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Shopping Cerrado realiza três dias de festa junina com entrada gratuita

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O Arraiá Chêi de Amor vai contar com comidas típicas, quadrilhas profissionais, bingo, shows e muita alegria. De 12 a 14 de junho, a partir das 17 horas

 
De 12 a 14 de junho (sexta-feira a domingo) o clima junino toma conta do estacionamento principal Shopping Cerrado, com o Arraiá Chêi de Amor. Serão três dias de festança com música, dança, comidas típicas, brincadeiras e shows que vão levar diversão para toda a família, sempre das 17h às 23h.

Na sexta-feira (12) se apresentam a Quadrilha Balance do Cerrado e a Banda Dona Flora. No sábado (13), agitam a noite a Quadrilha Mandacaru e a Banda Lucas e os Caras. Já no domingo (14), a Quadrilha Veraneio e os Nordestinos de Goiás encerram o arraiá com muita animação.

 

A entrada é gratuita, mas quem quiser colaborar poderá doar 1kk de alimento não perecível. Os alimentos arrecadados serão encaminhados para a Legião da Boa Vontade (LBV). O Shopping Cerrado fica na Avenida Anhanguera nº 10.790, no Setor Aeroviário, em Goiânia.

SERVIÇO
Arraiá Chêi de Amor
Data: 
12, 13 e 14 de junho
Horário: 18h às 23h
Local: Shopping Cerrado (estacionamento principal) – Avenida Anhanguera nº 10.790, Setor Aeroviário, Goiânia (GO).
Mais informações: instagram @shoppingcerrado
Entrada gratuita (consumação paga à parte) – Doação voluntária de 1kg de alimento não perecível

 

Açaí da Barra lança Campanha de Inverno com o tema “Quentinho no Coração” e aposta na experiência de consumo

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SÃO PAULO – O Açaí da Barra, rede de açaí e sorvete self-service do estado de São Paulo, anuncia o lançamento da Campanha de Inverno 2026. Com o conceito “Quentinho no Coração”, a marca busca transformar os dias mais frios em momentos de acolhimento, conexão e memória afetiva, indo além da temperatura e reforçando experiências que despertam conforto e bem-estar.

A estratégia da campanha aposta em produtos que combinam indulgência e excelente custo-benefício para consumidores e franqueados.

O grande destaque da temporada é o “Trio Perfeito”, lançamento desenvolvido especialmente para o período de inverno é composto por:

• Base de brownie;
• Sorvete no sabor escolhido pelo cliente; e
• Marshmallow maçaricado.

O produto será comercializado pelo valor de R$ 14,90 em todas as unidades da rede.

Clássicos e novidades para a temporada

A campanha também contará com outros produtos voltados à sazonalidade do inverno, ampliando as possibilidades de consumo:

• Fondue: versões em chocolate ao leite e chocolate branco, acompanhadas de frutas selecionadas;

• Sorvete Caramelo Salgado: lançamento de sabor alinhado às principais tendências do mercado de sobremesas;
• Sorvete Maximus: produto de alta aceitação pelos clientes que retorna ao self-service; e
• Sorvete Casquinha Surpresa: sucesso da última campanha de Páscoa, que teve sua permanência estendida até o final da campanha de inverno.

“Nesta campanha, queremos falar sobre sensações, conexão e memória afetiva. A proposta da campanha é associar o inverno a novas experiências de consumo, criando momentos especiais entre as pessoas”, destaca Everaldo Putti, CEO e Founder do Açaí da Barra.

Sobre o Açaí da Barra

O Açaí da Barra é uma rede de franquias com mais de 300 unidades presentes em mais de 10 estados brasileiros. Com um portfólio que reúne mais de 15 sabores de açaí e 40 sabores de sorvete, a marca se destaca pela qualidade dos produtos e pela constante inovação em experiências de consumo.

