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Conheça Edson Fachin, o ministro que tornou Lula elegível

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ABCT DIVULGA NOTA À IMPRENSA

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Entidades que representam pacientes renais e clínicas de diálise repudiam posição do Governo SP

A Associação Brasileira dos Centros de Diálise e Transplante (ABCDT), a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), a Federação Nacional dos Pacientes Renais e Transplantados (Fenapar) e a Aliança Brasileira de Apoio à Saúde Renal (ABRASRENAL), a Associação Brasileira de Enfermagem em Nefrologia (SOBEN) e a Associação Brasileira da Indústria de Soluções Parenterais – ABRASP repudiam a resposta do Governo de São Paulo no Twitter sobre a campanha #adialisenapodeparar, de que o aumento do ICMS não ameaçaria o tratamento dos doentes renais. Conforme exaustivamente divulgado pelas entidades do setor nos últimos meses, as clínicas de diálise estão sendo diretamente e gravemente impactadas pela nova carga tributária, que ultrapassa os 21,95% no custo de medicamentos e insumos fundamentais para o tratamento da diálise.

As entidades esclarecem ainda que essas clínicas são privadas, mas prestam serviços ao Sistema Único de Saúde (SUS). O impacto no setor da diálise pode chegar a R﹩ 100 milhões ao ano. Essa oneração na operação dos estabelecimentos, que há anos exercem sua função no limiar devido à falta de reajustes, tem grandes chances de colocar em risco o tratamento de milhares de pacientes renais crônicos. Somente no estado de São Paulo, 180 clínicas de diálise são credenciadas ao SUS e atendem mais de 30 mil pacientes renais crônicos que dependem do tratamento para sobreviver.

Entenda o caso

O fim da redução do ICMS para as clinicas de diálise, que passou a valer na virada de 2021, traz um grande dano para os estabelecimentos prestadores de serviço ao Sistema Único de Saúde (SUS), que já enfrentam uma grave e crônica crise financeira – agravada ainda mais com a pandemia do coronavírus, sendo incapazes de absorver mais essa despesa. O impacto financeiro às clínicas de diálise pode chegar aos R﹩ 100 milhões por ano, com a retomada da oneração tributária de 18% do ICMS nas operações internas, 4%, 7% ou 12% do ICMS nas operações interestaduais, conforme for a origem e o destino das mercadorias para insumos.

O Convênio ICMS 01/99, que agora é exclusivo para hospitais públicos, era destinado a insumos e equipamentos para a prestação de serviços de hemodiálise e diálise peritoneal. Desde o anúncio de tal medida, no 2º semestre de 2020, as entidades tem tentado reverter a medida, porém sem sucesso.

ASSESSORIA DE IMPRENSA

O STF rasgou a Constituição, afirma Roberto Jefferson

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Doenças cardiovasculares representam, anualmente, 30% das mortes de mulheres acima dos 40 anos no Brasil

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No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, cardiologista alerta para cuidados com a saúde cardiovascular feminina  

As doenças cardiovasculares em mulheres ultrapassam as estatísticas de câncer de mama e de útero e são responsáveis por um terço de todas as mortes no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Dados recentes da Organização revelaram que  as doenças cardiovasculares respondem por um terço das mortes no mundo, com 8,5 milhões de óbitos por ano, ou seja, mais de 23 mil mulheres por dia. No Brasil, principalmente em mulheres acima dos 40 anos, as cardiopatias chegam a representar 30% das causas de morte, o que corresponde à maior taxa da América Latina. No mês em que é celebrado o Dia Internacional da Mulher, a cirurgiã cardiovascular do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), Maria Cristina Rezende, ressalta a importância dos cuidados para a saúde do cora&c cedil;ão.

A médica pontua que o alto índice de mortes alerta para a necessidade de realização de exames e cuidados preventivos por parte da população feminina. De acordo com a profissional, caso a paciente não tenha histórico de doenças cardíacas na família, ainda que não sinta nada, é interessante realizar a primeira visita ao especialista por volta dos 30 anos. “Somente com a consulta o cardiologista poderá, além de aferir a pressão arterial, solicitar a realização de exames laboratoriais e de imagem que possam apontar qualquer alteração.É preciso cuidado e conscientização sobre a importância desse acompanhamento”, acrescenta Maria Cristina.

