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MDS transfere R$ 25,6 milhões via ProFort-SUAS, em MG e no ES

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Recursos fazem referência à primeira parcela do Novo Acordo do Rio Doce. Ao longo de 20 anos, MDS repassará R$ 640 milhões à assistência social dos municípios impactados

 

Foto: Arquivo / Fundação Renova

A parcela de 2025 do Programa de Fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social no Rio Doce (ProFort-SUAS) já está disponível na conta dos municípios atendidos. Ao todo, o Governo do Brasil está repassando R$ 25,6 milhões para a assistência social dos 49 municípios que integram o Novo Acordo do Rio Doce.

 

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), representado pelo secretário nacional de Assistência Social, André Quintão, lançou o programa na última semana (12.08).

 

O ProFort-SUAS prevê o repasse de R$ 640 milhões, ao longo de 20 anos, à rede socioassistencial de 49 municípios, distribuídos entre Minas Gerais e Espírito Santo, que ainda sofrem com os impactos do rompimento da Barragem de Fundão. (Veja a relação dos municípios no fim da matéria).

Próximos passos

 

O diretor-executivo do Fundo Nacional de Assistência Social do MDS, José Arimateia de Oliveira, explicou quais as próximas medidas a serem tomadas pelas gestões municipais, com o valor disponível nos cofres públicos.

 

“A partir de agora, vem uma etapa muito importante, que é fazer um plano de aplicação simplificada, indicando quais as despesas que serão realizadas, para que se possa iniciar a execução das atividades do ProFort-SUAS”, afirmou o diretor.

 

José Arimateia ainda falou sobre a importância do planejamento. “É uma tarefa de planejamento que vai dar ordem orçamentária, e que tem o objetivo de chegar à população usuária afetada pela tragédia de Mariana (MG), mas também fortalecer as entregas do SUAS para a ponta”, complementou.

 

No evento de lançamento do programa, em Governador Valadares (MG), o secretário nacional de Assistência Social foi enfático: “É um recurso que chega desburocratizado, mas com controle social. Nós queremos que cada centavo seja bem aplicado, melhorando a vida das pessoas”, declarou André Quintão.

 

O repasse vai refletir na expansão das equipes do SUAS, na aquisição de equipamentos, mobiliário, ampliar a capacidade institucional e, com isso, melhorar a capacidade da assistência social, o que vai repercutir em uma proteção maior às famílias mais atingidas pelo rompimento da Barragem de Fundão.

 

Justiça Social

 

O Programa de Fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) no Rio Doce tem como objetivo aliviar impactos socioeconômicos e fortalecer a rede de proteção social da região atingida pelo desastre, que aconteceu no subdistrito de Bento Rodrigues, a 35 km do centro de Mariana (MG).

 

Em 5 de novembro de 2015, o rompimento da Barragem de Fundão marcou a maior catástrofe ambiental na história do Brasil, envolvendo barragens de rejeitos de mineração. A tragédia despejou mais de 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério no meio ambiente.

 

O rompimento da Barragem de Fundão causou impactos ambientais e humanos, aumentando as vulnerabilidades de comunidades. Além de tudo, o colapso na estrutura da Samarco Mineração S/A causou a morte de 19 pessoas e o desaparecimento de outras três, até hoje não identificadas.

Confira abaixo a lista dos municípios beneficiados:

ESPÍRITO SANTO MINAS GERAIS
ANCHIETA AIMORÉS
ARACRUZ ALPERCATA
BAIXO GUANDU BARRA LONGA
COLATINA BELO ORIENTE
CONCEIÇÃO DA BARRA BOM JESUS DO GALHO
FUNDÃO BUGRE
LINHARES CARATINGA
MARILÂNDIA CONSELHEIRO PENA
SÃO MATEUS CORONEL FABRICIANO
SERRA CÓRREGO NOVO
SOORETAMA DIONÍSIO
FERNANDES TOURINHO
GALILÉIA
GOVERNADOR VALADARES
IAPU
IPABA
IPATINGA
ITUETA
MARIANA
MARLIÉRIA
NAQUE
OURO PRETO
PERIQUITO
PINGO-D´ÁGUA
PONTE NOVA
RAUL SOARES

 

