Início Site Página 193

FUNDAÇÃO OSESP COMPLETA 20 ANOS DE ATIVIDADES EM 2025 COMO REFERÊNCIA ENTRE AS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS

0

 

Responsável pela gestão da Osesp, do Coro da Osesp, da Sala São Paulo e do Festival de Campos do Jordão, entre outros projetos, organização foi instituída em 2005 e atualmente é um exemplo sólido em termos de governança, eficiência e transparência.

 

Referência entre as Organizações Sociais de Cultura brasileiras – no que se refere a governança, eficiência, solidez institucional, transparência e compromisso com a cultura e a educação –, a Fundação Osesp completa 20 anos de atividades em 2025.

A Fundação é responsável pela gestão e pelo desenvolvimento da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp, da Sala São Paulo, do Coro da Osesp, dos Coros Infantil e Juvenil da Osesp, da Academia de Música da Osesp, da Editora Osesp, do Centro de Documentação Musical “Maestro Eleazar de Carvalho”, da Estação Motiva Cultural e do Festival de Campos do Jordão, e mantém contrato de gestão com o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, desde o dia 1º de novembro de 2005. Sua instituição, porém, aconteceu alguns meses antes: em 22 de junho do mesmo ano.

A organização realiza, ainda no escopo de seu contrato de gestão, ações de educação musical para crianças, jovens e adultos; promoção, capacitação e treinamento de profissionais das áreas da música e da educação; e formação de plateias, entre diversas outras atividades. Ela cumpre também com a missão de fomentar e desenvolver a música brasileira ao promover pesquisa, documentação, publicação, execução, gravação e divulgação do repertório nacional, sinfônico e de câmara.

Desde 2019, o ex-ministro, engenheiro e empresário Pedro Pullen Parente é o presidente do Conselho de Administração da Fundação Osesp. Ele foi precedido pelo empresário Fábio Colletti Barbosa (2013-2019) e pelo ex-presidente e sociólogo Fernando Henrique Cardoso – grande mentor e apoiador da criação da organização (2005-2013). Advogado, economista e músico, Marcelo Lopes ocupa o cargo de diretor executivo da Fundação desde a sua instituição, no ano de 2005.

No ano de 2024, o orçamento total para o ano da Fundação Osesp foi de R$ 139.953 milhões; deste montante, R$ 65.500 milhões foi o valor repassado à organização pelo Governo do Estado de São Paulo. Verbas provenientes de bilheteria, aluguel de espaços da Sala São Paulo, doações e patrocínios corresponderam a R$ 74.453 milhões. De acordo com o recém-lançado Painel de Dados da Lei Rouanet, uma plataforma gratuita que disponibiliza dados sobre a Lei de Incentivo à Cultura de forma interativa, a Fundação Osesp foi a segunda organização que mais captou recursos via Lei Rouanet no ano de 2024, em um total de R$ 40.900 milhões.

“Ao longo de duas décadas de atuação da Fundação Osesp, o modelo de gestão público-privado revelou-se eficaz e exemplar, assegurando à Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo uma trajetória de excelência, solidez institucional e protagonismo, elevando o prestígio do Estado de São Paulo no cenário cultural brasileiro, e mesmo do Brasil no cenário internacional. É nítido o alcance desse percurso: da formação de públicos à educação musical, da valorização do repertório nacional à preservação da memória artística. Combinando planejamento, compromisso público e liberdade criativa, a Fundação Osesp reafirma, a cada temporada, a arte como força vital de transformação social e expressão da identidade do país”, afirma o presidente do Conselho de Administração da Fundação Osesp, Pedro Parente, sobre os 20 anos de atuação da organização.

“A criação da Fundação Osesp foi um marco para a nossa Orquestra e, é seguro dizer, na própria história da música sinfônica brasileira. Nestes 20 anos de atuação, consolidamos um modelo de gestão que alia excelência artística a responsabilidade institucional, o que nos permitiu ampliar fortemente o alcance da Osesp e de nossos projetos educativos e culturais. A Fundação nasceu da convicção de que arte e cultura devem ser tratadas com seriedade, visão de futuro e compromisso público – valores que seguimos cultivando diariamente”, afirma Marcelo Lopes, diretor executivo da Fundação Osesp desde a sua criação, em 2005.

A história da Fundação Osesp

Depois da grande proeza que foi a reestruturação da Osesp, a partir de 1997, e o nascimento da Sala São Paulo, em 1999, outro divisor de águas na trajetória da Orquestra foi a criação da Fundação Osesp, em 2005. A Fundação representou a conquista de uma situação jurídica e financeira estável que, por sua vez, permitiu implantar um modelo de gestão alinhado às melhores práticas administrativas, em termos de eficiência operacional e transparência.

As origens deste modelo de gestão remetem a 1998, quando uma lei federal criou no Brasil uma nova figura institucional, a Organização Social (OS), parceria entre o Estado e a sociedade civil que tem o objetivo de fornecer flexibilidade e agilidade na gestão de atividades públicas não exclusivas, o que é o caso dos equipamentos culturais. No mesmo ano, o Estado de São Paulo aprovou uma lei específica para regulamentar as Organizações Sociais.

Em princípio, a lei previa sua utilização na área de saúde, mas uma ação de última hora do então deputado estadual Marcos Mendonça – convocando também os músicos da Osesp a apoiá-lo no processo – inseriu as atividades culturais no âmbito da lei.

Diante dessa possibilidade, ainda em 1998 foi lançada uma campanha pela constituição de uma OS, a Associação de Amigos da Osesp, com o envio de 150 cartas-convite para personalidades dos meios artístico, empresarial e político. Um estatuto chegou a ser elaborado, mas o assunto não evoluiu naquele momento.

Com o envolvimento de grandes personalidades, lideradas pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a Fundação Osesp nasceu em 22 de junho de 2005 para manter e administrar a Orquestra, financiada com recursos privados e públicos, repassados por contrato de gestão com a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Os instituidores foram, além de Fernando Henrique Cardoso: Alberto Dines, Carlos Rauscher, Celso Lafer, Horácio Lafer Piva, John Neschling, José Ermírio de Moraes Neto, Luiz Schwarcz, Marcelo Lopes, Pedro Malan, Pedro Moreira Salles, Pérsio Arida e Rubens Barbosa.

Em 1º de novembro de 2005, com direção executiva de Marcelo Lopes, músico da Osesp, advogado e economista, a Fundação assumiu efetivamente a gestão e a administração da Osesp e da Sala São Paulo, com total apoio dos músicos.

