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Pacientes do HB e do HRSM terão cardápio especial de NatalEquipes de Nutrição das duas unidades vão preparar pratos diferenciados para marcar as festas de fim de ano

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Alguns dos pratos que vão ser preparados pela equipe de Nutrição do HB são: peru assado ao molho de ervas, lagarto recheado com calabresa, filé de frango a pizzaiolo, pernil ao molho de laranja e passas, arroz com lentilhas e bacalhau gratinado. Já no cardápio especial do HRSM vai ter salpicão de frango, rabanada, pernil ao molho barbecue, carne assada com champignon, lagarto recheado e arroz à grega.
O objetivo é minimizar a distância de pacientes e colaboradores em relação a seus familiares e amigos em dias tão especiais. “A alimentação vai muito além de nutrir”, explica Ana Cecília Nunes da Silva, chefe de Nutrição e Produção do Hospital de Base. “As pessoas têm relação cultural e afetiva com a comida, e as datas comemorativas remetem a momentos assim. Os pacientes internados ficam privados disso, e os colaboradores também, por estarem de plantão.”
Levar um pouco do sentimento do Natal e do réveillon a cada um dos pacientes e profissionais também é a intenção da equipe de Nutrição do Hospital de Santa Maria. “Não passar o Natal em casa é um sentimento de perda para quem está internado ou trabalhando”, salienta Juliana Siqueira, chefe da Nutrição do HRSM. “O que podemos fazer é oferecer uma refeição que traga a memória de bons momentos.”
Texto: Marina Mercante 

Brigadistas treinam voluntários para combater incêndios

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Com o objetivo de prevenir sinistros e preservar vidas, colaboradores do Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (Iges-DF) que atuam no Hospital de Base (HB) participaram nesta quarta-feira (16) do Treinamento de Brigada Voluntária para aprimorar técnicas de combate a princípios de incêndio e procedimentos de evacuação do prédio.
Coordenador pela equipe de brigadistas do próprio hospital, o treinamento foi dividido em atividades teóricas e práticas. Pela manhã, no Espaço de Ensino da Radiologia, os voluntários aprenderam sobre os tipos de extintores e as formas de uso deles, além de receber recomendações de como proceder em casos de incêndio.
À tarde, aulas práticas sobre como combater incêndios com extintor. Para ensinar as técnicas, os brigadistas usaram um tambor em chamas. Os voluntários também percorreram todas as unidades do Hospital de Base para conhecer as rotas de fuga em caso de incêndio.
Os voluntários gostaram do que aprenderam. “O curso me proporcionou conhecer a estrutura física do Hospital de Base e aprender, na prática, a técnica para usar extintores e combate de incêndio. Caso seja necessário, estou pronta apara ajudar”, afirmou Isabel Cristina Lima, de 40 anos, enfermeira do Bloco de Procedimentos Especiais do Ambulatório.
Laís Roberta Dias, de 26 anos, auxiliar administrativa do projeto Humanizar, também aprovou  o treinamento. “O que mais me chamou a atenção foi a diversidade dos extintores e a utilidade de cada um para determinado tipo de situação. Acredito que todos deveriam fazer o curso para ajudar o Hospital de Base”, sugeriu.
Treinamentos
O curso de combate a incêndio está previsto em normas técnicas da Brigada de Incêndio do Corpo de Bombeiros, que estipulam que 10% da população fixa das unidades de saúde sejam treinadas. No ano passado, foram treinados 158 colaboradores no Hospital de Base. Neste ano, por causa da pandemia, o curso só pode ser realizado em novembro e dezembro, com a participação de 80 colaboradores.
O Hospital Regional de Santa Maria também oferece o curso. Neste ano, foram capacitados 157 colaboradores. A direção do Iges-DF quer levar o mesmo treinamento para outras unidades, e a próxima deverá ser a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ceilândia.
A meta para 2021 é oferecer os cursos mensalmente, segundo Caio Oliveira Martines, gerente de Saúde, Segurança e Qualidade de Vida no Trabalho do Iges-DF. “O objetivo é que cada vez mais colaboradores participem da capacitação”, afirmou.
Já o bombeiro civil Renato Gomes, responsável pelo treinamento no HB, entende que esforços devem ser feitos para que o curso seja realizado mesmo diante da pandemia, desde que todos os cuidados sejam tomados. “O treinamento é necessário para que as equipes e que os profissionais estejam preparados e saibam, cada um, o que fazer na hora do sinistro”, defendeu.
Brigadistas do Iges
Os brigadistas são pessoas capacitadas para atuar na prevenção e no combate a princípios de incêndio. Ao todo, 42 brigadistas compõem o quadro do Iges, sendo 20 atuando no Hospital de Base, 14 no Hospital de Santa Maria e oito na UPA de Ceilândia. O serviço nas unidades de saúde é terceirizado, realizado pela empresa City Service.
Texto: Thais Umbelino
Fotos: Davidyson Damasceno/Ascom Iges-DF