CODAU INOVA EM UBERABA

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A nova campanha publicitária da Companhia de Saneamento da cidade mineira surpreende pela empatia com o público externo e interno.
Afirmou o presidente da Codau, Sr. Rui Ramos, depois da conversa com a nossa redação.
“Uma campanha que fala com todos uberabenses e principalmente com os funcionários da Codau. São eles que fazem a empresa ser grande e respeitada em todo Brasil”, define Ramos.
A cidade de Uberaba sofre há anos com a falta de água nesse período de seca. Por outro lado, essa gestão da prefeita Elisa Araújo assinou a mais importante obra para abastecimento do município nos próximos 100 anos: a captação de água do Rio Grande, avaliada em 350 milhões. O problema é que essa obra leva tempo e a Codau resolveu sair na frente.
” A ideia tem caráter inovador por trazer como conceito o tempo. Tempo do banho, tempo de torneira aberta , tempo de economizar, tempo de se unir. Tudo de forma simples e com um elemento para simbolizar o tempo que é a ampulheta”, explicou Karla Borges, Coordenadora de Comunicação da Codau.
Além de um filme para tv, outdoors e spot de rádios com dicas de como economizar água, a Codau investiu numa ação promocional nas ruas de Uberaba para falar do uso consciente e distribuir uma ampulheta de brinde para ajudar a calcular o tempo das coisas. Sucesso imediato.
Além de simpática, uma atitude inovadora para estar lado a lado da população no combate a falta d’água. E tem mais. Os funcionários também estão sendo visitados pela ação promocional para lembrar a importância de cada colaborador da empresa no processo de crescimento da Codau.
Uma verdadeira homenagem que já levou muita gente a se emocionar. Marketing de primeira com M maiúsculo.
Fonte: donnysilva.com.br

Urgente! Amcham Brasil apresenta contribuições à consulta pública da Seção 301 dos Estados Unidos

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São Paulo – A Amcham Brasil apresentou hoje suas contribuições à consulta pública conduzida pelo governo dos Estados Unidos no âmbito da investigação da Seção 301 sobre práticas comerciais do Brasil.

No documento submetido ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), a Amcham Brasil reforça a importância da cooperação bilateral e do diálogo construtivo como o caminho mais eficaz para lidar com as preocupações levantadas pelos Estados Unidos. Segundo a entidade, esse processo tem maior potencial de gerar soluções de interesse mútuo, evitando impactos negativos sobre empresas, cadeias produtivas e trabalhadores em ambas as economias.

A investigação da Seção 301 em curso examina medidas e políticas públicas do Brasil em áreas como comércio digital e serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais, combate à corrupção, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e combate ao desmatamento ilegal. Em relação a esses temas, a Amcham destacou avanços ocorridos no Brasil, além de oportunidades para aprofundar a cooperação bilateral para tratar as preocupações americanas de forma construtiva.

A entidade também alertou que a imposição de tarifas abrangentes – como a tarifa de 50% recentemente aplicada sobre parte significativa das exportações brasileiras – pode gerar efeitos adversos nos dois países, além de abrir espaço para eventuais contramedidas brasileiras. Medidas desse tipo, segundo a Amcham, não contribuem para a solução das questões comerciais em análise.

A Amcham Brasil defende que os dois países reforcem a cooperação bilateral e adotem uma agenda positiva que vá além dos temas da investigação em curso, de modo a preservar a relação econômica bilateral – marcada por mais de um século de comércio e investimentos.

Principais considerações:

1. Comércio e investimentos bilaterais

  • Superávit consistente dos EUA: Em 2024, os EUA registraram superávit de US$ 6,8 bilhões em bens e US$ 23,1 bilhões em serviços no comércio com o Brasil. Nos últimos dez anos (2015–2024), o superávit acumulado foi de US$ 257 bilhões.
  • Acesso facilitado ao mercado brasileiro: Mais de 70% das exportações americanas entram no Brasil com tarifa zero.

 

  • Integração produtiva: Em 2024, 33,7% do comércio bilateral ocorreu entre subsidiárias e afiliadas das mesmas multinacionais brasileiras e americanas, fortalecendo cadeias de suprimento e reduzindo custos.

 

  • Investimentos recíprocos: O Brasil é fonte relevante de investimentos nos EUA, sustentando mais de 110 mil empregos em diversos setores. Já os EUA são o maior investidor estrangeiro no Brasil, com mais de 3.900 empresas no país; entre 2015 e 2024, subsidiárias americanas remeteram US$ 54,2 bilhões em lucros para suas matrizes.

 

2. Comércio digital e serviços financeiros

  • Plataformas digitais: a regulação sobre responsabilidade de plataformas digitais ainda está em discussão no Legislativo e Executivo, após decisão temporária do STF, abrindo espaço para um debate estruturado e para o diálogo bilateral construtivo, com vistas a uma regulação que deve ser justa, transparente e não discriminatória.
  • Transferência internacional de dados: O Brasil adota um modelo que permite múltiplos mecanismos para transferências internacionais de dados. Diante da forte integração digital entre os dois países e da relevância dos fornecedores norte-americanos para o setor tecnológico brasileiro, há oportunidade de ampliar o comércio e os investimentos bilaterais, além de promover interoperabilidade regulatória e reconhecimento mútuo de padrões.