Com capacidade produtiva de 45 toneladas por turno, a empresa possui certificações, como BDK, FSSC 22000 e o selo Eu Reciclo, que reforçam o compromisso da marca com a segurança alimentar, a excelência nos processos de fabricação e a responsabilidade ambiental.

https://acaidabarra.com.br/

Projeto 35 Razões para Acreditar no DF percorre cidades do Distrito Federal

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O Projeto “35 Razões para Acreditar no DF” foi lançado no Distrito Federal com a proposta de percorrer as 35 regiões administrativas e registrar histórias, trajetórias e relatos de moradores. O projeto é liderado pelo advogado Dr. Renato Rocha e busca destacar elementos históricos, culturais e sociais das cidades do DF.
A iniciativa começou por Samambaia, passou pelo Plano Piloto e atualmente realiza ações no Paranoá. A proposta inclui produção de conteúdos em redes sociais, entrevistas e registros audiovisuais. A ação amplia o debate sobre identidade regional e participação da população na construção histórica do Distrito Federal.

Segundo a organização, o número 35 representa as 35 regiões administrativas que compõem o DF. O projeto pretende reunir depoimentos de trabalhadores, pioneiros, comerciantes e lideranças comunitárias que participaram do desenvolvimento das cidades. A iniciativa também busca recuperar memórias locais e destacar aspectos históricos pouco conhecidos pela população. A proposta ocorre em um momento de discussão sobre crescimento urbano, pertencimento e valorização cultural nas regiões administrativas. O foco central está na relação entre história local e construção da memória coletiva.

A primeira etapa do projeto foi realizada em Samambaia, cidade apontada pela organização como símbolo de crescimento comunitário e expansão urbana do DF. Em seguida, a iniciativa passou pelo Plano Piloto, abordando a origem de Brasília e o processo de formação da capital federal. Atualmente, as ações ocorrem no Paranoá, região ligada historicamente aos trabalhadores envolvidos na construção da barragem do Lago Paranoá. As visitas incluem conversas com moradores e coleta de relatos para publicação digital. A circulação pelas cidades reforça discussões sobre desenvolvimento regional e valorização das comunidades locais.

De acordo com os organizadores, fotos, vídeos e documentos históricos produzidos durante as visitas serão compartilhados nas plataformas digitais do projeto. A ideia é criar um acervo contínuo sobre as regiões administrativas do DF e suas transformações ao longo dos anos. A iniciativa também amplia o uso das redes sociais como ferramenta de preservação cultural e divulgação de histórias urbanas. O material deverá reunir relatos de diferentes gerações e perfis sociais das cidades visitadas. O projeto aposta na produção de conteúdo digital e no fortalecimento da cultura regional.

Moradores interessados em acompanhar o projeto podem buscar informações nas redes sociais da iniciativa e acompanhar o cronograma das próximas visitas às regiões administrativas. A organização informa que novos registros serão publicados conforme as viagens forem realizadas nas cidades do DF. Especialistas apontam que iniciativas desse tipo ajudam a ampliar o acesso à memória urbana e incentivam o debate sobre pertencimento regional. Também é recomendável que a população acompanhe ações culturais locais e participe de projetos comunitários ligados à preservação histórica. O acompanhamento dessas ações fortalece o acesso à informação e à participação social nas cidades do Distrito Federal. Acompanhe o projeto pela rede social e siga no Instagram: (@35razoesparaacreditarnodf )


Foto: Danyllo Almondes / Divulgação

Tempo gasto diante das telas não basta para caracterizar relação de dependência por games, reforça estudo

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Pesquisa que avaliou cerca de 300 brasileiros mapeou conjunto de fatores psicológicos por trás de tendência para desenvolver o chamado Transtorno do Jogo

Mais de 70% da população brasileira têm o hábito de jogar videogames regularmente. Seja nos computadores, celulares ou nos próprios consoles, as diversões digitais estão por todos os lados. Quando algumas pessoas passam tantas horas diante das telas a ponto de reduzir o tempo destinado ao trabalho, aos estudos ou ao convívio social, costuma surgir na mente de seus familiares uma questão: qual é a linha que separa a diversão saudável do vício?