O modelo que vinha sendo utilizado até então apresentava muitos empecilhos para o desenvolvimento pleno das atividades necessárias a uma orquestra de perfil internacional. Por meio de um convênio, a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo transferia para a Fundação Padre Anchieta, entidade à qual a Osesp era vinculada desde os anos 1980, os recursos para financiar despesas, sobretudo os custos variáveis de programação, enquanto os custos fixos, da Orquestra e da Sala São Paulo, eram assegurados diretamente pelo governo.

Esse modelo levava a alguns impasses – para citar alguns exemplos, as receitas obtidas com a venda de ingressos e a locação de espaços não podiam ser absorvidas e reinvestidas nas atividades da Orquestra, tampouco era possível utilizar plenamente recursos advindos de leis de incentivo. A Sala São Paulo e a Osesp tinham gestões diferentes, e nem sempre com objetivos em comum. A necessidade de contratação por licitações, modelo vigente na administração direta, era incompatível com o planejamento artístico e a contratação de músicos e financiamento de turnês, o que normalmente é realizado com pelo menos três anos de antecedência. Em resumo, a governança era difusa, com os processos de decisão envolvendo muitos órgãos distintos em instituições diferentes. Com a Fundação Osesp, por sua vez, foi promovida uma completa reestruturação administrativa.

Marcelo Lopes tornou-se diretor executivo da Fundação e, junto da direção artística, se reportava diretamente ao Conselho de Administração da organização, encabeçado pelo ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, grande mentor e apoiador de sua criação. Fernando Henrique permaneceu no cargo até 2013, tornando-se depois presidente honorário. O empresário Fábio Colletti Barbosa ocupou o cargo entre 2013 e 2019, sendo substituído pelo ex-ministro Pedro Pullen Parente.

O modelo fundacional possibilitou sobremaneira a ampliação das fontes de recursos para o custeio das atividades e dos investimentos da Orquestra. Além do contrato de gestão com a Secretaria de Cultura do Estado, a Osesp passou a contar com a possibilidade de obter doações e patrocínios via leis de incentivos fiscais ou diretamente de pessoas físicas e jurídicas, e também de explorar a locação de espaços da Sala São Paulo, tanto para eventos quanto para uso comercial de restaurante, cafés, estacionamento e loja. Pôde, ainda, permanecer com a renda da bilheteria e assinaturas, explorar a venda ou aluguel de partituras, obter royalties sobre a venda de fonogramas e licenciamento de imagem e, por fim, obter receitas financeiras e receitas do fundo de capital.

A partir de 2006, todos os músicos da Orquestra e do Coro foram contratados por regime da CLT. Também foram promovidas ações de incentivo à educação e à capacitação. Em 2013, quando Fernando Henrique Cardoso deixou a presidência do Conselho de Administração da Fundação Osesp, foi criada uma Comissão de Orientação, que se reúne anualmente e tem a responsabilidade de indicar 55% dos integrantes do Conselho de Administração.

Saiba mais sobre a Fundação Osesp no site oficial.


FUNDAÇÃO OSESP – COMPOSIÇÃO

PRESIDENTE DE HONRA

Fernando Henrique Cardoso

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Pedro Pullen Parente presidente

Stefano Bridelli vice-presidente

Ana Carla Abrão Costa

Célia Kochen Parnes

Claudia Nascimento

Luiz Lara

Marcelo Kayath

Mario Engler Pinto Junior

Mônica Waldvogel

Ney Vasconcelos

Tatyana Vasconcelos Araújo de Freitas

COMISSÃO DE NOMEAÇÃO

Fernando Henrique Cardoso presidente

Celso Lafer

Fábio Colletti Barbosa

Horacio Lafer Piva

Pedro Moreira Salles

DIRETOR EXECUTIVO

Marcelo Lopes

SUPERINTENDENTE GERAL

Fausto A. Marcucci Arruda

SUPERINTENDENTE DE COMUNICAÇÃO E MARKETING

Mariana Stanisci

Outback estende comemoração do Dia dos Namorados e oferece brinde aos apaixonados

0

O Dia dos Namorados é amanhã e o Outback Steakhouse é o lugar perfeito para aqueles que buscam um jantar especial que saia do óbvio. Em um clima acolhedor e descontraído, os casais poderão celebrar o amor com muito bold flavour e direito a um mimo especial. Até o dia 15 de junho, os casais que pedirem uma das famosas tábuas para compartilhar combinadas com duas Pink Lemonades, a partir de R$ 149,90, ou com uma garrafa de espumante, a partir de R$229,90, vão ganhar de presente dois marcadores de taça exclusivos da campanha, em formato de coalas.

 

Menu de Dia dos Namorados do Outback:

 

Board from Down Under – Ribs & Steak: traz a combinação da Junior Ribs com os molhos Barbecue ou Billabong junto com o steak de filet mignon de 200g e um toque de manteiga de limão, servidos com a Crunchy Potatoes, além de três acompanhamentos de sua preferência. A opção com as duas pink lemonades sai por R$ 149,90, e com a garrafa de espumante por R$ 229,90.

 

Board from Down Under – Chimichurri & Red Onion Jam: dois steaks de 200g de filet mignon cada, sendo um finalizado com chimichurri e o outro com a Red Onion Jam, servidos com a Crunchy Potatoes e mais três acompanhamentos. Pedindo com as duas pink lemonades, o valor total fica R$ 169,90, já com a garrafa de espumante, R$ 249,90.

 

– Board from Down Under – Chimichurri & Creamy Fire Shrimp: composto por dois steaks de 200g de filet mignon cada, ambos com o toque Bold Flavour. Um é finalizado com chimichurri, e o outro com camarões empanados e molho Creamy Fire, servidos com a nova Crunchy Potatoes e três acompanhamentos à escolha. A opção com as duas pink lemonades sai por R$ 179,90, e com a garrafa de espumante R$ 259,90.

 

Para os casais que não abrem mão de uma sobremesa, é possível adicionar ao pedido qualquer opção do menu por mais R$ 29,90, como o Chocolate Thunder From Down Under, com brownie exclusivo e quentinho com sorvete de baunilha e deliciosa calda de chocolate preparada diariamente no Outback, finalizado com chantilly e raspas de chocolate.

 

Sobre o Outback

O Outback Steakhouse possui 183 restaurantes no Brasil e está presente em 84 cidades, 22 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback

Tributação das LCIs e LCAs: A Nova Ameaça Silenciosa ao Mercado Imobiliário

0

Jennifer Morete*

Na última semana, o Ministério da Fazenda anunciou que, a partir de 2026, os rendimentos de Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), bem como de outros papéis tradicionalmente isentos, tais como LCAs, CRIs, CRAs e debêntures incentivadas, passarão a ser tributados pela alíquota fixa de 5% de Imposto de Renda. A medida, que será implementada por Medida Provisória, tem como justificativa a correção de assimetrias no mercado financeiro e o aumento da arrecadação federal. No entanto, para além do discurso fiscal, a decisão acende um alerta importante no setor imobiliário: o risco jurídico e econômico de desestruturar um modelo de financiamento habitacional que tem funcionado há anos como suporte ao desenvolvimento urbano.

