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STF: maioria vota contra aval de sindicatos para suspensão de contrato

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Fachada do Supremo Ttribunal Federal

Por 7 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta sexta-feira (17), que a validade dos acordos individuais entre empresas e empregados para redução de jornada e salários não depende do aval de sindicatos.

Os acordos estão previstos na Medida Provisória (MP) 936/2020, editada para preservar o vínculo empregatício e permitir acesso a benefícios durante os efeitos da pandemia do novo coronavírus na economia.

Com a decisão, a Corte derrubou a liminar do ministro Ricardo Lewandowski, proferida no dia 6 de abril, para garantir que os sindicatos não fossem excluídos das negociações individuais e precisariam ser comunicados em até dez dias para analisarem os acordos. O ministro atendeu pedido da Rede Sustentabilidade para considerar ilegal parte da interpretação jurídica da MP e assegurar a participação das entidades.

No julgamento, prevaleceu o voto divergente do ministro Alexandre de Moraes. Para o ministro, se o acordo depender do aval dos sindicatos, os contratos poderão ser cancelados e provocar demissões em massa.

“Qual a insegurança jurídica que o empregador teria para fazer os acordos podendo ter que complementar [os salários]. Mas, complementar como se as horas trabalhadas não foram as horas integrais?”, questionou o ministro.

Luís Roberto Barroso também votou pela manutenção do texto da MP por entender que é desejável que os acordos individuais sejam intermediados pelos sindicatos, mas diante do impacto da pandemia na economia, as entidades não terão agilidade para evitar as demissões.

“Não há uma estrutura sindical no Brasil capaz de atender as demandas de urgência e de redução de jornada e suspensão de contratos de trabalho. Se se der esse protagonismo aos sindicatos, as empresas vão optar pelo caminho mais fácil, que é o da demissão”, afirmou.

Os ministros Luiz Fux, Cármen Lucia, Marco Aurélio, Gilmar Mendes e Dias Toffoli também votaram no mesmo sentido.

Além de Lewandowski, os ministros Edson Fachin e Rosa Weber também ficaram vencidos por defenderem a participação dos sindicatos.

Segundo o Ministério da Economia, cerca de 2,5 milhão de acordos individuais entre empresas e empregados para redução de jornada e salários já foram registrados após a edição da MP.

(Por André Richter – Repórter da Agência Brasil – Brasília)

Organização humanitária lança campanha de arrecadação de 66 mil cestas básicas

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A ação da ONG Fraternidade sem Fronteiras vai beneficiar 52 instituições brasileiras e 39 centros de acolhimento na África, com alimentação e auxílio emergencial de pessoas em situação de vulnerabilidade

A Organização humanitária Fraternidade sem Fronteiras (FSF) lançou, nesta sexta-feira (17), a Campanha Viver Fraternidade, durante o primeiro dia do IV Encontro Fraternidade sem Fronteiras – evento transmitido ao vivo em suas redes sociais. A iniciativa visa arrecadar doações para a compra de 66 mil cestas básicas destinadas a 52 instituições brasileiras, dentre elas, projetos da própria FSF; e 39 centros de acolhimento mantidos pela Organização.

A meta é fornecer durante dois meses, suporte a um total de 51 mil pessoas – sendo 36 mil famílias residentes no Brasil e 15 mil crianças na África, que estão em situação de grande vulnerabilidade, durante a crise ocasionada pelo coronavírus (Covid-19). Todas elas estão cadastradas nas instituições parceiras e projetos beneficiados pela Fraternidade sem Fronteiras.

“Atravessamos um momento delicado para a humanidade, no qual a única saída é a solidariedade e a união. Temos instituições sociais cadastradas em todos os lugares do Brasil e também da África, e queremos nos juntar nessa ação coletiva, sobretudo de muito amor”, explica o fundador-presidente da FSF, Wagner Moura Gomes.

