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AASP promove Encontro Anual e discute desafios atuais da Advocacia 

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Com programação diversificada e grandes nomes do Direito, evento reunirá especialistas e autoridades para debater o cenário jurídico brasileiro

Renata Castello Branco Mariz de Oliveira, Presidente da AASP.

 

A AASP – Associação dos Advogados realiza, entre os dias 28 e 30 de agosto, um dos eventos mais relevantes do calendário jurídico brasileiro. Com foco na atualização profissional e na troca de experiências, o Encontro Anual AASP reunirá Ministros, magistrados, Advocacia e acadêmicos de diversas áreas do Direito para discutir os principais desafios enfrentados pelos operadores do Direito na atualidade. Os três dias de intensa programação será realizado, mais uma vez, em Campos do Jordão.

A abertura será conduzida pela presidente da AASP, Renata Castello Branco Mariz de Oliveira, e pelo Diretor Cultural Rogério Tucci. A conferência inaugural será ministrada pelo jornalista Caco Barcellos, abordando o tema Relações Intergeracionais nos Tempos de Tecnologia e Inovação.

Com uma programação diversificada, o evento contará com plenárias, painéis temáticos e conferências que abordarão questões como Inteligência Artificial, Reforma Tributária, Segurança Pública, Sustentabilidade, Justiça Ambiental, Processo Civil, Métodos Alternativos de Resolução de Conflitos, Direito de Família, entre outros temas centrais para a prática e o pensamento jurídico contemporâneo.

Ao todo, mais de 40 nomes já estão confirmados, incluindo Ministros do Superior Tribunal de Justiça, Desembargadores, Juízes Federais, Professores e especialistas renomados, como Cassio Scarpinella Bueno, Dora Cavalcanti, Marcel Leonardi, Ana Luiza Maia Nevares, Sebastião Reis Júnior, José Eduardo Cardozo, entre outros.

“Estamos promovendo um espaço plural, com visões distintas e complementares do Direito, sendo um ponto de encontro entre tradição jurídica e inovação. É um chamado para que a Advocacia acompanhe as mudanças do mundo com senso crítico e preparo técnico. E o evento presencial é fundamental para discussões espontâneas e trocas enriquecedoras”, comenta Renata Castello Branco Mariz de Oliveira, presidente da AASP.

A iniciativa reforça o papel da AASP como referência na formação e valorização da Advocacia, promovendo o diálogo entre diferentes gerações e áreas de atuação jurídica, em um espaço de aprendizado, reflexão e fortalecimento institucional.
SERVIÇO:

16º Encontro Anual – AASP

Data: dias 28 a 30 de agosto – abertura do evento às 17h do dia 28

Endereço: Campos do Jordão Convention Center, situada à Av. Macedo Soares, 499

Inscrições e outras informações: site do evento.
AASP – Associação dos Advogados

Fundada há 82 anos, a AASP – Associação dos Advogados está presente em todo o Brasil e tem a missão de potencializar e facilitar o exercício da Advocacia. Experiente, visionária, disruptiva e cada vez mais consciente de sua responsabilidade social e ambiental, recebendo, inclusive, o selo VGP ao tornar-se signatária do programa de soluções de redução e compensação de carbono em suas ações. Sua trajetória e conquistas são o combustível para ir ainda mais longe, proporcionando a milhares de associadas e associados do país (mais de 75 mil) inúmeros cursos sobre temas jurídicos relevantes e serviços de excelência, que incluem: intimações on-line com inteligência artificial, emissão e renovação de certificado digital, revistas e boletins periódicos, clipping diário de notícias, plataforma de assinaturas digitais, além de disponibilizar um avançado sistema de pesquisa de jurisprudência e um software de gestão de processos. É possível conhecer melhor a AASP por meio do vídeo institucional.

Por que ainda perdemos tantas crianças com câncer no Brasil?

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Por Bianca Provedel*

 

A cada hora, uma criança ou adolescente recebe o diagnóstico de câncer no Brasil. É uma realidade dura, mas que precisa ser dita com todas as letras e enfrentada com a urgência que ela exige. Apesar dos avanços na medicina e na ampliação do acesso ao tratamento, o câncer ainda é a principal causa de morte por doença entre crianças e adolescentes brasileiros. E os dados revelam algo ainda mais preocupante: dependendo da região do país, as chances de cura podem cair pela metade.

