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Brasiliense de 12 anos brilha nos EUA e coloca o país no mapa do atletismo juvenil

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João Cardoso conquistou o título de All-American, considerado o maior torneio juvenil de atletismo do mundo, responsável por revelar nomes que, anos depois, chegaram aos Jogos Olímpicos, como Florence Griffith-Joyner, Carl Lewis e Sha’Carri Richardson

 

Um menino de apenas 12 anos, nascido em Brasília, está chamando atenção nos Estados Unidos, ao conquistar no último dia 28, em Humble, Texas, resultados expressivos no AAU Junior Olympic Games, a maior competição de base do atletismo americano, que reúne jovens talentos de todos os estados americanos.

João chegou aos EUA aos dois anos de idade, mas nunca esqueceu suas raízes brasileiras. Em 2025, ele competiu em provas como 800m, 1500m e 3000m no AAU Junior Olympic Games, enfrentando os melhores corredores juvenis do país. Seu desempenho foi tão impressionante que conquistou o título de All-American – reconhecimento dado apenas aos oito melhores atletas de cada prova.

Para se ter uma ideia da importância, o AAU Junior Olympic Games é considerado o maior torneio juvenil de atletismo do mundo, responsável por revelar nomes que, anos depois, chegaram aos Jogos Olímpicos, como Florence Griffith-Joyner, Carl Lewis e Sha’Carri Richardson.

A grandiosidade do evento

Com base nos dados disponíveis dos AAU Junior Olympic Games em anos anteriores, estima-se que aproximadamente 14.000 atletas participaram apenas das provas de Atletismo. Ou seja, somente no atletismo, são milhares de competidores, o que torna a conquista de João ainda mais significativa.

Vale destacar que os AAU Junior Olympics abrangem diversas modalidades esportivas, com o Atletismo sendo o maior evento. Eles são distintos do USATF National Junior Olympic Track & Field Championships, que é exclusivamente dedicado ao atletismo – reforçando a amplitude e o impacto da competição em que João brilhou.

Por que o Brasil precisa saber

No Brasil, não existem provas similares para a idade de João. A oferta de competições para crianças é extremamente baixa, e mesmo um dos maiores eventos do país, o Troféu Brasil de Atletismo, não reúne sequer 900 atletas em todas as categorias.

Isso torna a experiência de João ainda mais rara e valiosa, pois ele tem a oportunidade de competir desde cedo em eventos de altíssimo nível, que o preparam para um futuro promissor.

Sonho Olímpico

O plano de João é claro: estar nas Olimpíadas de 2032, representando o Brasil. E, quem sabe, até mesmo antecipar esse sonho para os Jogos de 2028, em Los Angeles.

A cada treino, cada competição e cada medalha, João está um passo mais próximo de se tornar um dos grandes nomes do atletismo brasileiro em nível mundial.

Equipe multidisciplinar: o segredo por trás do sucesso

Por trás de um atleta jovem e promissor como João, existe um time inteiro trabalhando para que ele tenha suporte físico, mental e emocional:

  • Treinador de Corrida – Edilberto Barros

Planeja os treinos de pista, controla cargas, define paces e prepara João para cada competição.

Benefício: melhora técnica e resistência, além de evitar sobrecarga e lesões.

  • Coach Mental – Renata Fernandes

Trabalha a mentalidade de campeão, foco, autoconfiança e ferramentas emocionais para lidar com pressão.

Benefício: João aprende a controlar a ansiedade, canalizar nervosismo em energia positiva e manter a alegria no esporte.

  • Nutricionista – Felipe Ribeiro

Desenvolve o plano alimentar específico para treinos, provas e recuperação, considerando a idade e o crescimento do João.

Benefício: garante energia ideal, fortalecimento imunológico, crescimento saudável e prevenção de fadiga.

  • Fisioterapeuta e Recovery Team

Acompanha a saúde muscular e articular, cuida da prevenção e do tratamento de pequenas lesões.

Benefício: João se mantém saudável, com um corpo pronto para suportar treinos intensos.

  • Família como suporte diário

Presença constante dos pais Thiago e Clariana, que equilibram disciplina e afeto.

Benefício: João sente segurança emocional e consegue manter o espírito competitivo sem perder a infância.

