca com o Eduardo e se acerta com o Eduardo”. Ele se envolvia somente nos pequenos favores pessoais ou em disputas internas, como a de 2014.

ÉPOCA – O senhor realmente precisava tanto assim desse grupo de Eduardo Cunha, Lúcio Funaro e Temer?
Joesley –
Eles foram crescendo no FI-FGTS, na Caixa, na Agricultura – todos órgãos onde tínhamos interesses. Eu morria de medo de eles encamparem o Ministério da Agricultura. Eu sabia que o achaque ia ser grande. Eles tentaram. Graças a Deus, mudou o governo e eles saíram. O mais relevante foi quando Eduardo tomou a Câmara. Aí virou CPI para cá, achaque para lá. Tinha de tudo. Eduardo sempre deixava claro que o fortalecimento dele era o fortalecimento do grupo da Câmara e do próprio Michel. Aquele grupo tem o estilo de entrar na sua vida sem ser convidado.

ÉPOCA – Pode dar um exemplo?
Joesley –
O Eduardo, quando já era presidente da Câmara, um dia me disse assim: “Joesley, tão querendo abrir uma CPI contra a JBS para investigar o BNDES. É o seguinte: você me dá R$ 5 milhões que eu acabo com a CPI”. Falei: “Eduardo, pode abrir, não tem problema”. “Como não tem problema? Investigar o BNDES, vocês.” Falei: “Não, não tem problema”. “Você tá louco?” Depois de tanto insistir, ele virou bem sério: “É sério que não tem problema?”. Eu: “É sério”. Ele: “Não vai te prejudicar em nada?”. “Não, Eduardo.” Ele imediatamente falou assim: “Seu concorrente me paga R$ 5 milhões para abrir essa CPI. Se não vai te prejudicar, se não tem problema… Eu acho que eles me dão os R$ 5 milhões”. “Uai, Eduardo, vai sua consciência. Faz o que você achar melhor.” Esse é o Eduardo. Não paguei e não abriu. Não sei se ele foi atrás. Esse é o exemplo mais bem-acabado da lógica dessa Orcrim.

ÉPOCA – Algum outro?
Joesley –
Lúcio fazia a mesma coisa. Virava para mim e dizia: “Tem um requerimento numa CPI para te convocar. Me dá R$ 1 milhão que eu barro”. Mas a gente ia ver e descobria que era algum deputado a mando dele que estava fazendo. É uma coisa de louco.

ÉPOCA – O senhor não pagou?
Joesley –
Nesse tipo de coisa, não. Tinha alguns limites. Tinha que tomar cuidado. Essa é a maior e mais perigosa organização criminosa deste país. Liderada pelo presidente.

ÉPOCA – O chefe é o presidente Temer?
Joesley –
O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites. Então meu convívio com eles foi sempre mantendo à meia distância: nem deixando eles aproximarem demais nem deixando eles longe demais. Para não armar alguma coisa contra mim. A realidade é que esse grupo é o de mais difícil convívio que já tive na minha vida. Daquele sujeito que nunca tive coragem de romper, mas também morria de medo de me abraçar com ele.

ÉPOCA – No decorrer de 2016, o senhor, segundo admite e as provas corroboram, estava pagando pelo silêncio de Eduardo Cunha e Lúcio Funaro, ambos já presos na Lava Jato, com quem o senhor tivera acertos na Caixa e na Câmara. O custo de manter esse silêncio ficou alto demais? Muito arriscado?
Joesley –
Virei refém de dois presidiários. Combinei quando já estava claro que eles seriam presos, no ano passado. O Eduardo me pediu R$ 5 milhões. Disse que eu devia a ele. Não devia, mas como ia brigar com ele? Dez dias depois ele foi preso. Eu tinha perguntado para ele: “Se você for preso, quem é a pessoa que posso considerar seu mensageiro?”. Ele disse: “O Altair procura vocês. Qualquer outra pessoa não atenda”.  Passou um mês, veio o Altair. Meu Deus, como vou dar esse dinheiro para o cara que está preso? Aí o Altair disse que a família do Eduardo precisava e que ele estaria solto logo, logo. E que o dinheiro duraria até março deste ano. Fui pagando, em dinheiro vivo, ao longo de 2016. E eu sabia que, quando ele não saísse da cadeia, ia mandar recados.

