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Marcos Valério diz que Lula mandou matar Celso Daniel

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Marcos Valério e Lula

Marcos Valério, operador do mensalão, declarou que o ex-presidente Lula estaria envolvido no assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, após um sequestro em 2002. Ele seria um dos mandantes do crime.

Segundo reportagem divulgada pela Veja nesta sexta-feira (25), em depoimento prestado ao Ministério Público de São Paulo, Valério alegou que Lula e outros representantes do PT foram chantageados por um empresário de Santo André, identificado como Ronan Maria Pinto, que ameaçava implicá-los na morte de Celso Daniel.

Por isso, o ex-presidente teria dado seu aval para pagar o chantagista e evitar que ele fosse apontado como o responsável pelo crime.

“Até hoje, a morte do prefeito é vista como um crime comum, sem motivação política, conforme conclusão da Polícia Civil”, destaca Veja.

Considerando graves as informações colhidas, o promotor Roberto Wider Filho teria encaminhado o depoimento de Valério ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público. Assim, ele teria sido anexado a uma investigação sigilosa.

No depoimento, segundo a revista, Marcos Valério diz que professor Luizinho “lhe confidenciou que Celso Daniel topou pagar com recursos da prefeitura a caravana de Lula pelo país, antes da eleição presidencial de 2002, mas não teria concordado em entregar a administração à ação de quadrilhas e àqueles que visavam ao enriquecimento pessoal”.

Depois de pagar a chantagem de Maria Pinto, Valério disse  que conversou sobre o assunto com o próprio Lula.

O promotor Roberto Wider quis saber de Valério se ele conversou com Lula sobre esse episódio. O empresário disse que sim.

“Eu virei para o presidente e falei assim: Resolvi, presidente. Ele falou assim: Ótimo, graças a Deus”.

Valério também teria contado ao promotor que “Ronan Maria Pinto, quando exigiu dinheiro para ficar calado, declarou que não ia ‘pagar o pato’ sozinho e que iria citar o presidente Lula como ‘mandante da morte’ do prefeito de Santo André. Nas palavras de Valério, Ronan ia ‘apontá-lo como cabeça da morte de Celso Daniel’”.

A reportagem também aponta que no depoimento ao MP “Valério repetiu uma história que contou em 2018 ao então juiz Sergio Moro, envolvendo na trama praticamente todo o alto-comando petista — só que agora com mais detalhes e com Lula como personagem fundamental”.

STF e seus ministros são desmoralizados completamente

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lula o dono do STF

STF – Com perplexidade e indignação assistimos na última quinta-feira (17), ao início do julgamento no STF de três ações que discutem a legalidade da prisão em segunda instância, cuja matéria já havia sido esgotada e definida pelo próprio tribunal, em 2016.

Mas quando está em jogo interesse latente de figura política da República, condenada e presa, pois se se tratasse de algum zé-ninguém, a Corte decerto jamais se importaria, aí os pseudomoralistas e justiceiros do STF, com a ressalva de que não são todos, resolvem rever, em tão pouco tempo, as suas próprias decisões, transformando o tribunal em órgão de pouca seriedade.

Ao iniciar o julgamento, o relator, ministro Marco Aurélio, do alto de sua soberba verborreia jurídica empolada, leu o seu relatório desfavorável à condenação em segunda instância, como já se esperava. E, em seguida, o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, amigo do rei nu e preso, convidou os “amicus curiae” — amigos da Corte — a fazer considerações sobre as referidas ações.

O que se viu no julgamento foi a fina flor de operadores do Direito defenderem seus clientes para que seja mantido um sistema jurídico ultrapassado, que permite que a impunidade duradoura de criminosos e políticos corruptos continue ao amparo do guarda-chuva da chicana recursal de habilidosos e bem remunerados advogados contratados.

