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Herança Digital: STJ abre precedente para o legado online no Brasil

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Decisão inédita trata dos bens digitais pós-morte

A herança digital, tema que antes navegava em águas turvas no cenário jurídico brasileiro, ganha um novo e importante contorno com a recente movimentação do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Uma decisão inédita da 3ª Turma do STJ, que começou a analisar a possibilidade de acesso a bens digitais em inventário, sinaliza um avanço significativo na compreensão e regulamentação desse patrimônio intangível.

A advogada Vanessa Paiva, especialista em Direito de Família e Sucessões, reforça a importância desse debate, destacando que, apesar da ausência de legislação específica, os tribunais já reconhecem o valor dos ativos digitais. Este cenário emergente exige atenção de todos que buscam garantir a transmissão de seu legado online.

O Precedente do STJ

A decisão do STJ, que teve como relatora a ministra Nancy Andrighi, propõe um procedimento judicial especializado para o acesso à herança digital em inventário. Este procedimento prevê a nomeação de um “inventariante digital”, um profissional capacitado para acessar o conteúdo digital com sigilo, elaborar uma lista detalhada e submetê-la ao juiz. A finalidade é equilibrar a preservação patrimonial com o respeito à privacidade do falecido, decidindo quais bens são transmissíveis e quais devem ser preservados por envolverem direitos da personalidade.

De acordo com a advogada Vanessa Paiva, a decisão recente do STJ reconhece a necessidade de um procedimento judicial especializado para acesso à herança digital em inventário. E esse procedimento busca evitar exposição indevida de dados íntimos enquanto assegura a identificação de ativos de valor econômico ou sentimental.

Ativos Digitais: O que compõe o legado online?

A herança digital abrange uma vasta gama de ativos, desde aqueles com valor econômico, como criptomoedas, direitos autorais de conteúdos digitais, certificados de e-commerce e rendimentos de plataformas online, até bens de valor afetivo, como contas em redes sociais, e-mails, fotos, vídeos e arquivos pessoais. A advogada Vanessa Paiva ressalta que, embora muitas vezes vinculados a restrições contratuais das plataformas, esses ativos estão sendo admitidos como bens patrimoniais na sucessão.

Um exemplo notório que trouxe à tona a discussão sobre herança digital foi o caso da cantora Marília Mendonça. Seu inventário, embora correndo sob sigilo, movimentou debates sobre a patrimonialização do legado digital, incluindo seus perfis com milhões de seguidores e os direitos autorais de suas músicas.

A urgência da regulamentação

A ausência de uma legislação específica sobre herança digital no Brasil tem sido um desafio, mas projetos de lei em tramitação no Congresso buscam preencher essa lacuna. O Projeto de Lei 4/2025, por exemplo, visa a criar uma definição do que pode compor a herança digital, incluindo senhas, dados financeiros, perfis de redes sociais, contas, arquivos de conversas, vídeos e fotos.

Vanessa Paiva enfatiza que o patrimônio digital pertence ao espólio e herdeiros têm direito de acesso e gestão, dentro do que os tribunais têm admitido. “A decisão do STJ cria um procedimento cauteloso e eficaz via inventariante digital para equilibrar preservação patrimonial e respeito à privacidade.” Ela complementa que o direito de família e sucessões possui instrumentos para proteger o legado sentimental e a memória digital do falecido, reforçados por iniciativas legislativas em andamento.

Dados Recentes e a Evolução do Tema

O tema da herança digital tem ganhado cada vez mais relevância. Em maio de 2025, diversos artigos e discussões jurídicas abordaram a herança digital, com destaque para a necessidade de planejamento e a evolução da jurisprudência. A conscientização sobre a importância de preparar um testamento digital e de fornecer acesso às contas digitais é crescente, à medida que mais pessoas lidam com questões relacionadas a bens digitais.

Fonte:

Vanessa Paiva – advogada especialista em Direito de Família e Sucessões; pós-graduada e mestre em direito; professora de Direito de Família; autora de obras jurídicas e sócia administradora do escritório Paiva & André Sociedade de Advogados.