ÉPOCA – E o Lúcio Funaro?
Joesley –
Foi parecido. Perguntei para ele quem seria o mensageiro se ele fosse preso. Ele disse que seria um irmão dele, o Dante. Depois virou a irmã. Fomos pagando mesada. O Eduardo sempre dizia: “Joesley, estamos juntos, estamos juntos. Não te delato nunca. Eu confio em você. Sei que nunca vai me deixar na mão, vai cuidar da minha família”. Lúcio era a mesma coisa: “Confio em você, eu posso ir preso porque eu sei que você não vai deixar minha família mal. Não te delato”.

ÉPOCA – E eles cumpriram o acerto, não?
Joesley –
Sim. Sempre me mandando recados: “Você está cumprindo tudo direitinho. Não vão te delatar. Podem delatar todo mundo menos você”. Mas não era sustentável. Não tinha fim. E toda hora o mensageiro do presidente me procurando para garantir que eu estava mantendo esse sistema.

ÉPOCA – Quem era o mensageiro?
Joesley –
Geddel. De 15 em 15 dias era uma agonia terrível. Sempre querendo saber se estava tudo certo, se ia ter delação, se eu estava cuidando dos dois. O presidente estava preocupado. Quem estava incumbido de manter Eduardo e Lúcio calmos era eu.

ÉPOCA – O ministro Geddel falava em nome do presidente Temer?
Joesley –
Sem dúvida. Depois que o Eduardo foi preso, mantive a interlocução desses assuntos via Geddel. O presidente sabia de tudo. Eu informava o presidente por meio do Geddel. E ele sabia que eu estava pagando o Lúcio e o Eduardo. Quando o Geddel caiu, deixei de ter interlocução com o Planalto por um tempo. Até por precaução.

Não deixe seu mecânico trocar a sonda lambda!

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O nome é meio estranho, mas a sonda lambda é uma espécie de “nariz” do motor, localizado na maioria dos carros no coletor do escapamento.

Para entender melhor como esta peça é importante, imagine o presidente do país como o módulo da injeção. Os ministros que levam as informações ao presidente seriam os sensores da injeção.

Neste caso, a sonda lambda seria o ministro da fazenda, um dos sensores mais importantes quando seu motor (ou a economia) está falhando. O pior é que muita gente “pede a cabeça” dele injustamente.

O faz a sonda lambda?

Ela mede a quantidade de oxigênio que está saindo pelos gases do escapamento. Com esta informação, o módulo da injeção eletrônica consegue avaliar se a mistura está rica (muito combustível) ou pobre (pouco combustível).

A peça trabalha como um fiscal, um controlador da qualidade da queima de combustível. Portanto, toda vez que alguma coisa estiver de errada com a combustão ela informará o módulo, que por sua vez acenderá a (famosa) luz da injeção no painel de instrumentos do motorista.

Luz acesa da injeção eletrônica

Em algumas poucas situações, a sonda lambda pode ser sim a causadora do acendimento da luz no painel, mas não deixe seu mecânico substituí-la de cara. Posso garantir que em 95% dos casos existem outros motivos:

– Vela, cabo de vela ou bobina danificados

– Baixa pressão da bomba de combustível

– Combustível adulterado

– Bico injetor entupido ou danificado

– Canister com combustível líquido

Além disso, outras peças podem provocar o sinal da luz de injeção, como sensores danificados da própria injeção, gerando dois códigos de falha, um do sensor danificado e o outro do sensor lambda, que apenas identifica a queima de combustível inadequada.

Carros que não costumam fazer as revisões preventivas são os que mais dão trabalho aos mecânicos, pois um conjunto de peças cansadas (velas fracas, filtro de ar ou de combustível entupidos, bicos injetores sujos) pode gerar uma queima ruim, e consequentemente um código de anomalia do sensor lambda.

Mecânicos inexperientes muitas vezes acabam por trocar indevidamente a sonda lambda, ou então substituem outras peças desnecessariamente, pois não têm o conhecimento ou o scanner adequado para avaliar a real situação do motor.

Minha dica é a seguinte: se a luz da injeção do seu carro acendeu, procure uma oficina bem aparelhada, com scanners que consigam extrair as informações completas do módulo da injeção do seu carro.

Você já deve ter ouvido aquela história do “barato sai caro”, pois neste caso a troca equivocada de um sensor pode sair muito mais caro do que um diagnóstico correto. Espero ter ajudado!