 

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), enquanto no Sudeste a taxa média de sobrevivência ao câncer infantojuvenil é de 70%, no Norte essa taxa é de apenas 50%. A explicação passa por fatores como desigualdade socioeconômica, dificuldade de acesso aos serviços de saúde especializados, escassez de profissionais capacitados e falta de políticas públicas específicas e integradas para a oncologia pediátrica. Mas a consequência é uma só: milhares de famílias vendo seus filhos perderem a chance de lutar pela vida, simplesmente porque não conseguiram chegar a tempo.

 

Um diagnóstico tardio significa menos chances de cura. Uma família desamparada emocional e financeiramente durante o tratamento enfrenta mais dificuldades. Uma criança que abandona o tratamento por falta de transporte ou hospedagem pode não ter uma segunda oportunidade. No Brasil, cerca de 30% das crianças com câncer em situação de vulnerabilidade social abandonam o tratamento, um número alarmante e inaceitável.

 

É por isso que insistimos tanto em acolher, capacitar, formar redes e investir em suporte integral. O Instituto Ronald McDonald existe há 26 anos justamente para preencher essas lacunas, com programas que atuam em todas as etapas da jornada do câncer infantojuvenil: desde o diagnóstico precoce até a reabilitação e reinserção social, passando por capacitação de profissionais, apoio psicossocial e acolhimento de famílias inteiras nos Programas Casa Ronald McDonald e Espaço da Família Ronald McDonald.

 

E para garantir que essa rede continue crescendo, existe o McDia Feliz, a maior campanha solidária do país voltada à saúde de crianças e adolescentes com câncer. Em 2025, a mobilização chega à sua 37ª edição com a meta de arrecadar cerca de R$ 25 milhões.

 

Cada Big Mac vendido no dia 23 de agosto, cada produto oficial comprado, cada empresa parceira, ajuda a tornar possível a criação de novas unidades de acolhimento, mais capacitações profissionais e a ampliação de projetos que impactam diretamente a vida de milhares de crianças em todo o país.

 

Foi graças ao McDia Feliz, por exemplo, que conseguimos viabilizar a abertura do primeiro Espaço da Família Ronald McDonald do Nordeste, em Recife, inaugurado no dia 14 de julho e que hoje acolhe dezenas de famílias vindas do interior de Pernambuco e de outros estados da região. A nova unidade, a décima do Brasil, foi criada em parceria com o Grupo de Ajuda à Criança Carente com Câncer (GAC-PE), uma das mais de 50 instituições apoiadas pelo McDia Feliz. A unidade funciona no ambulatório do Centro de Oncohematologia Pediátrica (CEONHPE), do Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), da Universidade de Pernambuco (UPE). O espaço tem como objetivo oferecer acolhimento, estrutura e dignidade para famílias durante o tratamento da doença.

 

Neste ano, a campanha vai beneficiar 75 projetos. Ao todo, o McDia Feliz já impactou positivamente mais de 3,3 milhões de crianças e jovens e suas famílias. E cada Big Mac faz a diferença. E é possível participar acessando o site www.mcdiafeliz.org.br.

 

O McDia Feliz é uma das formas mais concretas de transformar solidariedade em ação. E ele só acontece porque milhares de pessoas se unem por um propósito maior. Quando alguém compra um sanduíche, uma camiseta ou qualquer outro produto oficial da campanha, não está apenas doando dinheiro, está garantindo que uma mãe não precise dormir no chão do hospital, que um pai possa acompanhar o filho durante todo o tratamento, que uma criança não perca a esperança.

 

É hora de tratarmos o câncer infantojuvenil como uma prioridade nacional. De olharmos para cada estatística e enxergarmos vidas. De unirmos forças entre sociedade civil, iniciativa privada e poder público para mudar esse cenário. Porque nenhuma criança deveria morrer por falta de acesso. Nenhuma família deveria enfrentar o câncer sozinha.

E se depender do Instituto Ronald McDonald, elas não vão.

 

*Bianca Provedel é jornalista, psicóloga, mãe, e há 20 anos atua no terceiro setor. É CEO do Instituto Ronald McDonald, organização que já impactou mais de 15 milhões de vidas em todo o Brasil.