 

Banco do Nordeste é condenado a nomear candidata e pagar R$ 5 mil por danos morais

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Sentença reconhece contratação irregular de terceirizados; advogado Dr. Max Kolbe destaca importância do respeito ao concurso público

A Justiça da Bahia determinou que o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) nomeie e dê posse à candidata Vanessa Santos da Cunha no cargo de Analista Bancário, além de pagar indenização de R$5 mil por danos morais. A decisão, proferida pela 3ª Vara dos Feitos de Relações de Consumo, Cíveis e Comerciais de Barreiras (BA), reconheceu a contratação irregular de terceirizados durante a validade do concurso, em prejuízo de candidatos aprovados.

Vanessa foi aprovada no concurso regido pelo Edital nº 01/2018, em cadastro de reserva. Mesmo havendo demanda por novos funcionários, o BNB contratou terceirizados para executar as mesmas funções previstas para o cargo. Para a magistrada, a prática evidencia que havia tanto a necessidade de pessoal quanto orçamento disponível, invalidando a justificativa para não convocar os aprovados.

A sentença apontou violação aos princípios constitucionais da legalidade, moralidade, impessoalidade e eficiência, e aplicou a Teoria da Perda de uma Chance, reconhecendo que a candidata não apenas sofreu frustração, mas perdeu uma oportunidade real de assumir o cargo.

De acordo com a decisão, o valor fixado busca compensar o dano moral e punir a conduta ilícita da instituição financeira. “Esta vitória representa não apenas a reparação de uma injustiça, mas também a reafirmação de que a Administração Pública deve respeitar o concurso como via legítima de ingresso em cargos efetivos. A terceirização irregular não pode se sobrepor ao direito dos aprovados”, afirmou o advogado da candidata, Dr. Max Kolbe.

Com o trânsito em julgado, o BNB tem 30 dias para cumprir a decisão. Caso descumpra, poderá ser alvo de novas sanções judiciais.
Número do processo: 8003389-67.2023.8.05.0022

ABDI investe R$ 2 mi para lançar Hub Rio.IA e impulsionar inteligência artificial na indústria

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Iniciativa tem como objetivo desenvolver soluções tecnológicas que elevem a competitividade do setor produtivo nacional

 

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a PUC-RJ assinaram nesta quinta-feira, 14/8, na Rio Innovation Week (RIW), um convênio no valor de R$ 2 milhões, investidos pela ABDI, para a implementação do centro de inovação em inteligência artificial Hub Rio IA, voltado à Indústria 4.0. Operacionalizado pela PUC-RJ no Porto Maravalley, com orientação da Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia (SMCT), o hub nasce alinhado ao Plano Brasileiro de IA e à Nova Indústria Brasil (NIB). A iniciativa integra o Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a ABDI e a Prefeitura do Rio, por meio da SMCT, em abril do ano passado.

 

O projeto prevê chamadas de inovação aberta para conectar startups e indústrias, provas de conceito em IA com premiação, eventos de networking entre academia, governo e empresas, além de articulação com instituições como UFRJ, Sebrae e Firjan, fortalecendo a tecnodiversidade no Rio de Janeiro.

 

“É uma alegria grande poder incentivar a inovação, estar nessa parceria com a prefeitura, com o Porto Maravalley, com essa revolução que o prefeito Eduardo Paes lidera aqui no Rio de Janeiro”, celebrou Cappelli, na cerimônia de assinatura do convênio.

 

“Vamos criar um hub de inovação para a indústria, em que o Rio vai se colocar como provedor de serviços de inteligência artificial para a Nova Indústria Brasil”, disse a secretária municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação da cidade, Tatiana Roque.

 

Segundo o presidente da ABDI, o projeto visa ampliar a competitividade e a capacidade de inovação da indústria brasileira combinando esforços do setor público, academia e empresas.