Pela Primeira Vez Na História Da CLDF Um Projeto É Elogiado Pelo MPDFT

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De autoria dos deputados Raimundo Ribeiro (PPS) e Rodrigo Delmasso (Podemos), o texto aprovado foi consolidado com a contribuição de representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), do Ministério Público do DF e dos Territórios, da Vara de Execuções Penais, da Defensoria Pública, da Subsecretaria do Sistema Penitenciário do DF (Sesipe), entre outras entidades.

Para Juliano Costa Couto, presidente da OAB/DF, o novo código “consagra direitos e obrigações, dando mais segurança jurídica e fática para todos os envolvidos, gerando mais paz no sistema prisional”.

Além de direitos, o texto prevê sanções disciplinares – incluindo regras referentes ao isolamento preventivo, comumente chamado de “solitária”. O PL estabelece, também, classificações – bom, regular, mau – para o comportamento dos presos, bem como prazos para a reabilitação.

TSE lança campanha nas redes sociais para acabar com mitos eleitorais

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Com o objetivo de esclarecer questões sobre o processo de votação, opções de voto e o resultado de uma eleição, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral lança neste domingo (18) nas redes sociais a campanha Mitos Eleitorais. O primeiro tema será “Votar nulo anula uma eleição?”.

A ideia da campanha, que será veiculada este mês e em julho, é desmistificar alguns temas e esclarecer o eleitor brasileiro. Para isso, foram criados nove vídeos de curta duração, animados, com infográficos para as redes sociais.

Os demais temas da campanha são “Voto em branco vai para quem está ganhando?”, “Voto em branco é igual a voto nulo?”, “É eleito sempre o candidato que possui mais votos?”, “Quem não votou na última eleição não pode votar na próxima?”, “Depois da eleição é possível saber em quem o eleitor votou?”, “Quem é convocado para ser mesário, será convocado sempre?”, “Ninguém pode ser preso no dia da eleição?” e “O eleitor pode votar usando a camiseta do seu partido?”.

No Twitter do tribunal, o eleitor também pode participar de um jogo para testar seus conhecimentos.

SE O SEU FILHO AINDA DORME NO SEU QUARTO, ESTE TEXTO É PRA VOCÊ.

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Sei que você muitas vezes passa a maior parte do seu dia trabalhando justamente para dar à sua família uma vida mais tranquila financeiramente, e por isso, o pouco tempo que tem em casa, quer ficar com o seu lindo filho por mais tempo do seu lado.

Não quero dizer que você não deva levar o seu filho para a sua cama, dormir um pouco com ele, nada disso! A questão é que, por comodidade também, muitas vezes é melhor deixar o filho dormir na sua cama e até mesmo no berço ali ao lado. E sabe de uma coisa?  Isso não é tão legal assim.

O que acontece é que, o quarto do casal é o local de intimidade. Por mais que você não mantenha relações sexuais quando o filho está no quarto, o ambiente por si só, já está carregado dessa energia íntima, afinal, o casal quando está junto no quarto troca carícias, beijos e abraços além de gerar um clima propício. E sabe de mais uma coisa? A criança capta.

Mesmo que a criança esteja dormindo, o cérebro dela “não desliga”, afinal, é um dos órgãos responsáveis por manter-nos vivos. Ele que nos faz acordarmos diante de um barulho e/ou qualquer outro estímulo externo.

Já ouvi relatos de casais dizendo que o filho está dormindo, não vai perceber (a relação sexual). É aí que eu lhe digo que você está enganado. Como já foi dito, o cérebro “não desliga”, ele capta sons e movimentos. Então você acha realmente que seu filho não sente?

Outra questão é que, quando você não leva seu filho para o quarto dele, cria uma criança dependente. Existem casos e casos, mas na maioria deles, a criança que não tem nem a própria independência na hora de dormir, terá quando? E é aí que eu lhe pergunto: O seu filho depende tanto assim de você, ou você que depende dele ao ponto de não deixa-lo dormir em outro cômodo? E um pouco mais além, existe algum motivo de você deixar o seu filho em seu quarto?

A criança dormir no quarto dos pais é um assunto muito sério e muito comum hoje nas nossas famílias brasileiras. Seja por comodismo dos pais, dificuldade em colocar a criança em seu próprio lugar ou ansiedade de separação entre pais e filhos; a criança ter o seu cantinho é imprescindível para o seu desenvolvimento emocional, cognitivo e social.

Seu filho precisa sair do seu quarto porque lá é o SEU lugar de intimidade. Se você não tem um companheiro (a) lá ainda é SEU lugar de intimidade. E o quarto do seu filho é o lugar DELE para o crescimento e desenvolvimento DELE.