3. Tarifas preferenciais

  • Acordos preferenciais do Brasil: Os acordos de escopo parcial com Índia e México são autorizados pelas regras internacionais, têm alcance restrito e impacto marginal sobre o comércio brasileiro.
  • Acesso dos EUA ao mercado brasileiro: Os EUA desfrutam de acesso mais favorável ao mercado brasileiro que diversos parceiros preferenciais. Isso se deve a regimes especiais como o ex-tarifário e suspensões tarifárias setoriais, além da forte integração produtiva bilateral. O resultado é uma tarifa média efetiva de 2,7% para os EUA abaixo da aplicada ao resto do mundo (5,2%).

 

  • Parceria bilateral: Os setores privados dos dois países favorecem acordos para ampliar comércio e investimentos recíprocos, na linha do Protocolo ATEC de 2020 sobre facilitação de comércio e boas práticas regulatórias.

4. Propriedade intelectual

  • Avanços e desafios: O Brasil enfrenta desafios estruturais na proteção da propriedade intelectual (PI), mas vem avançando com iniciativas como a Estratégia Nacional de PI. Os esforços de repressão à pirataria física e digital, reconhecidos pelo Special 301 Report dos Estados Unidos de 2025, devem ser intensificados.
  • Backlog de patentes: O governo brasileiro tem adotado medidas para reduzir atrasos na concessão de patentes, que caiu em média para 2,9 anos, como a contratação de novos examinadores e a adesão ao Global Patent Prosecution Highway (GPPH). Ainda assim, os prazos seguem como desafio relevante, sobretudo nos setores de saúde e biotecnologia.
  • Agenda positiva: Há espaço para avanços adicionais, com foco na redução efetiva dos prazos de patentes e no fortalecimento da legislação antipirataria. Medidas como tarifas não solucionam os problemas de PI e podem comprometer os progressos já alcançados por meio da cooperação bilateral.

5. Biocombustíveis

  • Brasil e EUA, como líderes globais no de biocombustíveis, têm a oportunidade de ampliar o acesso recíproco a seus mercados, bem como aprofundar a cooperação para expandir o mercado internacional, inclusive de biocombustíveis sustentáveis para aviação e transporte marítimo.

6. Meio ambiente e desmatamento ilegal

  • Combate ao desmatamento: Em 2023, o governo assumiu a meta de desmatamento zero até 2030 e, entre 2023 e 2024, reduziu a área desmatada em 30%. Empresas também avançam em programas de rastreabilidade para cadeias livres de desmatamento.
  • Cooperação bilateral: A experiência internacional mostra que o combate ao desmatamento ilegal depende de cooperação, marcos legais sólidos e recursos adequados. Barreiras comerciais não reduziriam o desmatamento nem conteriam o comércio ilegal de madeira e poderiam prejudicar objetivos comuns.

Shopping Cerrado sedia oficina e exposição de robótica neste sábado (23)

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Organizada pelo SESI Planalto, programação visa oferecer uma introdução divertida e acessível ao mundo da robótica, especialmente para crianças e jovens

GOIÂNIA (GO) – O universo da robótica vai tomar conta do Shopping Cerrado neste sábado (23/8), com uma exposição e oficinas gratuitas. Promovido pelas equipes Justice FTC Team e Krypton FRC, do SESI Planalto, o evento promete uma tarde de aprendizado divertido e acessível, especialmente para o público infantojuvenil. A programação acontece das 15h às 18h, no Espaço Coworking, localizado no piso térreo, próximo à academia SkyFit.

Durante o evento, os visitantes terão a chance de participar de oficinas interativas de montagem com kits LEGO, conduzidas pelas próprias Justice FTC Team e Krypton FRC. Com duração de aproximadamente 40 minutos, cada oficina terá grupos de até cinco participantes por kit, que receberão orientação personalizada e didática dos membros das equipes ao longo de toda a experiência.

Já a exposição interativa permitirá que o público conheça os robôs de competição, operados por controle remoto, além de conferir de perto os projetos desenvolvidos pelas equipes e ter acesso a materiais visuais e informativos sobre o FIRST Tech Challenge / First Robotics Competition. O Shopping Cerrado fica na Avenida Anhanguera, nº 10.790, no Setor Aeroviário, em Goiânia (GO).