Para a cirurgiã cardiovascular do ICTCor, os principais fatores que prejudicam o bom funcionamento do coração e, consequentemente, podem levar a alterações de suas funções já são bastante conhecidos da sociedade. “A má alimentação, o fumo e o sedentarismo são grandes vilões para a saúde do coração”, alerta a cardiologista. “Além deles, as doenças crônicas, como, por exemplo, hipertensão e diabetes também podem agravar a situação”, conforme explica Rezende.

A cirurgiã ainda ressalta que as mulheres precisam ter atenção, também, com as alterações hormonais ao longo da vida, como, por exemplo, durante a gestação ou menopausa.

“Há combinações que podem ser extremamente perigosas para a saúde do coração. Entre elas podemos citar o cigarro e a pílula anticoncepcional,  a falta de atividade física e a dieta inadequada, que levam ao sobrepeso e à obesidade ou, ainda, a ingestão excessiva de bebida alcoólica. Tudo isso, quando feito de forma descontrolada, gera riscos cardiovasculares. Com o envelhecimento, a pressão arterial e o nível de colesterol tendem a aumentar de forma natural. Portanto, quanto mais cedo for feito o controle, maior será a chance de prevenir, identificar e tratar as alterações cardíacas”, defende Maria Cristina Resende.

Saiba Mais

  • Em 2019, foram registrados na rede pública de saúde do Distrito Federal,  1803 óbitos por doenças cardiovasculares entre homens e mulheres. Em 2020 foram 2.424 ocorrências para ambos os sexos;
  • Segundo a Secretária de Saúde do DF, as principais causas foram parada cardíaca não especificada (com 1245 casos em 2019 e 1959 casos em 2020), insuficiência cardíaca ( com 191 casos em 2019 e 135 casos em 2020) e infartos (com 74 casos em 2019 e 71 casos em 2020).
Fonte: Secretaria de Saúde do Distrito Federal