Números que impressionam

  • 1º lugar em várias provas da temporada AAU 2025
  • All-American nos 3000m (Top 6 dos EUA)
  • Campeão estadual da Middle School na Flórida (2024)
  • Melhor tempo da Flórida para sua idade nas 2 milhas em Cross Country

Sobre o AAU Junior Olympic Games

Realizado desde 1967, o AAU Junior Olympic Games é um dos maiores eventos esportivos juvenis do mundo, com mais de 14 mil participantes apenas no Atletismo e a presença de olheiros, técnicos e universidades. Muitos dos maiores atletas olímpicos dos EUA já passaram por lá antes de brilhar em Jogos Olímpicos.

Com 448.445 empresas ativas, Brasília é palco de evento estratégico para impulsionar negócios de alto impacto

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Com a participação de grandes especialistas do setor, evento exclusivo promete gerar novos negócios e conexões estratégicas para empresários de todo o país.

A cidade de Brasília, com 448.445 empresas ativas, se prepara para sediar o Negócios de Alto Impacto, evento exclusivo que acontecerá nos dias 8 e 9 de agosto, no Estádio Mané Garrincha. Empresários selecionados de todo o Brasil estarão imersos em uma experiência única, com foco no desenvolvimento e crescimento de negócios de alto nível. A capital federal se destaca como um centro estratégico para a inovação empresarial, e o evento será um reflexo do potencial que a cidade tem a oferecer.

Com uma curadoria criteriosa, o Negócios de Alto Impacto reunirá nomes renomados como Gilson Neves, Rafic Junior e Victor Minaya, referências em empreendedorismo e gestão empresarial. Durante dois dias de imersão, os participantes terão acesso a conteúdos exclusivos sobre vendas, liderança, gestão de pessoas e escalabilidade de negócios. A proposta do evento é entregar soluções práticas, discutindo o “simples que funciona”, e gerar relações que vão além do networking, criando uma verdadeira comunidade de empresários focados em resultados.

Para Rafic Júnior, empresário e especialista em alta performance e um dos idealizadores do evento, Brasília é uma cidade com grande potencial para negócios. “É um lugar onde as oportunidades estão em cada esquina. Durante anos, fui para São Paulo extrair o melhor de lá, e agora trago esse conhecimento de volta para Brasília, com um olhar renovado, para impulsionar o que já temos de bom”, explica. Ele destaca que o evento é uma oportunidade para aprender com empresários experientes que já trilharam um caminho de sucesso no mercado.

Além das palestras e workshops, o evento vai proporcionar materiais didáticos e ferramentas práticas para os participantes aplicarem imediatamente em seus negócios. “Nosso foco é entregar alta performance. Queremos que os empresários saiam de lá com insights que possam colocar em prática rapidamente e gerar resultados reais”, completa Rafic Júnior.

Com uma programação intensa e dinâmica, o Negócios de Alto Impacto é mais do que uma imersão de aprendizado: é uma chance para os empresários se conectarem profundamente com outros líderes e estabelecerem relações que perduram, sempre com foco na construção de negócios sustentáveis e bem-sucedidos.

Bonecos na Rural leva arte e inclusão a comunidades de três estados brasileiros

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Nova edição do projeto brasiliense realiza turnê em Minas Gerais, Goiás e Bahia

 

 

A estrada volta a ser cenário para a Cidade dos Bonecos em 2025. A nova edição do projeto Bonecos na Rural expande seus horizontes e ganha dimensão interestadual, com uma turnê que percorre Minas Gerais, Goiás e Bahia, levando teatro, formação e consciência ambiental a comunidades quilombolas, escolas do campo e vilas ribeirinhas.

 

O espetáculo “A Flor do Sertão” abre alas para a caravana. Com linguagem popular e acessível, a montagem será acompanhada por mediação cultural, tradução em Libras e audiodescrição, garantindo o acesso de todos os públicos — um compromisso que está no centro da trajetória da companhia.

 

A proposta vai além do palco. Professores das escolas atendidas participarão de uma oficina de construção de bonecos com materiais recicláveis, onde aprenderão técnicas simples para replicar em sala de aula. Ao final, recebem a Mala Cultural — um kit pedagógico repleto de materiais e ideias que estimulam a continuidade do trabalho com teatro de formas animadas no ambiente escolar.