Ora, o nosso ordenamento jurídico precisa se atualizar diante de procedimentos positivos adotados em outros países, como Alemanha, Argentina, Canadá, Espanha, EUA, Inglaterra etc. Na ONU, 193 dos 194 países filiados têm prisão em primeira e segunda instância.

Por outro lado, a prisão em segunda instância não fere o princípio da presunção de inocência porque o preso não perde o direito de continuar a se defender. A consequência positiva é não favorecer a impunidade duradoura.

Assim, não pode o STF cair em descrédito, apequenando o tribunal, caso venha a mudar entendimento já pacificado, o que representará uma imagem negativa da Corte no cenário internacional, bem como estabelecerá um clima de insegurança jurídica, contribuirá para desacelerar o combate à corrupção e favorecerá a impunidade.

Ações criminosas do Foro de São Paulo

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Foro de São Paulo

As ações do Foro de São Paulo na América Latina se tornaram tão evidentes neste último mês que se tornou impossível negar a atuação do grupo.

Para acrescentar dados e formar uma visão mais abrangente nesta segunda-feira (21/10) o jornalista Daniel Lopez, trouxe novidades.

Tanto as tentativas de tomada do poder pela via democrática quanto pelos manifestos violentos, os territórios do México ao sul da Argentina assistem enojados a atividade revolucionária.

Se dependesse da grande mídia, ia parecer acaso do destino, mas agora temos a internet, que a propósito atravessa uma luta pela liberdade na CPMI das Fake News.

Confira a análise

Foro de São Paulo, o maior inimigo do Brasil.

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Foro de São Paulo

Foro de São Paulo – Todos nós já ouvimos a expressão “enxugar gelo” e a compreendemos com facilidade. Enxugar gelo é um gasto de energia inútil, porque implica na ideia de que é possível resolver um problema agindo sobre seu efeito e não sobre a causa. Se o gelo derrete e passa ao estado líquido, a solução não é enxugá-lo, mas devolvê-lo a um ambiente com temperatura de, no máximo, zero grau.

Muito se fala no Brasil dos efeitos, quase nada da causa. Reclamamos do Supremo Tribunal e de grande parte do Judiciário, praguejamos o Congresso, o Ministério Público, a Imprensa, denunciamos a ação imoral dos partidos políticos e das ONGs ambientalistas ou de Direitos Humanos, nos escandalizamos com o narcotráfico e com a corrupção e vamos às ruas gritar: “enxuguemos gelo, enxuguemos gelo”.

Mas, então, qual seria a causa?

Há um termo muito comum para ser referir aos homens e grupos mais poderosos da política norte-americana: são os “falcões”, forças muitas vezes ocultas, invisíveis, que agem sobre os agentes sociais e de Estado, influenciando-os e, na maior parte do tempo, determinando os rumos dos sucessivos governos. Ainda que a comparação seja insuficiente, ela nos ajuda entender o que se passa no Brasil. Os falcões do Brasil e da America Latina são os agentes que controlam o Foro de São Paulo, uma união de partidos de Esquerda, guerrilheiros e, consequentemente, crime organizado, que determinam há décadas os rumos da política brasileira, as pautas da imprensa e que de alguma forma controlam um sem número de organizações.

Porém, o Foro de São Paulo (FSP) sofreu alguns revezes nos últimos anos com a Operação Lava Jato e a ascensão de Jair Bolsonaro ao poder. Essas derrotas, porém, não foram suficientes para tirar a hegemonia do FSP sobre o Brasil. Isso explica as dificuldades de Bolsonaro para governar, a ação do STF para libertar criminosos, o boicote no Congresso Nacional ao pacote anticrime, a campanha da imprensa contra Bolsonaro, o alarde sobre as rotineiras queimadas na Amazônia em contraste com o silêncio sobre o petróleo venezuelano na costa do Nordeste, a tentativa de assassinato de Bolsonaro, a ação de advogados de Adelio Bispo e tudo o mais que trava o desenvolvimento do Brasil e o bem estar da nação.

