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FESPSP reúne hoje economistas para discutir neoindutrialização e politica industrial do Brasil

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Luiz Gonzaga Belluzzo (Unicamp), Ricardo Bielschowsky (UFRJ),
Antonio Corrêa de Lacerda (BNDES e PUC-SP) e Haroldo Silva (CORECON-SP)
debatem o tema nesta segunda-feira (4), às 19h

Evento presencial, na sede da FESPSP, no Jardim Paulista,
terá transmissão simultânea pelo canal do Youtube da Escola

Saiba mais sobre o evento

A guerra tarifária dos Estados Unidos e o avanço dos Brics são somente mais um dos capítulos da vertiginosa transformação pela qual o mundo está se reconfigurando. Nesse momento, é crucial para os países se reposicionarem para garantirem sua soberania e competitividade geoestratégica. A FESPSP (Escola de Sociologia e Política de São Paulo) trará nesta segunda-feira, das 19h às 21h, quatro renomados economistas para debaterem qual a melhor estratégia para o Brasil reservar seu lugar na nova dinâmica mundial.

Luiz Gonzaga Belluzzo (Unicamp), Ricardo Bielschowsky (UFRJ), Antonio Corrêa de Lacerda (BNDES e PUC-SP) e Haroldo Silva (CORECON-SP) discutirão os desafios da indústria brasileira, o papel do Estado e as propostas de política industrial, com mediação da Antonio Prado, economista e membro do Conselho Superior da FESPSP, com passagens pelo Dieese, BNDES e ONU.
O evento é organizado pelo Núcleo Brasileiro de Estudos Estratégicos (NBEE) da FESPSP, com apoio do CORECON-SP (Conselho Regional de Economia de São Paulo) e da ABED-SP (Associação Brasileira de Economistas pela Democracia – Seção São Paulo).

 

SERVIÇO

Ciclo de Seminários Neoindustrialização e Política Industrial do Brasil

Data: 4 de agosto de 2025, das 19:00 às 21:00

Local: Av. General Jardim, 522 – Jd. Paulista

Inscrições para participação presencial: aqui

Link para audiência online: fespspcomunica

 

Demissão por acordo cresce no Brasil e pode beneficiar tanto empresas quanto trabalhadores

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Especialista em Direito do Trabalho, Glauco dos Reis, explica como funciona esse tipo de rescisão e quando ela pode ser uma alternativa vantajosa para ambas as partes

 

Desde a Reforma Trabalhista de 2017, a chamada demissão por acordo vem ganhando espaço nas relações de trabalho no Brasil. O modelo permite que empregador e empregado cheguem a um consenso sobre o encerramento do contrato, garantindo parte dos direitos trabalhistas e facilitando a negociação. Mas, embora seja uma opção legítima e legal, é preciso atenção aos detalhes para evitar prejuízos.

 

Segundo o advogado trabalhista Glauco dos Reis, esse tipo de desligamento tem se tornado uma alternativa viável principalmente em cenários em que o colaborador deseja sair, mas a empresa não tem interesse em demiti-lo sem justa causa. “A demissão por acordo é uma forma equilibrada de romper o vínculo empregatício, desde que não haja coação ou imposição por parte do empregador”, explica.

 

Na prática, o trabalhador recebe metade do aviso prévio e da multa do FGTS, além de poder sacar até 80% do fundo de garantia. Já o seguro-desemprego não é liberado nesse tipo de rescisão. “É importante que o trabalhador saiba exatamente o que está abrindo mão. A vantagem está na previsibilidade e no encerramento amigável da relação, mas isso exige transparência e boa-fé de ambos os lados”, destaca o advogado.

 

Ainda de acordo com o especialista, é essencial formalizar o acordo por escrito e garantir que todos os direitos previstos em lei sejam respeitados. “A homologação deve ser feita com base na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e o Termo de Rescisão deve refletir fielmente os valores negociados. Caso contrário, a empresa pode ser alvo de futuras ações judiciais”, alerta o especialista.

 

Glauco também recomenda que o trabalhador reflita sobre suas condições antes de aceitar o acordo. “Se a pessoa está saindo por insatisfação ou busca de novas oportunidades, pode ser vantajoso. Mas se ela depende do seguro-desemprego ou não tem outra renda imediata, talvez seja melhor esperar uma rescisão sem acordo”, avalia Glauco dos Reis. O ideal, segundo ele, é buscar orientação profissional para tomar uma decisão segura e consciente.