As LCIs, em particular, não são apenas instrumentos de investimento. Elas compõem a espinha dorsal do crédito imobiliário privado no país, especialmente no âmbito do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Por meio dessas letras, bancos captam recursos com isenção de imposto para o investidor, incentivo este que permite, em contrapartida, a oferta de financiamentos habitacionais com taxas mais acessíveis. Ao tributar essa cadeia, a proposta compromete a eficiência desse mecanismo e tende a elevar o custo do crédito para o consumidor final, inclusive na aquisição da casa própria.

Dados de entidades representativas do setor apontam que essa tributação pode elevar em até 0,7 ponto percentual as taxas aplicadas aos contratos imobiliários com recursos do SBPE. Em um país onde o acesso à moradia ainda é um desafio social relevante, qualquer interferência que encareça o crédito deve ser cuidadosamente analisada sob a ótica da função social da propriedade (art. 5o, XXIII, da Constituição Federal) e do direito à moradia, reconhecido como direito fundamental no art. 6o da mesma Carta.

Do ponto de vista jurídico, a medida provoca inquietações. Ainda que restrita a novas emissões, ela altera um regime de incentivos que foi estruturado para fomentar políticas habitacionais e estimular investimentos de longo prazo no setor. A mudança, portanto, suscita questionamentos à luz do princípio da segurança jurídica, pilar do Estado de Direito (art. 5o, caput, CF), bem como do princípio da confiança legítima, reconhecido pela jurisprudência brasileira como fundamental na relação entre Estado e contribuinte.

É nesse contexto que se insere também o debate sobre a legalidade estrita em matéria tributária (art. 150, I, CF), que exige não apenas observância formal às regras de competência, mas também respeito à coerência e à previsibilidade no tratamento fiscal de setores estratégicos. No caso do mercado imobiliário, a tributação de instrumentos que antes eram protegidos por isenções legais pode ser interpretada como uma quebra de expectativa legítima, sobretudo para aqueles que estruturaram seus projetos e operações com base em incentivos em vigor.

Outro ponto que merece atenção é o impacto sobre os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), amplamente utilizados na securitização de recebíveis vinculados a contratos de compra e venda, locações e financiamentos. A tributação dos rendimentos desses papéis afeta diretamente a captação de recursos pelas incorporadoras e pode

desestimular a busca por soluções de funding mais sofisticadas, que hoje representam uma alternativa segura e moderna ao crédito bancário tradicional.

Por mais que a medida não tenha efeito retroativo, sua simples proposta já compromete, em parte, o ambiente de confiança que sustenta o investimento imobiliário no Brasil. A utilização de medida provisória para alterar um regime jurídico consolidado, ainda que constitucionalmente possível, exige cautela institucional, ampla discussão e respeito ao ciclo de planejamento do setor. O imobiliário é uma área de longo prazo, que envolve compromissos financeiros extensos, segurança registral e projeções econômicas de larga escala.

A proposta ainda será submetida ao Congresso Nacional, mas é fundamental que o debate considere não apenas os efeitos arrecadatórios da medida, mas sua repercussão sobre o mercado, os investidores e os consumidores. O equilíbrio fiscal é importante, mas ele não pode ser perseguido em detrimento da estabilidade jurídica de setores estruturantes da economia, ainda mais do imobiliário, que hoje, de uma forma geral, representa 10% do PIB nacional.

Sem alarde, o que se tributa aqui não é apenas o rendimento de um papel de investimento: é o próprio fluxo de capital que viabiliza a aquisição, a construção e o desenvolvimento de imóveis no país, afetando diretamente famílias que buscam acesso à moradia e investidores que, confiando em regras estáveis, aportam recursos no setor. A mudança proposta, ainda que voltada ao futuro, pode gerar instabilidade no presente. É essencial que essa decisão seja tratada com a seriedade técnica e jurídica que o tema exige, sob pena de comprometer um dos pilares de sustentação do mercado imobiliário brasileiro: a confiança, tanto de quem financia quanto de quem sonha com um imóvel próprio.

 

*Dra. Jennifer Morete é Advogada especialista em Direito Imobiliário, e sócia do escritório Morete, Lima & Oliveira Advocacia.

Neoenergia adere ao Programa Acredita no Primeiro Passo

0

 

Iniciativa do Governo Federal visa promover a inclusão socioeconômica de famílias inscritas no Cadastro Único, por meio da qualificação, capacitação para o emprego e apoio ao empreendedorismo

 

Foto: Roberta Aline / MDS

 

A Neoenergia aderiu ao Programa Acredita no Primeiro Passo. O protocolo de intenções, assinado na terça-feira (10.06) entre a companhia energética e o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, busca promover a inclusão socioeconômica de pessoas inscritas no Cadastro Único, com foco nas ações de qualificação profissional e empregabilidade.

 

Durante a cerimônia, o titular do MDS defendeu a união do desenvolvimento social e econômico para geração de melhorias no país. “Este momento me alegra muito porque, a partir deste acordo, poderemos abrir portas para a demanda que temos da Neoenergia e iremos ajudar os brasileiros inscritos no CadÚnico”, celebrou.

 

O acordo prevê a divulgação de oportunidades de emprego e vagas na Escola de Eletricistas distribuídas no Distrito Federal e nos 18 estados onde a Neoenergia atua no país. “Mais uma vez, reforçamos nosso compromisso para ampliar a igualdade de oportunidades, promovendo o desenvolvimento de programas que geram impacto social positivo nos nossos territórios de atuação”, afirmou Eduardo Capelastegui, CEO da Neoenergia.

 

O Programa Acredita no Primeiro Passo, coordenado pelo MDS, atua em três eixos: oportunidades de qualificação; empreendedorismo e empregabilidade. A iniciativa prevê foco em territórios de alta vulnerabilidade socioeconômica, com atuação prioritária junto a mulheres, jovens, negros, membros de populações tradicionais e ribeirinhas e pessoas com deficiência inscritos no CadÚnico.

 

Escola de Eletricistas

 

O protocolo de intenções prevê a divulgação de vagas para a Escola de Eletricistas da Neoenergia que visa a geração de emprego e renda e, principalmente, a inserção feminina com turmas exclusivas para mulheres. O espaço já formou mais de mil mulheres em todas as distribuidoras, sendo que 70% delas foram contratadas pela companhia.

 

Os cursos são gratuitos e realizados em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), nas áreas de concessão das cinco distribuidoras do grupo: Neoenergia Brasília (DF), Neoenergia Coelba (BA), Neoenergia Cosern (RN), Neoenergia Elektro (SP e MS) e Neoenergia Pernambuco.