E há motivos para preocupação. O Transtorno de Jogo é um quadro psiquiátrico reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Indivíduos com essa patologia costumam apresentar sintomas associados ao ato de jogar, tais como compulsão, dependência e variações de humor. A doença é caracterizada no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), e também na Classificação Internacional de Doenças 10ª e 11ª edições (CID-10 e CID-11).

Um estudo conduzido por pesquisadores do Departamento de Psicologia da Faculdade de Ciências da Unesp, câmpus de Bauru, procurou aumentar o conhecimento sobre as causas do desenvolvimento de uma relação pouco saudável com o universo dos games. Os resultados mostraram que, por si só, o tempo de tela do usuário não permite caracterizar um quadro de transtorno de jogo. É preciso avaliar também fatores como tendência à impulsividade e certos comportamentos sociais nocivos. O estudo foi publicado na revista Trends in Psychology, publicação oficial da Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP).

O levantamento testou 290 voluntários brasileiros, com idades entre 18 e 50 anos e idade média de 25 anos. No total, 81,7% dos voluntários eram homens. Aos jogadores foram propostas três tarefas, todas a serem desempenhadas em ambiente online: responder um questionário sociodemográfico e comportamental; preencher uma Escala de Transtorno de Jogo pela Internet; e participar de um desafio para avaliar sua impulsividade.

O questionário pessoal levantou dados como idade, sexo, estado civil, local de origem, nível de escolaridade, situação profissional e frequência de consumo de álcool, tabaco e outras drogas. Também abrangeu questionamentos sobre hábitos de jogo, que incluíam frequência, tempo semanal dedicado, duração média das sessões, início do envolvimento com jogos, adesão a jogos profissionais e preferências quanto ao modo de jogo, gênero e plataforma. O tempo de duração de cada sessão de jogos online variou entre 12 minutos e 10 horas. A maior parte (63,1%) relatou jogar diariamente. O RPG era o gênero favorito (30%) e o computador era a plataforma preferida (63,1%).

A etapa seguinte trouxe perguntas retiradas da Escala de Transtorno de Jogo pela Internet, identificada pela sigla IGDS9-SF. Esse questionário permite avaliar os sintomas de transtorno de jogo relatados pelo entrevistado com base nos 12 meses anteriores. Neste estudo, foi empregada uma versão reduzida e traduzida para o português do Brasil. Ao final do teste, foi feita a soma das respostas, com resultados que variavam entre 9 e 45 pontos. Indivíduos com pontuação acima de 36 – que não responderam “nunca” a nenhuma pergunta – apresentam risco de dependência.

Por fim, foi proposta uma atividade prática para avaliar as tendências de impulsividade, tendo como base o acesso a valores monetários ou tempo de jogo. Como parte da dinâmica, o voluntário era convidado a escolher entre diferentes opções de recompensa. Por exemplo, tinha que escolher entre ganhar R$ 50 naquele momento ou esperar até o dia seguinte e receber R$ 100. A depender da resposta, era feita uma nova proposta, com valores ajustados. A ideia era medir até qual valor resultaria em uma resposta de aceitação do indivíduo motivada pelo impulso.

A seguir, foi proposta uma segunda atividade em moldes parecidos, porém no lugar de dinheiro oferecia-se tempo de jogo. O sujeito podia escolher entre jogar por 30 minutos, iniciando-se naquele momento, ou 60 minutos no dia seguinte. “Uma maior tendência em preferir estímulos que sejam imediatos, porém de menor magnitude, é um comportamento natural. O que vai mudar é a intensidade disso”, explica Alexandre Cintra, psicólogo comportamental formado pela Unesp e um dos autores do estudo.

Foi ao analisar os dados desta segunda atividade que os pesquisadores identificaram um padrão original, diferente do que foi observado em estudos anteriores. As respostas dos voluntários diferiam entre as ofertas por dinheiro e por tempo de jogo; neste último caso, os sujeitos se mostraram mais impulsivos. Essas tendências de maior impulsividade foram observadas em indivíduos que costumavam passar mais de 17 horas por semana jogando.

