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MP 1.303 taxa debêntures e compromete imediatamente os investimentos no saneamento

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ABCON SINDCON alerta para o impacto negativo no setor, que já será notado nos próximos leilões, justamente quando o país começava a avançar na contratação de recursos para a universalização dos serviços

A medida provisória publicada pelo governo com novas regras para o mercado financeiro a fim de compensar perda da receita projetada com o aumento do IOF, como pretendia a União, afeta direta e imediatamente os investimentos do saneamento. De cara, já terá efeito na concorrência marcada para a próxima terça-feira (17.06), na B3, em São Paulo, referente à PPP da Cesan, companhia estadual de saneamento do Espírito Santo.

A análise é da ABCON SINDCON, associação das operadoras de saneamento, com base em dados do Ministério das Cidades. “É um enorme balde de água fria no setor, justamente quando tínhamos uma expectativa de que as debêntures incentivadas pudessem alavancar novos investimentos. A nova tributação afeta diretamente a rentabilidade esperada pelos investidores e reduz a atratividade das debêntures no curto prazo”, afirma a diretora-executiva da ABCON SINDCON, Christianne Dias.

Christianne explica que o setor de saneamento conta com a emissão de debêntures incentivadas para financiar seus projetos, que são robustos, expressivos e com longo período para retorno financeiro.

Para dimensionar essa importância, a ABCON SINDCON levantou que, desde 2020, foram realizados 58 leilões no setor de saneamento. Em 26 deles (45%), as concessionárias acessaram o mercado de capitais por meio de debêntures incentivadas.

“As empresas tinham recebido um novo fôlego com mudanças recentes do Ministério das Cidades, que, por meio de portaria, ampliou de 50% para 70% o percentual autorizado às empresas para captar recursos a serem destinados ao pagamento de outorgas em leilões. Com isso, novas concessões serão impulsionadas e teremos a ampliação da capacidade das empresas em estruturar projetos de grande porte, assegurando o fluxo de investimentos necessários para modernizar e expandir os serviços. Porém, agora, com essa medida provisória, todo esse incentivo fica anulado”, analisa a diretora da entidade.

“Entendemos que o governo deseje recalibrar projetos que considera essenciais e busque isonomia tributária, mas essa medida não pode afetar um setor essencial à saúde do brasileiro. As concessionárias têm uma meta a cumprir, que é levar água e esgoto tratados até 2033, conforme estabelece o marco legal. É hora de consolidarmos os incentivos para que o país alcance a universalização”, completa a diretora-executiva da ABCON SINDCON.

A importância do papel no investimento do saneamento – desde a aprovação do marco legal do saneamento, em 2020, o setor emitiu debêntures para 52 projetos, totalizando R$ 60,2 bilhões. Isso representa um crescimento de 1.444% em relação às emissões do período prévio ao novo marco, entre 2015 e 2020, quando apenas R$ 3,9 bilhões foram movimentados a partir de debêntures incentivadas.

De um total de R$ 60,2 bilhões emitidos em debêntures desde 2020, R$ 50,4 bilhões (84%) foram destinados a novos projetos estruturados após o novo Marco Legal, consolidando esse instrumento como eixo do financiamento da nova fase do setor.

Nas operações que contaram com debêntures, a emissão representou 32,4% do total de investimentos ou outorgas contratadas, o que demonstra sua relevância para a viabilidade dos projetos. Os R$ 9,8 bilhões restantes também tiveram impacto relevante para financiar projetos públicos e privados voltados à ampliação dos serviços e à melhoria da qualidade, dentro da agenda da universalização.

Estudo revela aumento da carga de até 80% com reforma tributária sobre a Renda

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Tributarista apresentou estudo no Seminário da Coalizão das Frentes Parlamentares do Setor Produtivo: Reforma da Renda, promovido pela Câmara dos Deputados, na quinta-feira, dia 10

O projeto de lei que reforma o Imposto de Renda (IR), para isentar do tributo quem recebe até R$ 5 mil mensais, vai significar aumento de carga para o setor produtivo e pessoas físicas, além de gerar distorções no sistema tributário. A análise é do tributarista Lucas Ribeiro, fundador e CEO da ROIT, empresa de inteligência artificial para a gestão contábil, fiscal e financeira de corporações.

Ribeiro foi um dos painelistas do Seminário da Coalizão das Frentes Parlamentares do Setor Produtivo: Reforma da Renda, promovido na quinta-feira, 10 de abril, pela Câmara dos Deputados. A partir de levantamento da ROIT, o especialista apresentou dados que mostram impactos do projeto (PL 1087/2025).