Até o momento, a campanha arrecadou o valor equivalente a 1.963 cestas básicas, durante o IV Encontro FSF, que aconteceria presencialmente em São Paulo/SP. O evento adotou medidas de segurança e manteve a realização no formato online, com apresentações, diálogos e relatos programados até o próximo domingo (19), das 9h às 19h (horário de Brasília).

Campanha Viver Fraternidade – Para participar da campanha e conferir os projetos beneficiados, basta acessar www.fraternidadesemfronteiras.org.br/viverfraternidade e fazer sua doação, escolhendo o país de destinação da cesta básica: Brasil ou África.

IV Encontro FSF – Trata-se de um evento anual da Organização Fraternidade sem Fronteiras, com objetivo de falar, refletir e vivenciar a fraternidade, por meio de  palestras, painéis e relatos de coordenadores e assistidos pelos projetos da instituição.

A manhã de hoje foi marcada pela presença do ator Bruno Gagliasso, que contou sobre suas experiências na África e sua relação com a causa; reflexões com o fundador-presidente Wagner Moura Gomes e Clarissa Paz, coordenadora do projeto Nação Ubuntu, da FSF, que abordaram principalmente experiências Ubuntu (filosofia africana). Além disso, três líderes comunitários da Organização, residentes hoje no Malawi e Madagascar, na África, mais conhecidos como “líderes Ubuntu”, participaram do painel “Valores que transformam o mundo – o de dentro e o de fora”; e houve ainda apresentação musical de Anatasha Meckena, que abriu esta edição.

Já o período da tarde, contou com a participação de Monja Coen –  no painel “O que Deus espera de nós?”; Wendel de Carvalho e Karina Peloi; e ainda estão previstas reflexões incentivadas pelo médium e orador espírita Divaldo Franco, presença de Xuxa Meneghel e Junno Andrade; e apresentação musical de Evandro Olivah. Para acompanhar o evento, basta acessar uma de nossas redes: InstagramYouTube ou Facebook.

Sobre a Fraternidade sem Fronteiras – A FSF é uma Organização humanitária e Não-Governamental, com sede em Campo Grande (MS) e atuação brasileira e internacional. A instituição possui 45 polos de trabalho, mantém centros de acolhimento, oferece alimentação, saúde, formação profissionalizante, educação, cultivo sustentável, construção de casas e ainda, abraça projetos de crianças com microcefalia e doença rara.

Todos os trabalhos são mantidos por meio de doações e principalmente pelo apadrinhamento. Com R$ 50 mensais é possível contribuir com um projeto e fazer a diferença na vida de muitas pessoas. Mais informações podem ser obtidas pelo site www.fraternidadesemfronteiras.org.br e pelas redes sociais: InstagramFacebookYoutube e Twitter.

(Por: Giovanna Percio/estagiária e Marcele Aroca Camy. Fotos: divulgação)

1 Bilhão é a doação do ITAU

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Os recursos aportados serão administrados por um grupo de especialistas liderado pelo médico Paulo Chapchap, doutor em clínica cirúrgica pela Universidade de São Paulo e diretor-geral do Hospital Sírio-Libanês. Caberá a esta equipe definir as ações a serem financiadas, de forma que todas as decisões estratégicas sejam respaldadas por premissas técnicas e científicas.

a atuação da aliança Todos pela Saúde se dará por meio de quatro eixos

Informar: esclarecimento da população e treinamento para uso de equipamentos

Proteger: compra de equipamentos de proteção e prevenção, como máscaras, e uso de telemedicina

Cuidar: compra de testes para detecção do coronavirus, construção de hospitais de campanha e de novos leitos de UTI, além da aquisição de equipamentos hospitalares

Retomar: investimento no preparo da sociedade para retorno à normalidade

saiba como doar

1) Insira os dados do favorecido: Banco Itaú, Agência 2040, Conta 03790-1, CNPJ: 59.573.030/0001-30. Razão Social: Fundação Itaú para a Educação e Cultura.

