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Aprenda definitivamente a diferença entre tanino e acidez do vinho

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Uma das dúvidas mais frequentes para quem começa a beber vinho está relacionada à diferença entre tanino e acidez. No artigo publicado nesta coluna no mês passado, eu expliquei bem direitinho o que são os taninos e para que servem. Hoje vou compará-lo à acidez para tentar esclarecer de forma prática a diferença entre cada um desses compostos do vinho.

De forma resumida, o tanino é, de forma bem objetiva, aquela substância encontrada nos vinhos tintos que provoca uma sensação de amargor e de “travamento” da língua, igual à que acontece quando se come uma banana verde. O tanino é muito mais perceptível nos vinhos tintos, pois, como nos brancos a fermentação acontece, em geral, sem a presença das partes sólidas das uvas (inclusive casca), esse componente aparece em quantidades mínimas sendo difícil detectá-lo.

Já a acidez é aquela sensação de salivação nas laterais da gengiva, algo que ocorre como se estivéssemos chupando um limão. Todos os vinhos contém uma variedade de ácidos naturais, principalmente o ácido tartárico, o málico, o láctico e o cítrico. Além de evitar que o vinho se estrague durante a fermentação, os ácidos contrabalançam a doçura do vinho e lhe conferem equilíbrio e um gosto mais fresco. A acidez equilibrada é bem-vinda tanto em vinhos tintos como em vinhos brancos. Nos brancos, particularmente, é essencial para para garantir a refrescância e até mesmo a longevidade.

Então, quando você for degustar um vinho, preste bastante atenção a essas sensações percebidas na boca. Se você sentir secura após degustá-lo, então, provavelmente, estará apreciando um vinho tânicoCaso você salive, estará diante de um vinho ácido. Vale lembrar que um não exclui o outro e que o mais importante é o equilíbrio tanto do tanino quanto da acidez. Vale ressaltar ainda que vinho com excesso de tanino é chamado de “duro” e um vinho sem acidez é conhecido como “chato“.

 

Sancionada Lei de Delmasso que obriga condomínios a denunciarem casos de violência doméstica e familiar

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A conscientização da população sobre a importância de denunciar os casos de violência doméstica e familiar está aumentando, mas foi preciso tomar outras medidas. Foi sancionada, dia 13/04, a Lei 6.539/2020, de autoria do vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos), que torna obrigatória a denúncia de casos de violência doméstica e familiar, pelos condomínios residenciais.

Segundo o diretor-geral da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), Robson Cândido, essa iniciativa é digna de aplausos. “As mulheres continuam sendo vítimas de violência doméstica, principalmente em condomínios e durante este isolamento social. Traz essa responsabilidade não somente como síndico, mas também como cidadão”, alertou.

O diretor-geral da PCDF, Robson Cândido, também afirmou que o ideal é que o síndico entre em contato com a Polícia Civil através do 197 ou com a Polícia Militar através do 190. “Ele tem que identificar o apartamento e relatar os fatos sobre a violência. Os síndicos e os vizinhos ouvem o barulho e  sabem quando têm algum tipo de violência doméstica”, disse.

Um levantamento feito pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos revelou que, no ano passado, o Disque 100 registrou um aumento de 13% no número de denúncias sobre violência contra idosos, em relação ao ano anterior. No caso das mulheres, são 3.739 homicídios dolosos no ano passado, uma queda de 14,1% em relação a 2018. Apesar disso, houve um aumento de 7,3% nos casos de feminicídios.

Para Delmasso a denúncia em casos de violência doméstica e familiar é o resultado de uma mudança de mentalidade. “Muitas vezes as pessoas se calam ao ver um caso de violência por medo, ou simplesmente por não querer interferir, mas temos que mudar essa mentalidade, precisamos cuidar uns dos outros”, disse.

Vigia dá prejuízo de R$ 770 milhões ao crime

A ação integrada de órgãos de segurança pública federais e de estados fronteiriços que aderiram ao Programa Vigia causou, em apenas um ano, um prejuízo de cerca de R$ 770 milhões para os criminosos que atuam nas fronteiras brasileiras. A ação evitou, ainda, um prejuízo de cerca de R$ 260 milhões para os cofres públicos, coibindo a sonegação de impostos, a lavagem de dinheiro e o contrabando.