 

“O Rio.IA é um hub de inovação pensado para integrar o ecossistema de inovação carioca ao setor produtivo nacional. Queremos criar soluções que fortaleçam a competitividade das indústrias e consolidem a inteligência artificial no país como estratégia para o desenvolvimento.”

 

A operação do hub terá início ainda em 2025, com expectativa de gerar modelos replicáveis em outras regiões.

 

IA como motor de desenvolvimento

 

Além da cerimônia de assinatura do convênio, o presidente da ABDI participou do painel “Inovação pública e Nova Indústria: IA como motor de desenvolvimento”. O debate discutiu como integrar a inteligência artificial às políticas públicas e à nova indústria brasileira, fortalecendo a capacidade do setor público de mobilizar investimentos, dinamizar cadeias produtivas, impulsionar setores estratégicos da economia e promover o desenvolvimento econômico do Brasil.

 

Participaram do painel, além de Cappelli, o diretor do Instituto ECOA PUC-Rio, Rafael Nasser, o diretor de Relações Institucionais do Maravalley, Julio Azevedo, e o Head do Rio I.A., Leonardo Melo.

 

CIEE-DF: 569 vagas de estágio abertas

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A maior ong de empregabilidade jovem da América Latina soma mais de 7,4 mil oportunidades de estágio e aprendizagem em todo o Brasil

O Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE está com 569 vagas de estágio abertas no Distrito Federal nesta semana. As áreas com maior número de oportunidades são administrativa (163 vagas), ensino médio (74), educação (40), campo do direito (28) e informática (36).

Também há vagas nas áreas de comunicação (49), contabilidade (26), marketing (18), esportes (5), construção civil (17), saúde (24), psicologia (3), arquitetura e urbanismo (6), farmácia (2), design (12), entre outras. O levantamento inclui também vagas para cursos técnicos como técnico em informática, técnico em saúde, técnico em elétrica/eletrônica, técnico em segurança, técnico em design, entre outros.

Nesta semana, o CIEE soma mais de 7,4 mil oportunidades em todo o País. Os estados com maiores demandas são São Paulo, Ceará, Distrito Federal e Bahia.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo portal www.ciee.org.br, ou presencialmente na sede do

CIEE/DF, localizada na EQSW 304/504, Sudoeste.

CIEE 61 anos: Imparável

Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à capacitação profissional de jovens e adolescentes. A instituição, responsável pela inserção de mais de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém uma série de ações socioassistenciais voltadas à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.

Confira aqui o nosso novo logo desde agosto/2023.

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ciee.online

Brasil precisa de estrutura independente para enfrentar futuras epidemias e pandemias, defende grupo de trabalho do Ministério da Saúde

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Pesquisadora da Fiocruz Margareth Dalcolmo abordou nova proposta durante conferência na Unesp; estrutura teria custo anual de R$ 200 milhões e poderia blindar o enfrentamento de futuras emergências de saúde de influências políticas e ideológicas

Fotos: Fabio Mazzitelli / ACI Unesp

Um grupo de trabalho do Ministério da Saúde destinado a elaborar propostas para o enfrentamento de emergências em saúde pública recomendou ao ministro Alexandre Padilha a criação de uma nova estrutura com foco no enfrentamento de futuras epidemias ou pandemias, como a da covid-19. Quem relatou a formulação da proposta foi a médica Margareth Pretti Dalcolmo, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz, que é integrante desse grupo, durante o Encontro dos Bolsistas do Programa “Unesp: Por Uma Geração Sem Nicotina”, do qual participou como conferencista convidada, no último dia 12.

Dalcomo diz que a proposta não defende a criação de uma nova agência para concorrer com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Também não seria uma versão brasileira do célebre Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), agência dos Estados Unidos que é referência mundial na área. A ideia é que o país passe a dispor de uma estrutura independente do Ministério da Saúde que possa fundamentar uma política de Estado e evitar que os gestores e profissionais de saúde sejam surpreendidos quando da eclosão de ciclos pandêmicos.