 

2) Envie e-mail para: relacoes.institucionais@itau-unibanco.com.br com seus dados (Nome Completo ou Razão Social, CPF ou CNPJ, Endereço, E-mail e o Valor doado)

 

3) Agradecemos por você fazer parte do movimento de luta contra a pandemia. Você receberá um recibo no email informado.

 

confira mais no site :

A realidade da “quarentena horizontal”

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quarentena

A quarentena está atingindo, em média, 50% dos brasileiros. Não é um “lock down” total. Supermercados, padarias, lotéricas, serviços de delivery, distribuidoras, bancos,  etc. continuam abertos.
Algum de vocês ouviu falar de um funcionário de supermercado infectado?

Se a transmissão é tão violenta, não era para termos um número de casos infinitamente mais alto?

Vamos trabalhar apenas com dados OFICIAIS, ok? Nada de “achismos”. 

De acordo com o SEBRAE, que mapeou os setores mais prejudicados pela quarentena, são 12,3 MILHÕES de empresas, que geram 21,5 MILHÕES de empregos, sendo duramente atingidas. E dessas 600 mil já faliram.

Ainda de acordo com o órgão, 60% das micro e pequenas empresas, responsáveis por mais de 40 MILHÕES de postos de trabalho, estão tendo seus pedidos de crédito NEGADOS pelas instituições bancárias.

Estatisticamente, uma pequena empresa não consegue sobreviver por mais de 23 dias com as portas fechadas. A maioria absoluta dos empreendedores não tem reservas de capital e sobrevive com o giro do negócio.

Estamos na quarta semana de “isolamento”. Então, façam as suas próprias contas. A estimativa é que as “medidas de contenção ao Covid” criem de 5 a 10 milhões novos desempregados mensalmente no país.

Então teremos milhões de órfãos dos planos de saúde na fila do SUS.

Aí sim iremos descobrir que não há “achatamento de curva” que salve os hospitais. A palavra “colapso” vai ser entendida da maneira mais amarga possível.

“Ahh, mas precisamos evitar o pico do contágio.”  Qual pico?

A cada novo pronunciamento, o Ministro da Saúde Mandetta apresentava um novo pico matematicamente calculado por especialistas. Já foi em março, mudou para abril, passou pra maio. Mas é pura ciência. Irrefutável!

“Ahh, mas na Itália e nos EUA estão tendo muitas mortes.”

Se o José tiver intolerância a lactose, o João tem que parar de beber leite?
CADA CASO É UM CASO.

Maior prova disso, como já disse no começo do texto, é que NÃO ESTAMOS em um “lock down”, como Itália e EUA. Ainda assim, temos baixo número de infectados e letalidade menor que nos outros países.

Permanecermos trancados é CRIMINOSO. Bem como é criminoso que políticos utilizem-se de agentes do Estado para coagir cidadãos, enquanto usam dos decretos de “calamidade pública” para driblar a necessidade de licitações e fugir da lei de responsabilidade.

Enquanto você está trancado, apavorado, rastreado pelo governador (como em São Paulo) ou fiscalizado por presidiários (como no Pará), eles estão aproveitando o pânico para fazer farra com o SEU dinheiro.

 

A “resistência” contra Jair, em busca da “salvação” em 2022.

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RESISTÊNCIA

RESISTÊNCIA: Estamos vendo o ápice do movimento, a esquerda (PT, PSOL, PDT, PSDB) não teve força suficiente contra a direita, precisou pedir ajuda ao “centrão” personificado no DEM.

Maia e Alcolumbre (DEM) sonham comandar o Brasil mas não têm votos suficientes nem para síndicos de prédio.

Já Doria e Witzel tinham capilaridade política para competir em 2022, não ganhariam, mas teriam muitos votos.

Só que eles se elegeram no vácuo de Jair e quando começaram a mostrar a inveja e o desejo incontrolável do cargo, os eleitores se revoltaram e ambos começaram a jogar todas as fichas, porque hoje não se reelegem nem para governadores de seus estados.