A estimativa é da Secretaria de Operações Integradas (Seopi), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que levou em conta o aumento da apreensão de drogas, cigarros, armas e de contrabando desde que o governo federal criou o Programa Nacional de Segurança nas Fronteiras, também chamado de Vigia, e que completou um ano.

Segundo o coordenador-geral de fronteiras da Seopi, Eduardo Bettini, “desde que lançamos o piloto da Operação Hórus, que é a iniciativa operacional do Programa Vigia, em 15 de abril do ano passado, até agora, apreendemos 50 milhões de maços de cigarros; perto de 130 toneladas de drogas; 138 embarcações e 1.350 veículos, causando aos criminosos um prejuízo direto de aproximadamente R$ 770 milhões e evitando prejuízos aos cofres públicos”, disse Bettini.

De acordo com o coordenador, o Vigia já integra seis dos 11 estados fronteiriços: Acre, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Rondônia. O governo de Roraima deve assinar o termo de cooperação, aderindo ao programa. A expectativa da Seopi é que, até o fim deste ano, o Amapá, Pará, Rio Grande do Sul e Santa Catarina se somem à iniciativa.

“Com isso, os estados ganham aumento de resiliência, compartilhamento de estruturas e mais investimentos nas suas instituições [de segurança pública], seja com equipamentos, seja no custeio de operações”, explicou Bettini, esclarecendo que o governo federal já investiu cerca de R$ 40 milhões no Vigia.

Além dos estados fronteiriços, a Seopi quer abarcar algumas outras unidades da Federação. Atualmente, já fazem parte da iniciativa Tocantins e Goiás, escolhidos em razão da localização geográfica.

Renda menor e medo do desemprego

A crise gerada pela pandemia de coronavírus afetou a renda de metade dos brasileiros, segundo pesquisa do Instituto Locomotiva. Entre os que já sentiram os impactos no orçamento familiar, 52% têm 50 anos, ou mais, 48% possuem ensino superior completo e 38% moram na Região Sudeste. A pesquisa ouviu, por telefone, 935 pessoas com 16 anos, ou mais, em 72 cidades.

Segundo o levantamento, 16% dos trabalhadores foram dispensados temporariamente e 57% afirmaram que suas empresas, ou negócios, não estão funcionando durante a quarentena. O índice dos que continuam trabalhando normalmente é 37% e 47% declararam estar trabalhando em casa.

A maioria dos entrevistados declarou que as perspectivas para o futuro são ruins. De acordo com a pesquisa, 88% estão preocupados em perder o emprego, mesmo percentual dos que acreditam que a crise gerada pela pandemia deve afetar a renda familiar.

Senado contra cortes

O Senado recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) da decisão da Justiça Federal de Brasília que bloqueou o dinheiro do Fundo Eleitoral e do Fundo Partidário. Na decisão, o dinheiro foi posto à disposição do governo federal para o combate à pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Na liminar (decisão provisória), concedida, o juiz Itagiba Catta Preta, da Quarta Vara Federal Cível de Brasília, determinou que as verbas sejam utilizadas “em favor de campanhas para o combate à pandemia de coronavírus” ou para “amenizar suas consequências econômicas”. A aplicação do dinheiro fica a critério do presidente Jair Bolsonaro, de acordo com o magistrado.

Doria processado por prejuízos

O consultor e advogado Anselmo Melo Ferreira da Costa ajuizou ação popular que pede a volta da atividade comercial em todo o estado de São Paulo e prevê indenização para aqueles que foram moral ou economicamente afetados pela medida do governador João Dória: “o que se requer nesta ação é que seja decretado inconstitucional o decreto 64.881 de 22 de março de 2020, por ser conflitante com os direitos assegurados em nossa Constituição Federal e, por consequência, seja anulado totalmente referido decreto, determinando a abertura das atividades comerciais, bem como aquelas de setores públicos que foram paralisadas.”, explicou o advogado.

Anselmo Melo realça que, embora estejamos vivendo uma das maiores pandemias dos últimos tempos, o alarme social e as medidas tomadas pelas autoridades são desproporcionais.