Hospital de Base cria serviço para reabilitar pacientes pós-Covid

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Pacientes graves que ficaram com sequelas da covid-19 podem contar com um serviço inovador para reabilitação no Hospital de Base (HB), onde 15 leitos de enfermaria exclusivos para ofertar o tratamento foram abertos no sétimo andar. A iniciativa faz parte do Projeto de Reabilitação Pós-Covid-19, executado em parceria com o Hospital Sírio-Libanês e o Ministério da Saúde em cinco hospitais selecionados no Brasil, incluindo o HB, que é administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF)   

 

O serviço conta com equipe completa composta por enfermeiros, técnicos de enfermagem, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais, psicólogos e terapeutas ocupacionais. 

 

“Estamos oferecendo um serviço completo para reduzir o tempo de permanência no hospital dos pacientes críticos crônicos na fase pós-covid-19. Além disso, queremos ajudá-los na retomada das suas atividades rotineiras”, explicou o superintendente do Hospital de Base, Lucas Seixas. “Para isso, estamos capacitando as equipes a partir de um Plano de Alta Segura, utilizando metodologias específicas para esse tratamento”, completou. 

 

Como funciona? 

Os pacientes ficam internados recebendo orientações e auxilio dos profissionais para a retomada do condicionamento respiratório, fortalecimento muscular, entre outras terapias de acordo com a avaliação individual do paciente. 

 

“A equipe multidisciplinar o acompanha em uma rotina semanal, com discussões diárias e estabelecimento de metas para cada paciente. Caso seja necessário, após a alta, o acompanhamento continua ambulatoriamente com a fisioterapia, geriatria e demais especialidades”, explicou a gerente de Enfermagem do Hospital de Base, Thaís Ribeiro dos Santos Dias. 

 

Quem pode ter acesso? 

 

O serviço é voltado para os pacientes que ficaram internados no HBDF para tratamento da covid-19 e para aqueles que forem encaminhados pelo Complexo Regulador da Secretaria de Saúde do DF. É necessária indicação pelo médico da continuidade de assistência para a reabilitação momento da alta da UTI. 

 

Iniciativa complementar 

 

O HB já oferece serviço de reabilitação ambulatorial, que vai continuar funcionando de forma complementar ao novo projeto. Assim, além de manter o atendimento aos pacientes já beneficiados, também passará a receber aqueles que oriundos do projeto de reabilitação pós-Covid-19, quando necessário. No ambulatório, os pacientes são atendidos por fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, assistentes sociais e outros profissionais. 

 

O projeto Reab pós Covid-19 

O Reab pós-Covid-19 faz parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proad-SUS), do Ministério da Saúde. Participam do projeto apenas cinco unidades hospitalares em todo o país: o Hospital de Base, o Hospital Geral de Fortaleza, o Hospital Geral de Palmas, o Hospital de Contagem e o Hospital do Trabalho de Curitiba. 

 

Além 15 leitos de internação clínica de cuidados pós intensivos no 7º andar, o HB possui 26 leitos de UTI para pacientes com covid-19 no pronto-socorro. O HB é referência para tratamento de pacientes com covid-19 graves que já possuem outras patologias como câncer.