 

Como apoio à formação, os educadores também terão acesso exclusivo à websérie “Teatro de Formas Animadas”, criada pela própria companhia. A série apresenta, de forma prática e criativa, conteúdos sobre manipulação de bonecos, teatro de sombras, confecção de personagens e outras possibilidades cênicas adaptadas à realidade das escolas públicas.

 

A estrutura da turnê conta com um reforço sustentável: a Usina Solar sobre Rodas, que fornece energia limpa para todas as atividades e reforça a mensagem de respeito ao meio ambiente — uma marca registrada do projeto desde sua criação.

 

“Bonecos na Rural é mais do que teatro. É encontro, é afeto, é troca de saberes. Uma ação que respeita cada território e valoriza a cultura de quem vive nele”, afirma Domingos Rodrigo, idealizador do projeto, que é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF).

 

Etapas da turnê

 

1ª Etapa – Minas Gerais

– 06 de agosto – Montes Claros

– 08 e 09 de agosto – Paracatu

 

2ª Etapa – Goiás (setembro)

– Alto Paraíso

– Povoado do Mesquita

– Cidade Ocidental

 

3ª Etapa – Bahia (setembro)

– Regiões ribeirinhas e vilas de pescadores em Canavieiras

 

Serviço:

 

Bonecos na Rural 2025

Realização: Cia. Cidade dos Bonecos

Classificação: Livre

Assessoria de Imprensa: AG Assessoria e Eventos

Instagram: @cidadedosbonecos

Com presença de Nelson Willians, evento em Alphaville reúne elite da advocacia e grandes nomes do mercado para debater o futuro do direito

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Imersão prevista para novembro deve reunir 2.500 advogados com foco em gestão, inovação e tecnologia no setor jurídico

Nos dias 28, 29 e 30 de novembro, a partir das 9h, Alphaville será o destino de milhares de profissionais do Direito. O bairro empresarial na Grande São Paulo sediará a Imersão Advogado 10X, no Coliseu, evento que reunirá alguns dos principais nomes do empreendedorismo digital e da advocacia brasileira para discutir os rumos da profissão em um mercado em transformação.

A expectativa da organização é receber mais de 2.500 advogados de diversas regiões do país em uma programação de três dias, com painéis sobre inovação, gestão estratégica, posicionamento profissional e uso de tecnologia no universo jurídico.

Com curadoria do advogado Cristiano Ferreira, fundador do Grupo Advogado 10X e referência em negócios jurídicos no Brasil, o evento já tem presenças confirmadas de Flávio Augusto da Silva (fundador da Wise Up e do Orlando City), Érico Rocha (a maior autoridade do páis em marketing digital), Thiago Nigro (Primo Rico), Joel Jota, Caio Carneiro, Tiago Brunet, Elton Euler, Renato Torres, Carla Sarni, Lerry Granville, Bia Machnick, Arthur Aguiar, Bruno Feigelson, Monaliza Krepe e do advogado Nelson Wilians. “Vamos debater o futuro da advocacia sob a ótica de quem construiu negócios sólidos, escaláveis e de impacto. A proposta é ajudar o advogado a assumir um papel de protagonismo e resultado dentro do mercado jurídico”, afirma Ferreira.

Além das palestras, o encontro incluirá mentorias, rodadas de negócios, exibição de soluções tecnológicas e um painel com especialistas sobre o impacto da inteligência artificial nos escritórios de advocacia. A imersão é uma das iniciativas estratégicas do Grupo Advogado 10X, que reúne mais de 25 mil profissionais conectados e atua no Brasil e Europa.

De acordo com dados do Conselho Federal da OAB, o Brasil possui mais de 1,3 milhão de advogados registrados, a maior população jurídica do mundo. “Nesse cenário hipercompetitivo, formar-se não basta. O advogado que não domina gestão, marketing, vendas e tecnologia tende a perder espaço”, alerta Ferreira, que também lidera a primeira escola de negócios jurídicos do país inspirada no modelo da G4 Educação. A instituição, prevista para ser lançada ainda neste semestre, oferecerá aulas práticas nas áreas de finanças, marketing jurídico, processo civil e gestão de carreira.