 

Milo Wiltbank detalha evolução da IATF desde a década de 90 até os dias atuais durante Agroleite, em Castro (PR)

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O pesquisador norte-americano Dr. Milo Wiltbank, referência global em fisiologia reprodutiva e responsável pelo desenvolvimento do OvSynch®, protocolo de sincronização de cio que ajudou a popularizar a Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) no mundo todo, participa no dia 6 de agosto da Agroleite, em Castro (PR).
Ele será um dos destaques da programação técnica com a palestra “Desenvolvendo um manejo reprodutivo de alta fertilidade para vacas de alta produção de leite”. O conteúdo é especialmente relevante para a região dos Campos Gerais e demais bacias leiteiras brasileiras, que concentram fazendas de alta produtividade, com rebanhos que chegam a produzir mais de 50 litros de leite por vaca/dia.
Nesta realidade, o desempenho reprodutivo é fator decisivo para a eficiência produtiva. Com base em estudos realizados nos EUA e no Brasil, Wiltbank apresentará os impactos positivos de estratégias como a pré-sincronização hormonal, que permitiram aumentar as taxas de concepção no primeiro serviço para mais de 50% em vacas em lactação e reduzir perdas gestacionais.
De acordo com Alexandre Prata, gerente técnico da GlobalGen, empresa a qual o pesquisador é um dos sócios no Brasil, a palestra será uma oportunidade única para técnicos e produtores acessarem conteúdos de alto nível científico e aplicabilidade prática. “O Dr. Milo vai apresentar uma linha do tempo com os avanços dos protocolos reprodutivos desde os anos 1990. É uma base técnica sólida que transformou a forma como lidamos com a reprodução de vacas de alta produção”, afirma.
 O protocolo OvSynch®, desenvolvido por Wiltbank, é considerado um divisor de águas para a popularização IATF no mundo todo. “Foi a partir desse protocolo que esta biotecnologia se tornou previsível e eficiente, possibilitando a reprodução em larga escala com altos índices de fertilidade”, reforça Prata.
Além da palestra, a equipe da GlobalGen participa, na mesma data, de um dia de campo na Fazenda MELKSTAD, uma das principais referências em produção leiteira na região. A empresa também acompanhará o lançamento da Casa da UCBVet, controladora da joinventure, em sociedade com a ReproGen, de Milo e o Dr. Richard Pursley, na feira.
 Quem é Milo C. Wiltbank
O Dr. Milo Wiltbank é professor da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, e um dos principais nomes da reprodução bovina mundial. Graduado em Zoologia e mestre em Fisiologia pela Brigham Young University, fez pós-doutorado na Universidade de Michigan e atuou como pesquisador na Universidade do Colorado.
Reconhecido pela criação do protocolo OvSynch®, base da moderna IATF, é autor de centenas de publicações científicas sobre regulação hormonal do ovário, nutrição reprodutiva e tratamento de vacas anovulares. É membro da American Dairy Science Association e da International Embryo Transfer Society. Entre seus prêmios, destacam-se o Pharmacia Physiology Award e o John S. Donald Teaching Award.
 GlobalSynch Group dias 8 e 9 de agosto
Prata também informa que a edição 2025 do grupo de estudos que vem conquistando importante espaço no calendário pecuário já tem data marcada. Será nos dias 8 e 9 de agosto, em Goiânia (GO). “Por apresentar o que há de mais recente em tecnologias reprodutivas para o gado de corte, o GlobalSynchGroup é um evento de importância nacional. Serão discutidas as tendências do mercado de carne, inseminação artificial e protocolos de IATF, além de temas pontuais como sanidade e bem-estar animal”, finaliza o gerente técnico da GlobalGen.

Ação nacional pede que Lula vete o PL da Devastação  

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Mais de 70 cidades brasileiras receberão arte de rua pedindo pelo veto, Brasília está na lista

 

Arte contra a destruição ambiental: essa é a proposta de uma ação nacional nas 26 capitais, Distrito Federal e outras 50 cidades em todo o país. Ao longo desta semana, coletivos de artistas e ativistas de todas as regiões do Brasil espalharão grandes cartazes (lambe-lambes) pedindo que o presidente Lula vete integralmente o Projeto de Lei 2159/2021 – o PL da Devastação. Ele destrói o sistema de licenciamento ambiental como é conhecido hoje no país e abre caminho para uma desregulação em larga escala da política ambiental brasileira. Os lambes de larga escala devem ser instalados em pontos de grande afluxo das cidades, utilizando a arte urbana para aumentar a pressão popular pelo veto presidencial. Brasília teve a arte instalada nesta sexta-feira, na Via Marginal da EPTG (DF-085).