A criação desse grupo de trabalho foi uma das primeiras medidas adotadas por Alexandre Padilha quando de sua posse à frente do Ministério. O objetivo do grupo, que tem caráter consultivo, é formular “propostas que subsidiem ampliar a capacidade do Estado brasileiro e fortalecer o Sistema Único de Saúde para enfrentar epidemias, pandemias e emergências em saúde pública no Brasil”, segundo texto da portaria. Também integram o GT nomes como os ex-ministros José Gomes Temporão e Agenor Álvares, o ex-secretário municipal de saúde de São Paulo Gonzalo Vecina, e a ex-reitora da Unifesp Soraya Smaili, entre outros.

“Estive recentemente com o ministro Padilha. Trabalhamos duramente, durante três meses, e fomos entregar o trabalho pronto faz três semanas. É uma nova institucionalidade. Não é um CDC, não é esta a nossa pretensão. É política pública, não de governo”, disse Dalcolmo, durante o evento.

Segundo a pesquisadora, o caminho para criar esta estrutura governamental passaria por um projeto de lei a ser apreciado pelo Congresso, mas não está descartada a possibilidade de implementação via medida provisória. O impacto desta nova “institucionalidade” no Orçamento giraria em torno de R$ 200 milhões anuais, de acordo com os cálculos feitos pelo grupo de trabalho. Para o ano de 2025, o orçamento do Ministério da Saúde é de aproximadamente R$ 233 bilhões.

“Um custo de RS$ 200 milhões não é alto. É perfeitamente palatável para a criação no Estado brasileiro de algo que não fique à mercê de mudanças governamentais. Um órgão de Estado, uma institucionalidade formal”, diz Margareth Dalcolmo.

A iniciativa do Ministério da Saúde para constituir um grupo de trabalho vai ao encontro de diversos estudos científicos que abordam os desafios para erradicar futuras doenças pandêmicas, indicando o investimento no fortalecimento de sistemas de saúde pública e a promoção de cooperação internacional como fatores fundamentais nestes cenários.

Em 2022, por exemplo, o artigo “Socioecological vulnerability and the risk of zoonotic disease emergence in Brazil”, publicado na revista Science Advances e assinado por pesquisadores da Fiocruz, analisou o modo como fatores sociais e ecológicos interagem para aumentar o risco de doenças zoonóticas (transmitidas de animais para humanos) no Brasil. Esse estudo alertou para a possibilidade de que o Brasil, por sua diversidade biológica e alta vulnerabilidade social, torne-se incubador de futuras pandemias, especialmente se as políticas ambientais continuarem sendo flexibilizadas, risco que é detectado a partir de uma análise na perspectiva do conceito de saúde única.

“Não é mais uma questão de ‘sim’ ou ‘não’ [haverá outra pandemia]: é uma questão de ‘quando’. Estamos à beira de uma próxima pandemia”, disse Dalcomo ao Jornal da Unesp. “Qual será o patógeno? A meu juízo, provavelmente, um vírus Influenza. O H5N1 está aí. Só não houve transmissão de pessoa para pessoa ainda”, disse. “O Brasil não pode mais ser apanhado desprevenido, como foi na covid-19. Não pode ficar à mercê de manipulações políticas em que cada um faz o que quer.”

Margareth Dalcolmo foi uma das principais vozes brasileiras durante o combate à pandemia de covid-19, e estará presente, como membro da Academia Nacional de Medicina, na próxima Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática, a COP30, que será realizada em Belém, em novembro. Será a primeira vez que a conferência, que está na 30ª edição, terá um dia dedicado integralmente à saúde, diz ela.

“Veja, o homem está fazendo muito mal ao planeta, e muito rapidamente. O ciclo (para a eclosão de novas epidemias) é diretamente proporcional ao dano que o homem está fazendo no planeta. Se você raciocinar bem, se a nossa Amazônia continuar a sofrer desmatamento do jeito que está ocorrendo… A Amazônia, não a China, é um dos maiores celeiros do mundo de coronavírus. Então, se continuarmos a devastar o planeta como estamos fazendo, teoricamente teremos condições para uma epidemia eclodindo no Brasil.”

