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Pastor europeu e punk rock cruza fronteiras geográficas, emocionais e espirituais em livro

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Diário de viagem “Arame Farpado no Paraíso”, do escritor português Tiago Cavaco, apresenta reflexões e provocações sobre experiência vivida de um europeu que visitou o Brasil

Segundo o romancista americano Paul Theroux as pessoas leem literatura de viagem porque pretendem visitar o local ou porque nunca viajariam para o determinado destino. Há muitas razões para conhecer o Brasil e outras tantas para evitá-lo. Quem esteve no país para cumprir uma agenda de compromissos, mas que empreendeu uma jornada de reflexões e provocações foi o escritor, pastor, músico e jornalista português, Tiago Cavaco.

O relato impressionante pela sutileza de raciocínio, sensibilidade, compreensão da realidade e acidez é a obra Arame Farpado no Paraíso: O Brasil visto de fora e um pastor visto de dentro, lançamento da Editora Mundo Cristão. A narrativa ultrapassa as fronteiras geográficas, emocionais e espirituais e apresenta, em detalhes, a viagem que Tiago fez para divulgar livros e visitar igrejas, mas que acabou sendo muito mais que um mero passeio turístico.

Pastor da Igreja da Lapa, em Lisboa – Portugal, o autor é reconhecido por textos de estilo provocante. Trata-se de um livro paradoxal dentro de um atípico campo de atuação: a carreira paralela de roqueiro e pastor, sem estereótipos ou rótulos. Uma pequena amostra de que é possível ser comprometido com as dimensões do evangelho sem abrir mão do melhor da cultura, da literatura, da música e da arte.

Arame Farpado no Paraíso é mais do que um choque de cultura e crenças. Tiago Cavaco emociona nos detalhes (alguns aparentemente corriqueiros aos brasileiros), mas também se assusta com a tranquilidade que a população demonstra ao relatar histórias de crime e tragédia. Apesar disso, ele admira a afetividade calorosa, que parece deixar toda a vida brasileira mais leve, apesar do caos. 

“Os brasileiros estão tão habituados à violência que só podem falar dela com naturalidade. Não gostar de falar de um assunto é geralmente um luxo de quem julga que o pode evitar. Os portugueses preferem não saber do risco que correm porque talvez assim não precisem lidar com ele” (p. 149)

Ficha técnica:
Livro: Arame Farpado no Paraíso: O Brasil visto de fora e um pastor visto de dentro
Autor: Tiago Cavaco
Editora: Mundo Cristão
ISBN: 978-65-86027-61-7
Páginas:  240
Formato: 14×21
Categoria: Espiritualidade
Preço: R$ 49,90
Link de venda: Amazon e E-commerce Mundo Cristão

Sobre o autor: Tiago Cavaco é pastor da Igreja da Lapa, em Lisboa, Portugal. É formado em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa. Músico, compositor e cantor, fundou, com Samuel Úria, a editora musical FlorCaveira. Escreve regularmente em seu blog Voz do Deserto (vozdodeserto.blogspot.com). É casado com Ana Rute e pai de Maria, Marta, Joaquim e Caleb.

Páginas do autor:
Blog: http://vozdodeserto.blogspot.com/
Instagram: https://www.instagram.com/cavacotiago

Condômino que apresenta comportamento antissocial pode ser expulso do condomínio

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Advogado especialista em assuntos condominiais, Dr. Wilker Lucio Jales, explica a decisão da 4ª turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF) em relação à medida que vem causando controvérsias nos tribunais do país  

 

O mau comportamento de alguns condôminos vem gerando polêmica nos tribunais do país. Em recente decisão, o Tribunal de Justiça de São Paulo entendeu que não seria possível a expulsão do indivíduo de sua unidade por falta de previsão legal, uma vez que o código civil prevê apenas aplicação de multa. No Distrito Federal a decisão da 4ª turma Cível do Tribunal de Justiça (TJDF) já reconheceu a possibilidade de expulsar do morador que estiver utilizando sua unidade de forma prejudicial à saúde, ao sossego e à salubridade dos demais condôminos.