Lucas Ribeiro, fundador e CEO da ROIT, foi um dos painelistas do Seminário da Coalizão das Frentes Parlamentares do Setor Produtivo

Para assegurar a isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil por mês, o projeto cria o Imposto de Renda Pessoa Física Mínimo (IRPFM). Trata-se do estabelecimento de uma alíquota de 10% para pessoas com renda acima de R$ 600 mil por ano e, também, da mesma alíquota e condições sobre recebimento de lucros e dividendos de empresas.

Conforme o estudo da ROIT apresentado por Ribeiro, está neste ponto – o da tributação de lucros e dividendos pagos por pessoas jurídicas a pessoas físicas – uma das distorções causadas pelo projeto. “Muito do que se está falando [sobre os efeitos das mudanças] é para pessoas físicas, mas nós precisamos olhar primeiro para a empresa”, afirmou.

“A dívida será melhor para as empresas do que um aporte de capital”

Esse olhar especial para a pessoa jurídica se explica porque o projeto considera  o cálculo a partir do lucro contábil das empresas, desconsiderando compensação de prejuízos fiscais, adições e exclusões do lucro real. O que gera grande distorção e desestímulo ao investimento.

AUMENTO DA CARGA TRIBUTÁRIA

O aumento da carga tributária sobre pessoa física mais pessoa jurídica seria, em média, de até 30%, segundo os cálculos da ROIT. Para o produtor rural, ainda maior: de mais de 80%. Afinal, não são apenas as empresas do lucro real impactadas, mas também do lucro presumido e produtores rurais pessoas físicas.

Além das mudanças, esse aumento da tributação decorre também do chamado adicional de Imposto de Renda Pessoa Jurídica, “que está há 30 anos defasado, em R$ 240 mil por ano. Se aplicamos a atualização, pela inflação, esse número passaria de R$ 1,3 milhão. Então, [essa defasagem] já é um grande impacto de aumento de tributação, indireta”, assinalou Ribeiro.

Quanto às distorções, o CEO da ROIT explicou que a nova regulamentação vai “distorcer o mercado” ao tratar, tributariamente, de forma distinta os sócios de empresas dos regimes tributários do Lucro Presumido e do Lucro Real, daqueles sócios de empresas do Simples Nacional. Dessa forma, a tendência será uma mesma pessoa abrir várias empresas no Simples, para escapar da tributação majorada.

Outra distorção, conforme expôs o especialista: a tributação de lucros acumulados, reservas de lucros e lucros a distribuir. “Não podemos conceber isso. Porque penaliza o comportamento virtuoso, que é o de guardar o dinheiro da empresa, para reinvestimento, para ter fluxo de caixa, e se beneficia quem distribui tudo antes, o que estimula o endividamento para pagar lucros”, argumentou. “A dívida será melhor para as empresas do que um aporte de capital”.

Lucas Ribeiro, com os estudos da ROIT, participa de discussões de reformulações do sistema tributário brasileiro desde 2019. Durante a tramitação da reforma tributária promulgada em 2023 e regulamentada no início deste ano, forneceu levantamentos e indicadores ao Congresso Nacional, e participou como palestrante em diversas audiências públicas.

Por sua vez, a ROIT se estabeleceu como líder em soluções tecnológicas para enfrentar os desafios da reforma tributária. Utilizando inteligência artificial e automação avançada, a empresa oferece ferramentas como a Calculadora da Reforma Tributária, o Tax Discovery e a esteira de Invoice-To-Pay.

Nucleovet divulga programação científica do 17º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura

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Evolução dos programas de bem-estar animal nas agroindústrias, uso racional de recursos, desafios em recrutar e reter talentos, potencial genético no campo, influência nutricional na resposta imune dos animais, banimento do óxido de zinco, equilíbrio sanitário, risco da influenza aviária na suinocultura, saúde respiratória de leitões e protocolos vacinais. Esses são alguns dos assuntos que compõem a grade científica do 17º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS), que será realizado entre os dias 12 a 14 de agosto de 2025, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).

Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o evento é considerado um dos mais importantes encontros técnicos da suinocultura na América Latina. A iniciativa reunirá médicos veterinários, zootecnistas, produtores rurais, consultores, estudantes, pesquisadores e demais profissionais da agroindústria dessa importante cadeia produtiva. Em paralelo também acontecerá a 16ª edição da Brasil Sul Pig Fair, feira técnica voltada ao setor, que conta com empresas do Brasil e da América Latina, além da Granja do Futuro, com os principais lançamentos e tecnologias para os produtores.

“Com o propósito de difundir conhecimentos técnico-científicos para toda essa cadeia produtiva elencamos os temas mais atuais para compor a programação científica desta edição. Com ênfase em compartilhar inovações que contribuam para o incremento da produtividade e em avanços palpáveis no campo, seja em eficiência nutricional, genética ou sanitária. Isso porque produzir mais carne com menos recursos resulta diretamente em redução de custos e representa um importante passo rumo à sustentabilidade ambiental e econômica dessa atividade”, analisa o presidente do Nucleovet, Tiago José Mores.