Protestar contra o STF ou contra a imprensa, portanto, é como reclamar do revólver em um homicídio. Eles são instrumentos do Foro de São Paulo como a arma o é do assassino. É evidente que você que ora lê esse artigo não vai encontrar essa informação na imprensa, mas a liberdade proporcionada pela internet nos permitiu conhecer o Foro de São Paulo, sobretudo a partir da divulgação pelo Professor Olavo de Carvalho e, posteriormente por outros estudiosos e jornalistas independentes no Brasil e no estrangeiro.

foro de são paulo 2

Levar à compreensão geral da nação de que esse é o inimigo é o grande desafio. Um desafio imenso. Há farta documentação, livros sobre o assunto, provas em abundância, mas a luta é desigual, pois a sociedade está acostumada a ter na grande imprensa a sua referência de informação, sem poder calcular que se a própria imprensa é um dos meios de ação do FSP, não será através dela que saberemos dos seus crimes.

A realidade é que o Foro de São Paulo ainda é um ilustre desconhecido da maioria deste país em que a ignorância sobre algo é tida como respeitável e até inquestionável fonte de autoridade intelectual.

livros foro de são paulo

Sem compreendê-lo, não será possível compreender o Brasil. Não se trata de fazer profissão de fé e crer cegamente no poder do Foro de São Paulo. Trata-se de tomar conhecimento disso e buscar meios para saber mais com quem conhece do assunto. Não podemos mais calar sobre esse assunto sob pena de continuarmos vivendo como idiotas enxugadores de gelo.

Autor: Thiago Rachid

Jorge Kajuru: o povo “tem que ir nas galerias, nos gabinetes”, “não adianta ir às ruas”

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Jorge Kajuru

O senador Jorge Kajuru deu a sua receita para que os anseios populares sejam atendidos pelos políticos.

Na opinião do polêmico parlamentar, “ir às ruas” não adianta mais.

“Não adianta multidão na rua, porque enquanto a multidão está na rua, o político está em sua bela mansão (…).”

Para o senador, o povo tem ir em multidões nas galerias do Congresso Nacional e nos gabinetes dos políticos.

Veja o vídeo:

 

O senador Jorge Kajuru, que vem fazendo história na atual legislatura do Senado Federal, demonstrando extrema coragem e absoluto respeito para com o povo brasileiro, em entrevista para o programa “7 Minutos com a Verdade” da TV Jornal da Cidade Online, disse que se encontrar com o ministro Gilmar Mendes na rua, “cospe na cara”.

A bem da verdade, Kajuru diz uma coisa que todo cidadão brasileiro tem vontade de fazer e não o faz por falta de coragem ou de oportunidade.
O senador goiano disse ainda que considera “o nefasto Gilmar Mendes” como o principal responsável pela desmoralização do Supremo Tribunal Federal.

STF: A memória se volta para os militares

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gilmar mendes e toffoli

Jair Bolsonaro reuniu-se com Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes no mesmo dia em que eles tramavam o fim da prisão em segunda instância.

Fernando Gabeira comentou os efeitos da manobra do STF:

“Há duas perspectivas para os grandes ladrões: empurrar o processo até a prescrição ou levar para o túmulo o risco de ser preso. As consequências de decisões como essa trazem um profundo descrédito na democracia. E aí reside o perigo maior. Esgotadas as formas legais de combate, sobretudo as desenvolvidas pela Lava Jato, a memória de muitos se volta para os militares.

Os próprios militares, indiretamente, dão sinais de descontentamento com a volta da impunidade. Mas eles também se comprometeram com o governo Bolsonaro. E sem examinar algumas evidências. Bolsonaro não combateu a corrupção de frente no seu período de deputado. Ele era do PP, apoiou o Severino Cavalcanti.”

A conclusão de Fernando Gabeira:

“Nenhuma força política isolada conseguirá desatar o nó da impunidade. É tarefa de longo alcance.”