As guerreiras da saúde que atuam nas unidades do Iges-DF

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Instituto tem 71% da mão de obra composta por mulheres, presentes desde a assistência ao paciente até a alta gestão
As mulheres são a principal força de trabalho do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF). As 6.332 colaboradoras atuais representam 71% dos 8.871 profissionais que atuam, ao todo, no Hospital de Base (HB), no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e nas seis unidades de pronto atendimento (UPAs), ocupando desde postos de assistência direta ao paciente até cargos de alta gestão.
Muitas dessas guerreiras tiveram uma trajetória de renúncias em suas vidas particulares para conseguirem se dedicar a profissões que salvam vidas de pessoas desconhecidas. O ano de 2020, marcado pela pandemia do coronavírus, revelou a coragem dessas mulheres ao escolherem estar no front de batalha, mesmo que isso representasse um perigo de contaminação para si mesmas ou para seus familiares.
“Saudamos todas as mulheres que dedicam parte da sua vida à busca por uma sociedade mais justa e igualitária, e, de forma especial, as profissionais de saúde que não medem esforços para atender a população”, afirma a vice-presidente do Iges-DF, Mariela Souza de Jesus. Emanuela Ferraz, que está à frente da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa do instituto, também homenageia as colegas de trabalho: “Reforço a importância das mulheres que atuam fortemente na produção científica do Iges. Nossa equipe é majoritariamente feminina e inclui algumas das melhores pesquisadoras do Hospital de Base”.
Leia abaixo depoimentos de algumas heroínas da saúde que atuam nas unidades do Iges-DF e fazem de seu ofício uma missão de vida.
“Ser uma profissional de saúde é lidar com
a vida alheia de forma empática e fazer sacrifícios pessoais”
Larissa Michetti Silva, 32 anos, cirurgiã da Unidade de Trauma e preceptora de residência do HB
“Desde muito nova, já carregava comigo a certeza da vocação para a área da saúde. Mas isso não significa que minha trajetória até aqui tenha sido fácil. Quando decidi que queria ser médica, cheguei a ouvir frases como: ‘Essa área exige muita dedicação. Será que você vai ter tempo para ser mãe ou fazer outras coisas?’.
Já depois de formada e trabalhando como cirurgiã de trauma, recebi o convite para ser preceptora de residência da área. Mais questionamentos vieram: ‘Você é mulher! Será que vai dar conta?’. Ouvi diversas perguntas similares a essas durante a minha vida. Mas isso jamais me abalou. Sempre encarei como questionamentos que exigiam de mim uma resposta firme, porque eu tinha convicção de que era capaz.
Seguir na área da saúde exige muitos sacrifícios pessoais. Por vezes, precisamos abrir mão de um tempo mais longo com a família e amigos. Mas são renúncias que valem a pena. Para nós, mulheres, atuar na saúde tem um significado ainda maior, já que temos um instinto de cuidado que vai além dos aspectos sociais. Quanto a mim, sinto-me honrada e realizada em poder colaborar com a cura de um paciente ou conseguir, pelo menos, amenizar a dor de uma pessoa.”
“Ser mulher na área da saúde é buscar ajudar pessoas
que estão passando pelos piores momentos de suas vidas”
Jule Rouse de Oliveira Gonçalves Santos, 33 anos, médica emergencista e preceptora da residência em Emergência no HRSM
“Nasci em uma cidade pequena do interior da Bahia. Foi muito significativa a minha formação em medicina, já que fui a primeira da família a ingressar em uma faculdade. Onde eu cresci, vi muitas amigas sendo desencorajadas a estudar porque tinham que priorizar o casamento. Mas meu pai era alguém à frente do tempo dele e sempre me incentivou a estudar.
Ingressei na faculdade com 17 anos. Dois anos depois de formada, passei em um concurso em Brasília e vim. Sempre trabalhei com emergência e me especializei nessa área. Há três anos, recebi o convite para assumir a chefia da residência no Hospital de Santa Maria e não é uma tarefa simples.
Ainda hoje, percebo que as mulheres enfrentam dificuldades em posições de liderança. Ainda que seja de forma sutil. Quando um homem e uma mulher, ocupando o mesmo cargo hierárquico, se dispõem a falar em público, nota-se que a atenção das pessoas é mais voltada para a voz masculina. Eu mesma, se chego em um ambiente novo com muitos médicos homens, levo um tempinho para ganhar a confiança.
“Ser uma profissional de saúde é ter a
oportunidade de transformar e salvar vidas”
Graziani Izidoro Ferreira, 37 anos, enfermeira do Centro de Pesquisa do Iges-DF
“O trajeto foi penoso para que eu chegasse até aqui, mas o que eu passei me transformou na mulher que sou hoje. Aprendi a ser forte desde muito cedo. Eu tinha 7 anos de idade quando minha mãe foi diagnosticada com uma doença rara. Lembro-me de acompanhá-la nas internações até a minha vida adulta. Por tanto cuidar dela, fui me interessando cada vez mais pela área de saúde. Eu me encantava com o trabalho dos médicos e enfermeiros no cuidado com os pacientes.
Cheguei a passar no vestibular para medicina, mas acabei não concluindo. Tempos depois, comecei enfermagem. Foi um tempo em que eu estudava à noite, trabalhava de dia e ainda cuidava da minha mãe. Eu dei o melhor de mim para conseguir me tornar enfermeira e sou apaixonada pela profissão.
Também atuo como voluntária da trupe Doutores da Esperança (grupo de palhaços que percorrem os hospitais). Hoje sou doutoranda em enfermagem pela UnB e colaboradora do Iges-DF no Centro de Pesquisa, vinculado à Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa.”