São moribundos políticos. Morreram e não sabem… mas como na política tudo pode mudar, eles estão tentando a estratégia do desgaste: “Eu sou ruim, mas meu adversário é pior”.

Resumo da RESISTÊNCIA: Todos precisam derrubar Jair para ter alguma chance lá em 2022.

Guardem bem esses nomes que citei, vamos assistir um brigando com o outro logo aí na frente:

FREIXO, CIRO e PT (Lula?) brigarão para ser o representante da esquerda. Doria, Witzel, Luciano Huck e Amoêdo se matarão para ser a princesa do centrão. E Bolsonaro (até aqui) é o único nome de direita de fato.

Vai ser direita x esquerda novamente, o centrão não tem votos próprios, então colou com a direita nas últimas eleições, agora irá colar com a esquerda para surfar a onda da oposição ao governo, que sempre rende alguns milhares de votos.

 

DF se destaca com menor taxa de letalidade policial do país

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Resultado, dentre outras medidas, da maior integração entre as forças de segurança

O Distrito Federal apresentou a menor taxa de mortes cometidas por policiais no ano de 2019. O levantamento – que mostra a quantidade de mortes a cada 100 mil habitantes –  faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do portal de notícias G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

O índice do DF ficou em 0,3 mortes por 100 mil habitantes, o menor do país; sendo que a média nacional marcou 2,9 a cada 100 mil.

Esse baixo índice de letalidade veio acompanhado de outro dado ainda mais significativo no ano passado: o menor índice de homicídios dos últimos 35 anos. Essa combinação de resultados segue em linha com análise do FBSP, a qual afirma que é possível combater o crime e reduzir as mortes violentas com políticas baseadas em evidências e inteligência.

Para o secretário de Segurança Pública, delegado Anderson Torres, a maior integração entre as forças de segurança, com aumento de ações pontuais e operações, contribuiu para o resultado positivo. “Ações integradas, capacitação e uso da inteligência foram a nossa tônica em 2019.  Igualmente implementamos medidas estratégicas na SSP para conter a criminalidade, estipulando metas e monitorando resultados, com reavaliações periódicas e projeções até o ano de 2022. Para 2019, nosso objetivo era fechar o ano com uma taxa de 13,4 mortes para cada 100 mil habitantes, porém, a taxa foi ainda menor: 13/100 mil”.

Reforçando a operacionalidade do seu efetivo, somente em 2019, a SSP/DF capacitou 9.120 servidores da pasta e das forças de segurança. Foram instruções como introdução à atividade de inteligência policial, atendimento policial e à Lei Maria da penha e condutores de emergência.

Outras medidas importantes foram a reabertura de delegacias, aumento no quadro de policiais militares, civis e policiais penais; regulamentação do serviço voluntário das forças de segurança e aumento da frota de viaturas operacionais, entre outras ações.

“Todas as ações realizadas foram possíveis devido à autonomia que nos foi dada pelo governador Ibaneis Rocha. Agora, em 2020, seguimos nos empenhando para melhorar, ainda mais, as condições dos profissionais de segurança pública e, consequentemente, a segurança da população”, destacou o secretário.

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) também investiu na capacitação e aprimoramento técnico profissional de seu efetivo. Em 2019, mais de 4.000 policiais passaram por algum tipo de especialização. “Atuamos na padronização de procedimentos operacionais e na valorização dos profissionais, o que refletiu no aumento significativo da produtividade policial, na redução dos índices criminais e uma menor letalidade dos policiais em ação”, avaliou o comandante-feral da corporação, coronel Julian Pontes.

(Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília)

Caixa paga hoje auxílio emergencial para 3,3 milhões de pessoas

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Caixa Econômica Federal inicia hoje (13) a liberação do saque de até R$ 500 em contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Auxílio começará a ser sacado em dinheiro no próximo dia 27

A Caixa Econômica Federal paga hoje (17) a 1.359.786 beneficiários do Bolsa Família cujo último digito do Número de Identificação Social – NIS – é igual a 2.