Em recente caso registrado no Distrito Federal, o magistrado avaliou que, tendo em vista que o direito dos demais condôminos foi violado e restringido por atitudes negativas do acusado na ocasião, o condomínio poderia escolher pela a decisão de expulsar ou não, de acordo com a maioria. Porém, como não constava nos autos a realização de assembleia condominial prevista no Código Civil, para a discussão do caso, no caso específico, a sentença foi de não expulsão do condômino.

De acordo com o advogado especialista em assuntos condominiais, Dr. Wilker Lúcio Jales, essa decisão do TJDF significa que o direito de propriedade não é absoluto, e caso exista comportamento antissocial do condômino, abusando do seu direito de propriedade, pode haver sim a restrição da utilização de sua unidade. “Não se pode proibir o condômino da propriedade da unidade, mas é possível questionar a possibilidade de convivência com os demais condôminos quando o seu comportamento é incompatível com as normas da comunidade”, explica o advogado, que ressalta sobre a importância de sempre consultar o código civil e as regulamentações internas de cada condomínio.

A orientação do especialista para moradores e síndicos que estejam com problemas com o comportamento antissocial é para que ajam respeitando todos os devidos meios legais para a expulsão do indivíduo, lembrando sempre do direito à ampla defesa e o contraditório. “Sugiro que o condomínio respeite o processo legal e a ampla defesa, formalizando as notificações com base no regulamento interno e na legislação e quando possível aplique a multa prevista no art. 1.336, §2°, do Código Civil, com a deliberação da assembleia, essa documentação é de suma importância para um processo judicial de expulsão. É importante ainda que o condomínio seja assessorado juridicamente para

 

 

garantir a legalidade dos atos”, explica o Dr. Wilker. O especialista lembra, ainda, que o tema é delicado e que existem tribunais que decidem a favor e outros contra a medida, e as provas e informações farão toda a diferença na descrição.

Sobre o Dr. Wilker Lucio Jales – Advogado inscrito na OAB Seccional de Brasília-DF sob o n° 38.456, militante no Distrito Federal e Estados vizinhos, sócio proprietário do escritório Jales & Gomes Advogados, com atuação nas áreas cível, contratual, imobiliário e condominial desde 2013. Especialista em Direito Civil, Processual Civil, Imobiliário, Negocial e em Direito e Parlamento, com artigos publicados no Portal Condomínio no Play, tendo realizado diversas palestras em condomínios.

 

SERVIÇO
Dr. Wilker Lucio Jales

Mídias: https://www.instagram.com/wilkerjales/

Instituto Vital Brazil negocia com Ministério compra de 100 milhões de vacinas contra Covid e criação de fábrica de imunizantes no RJ

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IVB espera que o governo assine nos próximos dias contrato que permitirá transformação do laboratório em polo produtor de vacinas e que garantirá fornecimento ao Brasil da ZYCOV-D, que resiste em temperatura ambiente e pode ser atualizada contra novas cepas

Depois de assinar contrato que prevê sua transformação em um moderno polo desenvolvedor e produtor de vacinas, o Instituto Vital Brazil (IVB) aguarda o sinal verde do Ministério da Saúde para um acordo que garante o fornecimento ao país de 100 milhões de doses de uma inovadora vacina contra a Covid-19, com entrega a partir do próximo mês.

Laboratório oficial do estado do Rio de Janeiro, o centenário Vital Brazil firmou neste mês uma parceria com a multinacional indiana Zydus Cadila, uma das maiores farmacêuticas do mundo, para trazer ao Brasil a ZYCOV-D, vacina de DNA que resiste em temperatura ambiente, sem necessidade de freezers para o transporte e o armazenamento .

Além de permitir o fornecimento ao Brasil de 100 milhões de doses nos próximos 12 meses, o acordo prevê transferência de tecnologia, formação de pessoal técnico e construção de uma fábrica de padrão internacional no IVB para a produção de imunizantes, incluindo a ZYCOV-D .

No fim de fevereiro, a direção do IVB analisou os detalhes técnicos da fábrica. Será uma planta moderna, com capacidade de produção de 500 milhões de doses anuais. A fábrica gerará empregos qualificados sem onerar os cofres públicos. Será financiada pela venda da ZYCOV-D no Brasil.