Brasiliense desenvolve métrica de alcance para rádio online

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Jovem, empreendedor, Raylan Fernandes, de 27 anos, é fundador e Ceo da Hunter.FM, uma das maiores rádios digitais do país, com ouvintes em todas a capitais brasileiras e no exterior. Com mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais, a rádio tem quase dois milhões de acessos por mês e mais de três milhões de impressões de anúncios no mesmo período. Pode ser ouvida em todas as plataformas disponíveis. Possui inteligência de streaming que permite identificar e mapear seu público e os interesses de seus usuários. É a primeira rádio online brasileira a possuir o sistema próprio de mensuração de spot de áudio digital.

Antes de falar da rádio, precisamos falar das diferenças e dos avanços alcançados por esse veículo de comunicação tão exponente. A principal diferença entre as ‘web rádios’ e as rádios tradicionais é a forma de transmissão. As rádios AM/FM têm sua propagação através de ondas eletromagnéticas, enquanto as web rádios se difundem por meio de streaming de áudio, uma tecnologia de transmissão de dados via internet.

As ‘web rádios’ funcionam de maneira totalmente online, utilizando um servidor que emite os programas. Enquanto a forma de transmissão tradicional está limitada por questões geográficas, as chamadas ‘web rádios’ podem ser ouvidas em qualquer parte do planeta, desde que o usuário tenha um meio de acesso à internet.

Dessa forma, para ouvir uma rádio por meio analógico, a proximidade com a emissora de sinal é essencial. Já na web rádio, a distância não tem qualquer influência sobre qualidade, sendo preciso apenas garantir boa velocidade e qualidade de conexão. Muitas emissoras AM/FM lançaram-se também na internet para garantir o alcance de audiência. Essa foi a estratégia seguida por muitas rádios tradicionais para sobreviverem aos avanços tecnológicos. Boa parte das rádios na internet começou como uma estação tradicional, até que decidiram se aventurar no mundo digital.

Uma das principais vantagens da web rádio é o baixo custo envolvido. É possível criar estações de rádio que funcionam exclusivamente de maneira online e, em comparação com as rádios analógicas, o valor gasto pode ser dez vezes menor, representando uma grande economia.

Raylan Fernandes é obcecado por rádio, música e tecnologia. O jovem administrador fundou a Hunter.FM a partir de um passatempo. Em 2004, com apenas 13 anos, conheceu a primeira rádio pirata através de um tio que o supervisionava, a pedido da mãe, que trabalhava o dia todo. “Menino prodígio”, gostava também de vídeo game e fuçando a internet descobriu como produzir conteúdo no mundo das transmissões. Aliou isso ao gosto pela música pop, criou uma rádio online, com ‘playlists’ de músicas selecionadas e gravadas em um CD e enviava através de link para os amigos e parentes, na intenção de democratizar a descoberta e compartilhar a diversão. Na mesma época, criou um blog para ensinar e comentar sobre jogos de vídeo game. Para enriquecer a página, conseguiu desenvolver e inserir a rádio online no feed. Daí não parou mais. Com a percepção que a rádio se destacava mais que os jogos, a paixão passou a receber mais atenção e investimentos. Depois de muitas pesquisas para otimizar custos, na época altos para sua idade e limitados pela conexão que tinha, pesquisou até descobrir como desenvolver profissionalmente aquele projeto. A meta era transformar tudo aquilo em seu trabalho e a solução foi estudar e aprofundar o assunto para se manter e continuar fazendo o que gosta. 

A Hunter.FM é uma rede de rádio online, possui 08 canais de música, de gêneros diferentes. Programada inicialmente para ter uma programação 100% musical e áudio impecável, teve um crescimento exponencial, atingindo logo o máximo de ouvintes no streaming, o obrigando a contratar novos servidores. A programação é ao vivo, atualizada constantemente com as gravadoras. Tem uma forte interação com seus ouvintes, que também ajudam a produzir conteúdo. Criaram uma equipe para desenvolvimento de tecnologia para garantir a qualidade de áudio, seguindo padrões internacionais. 