“Ser uma mulher na saúde é ter um olhar
amplo e humanizado na gestão das políticas de saúde”
Érika Maurienn Franco, 48 anos, chefe do Serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial do HRSM
“Moro em Anápolis (GO) e me desloco para Brasília toda semana para exercer minha função na Unidade de Odontologia do Hospital Regional de Santa Maria. A minha trajetória foi repleta de desafios e hoje não é diferente. Mas sempre busquei alcançar meus sonhos com foco, coragem e fé.
Minha garra aumentou após o nascimento das minhas filhas: Luiza, de 11 anos, e Laura, 9 anos. Elas crescem vendo a mãe se ausentar por causa dos plantões, mas compreendem e me ajudam a superar as dificuldades. É uma forma de ensiná-las sobre o significado de responsabilidade e o valor do trabalho. Por elas e pelos pacientes que tanto amo, pego a estrada com muita vontade de construir um serviço cada vez mais respeitado dentro do Sistema Único de Saúde (SUS).
Sou especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Trabalhei em hospitais de urgência em Goiás e entrei para a Secretaria de Saúde do Distrito Federal em 2011, já na odontologia do HRSM. Era um pequeno ambulatório que, com muita dedicação da equipe nesses últimos 10 anos, se transformou em cinco serviços de excelência dentro da rede pública do DF.”
“Ser uma mulher na saúde significa me dedicar
de forma integral e incondicional a qualquer pessoa”
Irene Ferreira de Lima, 40 anos, chefe da Vigilância Epidemiológica das UPAs
“Minha trajetória na área da saúde é repleta de alegrias, mas também de momentos difíceis. Acompanhei de perto, no ano passado, a luta contra o câncer detectado no amor da minha vida: minha mãe. Ela foi internada no Hospital de Base (HB) com dois aneurismas no cérebro. Passou 15 dias na unidade de terapia intensiva (UTI), após ser submetida a uma cirurgia, e voltou para casa. Com o meu pai, o final foi diferente. Ele deu entrada na UTI do HB com quadro grave de insuficiência cardíaca e respiratória. Sei que recebeu os melhores cuidados, mas infelizmente não resistiu. Mesmo tendo passado por tudo isso em 2020, foi o meu trabalho que me ajudou a ser forte.
Eu sempre sonhei em atuar na área da saúde. Para isso, tive que conciliar a maternidade com os estudos. Fiz os cursos de auxiliar de enfermagem e técnico de enfermagem. Depois, vieram a graduação em enfermagem e a pós-graduação em gestão e auditoria em saúde.
Ao terminar a pós, me inscrevi no voluntariado da Secretaria de Saúde (SES). Dediquei-me a entender sobre as unidades de pronto atendimento (UPAs) 24h do DF e, com o tempo, tornei-me gerente de Apoio ao Serviço Fixo de Urgência e Emergência da SES. Hoje, como chefe da Vigilância Epidemiológica das UPAs, exerço essa missão com muito amor, pois consigo agregar conhecimento ao meu sonho de ajudar os usuários de forma humanizada e com muita dedicação.
Hoje consigo conciliar trabalho, família e outras atividades que me motivam e dão prazer. E digo com muita certeza que podemos ter uma carreira de sucesso e excelentes momentos em família. Sou feliz e amo o que faço.”
“Atuar na saúde é me esforçar diariamente para
ser melhor, sabendo que o meu trabalho faz a diferença”
Amanda Borges Oliveira, 32 anos, supervisora de Enfermagem da Unidade de Neurocirurgia do HB
“Sou natural de João Pinheiro (MG). Vim para Brasília em 2012, assim que terminei a graduação em enfermagem. Cheguei sem conhecer ninguém e fui em busca de emprego. É duro lembrar que recebi muitos ‘nãos’ no início. Entreguei dezenas de currículos. Com muito esforço, as portas foram se abrindo aos poucos. Mas, mesmo com todas as dificuldades, eu jamais pensei em desistir. Hoje sou supervisora da Neurocirurgia do Hospital de Base, um local em que, quando cheguei a Brasília, sempre passava pela frente e pensava: ‘Será que algum dia vou conseguir trabalhar ali?’.
A palavra que define a minha trajetória é ‘desafio’. Eu assumi uma unidade de 50 leitos cirúrgicos de alta complexidade em um hospital terciário que é referência na capital federal e no País. Sou intensivista, especialista em gestão pública e em saúde pública e estou finalizando um mestrado. Hoje eu sou extremamente realizada com o que eu faço. O que marca a minha vida é a minha carreira. Foi uma decisão muito acertada de escolher a área da saúde. Eu acredito que, de tudo de bom que podemos viver, o que realmente vai ficar marcado é o bem que fazemos para o próximo.”
“Como mulher da área da saúde, busco ter empatia
desde o primeiro contato com cada paciente”
Thais Barbosa, 31 anos, coordenadora de Enfermagem da UPA de Ceilândia
“Ao longo da minha vida profissional e pessoal, superei os mais diversos desafios, vivenciando sentimentos de alegria e realização pelas conquistas, mas também de frustrações e impotência. Ser mulher, filha, irmã e trabalhadora da Enfermagem é um desafio e, apesar das dificuldades —ou talvez por causa delas —,sinto orgulho da trajetória até aqui.
A escolha pela enfermagem foi motivada pela observação da atuação dessas profissionais. Vi uma oportunidade de assumir uma profissão que é pura devoção e amor ao próximo. Em 2011, meu sonho foi concretizado com a formatura. Em seguida, me especializei em cardiologia e unidade de terapia intensiva (UTI) e comecei a carreira como enfermeira assistencial da UTI Adulto.
Outra paixão surgiu em mim: o de liderar equipes. Assim, comecei a minha atuação como gestora e me vi no desafio de estimular os colaboradores, visando à valorização dos profissionais de enfermagem e do ser humano.