O Brasil sabe há tempos que Gilmar Mendes mudou de lado.

Antes um aguerrido defensor da prisão de condenados em segunda instância (a situação de Lula), tornou-se um ferrenho opositor dela.

E, assim, um opositor da Lava Jato.

Gilmar passou a patrocinar o modelo que prevê que os condenados só devem ir para a cadeia depois de esgotados todos os recursos na Justiça.

O que, no Brasil, para quem tem um bom (e caro) advogado, significa NUNCA ir para a cadeia.

Gilmar agiu nos bastidores. Como um político. Até encontrar o momento mais propício para atingir seu objetivo.

O trecho a seguir narra como Gilmar, um notório amigo de tucanos e peemedebistas, se aproximou de Dias Toffoli, um egresso do petismo e potencial adversário.

E como Gilmar atuou para transformar o atual presidente da Corte em um grande aliado:

A relação de Toffoli com Gilmar já era de muita proximidade. O próprio Lula, certa feita, o pegou pelo braço em um evento em Brasília e quis saber sobre a relação íntima entre os dois, uma amizade outrora impensável. Ambos já frequentavam as casas e gabinetes um do outro. Gilmar, espertamente, viu em Toffoli um possível aliado e, aos poucos, foi ganhando a sua simpatia ao mesmo tempo em que apresentava a ele as gostosuras do poder e o ajudava a ampliar sua rede de contatos. Em suma, o velho ministro foi aos poucos mostrando ao novato como fazer para valorizar a caneta que ele tem em mãos, uma fonte inesgotável de poder. A relação foi se estreitando mais e mais. Recentemente, depois que as mulheres de ambos, as advogadas Guiomar Mendes e Roberta Rangel, entraram na mira de um grupo especial da Receita Federal que investigava possíveis fraudes tributárias em suas atividades profissionais, a amizade virou uma aliança ainda mais estratégica. E se somou aos interesses dos amigos dos dois ministros, um oriundo das hostes petistas e outro alinhado aos tucanos e emedebistas. Estava aberta uma janela de oportunidade para transformar a agenda do Supremo em instrumento para enfraquecer a Lava Jato…

Trata-se da aliança que já enfraqueceu a luta contra a corrupção empreendida nos últimos anos. E pode ferir de morte o esforço de uma geração.

Gilmar Mendes, o dono do Supremo, segue com a atribulada agenda de palestrante no Instituto Brasiliense de Direito Público, do qual é sócio.

A faculdade do ministro sediará entre os dias 22 a 24 de outubro o XXII Congresso Internacional de Direito Constitucional.

Gilmar Mendes determinou que o decreto de prisão contra o doleiro Nissim Chreim — foragido da Justiça — seja substituído por fiança de R$ 5 milhões.

Caso o doleiro pague a quantia, não poderá sair do país nem entrar em contato com outros investigados.

Nissim foi alvo da Operação Câmbio, Desligo, iniciada em maio do ano passado.

Segundo o Ministério Público, ele era responsável pelo envio de dinheiro desviado para o exterior na organização criminosa liderada por Sérgio Cabral.

Moro: “Importamos criminosos pela leniência excessiva”

No Twitter, Sergio Moro campartilhou uma reportagem sobre bandidos chilenos que dizem ter escolhido o Brasil para praticar crimes em razão das penas mais brandas por aqui.

E disse:

“Todos sabem disso. Importamos criminosos pela leniência excessiva. Tem que mudar a lei e deixá-la mais rigorosa ou pelo menos a pena fixada tem que ser cumprida em sua maior parte e não ser uma ficção”, afirmou o ministro.

Intervenção militar: Julgamento de prisão em 2ª instância reativa

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intervenção militar

Intervenção militar – “A possibilidade de o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar a inconstitucionalidade das prisões após condenação em segunda instância fez com que um “fantasma” da história política brasileira ressurgisse na internet: o pedido de intervenção militar, sob o pretexto de “limpar” as instituições.