Palmeiras enfrenta a violência no futebol: clube pede investigação após ataque a CT

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Defesa destaca a importância de punições severas para restaurar a segurança no ambiente esportivo

 

O Palmeiras protocolou um pedido de abertura de inquérito policial após um ataque violento à sua Academia de Futebol, ocorrido na madrugada do último domingo. O episódio, que envolveu o arremesso de explosivos na entrada do centro de treinamento, gerou indignação e levou a presidente do clube, Leila Pereira, a classificar os agressores como “bandidos” e não torcedores.

 

O ataque é o quarto registrado contra clubes de futebol nos últimos meses, evidenciando uma crescente onda de vandalismo e violência no esporte. “Estamos diante de uma situação inaceitável. Para combatermos esse tipo de vandalismo, é necessário aplicar punições severas e retirar essas pessoas do convívio da sociedade”, afirmou Leila Pereira.

 

O advogado criminalista Euro Maciel Filho, que representa o Palmeiras, reforçou a gravidade da situação ao mencionar que a segurança do clube foi comprometida. “Havia um segurança na guarita que, por pouco, não foi atingido pelos fogos. Estamos analisando a possibilidade de crimes como periclitação da vida e danos ao patrimônio”, declarou Euro.

 

As câmeras de segurança do local registraram o momento em que ao menos cinco indivíduos, encapuzados, lançaram os artefatos explosivos, o que motivou o clube a reunir evidências e solicitar uma investigação detalhada. “Reunimos gravações e um relatório do segurança para facilitar o trabalho da polícia e garantir que os responsáveis sejam identificados e punidos”, acrescentou Euro Maciel Filho.

 

O Palmeiras, que se prepara para os próximos desafios no Campeonato Brasileiro, se vê em um cenário de pressão após a eliminação na Copa do Brasil. Contudo, a prioridade agora é garantir a segurança de seus atletas e funcionários, e a resposta à violência será uma questão central na luta do clube por um ambiente esportivo mais seguro e respeitável.

 

A diretoria do Palmeiras espera que a autoridade policial atue rapidamente, garantindo que o futebol possa ser novamente um espaço familiar, longe da criminalidade.

Liderança no Instituto Êxito: ao lado de Janguiê Diniz, o obstinado “Mor” mantém a mesma visão, transformar vidas por meio da educação, e convoca uma liderança de peso. 