Também nesta sexta-feira, ela deposita o auxílio emergencial de R$ 600 para 1.958.268 de pessoas nascidas em setembro, outubro, novembro e dezembro (inscritas no Cadastro Único que não recebem Bolsa Família).

O crédito será feito na conta poupança digital da Caixa aberta pelo banco para cada beneficiário.

Saque em dinheiro

O auxílio emergencial começará a ser sacado em dinheiro no próximo dia 27. Os saques ocorrerão conforme o mês de nascimento do beneficiário. A medida visando reduzir os efeitos do coronavírus na economia brasileira.

As retiradas ocorrerão no dia 27 para os nascidos em janeiro e fevereiro, no dia 28 para os nascidos em março e abril, dia 29 para os nascidos em maio e junho e no dia 30 para os nascidos em julho e agosto. Em maio, será a vez de os nascidos em setembro e outubro sacar o benefício no dia 4; e os nascidos em novembro e dezembro, no dia 5.

O dinheiro poderá ser retirado sem a necessidade de cartão em casas lotéricas, caso elas estejam abertas, e em caixas eletrônicos.

A Caixa informou que não é necessário retirar o dinheiro porque o valor depositado na poupança digital pode ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, para pagamento de boletos e contas domésticas e para transferências ilimitadas para contas da Caixa, permitindo até transferências mensais gratuitas para outros bancos nos próximos 90 dias.

Bolsa família

Os beneficiários do Bolsa Família começam a receber o auxílio emergencial hoje, nos casos em que o valor é mais vantajoso que o recebido pelo programa de transferência de renda.

O pagamento será feito para os beneficiários com Número de Identificação Social – NIS 1. Amanhã, será a vez de 1.359.786 famílias com NIS 2. Os valores serão creditados de acordo com o NIS até o dia 30 deste mês, quando será pago para aqueles com NIS 0.

(Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil – Brasília. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

As 18h, 9 milhões vão saber se terão direito a auxílio, diz Caixa

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O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou nesta quinta-feira (16) que, a partir das 18h, 9 milhões de pessoas que realizaram seu cadastro na última semana para recebimento do auxílio emergencial poderão saber se receberão, de fato, o benefício. Serão 9 milhões do total de 36 milhões que solicitaram o benefício.

Conforme Guimarães, 3,5 milhões de pessoas deste total de 9 milhões receberão o depósito de R$ 600 ainda nesta quinta; 1,5 milhão, até o próximo sábado; e 4,2 milhões de pessoas, que não tinham conta em banco, terão o depósito até a segunda-feira da próxima semana (dia 20).

Políticos de Esquerda financiaram estudo que matou 11 pessoas com overdose de cloroquina para apontar ineficiência do medicamento

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Políticos de Esquerda

Políticos de Esquerda financiaram estudo que matou 11 pessoas com overdose de cloroquina para apontar ineficiência do medicamento, um ativista dos Estados Unidos, Mike Coundrey, denunciou o “estudo” brasileiro feito em Manaus.

Para tentar desqualificar a eficácia do uso da cloroquina no tratamento contra a doença, o “estudo” administrou uma superdosagem do medicamento nos pacientes e concluíram, a partir de então, que a cloroquina não é eficaz no tratamento.

Coundrey disse não acreditar na irresponsabilidade do estudo. “Eles deram 900mg e 1.200mg por 5 dias! Isso é 3x a dosagem recomendada. E eles usaram o CQ, uma versão menos segura da hidroxicloroquina!”. O CQ é o Difosfato de Cloroquina.

Mesmo ser ter sido revisada por membros da academia científica, o experimento brasileiro foi publicado no último sábado (11) em um servidor virtual de informações da área da saúde chamado medRxiv.

Os pacientes foram incluídos no estudo antes de receberem confirmação de que estavam com coronavírus. Ao todo, 81 pessoas serviram de cobaia para o experimento, que ocorreu no hospital e pronto-socorro Delphina Rinaldi Abdel Aziz.