 

A arte foi criada por Thais Trindade, que já tem mais de 250 mil seguidores nas redes. A ilustradora, que tem formação em Arquitetura e é engajada nas lutas sociais e ambientais, desenvolveu um estilo único, que combina elementos da xilogravura popular, como os traços marcantes das artes de cordel, com influências das estéticas zapatistas, criando composições poéticas e fortes mensagens de reflexão sobre a nossa realidade. A imagem (abaixo) que está sendo afixada nas ruas de todo o país, retrata o momento emblemático da posse de Lula subindo a rampa com alguns representantes da diversidade do povo brasileiro, entre eles o Cacique Raoni, símbolo da luta indígena e ambiental, e ao lado, a frase “quem sobe a rampa com o povo, defende a vida do povo” conclama que Lula ouça a sociedade e vete o projeto.

A iniciativa faz parte da campanha contra o PL da devastação, que já vem acontecendo desde o ano passado. O projeto foi aprovado em maio no Senado e ganhou emendas consideradas ainda mais perigosas pelos especialistas, desde então, as manifestações populares nas redes e nas ruas cresceram, principalmente após o projeto ser aprovado de forma definitiva na Câmara, durante a madrugada do último dia 17 de julho, na véspera do recesso parlamentar, com permissão de votação virtual, em uma sessão esvaziada e repleta de polêmicas.
“Agora o Presidente Lula tem até dia 8 de agosto para sancionar ou vetar o PL da Devastação, que representa um retrocesso sem precedentes na legislação ambiental e que afetaria a vida de todos os brasileiros, por isso o pedido da sociedade é bem claro e enfático: VETA, LULA!”. Essa fala é de Digo Amazonas, coordenador de projetos do Megafone Ativismo, entidade responsável pela ação, que está se mobilizando com mais de 150 coletivos de artistas e ativistas, que farão as colagens dos lambes em mais de 70 cidades espalhadas pelo Brasil.

TST elege nova direção para o biênio 2025-2027 na segunda-feira (4)

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Sessão extraordinária do Tribunal Pleno começa às 13h30

O Pleno do Tribunal Superior do Trabalho realiza na segunda-feira (4), às 13h30, sessão extraordinária para eleger a nova administração do Tribunal para o biênio 2025-2027

De acordo com o Regimento Interno do TST, os cargos de direção (presidente e vice-presidente) são preenchidos mediante eleição, em que concorrem os ministros mais antigos do Tribunal, em número correspondente ao dos cargos. A reeleição é proibida, e os mandatos são de dois anos. Na mesma sessão, será eleito o corregedor-geral da Justiça do Trabalho.

A votação é feita por escrutínio secreto e pelo voto da maioria absoluta, em sessão marcada nos 60 dias antecedentes ao término dos mandatos anteriores.

O mandato do atual presidente, Aloysio Corrêa da Veiga, encerra-se no dia 25 de setembro de 2025, em razão de aposentadoria compulsória. Ele tomou posse em outubro de 2024.

A sessão será transmitida ao vivo pelo canal do TST no YouTube.

Deputado Robério Negreiros promove sessão solene em homenagem à Semana do Trabalhador em Condomínio

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A homenagem está prevista na Lei 6.471/19, de autoria do próprio distrital, que instituiu oficialmente a data no calendário comemorativo do DF

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realizará na próxima segunda-feira (04), às 10h, uma sessão solene em homenagem à Semana do Trabalhador em Condomínio, celebrada anualmente entre os dias 1º e 8 de agosto. A iniciativa, proposta pelo deputado distrital Robério Negreiros (PSD), tem como objetivo reconhecer o trabalho de milhares de profissionais que compõem a rotina condominial do DF.