Dedicar 17 horas semanais aos games pode parecer um envolvimento expressivo, mas alguns dos voluntários avaliados relataram gastar até 90 horas semanais diante das telas.

Leia a reportagem completa no Jornal da Unesp.

Processos do século XIX mostram exploração do trabalho infantil em Minas

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Pesquisa da Coarpe do TJMG aborda evolução histórica da proteção à infância

Processos históricos disponíveis no Arquivo Permanente do TJMG (Crédito: Gláucia Rodrigues / TJMG)

 

Aos oito anos, José, filho de ex-escravizada, foi colocado para trabalhar para um homem sem receber salário. O tutor de Epifânio, morador de Dores do Indaiá (MG), solicitou à Justiça, em 1874, o cancelamento do contrato de soldada, alegando que o menino o servia de “má vontade”. Uma ação de abandono foi aberta em Baependi (MG), em 1880, alegando que o senhor de Francisco o deixava sem comida desde que nasceu. No mesmo ano, Clemente era espancado pelo tutor em Ubá (MG) e mantido “em serviços superiores às suas forças”. Evaristo e Fidelis, filhos de duas escravizadas em Formiga (MG), tiveram tutelas disputadas em 1888, ano da Abolição da Escravatura, sob a justificativa de que as mães não eram “qualificadas” para exercer a guarda.

Registros como esses, em processos judiciais do século XIX, revelam a exploração do trabalho infantil no Brasil Império (1822-1889). Entre abusos e omissões, é possível compreender como, aos poucos, se transformou o entendimento da sociedade e do Judiciário sobre o conceito de infância e sobre a necessidade de sua proteção.

A documentação relativa a tais ações faz parte do acervo do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e integram os cerca de 600 mil processos sob guarda da Coordenação de Arquivo Permanente (Coarpe), vinculada à Diretoria Executiva de Gestão da Informação Documental (Dirged) da Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (Ejef).

O diretor da Dirged, Thiago Doro, destaca o tratamento estratégico dos arquivos para ações de reparação histórica:

“O acervo deve ser tratado de forma estratégica. Trabalhamos com os princípios da organização, da preservação e do acesso público. São inúmeras as pesquisas possíveis que podemos trazer à tona para a sociedade, muitas vezes, rever alguma injustiça ou trazer outros lados da história. A gente também consegue, por meio desses estudos, promover reparações históricas com base em políticas públicas.”

Da esq. para a dir.: a historiadora da Gedoc / Coarpe Julia Pazzini; o diretor da Dirged, Thiago Doro; a gerente da Gedoc, Simone Meireles; e a arquivista da Gedoc Bruna Michels (Crédito: Gláucia Rodrigues / TJMG)

 

Infância protegida
O diretor lembra que medidas de proteção à infância são conquistas recentes: “A proteção à infância só passa a ser garantida com a Constituição de 1988 e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Antes, não havia garantia efetiva de direitos dessa população. Foi preciso uma construção histórica para se chegar a essas leis. No arquivo, uma pesquisa vai puxando outra, como uma árvore se ramificando. É um campo vasto de estudos.”

A partir de iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que lançou em maio o “Mês da Infância Protegida”, a equipe da Coarpe se propôs a buscar, nos arquivos, processos relacionados à infância. A gerente da Gerência de Gestão de Documentos da 2ª Instância, Eletrônicos e Permanentes (Gedoc), Simone Meireles Chaves, explica:

“A iniciativa do CNJ destaca como as crianças são vistas pelo Judiciário ao longo da história. Então, a gente buscou verificar nos documentos de guarda permanente o contexto em que crianças aparecem como parte em processos. Fizemos esse recorte pela exploração da mão de obra, que nem era considerada uma violência.”

A historiadora da Gedoc / Coarpe Julia Pazzini foi a responsável por localizar os processos e descreveu os casos no artigo “A história da infância e judiciário mineiro: o uso da mão de obra infantil no século XIX”:

“Buscamos dois tipos documentais, a tutela e a soldada, em que era legitimado o uso de mão de obra infantil. O principal ponto de análise é como essa exploração de mão de obra ocorria especificamente com filhos de escravizados.”