A Imersão Advogado 10X  também representa o avanço das parcerias estratégicas do grupo. Uma das principais é com o BTG Pactual, que passou a atuar como banco oficial da advocacia dentro do ecossistema do Advogado 10X. A instituição financeira já confirmou participação no evento com economistas convidados que abordarão temas como planejamento financeiro e investimentos voltados à categoria. “O advogado precisa sair do papel de técnico e assumir a cadeira de empresário do Direito. O evento é um passo concreto para essa virada de chave”, conclui Ferreira.

Serviço

Imersão Advogado 10X

Onde: Coliseu, Alphaville (SP)
Quando: dias 28, 29 e 30 de novembro de 2025
Horário: a partir das 9h
Público: 2.500 advogados
Palestrantes confirmados:Flávio Augusto, Érico Rocha, Thiago Nigro, Tiago Brunet Joel Jota, Caio Carneiro, Elton Euler, Renato Torres, Carla Sarni, Lerry Granville, Bia Machnick, Arthur Aguiar, Bruno Feigelson, Monaliza Krepe e Nelson Wilians
Temas: inovação, gestão, tecnologia e IA no Direito
Curadoria: Cristiano Ferreira (Advogado 10X)
Mais informações: https://adv10x.com.br/imersao-2025/ 

Site: Imersão 2025

Instagram oficial: @advogado10x

 

Sobre Cristiano Ferreira
Cristiano Ferreira é empreendedor jurídico e fundador do Grupo Advogado Adv10x, a maior comunidade de negócios entre advogados do Brasil, com mais de 25 mil profissionais conectados. À frente da organização, lidera iniciativas que integram educação, autoridade, networking, inovação e soluções práticas para a advocacia moderna, com atuação no Brasil e no exterior. É responsável pela construção de parcerias estratégicas, como a firmada com o BTG Pactual que hoje se posiciona como banco oficial da advocacia e a mentoring League Society, grupo liderado por Flávio Augusto.

Idealizador da primeira escola de negócios jurídicos do país inspirada no modelo da G4 Educação, Cristiano tem como missão transformar a carreira tradicional dos advogados em trajetórias de protagonismo e alta performance. Seu trabalho é voltado à preparação de profissionais para um mercado jurídico mais competitivo, tecnológico e orientado a resultados, combinando visão empresarial com formação técnica e inteligência de mercado.

Instagram – https://www.instagram.com/advogado10x/

Milhões de dólares de agências ligadas ao governo Biden foram usados para calar eleitores de Bolsonaro, manipular algoritmos nas redes sociais e favorecer indiretamente a eleição de Lula

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Por Karina Michelin

O que foi revelado nesta quarta-feira, 6 de agosto, na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados é estarrecedor: segundo Mike Benz, ex-funcionário do Departamento de Estado dos EUA e especialista em guerra de informação, o Partido Democrata norte-americano financiou uma estrutura internacional de censura para interferir diretamente na democracia brasileira.

De acordo com Benz, que hoje dirige a Foundation for Freedom Online, milhões de dólares de agências ligadas ao governo Biden, como a USAID, foram usados para calar eleitores de Bolsonaro, manipular algoritmos nas redes sociais e favorecer indiretamente a eleição de Lula.

Benz apontou o dedo para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que, segundo ele, coordenou redes de “verificadores de fatos” – os vassalos do sistema- que aplicavam algoritmos de censura em massa, sempre com viés político.

A operação mirava o campo conservador e favorecia sistematicamente a esquerda – tudo isso em pleno período eleitoral. E tem mais: Benz denunciou diretamente o Grupo Globo – incluindo TV Globo, GloboNews, G1 e jornal O Globo – como parte ativa dessa engrenagem de censura, em aliança com 7 agências de checagem treinadas e financiadas com dinheiro americano.

O modelo, segundo ele, foi exportado dos EUA após o colapso da influência liberal nas redes em 2016 com a eleição de Donald Trump. Durante evento do LIDE, o ministro Luís Roberto Barroso, admitiu publicamente a atuação do Departamento de Estado americano nas eleições brasileiras. A fala na época passou despercebida por muitos, mas não pode mais ser ignorada.

A confissão de Barroso apenas corrobora o que foi revelado em tom de denúncia por Mike Benz, em audiência oficial na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. Benz foi direto: o TSE coordenou uma máquina de censura algorítmica, operada por agências de checagem treinadas e pagas com dinheiro estrangeiro, em parceria com grandes conglomerados de mídia.