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Um novo ciclo de renovação empreendedora se inicia com um time de respeito à frente da instituição.
Em uma cerimônia marcada por entusiasmo, propósito e visão de futuro, o Instituto Êxito de Empreendedorismo oficializou a posse da nova diretoria que conduzirá a entidade pelos próximos cinco anos. À frente do processo está Janguiê Diniz, fundador do Instituto e um dos maiores nomes da educação e do empreendedorismo no Brasil, um verdadeiro estrategista, que, como um enxadrista experiente, sabe prever os movimentos capazes de gerar os melhores frutos. Foi assim que construiu sua trajetória de sucesso, incluindo seu primeiro IPO à frente do Grupo Ser Educacional.
Sob sua liderança, o evento consolidou o compromisso do Instituto com a inovação, o acesso ao conhecimento e a transformação de vidas por meio do empreendedorismo.
Sérgio Murilo assume protagonismo na gestão executiva
Em um movimento estratégico, Janguiê convidou Sérgio Murilo, gestor de sólida carreira no Grupo Ser Educacional, para comandar o novo ciclo do Instituto. Com vasta experiência em gestão educacional, planejamento estratégico e liderança de equipes de alto desempenho, Murilo chega para estruturar um período de expansão, impacto social e fortalecimento da base empreendedora do país.
“O momento é de união, ousadia e entrega. Nosso compromisso é levar o conhecimento transformador para milhões de brasileiros que desejam empreender, crescer e mudar suas realidades. E com essa nova diretoria, tenho certeza de que vamos além”, afirmou Sérgio Murilo em seu discurso de posse.
Um time de peso para um novo tempo
A nova diretoria é formada por empresários, empreendedores, gestores de carreira e líderes de destaque em diferentes setores. Nos próximos cinco anos, o grupo promete ampliar ainda mais o alcance e a relevância das ações do Instituto. A diversidade de perfis e trajetórias reflete a essência da entidade: formar, inspirar e transformar.
Essa gestão simboliza um novo momento de inclusão e expansão, fortalecendo conexões com públicos e instituições, tanto no Brasil quanto no exterior. É um time que carrega competência, respeito e capacidade de articulação, aliado a uma visão humanizada de liderança e foco em resultados com impacto social.
Compromissos do novo período de 5 anos
Mantendo a essência que norteia o Instituto Êxito desde a sua fundação, a nova gestão reafirma a missão de promover transformação por meio da educação, inovação e empreendedorismo com impacto social. Entre as metas anunciadas, destacam-se:
•Ampliar o número de cursos gratuitos e mentorias para jovens de comunidades carentes;
•Fortalecer a rede de associados, oferecendo mais oportunidades de networking, formação e negócios;
•Conectar o Instituto Êxito a polos nacionais e internacionais de fomento ao empreendedorismo;
•Realizar eventos de alto nível com líderes nacionais e internacionais.
Sobre o Instituto Êxito
O Instituto Êxito de Empreendedorismo é uma organização sem fins lucrativos, fundada por Janguiê Diniz e um grupo de empresários e empreendedores. Seu objetivo é oferecer educação empreendedora gratuita, atuando como um verdadeiro gerador de oportunidades, especialmente para jovens e pessoas em situação de vulnerabilidade. Com mais de 1.500 cursos online disponíveis, a instituição já impactou centenas de milhares de vidas e se consolida como referência no Brasil.
Em um cenário onde educação e empreendedorismo caminham juntos como motores de transformação social, o Instituto Êxito inicia um ciclo histórico. Com a visão estratégica de Janguiê Diniz, a experiência de Sérgio Murilo e um time de líderes de peso, os próximos cinco anos prometem ser de expansão, inovação e impacto real na vida de milhões de brasileiros. O compromisso segue inabalável: transformar vidas por meio da educação e do empreendedorismo, abrindo portas para um futuro com mais oportunidades e inclusão.
Se você Quer fazer parte dessa transformação, Acesse www.institutoexito.com.br, conheça os cursos gratuitos, participe das mentorias e junte-se a uma rede de líderes que já está mudando o Brasil. O próximo grande caso de sucesso pode ser o seu.

Adiado julgamento de coronéis da PMDF investigados pelo 8 de janeiro

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STF adia julgamento dos coronéis; associação defende avaliação caso a caso, enquanto oito réus do 8/1 já têm condenação e indenização mínima de R$ 30 milhões.

Créditos da imagem: Alexandre Collares

O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou novamente o julgamento de sete oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) acusados de omissão durante os atos de 8 de janeiro de 2023. O processo entrou e saiu da pauta virtual da Corte duas vezes na última semana e, até o momento, não há nova data definida para a análise do caso.

A Associação dos Oficiais da PMDF (ASOF) divulgou nota oficial criticando o tratamento dado aos réus e a condução das investigações. No documento, a entidade afirma que os oficiais “aguardam silenciosamente a hora do ‘abate’, como verdadeiro gado em um matadouro” e que foram “acusados indevidamente de apoiar uma suposta tentativa de golpe”. Segundo a associação, muitos dos oficiais estavam apenas de serviço por escala, sem participação no planejamento ou organização do policiamento no dia, e instituições-chave como o Gabinete de Segurança Institucional e a Abin foram “convenientemente esquecidas” nas apurações.

Além do caso dos coronéis, o STF já concluiu o julgamento de oito pessoas envolvidas nos atos, resultando em condenações que incluem o pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor mínimo de R$ 30 milhões.

Para o advogado Alexandre Collares, defensor de um dos coronéis réus no processo, o adiamento pode representar uma oportunidade para que o julgamento ocorra com maior cuidado e atenção às circunstâncias específicas de cada acusado:

“A minha esperança é sempre a esperança pela justiça. Embora muitas coisas possam justificar a retirada e o adiamento de processos pautados, quero crer que, nesse caso, o adiamento tenha acontecido para que um olhar mais acurado seja dado sobre esse núcleo dos Policiais Militares”, afirma.