Com o fim do tráfico de escravos, os filhos dessa população ex-escravizada, mesmo pequenos, passaram a ser “vistos como mão de obra substituta. Nesse momento, do Brasil Império, percebemos a diferenciação de duas infâncias: filhos dos libertos e os filhos das elites brancas”, afirma a historiadora.

“Não havia a ideia de infância, estabelecida hoje, de um sujeito de direitos”, destaca a arquivista da Gedoc Bruna Michels.

Técnica de paleografia permite a leitura de processos manuscritos (Crédito: Gláucia Rodrigues / TJMG)

Arquivos abertos
Os 600 mil processos sob guarda da Coarpe estão disponíveis para consulta. Quando alguém solicita acesso a um processo, o original é manuseado pela equipe, digitalizado e postado no Acervo Minas Justiça, portal que hoje já reúne cerca de 20 mil itens.

A arquivista Bruna Michels explica que qualquer cidadão pode solicitar o acesso:

“A gente trabalha em prol do acesso amplo aos documentos. No Acervo Minas Justiça, já são 26 mil itens em que qualquer cidadão pode pesquisar. Há uma infinidade de temas com potencial de pesquisa que ainda não conseguimos quantificar. Quando fazemos o cadastro, descrevemos aquele tipo processual, mas a pesquisa no conjunto de documentos do acervo reúne possibilidades riquíssimas.”

Além da disponibilização ao público em geral, o Acervo Minas Justiça contribui para a preservação dos originais.

“Outro ponto é pensar o acervo como uma ferramenta de preservação, uma vez que o processo digitalizado permite consultas sem que seja necessário manusear originais dos séculos XVIII e XIX”, ressalta o diretor Thiago Doro.

ITCMD progressivo faz famílias anteciparem sucessão e imóveis de luxo viram opção de proteção patrimonial

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Com a progressividade obrigatória do imposto sobre heranças e doações, famílias de alta renda aceleram estratégias de sucessão patrimonial para garantir maior previsibilidade de custos. Especialista explica que o mercado imobiliário de luxo virou alternativa para preservar patrimônio, organizar herdeiros e reduzir conflitos futuros, através da formação de holdings familiares.

Crédito: Divulgação Bruno Cassola

A mudança nas regras do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), cobrado sobre heranças e doações, que começou a valer neste ano, já tem alterado a forma como famílias de alta renda organizam a sucessão patrimonial. Com a reforma tributária, a progressividade do tributo passa a ser obrigatória, o que significa que patrimônios maiores tendem a pagar alíquotas mais altas, respeitado o teto atual de 8% definido pelo Senado. Enquanto os estados ainda discutem a adaptação de suas legislações à nova regra de progressividade, famílias com patrimônio elevado se antecipam ao possível aumento do custo sucessório e avaliam estratégias para a transmissão patrimonial ainda em vida.

No mercado imobiliário de luxo, uma das alternativas usadas nesse planejamento é a holding patrimonial, empresa criada para concentrar bens da família e organizar a administração dos ativos. Nesse modelo, a sucessão pode ocorrer por meio da transferência de quotas aos herdeiros, com regras definidas ainda em vida, em vez da divisão direta dos imóveis em um processo de inventário.

“A holding não elimina imposto, mas permite planejamento e previsibilidade. O que mudou é que o custo da sucessão ficou mais relevante para famílias com patrimônio elevado. Quando o ITCMD passa a ser progressivo, antecipar a organização dos bens deixa de ser uma decisão apenas jurídica e passa a ser uma estratégia de preservação patrimonial”, afirma Bruno Cassola, especialista em mercado imobiliário de luxo.