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA

 

Terça-feira (12/08/2025)

14h – Abertura da Programação Científica

 

Painel Bem-Estar Animal e Sustentabilidade

14h05 às 15h45 – Evolução dos programas de Bem-Estar Animal nas Agroindústrias (mesa-redonda)

Palestrantes: Josiane Busatta (BRF), Luana Torres (Frimesa), Fabrício Murilo Beker (Pamplona) e Vamiré Sens (JBS)

Moderadora: Charli Ludtke

 

15h45 às 16h15 – Debate

 

16h15 às 16h45 – Coffee break

 

16h50 às 17h30 – Uso racional de recursos: Os tipos de bebedouros podem afetar o desempenho dos leitões?

Palestrante: Gustavo Schlindwein

 

17h30 às 17h45 – Debate

 

17h50 às 18h05 – Lançamento Cartilha Bem-Estar Animal ABCS

 

18h10 – Solenidade de Abertura Oficial do SBSS

 

19h – Palestra de Abertura: “Construindo valor no agronegócio”

Palestrante: Marcos Fava Neves

 

20h – Coquetel de Abertura na PIG FAIR

 

Quarta-feira (13/08/2025)

Painel Gestão de Pessoas (mesa-redonda)

8h às 9h20 – Por que ainda temos tanta dificuldade em recrutar e reter talentos? O que fazer para tornar a atividade mais atrativa?

Palestrantes: Alexandre Weimer, Eduardo Basso e Erno Menzel

 

09h20 às 09h40 – Debate

 

09h40 às 10h10 – Coffee Break

 

Painel Genética (mesa-redonda)

10h10 às 11h10 – Hiperprolificidade: como a genética está trabalhando para que o potencial genético aconteça no campo

Palestrantes: Amanda Siqueira, Marcos Lopes, Geraldo Shukuri e Thomas Bierhals

Moderadores: Cícero Tecchio e Evandro Nottar

 

11h10 às 12h – Debate

 

12h às 14h – Intervalo para almoço

 

12h às 13h30 – Eventos paralelos

 

Painel Nutrição

14h às 14h40 – Influência nutricional na resposta e desenvolvimento imune dos suínos

Palestrante: Alex Hintz

 

14h45 às 15h25 – A vida após o banimento do Óxido de Zinco. O que podemos aprender com a experiência europeia?

Palestrante: Leandro Hackenhaar

 

15h25 às 15h45: Debate

 

15h45 às 16h15 – Coffee break

 

Painel Imunidade

16h15 às 16h55 – Em busca do equilíbrio sanitário: como desenvolver e avaliar ferramentas para a obtenção de uma imunidade robusta de plantel: custo imunológico e impacto ao longo da cadeia de produção.

Palestrante: Luiz Felipe Caron

17h às 17h40 – Preparando o leitão para os desafios sanitários: microbiota, biorremediação, treinamento do sistema imune, o que realmente faz sentido?

Palestrante: Álvaro Menin

 

17h40 às 18h –  Debate

 

18h às 19h30 – Eventos paralelos

 

19h30 – Happy Hour na PIG FAIR

 

Quinta-feira (14/08/2025)

Painel Desafios Virais e suas ameaças

8h às 8h40 – A influenza aviária chegou ao sistema de produção: que risco corre a suinocultura?

Palestrante: Janice Reis Ciacci Zanella

 

8h45 às 9h25 – Programa de controle da PSC e PSA no Brasil: visão geral, impacto das ações e riscos para a nossa suinocultura

Palestrante: Dra. Lia Treptow Coswig

 

9h25 às 9h45 –  Debate

 

9h45 às 10h05 – Coffee Break

 

Painel Sanidade

10h10 às 10h50 – Saúde respiratória de leitões após o desmame: compreendendo os patógenos endêmicos

Palestrante: Dra. Maria Jose Clavijo Michelangeli

 

10h55 às 11h35 – Desafio por Mycoplasma hyopneumoniae: nossos protocolos vacinais atendem o desafio? Uma terceira dose de vacina seria a solução?

Palestrante: Luis Guilherme de Oliveira

 

11h35 às 11h55 – Debate

 

12h – Sorteio de brindes e encerramento

INSCRIÇÕES

O 1º lote para o 17º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS) e a 16ª edição da Brasil Sul Pig Fair está disponível até 24 de junho, com valor de R$ 580 para profissionais e R$ 400 para estudantes. Após essa data iniciará a comercialização do 2º lote, com valor de R$ 720,00 para profissionais e R$ 450,00 estudantes, até 24 de julho. Para participar apenas da 16ª edição da Brasil Sul Pig Fair o investimento é de R$ 100,00, até 24 de julho.