 

Feneauto divulga Nota

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A Federação Nacional das Autoescolas e Centros de Formação de Condutores (Feneauto) celebra a instalação da Frente Parlamentar em Defesa da Educação para o Trânsito e da Formação de Condutores de Veículos Automotores, oficializada hoje na Câmara dos Deputados, Distrito Federal.

A iniciativa representa um marco institucional para o setor, reunindo parlamentares de diferentes estados e partidos com o objetivo de promover o diálogo técnico e político sobre a formação de condutores no Brasil.

A instalação da Frente Parlamentar foi precedida por uma manifestação organizada pela Feneauto, que reuniu mais de 400 veículos em Brasília. O ato contou com a participação de instrutores, empresários e representantes de entidades estaduais, e teve como objetivo chamar atenção para os riscos da proposta do Ministério dos Transportes de tornar facultativa a frequência nos cursos de aprendizagem ministrados pelas autoescolas.

Durante a reunião de instalação, a deputada federal Laura Carneiro (PSDB-RJ) comunicou que, em conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi assegurado que não há, por parte do Governo Federal, qualquer intenção de extinguir a educação para o trânsito realizada pelas autoescolas — setor que reúne mais de 15 mil empresas e gera mais de 300 mil empregos diretos no país.

A Feneauto manifesta preocupação com a proposta do Ministério dos Transportes de tornar facultativa a frequência nos cursos de aprendizagem ministrados pelas autoescolas. A entidade alerta que essa medida, embora apresentada sob o argumento de redução de custos, representa um risco à segurança viária e à vida dos brasileiros. A Federação defende a modernização e desburocratização do processo de habilitação, desde que preservada a educação para o trânsito, propondo alternativas como o fortalecimento da CNH Social, o uso de tecnologia para cursos remotos e exames mais rigorosos.

A Federação ressalta que o setor, com 15.000 autoescolas e 300.000 empregos formais, investe em infraestrutura e veículos adaptados para garantir a segurança do aprendizado bem como qualidade do ensino, em conformidade com as determinações do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 

Sobre a Feneauto

A Federação Nacional das Autoescolas e Centros de Formação de Condutores (Feneauto) é uma entidade civil de representação nacional. Atua como porta-voz legítima do setor empresarial de serviços de trânsito, buscando a excelência na formação de motoristas por meio de ações éticas, educacionais e socialmente responsáveis.

O maior evento de adoção do Brasil está chegando para discutir o futuro de crianças e adolescentes

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XXVIII ENAPA ocorrerá de 14 a 16 de agosto, em Brasília, e promete debates essenciais sobre convivência familiar e comunitária

A espera está chegando ao fim para o 28º Encontro Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção (ENAPA). A partir desta quinta-feira, de 14 a 16 de agosto, Brasília receberá o evento mais importante do país sobre o tema, reunindo especialistas, famílias e autoridades para debater a garantia do direito de crianças e adolescentes a uma família e a uma comunidade. A edição deste ano, com o tema “Entrelaços da Adoção: A Lei, o Saber e o Afeto na Garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes”, promete discussões profundas sobre os desafios e avanços do tema no Brasil.

O evento é uma realização da Associação Nacional de Grupos de Apoio à Adoção (Angaad) em parceria com o Aconchego – Grupo de Apoio à Convivência Familiar e Comunitária. Para a presidente da Angaad, Jussara Marra, o encontro é um momento crucial para unir esforços em prol da causa. “O ENAPA é a oportunidade de nos reunirmos e discutirmos os pontos mais sensíveis da adoção no nosso país. Nossa missão é colocar o direito de crianças e adolescentes no centro do debate e fortalecer os laços entre todos que se dedicam a essa causa tão nobre. Estamos muito empolgados e confiantes de que teremos debates construtivos”, afirma.