Acredito que um bom líder e profissional de saúde, independentemente da posição que exerça na instituição, deve compreender as necessidades humanas, aprender a cuidar com sabedoria, com conhecimento e, acima de tudo, com amor.”

Texto: Thays Rosário
Fotos: Davidyson Damasceno/Ascom Iges-DF e Arquivo Pessoal
 

MANHATTAN CONNECTION COMPLETA 28 ANOS E ENTREVISTA GILBERTO GIL E SEBASTIÃO SALGADO

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NESTA QUARTA-FEIRA (10/3), ATRAÇÃO TRAZ AINDA O SENADOR RANDOLFE RODRIGUES

 

Nesta quarta-feira (10/3), o Manhattan Connection comemora 28 anos com a participação do fotógrafo Sebastião Salgado e do cantor Gilberto Gil, que se uniram em campanha de reflorestamento. Apresentado por Lucas Mendes, Pedro Andrade, Caio Blinder, Diogo Mainardi e Angélica Vieira, vai ao ar às 22h, na TV Cultura.

A campanha Refloresta, do Instituto Terra, tem o intuito de expandir o trabalho da entidade que já plantou 3 milhões de árvores na região do Vale do Rio Doce, em Minas Gerais e Espírito Santo.

O Manhattan Connection ainda entrevista o senador Randolfe Rodrigues (Rede – AP), que fala sobre o atual cenário político brasileiro.

Dia das Mulheres: Inspire-se na história da menina que percorria 2km a pé para chegar à escola e hoje comanda diversas escolas no Brasil

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Cristiane Coelho, teve uma infância difícil, mas sempre acreditou que a educação transforma vidas

(Casa onde Cristiane nasceu e foi criada no interior de Apucarana – PR. Foto: Arquivo pessoal)
No Brasil, 51% da população é composta por mulheres, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Porém, somente cerca de um terço (29%) das empresas têm mulheres em cargos de direção, segundo o relatório “Mulheres nos negócios:além da política para o progresso”, da consultoria Grant Thornton. A média é superior à mundial, de 24%.

Mesmo as grandes empresas tendo conhecimento que ter mulheres na liderança fazem os resultados serem mais parrudos (Pesquisa feita pela McKinsey, com cerca de mil empresas, em 12 países, que aponta que os resultados das companhias melhoram em até 21% quando há mulheres na liderança), elas ainda não dominam o topo em quantidade.

Para Hargreaves, uma ex-jornalista veterana do “Financial Times” e do “Guardian”, que desenvolveu o manifesto Mulheres no trabalho: projetando uma empresa adequada para o futuro: “Há muita coisa que as mulheres podem fazer para efetuar mudanças, seja individualmente ou mobilizando grupos. Mudanças estruturais no local de trabalho são necessárias.”