Grupos com dez ou mais participantes podem parcelar os valores em até três vezes, desde que a primeira parcela seja até a data anunciada para o valor na tabela. Pacotes adquiridos por agroindústrias, órgãos públicos e universidades (instituições de ensino superior) serão faturados para o CNPJ da instituição. As inscrições podem ser realizadas pelo site oficial do evento:
nucleovet.com.br/simposios/suinocultura/inscricao.

Inscrições de associados ao Nucleovet devem ser feitas por meio da secretaria da entidade. Não diretamente no site. Contato (49) 99806-9548 ou financeiro@nucleovet.com.br.

Detran-DF realiza operação de fiscalização em vans escolares

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Ação foi realizada em Sobradinho
 
 Lizani de Liz
A Diretoria de Credenciamento de Entidades e Profissionais do Detran-DF, por meio do Núcleo de Fiscalização Administrativa (Nufad) realizou na terça-feira (11/06) uma operação de fiscalização direcionada ao transporte escolar na Região Administrativa de Sobradinho. Durante a ação, foram abordadas 11 vans escolares para verificação da documentação dos veículos e condutores.
A operação teve como objetivo garantir a segurança dos estudantes que utilizam o transporte escolar particular, verificando se os veículos e motoristas estão em conformidade com as exigências legais estabelecidas pela legislação vigente.
Resultados da Fiscalização
Durante as abordagens, a equipe de fiscalização constatou que sete veículos estavam em situação regular, com toda a documentação exigida em ordem, três estavam com pendência ou na autorização de condutor ou na autorização de tráfego. Ainda, uma van evadiu do local e foi identificada no sistema em situação irregular.
O veículo irregular terá restrição administrativa aplicada em seu registro e será objeto de posterior abordagem pela Diretoria de Policiamento e Fiscalização de Trânsito (Dirpol) para as providências cabíveis conforme previsto na legislação.
Importância da Fiscalização
O transporte escolar, que hoje conta com uma média de 1.500 credenciados, é uma atividade que demanda rigoroso controle e fiscalização, uma vez que envolve diretamente a segurança de crianças e adolescentes. As verificações incluem:
•     Habilitação do condutor e documentos específicos para transporte escolar
•     Condições gerais de segurança da atividade
•     Cumprimento das normas de transporte escolar
O Núcleo de Fiscalização Administrativa reforça seu compromisso com a segurança no transporte escolar e continuará realizando operações regulares para garantir que os serviços prestados estejam dentro dos padrões exigidos pela legislação.

99 lança ferramenta de prevenção a acidentes, mas motociclistas acidentados ainda ficam à deriva

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A plataforma 99 realizou no dia 12 de junho o evento “Segurança Viária e o Motoapp” para apresentar uma ferramenta de segurança que ajuda a prevenir acidentes com os motociclistas parceiros do aplicativo e passageiros. Entre outros alertas, há avisos durante as corridas sobre a proximidade de cruzamentos com faixas de pedestres, áreas de grande circulação de pessoas (como escolas e hospitais), estreitamento de vias e pontos de conversão.

De acordo com a diretoria da plataforma, a nova função “Dicas de segurança na rota” tem por objetivo “facilitar a previsibilidade na direção, permitindo que condutores antecipem ações por meio de alertas visuais durante a navegação, buscando uniformizar o comportamento de direção preventiva por meio de informações de alto nível”. No entanto, durante o evento, a empresa não trouxe qualquer novidade a respeito do tratamento dispensado aos acidentados.

“A apresentação demonstrou que a 99 está preocupada em preservar a vida dos motociclistas, mas é indispensável também criar um mecanismo de amparo aos que se acidentam quando estão a serviço da plataforma, garantindo às vítimas e seus familiares toda assistência necessária e conforto”, diz Lucio Almeida, presidente do CDVT (Centro de Defesa das Vítimas de Trânsito), ONG sem fins lucrativos, com atuação em todo o território nacional.

Almeida lembra que os motociclistas são as principais vítimas de trânsito no Brasil, segundo o Atlas da Violência, que neste ano trouxe pela primeira vez dados sobre o trânsito no país. O levantamento produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que, em 2023, 34,9 mil motociclistas perderam a vida, superando em 3% os casos registrados em 2022, que foi de 33,9 mil óbitos.

Em maio, diretores do CDVT foram à Brasília apresentar a deputados, senadores e ministros um Projeto de Lei para obrigar que plataformas contratem seguro de vida aos motociclistas. Entre as medidas propostas está garantir uma indenização de R$ 150 mil aos familiares em caso de morte acidental, ou ao próprio trabalhador em casos de invalidez permanente, total ou parcial. Além disso, o PL prevê cobertura médica e hospitalar de R$ 20 mil.