Collares reforça que o processo deve observar estritamente o devido processo legal e que cada caso deve ser analisado individualmente, evitando generalizações que prejudiquem injustamente a reputação e a carreira dos envolvidos.

Sobre o advogado

Alexandre Collares é advogado com atuação nos tribunais superiores, em Brasília, e experiência em casos de alta complexidade e repercussão nacional.

Do estágio à liderança: conheça a história de três executivos que começaram do zero

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No Dia do Estagiário, o CIEE mostra como essa etapa pode transformar trajetórias e abrir portas para o sucesso profissional

Para muitos jovens, o estágio é um primeiro degrau no mundo do trabalho. Para outros, é o ponto de virada de toda uma carreira. Neste 18 de agosto, Dia do Estagiário, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE celebra a data com histórias reais de quem começou lá embaixo, no estágio, e hoje ocupa cargos de liderança. Mais do que uma comemoração, a data reforça a importância do estágio como uma fase essencial da formação profissional, prevista pela Lei nº 11.788/2008, que garante que essa seja uma atividade educativa, prática e supervisionada.

O momento também é positivo para a juventude: segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a taxa de desemprego entre jovens de 14 a 24 anos caiu de 25,2% no último trimestre de 2019 para 14,3% no mesmo período de 2024. Além disso, o número de estagiários no Brasil deu um salto de 642 mil em 2023 para 990 mil no primeiro bimestre de 2025.

Para Mônica Vargas, superintendente Nacional de Operações e Atendimento do CIEE, o estágio é mais do que a porta de entrada para o mercado de trabalho, é um instrumento de transformação. “Acompanhamos milhares de histórias de superação. O estágio pode ser o início de uma jornada rumo à liderança, desde que haja oportunidade, mentoria e comprometimento.”

Três histórias que começaram com um crachá de estagiário

Sérgio Ramos é hoje gestor Corporativo de RH em Fortaleza/CE, responsável pela UNIP, UNIPLAN e UNIGRANDE, mas sua trajetória começou de forma bastante comum: no primeiro ano da faculdade de Administração, em 1998, estagiando com atendimento ao cliente em uma empresa de telecomunicações. Depois, fez mais dois estágios, passou pelos setores de cobrança, almoxarifado, suprimentos, contabilidade e RH. Ao longo do caminho, testou áreas, aprendeu com os erros e aproveitou cada chance para explorar mais do que o escopo original de seus trabalhos.

“O estágio é uma oportunidade para testar. Temos a chance de aprender, de errar e fazer diferente. Eu aproveitei todos os meus estágios, transitava em outras áreas além da minha, sempre me colocando à disposição e buscando aprender além do esperado. Foi graças a isso que pude entender o que eu queria para depois de formado”, declara.

Já para Letícia Soussini, gerente de Tráfego e Operações na Encripta S.A, em São Paulo/Capital, o primeiro estágio já foi um match profissional à primeira vista. Entrou como estagiária em 2014 e permaneceu na mesma empresa desde então, escalando cargos até chegar à gerência. Para ela, boas lideranças e uma cultura de feedbacks foram essenciais para que isso pudesse acontecer.

“Os meus líderes sempre me deram muita autonomia, mas sempre com a responsabilidade de entender contextos e tomar decisões baseadas nisso. Aqui, tratamos estagiários da mesma forma que tratamos outros cargos”, comenta. Sobre a questão de feedbacks, Letícia afirma que a prática é essencial para quem está no começo da carreira. “Nos feedbacks, analisamos o que está sendo entregue, o que precisa ser melhorado e o que está bom, e construímos juntos um caminho que faça sentido.”

No caso de Jonatas de Castro, gerente de Agência na Sicredi de Jacobina/BA, ele descobriu pelo estágio aquilo que não queria seguir. Sua primeira oportunidade foi na ouvidoria da faculdade onde estudava, mas a rotina pouco dinâmica e os processos rígidos fizeram com que ele repensasse sua escolha de vida: até então, se preparava para concursos. “Me senti travado. Mesmo sendo estável, percebi que aquilo não me motivava”, relembra.

A virada veio por meio da indicação de uma professora, que o ajudou a conseguir um novo estágio na Sicredi. Lá, encontrou um ambiente mais alinhado ao seu perfil e decidiu construir sua trajetória. “Sempre enxerguei o estágio como uma ponte. Quando há ensino e oportunidade, ele vira um diferencial.”