SERVIÇO
Oficina e Exposição de Robótica com equipes Justice FTC Team e Krypton FRC (SESI PLANALTO)

Data: 23/08 (sábado)
Horário: 15h às 18h
Local: Shopping Cerrado – Espaço Coworking (piso térreo, próximo à Skyfit Academia) – Avenida Anhanguera nº 10.790, Setor Aeroviário, Goiânia – GO
Mais informações: instagram @shoppingcerrado
Entrada gratuita

Inédito – Receita Federal reduz para R$ 1 milhão renegociação de Dívidas

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“Essa mudança tira o contribuinte da defensiva. Ele pode, de forma proativa, construir um plano de pagamento viável, propor à Receita e resolver um problema que antes só se acumulava até virar execução fiscal”

 

 

No Brasil, onde a dívida tributária sempre foi tratada como uma condenação quase inevitável, com juros que se acumulam, multas que escalam e cobrança judicial como única resposta, a Receita Federal inaugura uma nova fase. O órgão ampliou significativamente o acesso à transação tributária, permitindo que empresas com passivos a partir de R$1 milhão possam negociar com o fisco em condições muito mais favoráveis. A principal mudança foi a redução do valor mínimo exigido para a transação tributária individual, que caiu de R$ 10 milhões para R$ 5 milhões. Além disso, foi criada uma nova modalidade transação individual simplificada – voltada para dívidas entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões, com menos burocracia e mais agilidade no processo.

  • O que é transação tributária individual?
    Essa é a modalidade destinada a créditos tributários de maior valor ou complexidade, em contencioso administrativo fiscal. A negociação pode ser iniciada tanto pela Receita quanto pelo contribuinte, e envolve planos de pagamento personalizados, com prazos, formas de quitação e descontos adaptados à capacidade de pagamento da empresa. Agora com piso reduzido para R$ 5 milhões, essa modalidade exige a apresentação de um plano de recuperação fiscal e a análise da situação econômica do contribuinte.

Antes de falar da simplificada, é importante ressaltar que a principal vantagem dessa mudança é a ampliação do acesso à negociação direta com a Receita Federal. Antes, apenas empresas com dívidas superiores a R$10 milhões podiam propor uma transação tributária individual. Com a redução para R$5 milhões, empresas de médio porte passam a ser incluídas, o que representa um avanço importante tanto para o setor privado quanto para a administração tributária.

  • O que é transação individual simplificada?
    Criada pela nova portaria, essa modalidade é voltada a empresas com dívidas entre R$1 milhão e R$5 milhões. Embora também dependa de avaliação da Receita, seu procedimento é menos formal e mais célere. As empresas podem obter parcelamento em até 120 meses e descontos de até 100% em juros e multas, respeitando o limite de 65% sobre o valor total da dívida. Além disso, é possível usar prejuízo fiscal e base negativa da CSLL para abater até 30% do saldo devedor.

Para passivos ainda menores, de até 60 salários mínimos, cerca de R$ 91 mil,  o parcelamento pode chegar a 55 meses, com parcelas mínimas a partir de R$ 200. Microempreendedores Individuais (MEIs), microempresas, empresas de pequeno porte e instituições filantrópicas também passam a ter condições especiais, com descontos de até 70% sobre. “Essa mudança tira o contribuinte da defensiva. Ele pode, de forma proativa, construir um plano de pagamento viável, propor à Receita e resolver um problema que antes só se acumulava até virar execução fiscal”, afirma a Dra. Mary Elbe Queiroz, Presidente do Cenapret e Sócia do Queiroz Advogados. “É a transação tributária assumindo, de fato, seu papel de instrumento de reorganização e não de punição, reforça.

Outro avanço importante é a possibilidade de a Receita propor o acordo diretamente ao contribuinte, mas também de receber propostas personalizadas. A negociação pode incluir combinação de modalidades, respeitando as regras para cada tipo de dívida. Empresas em recuperação judicial, em falência ou mesmo entes públicos também foram incluídos entre os elegíveis. “Litigar deixou de ser a única alternativa. A Receita está mais aberta a escutar, avaliar e ajustar. Isso representa um avanço imenso em termos de previsibilidade e racionalidade na relação entre Fisco e contribuinte”, explica Mary Elbe. “Dívida não é mais sinônimo de sentença. Pode ser reorganizada, reduzida e parcelada com base em critérios legais e técnicos, sem que a empresa precise esperar anos por uma decisão judicial.

” Mais do que uma alternativa para aliviar o caixa de curto prazo, a nova fase da transação tributária representa uma mudança de mentalidade. O instrumento passa a ser reconhecido como ferramenta legítima de planejamento fiscal, com segurança jurídica e previsibilidade para que empresas evitem bloqueios, execuções ou a própria inviabilidade operacional. “Com segurança jurídica e análise adequada, ela pode ser a diferença entre manter a operação ativa ou mergulhar num ciclo de execução, bloqueios e inviabilidade econômica”, conclui Mary Elbe.