“Diferente de tudo que existe hoje em rádio online, somos a primeira rádio a ter sistema exclusivo de métrica de audiência, motivados pela necessidade de acompanhamento dos dados em tempo real, criamos um painel próprio, onde o cliente acompanha em tempo real a entrega de sua campanha”, garante Raylan Fernandes, criador do sistema de mensuração digital que permite ao cliente acompanhar a entrega de sua campanha durante todo o período de veiculação, em tempo real, permitindo a interação do cliente na personalização dos spots de áudio da campanha para seu target, como por exemplo, a mesma mensagem para diferentes cidades, falando diretamente ao ouvinte em sua região. 

Existem alguns adservers que fazem essa medição de audiência, porém são sistemas fechados, auditados, que monitoram os dados e garantem a entrega no período, mas não permitem ao cliente interatividade com conexão externa. A Hunter.FM é a primeira rádio online a ter esse sistema exclusivo para medir audiência de inserção de anúncio. “Antes disso, o cliente comprava espaço estimando o alcance através de mapas de pesquisas. No meio digital, o cliente compra a entrega. Conosco, o cliente compra certeza de audiência. Esta tecnologia já é conhecida e utilizada por plataformas de streaming como o Spotify, Deezer, YouTube entre outras. O grande destaque aqui, é que, foi desenvolvida uma tecnologia para integrar estes padrões em uma rádio, com toda a sua complexidade, pois não é apenas um player que reproduz música, é um ecossistema de transmissão ao vivo.”, completa Raylan.

A tecnologia desenvolvida pela Hunter.FM não se limita somente em veicular o spot de áudio digital através do player, possibilitando veicular o spot de áudio diretamente nos servidores de streaming da emissora, que é a raiz de transmissão de uma rádio online, garantindo a entrega e metrificação das veiculações em milhares de dispositivos utilizados pelos ouvintes.

Na pandemia os resultados foram além do esperado. Com muitas pessoas trabalhando em casa, a rádio teve seus acessos multiplicados. Segundo Raylan, esse foi o ano de maior crescimento da Hunter.FM e as expectativas são as melhores possíveis, com a chegada da internet 5G, espera ver seus números saltarem ainda mais. Dividindo a direção da rádio com seu sócio Gustavo Monari, formado em Ciência da Computação e o responsável pela implementação das ferramentas de melhoramento da emissora, Raylan garante que esse modelo de emissora vai revolucionar as mídias eletrônicas por ter boa aceitação dos ouvintes e serem grandes aliadas dos anunciantes. São as novas mídias revolucionando a comunicação.