Isso significa que a esquerda brasileira – sobretudo o PT – foi favorecida eleitoralmente por uma estrutura de manipulação de origem estrangeira.

E isso, segundo a legislação brasileira, é crime.

 

 

Fonte: donnysilva.com.br

Oriovisto critica o grande número de financiamentos de bancos públicos votados pelo Senado

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Na reunião da Comissão de Assuntos Econômicos desta terça-feira(5/8), o senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR), criticou o grande número de financiamentos de bancos públicos votados pelo Senado Federal. Hoje os senadores aprovaram mais um empréstimo de US$ 750 milhões do BID para o BNDES. O dinheiro vai financiar o programa de acesso ao crédito para pequenas empresas da Amazônia.

Segundo o senador, só em 2025 o BNDES já emprestou mais de U$1 bilhão: “O lema agora é ‘Make de BNDES great again’, considerando o volume de empréstimos em dólar, mas falta acompanhamento, já que são empréstimos feitos com o aval da União. Algum controle sobre esses financiamentos, nós precisamos ter”.

 

 

Haddad quer usar Pix e terras raras como trunfos em negociação com os EUA

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (4) que pretende colocar o Pix e as terras raras brasileiras no centro das negociações comerciais com os Estados Unidos. A estratégia, segundo ele, busca reverter o tarifaço sobre produtos nacionais e ampliar investimentos estratégicos em setores como tecnologia e transição energética. Em entrevista à BandNews, Haddad defendeu que o Brasil intensifique o comércio bilateral com a maior economia do mundo, sem abrir mão da soberania econômica. “Queremos parcerias com todo o planeta, mas não na condição de satélite ou colônia. O Brasil é grande demais para isso”, afirmou.

 

Entre os pontos destacados estão as chamadas terras raras e minerais críticos — como nióbio, lítio, titânio e tântalo —, essenciais para a produção de baterias e outras tecnologias limpas. Haddad sugeriu que o próprio Estado brasileiro possa adquirir parte desses insumos que deixarem de ser exportados, destinando-os a políticas públicas e programas sociais.

 

O ministro também citou o Pix como exemplo de tecnologia nacional com potencial de interesse internacional. “É uma tecnologia desenvolvida pelo Estado brasileiro e considerada por economistas, inclusive prêmios Nobel, como o futuro da moeda digital no mundo”, disse, destacando que o sistema poderia ser uma alternativa segura para países que buscam reduzir riscos ligados a criptomoedas ou à desdolarização. Para Luiz Guardieiro, Diretor de Receita da Portão 3 (P3), a menção ao sistema de pagamentos em um diálogo diplomático revela o peso que o Pix conquistou desde sua criação.

 

“O Pix se tornou um case global de inovação em pagamentos, com adesão universal no Brasil e crescente interesse no exterior. Colocá-lo na pauta com os EUA não é apenas falar de tecnologia, mas de exportar um modelo de eficiência, inclusão financeira e infraestrutura digital que pode inspirar outros países”, afirma.

 

Haddad ressaltou que, embora a participação dos EUA na pauta de exportações brasileiras tenha sido reduzida pela metade desde 2002, o objetivo agora é diversificar sem perder oportunidades com o mercado norte-americano. Ele também cobrou que governadores apresentem propostas concretas sobre os setores mais sensíveis ao tarifaço, abrindo espaço para parcerias e financiamento federal.

 

A expectativa é que as discussões avancem para além da questão tarifária, envolvendo cooperação em setores estratégicos, segurança digital e regulação de big techs. Segundo Haddad, a despolitização do debate comercial é essencial para que acordos possam ser firmados com ganhos mútuos.

 

Caso tenha interesse na pauta, basta me avisar que faço a ponte com a executiva.
Sobre a Portão 3 (P3):

A Portão 3 (P3) é uma plataforma de gestão de pagamentos focada em grandes empresas e indústrias. A gente organiza, em um só lugar, todos os gastos com anúncios, viagens, alimentação, pedágios, combustível e o que mais estiver rodando nos cartões corporativos.

Com mais de R$6 bilhões transacionados e 4.000 empresas ativas na América Latina, a P3 nasceu para deixar a vida dos financeiros mais leve e inteligente. Fomos acelerados pela Y Combinator (batch 2021), Scale Up da Endeavor (2022) e destaque no “100 Open Startups” em 2024. Também conquistamos os selos Most Loved Workplace e Great Place to Work em 2023.