Um dos estados que aparece nesse movimento pela liquidez e pela valorização do mercado residencial de alto padrão é Santa Catarina. No litoral norte, Balneário Camboriú manteve em abril o metro quadrado mais caro do Brasil, a R$ 15.185, seguida por Itapema, com R$ 15.179, segundo dados do FipeZap. Itajaí também aparece entre os cinco maiores valores do país, com R$ 13.166 por metro quadrado. A concentração de cidades catarinenses no topo do ranking reforça o uso do imóvel como ativo de preservação patrimonial, especialmente entre famílias que buscam segurança, valorização consistente e possibilidade de transmissão organizada.

Segundo Cassola, imóveis de luxo nessas cidades passaram a ser analisados não apenas como moradia ou investimento, mas também como parte de uma estratégia sucessória. “O comprador de alto padrão olha para liquidez, localização e capacidade de valorização ao longo do tempo. Quando esse imóvel entra em uma estrutura patrimonial bem feita, a família consegue definir regras de uso, venda, administração e sucessão. Isso evita que, no futuro, os herdeiros precisem discutir a divisão de um imóvel de alto valor em meio a um inventário”, explica.

A tendência é que o planejamento sucessório ganhe ainda mais espaço à medida que os Estados adaptem suas legislações à nova regra de progressividade. Conforme o especialista, isso também deve ampliar a demanda por ativos de maior valor. “Grandes fortunas não olham apenas o preço de compra. Elas avaliam o que aquele ativo representa em proteção patrimonial, sucessão familiar e preservação de capital. O imóvel de luxo no litoral de Santa Catarina ganhou esse papel porque combina valorização, escassez de localização e demanda constante”, afirma Cassola.

Corretor premiado e especialista em investimentos de alto padrão, Bruno Cassola é referência nacional, oferece consultoria personalizada e análises sobre o mercado imobiliário de Balneário Camboriú e da Praia Brava de Itajaí, no litoral catarinense. Mais informações em: https://www.brunocassola.com.br/.

Eleições 2026: Flávio Bolsonaro e Joaquim Barbosa juntos?

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Em Brasília, rumores nos bastidores políticos dão conta que o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidente da República  e o ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa, poderão fazer dobradinha nas eleições de outubro.

Recentemente Joaquim Barbosa, mesmo sem dizer nenhuma palavra até agora, foi lançado candidato à Presidência da República pelo Democracia Cristã (DC). Pesquisas encomendadas pela cúpula do partido em 15 estados mostraram uma boa aceitação de sua imagem, apostando na sua visibilidade nacional desde o julgamento do Mensalão.

Dono de um currículo invejável e contra a corrupção, Barbosa pode se tornar o vice de Flávio, acabando assim, com as intenções do “Centrão” de plantar um vice na chapa do presidenciável pelo PL.

Em 2012, como relator do processo do Mensalão (Ação Penal 470) no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Joaquim Barbosa votou pela condenação de 24 dos 37 réus, incluindo toda a cúpula do PT e operadores do esquema. Seu voto histórico estabeleceu a existência de uma organização criminosa voltada para a compra de votos no Congresso Nacional. O voto do relator foi marcado pela firmeza e pelo detalhamento exaustivo das provas.

Joaquim Barbosa  analisou a denúncia dividida em núcleos e concluiu que José Dirceu (ex-ministro da Casa Civil), José Genoíno (ex-presidente do PT) e Delúbio Soares (ex-tesoureiro do partido) foram condenados por crimes como corrupção ativa e formação de quadrilha.

O publicitário Marcos Valério foi apontado como o principal operador financeiro do esquema, condenado por lavagem de dinheiro, corrupção ativa e evasão de divisas, recebendo uma das maiores penas. 

Deputados e dirigentes de partidos da base do governo (como PP e PL) foram condenados por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em troca de apoio político. Joaquim Barbosa foi o principal pilar da condenação de figuras poderosas da política brasileira, marcando um dos julgamentos mais longos e emblemáticos da história do STF.

Em Brasília, ninguém acredita na “pureza” e “boas intenções” do Centrão, que nas eleições de 2022 usou e abusou do apoio de Bolsonaro e logo depois correu para os braços de Lula. Nos últimos três anos, União, Republicanos e Progressistas ganharam cargos no governo lulista e ajudaram afundar a economia do País ao votarem com o PT.