Iges-DF apresenta Código de Ética e Conduta

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A Controladoria Interna do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) apresentou hoje (11) o Código de Ética e Conduta da instituição, reunindo normas a serem seguidas por todos os gestores, colaboradores, parceiros e fornecedores.
O documento é considerado o primeiro pilar do Programa de Integridade do Iges, que inclui medidas como a criação da Controladoria Interna, em outubro deste ano, e a disponibilização do Canal de Denúncias no início deste mês.
Essas ações têm o objetivo de fortalecer a política de transparência do Iges-DF e estimular comportamentos cada vez mais éticos em todas as unidades sob sua competência: o Hospital de Base, o Hospital de Santa Maria e as seis unidades de pronto atendimento (UPAs).
O solenidade de lançamento do Código de Ética do Iges contou com a parceria da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) e reuniu autoridades da saúde pública, além de representantes do Ministério Público, da Procuradoria-Geral do DF e da Defensoria Pública.
Valores do Programa de Integridade
Para o presidente do Iges-DF, Paulo Ricardo Silva, o Programa de Integridade representa os valores da nova gestão. “São princípios com os quais compactuamos, como a transparência, a honestidade, a impessoalidade, a publicidade de ações e tantos outros”, declarou.
O gestor reiterou que as boas práticas devem ser adotadas por toda a equipe, “desde a alta administração até aqueles que atuam diretamente no atendimento aos usuários”. “Todos devem estar engajados a oferecer um bom serviço, não apenas técnico, mas principalmente humanizado”, disse.
A transparência e a ética salvam vidas, destacou o secretário-adjunto de Gestão em Saúde, Bruno Tempesta, que representou o secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto. “Os órgãos de saúde aqui representados são responsáveis por 3 milhões de vidas no DF e mais 2 milhões no Entorno. Os gestores precisam ter isso em mente todos os dias”, afirmou.
O Iges-DF recebeu o suporte da CGDF para a implementação do Programa de Integridade. “As boas práticas são fundamentais nos órgãos públicos, e a sociedade é quem ganha”, afirmou a subcontroladora de Governança e Compliance do órgão, Joyce Chagas de Oliveira.
Código de Ética e Conduta será norteador
Com o Código de Ética lançado, o próximo passo é promover treinamentos em todas as unidades do Iges-DF, segundo o controlador interno, Bruno Lago. E a ideia é que o documento sirva como um norte para todos os trabalhadores, reforçou o assessor de Compliance e Governança da Controladoria, Eduardo Corrêa. “No fim das contas, a integridade precisa estar no interior de nossos colaboradores. Ela não deve ser praticada somente nas nossas unidades. Esperamos que a levem para suas casas e suas famílias.”
Ainda segundo Corrêa, todas as denúncias serão devidamente investigadas pela Controladoria Interna. “O nosso Canal de Denúncias já está disponível no site do Iges. A partir das informações recebidas no nosso Canal, poderemos iniciar uma investigação preliminar, sigilosa. Tomaremos as devidas providências em todos os casos”, garantiu.
Também participaram do lançamento do Código de Ética e Conduta do Iges a defensora do Núcleo de Saúde da Defensoria Pública do DF, Roberta de Oliveira Melo de Souza; o promotor de justiça do DF e Territórios, Marcelo da Silva Barenco; e a subprocuradora geral Izabela Frota de Melo, da PGDF.

Iges-DF implementa programa para evitar condutas antiéticas

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A Controladoria Interna do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (Iges-DF) está implementando o Programa de Integridade, que consiste em mecanismos de controle e auditoria para prevenir, detectar e sanar atos ilícitos praticados contra a administração pública do Distrito Federal.
O programa é obrigatório para todas as pessoas jurídicas que celebram contrato, consórcio, convênio, concessão ou parceria público-privada com o Governo do DF, conforme o assessor de Compliance e Governança do Iges, Eduardo Corrêa.
“Além destes, qualquer contratação direta ou emergencial, pregão eletrônico e dispensa ou inexigibilidade de licitação com a administração pública direta ou indireta, com valor igual ou superior a R$ 5 milhões, exigem a existência do programa”, detalha Corrêa.
Apoio da CGDF
A equipe da Controladoria Interna do Iges recebeu, nesta semana, a visita da subcontroladora de Governança e Compliance da Controladoria-Geral do DF (CGDF), Joyce Chagas de Oliveira. Ela veio dar orientações sobre a implementação do Programa de Integridade, que deve estar em conformidade com a legislação distrital anticorrupção.
A reunião contou com a participação do controlador interno do instituto, Bruno Lago; do assessor de Compliance e Governança, Eduardo Corrêa; do analista de Compliance, Marcos Roberto; da coordenadora de Governança da CGDF, Grice Araujo; e do coordenador de Compliance da CGDF, Luciano Helou.
Objetivos do Programa de Integridade

De acordo com a Lei Distrital nº 6.112, de 2018, o Programa de Integridade tem como objetivos:
I – proteger a administração pública distrital dos atos lesivos que resultem em prejuízos materiais ou financeiros causados por irregularidades, desvios de ética e de conduta e fraudes contratuais;
II – garantir a execução dos contratos e demais instrumentos em conformidade com a lei e regulamentos pertinentes a cada atividade contratada;
III – reduzir os riscos inerentes aos contratos e demais instrumentos, provendo maior segurança e transparência em sua consecução;

IV – obter melhores desempenhos e garantir a qualidade nas relações contratuais

Câmara aprova lei com medidas de combate à violência política contra mulheres

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Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (10) um projeto de lei que estabelece normas para combater e punir a violência política contra mulheres, inserindo novos dispositivos no Código Eleitoral e na Lei das Eleições. O texto ainda será analisado pelo Senado.