A ideia foi sugerida indiretamente em uma mensagem postada pelo filósofo Olavo de Carvalho em seu perfil no Twitter, na quarta-feira (16):

Um dia antes, o jornalista Allan dos Santos, editor do site Terça Livre, simpatizante do governo e com trânsito na família Bolsonaro, postou texto com teor parecido:

O AI-5 citado por Santos é o Ato Institucional Número 5, editado pela ditadura militar em 1968 e tido com o texto mais duro do regime. A norma cassou mandatos de parlamentares, impediu a eleição de governadores e prefeitos de capitais, e determinou a censura a produções culturais e jornalísticas.

Tanto Olavo como Santos, posteriormente, acabaram por publicar mensagens negando que haviam defendido uma nova edição do AI-5. O filósofo disse que o ato da ditadura foi aplicado justamente por não ter existido, na época, a “união de povo, presidente e Forças Armadas”. Já o jornalista disse ser “burrice” a interpretação de que ele é favorável ao texto ditatorial.

A mensagem de Santos renegando o apoio ao AI-5 foi endossada pelo deputado federal Hélio Lopes (PSL-RJ), conhecido como Hélio Negão, um dos melhores amigos do presidente Jair Bolsonaro.

A conexão de Bolsonaro com o regime militar, entretanto, não é uma criação de forças oposicionistas ao atual presidente da República. Ao contrário: Bolsonaro ganhou notoriedade justamente por ser, por muito tempo, um dos raros políticos que defendia abertamente o sistema que governou o Brasil entre 1964 e 1985.

Bolsonaro mantinha fotos dos presidentes militares em seu gabinete quando era deputado federal, anualmente celebrava o aniversário do golpe de 1964 e um dos seus pronunciamentos de mais repercussão foi o da votação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, quando homenageou o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, condenado por tortura durante a ditadura.

E um dos filhos do presidente, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), deu no ano passado uma declaração controversa, ao dizer que “basta um cabo e um soldado” para fechar o STF.

Outra postagem que acirrou os ânimos sobre intervenção militar foi a do General Villas Bôas, ex-comandante do Exército. Na noite da quarta-feira (16), o militar postou uma frase de 1914 de autoria de Rui Barbosa e escreveu “É preciso manter a energia que nos move em direção à paz social, sob pena que o povo brasileiro venha a cair outra vez no desalento e na eventual convulsão social”.

Embora o texto não contenha nenhuma menção direta ao julgamento sobre a prisão em segunda instância e nem ao STF, a postagem acendeu o sinal amarelo por ter despertado a lembrança de uma mensagem marcante de Villas Bôas.

Em abril do ano passado, às vésperas de um julgamento no STF de um pedido de habeas corpus do ex-presidente Lula, o general escreveu: “Asseguro à Nação que o Exército Brasileiro julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à Democracia, bem como se mantém atento às suas missões institucionais”.

A última frase foi interpretada como uma espécie de “aviso prévio” de que a instituição poderia agir com uma intervenção militar caso o Supremo decidisse pela liberação de Lula. A tese da defesa do petista foi derrotada e Lula permanece sob custódia da polícia. Meses depois, em novembro, Villas Bôas disse que a sua postagem de abril se deu porque “nós conscientemente trabalhamos sabendo que estávamos no limite. Mas sentimos que a coisa poderia fugir ao nosso controle se eu não me expressasse”.

Outro militar, o general Santos Cruz, ex-ministro de Bolsonaro, falou que o Supremo “não pode viver nesse limite perigoso, sem a consideração do povo brasileiro. Isso é um grande risco para o país em todos os aspectos. Nesse momento, compete ao STF a sua própria valorização”.