Sobre Queiroz Advogados

Queiroz Advogados Associados é um Escritório de Advocacia Tributária comprometido em oferecer soluções jurídicas estratégicas e eficazes, seja em defesas tributárias, seja na busca pelas melhores negociações em transações e acordos tributários, seja em consultorias e planejamentos, nosso propósito é proporcionar aos nossos clientes a certeza e a confiança de que o seu caso será conduzido com excelência e transparência por uma equipe com sólida formação e alto índice de sucesso.

Fundado pela Prof.ª Dr.ª Mary Elbe Queiroz, referência nacional e internacional em matéria de Tributação, o escritório tem sedes em São Paulo e Recife e atuação em todo o Brasil nas esferas federal, estadual e municipal.

Eduardo Bismarck destaca liderança do Ceará no turismo do Nordeste e resultado acima da média nacional

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O secretário de Turismo do Ceará, Eduardo Bismarck, destacou o desempenho positivo do setor no Estado e ressaltou a importância do trabalho conjunto com o governador Elmano de Freitas para impulsionar a atividade turística. Segundo ele, os resultados refletem uma estratégia contínua de planejamento e investimentos que consolidam o Ceará como referência no cenário nacional.

Dados do Índice de Volume das Atividades Turísticas, divulgado pelo IBGE, indicam que o Estado registrou crescimento de 5,7% em junho de 2025. O resultado supera a média nacional, de 4,1%, e a média dos estados nordestinos pesquisados, de 1,6%. O avanço reforça o potencial do Ceará como destino turístico e o impacto direto do setor na geração de empregos, no incremento da economia e no desenvolvimento social.

“O desempenho do turismo no Ceará é resultado de um trabalho sério, estruturado e de longo prazo. Esse crescimento só é possível com o apoio integral do governador Elmano de Freitas, que reconhece o turismo como vetor estratégico para o desenvolvimento econômico e social. Nosso compromisso é consolidar o Estado como referência no Brasil e no exterior”, afirmou Bismarck.

O Índice de Volume das Atividades Turísticas é calculado pelo IBGE por meio da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) e monitora a variação na quantidade de serviços prestados ao setor no país. Entre as atividades acompanhadas estão transporte aéreo e rodoviário de passageiros, hospedagem, agências e operadoras de turismo, atividades culturais, esportivas e de lazer, além da locação de veículos para visitantes.

Escola internacional, bilíngue ou com inglês no currículo: entenda as diferenças

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Modelos têm propostas, certificações e carga horária distintas no ensino de inglês e formação acadêmica