Desde a assinatura do acordo com a Zydus Cadila, o Vital Brazil vem negociando com o ministro da Saúde Eduardo Pazuello a compra da vacina de DNA, que tem entre suas vantagens a possibilidade de rápida atualização para combater as novas cepas do coronavírusque estão aparecendo em várias partes do mundo. As atualizações serão mensais.

O contrato de encomenda tecnológica com o Ministério, por meio do qual as primeiras 5 milhões de doses seriam entregues já em abril, está em fase final de negociação. O Instituto Vital Brazil espera que a assinatura ocorra nos próximos dias, o que garantiria a construção da nova fábrica de imunizantes.

Recentemente, em audiência no Congresso Nacional, Pazuello destacou o IVB como um exemplo de laboratório brasileiro que será remodelado para fabricar vacinas contra o coronavírus no país. A previsão é que o instituto possa produzir a ZYCOV-D localmente no prazo de três anos.

A partir da assinatura do contrato com o Ministério da Saúde, o Instituto Vital Brasil protocolará o pedido de uso emergencial da ZYCOV-D junto à Anvisa, o que atestará a segurança e a eficácia do imunizante.

A fase 3 dos estudos clínicos, realizada na Índia com 30 mil voluntários, estará concluída em 28 de março. Os resultados serão repassados na sequência às autoridades brasileiras.

A gigante farmacêutica indiana – com 70 anos de história, 25 mil funcionários e 36 fábricas espalhadas pelo mundo – já está produzindo a ZYCOV-D. Antes de iniciada a fabricação local pelo IVB, a vacina para o Brasil virá da própria Índia ou de laboratórios associados na Europa, oferecendo mais uma alternativa para imunizar a população brasileira contra o coronavírus.

A tecnologia de DNA desenvolvida pela farmacêutica indiana oferece vantagens para países com dificuldades de infraestrutura e poderia ser uma importante alternativa para ajudar o Brasil no combate à Covid. A ZYCOV-D não depende de freezers para o transporte e o armazenamento porque mantém-se estável em temperatura ambiente durante meses.

Nas fases 1 e 2 dos estudos clínicos, o imunizante mostrou que é seguro e oferece uma robusta resposta imune. Recentemente, pesquisadores do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), vinculado ao Ministério da Economia do Brasil, publicaram um estudo sobre as vacinas gênicas para a Covid-19, considerando que “as vacinas de DNA sintéticas representam as terapias de nova geração”.

O estudo do governo brasileiro analisou quatro farmacêuticas de destaque e avaliou a Zydus Cadila como detentora de “uma ampla gama de recursos no desenvolvimento e fabricação de vacinas virais, toxóides, polissacarídeos, conjugados e outras vacinas de subunidade”.

A inovadora vacina de DNA foi desenhada no Centro de Tecnologia de Vacinas da Zydus Cadila, que mantém unidades na Índia e na Itália e já desenvolveu vários imunizantes. Há pouco mais de uma década, quando irrompeu a pandemia do vírus H1N1, o laboratório indiano foi o terceiro do mundo a produzir uma vacina.

Um dos trunfos da vacina de DNA é que ela não necessita de seringas com agulha para inoculação – equipamento que está em escassez no mercado. A ZYCOV-D pode ser inoculada de forma transcutânea, praticamente indolor, por meio de um dispositivo injetor. O laboratório indiano assegurou que fornecerá os injetores ou as seringas necessários. No caso dos injetores, há uma parceria com o fabricante PharmaJet (EUA), líder do setor.

O que é uma vacina de DNA

• Esse tipo de imunizante não é produzido a partir de um agente infeccioso, como ocorre em outras vacinas, mas de uma sequência sintética de DNA.

• A vacina é fundamentada em plataforma de DNA, que codifica o antígeno do vírus, induzindo resposta imune do organismo.

• A vacina de DNA utiliza uma tecnologia semelhante à das vacinas de RNA já aprovadas para combater a Covid-19 (dos laboratórios BioNTech /Pfizer e Moderna).