 

 

 

 

Bancos negam crédito a pequenos

 

Seis em cada dez donos de pequenos negócios que já buscaram crédito no sistema financeiro desde o início da crise provocada pelo novo coronavírus (covid-19) tiveram o pedido negado, segundo levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Há também, de acordo com a entidade, bastante desconhecimento dos empresários a respeito das linhas de crédito que estão sendo disponibilizadas para evitar demissões: 29% não conhecem as medidas oficiais e 57% apenas ouviu falar a respeito.

 

Os dados são da segunda pesquisa O impacto da pandemia do coronavírus nos pequenos negócios, realizada pelo Sebrae de 3 a 7 de abril, com 6.080 empreendedores de todo o país.

 

De acordo com o levantamento, além da dificuldade de acesso a crédito, as pequenas empresas também enfrentam queda no faturamento. Segundo o levantamento, 88% dos empresários consultados viram seu faturamento cair, 75% em média, e a estimativa é que as empresas consigam permanecer fechadas e ainda assim ter dinheiro para pagar as contas por mais 23 dias. A situação financeira das empresas já não era considerada boa mesmo antes da chegada da pandemia: 73% disseram que era razoável ou ruim.

 

A pesquisa mostrou também que mais de 62% dos negócios interromperam temporariamente as atividades ou fecharam as portas definitivamente. Entre os 38% que continuam abertos, a maioria mudou o seu funcionamento, passando a fazer apenas entregas, atuando exclusivamente no ambiente virtual ou adotando horário reduzido. Nos últimos 15 dias, cerca de 18% dos empresários entrevistados demitiram funcionários.

 

 

 

Marco arquiva denúncia a Bolsonaro

 

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou notícia-crime apresentada na Corte por um advogado contra o presidente Jair Bolsonaro. Em petição ao Supremo, o advogado André Magalhães de Barros argumentou que o presidente teria violado os artigos 267 (causar epidemia) e 330 (desobediência) do Código Penal por ter saído para cumprimentar apoiadores em frente ao Palácio do Planalto no dia 15 de março. Para o advogado, o ato teria desrespeitado determinações sanitárias de combate ao novo coronavírus.

 

Antes de arquivar a petição, Marco Aurélio pediu manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). Em seu parecer, o vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques, entendeu não haver indício de delito, pois em 15 de março não havia indicação médica para que o presidente ficasse em isolamento, nem norma federal em vigor que restringisse a circulação para fins de combate ao vírus.

 

 

 

 

 

O Coronavírus do mercado imobiliário

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O mercado imobiliário parou?

Durante anos, nós corretores de imóveis sempre tivemos que nos adaptar ao ciclo (altos e baixos) do mercado imobiliário, mas esse ano, 2020, foi especialmente aguardado por nós como o ano de ascensão, atingiríamos tão logo o pico das transações do mercado imobiliário.

Vieram as festas de final de ano, férias, volta às aulas, carnaval e quando o mercado começava a aquecer, chega ao Brasil o Cororanavírus  e, de repente, tudo parou. No começo, estávamos perdidos, sem saber o que seria de nós – mais de 25 mil corretores, segundo o CRECI-DF; como agiríamos com essa pandemia? Como sobreviveríamos? Como lidaríamos com essa situação? Como alimentaríamos nossas famílias?  Como pagaríamos nossas contas?

Muitas dúvidas surgiam e algumas respostas foram chegando à medida que nos acalmávamos. O fato é que essa seria nossa realidade pelos próximos 3 meses, pelo menos. E então, começamos o home office. Muitos de nós não tínhamos problema com a disciplina exigida, alguns se adaptaram rapidamente, outros estão se adaptando.

Agora, vamos olhar para frente, começar a tirar algumas lições e a entender que é passageiro e em breve tudo voltará ao normal, pelo menos para parte da população. Isso porque, hoje, 6 em cada 10 brasileiros estão fazendo home office, e pesquisas apontam que 30% delas permanecerão desenvolvendo trabalhos de casa. As empresas já estão se adaptando e amadurecendo a ideia de que é possível ser produtivo mesmo de casa.