Nem toda escola que ensina inglês é bilíngue — e, menos ainda, internacional. Embora muitas instituições incluam o idioma na grade curricular, as diferenças entre escolas com inglês, bilíngues e internacionais vão muito além do ensino da língua. Entender essas distinções é essencial para fazer uma escolha alinhada aos objetivos da família e do aluno.
De acordo com a Associação Brasileira do Ensino Bilíngue (Abebi), são cerca de 1.350 escolas com ensino bilíngue no país, enquanto o número de escolas internacionais é de aproximadamente 85. Já as escolas regulares com inglês como disciplina obrigatória representam a imensa maioria das mais de 160 mil escolas de educação básica brasileiras, segundo dados do Censo Escolar do Inep/MEC.
Para ajudar pais e responsáveis a entenderem o que realmente diferencia esses modelos, especialistas explicam as características das escolas internacionais, bilíngues e regulares com inglês no currículo.
Formação internacional prepara cidadãos globais
Diferente de uma escola que apenas ensina em outro idioma, a escola internacional promove uma experiência educacional fundamentada em abordagens globais e na valorização da diversidade cultural. Além disso, segundo Natália Takaki, coordenadora do Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento (CIPP) dos colégios da Rede Positivo, as escolas internacionais adotam estruturas que se assemelham, independentemente da localização geográfica, seguindo normas e práticas estabelecidas pelas instituições internacionais às quais estão filiadas. Ela recebe tanto alunos brasileiros, no caso do Brasil, como de alunos expatriados.
A escola internacional também segue um currículo reconhecido globalmente e geralmente oferece certificações aceitas por universidades de diversos países. A estrutura pedagógica é orientada por instituições internacionais — como Council of International Schools (CIS), Bacharelado Internacional (IB), Educational Collaborative for International Schools (ECSI), New England Association of Schools and Colleges (NEASC), Council of British International Schools, Cambridge International (CI).
Um exemplo é o Positivo International School, em Curitiba (PR), primeira escola do Sul do Brasil a conquistar o status de IB Continuum World School — reconhecimento concedido a instituições que oferecem todas as etapas do currículo IB, estruturado em três programas: Primary Years Programme (PYP), para estudantes de 3 a 11 anos; Middle Years Programme (MYP), de 11 a 16 anos; e Diploma Programme (DP), para alunos entre 16 e 18 anos. Além de desenvolver competências acadêmicas, esses programas estimulam o autoconhecimento, a empatia e o protagonismo estudantil.
Outro aspecto essencial de uma escola internacional é a vivência multicultural. “Mais do que celebrar datas comemorativas de outros países, a intenção é ressaltar a riqueza de cada cultura, compreendendo pontos de vista e perspectivas distintas das nossas. As escolas internacionais propõem essa visão de mundo, por exemplo, o Festival of Hope, evento promovido pelo Bacharelado Internacional (IB), em que jovens de diferentes países compartilham suas experiências, suas culturas e entendimento sobre a paz e a esperança”, complementa Natália.
Além disso, muitos estudantes que concluem o Ensino Médio em escolas internacionais no Brasil obtêm dupla diplomação — um diploma brasileiro e outro reconhecido por universidades no exterior. “É como se fosse uma linguagem universal, na qual os departamentos de admissão compreendem exatamente qual foi o conteúdo programático que o aluno cursou e o rigor acadêmico da escola de onde ele veio”, explica Natalia. Mais do que notas, esse modelo favorece a construção de um perfil completo, que valoriza experiências significativas e projetos com relevância social e acadêmica.
Escolas bilíngues: entre dois mundos
As escolas bilíngues mesclam o currículo nacional com conteúdos acadêmicos ministrados em duas línguas — geralmente, português e inglês. A carga horária na segunda língua, segundo as Diretrizes Nacionais para a Educação Plurilíngue, deve ser de no mínimo 30% e no máximo 50% na Educação Infantil e Ensino Fundamental, e 20% no Ensino Médio.
Diferente da escola internacional, que pode até mesmo dispensar o currículo nacional brasileiro, a escola bilíngue segue obrigatoriamente as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), mas expande o aprendizado com ensino de conteúdos como Matemática, Ciências ou História em inglês.
Segundo a professora e assessora do Ensino Bilíngue dos colégios da Rede Positivo, Marcela Brock Ribeiro, o grande diferencial da escola bilíngue está na imersão linguística. “O aluno aprende a pensar, argumentar e resolver problemas em dois idiomas. É uma construção de competências que ultrapassa os muros da escola, trazendo consigo conhecimento de mundo de forma cultural, linguística e acadêmica”, explica.
Inglês no currículo: importante, mas com limitações
Já as escolas com ensino de inglês como disciplina regular oferecem aulas de idioma, geralmente uma ou duas vezes por semana, como ocorre com outras matérias do currículo nacional. Embora importantes, essas aulas não promovem imersão, nem permitem ao aluno usar o inglês como meio de aprendizagem de outras áreas. O ensino obrigatório do inglês, como segundo idioma, é exigido a partir do 6º ano do Ensino Fundamental, segundo a BNCC.
Como identificar cada modelo de escola
Escola internacional
Características:
  • Currículo estrangeiro reconhecido globalmente (CIS, IB, NEASC, ECSI e CI); Council of International Schools (CIS), Bacharelado Internacional (IB), Educational Collaborative for International Schools (ECSI), New England Association of Schools and Colleges (NEASC), Council of British International Schools, Cambridge International (CI).
  • Certificações internacionais válidas para universidades do exterior;
  • Aulas de todas as disciplinas em outro idioma;
  • Os estudantes devem ser capazes de aprender conteúdos complexos em inglês, produzir textos acadêmicos e participar de debates com naturalidade;
  • Corpo docente com experiência ou formação internacional.
Objetivo: formar cidadãos com visão global, desenvolvendo habilidades como pensamento crítico, inteligência emocional e argumentação para atuar em um mundo em constante transformação.
Escola bilíngue
Características:
  • Currículo nacional com parte da carga horária em outro idioma (Educação Infantil e Ensino Fundamental com no mínimo 30% e no máximo 50%, e 20% no Ensino Médio);
  • Disciplinas curriculares (Ciências, Matemática, História etc.) ensinadas na segunda língua;
  • Professores com proficiência B2 ou superior (segundo o CEFR);
  • Provas de proficiência (como Cambridge English, TOEFL etc.) aplicadas regularmente.
Objetivo: promover fluência em dois idiomas e ampliar competências cognitivas e culturais.
Escola com inglês no currículo
Características:
  • Início obrigatório apenas no 6º ano do Ensino Fundamental;
  • Aulas de inglês de uma a duas vezes por semana;
  • Conteúdo focado em vocabulário, gramática e comunicação básica;
  • Currículo 100% baseado na BNCC;
  • Sem certificação internacional obrigatória.
Objetivo: introduzir o idioma como parte do currículo tradicional.
Na dúvida, visite a escola
Mais do que analisar propostas no papel, visitar a escola é uma das formas mais eficazes de entender sua abordagem. Observar como o idioma é incorporado à rotina escolar — dentro e fora da sala de aula — e conversar com a equipe pedagógica pode trazer clareza à decisão.
Segundo a professora Marcela Brock, apesar das diferenças, escolas bilíngues e internacionais têm em comum o objetivo de formar estudantes prontos para os desafios do mundo atual. “Cada proposta tem um papel importante: a escola bilíngue contribui para a construção de competências linguísticas e culturais desde os primeiros anos, favorecendo uma visão mais ampla do mundo. Já a escola internacional amplia esse repertório ao integrar culturas, práticas e valores educacionais globais. Ambas proporcionam experiências significativas que impactam diretamente na formação pessoal e acadêmica dos estudantes”, complementa.
No fim, a escolha ideal vai depender das expectativas da família e dos planos para o futuro da criança ou do adolescente. “O modelo de escola certo é aquele que compartilha os mesmos valores das famílias, que caminha lado a lado com os estudantes. Escolas bilíngues e internacionais são parceiras e pautam suas abordagens no desenvolvimento das crianças e adolescentes por meio da língua, não considerando ela apenas como um fim, e sim como meio”, finaliza Natália.