Influenciadores digitais também abordaram assunto

Com mais de 328 mil seguidores, o operador do mercado financeiro Leandro Ruschel é uma personalidade influente entre os bolsonaristas, com postagens curtidas pelo vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente e estrategista nas redes sociais.

Ruschel tem criticado a possibilidade de o STF impedir as prisões após a condenação em segunda instância e, em resposta ao tuíte do general Villas Bôas, escreveu: “Será que o General colocará ordem no Supremo novamente? Melhor que um cabo e um soldado, são alguns generais, não é mesmo?”.

Também figura de destaque entre os militantes de direita, Claudia Wild, que é seguida por integrantes do governo Bolsonaro, disse que a “reação será enorme e as consequências imprevisíveis” caso o STF vote contra as prisões.

Oposição vê mais do que bravata nas falas sobre intervenção militar

“Não acho que seja bom a gente definir essas declarações no terreno da bravata”. A avaliação é do deputado federal Henrique Fontana (PT-RS), que faz oposição ao governo Bolsonaro. Na opinião do deputado, “o viés autoritário do governo é cada vez mais escancarado”.

“O presidente se elegeu com, entre outros discursos, o de que evitaria que o Brasil se tornasse uma ditadura de esquerda. Mas o que estamos vendo hoje são muitas mostras de arbitrariedade e desrespeito à democracia. Os áudios que mostram ele interferindo na disputa pela liderança do PSL na Câmara são exemplos desse perfil autoritário”, afirmou.

“Nós temos que mostrar nosso repúdio total a esse tipo de postura, com toda firmeza, toda clareza”, acrescentou o petista.”

“O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse, nesta quinta-feira (17), que prevê um placar de 7 a 4 para derrubar a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância. Segundo ele, o voto da próxima quarta-feira (23) tem entre sete e oito páginas, demandando trinta minutos para ser lido no plenário. “ 7 a 4 é o meu palpite. É apenas a minha percepção, eu sempre acredito no melhor”, afirmou a jornalistas.”

Mais De Mil Pessoas Prestigiam Evento E Ibaneis E Jaqueline Silva Anunciam Pacote De Obras Em Santa Maria

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No Distrito Federal, a visita do governador Ibaneis Rocha (MDB)  hoje a Santa Maria foi muito importante e especial para os moradores da cidade. Ibaneis e a deputada distrital Jaqueline Silva (PTB) anunciaram um pacote com 25 obras importantes que melhorarão a vida das pessoas em Santa Maria.

Mais de mil pessoas compareceram ao evento ocorrido na manhã desta quinta-feira (17) em Santa Maria. O governador Ibaneis foi ovacionado pela população, assim como Jaqueline, deputada eleita pela cidade, que em 10 meses de mandato já mostra serviço em prol da cidade.

Ibaneis viveu hoje os dias do rorizismo, ao ser aplaudido e abraçado pela população. E Jaqueline Silva mostrou força política com o governador, ao promover um evento que deixou Ibaneis feliz e emocionado  com a recepção e organização do evento.

Segundo informações, Ibaneis pensa convidar Jaqueline Silva para comandar a Secretaria de Trabalho. Afinal de contas, a mulher trabalha muito pela geração de emprego e renda no DF.

Aniversário de Frota ou suruba política?

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aniversário de Frota

Os presentes no “aniversário de Frota” não são figuras desconhecidas do Ministério Público Federal, especialmente o anfitrião.

Uma comemoração pelo aniversário do deputado federal Alexandre Frota (PSDB), na residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), reuniu líderes de partidos do centrão e nomes que integram a ala do PSL que tem feito oposição interna ao presidente Jair Bolsonaro (PSL). A informação é do colunista Guilherme Amado, da revista Época.

De acordo com a publicação, a festa, inclusive, foi embalada por hits da cantora Marília Mendonça, como a música “Ciumeira”, cantada com ironia pelos parlamentares que adotaram uma postura rebelde diante do presidente.