São Paulo – A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulos (Alesp) aprovou no dia 11 de junho um Projeto de Lei que regulamenta o transporte de passageiros por motocicletas via aplicativo. Pela proposta, a autorização para o modelo caberá aos municípios paulistas – a prefeitura da capital e a 99 já vem travando uma longa batalha na Justiça a respeito. O PL agora aguarda pela sanção do governador Tarcísio de Freitas.

Junho Vermelho: Doar sangue é um gesto de proximidade 

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* Daniela Santoni

A atitude de doar sangue é própria de quem tem grandeza de alma, que se traduz nesse gesto humanista repleto de bondade, solidariedade, proximidade, empatia e amor à vida. Além de aquecer o coração da pessoa que espera e necessita, a doação traz uma série de benefícios à saúde de quem a pratica de maneira consciente.

Com o devido acompanhamento e assistência de profissionais da área, o voluntário passa por um procedimento seguro, sem trauma e sem dor, que faz toda a diferença na vida de um paciente e de seus familiares.

Segundo o médico Antonio Carlos Apparecido, do Amafresp – Serviço de Assistência à Saúde da Associação dos Auditores Fiscais da Receita Estadual de São Paulo, a pessoa que doa sangue regularmente tem menor chance de sofrer com qualquer tipo de câncer, pois reduz a presença de oxidativos no organismo. “Quando o sangue é retirado, há uma renovação celular que substitui as células sanguíneas mais velhas”, atesta o médico. Outro benefício está ligado à pressão alta, um dos principais riscos de ataques cardíacos. “Ser um doador regular pode ajudar com o fluxo sanguíneo e reduzir bloqueios arteriais”, afirma Antônio Carlos.

Com a chegada do inverno, os estoques dos hemocentros costumam apresentar baixa significativa e a demanda continua a mesma. Por isso, pelo terceiro ano consecutivo, a Fundação João Paulo II, se une à Campanha Nacional Junho Vermelho, promovendo uma ação interna de doação de sangue com a participação voluntária dos integrantes de suas equipes.

A iniciativa tem como objetivo conscientizar nossos missionários e colaboradores da importância desse gesto solidário, especialmente durante o inverno. A instituição providencia o transporte dos voluntários e concede o benefício do abono das horas do dia em que forem realizar a doação.

A campanha Junho Vermelho, que ocorre em todo o país, reforça a necessidade de manter os bancos de sangue abastecidos para atender às emergências e aos tratamentos contínuos que dependem de transfusões. Ao longo dos anos, a mobilização dos nossos colaboradores tem sido um exemplo de empatia, responsabilidade social e compromisso com a vida.

A doação de sangue é um ato seguro, rápido e pode salvar até quatro vidas com apenas uma bolsa. Incentivar esse tipo de ação dentro do ambiente organizacional é uma forma de fortalecer valores humanos e de cidadania. Por isso, renovamos a cada ano, nosso compromisso com essa causa e agradecemos a todos os colaboradores que estendem o braço e abrem o coração para a proximidade. Como nos ensina o Pai Fundador da Canção Nova, nosso saudoso Padre Jonas Abib: “Em cada encontro com o próximo, encontramos a face de Cristo”.

Que essa verdade nos inspire a continuar fazendo o bem, promovendo a vida e espalhando solidariedade. Doe sangue. Doe vida. Faça parte dessa corrente do bem. O aumento da temperatura no “termômetro da humanidade” depende de você!

* Daniela Boncristiano Santoni é gerente geral de Recursos Humanos na Fundação João Paulo II

Usinas de energia eólica/solar: O Brasil está preparado para isso?

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Tidas como a solução para os problemas de energia renovável no Brasil e ser uma alternativa oportuna de fonte energia limpa, as novas usinas eólicas e solares que estão entrando em operação no Brasil estão apresentando dificuldades para startar seus projetos. Há a justificativa que elas poderiam estar sobrecarregando a rede elétrica, porém ainda não há informações até este momento em que medida esses informes são absolutamente concretos e seguros, e até se não haveria outras causas que não foram esclarecidas.

 

Uma perspectiva importante é saber por que essa dúvida surgiu só depois que foi feito o edital, leilão, e a licitação do projeto, e principalmente o vencedor do processo licitatório tenha implementado sua fazenda eólica ou solar, e somente depois saber que não teriam condições plenas de começar a gerar energia como previsto. A evolução desse quadro não deveria ter sido de forma desordenada e incoerente.