Para Cristiane Coelho, gestora da área financeira do CEBRAC, a mulher traz uma liderança mais humanizada, firme e justa. “Por todas as unidades que eu já passei, busco incentivar em meus colaboradores o amor pela marca e pelo diferencial que a educação faz na vida das pessoas”, afirma. A gestora começou como panfletora na rede e galgou o seu desenvolvimento na área pedagógica. Porém, os sócios da unidade enxergaram nela o potencial para vender e ela aceitou o desafio da coordenação do comercial.

( Cristiane Coelho, é gestora Financeira do Cebrac Rio Verde – GO. Foto: Arquivo Pessoal)
Ela que possui 16 anos de experiência no CEBRAC , participou da implantação e reestruturação de unidades no Paraná, Mato Grosso e foi convidada a ser sócia acionista na unidade de Rio Verde, em Goiás.

A educação vem de casa

A paranaense nasceu em uma família de agricultores, os pais eram analfabetos mas sempre a incentivaram a estudar. Começou cedo em ONG’s, participando de oficinas e chegou a ser finalista nacional de um concurso de oratória. “Desde os 12 anos eu fazia teatro, caminhava 2 km para chegar à perua e chegar à escola. Meus irmãos mais velhos me acompanharam nesta trajetória e acreditavam que a educação poderia transformar a minha vida, e eu trago isso em tudo que faço”. Aos 16 anos já era instrutora de teatro na mesma ONG, que chegou como aluna. Para ajudar em casa, conseguiu um estágio no Sesc e nas horas vagas, distribuía os panfletos do CEBRAC.

Hoje a gestora tem 40 funcionários sob seu comando direto e destes, a maioria são mulheres. “Gosto de trabalhar a autoestima dos meus colaboradores, ver um sorriso no rosto, incentivar a fazer os cursos no próprio CEBRAC, a se graduarem e, vejo em todos os lugares que passei, seja no Paraná, no Mato Grosso ou aqui em São Paulo vidas que foram transformadas”, explica Cristiane Coelho, Gestora do Cebrac de Rio Verde.

A Pesquisa Panorama da Mulher aponta justamente o que a gestora aplica na prática: ter uma presidente ou gestora mulher aumenta cerca de 2,5 vezes a chance de ter mais mulheres dentro da rede. Outro dado, é que essa diversidade poderia aumentar cerca de 30% o PIB do Brasil e 12 trilhões ao PIB Global. “Muitas pessoas me disseram que meu perfil era pedagógico e que minha gestão na parte financeira não iria vingar. Eu fui uma das primeiras a ocupar o cargo na rede, e busco cada vez mais encorajar outras mulheres a estarem onde elas quiserem”, finaliza Cristiane Coelho.

O Cebrac Rio Verde, em Goiás, teve um investimento inicial de 350 mil reais. Quer saber como ter seu próprio CEBRAC e ter um faturamento médio mensal de 100 a 170 mil ? Para conhecer mais sobre a franquia CEBRAC acesse nosso site .

Raio -x (Ficha Técnica)

Investimento inicial: de R﹩350 mil

Taxa de franquia: R﹩45 mil

Royalties: 10%

Capital de giro: R﹩120 mil

Taxa de publicidade: 0% (Base de Cálculo: Faturamento bruto)

Faturamento médio mensal: R﹩170.000,00

Lucro médio mensal: De 20 a 25%

Prazo médio de retorno do investimento: 18 a 24 meses

Funcionários: A partir de 20 funcionários

Metragem: A partir de 250 m²

Contato para expansão: Adriel Braga

E-mail para expansão: adriel.braga@cebrac.com.br

Telefone para expansão: (43) 3026-8989

Acesse aqui!