A ideia que circula em Brasília é que Flávio e Joaquim caminhem juntos porque ambos são patriotas, combatem a corrupção e querem que o Brasil cresça sem mordaças e tenha paz social, sem a maior carga tributária do mundo pesando sobre os ombros de trabalhadores e empregadores.

Será que a chapa Flávio e Joaquim será realidade? A torcida é grande em vários estados e no DF para que isso ocorra.

 

 

Fonte: donnysilva.com.br

Senadora Dorinha defende manutenção de incentivo tributário para livros

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A senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO), integrante da Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ), defendeu a continuidade da discussão sobre a manutenção dos incentivos tributários para o setor editorial durante a tramitação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 11/2026. A matéria foi aprovada pelo Senado Federal e segue agora para análise da Câmara dos Deputados.

 

Relatora da proposta no Senado, Dorinha destacou a importância das emendas 6 e 7, que buscavam garantir a manutenção da alíquota zero de PIS/Cofins e PIS/Cofins-Importação para livros. Embora as sugestões não tenham sido incorporadas ao texto aprovado, a parlamentar avalia que o debate permanece aberto e poderá avançar na próxima etapa de tramitação.

 

“O acesso ao livro é um instrumento fundamental para a formação educacional, para a democratização do conhecimento e para a redução das desigualdades. A manutenção de mecanismos que contribuam para ampliar esse acesso precisa continuar sendo discutida pelo Congresso Nacional”, afirmou a senadora.

 

As emendas propunham a inclusão de um novo artigo na Lei Complementar nº 224/2025, preservando benefícios tributários historicamente associados ao setor editorial.

 

“Entendemos que a preservação desse tratamento tributário favorece toda a cadeia do livro, especialmente estudantes, educadores e famílias. Por isso, acreditamos que há espaço para aprofundar esse debate na Câmara dos Deputados e construir uma solução que fortaleça o acesso à educação e à cultura”, destacou.

 

O PLP 11/2026 trata da adequação de regras tributárias relacionadas a entidades sem fins lucrativos e outros segmentos beneficiados por regimes específicos. Com a aprovação no Senado, o projeto segue para análise dos deputados federais, onde as emendas poderão voltar a ser discutidas durante a tramitação.

 

A expectativa é que o tema mobilize representantes dos setores educacional, cultural e editorial, que defendem a manutenção de políticas capazes de ampliar o acesso ao livro e incentivar a formação de leitores em todo o país.

Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social premia Instituto Êxito no 2º Prêmio Nacional de Inclusão Socioeconômica

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Reconhecimento destaca iniciativas voltadas à educação empreendedora, inclusão produtiva e geração de oportunidades em todo o Brasil

O Instituto Êxito foi um dos homenageados no 2º Prêmio Nacional de Inclusão Socioeconômica, promovido pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). A premiação reconhece instituições, projetos e iniciativas que contribuem de forma efetiva para a redução das desigualdades sociais, fortalecimento da inclusão produtiva e ampliação das oportunidades de desenvolvimento econômico para a população brasileira.

A cerimônia reuniu representantes do poder público, organizações da sociedade civil, instituições de ensino e lideranças empresariais comprometidas com a construção de políticas e ações voltadas à promoção da autonomia financeira, qualificação profissional e geração de renda.

O reconhecimento ao Instituto Êxito reforça o impacto nacional do trabalho desenvolvido pela instituição, que atua na democratização da educação empreendedora e na formação de pessoas preparadas para transformar conhecimento em oportunidades de crescimento pessoal, profissional e econômico.

Educação empreendedora como ferramenta de transformação social

Representando o Instituto Êxito durante a solenidade, o diretor executivo Sérgio Murilo destacou a importância da cooperação entre os setores público e privado para ampliar o alcance das iniciativas de desenvolvimento social.

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Ao lado de Gilson Neves, diretor de Conhecimento e Publicações do Instituto Êxito, o executivo ressaltou o papel estratégico das plataformas educacionais na construção de trajetórias mais sustentáveis e na promoção da inclusão econômica.