Advogado cita cinco passos para quem deseja matricular o filho em uma universidade nos EUA

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De notas no ensino médio ao perfil dos pais, especialista compartilha o que realmente pesa na decisão das instituições

Enviar um filho para cursar uma universidade nos Estados Unidos é o sonho de muitos pais brasileiros, e uma meta que exige planejamento financeiro, conhecimento dos trâmites educacionais e adaptação cultural. O advogado Daniel Toledo, especialista em Direito Internacional e fundador da Toledo e Advogados Associados, compartilhou em detalhes a experiência com a matrícula do próprio filho em uma instituição americana.

A jornada, segundo ele, vai além de boas notas no boletim escolar, envolve foco, documentação detalhada dos pais e uma análise minuciosa de perfil por parte da universidade. “Meu filho não era o melhor aluno da sala. Sempre passou de ano, ia bem nas disciplinas de humanas, mas não tinha um GPA excepcional. O que fez a diferença foi o conjunto, quem ele é, quem somos nós como família e o que ele pode se tornar”, afirma Toledo.

Etapa 1: foco e escolha da universidade

Ao contrário da estratégia comum nos EUA, aplicar para várias instituições e escolher entre as opções aprovadas, Toledo decidiu concentrar os esforços em uma única universidade. “Assumi o risco. Se não desse certo, teríamos que rever tudo. Mas preferi apostar em foco e preparo, conhecendo de perto o campus, conversando com coordenadores e visitando a faculdade antes de aplicar.”

Segundo dados do National Center for Education Statistics (NCES), há mais de 4 mil  instituições de ensino superior nos EUA. A taxa média de aceitação nas universidades é de 68%, mas nas mais competitivas, como Harvard ou Stanford, esse índice cai para menos de 5%.

Etapa 2: documentos e comprovação de renda

Mesmo após a aceitação inicial, a matrícula não é garantida sem uma segunda triagem, a análise do histórico familiar. A universidade solicitou do advogado todos os documentos acadêmicos, currículos, certificados e declarações fiscais nos quatro países onde atua, Brasil, Estados Unidos, Itália e Panamá.

“Não foi só o imposto de renda dos EUA. Tive que enviar os rendimentos do exterior também. A universidade quer entender quem está por trás do estudante. Eles avaliam o potencial de contribuição futura do aluno e o histórico da família”, explica.

Além da comprovação de capacidade de pagamento, Toledo optou por não solicitar bolsas nem financiamentos públicos. “Quis que meu filho estudasse com tranquilidade, sem depender de aprovação de auxílio. Preferi me preparar financeiramente com antecedência.”

Etapa 3: custo e planejamento financeiro

Estudar em uma universidade americana é um investimento significativo. De acordo com o College Board, o custo médio anual de uma universidade pública para residentes fora do estado (como é o caso da maioria dos estudantes estrangeiros) é de US$ 27 mil. Já nas universidades privadas, esse valor ultrapassa US$ 38 mil por ano.

No caso da família Toledo, o custo estimado foi de US$ 150 mil a US$160 mil para os quatro anos de graduação, fora despesas com moradia, alimentação, plano de saúde, livros e transporte. “Universidades mais renomadas ultrapassam os US$ 60 mil por ano. Mas há boas opções na faixa dos 20 a 40 mil dólares anuais que oferecem estrutura e reconhecimento.”

Etapa 4: curso, inglês e adaptação

O filho de Daniel Toledo optou por iniciar o curso com foco em Political Science, com intenção de seguir para a área de Direito (Law School) no futuro. A graduação tradicional em Direito nos EUA exige primeiro um Bachelor’s Degree, seguido por mais três anos de Juris Doctor (JD) e aprovação no exame da ordem (Bar Exam).

Sobre o domínio do inglês, o advogado é direto. “O aluno brasileiro que estudou inglês no Brasil não está preparado. A diferença de sotaques nos EUA é brutal. Meu filho convive com colegas indianos, chineses, hispânicos e americanos de diferentes regiões. Se o jovem não fez o ensino médio nos EUA, vai ter mais dificuldade para acompanhar.”