 

É uma situação lamentável e pouco profissional que prejudica aqueles investidores que fizeram um enorme aporte no negócio da geração de energia limpa e agora são penalizados, ao ficarem impossibilitados de ter o retorno sobre investimento no momento exato em que começariam a faturar. Esse ambiente desfavorável desequilibra a operação dos negócios, atrapalha a cadeia de suprimentos e o estado de ânimo da força de trabalho.

 

Segundo informou a agência de notícias Reuters, em regiões como o Nordeste, a capacidade de transmissão hoje é insuficiente para escoar toda a energia gerada, levando à prática de ‘curtailment’ (redução ou interrupção forçada da geração de energia), em que parte da produção é descartada. Essa limitação, em 2024, resultou em perdas estimadas de R$ 700 milhões para o setor eólico e R$ 50 milhões para o setor solar.

 

Independentemente do excedente de energia e da falta da respectiva rede de distribuição compatível, o cenário deveria ter sido previsto, além de precisar ser mais bem dimensionado, com mais profundidade nos estudos, e na fase de planejamento ter sido feita uma ampla avaliação das condições reais. Precisamos de seriedade nesse tipo de projeto para que investidores se sintam confiantes e aproveitem a oportunidade com segurança e mais confiança. As novas geradoras de energia são uma fonte econômica que muito contribuirá para a expansão do PIB nacional, entre outros benefícios.

 

Economicamente, hoje, temos uma oportunidade ímpar de crescer, mas a dúvida é saber qual o nível de desenvolvimento do País será necessário para comportar a expansão e o investimento em energias alternativas. O poder público parece estar imóvel neste momento e talvez, por isso mesmo, a demanda do setor, especialmente no caso para fornecedores de dispositivos e componentes de fazendas de energia limpa não tenham crescido como o esperado nos últimos anos.

 

O emprego de usinas de energia eólica e solar no Brasil efetivamente é promissor, tem um grande potencial em vários segmentos, além da previsão de crescimento expressivo e de mais investimentos daqui para frente. Contudo, persistem desafios significativos ligados à infraestrutura, regulação, oscilações e desenvolvimento da cadeia produtiva que precisam ser superados para que o País possa usufruir completamente dos benefícios dessas fontes de energia limpa e renovável. Só assim assumiremos uma posição de liderança em energia limpa. A realidade é que as ações preliminares para o uso de usinas de energia eólica e solar neste País ainda são um assunto intrincado, com progressos expressivos, mas diante de vários obstáculos a serem vencidos.

 

Nos últimos exercícios, houve um aumento expressivo na capacidade de geração de energia eólica e solar no Brasil. Já no ano passado, essas fontes constituíram uma parte considerável do crescimento da matriz elétrica. Conforme a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) houve um registro em 2024 de expansão de 10,9 GW na capacidade elétrica, com 91,13% desta potência com origem em fontes eólicas e fotovoltaicas.

 

Especialistas do setor confirmam que apenas a energia eólica responde por aproximadamente 33 GW da capacidade instalada, representando cerca de 13,5% da matriz elétrica nacional. Já a energia solar colabora com mais de 40 GW da capacidade instalada, sendo, portanto, a segunda maior fonte de geração no País, atrás apenas da hidroelétrica. No último ano, publicações especializadas em energia noticiaram que houve a instalação de 256 novas usinas em 16 Estados pelo País. A região mais beneficiada foi o Nordeste até por causa das suas características geográficas e climáticas.

 

Por tudo isso, o Brasil está preparado e tem avançado, para se consolidar como um dos líderes globais em fontes renováveis. Para se ter uma ideia de cenário da infraestrutura já instalada, só a indústria eólica daqui conta com uma cadeia produtiva sólida, composta por seis fabricantes de turbinas e várias empresas especializadas em componentes e serviços. Há cerca de dois anos, uma pesquisa realizada pela empresa de análise de mercado ePowerBay revelou a participação de 67 fabricantes no mercado brasileiro de inversores solares para geração distribuída. Os 20 principais produtores responderam por mais de 80% dos sistemas de energia solar atualmente em funcionamento no país.

 

Não se pode ignorar, desta forma, que nosso País detém um dos maiores potenciais no mundo para geração de energia eólica e solar. Isso porque possuímos ventos consistentes em algumas regiões e alta irradiação solar em boa parte do nosso território. Especialistas do segmento calculam, que se tudo der certo, em quatro anos, as energias renováveis eólica e a solar serão responsáveis por 51% da produção de energia no Brasil e com a capacidade de expandir ainda mais sua posição de liderança em energia renovável.

 

Esse grande avanço gigantesco, no entanto, exigirá políticas governamentais apropriadas e investimentos precisamente calculados e mais bem mensurados. Além disso, a infraestrutura nacional de energia necessita ser melhor adaptada para integrar a variabilidade das diferentes fontes de energia.