O que eles têm a dizer para quem está começando

Para Mônica Vargas, mais do que encontrar a área ideal, o estágio é uma chance de entender os próprios limites e preferências. “Nem sempre você vai fazer apenas o que gosta, e isso também ensina. O estágio ajuda o jovem a identificar pontos fortes, fraquezas e gostos profissionais, ensinamentos valiosos para todos os degraus da carreira.”

Sérgio defende o envolvimento total: “Eu acredito que o estagiário tem que se jogar no estágio, viver a oportunidade 100% e aproveitar todos os aprendizados que estão ao alcance”, pontua o gestor, que reafirma que os ensinamentos de uma experiência profissional não são para necessariamente escalar naquela empresa, mas para engrandecer o profissional em si. “Hoje como gestor, ainda lembro do que aprendi na época do estágio e aplico no dia a dia”.

Letícia destaca a importância da atualização contínua. “Um conselho que eu tenho para quem está ingressando no trabalho é estudar inovações, tecnologias e estar sempre preparado para a próxima fase. Isso não significa saber de tudo, mas é importante estar aberto para o conhecimento, ainda mais num mundo com tantas mudanças como o que vivemos agora.”

Jonatas chama atenção para a coerência entre o estágio e os objetivos pessoais. “Conhecer bem a empresa para a qual você está se candidatando pode fazer toda a diferença. Quando o estágio está alinhado com seus planos, tudo flui melhor.”

Para quem sonha em começar
O estágio é, para muitos, o começo de uma trajetória transformadora. Seja para descobrir talentos, ajustar rotas ou firmar o pé em uma área promissora, cada experiência conta. Para quem busca uma primeira oportunidade, o CIEE reúne milhares de vagas em todo o país, que podem ser acessadas através do site: https://portal.ciee.org.br/

CIEE 61 anos: Imparável
Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à capacitação profissional de jovens e adolescentes. A instituição, responsável pela inserção de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.

Confira aqui o nosso novo logo desde agosto/2023.

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Indústria do aço aposta em automação e capacitação para ganhar produtividade

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Setor investe em maquinário de alta precisão, digitalização de processos e qualificação de equipes para atender às novas demandas do mercado

Créditos: Freepik

Com o avanço das tecnologias e as novas demandas do mercado, a indústria do aço no Brasil vem passando por um processo acelerado de transformação. A modernização dos maquinários, a digitalização de processos e a automação de etapas de produção têm se tornado diferenciais competitivos essenciais para empresas que desejam manter eficiência e qualidade em um cenário cada vez mais dinâmico.

 

No setor de corte e dobra de aço, por exemplo, investimentos em maquinário de última geração possibilitam maior precisão, redução de desperdícios e entrega mais rápida aos clientes. É o caso da adoção, pela Pinheiro Ferragens, de equipamentos italianos da marca Schnell, com capacidade de corte e dobra de vergalhões de 10 a 20 milímetros, sem perda no processo, benefício que se estende tanto ao cliente quanto ao fornecedor, e com alta agilidade. O processo inclui alinhamento por pressão e dobragem por pinos, garantindo uniformidade e conformidade com os projetos estruturais.

 

Segundo Roil Pinheiro, diretor comercial da Pinheiro Ferragens, o alinhamento entre máquinas, processos e pessoas é fundamental para que os resultados se traduzam em ganhos concretos para a indústria. “A tecnologia sozinha não resolve todos os desafios. É preciso investir em capacitação e integração entre as áreas, para que a automação e a digitalização sejam realmente ferramentas de produtividade. O aço é um insumo essencial para inúmeros setores, e a indústria precisa estar preparada para atender com agilidade e qualidade crescentes”, afirma.

 

Além da precisão, a capacidade instalada também impressiona: com o novo equipamento, a empresa conseguiu elevar a produção mensal de aço processado de cerca de 300 a 400 toneladas para até 600 ou 700 toneladas. Esse avanço tecnológico é acompanhado por melhorias na logística e pela digitalização dos canais de venda, com um novo site e atendimento via WhatsApp, que agilizam o relacionamento com clientes e parceiros.