“Essa plataforma potencializa significativamente a atuação do Instituto Êxito, permitindo que mais pessoas tenham acesso à educação empreendedora, à capacitação e a oportunidades reais de transformação social. Nosso propósito é gerar impacto por meio do conhecimento, fortalecendo trajetórias e construindo um futuro mais inclusivo e sustentável”, afirmou Sérgio Murilo.

Segundo os representantes da instituição, o empreendedorismo tem se consolidado como uma das principais ferramentas de mobilidade social no país, possibilitando que milhares de brasileiros desenvolvam competências, ampliem sua capacidade produtiva e conquistem maior independência financeira.

Construindo oportunidades e reduzindo desigualdades

O prêmio evidencia a relevância das iniciativas que promovem a integração entre governo, instituições educacionais, empresas e sociedade civil, fortalecendo políticas públicas voltadas à inclusão produtiva e ao desenvolvimento humano.

Nesse contexto, o Instituto Êxito tem ampliado sua atuação por meio de programas de capacitação, formação empreendedora, produção de conteúdo educacional e desenvolvimento de projetos voltados ao fortalecimento de pequenos negócios e novos empreendedores.

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A instituição acredita que a educação é um dos caminhos mais eficazes para reduzir desigualdades e criar oportunidades sustentáveis, contribuindo para a geração de renda e para o fortalecimento da economia nacional.

Reconhecimento nacional

A premiação concedida pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social consolida o Instituto Êxito como uma das principais referências brasileiras em educação empreendedora e transformação social.

O reconhecimento também reforça o compromisso da instituição em continuar ampliando o acesso ao conhecimento, fortalecendo a cultura empreendedora e promovendo iniciativas capazes de impactar positivamente milhares de vidas em todas as regiões do país.

Com uma atuação baseada em educação, desenvolvimento humano e inovação, o Instituto Êxito segue contribuindo para a construção de um Brasil mais inclusivo, produtivo e preparado para os desafios do futuro.

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Associados reelegem atual diretoria da ASDER-DF para o quadriênio 2026-2030

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A Associação dos Servidores do Departamento de Estradas e Rodagem do Distrito Federal (ASDER-DF) realizou nesta segunda-feira 01/06/26 seu processo eleitoral para escolha da Diretoria e do Conselho Fiscal que conduzirão a entidade pelos próximos quatro anos.

Ao final da votação, a Chapa 1 liderada pelo atual presidente da Associação, Aurélio Pimenta foi eleita garantindo a continuidade da atual gestão para o mandato de 2026-2030.

A chapa 1 é composta por servidores de carreira do DER/DF competentes e comprometidos com a categoria.

Além da eleição da diretoria, o pleito também definiu a composição do novo Conselho Fiscal, que contará com seis membros eleitos para exercer a função de fiscalização e acompanhamento das atividades da associação.

O resultado das urnas representa um importante reconhecimento ao trabalho desenvolvido pela gestão nos últimos quatro anos. Ao participarem da eleição, os associados demonstraram confiança na continuidade das ações implementadas pela diretoria, renovando o mandato da atual administração para mais um período à frente da entidade.

A participação dos associados reforçou a legitimidade do processo eleitoral, conduzido de acordo com as normas estatutárias da associação. A eleição marcou o encerramento de um ciclo de debates e discussões, consolidando a escolha democrática dos associados sobre os rumos da entidade.

Com a vitória da Chapa 1, a diretoria reeleita assume o compromisso de dar continuidade aos projetos em andamento, fortalecer a representação dos associados e buscar novas conquistas para a categoria ao longo do próximo quadriênio.

A reeleição demonstra que os associados avaliaram positivamente o trabalho realizado pela atual gestão, reconhecendo os avanços alcançados e a dedicação da diretoria na defesa dos interesses da categoria.

Agora, a expectativa é de continuidade das relevantes ações que vêm sendo desenvolvidas em benefício dos servidores associados e do fortalecimento institucional da ASDER-DF.