 

Jussara Marra, presidente da ANGAAD – Divulgação

Além de especialistas e autoridades do sistema de garantia de direitos, o evento é pensado para conectar e acolher quem já vive ou se prepara para viver a adoção. “Estamos de portas abertas para receber as famílias que já se formaram, os pretendentes que estão na fila, e também os profissionais que trabalham com o tema. É uma grande teia de afeto e conhecimento que se forma, e o ENAPA é o espaço ideal para nos encontrarmos. Também teremos o ENAPINHA, com atividades lúdicas e culturais para crianças e adolescentes adotados, para que todos se sintam representados”, comenta a presidente do Aconchego, Soraya Pereira.

 


Soraya Pereira – Presidente do Grupo Aconchego – Crédito Thaina Fonseca 

As discussões abordarão desde a legislação e os desafios burocráticos até temas como adoção tardia, de grupos de irmãos e de crianças com deficiência, além da importância do acompanhamento pós-adoção. Para participar, as inscrições continuam abertas e podem ser feitas pelo site oficial do evento: https://bsb.enapa.org.br.

SERVIÇO:

XXVIII ENAPA – Encontro Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção

Data: De 14 a 16 de agosto de 2025

Local: Centro de Convenções ParlaMundi (LBV) – 915 Sul, Brasília/DF

Inscrições e informações: https://bsb.enapa.org.br

Mais informações:

Site: www.aconchegodf.org.br

Instagram: @aconchegodf e @angaad_adocao

Contato: aconchego.enapa2025@gmail.com | (61) 98473-6363

Sobre o Grupo Aconchego – O Aconchego é uma entidade civil, sem fins lucrativos, fundada em dezembro de 1997, que trabalha em prol da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em acolhimento familiar e institucional.

Filiado à Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção – ANGAAD o Aconchego é reconhecido como referência em Brasília e conta com grande projeção nacional na criação de tecnologias sociais com vistas à garantia do direito das crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária, por meio de ações de intervenção com potencial para a transformação social e cultural.

Dr Gutemberg Fialho é reeleito presidente do SindMédico-DF

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Com uma longa lista de bons serviços prestados à categoria, o médico Gutemberg Fialho foi reeleito presidente do Sindicato dos Médicos do Distrito Federal. Gutemberg, representado pela Chapa 01, recebeu 1.249 votos e seu adversário, Regis Barros (Chapa 02), recebeu 708 votos.

 

 

 

Fonte: donnysilva.com.br

‘Primavera com Amor’ será o tema do Casamento Comunitário na Concha Acústica em 14 de setembro

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Cerimônia gratuita da Secretaria de Justiça e Cidadania terá cenário inspirado na primavera e inclui trajes, maquiagem, transporte e isenção de taxas cartoriais; inscrições estão abertas

A dona de casa Yara Ferreira Silva, 36 anos, e o motorista Murilo do Nascimento, 39, se conheceram ainda na adolescência, entre ensaios de pagode e olhares tímidos trocados na casa dos tios de Yara. Ele tocava com os amigos, enquanto ela observava da janela. Foi ali, em frente à horta da tia, que nasceu uma história de amor que já dura mais de duas décadas, gerou três filhos e que agora ganhará um novo e emocionante capítulo: o casamento. “Casar sempre foi um sonho, mas os custos, a burocracia e as prioridades com os filhos nos fizeram adiar. Agora, com o Casamento Comunitário, vamos realizar esse sonho com tudo o que temos direito”, conta Yara, emocionada.

A trajetória do casal é uma entre as 100 que serão celebradas na 3ª edição do Casamento Comunitário de 2025, promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF). A cerimônia será realizada no dia 14 de setembro, na Concha Acústica, com decoração e ambientação inspiradas na Primavera, e seguirá transformando vidas ao oferecer a casais em situação de vulnerabilidade a oportunidade de oficializar sua união de forma gratuita e com todo o cuidado que a ocasião merece. A expectativa é reunir mais de três mil pessoas, entre noivos, convidados e autoridades, em uma grande festa de amor, cidadania e inclusão.