 

A modernização no setor não se restringe apenas à adoção de equipamentos de ponta. A integração entre a produção automatizada e a gestão de estoques, por exemplo, permite que empresas trabalhem com prazos menores e custos otimizados, atendendo obras e empreendimentos que exigem agilidade. Essa combinação de velocidade e precisão tem se tornado um diferencial crucial para manter competitividade em um cenário marcado por demandas cada vez mais complexas e rigorosas.

 

Outro ponto importante é a sustentabilidade dos processos. Maquinários mais modernos, como o corte a laser e os sistemas de dobra automatizados, consomem menos energia e reduzem o desperdício de matéria-prima. De acordo com o diretor comercial, até mesmo as sobras dos processos são reutilizadas. “Nosso sistema aproveita até o pó que cai do corte do aço, reaproveitamos e usamos”, afirma Roil. Na prática, isso significa menor impacto ambiental e maior aproveitamento do aço adquirido, um benefício que se reflete tanto na eficiência operacional quanto na preservação de recursos.

 

Para Pinheiro, a busca por inovação no setor do aço é um caminho inevitável diante das mudanças de mercado e da competitividade global. “As empresas que conseguirem unir maquinário de ponta, gestão eficiente e logística bem estruturada vão se destacar. É assim que a indústria brasileira pode ganhar mais competitividade e atender às novas exigências de prazos e padrões técnicos”, conclui o diretor.

 

Sobre a Pinheiro Ferragens – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados.

Reforma do Código Civil é urgente e deve refletir a sociedade do século XXI, defende especialista

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“É necessário alinhar a lei à realidade social, incluir o Direito Civil Digital e atualizar regras de família e sucessões”

Para o jurista Mario Luiz Delgado, doutor e mestre em Direito Civil pela USP, diretor do Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP) e membro do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), a atualização do Código Civil é uma das tarefas mais relevantes do Parlamento brasileiro e não pode mais ser adiada.

Delgado integrou a Comissão Especial de Juristas responsável pelo anteprojeto de atualização do Código Civil, que deu origem ao atual PL 4/2025, tendo contribuído com o capítulo sobre Direito das Sucessões. Ele lembra que o atual Código, embora tenha pouco mais de 20 anos de vigência, foi elaborado a partir de um projeto de 1970 e “já nasceu velho”. “A lei precisa acompanhar a evolução da sociedade, mas o processo legislativo é naturalmente mais lento. O resultado é um descompasso que gera insegurança jurídica”, afirma.

Entre as diretrizes do anteprojeto elaborado pela comissão, está a harmonização entre o que está escrito na lei e o que já é consolidado pelas decisões dos tribunais. “Quando há divergência entre a letra da lei e a interpretação judicial, a sociedade critica injustamente o Judiciário, como se ele estivesse legislando. É fundamental que haja coerência entre norma e prática”, observa.

O jurista destaca ainda que a reforma deve contemplar um novo livro no Código Civil, dedicado ao Direito Civil Digital. “Vivemos em um mundo virtual, mas o nosso Código foi concebido em uma era analógica. É preciso regular as relações jurídicas no ambiente digital, inclusive para coibir golpes e fraudes”, afirma.

No campo de família e sucessões, Delgado ressalta que a atualização deve incorporar mudanças já reconhecidas pela jurisprudência, como a filiação socioafetiva e o reconhecimento das uniões homoafetivas. “Hoje, o afeto é elemento central na formação da família brasileira, mas isso não está no Código. Também não há previsão legal expressa para uniões homoafetivas, embora a sociedade conviva com elas há muito tempo”, diz.

Segundo ele, as alterações propostas também abrangem temas como condomínio edilício, relações de vizinhança e normas empresariais, com impacto no ambiente de negócios. “Queremos um Código Civil moderno, capaz de melhorar as relações sociais, reduzir o custo Brasil e atender às demandas da sociedade contemporânea”, conclui.

Fonte: Mario Luiz Delgado é doutor pela USP/SP e mestre pela PUCSP, em Direito Civil, atua como diretor do Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP), é membro da Academia Brasileira de Direito Civil (ABDC) e sócio-fundador do MLD – Mário Luiz Delgado Sociedade de Advogados.