 

Sobre o Colégio Positivo

O Colégio Positivo, reconhecido como líder e referência no setor educacional, teve sua origem como um prestigiado curso pré-vestibular, expandindo sua atuação para se tornar uma instituição de destaque no campo da educação. Integrante do Grupo Positivo, sua história é marcada pelo compromisso de formar indivíduos éticos, conscientes e solidários, preparados para os desafios futuros com excelência. Desde os primeiros estágios da jornada educativa, o Colégio Positivo se distingue por sua abordagem transformadora, presente em todos os níveis de ensino. Com uma presença consolidada em 20 unidades distribuídas pelos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, a instituição acolhe aproximadamente 16,5 mil alunos, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio.

Nômades apresenta espetáculo de dança contemporânea na Cidade de Goiás

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O projeto “Desenrolar de Trama” do Nômades Grupo de Dança chega à Cidade de Goiás neste sábado (23/08) e segue até domingo (24/08), para apresentação do espetáculo “Trama”, a partir das 19h, no Cine Teatro São Joaquim. Além da exibição gratuita, seguida de bate-papo com intérprete de libras, o público terá acesso a oficina de dança afro, no sábado (23/08), a partir das 14h30.

Inspirado na mitologia grega, a narrativa do espetáculo fala das moiras – três irmãs que determinavam o destino, tanto dos deuses, quanto dos seres humanos. Eram três mulheres responsáveis por fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos os indivíduos. Durante o trabalho, as moiras fazem uso da roda da fortuna, que é o tear utilizado para se tecer os fios. As voltas da roda posicionam o fio do indivíduo em sua parte mais privilegiada (o topo) ou em sua parte menos desejável (o fundo), explicando-se assim os períodos de boa ou má sorte de todos.

Quantas tramas são necessárias para se fazer uma mulher?  “Trama”, diz dessa troca permanente de personas, nas quais as mulheres foram se fazendo, vestindo, tirando ou sendo arrancada delas, para existirem e resistirem no mundo, desde os tempos passados até a nossa contemporaneidade. O projeto de circulação do espetáculo é viabilizado pela Política Nacional Aldir Blanc, por meio do Governo de Goiás e da Secretaria Estadual de Cultura.

De acordo com a bailarina, Julia Ormond, o espetáculo traz reflexões profundas sobre as mulheres, sua força e tudo o que ainda precisam conquistar. “Fala também sobre o lugar da mulher na sociedade, um lugar muitas vezes atravessado por desafios, silenciamentos e desigualdades, mas também por muita resistência e coragem. Tem sido um processo intenso, bonito e transformador, que me toca profundamente, como artista e como mulher”, destaca.

Ação formativa

O projeto vai realizar também na Cidade de Goiás, uma oficina de dança afro. A atividade propõe um mergulho estético e técnico na dança afro e contemporânea, com uma abordagem focada no corpo como espaço de criação, identidade e resistência. Ministrada pela diretora artística da Nômades Grupo de Dança, Cristiane Santos e as bailarinas: Julia Ormond, Dinekelle Lemes e Iara Prado, a oficina vai acontecer no sábado (23/08), às 14h30, no Cine Teatro São Joaquim.

A oficina é destinada a bailarinos, coreógrafos, estudantes de dança e pessoas interessadas na cultura afro-brasileira e de dança contemporânea, com idade mínima de 16 anos. Para participar, basta fazer a inscrição gratuita pelo Sympla.