 

Prefeita no Pará atinge 1 milhão de seguidores após vídeo

0

Reeleita e muito querida na cidade, a prefeita de Marituba, no Pará, Patrícia Alencar (MDB), ultrapassou a marca de 1 milhão de seguidores no Instagram após viralizar com um vídeo em que aparece dançando forró de biquíni.

Inicialmente publicada em um perfil privado, a gravação teria sido vazada sem autorização. As imagens começaram a repercutir e Patrícia decidiu publicar o vídeo em sua conta oficial e virou sucesso nacional.

Em apenas três dias, o número de seguidores disparou: foram cerca de 300 mil novos usuários. No sábado, 7, a prefeita alcançou 1 milhão de seguidores. Neste domingo, 8, já soma 1,2 milhão – número muito maior que o da conta institucional da Prefeitura de Marituba, que tem 60 mil seguidores.

 

 

Lideranças do agro debatem o futuro das proteínas no Brasil e no Mundo

0

PARANÁ – No dia 16 de junho de 2025, às 14h, o Auditório Mário De Mari, no Campus da Indústria FIEP, em Curitiba, será palco de um dos momentos mais aguardados do Alimenta 2025: o Painel de Lideranças, com o tema “Desafios da Economia e Mercados das Proteínas Animais”. O painel marca a abertura dos debates de alto nível do evento e será coordenado por José Antônio Ribas Júnior, reunindo grandes nomes do setor agroindustrial brasileiro em uma discussão estratégica e essencial para o futuro das cadeias de proteína animal.

Participam do painel: Elias José Zydek, presidente executivo da Frimesa Cooperativa Central; Fabio Stumpf, vice-presidente de Agropecuária e Qualidade da BRF; Sheila Guebara, diretora de Sustentabilidade da Seara Alimentos Ltda; Arene Trevisan, diretor executivo da Seara Alimentos Ltda; Irineo da Costa Rodrigues, presidente da Lar Cooperativa; Ricardo Santin, presidente da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal); Roberto Kaefer, presidente do Sindiavipar; Jacir Dariva, presidente da Associação Paranaense de Suinocultores – APS; Losivanio de Lorenzi, presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos – ACCS; e Valdecir Folador, presidente da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul – ACSURS.

O Painel de Lideranças refletirá o espírito do Alimenta 2025, evento multiproteína que reúne lideranças do agronegócio, autoridades e especialistas para debater inovação, sustentabilidade e o futuro do setor no Paraná, no Brasil e no mercado global. Com o objetivo de unificar e transformar o setor, o evento promove a integração entre as cadeias de aves, suínos, bovinos, peixes, leite e ovos, reunindo todos os elos da cadeia produtiva em um ambiente colaborativo e estratégico. A iniciativa rompe com os formatos segmentados dos congressos tradicionais e posiciona o Paraná — um dos maiores produtores de proteína animal do Brasil — como protagonista e referência no cenário global.

O presidente do Alimenta 2025, Roberto Kaefer, destaca que o evento é uma oportunidade para discutir a atual condição das proteínas animais no mercado internacional, além de segurança alimentar, novas soluções e o papel do Brasil neste contexto. Eliana Panty, organizadora do evento, reforça que a junção dos eventos tradicionais do setor permite um espaço representativo à altura da relevância paranaense na produção de alimentos.

Selmar Marquesin, diretor do jornal O Presente Rural, aponta que essa integração gera oportunidades de negócios e alinha estratégias entre todos os participantes da cadeia produtiva.

Elias José Zydek, que participa do painel, enfatiza que as cadeias de proteína animal são motores da economia verde, e que eventos como o Alimenta promovem profissionalismo, organização e crescimento sustentável.

O Alimenta 2025 acontece entre os dias 16 e 18 de junho de 2025 e conta com inscrições abertas no site www.alimentaexpo.com.br, com valores promocionais por lote, incluindo opções especiais para grupos e empresas.

O evento também terá palestras técnicas com nomes como Marcos Troyjo e Luís Rua, rodadas de negócios, feira de tecnologias e debates sobre temas como ESG, rastreabilidade digital, sanidade animal e biotecnologia.

Com um formato bienal e multiproteína, o Alimenta foi criado para fortalecer o papel do Brasil como líder mundial em produção e exportação de alimentos, promovendo debates sobre o futuro do setor e as transformações necessárias para enfrentar os desafios de mercado. O Painel de Lideranças, portanto, será o ponto de partida para três dias de troca de conhecimento, negócios e visão estratégica para toda a cadeia produtiva de proteína animal.

Patrocínio e Apoio

 

O Alimenta 2025 – Congresso e Feira Internacional da Proteína Animal, é realizado pela Hollus Comunicação e Fundep (Fundação de Apoio ao Ensino, Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação). Tem como correalizadores o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) e o Jornal O Presente Rural.

Apoiam o Alimenta 2025: Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), Frimesa Cooperativa, Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Paraná) e Governo do Estado do Paraná.

COMUNICADO DA AURORA COOP

0
DCIM100MEDIADJI_0035.JPG

A Cooperativa Central Aurora Alimentos – Aurora Coop, com sede na cidade de Chapecó-SC, vem comunicar que envidou negociações com a Menestrina Participações S/A, visando a aquisição do controle acionário da sociedade empresária GRAN MESTRI ALIMENTOS S/A, com sede em Guaraciaba-SC.

Atualmente a operação se encontra sob análise do CADE – Conselho Administrativo de Defesa Econômica.

Caso aprovada a operação pelo mencionado Conselho, as partes envolvidas  informarão os desdobramentos.

Chapecó-SC, 10 de junho de 2025.

Cooperativa Central Aurora Alimentos – Aurora Coop

Como reconstruir pensamentos e comportamento a partir das técnicas japonesas de restauro em cerâmica ‘Kintsugi’

0

 

Gabriel Ferraz Vidiri*

 

O que Kintsugi, uma arte japonesa de reparar objetos quebrados com ouro, pode ajudar você a se inspirar em sua vida quotidiana? É simples de entender. Assim como na vida, não somos isentos de rachaduras ou rupturas e o Kintsugi demonstra que as cicatrizes não só contam histórias, mas também podem unir beleza e força.

Do mesmo modo que na vida, não somos isentos de rachaduras. O Kintsugi (‘emenda de ouro’), também chamado de Kintsukuroi (‘reparo com ouro’), é uma técnica japonesa antiquíssima de consertar cerâmicas quebradas utilizando laca espanada ou uma mistura de pó de ouro, prata ou platina. Depois da cerâmica ser restaurada surgem veios dourados entremeados no design do objeto original dando uma nova vida e estética ao objeto original. No Kintsugi há uma técnica de decoração de objetos, a Maki-e, ‘imagem polvilhada’ em japonês, pela qual desenhos e padrões são criados polvilhando pó metálico (como ouro ou prata) sobre uma superfície de laca ainda úmida.