Do PSL, estavam entre os convidados o vice-presidente nacional, Antonio Rueda, e os deputados Felipe Francischini e Junior Bozzella. Os três eram cumprimentados constantemente por terem se rebelado contra Bolsonaro.

Dos nomes do centrão, os deputados Baleia Rossi (MDB), Aguinaldo Ribeiro (PP) e Marcos Pereira (Republicanos) estavam na festa. Ninguém do PSL que compõe o grupo pró-Bolsonaro foi convidado.

“Bolsonaro e a milícia digital estão perdidos. Caiu por terra toda a operação de linchamento virtual”, chegou a dizer Frota. “Se ele ficar, vai apanhar mais três anos”, acrescentou o deputado. Não há imagens da festa porque o uso do celular foi restrito.

A reunião em torno de Alexandre Frota está mais para uma suruba política do que comemoração de aniversário. O ex-ator pornô é o bobo da corte da vez, o falastrão, nada mais do que uma peça útil que está sendo usada para promover conflitos na base interna do Palácio do Planalto.

Enquanto Frota se sente o “bam, bam, bam” da vez, velhas raposas usam a sua imagem e críticas medíocres ao governo para tentar desestabilizar os aliados através das provocações. Por trás de tudo isso está o interesse de conter o sucesso da atual gestão, a qual apesar da forte oposição, vem conseguindo grandes conquistas.

No fim das contas, parece que a grande preocupação é com a manutenção de um sistema corrupto que vem sendo ameaçado pelo atual governo e sua pasta anticorrupção. Os presentes no “churrasco do Frota” não são figuras desconhecidas do Ministério Público Federal, especialmente o anfitrião, Rodrigo Maia… e isso não é por acaso!

Sem MST o Brasil colhe a maior safra desde 1975

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mst
Os números de 2019 demonstram o mal incomensurável que o nefasto Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) fez ao país.
Segundo dados do IBGE, em 2019 o Brasil vai colher 240,7 milhões de grãos. Maior resultado da série histórica, desde 1975.
O volume é 6,3% maior que a safra de 2018.
No twitter, o presidente Jair Bolsonaro retuitou a excelente notícia, publicada pelo assessor Arthur Weintraub.

 

Além disso, são esperados recordes para duas culturas importantes: o milho e o algodão.

A safra de milho foi favorecida pela antecipação do plantio e pelas condições meteorológicas no período. Segundo o analista da pesquisa, Carlos Alberto Barradas, “o clima e os preços promissores estimularam os produtores a investir nessa cultura”. Em 2019, a produção de milho deve chegar a 100,2 milhões de toneladas, das quais cerca de 74,1 milhões são provenientes da segunda safra, que também atingiu seu maior volume.

Em 2019, o Brasil deve colher 6,9 milhões de toneladas de algodão, uma alta de 39% em relação a 2018. Esse recorde, segundo o analista do IBGE, se deveu ao clima favorável e à alta dos preços do produto no mercado internacional, graças à redução dos estoques na China. Cerca de 67,8% da produção de algodão do país sairão de Mato Grosso.

Em contrapartida, houve queda na produção de três culturas importantes: arroz, soja e café. Segundo Barradas, o arroz teve uma “drástica redução” em sua área plantada, principalmente no Rio Grande do Sul, cedendo terreno para a soja, que é mais rentável. “A introdução da cultura irrigada do arroz já permite a rotação dessas culturas”, explicou o analista do IBGE.

No caso do café, espera-se uma redução de 21,2% em relação à safra de 2018, devido à alternância entre anos de alta e de baixa produção, que é uma característica do produto. Já a soja foi prejudicada pela seca e as altas temperaturas que ocorreram durante o plantio, principalmente no Paraná, em São Paulo e Mato Grosso do Sul.

No entanto, Barradas salienta que a produção dessas três culturas ainda manteve um nível excelente, suficiente para atender a demanda desses produtos no país.