• Nas vacinas já aprovadas, a pessoa recebe o RNA do vírus, que gera a resposta imune. As vacinas de DNA começam um passo antes. Elas consistem de um DNA sintético que, dentro da célula, vai levar à transcrição do RNA desejado.

Vantagens da vacina de DNA

• É estável em temperatura ambiente, o que torna mais fácil o transporte e o armazenamento – e menores as perdas. A ZYCOV-D permanece estável por três meses em temperatura de 23 graus. Para uso prolongado, basta uma infraestrutura com 2 a 8 graus.

• Pode ser atualizada conforme as mutações do vírus. No caso da ZYCOV-D, essas atualizações serão mensais.

• A fabricação em larga escala é fácil e rápida. A Zydus Cadila afirma que pode entregar até 150 milhões de doses em 2021.

• Não gera risco de infecção, porque não é produzida com agente infeccioso.

MSF faz apelo ao Brasil e a outros países para que abandonem a defesa de monopólios de tecnologias médicas durante a pandemia de Covid-19

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Cristos Christou, presidente do Conselho Internacional de MSF, insta governos que destravem negociações na OMC; posição brasileira é a de alinhamento com os países ricos

Enquanto os países se preparam para a nova rodada de negociações na Organização Mundial do Comércio (OMC), nesta quarta-feira (10), a organização internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) pede ao Brasil e a um pequeno grupo de governos, que parem de fazer oposição à proposta de suspensão temporária de certos direitos de propriedade intelectual para tecnologias e medicamentos durante a pandemia, permitindo assim o início das negociações formais na OMC.

A suspensão temporária se aplicaria a patentes e outras formas de monopólios comerciais sobre ferramentas e tecnologias médicas essenciais para a resposta à pandemia de COVID-19, até que a imunidade coletiva seja alcançada. A iniciativa foi originalmente proposta pela Índia e África do Sul em outubro de 2020, e agora é oficialmente apoiada por 58 governos, que avalizaram a medida, outras 100 nações se mostraram a favor da iniciativa durante os debates na OMC.

Mesmo após um ano desta pandemia e 2,5 milhões de mortes, ainda vemos alguns governos negando que a remoção dos monopólios das ferramentas médicas, usadas na resposta à COVID-19, ajudará a aumentar o acesso das pessoas aos tratamentos, vacinas e testes necessários no futuro“, explicou Christos Christou, presidente do Conselho Internacional de MSF. “A proposta de suspensão oferece a todos os governos oportunidades de agir para uma melhor colaboração no desenvolvimento, produção e fornecimento de ferramentas médicas contra a COVID-19, sem a restrição dos interesses e ações da indústria privada. Além disso, daria aos governos todas as ferramentas disponíveis para garantir acesso global. Os países devem parar de criar barreiras e mostrar a liderança necessária para cumprir a ‘solidariedade global’, que tantas vezes declararam durante esta pandemia. É hora de defender o acesso a ferramentas médicas para todos, onde quer que vivam.

Com novas variantes altamente infecciosas do novo coronavírus se espalhando em muitos países de baixa e média renda, é fundamental garantir que quaisquer ferramentas médicas existentes e futuras estejam acessíveis em quantidades suficientes e em tempo hábil, especialmente para profissionais de saúde, que atuam na linha de frente em países em desenvolvimento, incluindo as equipes de MSF. Se o aumento do número de fornecedores globais de ferramentas médicas não for priorizado, as pessoas nesses países permanecerão em uma posição desproporcionalmente desvantajosa para o acesso. A suspensão de regras de propriedade intelectual, proposta na OMC, poderia fornecer uma opção de política mais rápida e automática para os governos em nível internacional para facilitar o aumento do acesso, em vez de depender apenas de medidas voluntárias da indústria farmacêutica.

Respaldadas por monopólios de propriedade intelectual, as corporações continuam a buscar acordos comerciais fechados e limitados, que excluem muitos países de baixa e média renda, mesmo em meio à pandemia. A proposta de suspensão pode ajudar a remover incertezas jurídicas e riscos para que produtores potenciais e governos comecem a se preparar para aumentar a produção e o fornecimento de tratamentos, vacinas e outras ferramentas médicas essenciais.