Mas dai nos perguntamos, qual seria a vantagem para essas empresas? Algumas economias, como: 1. De energia; 2. De água; 3. De produtos de manutenção como café, açúcar, água, produtos descartáveis; 4. De material de papelaria; 5. De manutenção de elevadores e de áreas comuns; e por aí vai.

Agora os profissionais, imaginem o que poderíamos fazer com o tempo economizado com o deslocamento; não gastaríamos mais dinheiro com os lanchinhos paralelos (quem resiste?); economizaríamos combustível, manutenção do carro, além de podermos aproveitar mais tempo com a família.

Muitas pessoas que estão de adaptando à rotina de home office não conseguem encontrar um espaço adequado em casa para desenvolverem seus trabalhos em casa. E o resultado de tudo isso? As pessoas estão começando a se movimentar para encontrar um imóvel que atenda a essas necessidades.

E estamos sendo demandados por atendimento via aplicativos de celular, vídeochamada, tour virtual e até mesmo atendimentos presenciais. Os clientes estão percebendo que os stands de vendas estão sendo devidamente higienizados e esterilizados seguindo todas as recomendações dos órgãos de saúde. Além disso, os corretores estão sempre com álcool em gel disponível e máscaras. Isso demonstra segurança para os clientes e os faz querer aproveitar, já que estão com uma agenda mais organizada para escolherem o imóvel que atenda tanto às necessidades de sua família quanto às suas necessidades profissionais.

Então, se você é uma dessas pessoas que precisa se adequar a essa nova realidade, nós, corretores de imóveis estamos de plantão home office para ajudá-lo nessa jornada.

Seguro de vida cobre indenização no caso de Covid-19?

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O seguro de vida  é  um contrato firmado por uma pessoa (segurado) junto a uma seguradora, para buscar garantir segurança e tranquilidade caso ocorra algum imprevisto como um acidente, doença ou falecimento.
Mas como fica a cobertura nos casos oriundos da pandemia do coronavírus?
A Superintendência de Seguros Privados – Susep, órgão regulador dos seguros no país, por meio da Circular nº 440/2012, publicada no DOU de 28 de junho de  2012, autoriza que as seguradoras excluam de cobertura os riscos causados por “epidemia ou pandemia declarada por órgão competente”.
Por isso, a grande maioria dos contratos de seguro de vida realizados a partir dessa data, seguem essa linha e trazem previsão de exclusão de riscos nestas condições e sustentam que o seguro de vida não cobre pandemia.
Nesse sentido, alguns juristas defendem que não cabe indenização para os casos de riscos excluídos da apolíce do seguro contratado.
Todavia, cabe lembrar que eventuais limitações ou exclusões de cobertura contratual devem ser analisadas à luz do Codigo de Proteção e Defesa do Consumidor – CDC (Lei nº 8.078, de11 de setembro de 1990), que no artigo 51, aponta a nulidade de cláusulas contratuais que coloquem o consumidor em situação de “desvantagem exagerada, ou sejam incompatíveis com a boa-fé ou a equidade”.
Também o artigo 765 do Código Civil determina que: “O segurado e o segurador são obrigados a guardar na conclusão e na execução do contrato, a mais estrita boa-fé e veracidade, tanto a respeito do objeto como das circunstâncias e declarações a ele concernentes”.
Assim, o tema ensejará debates judiciais, porém acredito que as seguradoras não podem se isentar do risco inerente à sua própria atividade,  por meio de cláusulas de exclusão possivelmente abusivas.

 

Faculdade deve indenizar aluna por demora de quase três anos em entrega de diploma