 

 

*Marcelo Mendes é gerente geral da KRJ Conexões ( https://krj.com.br/  ). É economista e executivo de marketing e vendas do setor eletroeletrônico há mais de 15 anos, com atuação inclusive em vários mercados internacionais

Sobre a KRJ

A KRJ foi criada com o DNA da inovação, tendo como missão oferecer soluções diferenciadas, que reúnam produtos, acessórios, ferramentas dedicadas, forte assistência técnica e treinamento operacional de campo, visando à melhoria dos sistemas de conexões elétricas, nos aspectos técnicos e econômicos a eles relacionados, para atendimento das necessidades do mercado.

 

AVALIAÇÃO DO DEPOIMENTO DE TORRES SURPREENDE NOS BASTIDORES

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Fontes com acesso aos bastidores do depoimento do ex-ministro da Justiça Anderson Torres ao ministro Alexandre de Moraes revelam que a oitiva foi marcada por serenidade e respeito mútuo. Segundo essas fontes, Torres teria deixado claro que, apesar da pressão em torno do caso, sentiu-se amparado por um processo “justo e imparcial”.

Ainda de acordo com essas informações, o ex-ministro teria dito que, pela primeira vez, conseguiu com tranquilidade apresentar a verdade dos fatos — um gesto visto por muitos como um reconhecimento implícito da atuação técnica e institucional do Supremo Tribunal Federal, especialmente do ministro Moraes.

A avaliação reservada causou impacto no meio político. Em um cenário polarizado, onde a Justiça é constantemente acusada de interferência política, a postura de Moraes no depoimento de Torres foi descrita nos bastidores como um momento em que “a Justiça brilhou” — não por ceder a pressões, mas por garantir o direito à ampla defesa com equilíbrio e firmeza.

 

 

Fonte: Coluna Cláudio Magnavita

Nova versão do PER/DCOMP Web aumenta risco de erros e pressiona rotina fiscal das empresas

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Especialista alerta que novas regras da Receita exigem adaptação imediata de contadores e podem ampliar autuações em caso de falhas no preenchimento

 

A Receita Federal acaba de atualizar o manual do PER/DCOMP Web, ferramenta usada pelas empresas para declarar compensações de tributos federais. As mudanças, válidas desde 3 de junho, prometem mais automação — mas trazem também obrigações que, se não forem bem compreendidas, podem resultar em erros, autuações e perda de benefícios fiscais.

 

“O sistema ficou mais exigente. Houve avanços, como a nova funcionalidade de importação de débitos em cobrança, mas também muitas regras novas que exigem atenção redobrada dos profissionais da área fiscal”, alerta Marcelo Costa Censoni Filho, sócio do Censoni Advogados Associados, especialista em Direito Tributário e CEO da Censoni Tecnologia Fiscal e Tributária.

 

Entre os principais pontos de atenção estão:

  • Multas com desconto: A compensação de multas só será aceita com valor já reduzido, e deve ocorrer dentro do prazo para manter o benefício.
  • Débitos judiciais: Agora é obrigatória a indicação do número do processo judicial, o que exige integração e atualização de dados em tempo real.
  • Importação automática: A Receita recomenda o uso da função automática de importação de débitos para evitar falhas — o que pode sobrecarregar sistemas internos das empresas que ainda operam de forma manual.
  • Integração com DCTFWeb: Embora traga praticidade, a integração não contempla tributos como CIDE, IPI e RET, o que mantém parte do processo sujeito à digitação manual.

Para Censoni, o risco maior está no desconhecimento das mudanças: “Se a empresa não adaptar seus processos rapidamente, pode acabar compensando tributos de forma incorreta e ser penalizada por isso.”

 

A orientação do especialista é clara: as equipes contábeis devem revisar urgentemente seus fluxos internos de compensação tributária, treinar os responsáveis e ficar atentos a cada detalhe do novo manual.

 

Fonte: Marcelo Costa Censoni Filho, sócio do Censoni Advogados Associados, especialista em Direito Tributário e CEO do Censoni Tecnologia Fiscal e Tributária.

Em Porto Alegre, Caiado destaca modelo de gestão de Goiás com foco em segurança, inovação e equilíbrio fiscal

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Governador participa do “Tá na Mesa”, evento que debate os desafios que impactam na qualidade de vida do brasileiro, e recebe homenagem pela ajuda prestada ao Rio Grande do Sul durante as enchentes de 2024

Governador Ronaldo Caiado durante o evento “Tá na Mesa”, em Porto Alegre (RS) – Foto: Daniela Araujo-Fotografia RS

 

O governador Ronaldo Caiado apresentou, nesta quarta-feira (11/6), os avanços do Estado de Goiás em áreas estratégicas como segurança pública, inovação tecnológica e equilíbrio fiscal, durante o evento “Tá na Mesa”, promovido pela Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul), em Porto Alegre. Ele destacou que o estado se tornou referência nacional ao combater a criminalidade com firmeza, fomentar a Inteligência Artificial e sanear as contas públicas, sem abrir mão de investimentos sociais.