A solenidade destacará síndicos, porteiros, zeladores, vigilantes, jardineiros, faxineiros, auxiliares de serviços gerais, entre outros profissionais da área. A homenagem está prevista na Lei 6.471/19, de autoria do próprio parlamentar, que instituiu oficialmente a Semana no calendário comemorativo do DF.

“Reconhecer e homenagear esses profissionais por meio de uma sessão solene é uma forma simbólica, mas significativa, de destacar seu papel essencial na construção de uma sociedade mais justa, segura e solidária”, explica Negreiros.

O evento acontece no plenário da Casa e será transmitido, ao vivo, pela TV Câmara Distrital (canal 9.3 e Youtube).

Assédio moral ainda é rotina nas empresas e exige resposta firme de gestores e RH

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 Especialista em Direito do Trabalho, Glauco dos Reis, explica como empresas e colaboradores podem combater o assédio moral e evitar prejuízos jurídicos, financeiros e à saúde mental

Em um ambiente que deveria prezar pelo respeito e pela colaboração, o assédio moral ainda é uma realidade alarmante. De acordo com uma pesquisa conduzida pela Minds & Hearts em parceria com a Think Eva, 52% dos profissionais brasileiros afirmam já ter praticado ou tolerado comportamentos associados ao assédio moral no trabalho. O dado escancara a normalização de condutas abusivas e o despreparo das organizações para lidar com o problema.

Para o advogado trabalhista Glauco dos Reis, o primeiro passo para combater esse tipo de violência é reconhecer que o assédio moral não se resume a gritos ou humilhações públicas. “A repetição de críticas desproporcionais, a exclusão de reuniões importantes ou até o excesso de tarefas sem justificativa clara podem configurar assédio. Muitas vezes, essas práticas vêm disfarçadas de rigidez ou liderança forte, o que dificulta o diagnóstico e a denúncia”, explica o especialista.

A pesquisa também revelou que apenas 21% dos trabalhadores dizem trabalhar em empresas que investigam todas as denúncias de assédio. Isso mostra que, além da ocorrência em si, há um problema estrutural na forma como as denúncias são tratadas. “Ignorar ou minimizar a queixa de um colaborador é um erro grave, que pode não só agravar o sofrimento da vítima, mas também gerar responsabilidade judicial para a empresa”, alerta o advogado.

Segundo o advogado, é fundamental que as organizações invistam em ações preventivas, como treinamentos, canais de denúncia anônimos e políticas claras de combate ao assédio. “Não basta ter um código de conduta no papel. A cultura interna precisa ser revista com seriedade, e a alta liderança deve ser a primeira a dar o exemplo”, pontua Glauco dos Reis.

O Advogado também reforça a importância de acolher as vítimas com profissionalismo e respeito. “O trabalhador que sofre assédio costuma desenvolver quadros de ansiedade, depressão e queda de produtividade. Isso impacta diretamente o clima organizacional e os resultados do negócio”, conclui o especialista. Em um cenário no qual o combate ao assédio se torna cada vez mais urgente, prevenir é não apenas uma obrigação legal, mas uma necessidade ética e estratégica.

Entidade critica proposta do governo Lula de acabar com as autoescolas

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Centro de Defesa das Vítimas de Trânsito considera medida populista e irresponsável

 

A proposta do governo federal de acabar com a obrigatoriedade de autoescola para tirar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação), elaborada pelo Ministério dos Transportes e que aguarda aprovação do presidente Lula, resultará em um trânsito ainda mais violento do que já temos.

“O Brasil ocupa o 3º lugar no mundo em violência no trânsito e 95% dos acidentes são causados por falha humana. Portanto, tirar a obrigatoriedade de horas-aula chega a ser um crime”, afirma Lucio Almeida, presidente do CDVT – Centro de Defesa das Vítimas de Trânsito, ONG sem fins lucrativos com atuação em todo o território nacional.

Para ele, ao invés de acabar com as autoescolas sob a alegação de reduzir o custo da obtenção da CNH em até 80% para o cidadão, o que precisa ser feito é criar mecanismos de prevenção e educação no trânsito, melhorar e equipar o que já temos. “Uma medida extremamente populista e irresponsável. Não se deve colocar em risco a vida das pessoas como compensação. Outro ponto que chama a atenção é a notável falta de sintonia com os anseios da população, pois decidem algo tão importante sem antes abrir debates, promover audiências públicas, ouvir as entidades sociais”, completa.