O 2º Juizado Especial Cível de Brasília condenou a Faculdade JK a indenizar, por danos morais, aluna que espera há quase três anos para receber seu diploma de conclusão de curso superior.
A autora da ação contou que concluiu o curso de Sistemas da Informação, em junho de 2017, com a quitação de todas as obrigações contratuais. Após a colação de grau, entrou, imediatamente, com pedido de emissão do documento e recebeu a informação de que seria entregue no prazo de seis meses. No entanto, até o julgamento da ação, a faculdade não havia cumprido com a obrigação.
Chamada à defesa, a instituição alegou que o atraso na emissão do diploma se dá pelo fato de a faculdade ter sido descredenciada pelo Ministério da Educação – MEC. “A responsabilidade pela expedição do documento foi transferida para a Universidade de Brasília – UNB, que, por sua vez, não está emitindo os diplomas”, defendeu.
A juíza declarou que, embora a ré tenha sustentado que depende de universidades parceiras para a emissão do diploma, o certo é que a obrigação é solidária e pode ser exigida diretamente da requerida. Ressaltou, também, que a falha do serviço acarreta prejuízo profissional à requerente.
Diante disso, a Faculdade JK foi condenada à obrigação de providenciar a entrega do diploma à autora, no prazo de dez dias, e a pagar o dano moral de R$ 2 mil. Cabe recurso da sentença. (PJe:750913-61.2019.8.07.0016 – fonte: TJDFT).

Qual o seu propósito de vida? 

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Qual o seu propósito de vida?

Quando alguém não alcança restituição naquilo que busca, não é porque Deus não a ama ou porque é incompetente. O motivo maior é simplesmente porque ela não conhece o seu direito ou não sabe o que realmente quer.

Deus apareceu para o rei Salomão e lhe fez uma proposta fantástica: “Salomão pede-me o que queres que Eu te dê”.  O que você diria como resposta? O que você pediria para Deus? Você sabe exatamente o que quer? Lembra o que lhe foi roubado e que deseja ter restituído?

Deus lhe pergunta hoje: “O que queres que Eu te faça? Você quer apenas sucesso, dinheiro, posição? Qual é o seu propósito de vida? Muitos não sabem o que querem na vida e por isso perdem, são derrotados, falham. Não são firmes em seus propósitos.

Pense um pouco: Será que você estaria fazendo a mesma coisa que faz hoje se tivesse muito mais do que tem hoje? Se tivesse um milhão de dólares em sua conta bancária, será que estaria na igreja buscando a Deus?

Se perguntarmos às pessoas o que lhes dá mais prazer de fazer, 80% responderia que não é aquilo que estão fazendo hoje. Ou seja, elas não fazem por paixão, não têm uma missão pessoal, mas apenas vivem reagindo às circunstâncias da vida. Estão naquele lugar porque alguém as colocou ali, porque talvez não têm outra coisa para fazer, porque talvez consigam adquirir algo fazendo isso e etc.

Quando Deus perguntou a Salomão, sua resposta foi imediata. Ele pediu sabedoria, um coração ensinável. Ele queria ser alguém que conseguisse compreender o quadro da vida, alguém que enxergasse o plano de Deus. Quando você escolhe a missão de vida para a qual Deus lhe chamou, assim como aconteceu com Salomão você receberá muito além do que tudo que Ele já lhe deu.

Salomão recebeu além da sabedoria, riquezas e longevidade. Você também receberá de Deus além daquilo que pediu. Salomão não pediu que seus inimigos morressem ou que ficassem cegos e paraplégicos e também não pediu riquezas. Ele escolheu algo que o capacitaria a cumprir sua missão neste mundo: a presença de Deus e Seus direcionamentos.

 

ivery de bom gosto, praticidade e realização de sonhos

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Segmento de arquitetura e interiores segue renovado e com intenso trabalho

O momento de calma e cuidados, que veio com o novo cenário mundial, transformou o segmento de arquitetura e decoração em um dos grandes exemplos de empreendedorismo e criatividade. Com comércios fechados em prol da saúde coletiva, diversas possibilidades foram exploradas para manter projetos e sonhos em andamento e assim como nosso escritório, lojas da capital adotaram o trabalho remoto para prosseguir.

A reinvenção do segmento, que viu o teletrabalho surgir de forma tão rápida, é um grande incentivo para que nós, profissionais, não deixemos de produzir nossas obras e dar andamento aos sonhos de nossos clientes. Hoje, por exemplo, é possível fazer orçamentos e escolhas de revestimentos, decorativos, cortinas e persianas, de forma simples, prática e muito providencial.