As inscrições estão abertas e podem participar casais com 18 anos ou mais, residentes no DF, que comprovem baixa renda e não tenham impedimentos legais para o casamento. Para participar, é necessário apresentar RG ou CNH, CPF, comprovante de residência recente, certidão de nascimento (para solteiros) ou certidões específicas em caso de divórcio ou viuvez, além da declaração de hipossuficiência, que deve ser preenchida e assinada no ato da inscrição.

Inclusão e cidadania

Além de ser um momento simbólico de celebração, o casamento comunitário garante aos casais direitos civis importantes, como acesso a pensão, inclusão em programas sociais, segurança jurídica e patrimonial.

“Casar não deveria ser um privilégio. O Casamento Comunitário é sobre dignidade, cidadania e o direito de viver o amor com reconhecimento e respeito. Para muitos, é a realização de um sonho que parecia distante, e para nós, da Sejus, é uma honra fazer parte desse momento”, destaca a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

A Sejus oferece, além da isenção de taxas cartoriais, transporte até o local da cerimônia, vestido, maquiagem, produção de cabelo e toda a estrutura para tornar o momento inesquecível — com o apoio de voluntários e parceiros. Esta será a terceira de quatro edições previstas para 2025. A última está agendada para 7 de dezembro.

Locais de inscrição

As inscrições para a 3ª edição do Casamento Comunitário estão sendo realizadas de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h30, nos seguintes locais:

• Praça dos Direitos da Ceilândia (QNN 13, Ceilândia Norte)
• Unidade Rodoviária do Na Hora (Rodoviária do Plano Piloto, plataforma inferior)
• Praça dos Direitos do Itapoã (Quadra 203, Del Lago II)
• Estação Cidadania do Recanto das Emas (Quadra 113, Lote 9)
• Edições do programa GDF Mais Perto do Cidadão

As vagas são limitadas e preenchidas por ordem de inscrição, mediante análise e aprovação da documentação. Em caso de desistência ou documentação incompleta, casais da lista de espera serão convocados.

Bispo Eduardo Costa desfila de calcinha e peruca em Goiânia

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Um vídeo que viralizou nas redes sociais mostra o bispo Eduardo Costa caminhando pelas ruas do Setor Urias Magalhães, em Goiânia (GO), vestindo calcinha e peruca.

O autor da gravação, que preferiu não se identificar, afirmou ao portal LeoDias que o religioso circulava pela região havia alguns dias, principalmente durante a madrugada, repetindo movimentos que chegaram a assustar moradores.

Segundo ele, o bispo passava várias vezes pela mesma rua, parava em frente a um bar, observava o local e retornava ao carro, sem nunca abordar ninguém.

A identidade do religioso foi descoberta após o autor do vídeo anotar a placa do veículo e verificar que ele estava registrado em nome da esposa do bispo. De acordo com o relato, não é a primeira vez que Eduardo Costa é visto nessa situação, e a movimentação constante levantou suspeitas de que se trataria de um fetiche.

O autor negou ter gravado as imagens por maldade, dizendo que a intenção era apenas investigar o comportamento, que vinha gerando pânico entre os moradores.

Eduardo Costa é conhecido na região como bispo e líder religioso. No vídeo,  o pastor aparece vestindo roupas femininas, o que surpreendeu internautas.

O líder religioso reúne cerca de 1,6 mil seguidores no Instagram, que é privado, e tem a biografia: “Poder e milagres – pastor”. Além disso, ele é cantor. A música Barrabás, interpretada pelo bispo, está disponível no canal do YouTube dele.
Após a repercussão negativa, Eduardo Costa gravou um vídeo com a esposa, a missionária Valquíria Costa, para esclarecer a situação. O pastor explicou que o uso da vestimenta foi parte de uma investigação pessoal para localizar um endereço, e não uma atitude comum.
Apesar da explicação de Eduardo Costa, nas redes sociais dos próprios seguidores, o comentário é que que tudo não passa de “fetiche” do bispo.