SOBRE O CEBRAC

O CEBRAC – Centro Brasileiro de Cursos – possui 26 anos de atuação no segmento educacional, e desde sua fundação, a rede de ensino tem sido responsável por formar profissionais para enfrentar os desafios de um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. O CEBRAC tem como propósito qualificar e educar pessoas nos seus cursos profissionalizantes, por meio de sua metodologia própria e inovadora, ao qual utiliza a proposta da Construção Interativa, que une os princípios das Metodologias Ativas, Design Thinking, Desenvolvimento Humano Profissional e Empreendedorismo. O CEBRAC aprimora a postura profissional e empreendedora dos seus estudantes. Além disso, consegue proporcionar o encaminhamento de seus alunos para vagas no mercado de trabalho por meio da agência Cebrac Empregos. A Rede é pioneira em utilizar a Realidade Virtual em seus cursos, proporcionando experiência prática dentro da sala de aula. Com mais de 30 prêmios em sua história, o CEBRAC é a rede de ensino mais premiada do Brasil, destaque para o Selo de Excelência da ABF – Associação Brasileira de Franchising. São 90 unidades, presentes nas 5 regiões do país, para localizar um CEBRAC próximo a você, acesse AQUI.

Mercado de biscoitos saudáveis retrai 20%. Na contramão, Jasmine Alimentos cresce 33%

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Parcerias, campanhas e linhas diferenciadas garantiram liderança de mercado à marca paranaense, que possui mais de 160 produtos saudáveis no portfólio

 

Cerca de 54% da população brasileira mudou os hábitos alimentares durante a pandemia. Os dados são do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), que relevam ainda que 21% das pessoas aumentaram o consumo de alimentos preparados em fast foods e 19% delas passaram a consumir mais os industrializados. Já no segmento saudável, alguns alimentos sentiram o impacto negativo desta mudança de hábito dos brasileiros. De acordo com dados da Nielsen Brasil, empresa especializada na análise de comportamento dos consumidores, o mercado de biscoitos saudáveis sofreu uma retração de cerca de 20% em 2020.

Na contramão do setor, a Jasmine Alimentos, indústria especializada em alimentação saudável, fechou o último ano com um crescimento de 33,2% nas vendas de cookies saudáveis, em comparação à 2019. Os dados da Nielsen revelam ainda que, no último mês, a marca conquistou 32% do mercado, confirmando a liderança neste segmento.

“Apesar da queda expressiva no mercado, conseguimos registrar um crescimento por atingirmos consumidores que entendem a importância de manter uma alimentação saudável, principalmente em meio à pandemia, quando a manutenção da imunidade é essencial. Atingimos um público que busca alimentos naturais e ricos em nutrientes, dispensando os ultraprocessados com muito sal, gordura, açúcar, aditivos artificiais e poucos benefícios para a saúde”, explica a gerente de marketing da Jasmine Alimentos, Thelma Bayoud.

No compilado de 2020, somando todos os produtos do portfólio, a marca teve crescimento de 20% nas vendas, graças às novas parcerias e investimentos em novos produtos e mercados. No último ano, a empresa lançou ainda uma linha de snacks saudáveis voltadas para o público infantil, em parceria com o parceria com o Gloob – canal infantil da Globo, inspirado no universo da série Detetives do Prédio Azul.

 

Sobre a Jasmine Alimentos

A Jasmine Alimentos é uma empresa referência em alimentação saudável. Com produtos categorizados em orgânicos, zero açúcar, integrais e sem glúten, a marca visa atingir o público que busca alimentos saudáveis de verdade e qualidade de vida. A operação da Jasmine começou de forma artesanal no Paraná, há 30 anos. A Jasmine está consolidada em todo Brasil e ampliando sua atuação para a América Latina. Desde 2014 a marca pertence ao grupo francês Nutrition et Santé, detentor de outras marcas líderes no segmento saudável na Europa.

Um dia para esquecer

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Resumo deste fatídico dia 8 de março no Brasil: prenderam o povo em casa e soltaram o ladrão que sonha voltar ao poder para roubar mais ainda. As quadrilhas comemoraram muito ontem.

Saúde disponibiliza fisioterapia pélvica para mulheres

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Finalidade é fortalecer o assoalho pélvico, evitar incontinência urinária e atua em transtornos sexuais femininos.