Depois que as onze mortes ocorreram, o estudo foi interrompido. A pesquisa foi financiada pelo Governo do Estado do Amazonas e patrocinado pela Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado, Farmanguinhos (Fiocruz).

“Eles não apenas causaram uma overdose nos pacientes, mas os ‘pesquisadores’ tiveram a audácia de concluir o estudo dizendo: ‘A cloroquina é perigosa e não é eficaz no tratamento da COVID-19′”, acrescentou Mike Coundrey.

Para os testes, foi utilizada 600 mg de cloroquina, duas vezes ao dia por 10 dias, uma dose total de 12g ou uma dose baixa de 450mg por cinco dias (duas vezes somente no primeiro dia, uma dose total de 2,7g).

A dosagem normal para o tratamento da Covid-19 é 200 mg de hidroxicloroquina, duas vezes por dia durante 10 dias, juntamente com a Azitromicita, Zinco e Vitamina C, conforme mostra a figura abaixo.

“Não 1.200mg. Não 900mg”, frisa Mike. Ele também ressaltou que o estudo foi financiado com verbas federais alocadas por senadores de esquerda no Brasil.

“Políticos de esquerda em vários países estão fazendo campanha contra a hidroxicloroquina, mesmo que tenha sido comprovadamente eficaz!”, acrescenta.

Um dos responsáveis pela pesquisa, é médico infectologista, Marcus Vinícius Guimarães de Lacerda, e também ativista político de esquerda.

 

Para STF, prefeito ou governador faz o que quiser

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Fachada do Supremo Ttribunal Federal

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que estados e municípios podem tomar as medidas que acharem necessárias para combater o novo coronavírus, como isolamento social, fechamento do comércio e outras restrições. Com a decisão, os governadores e prefeitos também poderão definir os serviços essenciais que podem funcionar durante o período da pandemia. Antes, somente um decreto do presidente Jair Bolsonaro poderia fazer a definição.

Por maioria de votos, o plenário referendou liminar proferida no mês passado pelo ministro Marco Aurélio, relator do caso, considerando que os governos federal, estadual e municipal têm competência concorrente para estabelecer medidas na área da Saúde.

O caso foi julgado pelo Supremo a partir de uma ação protocolada pelo PDT. O partido alegou que a Medida Provisória (MP) 926/2020, editada pelo presidente, é inconstitucional.

Pelo texto da norma, autoridades poderão adotar restrições excepcionais e temporárias durante a pandemia, conforme recomendação técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Dessa forma, segundo a legenda, os entes federados dependeriam do aval de legislação federal para estabelecer as medidas.

Votos

No início da sessão, o ministro Marco Aurélio reafirmou seu voto e disse que a Constituição definiu que a União, os estados e municípios podem editar medidas em defesa da saúde e sem o aval da União.

Em seguida, Alexandre de Moraes afirmou que os governos federal, estadual e municipal devem atuar de forma coordenada para reduzir os efeitos da pandemia, mas dentro de suas competências.

De acordo com Moraes, um governador não pode determinar o fechamento de um aeroporto internacional, gerido pela União, ou de rodovias essenciais ao abastecimento, e o governo federal não estabelecer medidas para fechar bares e restaurantes locais, por exemplo.

O entendimento também foi seguido pelos ministros Edson Fachin, Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen Lucia, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e o presidente da Corte, Dias Toffoli.

Durante o julgamento, o advogado-geral da União, André Mendonça, disse que o país não vive somente uma crise de saúde, mas uma crise interdisciplinar que afeta várias áreas.

Segundo Mendonça, as recomendações sanitárias do Ministério da Saúde para enfrentamento à covid-19 devem ser seguidas, mas decisões isoladas de estados e municípios, fechando estradas e proibindo a exploração de petróleo, por exemplo, provocaram o caos e afetaram os serviços essenciais.

“O que tem acontecido na prática é um caos jurídico, decisões isoladas de municípios e estados”, afirmou.

(ABr/EBC)