De portas fechadas, mas com e-mails, whatsapps e videoconferências abertos, as lojas antecipam uma tendência contemporânea de uso da tecnologia e, o melhor, com a garantia de sempre e com agilidade potencializada pela vontade de fazer dar certo, afinal, o medo de efeitos negativos na economia existe, mas não pode paralisar o mercado e tão pouco adiar projetos que podem, perfeitamente, seguir adiante.

Lojas como a Objeto Casa e Idélli, de decorativos e móveis planejados, respectivamente, seguem com entregas e propaganda intensa via redes sociais. O resultado é que muitas casas recebem hoje o toque final e necessário e com toda a segurança possível.  “Para preservar nossos clientes e funcionários e atender às determinações dos órgãos de saúde, estamos trabalhando em regime de home office e fazendo atendimento pelo WhatsApp e videoconferência. É importante neste período continuar respeitando prazos e demais fluxos existentes nas lojas”, podera Simone Lima, empresária à frente das duas lojas.

Como já citadas, as redes sociais expandiram as vitrines convencionais e são atualmente uma ferramenta de grande importância para dar visibilidade aos projetos que seguem. A Marmoraria Multipedras, por exemplo, além de adotar um protocolo de segurança, com reuniões virtuais, visitas agendadas e atendimento remoto, também aumentou a quantidade de postagens, para levar além os seus produtos. Na mesma linha, a Ikê Pedras e a Cerrado Chic, por exemplo, vêm atendendo seus clientes com consultoras ligadas nos aplicativos e com entregas delivery.

Detalhes Showroom Idélli Brasília. Foto: Divulgação
Cortinas, persianas e muita variedade na Idélli. Foto: Divulgação
É possível escolher revestimentos na quarentena. Foto: Multipedras
Pedras da Ikê Pedr

Bolsonaro: falta orçamento para repor perdas de estados e municípios

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, durante solenidade de posse do novo ministro da Saúde, Nelson Teich, no Palácio do Planalto

Presidente fez live direto da rampa do Palácio do Planalto

Durante uma transmissão feita pelas redes sociais direto da rampa do Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro disse que falta orçamento para repor as perdas de arrecadação de estados e municípios, causadas pela crise do novo coronavírus.

“Não sabemos quanto vai chegar a conta do ICMS e ISS. Estamos calculando muito a cima de R$ 100 bilhões. Não tem espaço para isso no Orçamento. Não é que se vire o chefe do Executivo. Se aqui nós quebrarmos, quebra o Brasil. Os estados estão muito mal das pernas”, afirmou.

O presidente defendeu medidas de saúde para evitar o contágio em massa da população, como uso de máscaras, luvas, álcool em gel e campanhas educativas, e afirmou que as consequências econômicas da pandemia podem ser graves.

Bolsonaro voltou a falar sobre a decisão de governadores e de prefeitos que determinaram o fechamento total do comércio nos estados e municípios do país devido à pandemia do novo coronavírus. Segundo o presidente, as autoridades estão fazendo o que “bem entendem” e sem levar em conta a possibilidade de muitos trabalhadores ficarem desempregados e de queda na arrecadação de impostos.

O presidente também pediu “humildade” das autoridades para reconhecerem que o fechamento total não é o caminho adequado. Segundo Bolsonaro, no que depender dele, o isolamento da população será flexibilizado.

“Essas pessoas que estão sendo demitidas não pagam conta de luz, compram o essencial na praça. Estamos em uma situação complicada. Será que o pessoal não enxerga isso? Vai continuar me atacando, ofendendo, me chamando de tudo, até me acusando de genocídio. Não dá para entender que o que vai matar as pessoas para valer vai ser as consequências do desemprego? Acordem para isso.”

Após a transmissão, Bolsonaro desceu a rampa do Palácio do Planalto e conversou com um grupo de apoiadores que estava na Praça dos Três Poderes. As pessoas e o presidente estavam separados por uma grade de segurança que fica de forma permanente em frente do palácio.

(Por André Richter – Repórter da Agência Brasil – Brasília. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Aniversário de Brasília: a engenharia por trás das curvas do Distrito Federal

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Cidade se inspira nos projetos iniciais em construções recentes 

A cidade de curvas, prédios baixos e pilotis. Brasília completa 60 anos no próximo dia 21 de abril e, até hoje, as construções da capital são inspiradas nos modelos dos projetos iniciais da inauguração. Para o engenheiro civil Marcos Penna, o resgate dos moldes da construção da cidade é uma forma de homenagear e preservar a cultura brasiliense.