Serviço

Assunto: TRAMA – Espetáculo de Dança Contemporânea

Quando: sábado (23/08) e domingo (24/08) às 19h

Onde: Cine Teatro São Joaquim (R. Moretti Foggia – Goiás, GO)

Duração: 45 min – Classificação: 10 anos

Entrada Solidária: 1kg de alimento não perecível ou um item de higiene pessoal.

Ingressos Gratuitos: retirada pelo Sympla

Mais informações: @nomadesdanca

Um a cada nove condutores testados pelo Detran-DF no fim de semana estava alcoolizado

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Ações de fiscalização em Sobradinho, Samambaia, Santa Maria, Taguatinga e Gama flagraram 61 condutores alcoolizados, 10 sem habilitação e diversas outras infrações
Zélia Ferreira
Durante as ações de policiamento e fiscalização de trânsito realizadas entre a noite de sexta-feira (15) e a madrugada desta segunda-feira (18), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal retirou das vias 61 condutores que estavam dirigindo sob influência de álcool. Esse total representa 11,5% dos condutores testados  (530).
Os agentes ainda flagraram 10 condutores não habilitados, seis com a Carteira Nacional de Habilitação vencida há mais de 30 dias, dois com o direito de dirigir suspenso ou cassado e 12 que conduziam veículos com escapamentos alterados. Ainda foram realizadas outras 34 autuações por infrações diversas.
“Trabalhamos de forma preventiva, retirando os condutores não habilitados e principalmente os alcoolizados da direção de veículos a fim de que não se envolvam em sinistros e garantindo mais segurança viária à população do DF”, destaca o diretor de Policiamento e Fiscalização de Trânsito, Bruno Baruque.
As operações aconteceram em Sobradinho, Samambaia, Santa Maria, Taguatinga e Gama e contaram com o apoio a Polícia Militar.
CTB
De acordo com o artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), dirigir sob influência de álcool ou outra substância psicoativa é infração gravíssima, penalizada com multa de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir. Em caso de reincidência no prazo de 12 meses, a multa é aplicada em dobro.

Aquicultura sustentável contribui para a diminuição do impacto das mudanças climáticas

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Enquanto o mundo se prepara para debater o futuro climático na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), reunindo líderes globais, cientistas e representantes da sociedade para debater ações de mitigação e adaptação diante dos impactos climáticos, o Instituto de Pesca (IP-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, reforça seu papel estratégico na produção de conhecimento voltado à sustentabilidade hídrica. A COP30 que ocorrerá entre os dias 10 e 21 de novembro em Belém (PA).

Dentre temas como energia, cidades e florestas, a água se destacará nos espaços exclusivos do evento, tendo a aquicultura como uma das estratégias para a redução da emissão de gases de efeito estufa, por meio da criação controlada de organismos aquáticos, que utiliza menos recursos naturais e emite menos carbono que a produção de proteína animal terrestre.

Com um olhar atento para este cenário, o Instituto de Pesca (IP-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, destaca a sustentabilidade da atividade aquícola, como, por exemplo, a algicultura (cultivo de macroalgas e microalgas, tanto de água marinha, água estuarina e água continental) e a aquaponia (produção de vegetais em um sistema de recirculação de água, onde se produz peixes, e as hortaliças crescem com os nutrientes ali disponíveis).

Com uma atuação de mais de meio século, o que o fez ser referência nacional em pesquisa e desenvolvimento das áreas de Pesca, Aquicultura e Recursos Hídricos Pesqueiros, o Instituto de Pesca, realiza projetos e programas que atendem aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e se relacionam com as discussões que acontecerão na COP30, como algicultura, rações sustentáveis, sistemas de recirculação de água e outros, que contribuem para a redução de: insumos com alta pegada de carbono; insegurança alimentar e alto consumo de água.

Segundo Marcello Villar Boock, pesquisador científico do Instituto e diretor da unidade de Serviço Regional de Pesquisa de Pirassununga, “Nos últimos anos, temos realizado aqui em Pirassununga, em parceria com outros Institutos da Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios (Apta) como o Instituto de Zootecnia, Instituto Biológico e Instituto Agronômico de Campinas, pesquisas e treinamentos focados na integração da aquicultura com a agricultura e pecuária, visando otimizar a reciclagem de nutrientes. Técnicas como a aquaponia e a utilização de resíduos sólidos da Piscicultura em Sistemas de Recirculação para fertilização de plantas forrageiras, podem reduzir significativamente a utilização de fertilizantes químicos e o consumo de água na agropecuária, o quem vem de encontro aos ODS que serão debatidos na COP30”.

 

Por Gabriela Souza

 

Instituto de Pesca

O Instituto de Pesca é uma instituição de pesquisa científica e tecnológica, vinculada à Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios (Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, que tem a missão de promover soluções científicas, tecnológicas e inovadora para o desenvolvimento sustentável da cadeia de valor da Pesca e da Aquicultura.