Por isso, a analogia seria tal como o Kintsugi dá nova vida a objetos quebrados como um pote japonês tradicional Hanki, geralmente feito de cerâmica, usado para armazenar arroz ou uma tigela Tchawan, usada para servir chá durante a cerimônia do chá, e também geralmente feita de cerâmica, nossas cicatrizes podem nos tornar mais fortes, mais sábios e até mais bonitos se soubermos tirar proveito da mudança.

O Kintsugi ensina materialmente sobretudo que as cicatrizes não só contam histórias, registram experiências, marcam situações, mas também podem agregar beleza e força. É fundamental num mundo que pede resultados, lembrar que o autoconhecimento é a base de toda realização. Eu aproveito para destacar aqui um paralelo entre o Kintsugi e a força que surge das experiências difíceis, porque é preciso ter coragem de ser imperfeito. A arte japonesa tem me ajudado a entender e a honrar minhas cicatrizes. É preciso, portanto, aceitar e abraçar nossas imperfeições como parte fundamental do nosso crescimento.

Reconhecida como uma das maiores pesquisadoras em temas de vulnerabilidade, coragem, resiliência, vergonha e empatia, a autora e pesquisadora da Universidade de Houston, Brené Brown, tem trabalhado e em seus estudos sobre emoções e conexões humanas. Ela afirma que a vulnerabilidade, muitas vezes percebida como fraqueza, pode ser na realidade, o segredo para a bravura, a inovação, a criatividade e a verdadeira conexão. Se permitir ser vulnerável, no entendimento dela, é essencial para viver plenamente e construir relações significativas.

René interpreta que seu conceito de ‘liderança corajosa’ é um pilar no mundo corporativo e educacional. A seu ver a coragem deve ser uma habilidade aprendida, o que implica encarar o medo, ter conversas difíceis e estar presente mesmo em situações de risco.

A cientista comportamental trabalha muito o tema ‘vergonha’ em suas pesquisas. Ela analisa principalmente a vergonha como uma dor intensa em acreditar que somos falíveis e, por consequência, indignos de amor e pertencimento. Seus ensinamentos são direcionados para como reconhecer, entender e trabalhar a vergonha, para que ela não paralise ou desumanize as pessoas.

“Pertencer a si mesmo requer coragem”. Esse é um dos lemas preferidos dela, que costuma proferir em suas incontáveis palestras pelo mundo. Na visão dela, que é autora de seis best-sellers, também podemos cultivar um verdadeiro senso de pertencimento, começando por sermos fiéis a nós mesmos, em vez de nos moldarmos para agradar os outros.

Voltando ao universo do Kintsugi e das filosofias japonesas do bem viver, neste arcabouço existencial, a arte do restauro Kintsugi desperta a reflexão para o Ikigai, cujo propósito combina, paixão, missão, vocação e profissão. Trata-se de um conceito japonês que, de forma simples, significa ‘razão de ser’ ou ‘razão para acordar de manhã’. Seria a ideia de encontrar aquilo que dá sentido e propósito à sua vida.

Para estudiosos japoneses o ikigai não se restringe a trabalho ou aspirações profissionais, podendo ser aplicado a algo simples como cuidar de um jardim, preservar amizades ou acompanhar o desenvolvimento dos netos. A palavra vem da junção de ‘iki’ (vida) e ‘gai’ (valor, merecimento).

Na cultura japonesa, ele tem um caráter mais íntimo, relacionado ao bem-estar e à satisfação cotidiana, e não está associado diretamente a parte financeira ou mesmo reconhecimento. Para identificar seu ikigai as pessoas precisam se perguntar cotidianamente: O que faz você esquecer do tempo? Quais atividades energizam você? Que tipo de problema você gosta de resolver? Que valor você quer deixar para o mundo?

O conceito desse modo de pensar a partir da intersecção da paixão, missão, profissão e vocação é entender a satisfação, mas também o sentimento de inutilidade; a alegria e plenitude, mas sem prosperidade; o entusiasmo e complacência, mas também o senso de incerteza, o confortável, e o senso de vazio.

Nos inspirando num método semelhante à técnica maki-e podemos conduzir os seguintes procedimentos:

1. Identifique suas paixões, habilidades, o que o mundo precisa e o que você pode ser pago para fazer. Conecte os pontos e lembre-se que mudanças estruturais são gradativas, valorize os pequenos começos e celebre cada estágio avançado.

2. Reconheça suas falhas, não como fracassos, mas como partes essenciais do seu ser. Faça uma auto-observação não só como um ser completo, mas como uma pessoa em constante evolução e desenvolvendo seu progresso.

3. Ao aceitar a complexidade do autoconhecimento, não só descobrimos nosso propósito, mas também nos tornamos resistentes às inevitáveis rupturas da vida, afinal no ‘jogo jogado da vida’ encontramos desafios, que podem nos transformar numa versão melhor.

Para facilitar a gestão da mudança no processo de acelerações de carreira eu convido a todos a florescerem e reconhecer suas potencialidades. Entender que tipo de pessoa você poderia ser se acelerasse e progredisse seus talentos e eliminasse suas deficiências. Identificar também aqueles pontos limitantes que te paralisam. A melhoria contínua se faz caminhando.

Para finalizar deixaria três grandes reflexões: se você precisa ter para ser, você nunca teve; se você precisa fazer para ser, você nunca fez. Quando você começa a compreender o que você ama, fortalecer seus interesses, o seu ser floresce. Esse é um grande progresso.

Gabriel Ferraz Vidiri é profissional em gestão de pessoas, podcaster do ‘Papo de Progresso’ e especialista em liderança transformacional e em transição de carreira. É também mestrando (MPGC) pela FGV.

Acidentes de trânsito no Brasil deixam, por ano, 250 mil vítimas com sequelas irreversíveis

0

 

Os acidentes de trânsito no Brasil deixam, por ano, cerca de 250 mil vítimas com sequelas permanentes, de acordo com o “Estudo dos Custos de Acidentes de Trânsito no Brasil”, feito pelo Instituto de Segurança no Trânsito. Número que deve ser bem maior, já que há muitos casos de subnotificação. Essa violência nos coloca na terceira posição do ranking mundial dos países com mais mortes em decorrência de acidentes de trânsito, segundo o relatório “Status Report on Road Safety”, divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

“Ou seja, é urgente melhorar a educação no trânsito, adotar iniciativas eficientes para reduzir os acidentes. No entanto, há outra medida urgente a ser discutida, que é a necessidade de se criar algum mecanismo de amparo a essas vítimas. Muitas ficam completamente desassistidas, fragilizadas e abandonadas à própria sorte, sem qualquer auxílio durante o período de recuperação”, diz Lucio Almeida, presidente do CDVT – Centro de Defesa das Vítimas de Trânsito, ONG sem fins lucrativos, que atua em todo o país.