No Brasil, onde os profissionais de saúde têm lutado para fornecer cuidados durante as várias ondas da pandemia, MSF testemunhou como os picos de transmissão da doença saturaram o sistema de saúde existente, resultando no colapso do sistema de saúde.

Desde os primeiros dias da pandemia, quando os governos competiam internacionalmente para ter acesso a determinados diagnósticos e equipamentos de proteção, estava claro que países como o Brasil e muitos outros estavam ficando para trás, quando se tratava de acesso a recursos médicos escassos”, apontou Felipe Carvalho, coordenador da Campanha de Acesso de MSF no Brasil. “A renúncia aos monopólios ajudará a criar igualdade de condições nesta pandemia e garantir o acesso para todos.

Apesar dos claros benefícios para a saúde pública, que a proposta de renúncia ao monopólio oferece, um pequeno grupo de nações está dificultando rigorosamente o início de negociações formais na OMC, dentre as quais está o Brasil. Ao mesmo tempo, muitos desses países, que estão bloqueando ou atrasando a proposta – entre eles Austrália, Canadá, União Europeia, Japão, Noruega, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos –, também garantiram a maioria das vacinas disponíveis, muito mais do que necessário para vacinar suas populações inteiras.

Cada vez mais os países com renda baixa e média estão levando a sério a ideia da suspensão dos monopólios durante a pandemia. Então é hora das nações, que estão impedindo que isso aconteça, façam a coisa certa e pararem de atrapalhar”, disse Yuanqiong Hu, consultora jurídica da Campanha de Acesso de MSF. “Os governos que se opõem à proposta de suspensão de monopólios sabem que, simplesmente, pedir às empresas farmacêuticas que façam voluntariamente a coisa certa, não nos levará a lugar nenhum, pois essas tentativas até agora falharam em garantir o acesso global às ferramentas médicas para a resposta à pandemia e para pessoas que precisam delas com urgência. É hora de mudança, não de caridade.

Até o momento, a proposta de suspensão ganhou amplo apoio de centenas de organizações e da sociedade civil em todo o mundo, e foi bem recebida por uma série de organizações internacionais, incluindo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Programa das Nações Unidas para HIV/AIDS (UNAIDS), e organizações que advogam por medicamentos para doenças negligenciadas.

 

 

Nota de posicionamento da Fenafisco

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Fenafisco apoia paralisação dos servidores da Receita Federal contra mudanças nas administrações tributárias

A Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital vem a público manifestar o seu irrestrito apoio à paralisação dos servidores da Receita Federal, tendo em vista que as administrações tributárias federal, estaduais e municipais compõem parte essencial do funcionamento federativo. Em conjunto, elas atuam, por meio da arrecadação de impostos, para viabilizar a prestação de serviços à população e no combate à sonegação fiscal.

A mudança do texto constitucional proposta pela PEC 186 – e aprovada pelo Senado – prejudica a arrecadação tributária e o combate efetivo à sonegação fiscal, devendo impactar negativamente as receitas tributárias do Governo Federal, dos 27 Estados e dos 5.570 municípios. A mobilização dos servidores da Receita Federal chama atenção para a relevância do tema.

Sob a justificativa de aprovação de uma nova rodada do auxílio emergencial, fundamental para milhões de brasileiros que voltaram a viver em regime de pobreza e miséria, o governo ataca fortemente as administrações tributárias. O texto da PEC Emergencial pune e esfacela a estrutura tributária brasileira, que tem atuado com êxito, seguindo a legislação e combatendo a sonegação. Além do baque nos órgãos, as mudanças propostas favorecem sonegadores, que atentam contra a nação a cada transação espúria.

A Câmara dos Deputados tem a possibilidade de reverter, nesta quarta-feira (10), o trecho da PEC Emergencial que exclui a regra constitucional que permite a vinculação de receita de impostos para a realização de atividades das administrações tributárias nas três esferas do poder público. Na prática, a medida prejudica perigosamente a oferta de serviços à população e dificulta a atuação do Fisco.