Hospital Amaral Carvalho receberá homenagem

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O Hospital Amaral Carvalho (HAC), localizado em Jaú, no interior de São Paulo, será homenageado pela Câmara dos Deputados no próximo dia 24 de setembro de 2025, em reconhecimento à sua contribuição extraordinária à saúde pública brasileira. Referência nacional em oncologia e hematologia.

O  HAC é hoje o maior centro de transplante de medula óssea (TMO) na América Latina. Desde 1996, já foram realizados mais de 4.300 transplantes, com uma média anual entre 200 e 250 procedimentos, atendendo pacientes com leucemias, linfomas, doenças raras do sangue e imunodeficiências severas.

Abradee anuncia distribuidoras de energia finalistas do Prêmio

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Vencedoras serão conhecidas no dia 20 de agosto no Clube Naval de Brasília com presença de autoridades públicas e empresariais

 

A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) revelou as finalistas do Prêmio Abradee 2025, que reconhece, há quase três décadas, as concessionárias que mais se destacam em critérios como qualidade, inovação, segurança, sustentabilidade, eficiência e relacionamento com o consumidor.

Dividido por categorias técnicas e regionais, o prêmio busca valorizar o desempenho das distribuidoras de energia em áreas estratégicas da operação e da gestão. Entre as empresas com até 500 mil consumidores, chegaram à final DMED, Energisa Acre, Santa Maria e Sulgipe, que concorrem nas categorias Avaliação pelo Cliente, Gestão Operacional e na premiação Nacional, além da menção honrosa de Saúde e Segurança.

Para o grupo de empresas com mais de 500 mil consumidores, confira abaixo as finalistas por categoria:

  • Saúde e Segurança (Menção Honrosa): CPFL Santa Cruz, Energisa Sul-Sudeste, Equatorial Piauí, Neoenergia Cosern.
  • ASG: CPFL Paulista, CPFL Piratininga, CPFL Santa Cruz, RGE.
  • Qualidade da Gestão: CPFL Paulista, CPFL Santa Cruz, Neoenergia Cosern, Neoenergia Elektro.
  • Gestão da Inovação: CPFL Paulista, CPFL Piratininga, CPFL Santa Cruz, Energisa MS, Energisa PB, Neoenergia Elektro, RGE.
  • Avaliação pelo Cliente: CPFL Santa Cruz, Energisa Paraíba, Energisa Sul-Sudeste, Energisa Tocantins.
  • Gestão Operacional: CPFL Santa Cruz, Energisa Sul-Sudeste, Neoenergia Cosern, Neoenergia Elektro.
  • Gestão Econômico-Financeira: Energisa Paraíba, Energisa Sergipe, Equatorial Pará, Neoenergia Cosern.
  • Evolução do Desempenho: Energisa Paraíba, Energisa Rondônia, Energisa Tocantins, Neoenergia Brasília.

Finalistas por região:

  • Nordeste: Energisa Paraíba, Energisa Sergipe, Neoenergia Cosern.
  • Norte / Centro-Oeste: Energisa Mato Grosso do Sul, Energisa Tocantins, Neoenergia Brasília.
  • Sudeste: CPFL Paulista, CPFL Santa Cruz, Neoenergia Elektro.
  • Sul: CELESC-D, COPEL-D, RGE.
  • Nacional: CPFL Paulista, CPFL Santa Cruz, Energisa Paraíba, Energisa Sergipe, Neoenergia Cosern, Neoenergia Elektro.

 

Celebração dos 50 anos da Abradee

Neste ano especial, em que a Abradee comemora 50 anos de atuação no setor elétrico, a cerimônia do Prêmio Abradee ganha ainda mais relevância. As distribuidoras vencedoras serão conhecidas durante a cerimônia oficial no dia 20 de agosto, no Clube Naval de Brasília, reunindo autoridades do setor elétrico, lideranças empresariais, representantes do governo e da sociedade civil.

“O Prêmio Abradee é mais que um reconhecimento de desempenho. Ele é um instrumento de estímulo à excelência, à melhoria contínua e ao compromisso com o consumidor. Temos orgulho de contribuir para a valorização de práticas que impactam positivamente o dia a dia de milhões de brasileiros”, destaca o presidente da Abradee, Marcos Madureira.