Caiado frisou que pesquisas recentes mostram que a população brasileira está cada vez mais amedrontada pela violência e pelo narcotráfico, mas que a situação em Goiás foge à regra nacional. “A violência está dominante em vários estados brasileiros, a ponto de levá-los a situações de ingovernabilidade. E não podemos admitir que o Brasil seja um narcoestado semelhante a outros países. Em Goiás, a situação é de segurança plena e faccionados não têm visita íntima em penitenciárias”, explicou.

O gestor goiano ressaltou que no início do governo, mais de mil adolescentes estavam presos no sistema socioeducativo goiano, enquanto hoje são 178. “Estamos fechando unidades, porque quando você bane a criminalidade, é possível recuperar uma geração de pessoas que estavam caminhando para o crime”, assegurou. Para ele, os investimentos na área social também contribuem para a melhoria dos índices e a diminuição da criminalidade. “O nosso objetivo é retirar o maior número de pessoas da condição de pobreza e extrema pobreza, dando a elas emancipação”, disse.

Caiado falou também sobre a política goiana pioneira de incentivo à Inteligência Artificial, com a criação de centros de inteligência e excelência em IA, além do primeiro curso na área ofertado em uma faculdade no país. “Desde que cheguei ao governo, me preocupei em alavancar a área da pesquisa cada vez mais. Criamos o Hub Goiás para trazer estrutura para as pessoas poderem desenvolver suas startups e avançar no seu desenvolvimento.

Isso nos levou a publicar e sancionar a primeira lei de marco regulatório de inteligência artificial no país”, pontuou, ao lembrar da Política Estadual de Fomento à Inovação em Inteligência Artificial, aprovada em maio deste ano.

“O que falta no Brasil é investimento em infraestrutura e inteligência, para podermos avançar cada vez mais na área. O país está caminhando para uma legislação que é inibidora do processo de desenvolvimento, enquanto, em Goiás, estamos compartilhando ações e desafios do Estado com outros países”, continuou, ao falar sobre o interesse da Amazon em investir em Goiás devido às condições propícias de segurança pública e jurídica, com apoio por parte do governo estadual.

Finanças
O governador goiano lembrou ainda que, ao assumir o governo, as finanças estaduais estavam em situação caótica. “Recuperamos as finanças de Goiás e, hoje, estamos em condições tranquilas, sendo o Estado com maior liquidez, com caixa de mais de R$ 15 bilhões, diante de um trabalho de duros investimentos. Além disso, somos o primeiro lugar na educação e temos 100% de transparência nas nossas contas públicas. Isso mostra o quanto cada estado tem potencial e pode sobreviver desde que haja uma noção transparente de como se gasta o dinheiro público”, resumiu.

Homenagem
Durante o evento, o presidente da Federasul, Rodrigo Sousa Costa, enalteceu o governador Ronaldo Caiado pelo apoio recebido de Goiás durante a tragédia das enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul em 2024. Na ocasião, ele entregou uma homenagem ao chefe do Executivo goiano. “Nossos agradecimentos por tudo que fizeram por nós, pela sociedade. Foi uma demonstração enorme de solidariedade, de união do povo brasileiro. No momento em que o país parecia dividido, vimos emergir virtudes e tivemos mãos estendidas de todo o país”, agradeceu.

À época, o Governo de Goiás mobilizou uma corrente para ajudar os gaúchos, enviando mais de mil toneladas de alimentos em diversos comboios junto com parceiros e outros poderes. Além disso, 28 militares do Corpo de Bombeiros de Goiás (CBM-GO) foram encaminhados às regiões afetadas para auxiliar no salvamento e apoio às vítimas. “Pode ter certeza que o povo goiano ajudou de forma espontânea naquele momento que vocês viveram essa tragédia. Sabemos o quanto é importante salvar vidas e fizemos tudo que era possível, em um sentimento de solidariedade que é comum ao povo brasileiro”, respondeu Caiado.

O “Tá na Mesa” é promovido pela Federasul, uma entidade representativa do setor produtivo que reúne empreendedores, empresas e associações em uma rede de cooperação, inovação e representatividade. A Federasul conta com 200 mil entidades filiadas que representam a indústria, o comércio, prestadores de serviço e o agronegócio, e possui 90 mil empresas de todos os portes no seu sistema de representação.