“Quem nunca brincou embaixo dos prédios ou ficou encantado com a Catedral? Tudo isso simboliza sobre o que é morar em Brasília. Todo o projeto arquitetônico e de engenharia também, é claro, influencia sobre a nossa forma de viver na cidade. É muito legal andar pelo Distrito Federal e perceber que existem construções novas ainda com essas características”, afirma.

Na cidade satélite de Taguatinga, por exemplo, a 21km do Plano Piloto, muitos prédios ainda cultivam os pilotis. “Esse é um sistema construtivo em que uma edificação é sustentada por meio de uma grelha de pilares (ou colunas) no térreo. Em Brasília, crescemos com essa referência de prédio. Faz parte da nossa história”, explica Penna.

Outras construções mais novas também preservam as curvas tão famosas da capital. O Brasília Shopping, por exemplo, na entrada da W3 Norte, uma construção recente, mas é claramente inspirada em nos primeiros modelos de construção da cidade. Inaugurado em 21 de abril de 1997, essa é uma das obras mais novas e charmosas da capital, com várias curvas e formas.

Com 60 anos, a capital também cresce em outro nicho de obras: as construções sustentáveis. Tendo como base o respeito ao meio ambiente.  Essa realidade já é referência no mercado. São muitos os motivos para apostar nos projetos, que equilibram o ecologicamente correto e designs modernos. Cada vez mais presentes, esses empreendimentos também exploram as inovações tecnológicas e o uso inteligente dos recursos.

Marcos Penna, que também é sócio da PRONTA Construtora, especializada em imóveis sustentáveis, aponta como a economia é pensada a médio prazo. “As casas são planejadas para exigir menos manutenção e material. O sistema de geração de energia solar, por exemplo, pode ter um custo inicial mais elevado, mas todo esse investimento é recuperado com o tempo”, explica Penna.

A empresa também trabalha com outro sistema que está relacionado ao reaproveitamento de água cinza. São reunidos os resíduos de pias, máquinas de lavar e chuveiros. Esse líquido é tratado e retorna para a lavagem de pisos externos e regagem de jardins.

REITOR JOÃO CARLOS SALLES: O HUPES NÃO É PALANQUE ELEITORAL!

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Possível candidato a deputado federal pela esquerda em 2022, o reitor da UFBA, Prof. João Carlos Salles quer fugir da responsabilidade para angariar votos. Em tentativas escabrosas de fazer o HUPES zona livre de COVID, ou seja, tirar da batalha o maior hospital Universitário da EBSERH, este importante equipamento público vai definhando nas mãos dos comunistas.

Mesmo recebendo fortunas para as ações relacionadas ao COVID, o que vemos é descaso, EPIS de “brinquedo”, greve da limpeza, e os tais 80 leitos que ele disse, devem estar atrás do espelho do “Hospital das Maravilhas”, já que quem controla o reitor é a comunista Alice Portugal, que sem pena nenhuma da população baiana, prefere ver o povo sofrer na sua tentativa de se garantir no poder, expondo a gestão federal, como se dela fosse a culpa, mas todo mundo sabe que ali é um de seus redutos e casa de seus apaniguados.

A ANDIFES – associação dos dirigentes das universidades – também se cala, aceitando a presidência do garoto de recados da deputada, ou estão com medo de mostrar que ali tem gente séria comprometida com o ensino e com a assistência ao povo, ou são apenas coniventes com o definhar de um equipamento público de suma importância para a saúde da população baiana, ainda mais em tempos de COVID. Qual será a verdade? Queremos ouvir vocês! A EBSERH, que calada assiste a tudo isso, qual será o motivo? Qual é a estratégia?