JURANA LOPES, DA AGÊNCIA SAÚDE-DF

Muita gente desconhece, mas a Secretaria de Saúde disponibiliza na rede pública a fisioterapia pélvica, serviço envolvido na saúde da mulher, voltado para a reabilitação do assoalho pélvico. A fisioterapia pélvica reúne diferentes técnicas fisioterapêuticas utilizadas com a finalidade essencial de melhorar o controle, percepção e qualidade da musculatura do assoalho pélvico (MAP).

“A fisioterapia pélvica disponibilizada pela Secretaria de Saúde assiste pacientes em pós-operatório de cirurgias urológicas, ginecológicas, pacientes com incontinência urinária e fecal, prolapsos, transtornos sexuais e dor pélvica. Em idosas, principalmente, há uma incidência muito alta de incontinência urinária, o que atrapalha muito a qualidade de vida das mulheres que por vezes precisam utilizar fraldas”, explica a Referência Técnica Distrital (RTD) em Fisioterapia, Raquel Andrade.

O objetivo e função da fisioterapia pélvica é fortalecer o assoalho pélvico e otimizar a consciência corporal das pacientes. Com o tratamento há considerável melhora na qualidade de vida pois auxilia no alívio dos sintomas de transtornos sexuais, vaginismo, dor pélvica, endometriose, dores durante a relação sexual, incontinência urinária por esforço, prolapso (bexiga caída), entre outros.

Segundo Raquel, as técnicas de reabilitação do assoalho pélvico também atuam como método preventivo e/ou coadjuvante à cirurgia, a fim de potencializar o sucesso dos processos cirúrgicos, evitar a recidiva e acelerar a reabilitação no pós-operatório.

Evitar a obesidade e o sedentarismo, controlar o ganho de peso durante a gestação, praticar exercícios físicos regulares e exercícios para fortalecer o assoalho pélvico são medidas que podem ser úteis na prevenção da incontinência urinária e melhora da qualidade de vida da mulher.

De acordo com a RTD em Fisioterapia, o tratamento fisioterapêutico segue dois pilares principais: melhorar a funcionalidade de todas as estruturas pélvicas, em especial a musculatura do assoalho pélvico e, orientar comportamentos que favoreçam a cura da doença, a manutenção e promoção da saúde. “Cabe ao profissional fisioterapeuta avaliar o paciente, elaborar o diagnóstico funcional, prescrever e planejar tratamento”.

Atendimentos

O atendimento de fisioterapia pélvica começa na Atenção Primária à Saúde (APS), que acolhe a paciente com orientações preventivas e presta os primeiros cuidados para algumas disfunções do assoalho pélvico.

Raquel afirma que a abordagem pode ser por meio de palestras relacionadas tanto aos cuidados de saúde gerais (idosos, planejamento familiar), quanto medidas relacionadas diretamente às disfunções do assoalho pélvico.

“Caso a paciente apresente sintomas de perda urinária ou fecal, urgência ao urinar, dor na região pélvica, ela deve procurar a sua Unidade Básica de Saúde onde receberá as devidas orientações e caso seja necessário, será encaminhada ao serviço especializado, na Atenção Secundária”, informa.

Na Secretaria de Saúde o serviço de reabilitação pélvica é ofertado por profissionais especializados nos hospitais regionais da Asa Norte (HRAN), Taguatinga (HRT), Santa Maria (HRSM) e no Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB).

O encaminhamento para reabilitação pélvica segue a nota técnica de fisioterapia uroginecológica. O HRAN e o HRSM têm vagas reguladas pelo Sistema Nacional de Regulação (SISREG). No HRT, a marcação se faz no próprio local com devido encaminhamento médico e o HMIB tem fluxo interno de atendimento.

Estrutura pélvica

O assoalho pélvico é uma estrutura formada por 13 músculos, fáscias e ligamentos que formam uma rede de sustentação para os órgãos localizados na cavidade pélvica. Quando ocorre alguma alteração na musculatura pélvica podem ocorrer disfunções como a perda de urina quando a pessoa tosse, ri, faz exercício ou movimenta-se; gases involuntários; perda involuntária de urina e fezes; prolapso (bexiga caída); dor durante a relação sexual entre outros.

Fotos: Geovana Albuquerque/Agência saúde-DF