A Constituição Federal estabelece prioridade na alocação monetária para as administrações tributárias, que garantem os recursos necessários para investimentos na infraestrutura e na área social, como saúde, educação e segurança pública. Os valores destinados para a atuação dos órgãos tributários impulsionam diversas melhorias, como a informatização de serviços, nota fiscal eletrônica e projetos que devolvem parte dos tributos pagos pelo cidadão.

O fortalecimento e manutenção das administrações tributárias, assim como os fundos para as atividades do setor, contribuem diretamente para o incremento fiscal do Estado, principalmente durante a grave crise atravessada pelo país, que pode ser severamente agravada, caso estes pontos não sejam revistos na Câmara.

Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital – Fenafisco

BRB AMPLIA VIGÊNCIA DOS SEUS TRÊS CONCURSOS

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O BRB vai ampliar o prazo de validade dos seus três concursos públicos realizados em 2019: CP 29 (escriturário), CP30 (Analista de Tecnologia da Informação, Engenheiro de Segurança do Trabalho e Médico do Trabalho) e CP 31 (Advogado). A decisão será publicada no Diário Oficial do DF (DODF) na quinta-feira (11/03).

Com a medida, as validades dos concursos passam a ser de 14.09.2022, para o cargo de escriturário; 21.09.2022, para os cargos de Analista de Tecnologia da Informação, Engenheiro de Segurança do Trabalho e Médico do Trabalho; e 12.10.2022 para o cargo de Advogado.

Desde o ano passado, o Banco já chamou seis turmas de concursados aprovados, contabilizando 298 pessoas (214 escriturários, 64 analistas de TI, 1 engenheiro do trabalho, 3 médicos do trabalho e 16 advogados).

A alteração nos concursos do BRB segue a disposição prevista na Lei 6662/20, que autoriza a suspensão de validade dos concursos públicos no DF em decorrência da pandemia da Covid-19.

“Em um momento de pandemia, a medida reforça nosso compromisso e cuidado com as pessoas”, reforça o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

A suspensão da validade dos concursos não produz impacto em futuras convocações.

Por conta das medidas sanitárias durante a pandemia, todos os novos empregados convocados têm participado de processo de integração por meio digital.

 

Há 11 anos Gilmar Mendes segura processo que pode causar grande prejuízo ao Bradesco

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Conluio perto do fim

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Conluio entre delegados aposentados que “blindam” egocêntrico secretário do DF, acabou por dar um tiro no pé. Ao perseguir e intimidar jornalista investigativo, o quarteto contava com apoio de gente “grande” mas a situação ficou fora de controle. A Justiça finalmente os alcançará após anos de dinheiro fácil e glamour. O ex-Diretor-Geral da PCDF, Eric Seba estava certo sobre alguns colegas.

PTB exige que Senado coloque em votação pedidos de impeachment contra ministros do STF

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O PTB apresentou pedido de impeachment do ministro do STF  Alexandre Moraes, e apresentou  pedido de impeachment também do ministro Edson Fachin. Se o senador Pacheco não colocar os pedidos para serem votados, o PTB ingressará com notícia-crime na PGR contra o presidente do Senado por prevaricação e por não cumprir a Constituição.

Enquanto o PTB faz seu dever cívico, os demais partidos (que só aparecem em ano eleitoral para conquistar o eleitor) continuam omissos enquanto a farra continua, com ministros soltando bandidos e sabotando o Governo Federal.

Neste momento, o Senado é quem pode estancar os males do STF que ignora a Constituição para favorecer políticos corruptos e outros bandidos.

Questionamentos porque o dinheiro é do povo

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Por quê construir 3 novos hospitais de campanha se a vacina está aí? O hospital de campanha de Ceilândia atrasou quase 8 meses para ficar pronto e o hospital de campanha do Mané Garrincha atrasou 3 meses. Com tanto atraso e milhões pagos para a montagem desses dois hospitais (sendo que o do Mané Garrincha foi desmontado recentemente), fica comprovado a falta de planejamento da Secretaria de Saúde do DF, enquanto vidas são ceifadas pela falta de UTI. Enquanto isso, mais da metade dos distritais permanece calada e omissa.