Almeida também lembra que, com o fim do DPVAT (Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), as vítimas de acidentes de trânsito já sofrem com total desamparo por parte do governo. “Para acabar com o seguro, também deram a justificativa de que era um custo alto pata o cidadão, algo em torno de R$ 60 por ano. Hoje, sem isso, milhares de vítimas enfrentam dificuldade de custear seu tratamento, pois muitas ficam impossibilitadas de voltar ao trabalho e, consequentemente, sem nenhuma fonte de renda. Uma situação totalmente indigna”, conclui Almeida.

Estudo global: governos que usam IA no combate à fraude estão prontos para virar o jogo contra os criminosos?

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Crise de confiança, agravada por fraudes cada vez mais sofisticadas, pode ser revertida com investimentos agressivos em IA, revela estudo conduzido pela Coleman Parkes em parceria com o SAS

 

Cary, NC   Esquemas de fraude cada vez mais sofisticados, impulsionados pelo uso da IA, afetam orçamentos no setor público e a confiança nos governos. No entanto, com o aumento significativo previsto para os orçamentos dedicados à IA, as autoridades responsáveis pelo combate à fraude estão prontas para contra-atacar. Essas foram as principais descobertas do estudo global conduzido pela Coleman Parkes com o SAS, líder em dados e IA, no novo relatório Confiança e transparência: combate à fraude para maximizar a eficiência de programas públicos.

 

“Sem preocupações com regulamentações e leis, os criminosos que se valem da IA parecem estar em vantagem”, diz Shaun Barry, diretor global de soluções de Risco, Fraude e Compliance do SAS. “Contudo, a pesquisa sugere que estamos em um ponto de virada. Governos em todo o mundo se preparam para investir significativamente em IA e IA generativa, o que pode reduzir as perdas decorrentes de fraudes, desperdícios e abusos, além de reconstruir a confiança em programas governamentais essenciais”.

 

Praticamente todos os órgãos públicos sofrem com ataques fraudulentos viabilizados pela IA, que drenam recursos e minam a confiança dos cidadãos

Organizações do setor público em todo o mundo enfrentam uma crescente crise de fraudes, desperdícios e abusos (FWA) que drena bilhões das contas públicas e corrói a confiança da população. Dos 1.100 profissionais responsáveis pelo combate à fraude entrevistados, quase todos afirmaram ter sido vítimas de esquemas de fraude baseados em IA e 70% notaram um aumento desses ataques nos últimos cinco anos.

 

Os fraudadores utilizam plataformas baseadas em inteligência artificial para gerar identidades sintéticas, criar campanhas de phishing superpersonalizadas e desenvolver malwares para driblar a detecção. Essas ferramentas analisam enormes conjuntos de dados para imitar o comportamento humano, falsificar documentos e explorar vulnerabilidades em tempo real. Esses esquemas contribuíram para perdas financeiras expressivas e os entrevistados estimam que aproximadamente 16% dos orçamentos poderiam ser poupados com o combate, de forma geral, a fraudes, desperdícios e abusos (FWA).

 

Além do impacto financeiro, 96% dos participantes da pesquisa afirmaram que os casos de FWA afetaram negativamente a confiança dos cidadãos nos órgãos públicos e seus programas. Geralmente, os cidadãos são colateralmente prejudicados por esses esquemas fraudulentos, sendo as fraudes de identidade, fiscais e de benefícios sociais as mais frequentes, segundo os entrevistados.

 

Órgãos públicos enfrentam diversos obstáculos para fechar as lacunas do FWA

Apesar de 85% dos entrevistados colocarem o combate à fraude entre as cinco principais prioridades, de modo geral, as agências carecem de recursos para fazerem isso de forma eficiente. Além disso, apenas um a cada 10 dispõe das ferramentas e recursos necessários para lutar contra fraudes, desperdícios e abusos (FWA) e cerca de 1/3 enfrenta limitações relevantes de recursos. Os profissionais mencionaram falta de habilidades analíticas (48%), tecnologia (40%) e orçamento (24%) entre os fatores limitantes.

 

Essas lacunas prejudicam os esforços dos órgãos públicos para minimizar fraudes e erros internos e externos, garantir a segurança dos dados e melhorar a eficiência das investigações, listadas como prioridade por mais da metade dos entrevistados.