A proposta é uma reação aos casos de ataques a candidatas nas últimas eleições municipais.

O projeto classifica como violência política contra a mulher “toda ação, conduta ou omissão com a finalidade de impedir, obstaculizar, ou restringir os direitos políticos das mulheres”.

O projeto determina que “as autoridades competentes privilegiarão o imediato exercício do direito violado, conferindo especial importância às declarações da vítima e aos elementos indiciários”.

A relatora, deputada Angela Amin (PP-SC), afirma no parecer que, “assim como a violência doméstica era naturalizada antes de instrumentos como a Lei Maria da Penha, a violência política contra a mulher precisa ser desnaturalizada e combatida mediante a inserção em nosso ordenamento jurídico de dispositivos específicos e sua aplicação eficaz pelos operadores do direito”.

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A proposta

 

O projeto tipifica como crime eleitoral o ato de assediar, constranger, humilhar, perseguir ou ameaçar a candidata ou detentora de mandato eletivo por menosprezo ou discriminação à condição de mulher ou pela sua cor, raça ou etnia, com a finalidade de impedir ou dificultar sua campanha ou seu desempenho como eleita.

Segundo o texto, a penalidade é a reclusão, de um a quatro anos, e multa. A pena pode ser agravada em um terço se o crime for cometido contra grávidas ou mulheres deficientes ou idosas.

Outro dispositivo incluído no Código Eleitoral determina que não será tolerada a propaganda que deprecie a condição da mulher ou estimule sua discriminação em razão do sexo feminino, ou em relação à cor, raça ou etnia.

A proposta também agrava, em até a metade, a pena de outros três crimes eleitorais quando houver discriminação à mulher ou a sua cor, raça ou etnia. O agravamento desses crimes também ocorre quando o crime ocorrer na internet, nas redes sociais ou em transmissões em tempo real. São eles:

  • caluniar alguém, na propaganda eleitoral, ou visando fins de propaganda, imputando-lhe falsamente fato definido como crime. Pena, sem agravamento: detenção de seis meses a dois anos, e pagamento de 10 a 40 dias-multa.
  • difamar alguém, na propaganda eleitoral, ou visando a fins de propaganda, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação. Pena, sem agravamento: detenção de três meses a um ano, e pagamento de 5 a 30 dias-multa.
  • injuriar alguém, na propaganda eleitoral, ou visando a fins de propaganda, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro. Pena, sem agravamento: detenção até seis meses, ou pagamento de 30 a 60 dias-multa.

 

Outro ponto da proposta altera um dispositivo da Lei das Eleições sobre os debates em rádio e TV nas eleições proporcionais – isto é, para cargos de deputados federal, estadual ou distrital e vereador.

Pelo projeto, os debates podem ocorrer em mais de um dia e devem ser organizados para respeitar a presença mínima de 30% de mulheres.

Os partidos terão até 120 dias, após a publicação da lei, para adequar seus estatutos às mudanças.

Eleições municipais: número de mulheres candidatas em 2020 foi quase o mínimo exigido por lei

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Divulgação de ‘fake news’

 

A proposta também amplia o rol de crimes eleitorais ao esclarecer que a divulgação de mentiras sobre partidos ou candidatos é penalizada, também, quando ocorre durante a campanha eleitoral – e não apenas na propaganda, como diz a lei hoje.

A penalidade, já prevista na legislação atual, de detenção de dois meses a um ano ou pagamento de 120 a 150 dias-multa, pode ser agravada em um terço e até a metade se o crime:

  • envolver menosprezo ou discriminação à condição de mulher ou à sua cor, raça ou etnia.
  • for cometido pela imprensa, rádio ou televisão (como já previsto hoje) ou pela internet, pelas redes sociais ou transmitida em tempo real.