Por isso, Toledo recomenda que, quando possível, os estudantes brasileiros concluam o High School nos Estados Unidos. “Ajuda na fluência, na adaptação à cultura acadêmica local e facilita a entrada em boas universidades.”

Etapa 5: carga horária e diploma duplo

Uma vantagem destacada na experiência foi a flexibilidade do sistema americano. Com a estrutura de créditos e janelas de horário, o estudante pode aproveitar disciplinas eletivas para obter mais de um diploma. “Com o planejamento certo, meu filho vai sair com três graduações em áreas complementares: Political Science, Business e Criminal Justice. Isso amplia muito as possibilidades futuras.”

Toledo acredita que o maior erro dos pais é criar expectativas descoladas da realidade. “Muitos acham que os filhos vão direto para Harvard. Isso pode gerar frustração se não acontecer. O importante é alinhar a escolha com o perfil do aluno e entender que a faculdade americana está buscando quem tem potencial para agregar à marca dela, seja no mercado, no empreendedorismo ou na carreira acadêmica.”

O passo mais importante, segundo ele, é se planejar com antecedência e conhecer bem o que está por trás das exigências. “A universidade quer saber se o aluno é capaz, se os pais podem sustentar o projeto e se a trajetória da família pode trazer orgulho para a instituição no futuro. Quando isso está claro, as portas se abrem”, conclui.

 

Sobre Daniel Toledo

Daniel Toledo é advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em Direito Internacional, consultor de negócios internacionais, palestrante e sócio da LeeToledo PLLC. Toledo também possui um canal no YouTube com mais de 700 mil seguidores com dicas para quem deseja morar, trabalhar ou empreender internacionalmente. Ele também é membro efetivo da Comissão de Relações Internacionais da OAB Santos, professor honorário da Universidade Oxford – Reino Unido, consultor em protocolos diplomáticos do Instituto Americano de Diplomacia e Direitos Humanos USIDHR. Para mais informações, acesse o site ou pelo Linkedin.

 

Sobre a Toledo e Advogados Associados

O escritório Toledo e Advogados Associados é especializado em direito internacional, imigração, investimentos e negócios internacionais. Atua há mais de 20 anos com foco na orientação de indivíduos e empresas em seus processos. Cada caso é analisado em detalhes, e elaborado de forma eficaz, através de um time de profissionais especializados. Para melhor atender aos clientes, a empresa disponibiliza unidades em São Paulo, Santos e Houston. A equipe é composta por advogados, parceiros internacionais, economistas e contadores no Brasil, Estados Unidos e Portugal que ajudam a alcançar o objetivo dos clientes atendidos. Para mais informações, acesse o site ou pelo instagram.

Brasília recebe mais uma edição do Mega Drift em setembro

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Competição vai acontecer na Granja do Torto

Brasília volta a ser o centro das atenções do automobilismo nacional com a chegada da 3ª e 4ª etapas do Mega Drift 2025, que acontecem nos dias 13 e 14 de setembro, na Granja do Torto. Após um fim de semana histórico no Parque da Cidade, onde mais de 4 mil pessoas vibraram com disputas emocionantes, os principais nomes do drift brasileiro se reencontram na pista para mais uma rodada do campeonato que já se consagrou como o maior do Centro-Oeste.

As etapas anteriores coroaram Matheus Sartor como o grande vencedor da 1ª etapa, com uma performance sólida e técnica que lhe garantiu o topo do pódio. Na 2ª etapa, foi a vez de Lucas Medeiros brilhar. Atual campeão do Mega Drift e campeão brasileiro da categoria PRO, ele demonstrou habilidade e frieza para conquistar a vitória em uma das provas mais acirradas do circuito. Luis Henrique, por sua vez, garantiu o segundo lugar na segunda etapa em um momento emocionante, ao dividir o pódio com o filho, e Matheus Sartor voltou a figurar entre os três melhores, desta vez na terceira colocação, consolidando-se como um dos nomes mais fortes da temporada.

“O nível técnico dos pilotos está altíssimo e o público tem comparecido em peso. A Granja do Torto é um palco à altura do que o campeonato representa hoje para o esporte nacional”, destaca Gustavo Carvalho, organizador do Mega Drift.