 

Rápida adoção de IA e IA generativa pode transformar o combate à FWA e impulsionar a eficiência dos profissionais

As taxas atuais de adoção da IA são relativamente baixas: cerca de metade dos entrevistados usa IA para lidar com fraudes, desperdícios e abusos (FWA) e um pouco mais de 25% usa IA generativa. Porém, a curva de adoção acelera rapidamente.

 

A pesquisa indica que o uso da análise de redes para detecção de fraude deve aumentar de 32% para 87%. Ainda mais animador é que 97% dos entrevistados esperam usar IA generativa nos próximos dois anos, incluindo avanços significativos no uso de dados sintéticos, modelos de linguagem de larga escala (LLMs) e gêmeos digitais.

 

Isso trará impactos positivos para as organizações do setor público. Entre os que já usam IA para combater fraudes, desperdícios e abusos (FWA), cerca 40% apontam como benefícios a melhor priorização de alertas de fraude e a identificação mais rápida de FWA – e em maior volume. No entanto, o principal benefício citado (57%) é o aumento da eficiência da força de trabalho. As respostas se alinham às descobertas de um outro levamento global focado em produtividade governamental e AI, em que a maioria dos entrevistados acredita que a IA terá um impacto importante/essencial na melhoria da produtividade nas suas organizações nos próximos três anos.

 

Reforçar a confiança dos cidadãos também exige o uso responsável da IA. As agências entendem que a supervisão humana é fundamental para garantir a integridade dos programas e proteger os cidadãos de prejuízos indiretos. Privacidade e segurança (48%) e garantir o uso responsável da IA pela organização (43%) estão entre os três principais desafios que tiram o sono dos profissionais do setor público responsáveis pelo combate à fraude.

 

O novo relatório antifraude também inclui algumas dicas do SAS – consistentemente reconhecido por analistas de mercado como líder em softwares de combate à fraude – e exemplos reais de uso das soluções de detecção de fraude e investigação impulsionadas por IA.

 

Leia o relatório completo aqui: Link

 

Sobre o estudo

A Coleman Parkes conduziu o levantamento global entre novembro de 2024 a janeiro de 2025 e conversou com 1.100 funcionários públicos seniores e de médio escalão responsáveis pelo monitoramento de FWA em suas organizações.

 

Os respondentes da pesquisa atuam em diversas agências e departamentos do setor público, incluindo infraestrutura, transporte e serviços públicos; agências de concessão de benefícios sociais; serviços públicos gerais; investigação e fiscalização; agências de receita, impostos e alfândega; serviços sociais; inteligência de segurança; justiça e segurança pública; e segurança nacional.

 

A Coleman Parkes é uma agência de pesquisa de mercado B2B especializada em estudos de TI/tecnologia, focada em tomadores de decisão sênior em PMEs e grandes organizações de diversos setores em todo o mundo.

 

Sobre o SAS

O SAS é líder global em dados e IA. Com o software SAS e nossas soluções específicas para cada indústria, as empresas transformam dados em decisões confiáveis. O SAS dá a você THE POWER TO KNOW®. Confira o site: www.sas.com/br.

Inscrições abertas: Prêmio reconhece ações em segurança alimentar em SP

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Com o objetivo de premiar e difundir iniciativas voltadas à formulação de soluções concretas para a promoção da segurança alimentar e nutricional, o Governo do Estado de São Paulo, por meio do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (Consea/SP) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), promove a realização da edição de 2025 do Prêmio Josué de Castro.

As inscrições vão até o dia 15 de agosto e podem participar universidades públicas ou privadas, instituições de pesquisa pública ou privada e órgão público municipal ou estadual de São Paulo. As categorias premiadas são: melhor pesquisa científica e melhor programa ou projeto de política pública. A cerimônia de entrega ocorrerá em 16 de outubro, na sede da SAA, na Praça Ramos de Azevedo, 254 – Centro -SP.

“Valorizo profundamente essa iniciativa da Secretaria de Agricultura, que reconhece quem se dedica, com seriedade e sensibilidade à promoção da segurança alimentar. Celebrar essas ações não é apenas reforçar o caminho da dignidade, é também fomentar a inovação, a integração dos setores, a educação alimentar e o fortalecimento da produção de alimentos saudáveis e sustentáveis”, ressalta a diretora de Segurança Alimentar,Camila Kanashiro.

Link para inscrição

Link para Edital