 

Além disso, a proposta inclui nas mesmas penas quem produz, oferece ou vende vídeo com conteúdo falso sobre partidos ou candidatos.

Mulheres ainda são minoria nas eleições municipais

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Exclusão de mulheres trans

 

A proposta veda a discriminação e a desigualdade de tratamento “em virtude do sexo” – o que, na visão de algumas deputadas de oposição, poderia gerar uma interpretação que excluísse mulheres transexuais.

O PSOL chegou a apresentar um destaque (sugestão de modificação) para substituir os trechos do projeto que falam em discriminação “por sexo” pela expressão “em razão de a vítima ser mulher”. A alteração, porém, foi rejeitada pelo plenário por 308 votos a 132.

Segundo a líder do PSOL, deputada Sâmia Bonfim (SP), a expressão é um “equívoco do texto”.

“Tem algumas deputadas e vereadoras eleitas ou no exercício do mandato e além delas serem eleitas, muito bem votadas, elas também infelizmente são vítimas de violência todos os dias”, disse. “Recebem e-mails, ameaças, andam com escoltas e por isso é tão fundamental a nossa reflexão e decisão para que não haja nenhuma má interpretação sobre o texto para que elas possam ser consideradas e para que não precise mais uma vez que o Supremo [Tribunal Federal] corrija uma inconsistência do Congresso Nacional.”

Ligada à bancada evangélica da Câmara, a autora do projeto, deputada Rosangela Gomes (Republicanos-RJ), pediu para que os deputados seguissem o acordo construído com a relatora.

“Essa Casa é uma Casa democrática, uma Casa que pauta pelo diálogo e não por jabutis”, disse. “Eu não sou contra pessoas, eu sou conservadora e não é segredo para ninguém. E mesmo no meu conservadorismo eu sempre respeitei todas as pautas prezando pelo bom debate, respeitando todos os limites.”

Sugestão de pauta: Voluntários entregarão 180 cestas básicas a pacientes oncológicos do HB

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Pacientes de quimioterapia e radioterapia do Hospital de Base (HB) levarão para casa, na terça-feira (15), 180 cestas básicas e 60 kits de higiene, entregues pelos voluntários do Movimento de Apoio ao Paciente com Câncer (MAC).

A ação é para marcar o mês de Natal e será possível graças a contribuições recebidas pela entidade sem fins lucrativos. “Contamos com a ajuda da sociedade para doar aos pacientes oncológicos cadeiras de rodas, medicamentos, colchões, cestas básicas”, enumera Regina Selma, presidente do MAC.

Novos voluntários são bem-vindos. “A emoção de ajudar os pacientes do HB é indescritível. Por isso, quem quiser se unir a nós neste movimento pode nos procurar na nossa sede”, convida Selma.

O Movimento de Apoio ao Paciente com Câncer

Com 75 voluntários atualmente, o MAC atua no Hospital de Base desde 1992, atendendo prioritariamente homens de baixa renda com câncer. Além de arrecadar itens para doações, o movimento mantém um bazar permanente e oferece lanches diários a pacientes e acompanhantes.

Como ajudar o MAC

Interessados em participar do MAC podem ligar para o (61) 99355-9266 ou procurar a sede do movimento, na ala dos voluntários do Hospital de Base, às terças e quintas, das 8h às 18h. E quem quiser ajudar com donativos pode entregar:

Cestas básicas
Alimentos para café da manhã e lanche da tarde
Roupas, calçados, acessórios e utilidades para o bazar permanente
Itens de higiene, como sabonetes, escovas, pastas de dente e hidratantes

Iges-DF lança revista científica on-line

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Iges-DF lança revista científica on-line
Com o nome Saúde e Inovação, publicação divulgará artigos e pesquisas da área

O mundo acadêmico ganhará uma nova ferramenta para divulgação de pesquisas, ensaios, artigos e estudos. Isso porque nesta sexta-feira (11), às 10h, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) lança a revista Saúde e Inovação, publicação científica on-line voltada aos assuntos relacionados à saúde. Por causa do cenário de pandemia, o evento será transmitido on-line.