É hora dos que apoiam o Capitão e o novo Brasil mostrarem sua cara, e não podemos aceitar que através da desgraça do povo, do dinheiro suado que os impostos sangram dos bolsos dos Brasileiros e que deveriam estar sendo direcionados ao combate da COVID-19, sejam usados para fortalecer politicamente a esquerda brasileira, responsável pelo caos aqui implantado. Não podemos permitir que seja utilizado para fortificar a base de apoio de comunistas que vociferam contra aqueles que lutam pelo Brasil melhor, sem corrupção.

O berço da medicina brasileira não pode viver sob a égide do comunismo. Estamos vendo mundo afora o que esses são capazes de causar.

General Oswaldo de Jesus Ferreira: temos certeza que o senhor não está conivente com esta história, por isso nossa tela está à sua disposição, e gostaríamos de ouvir o que os que amam o Brasil têm a falar a respeito.

Estamos atentos, não só ao HUPES, mas a qualquer outro equipamento público que esteja sendo usado desta forma, e nossos canais estão à disposição de todos. Vamos limpar a nossa saúde destes sanguessugas.

Pandemia vira roubalheira de governadores e prefeitos

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Pandemia

Pandemia vira roubalheira de governadores e prefeitos que enxergaram no COVID-19, uma oportunidade de ouro para meter os dois pés na jaca, dando o drible da vaca nas leis de controle fiscal.

Ao que tudo indica, os estragos que a pandemia fará ao país serão fichinha perto de outras monstruosidades que já ocorrem em todo o território nacional.

Sairemos dessa tragédia que nos proporcionou a China, muito mais pobres do que entramos e a culpa não poderá ser atribuída unicamente à paralisia da atividade econômica, mas principalmente à roubalheira feérica cujos sinais já começam a aparecer do Oiapoque ao Chuí.

A festa do Corona correndo solta nas licitações sem concorrência.

Em Brasília-DF

O governador Ibaneis Rocha fez 50 leitos construídos no autódromo de Brasília para abrigar “sem tetos” ao custo de R$ 2,4 milhões, 48 mil reais por leito. O albergue de Planaltina está pronto e pode receber milhares de sem teto, mas o governo tem que construir um novo…

Em Águas Claras temos dois hospitais de grande porte com mais de 300 leitos prontos, mas não podem funcionar, .. vamos fazer um hospital de campanha no Mané Garrincha, esse pode. O valor do contrato, firmado com dispensa de licitação, é de cerca de R$ 5 milhões por 200 leitos.

No Rio de Janeiro

O governador Witzel já comprometeu mais de R$ 1,9 Bilhões com despesas relacionadas à pandemia do coronavírus. Tudo sem licitação.

Começa a surtir efeito a pressão feita pelos deputados bolsonaristas para instalação da CPI do Coronavírus na Alerj, com o objetivo de investigar as contratações emergenciais, sem licitação, feitas pelo governo Wilson Witzel na pandemia do Covid-19.

Já são registrados muitos casos, mas fiquemos aqui, para ilustrar, com apenas mais um deles: na Fortaleza de Roberto Cláudio, prefeito do PDT de Ciro Gomes, um partido pró-China.

Acaba de ser contratada para administrar um Hospital improvisado, feito para durar poucas semanas, sem licitação, por R$ 96 milhões (eu disse Noventa e Seis Milhões) uma empresa paulista – a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina – que enfrenta quase 500 processos em Tribunais de Contas de vários Estados da Federação.

COSTAS QUENTÍSSIMAS NA PANDEMIA

Isso tudo ainda é pouco, se prestarmos atenção na sessão virtual (duplamente histórica) do STF – Supremo Tribunal Federal realizada na quarta-feira, 15-04-2020, vamos perceber que a roubalheira – ou o direito de roubar à vontade – desta vez contou com o apoio de quase todos aqueles ministros circunspectos e bem falantes que apreciam muito pagar uma de honestos e garantidores da Democracia frente às Câmeras da Globo.

Na verdade, o colegiado virou as costas para a roubalheira que promete ser intensa durante a Pandemia e retirou quase todos os poderes do governo federal na gestão da crise para transferi-los para Estados e municípios.

Ainda mais lamentável é perceber que a maioria absoluta da Suprema Corte foi indicada pelos presidentes – Collor, Lula e Dilma Rousseff – que mais assaltaram os cofres públicos em toda a história do Brasil.