Além dos favoritos ao título, o evento também contará com apresentações especiais de pilotos convidados, como Diego Higa que corre no maior campeonato no mundo de Drifti, DK Gui, campeão brasileiro da categoria Light; Yaya Santos, única mulher do Centro-Oeste a competir na modalidade; e o lendário Múcio Eustáquio, conhecido por suas manobras radicais que empolgam fãs de todas as idades.

Os ingressos já estão disponíveis no aplicativo oficial do Mega Drift, com preços a partir de R$ 45 no primeiro lote. A estrutura do evento inclui arquibancadas cobertas, praça de alimentação, área kids e ativações para toda a família.

Mega Drift 2025 – 3ª e 4ª etapas
Data: 13 e 14 de setembro
Horário: Das 10h às 18h
Local: Granja do Torto – Brasília/DF
Ingressos: A partir de R$ 45 (1º lote) no aplicativo oficial Mega Drift

Abuso em voo expõe falha na segurança e acende alerta para proteção de crianças no transporte aéreo 

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Caso de menor que teve iPad usado para atos obscenos por funcionário terceirizado nos EUA levanta debate sobre os direitos de passageiros vulneráveis no Brasil

Rodrigo Alvim, especialista em Direito dos Passageiros Aéreos

 

Dias depois de uma criança perder o tablet durante um voo nos Estados Unidos, a família descobriu que um funcionário terceirizado da companhia havia utilizado o dispositivo para gravar atos obscenos e acessar indevidamente contas pessoais. O caso, que gerou processo judicial nos Estados Unidos, reacende discussões no Brasil sobre a responsabilidade das companhias aéreas, especialmente quando envolvem passageiros vulneráveis como crianças e adolescentes.

No Brasil, a legislação não permite que empresas se isentem de responsabilidade alegando que os autores de abusos são terceirizados. “O Código de Defesa do Consumidor prevê responsabilidade solidária de todos os envolvidos na cadeia de prestação de serviços. Assim, a companhia aérea responde diretamente por condutas praticadas por funcionários terceirizados durante o voo ou em atividades relacionadas”, explica Rodrigo Alvim, especialista em Direito dos Passageiros Aéreos.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já analisou situação similar em 2021, ao condenar uma companhia aérea que desembarcou um adolescente na cidade errada. O tribunal reconheceu que situações de insegurança com menores geram, automaticamente, direito à indenização, sem necessidade de comprovação de dano psicológico específico. “Nos casos envolvendo crianças, os tribunais aplicam o entendimento de que os danos morais são presumidos. A simples violação do direito já é suficiente para justificar a reparação”, ressalta.

Passageiros que passam por esse tipo de situação no Brasil têm direito à reparação integral, que abrange danos materiais, morais e, quando necessário, custos de tratamento psicológico. Em caso de menores de idade, o direito à indenização é ainda mais evidente.

“Esse tipo de violação não pode ser tratado como algo isolado ou acidental. As empresas têm o dever legal e ético de garantir a segurança de todos os passageiros, especialmente os mais vulneráveis”, conclui o especialista.
O que fazer nestes casos?

De acordo com o especialista, diante de situações que envolvam a perda de objetos pessoais durante o voo, especialmente quando há suspeita de uso indevido, é fundamental que os passageiros ajam rapidamente. “O primeiro passo é registrar o ocorrido assim que for identificado, buscando imediatamente o setor de achados e perdidos da companhia aérea. É importante manter todos os registros relacionados ao caso como e-mails, protocolos de atendimento, prints de mensagens ou qualquer outra forma de comunicação com a empresa”, explica Alvim.

De acordo com Alvim, caso haja violação de dados, acesso indevido a contas pessoais ou qualquer outro tipo de abuso, a recomendação é procurar orientação jurídica especializada. Em situações que envolvam crianças e adolescentes, o Ministério Público também pode ser acionado para garantir medidas protetivas e responsabilização dos envolvidos.

Além disso, o especialista reforça que os passageiros devem exigir reparação integral dos danos sofridos, que podem incluir desde prejuízos materiais até compensações por danos morais e custos com eventuais tratamentos psicológicos. Agir de forma rápida e documentada aumenta as chances de responsabilização da empresa e de obtenção de justiça.

 

Fonte:

Rodrigo Alvim: – Mestre em Direito pela PUC/MG. Graduado em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com um semestre na Univesidad de Barcelona. Possui MBA em gestão empresarial pela FGV. É especialista em Direito dos Passageiros Aéreos