Ainda se recuperando de um capotamento, num acidente que envolveu uma carreta, o ajudante de obras Josivan da Silva, de 38 anos, sofreu diversas fraturas. O acidente foi em novembro de 2024, em Mossoró (RN), e ele ainda faz uso de um colar cervical, além de tomar medicamentos que ajudam aliviar as dores que sente. Afastado de suas atividades, não sabe quando retorna ao trabalho e em quais condições. “Não sei mais se poderei voltar a fazer tudo que podia, como antes do acidente”, diz Josivan, psicologicamente abalado.

Para reverter situações como essa, representantes do CDVT têm discutido a criação de um novo seguro para vítimas de acidentes de trânsito com algumas autoridades, em Brasília. “Temos procurado apoio de deputados, senadores e ministros que compreendem a urgência dessa pauta, para que possam nos representar nessa luta. O Brasil tem um dos trânsitos mais violentos do mundo e não podemos mais permitir que as pessoas, principalmente as mais desfavorecidas, fiquem desamparadas pelo estado”, complementa Almeida.

A política de um seguro obrigatório não é uma inovação recente. Iniciou-se em 1929 na Suécia, transformando-se num modelo que se estende atualmente por diversos países, inclusive nos menos desenvolvidos ou economicamente inferiores ao Brasil. No Peru, Equador ou Venezuela, por exemplo, as vítimas são cobertas pelo SOAT (Seguro Obrigatório de Acidentes de Trânsito), que cobre despesas médicas e hospitalares, independentemente de quem seja o culpado pelo acidente.

“Seja motorista, passageiro ou pedestre, todos têm direito a um respaldo digno em caso de acidente. Portanto, não podemos mais tolerar que sejam tratados com todo esse descaso”, conclui o presidente do CDVT.

Celebre o amor com saúde e cuidados com o coração

0

 A nutricionista do Oba Hortifruti, Thamires Lima, destaca a importância da alimentação equilibrada na prevenção de doenças cardiovasculares. Chef Benedito Tersi ensina como unir sabor e boas escolhas com receitas que valorizam os ingredientes

créditos: divulgação

O coração é muito mais do que um símbolo do amor, é um órgão vital que merece cuidado e atenção. As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo, mas a boa notícia é que até 80% dos casos podem ser evitados com mudanças no estilo de vida. A nutricionista do Oba Hortifruti, Thamires Lima, explica que a alimentação tem um papel central nisso e os alimentos frescos, integrais e ricos em nutrientes compõem uma base sólida para a saúde do coração. “Dietas ricas em vegetais, frutas, grãos integrais, leguminosas, gorduras boas e antioxidantes são altamente eficazes para reduzir os riscos cardiovasculares, controlar a pressão arterial e equilibrar o colesterol”.

Mas, essa escolha vai além da saúde e pode também proporcionar boas experiências gastronômicas, como explica o chef Benedito Tersi, que valoriza os ingredientes em combinações criativas. “Cuidar da saúde não significa abrir mão do prazer de comer. Pelo contrário, com os ingredientes certos, é possível criar pratos que alimentam o corpo e também os sentimentos”.

Thamires lembra que apostar em alimentos naturais é essencial para manter o coração saudável e funcional ao longo dos anos. Ela destaca os principais aliados que merecem integrar a rotina:

  • Peixes ricos em ômega-3 (salmão, sardinha, atum): reduzem os níveis de triglicerídeos, controlam a pressão arterial e têm forte ação anti-inflamatória.

  • Oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas): fornecem gorduras insaturadas, fibras e antioxidantes que combatem o colesterol ruim e protegem os vasos sanguíneos.

  • Abacate: sua gordura monoinsaturada ajuda a equilibrar os níveis de colesterol, enquanto o potássio auxilia na regulação da pressão.

  • Azeite de oliva extravirgem: atua como anti-inflamatório natural e protege as artérias contra o envelhecimento precoce.

  • Frutas vermelhas (morango, amora, framboesa): ricas em flavonoides, promovem a dilatação dos vasos sanguíneos e reduzem a pressão arterial.

  • Vegetais verdes escuros (espinafre, couve, brócolis): fornecem fibras, magnésio e nitratos naturais que melhoram a função vascular.

  • Grãos integrais (aveia, quinoa, cevada): auxiliam na redução do colesterol LDL e favorecem o funcionamento intestinal.

  • Chocolate amargo (70% ou mais): além de delicioso, é rico em flavonoides que melhoram a circulação e têm efeito vasodilatador.

  • Leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico): ajudam no controle da pressão arterial e do colesterol.

  • Frutas cítricas (laranja, limão, tangerina): ricas em vitamina C e antioxidantes, fortalecem a imunidade e previnem a aterosclerose.

“Esses alimentos, além de extremamente benéficos, também são versáteis e saborosos. Eles podem ser combinados em pratos ou em cestas criativas para presentear com saúde e amor”, afirma Thamires.

No Dia dos Namorados, presentear com uma cesta de saúde e amor é um gesto de cuidado e criatividade. A nutricionista dá dicas de produtos:

  • Pães e cookies integrais

  • Mix de castanhas e frutas secas

  • Chocolate amargo (mínimo 70% cacau)

  • Azeite de oliva extravirgem em frasco decorado

  • Geleia artesanal de frutas vermelhas

  • Um potinho de homus ou guacamole

  • Uma receita impressa para cozinharem juntos

  • Uma carta de amor

Comemorar o Dia dos Namorados com uma refeição especial é uma ótima maneira de criar memórias afetivas. Para transformar a noite em uma experiência ainda mais especial, o chef Benedito Tersi elaborou um cardápio exclusivo, que une ingredientes saudáveis e apresentações sofisticadas. “Ideal para celebrar o amor”, diz.

Entrada

Tomates Assados com Ervas e Burrata

A entrada é leve e aromática, com a suavidade da burrata e a doçura dos tomates assados, criando um começo perfeito para o jantar. “Essa escolha traz frescor e delicadeza, um ótimo ponto de partida para a celebração”, diz o chef.

Modo de preparo:

Preaqueça o forno a 180 °C. Em uma assadeira, disponha os tomates variados e a cabeça de alho cortada. Regue com azeite de oliva e adicione ramos de alecrim e tomilho. Tempere com sal e pimenta a gosto. Leve ao forno por 25 a 30 minutos ou até que os tomates estejam macios e levemente caramelizados. Transfira os tomates assados para um prato de servir e disponha as burratas por cima. Finalize com folhas de manjericão fresco, macadâmia e um fio de azeite.