A publicação conta com uma equipe multidisciplinar de 40 profissionais, entre médicos, dentistas, biólogos, farmacêuticos e bibliotecários. A periodicidade será contínua, ou seja, de divulgação on-line no site da revista.

A editora-gerente da publicação, Márcia Cristina Oliveira da Rocha, está otimista e traça um futuro promissor para a revista. “Queremos mostrar que no Brasil existem ciência e pesquisa de qualidade. Aqui no Iges, temos pesquisas relevantes que merecem reconhecimento”, afirma. “Esperamos que a revista mostre esses estudos e que seja conhecida nacionalmente e internacionalmente.”

Primeira edição da Saúde e Inovação

Excepcionalmente, a primeira edição da revista Saúde e Inovação terá sua versão impressa. Ela foi elaborada com artigos e pesquisas de convidados e traz a covid-19 como tema principal.

“O coronavírus exigiu um grande esforço da comunidade científica para tentar entendê-lo. Isso se refletiu em pesquisas pelo mundo todo”, explica Márcia Cristina. “Por aqui, não foi diferente, por isso temos a covid como um dos destaques desta edição”, acrescenta.

A revista conta com o apoio técnico do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT).

Lançamento da revista Saúde e Inovação
11 de dezembro (sexta-feira)
10h
Participe do evento pelo YouTube ou pelo perfil no Instagram do Iges-DF.

https://www.youtube.com/watch?v=Ne2zI7ep7ik&feature=youtu.be

HB sedia feira de artesanato com peças feitas por pacientes

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Começou nesta segunda-feira (7) a edição 2020 da Feira de Artesanato do Hospital de Base (HB), com mais de cem peças produzidas por pacientes oncológicos. A iniciativa é da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, com apoio do Projeto Humanizar, do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF). O evento segue até sexta (11), das 8h às 17h, na sede da Rede Feminina.

Guirlandas natalinas, pesos de porta, panos de prato bordados e caixinhas decoradas são alguns dos itens disponíveis, com preços que variam de R$ 5 a R$ 20. O dinheiro das vendas será revertido para projetos sociais. “Distribuímos cestas básicas, remédios, passagens e lanches para os pacientes e acompanhantes do hospital. Por isso, toda ajuda é bem-vinda”, disse a psicóloga da Rede Feminina, Ana Paula Fernandes.

Os objetos da feira artesanal foram confeccionados por pacientes em tratamento no HB ou por integrantes da Rede. “Nossa entidade possui grupos de artesanato, compostos por pelo menos 15 pacientes da oncologia do HB e mais as nossas voluntárias. Cada peça exposta carrega um valor emocional. Tudo foi produzido com muito carinho para este evento de fim de ano”, acrescentou Ana Paula.

O que é a Rede Feminina e como ajudar

A colaboradora do setor de hotelaria Maria da Conceição Prado, de 34 anos, já fez suas compras e parabenizou a iniciativa. “Eu fiz questão de passar aqui e dar a minha contribuição. Além de adquirir esses itens com preço baixo e alta qualidade, é bom saber que vou ajudar muitas famílias de baixa renda atendidas aqui no hospital”, declarou.

A Rede Feminina de Combate ao Câncer é uma instituição sem fins lucrativos que atua no Hospital de Base desde 1996. Voluntários oferecem apoio emocional e orientações sobre o tratamento contra o câncer.

O grupo recebe contribuições diversas, como roupas, calçados, brinquedos, livros e cestas básicas. Doações em dinheiro podem ser feitas por transferência bancária para a agência nº 4595-0, conta corrente nº 11.310-7. Mais informações pelo (61) 3364-5467 ou pelo (61) 98580-4019.

Feira do Artesanato do Hospital de Base
Até sexta-feira (11)
Das 8h às 17h
Na sede da Rede Feminina

Texto: Thays Rosário
Fotos: Davidyson Damasceno/Ascom Iges-DF