Prato Principal

Filet Wellington com Molho de Mel

O Filet Wellington traz sofisticação, com a crocância da massa folhada e a suculência do filé, complementado pelo molho doce de mel. “Este prato é uma escolha clássica e requintada, ideal para o Dia dos Namorados, quando buscamos uma refeição que seja tão especial quanto a data”.

Massa folhada:

1 massa folhada pronta (500g)

6 filés mignon Oba Reserve (cerca de 150g cada)

Mix de pimentas e sal a gosto

2 colheres de sopa de mostarda em grãos

12 fatias de presunto de Parma Oba Bem Querer (100g)

Duxelle de cogumelos: 300 g de cogumelos Paris picados 1 cebola picada (100g) 2 colheres de sopa de salsinha picada 2 colheres de sopa de cebolinha picada 2 dentes de alho picados 2 colheres de sopa de manteiga 1 ovo batido para pincelar

Molho de Balsâmico e Mel:

120ml de vinagre balsâmico

2 colheres de sopa de mel

1 dente de alho, picado finamente

240ml de caldo de carne ou caldo de legumes

30g de manteiga sem sal

Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:

Pré-aqueça o forno a 200°C. Tempere os filés mignon com o mix de pimentas, sal e mostarda em grãos. Reserve. Em uma frigideira, derreta a manteiga em fogo médio. Adicione a cebola e o alho e refogue até ficarem transparentes. Em seguida, adicione os cogumelos picados e cozinhe até que todo o líquido evapore e os cogumelos estejam macios. Misture a salsinha e a cebolinha. Reserve. Estenda a massa folhada em uma superfície enfarinhada. Coloque 2 fatias de presunto de Parma sobre cada pedaço de massa. Distribua a duxelle de cogumelos sobre o presunto. Coloque um filé mignon sobre cada porção de duxelle. Dobre a massa folhada sobre o filé, fechando bem as extremidades e pressionando levemente para selar. Coloque os rolinhos em uma bandeja forrada com papel-manteiga, com a dobra da massa virada para baixo. Pincele a superfície da massa com o ovo batido. Asse em forno pré-aquecido por 25-30 minutos ou até que a massa fique dourada e os filés atinjam o ponto desejado. Retire do forno e deixe descansar por alguns minutos antes de servir.

Molho de Balsâmico e Mel:

Em uma panela pequena, coloque o vinagre balsâmico, o mel e o alho picado. Misture bem. Leve a panela ao fogo médio e deixe ferver. Reduza o fogo para médio-baixo e cozinhe por cerca de 5 minutos, mexendo ocasionalmente, até que o molho comece a reduzir e engrossar ligeiramente. Adicione o caldo de carne ou caldo de legumes à panela e continue cozinhando por mais 5 minutos, até que o molho reduza pela metade. Retire a panela do fogo e adicione a manteiga, mexendo vigorosamente até que derreta completamente e se misture ao molho. Tempere o molho com sal e pimenta-do-reino a gosto. Mexa bem para incorporar os temperos. Coe o molho através de uma peneira fina para remover quaisquer pedaços sólidos e obter uma textura mais suave. Sirva o molho quente sobre o filé Wellington fatiado.

Dica valiosa do chef:

Ao preparar o prato com esse molho especial, é importante garantir que o filé esteja selado corretamente antes de envolvê-lo na massa folhada. Isso ajuda a manter os sucos naturais da carne presos e evita que a massa fique encharcada durante o cozimento. “Para selar o filé, aqueça uma frigideira em fogo alto e adicione um pouco de óleo. Quando a frigideira estiver bem quente, coloque o filé e sele todos os lados rapidamente, apenas o suficiente para formar uma crosta dourada. Isso ajudará a manter a umidade da carne enquanto assa no forno”, ensina o chef Benedito Tersi.

Sobremesa

Charlotte de Cerejas

A sobremesa finaliza a refeição de forma delicada, com o equilíbrio entre a acidez das cerejas e a suavidade do creme. “Perfeita para fechar com chave de ouro. É doce, romântica e tem tudo a ver com a celebração do amor”.

Calda de cerejas:

200g de Cerejas Desidratadas Oba Bem Querer

150 ml de vinho branco de sua preferência

200g de açúcar refinado

Mousse:

300g de creme de leite fresco ou nata

300g de cream cheese

100g de açúcar refinado

5g de gelatina incolor sem sabor

50ml de água

1 colher de chá de extrato de baunilha (ou meia fava)

250g de Chocolate Meio Amargo Oba Bem Querer ralado

2 pacotes de biscoito champanhe

300g de Cerejas Frescas Oba Bem Querer.

Modo de preparo:

Calda de cerejas:

Corte as cerejas ao meio e retire as sementes. Em uma panela coloque as cerejas, o vinho branco, o açúcar e o licor de amêndoas. Deixe cozinhar por cerca de 20 minutos em fogo médio. Retire do fogo e deixe esfriar na geladeira.

Mousse:

Hidrate a gelatina com a água e reserve. No bowl da batedeira misture o creme de leite fresco, ou cream cheese, o açúcar refinado e o extrato de baunilha. Bata em velocidade média até que se forme um creme encorpado. Misture duas colheres de sopa do creme junto com a gelatina e coloque 20 segundos no micro-ondas. Em seguida junte ao creme e misture bem.

Montagem:

Utilize um aro de 20cm de diâmetro e acomode os biscoitos champanhe na lateral do aro. Monte camadas colocando biscoitos no fundo, uma camada de creme, da calda de cerejas, o chocolate meio amargo e novamente as bolachas, até que faltem 4cm do topo dos biscoitos. Deixe gelar por 2 horas. Finalize com cerejas frescas, açúcar de confeiteiro e raspas de chocolate.

Dicas: Prepare de um dia para o outro.

Outras sugestões:

Roulade de Carne Suína com Queijo de Cabra e Geleia de Maçã com Canela

A combinação da carne suína com queijo de cabra e a geleia de maçã cria um prato sofisticado e equilibrado, com a doçura da maçã complementando a carne de forma única. “Uma opção ousada, perfeita para quem quer surpreender no Dia dos Namorados”.

Em um recipiente, misture a carne moída suína, o ovo, o alho picado, a farinha de rosca, a salsinha, a cebola em pó, a páprica doce, sal e a pimenta-do-reino. Misture bem com as mãos até que se forme uma massa homogênea. Abra a massa sobre uma folha de papel-alumínio untado com azeite em formato retangular com cerca de 1,5 cm de altura. Distribua a geleia de maçã sobre a massa do rocambole e por cima adicione o queijo de cabra picado. Enrole a carne dando voltas utilizando o papel-alumínio como suporte. A modo de esconder o recheio e obter um rocambole sem rachaduras. Feche o papel-alumínio e leve para assar a 180 oC por 20 minutos. Pré-cozinhe as batatas, as cenouras e o brócolis em água fervente. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Após 20 minutos retire o papel-alumínio do rocambole e acomode os vegetais na lateral. Regue com azeite e asse por mais 15 minutos a 180° C. Sirva com arroz branco ou apenas com os vegetais.

 Dicas:

Amasse bem a massa do rocambole para que ele fique uniforme. Pincele um pouco de azeite na superfície do rocambole durante o processo de dourar. Não cozinhe muito os vegetais, pois terminarão de assar no forno. O queijo de cabra é salgado, portanto, cuidado com o sal.

 Torta de Chocolate Amargo com Frutas Vermelhas

Clássica e irresistível, a torta de chocolate com frutas vermelhas oferece a intensidade do chocolate e o frescor das frutas, uma sobremesa romântica e deliciosa para a data. “É a escolha perfeita para quem quer terminar a noite de maneira doce e inesquecível”.

 400g de pão-de-ló

Gotas de Chocolate ao Leite

200g de creme de leite fresco

400g de chocolate meio amargo

120g de geleia de Frutas Vermelhas Oba Bem Querer

Mix de frutas vermelhas com morangos, mirtilos, amoras e framboesas

Açúcar de confeiteiro para decorar.

Modo de preparo:

Corte o pão-de-ló em fatias de cerca de 4 dedos de altura. Separe formas de 12cm de diâmetro, passe desmoldante ou manteiga e acomode as fatias do pão-de-ló no centro. Com o auxílio de uma colher, ou com os próprios dedos, pressione a fatia do pão-de-ló nas laterais da forma até que fique parecendo uma massa de torta. Leve para assar por 15 minutos a 160 graus. Em outro recipiente derreta o chocolate meio amargo e misture com o creme de leite fresco. Mexa até que se forme um creme liso e homogêneo. Retire a base da torta do forno e deixe esfriar por alguns minutos antes de desenformar. Desenforme a base da torta, espalhe o recheio de chocolate meio amargo no centro e deixe esfriar por 10 minutos na geladeira. Sobre o recheio frio faça uma camada de geleia de frutas vermelhas. Disponha as frutas na superfície da torta, intercalando as variedades. Finalize peneirando açúcar de confeiteiro sobre as frutas.

Dica: servir a torta acompanhada com sorvete de baunilha ou morango também é uma boa pedida.

“Essas escolhas são ideais para o Dia dos Namorados pois combinam sofisticação, leveza e uma sensação de aconchego. Cada prato foi pensado para criar uma experiência, com sabores marcantes, mas que também deixam espaço para uma refeição que não sobrecarrega, tornando o jantar ainda mais agradável”, afirma o chef.

A nutricionista também dá dicas de receitas

 Maionese de Abacate

1 abacate maduro

1 dente de alho pequeno (ou 1/2, se preferir mais suave)

Suco de 1/2 limão

1 colher de sopa de azeite de oliva extravirgem

Sal a gosto (use pouco)

Pimenta-do-reino a gosto

Cheiro-verde, cebolinha ou coentro (opcional, para dar sabor)

 Modo de preparo:

Corte o abacate ao meio, retire o caroço e a polpa. Coloque todos os ingredientes no liquidificador ou processador. Bata até formar uma pasta cremosa e homogênea. Se precisar, adicione 1 colher de água ou mais azeite para ajustar a textura. Prove e ajuste os temperos a gosto. Sirva com torradinhas e pães integrais.

Salmão ao Forno com Ervas e Legumes

2 filés de salmão (cerca de 150g cada)

Suco de 1/2 limão

1 colher de sopa de azeite de oliva extravirgem

1 dente de alho picado ou amassado

Sal e pimenta-do-reino a gosto

Ervas secas a gosto (alecrim, tomilho, orégano ou dill)

Legumes para assar: abobrinha, cenoura, tomate-cereja, brócolis

Modo de preparo:

Tempere o salmão com o suco de limão, azeite, alho, sal, pimenta e ervas. Deixe marinar por 10 a 15 minutos. Pré-aqueça o forno a 200 °C. Em uma assadeira, coloque os filés de salmão. Se quiser, adicione os legumes cortados ao redor, regando tudo com um fio de azeite e uma pitada de sal. Cubra com papel alumínio e leve ao forno por 15 minutos. Retire o papel e asse por mais 5–10 minutos para dourar levemente. Sirva com arroz integral, quinoa ou uma salada verde.

Mousse de Chocolate 70%

200g de chocolate 70% cacau (ou mais, se preferir mais intenso)

3 ovos (claras e gemas separadas)

1 pitada de sal

1 colher de chá de extrato de baunilha (opcional)

Modo de preparo:

Derreta o chocolate em banho-maria ou no micro-ondas (de 30 em 30 segundos, mexendo entre os intervalos). Deixe o chocolate amornar um pouco. Adicione as gemas uma a uma, e mexa bem até incorporar. Acrescente o mel e a baunilha. Em outro recipiente, bata as claras em neve com a pitada de sal até formar picos firmes. Incorpore as claras ao creme de chocolate delicadamente, em movimentos de baixo para cima, para não perder o ar da mousse. Distribua em taças e leve à geladeira por pelo menos 2 horas. Sirva com frutas vermelhas e lascas de castanhas.

SOBRE O OBA HORTIFRUTI – A rede é referência em qualidade e variedade de produtos, e oferece diariamente um atendimento mais próximo, que prioriza o relacionamento com o cliente, garantindo o equilíbrio perfeito entre sabor e saúde para a vida das pessoas. Acredita que reunir a família e os amigos ao redor da mesa é um momento gostoso e saudável. Referência em saudabilidade e prazer em comer bem, o Oba é fonte para quem deseja manter uma boa alimentação.

Em julho de 2024, o Oba foi eleito pelos paulistanos o melhor hortifrúti pela 4ª vez, segundo a pesquisa DataFolha.

A rede já foi premiada duas vezes pela Folha de S. Paulo, na pesquisa Top Of Mind, como a marca mais lembrada pelos brasileiros na categoria hortifrúti, pela edição da revista Veja Comer & Beber, como o estabelecimento mais amado pelos paulistanos e também no ranking IBEVAR — FIA 2020, como uma das empresas mais eficientes do varejo brasileiro.

Atualmente, a marca possui mais de 70 lojas espalhadas pelos Estados de São Paulo, Goiás e Distrito Federal.

Com 45 anos de história, o Oba expandiu sua atuação no mercado com setores de frios e laticínios, açougue, adega, mercearia, importação própria, pré-lavados, lanchonete, floricultura, padaria e restaurante, que complementam o setor de hortifrúti.