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Campanha “Tirem o PT do Altar” já é uma realidade

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católicos fora pt

Fiéis católicos de Londrina, no norte do Paraná, produziram um outdoor pedindo por uma igreja sem partido. Com a seguinte mensagem: ‘tirem o PT do altar: por uma igreja sem partido‘, a foto da campanha viralizou nas redes sociais e a iniciativa tem recebido apoio de cristãos de todo país.

Quem tomou a atitude de produzir o outdoor na cidade foi o Movimento Brasil Católico. De acordo com eles, o alvo é o arcebispo de Londrina, suposto militante petista dentro da igreja católica.

O povo católico quer afastar a política e a politicagem de dentro da igreja.
O descontentamento pela proliferação do lulopetismo e do esquerdismo na igreja é generalizado e atingiu níveis inaceitáveis.
Há poucos dias, jovens católicos foram praticamente expulsos da Catedral da Sé, em São Paulo, por não concordarem com cartazes e faixas pedindo “Lula Livre”, afixadas dentro da igreja, por petistas travestidos de “fiéis”.

O movimento alega que o arcebispo tem usado o altar para convocar fiéis para pautas idealizadas pelo partido como, por exemplo, a manifestação contra a reforma da Previdência. Segundo os integrantes, eles são contrários a todos os partidos que queiram fazer política usando a igreja por seu benefício.

Quem tomou a atitude de produzir o outdoor na cidade foi o Movimento Brasil Católico. De acordo com eles, o alvo é o arcebispo de Londrina, suposto militante petista dentro da igreja católica.

No sábado (12), o sermão do arcebispo de Aparecida do Norte, Dom Orlando Brandes, também causou extrema indignação.
O arcebispo, possivelmente engajado nas causas da esquerda, despejou ódio contra a direita brasileira. Criticou o que chamou de “dragão do tradicionalismo” e disse que “a direita é violenta e injusta”.
Tais fatos instigaram ainda mais a campanha “Tirem o PT do Altar”.

Defesa Civil interdita 93 prédios do DF por risco de desabamentos

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Defesa Civi

Defesa Civil Órgão divulga balanço referente a 2019, quando 14 incidentes desse tipo foram registrados. Preocupação aumentou após caso em Fortaleza (CE)

O desabamento de um prédio residencial de sete andares em Fortaleza (CE), na manhã dessa terça-feira (15/10/2019), ligou o alerta para o atual estado de conservação dos edifícios do Distrito Federal. Levantamento da Defesa Civil obtido aponta que, de janeiro até essa terça, 695 imóveis do DF haviam sido notificados por apresentarem riscos aos ocupantes. Do total, 93 construções foram interditadas, e 14 delas resultaram em desabamentos.

As regiões administrativas que lideram o número de casos com queda de estrutura são Águas Claras e Sobradinho II, com três registros. Na sequência, estão Planaltina e São Sebastião, com dois casos cada. Gama, Taguatinga, Lago Sul e Vicente Pires completam a lista com uma ocorrência.

Por sorte, nenhum dos desabamentos ocorridos em 2019 resultou em mortes. No entanto, em 2017, um homem de 55 anos morreu após ser atingido por escombros de prédio que vistoriava, em Vicente Pires. A construção estava irregular, de acordo com os órgãos fiscalizadores. A preocupação é evitar que novas fatalidades ocorram no Distrito Federal.

Os problemas apontados pelas autoridades, porém, vão além das ocupações e construções irregulares. Atualmente, a capital não possui legislação vigente que obrigue os proprietários dos imóveis a realizarem vistorias constantes nas edificações. Um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados desde 2014, entretanto, tenta mudar o panorama.

De autoria do deputado federal Augusto Coutinho (Solidariedade-PE), o texto quer instituir a obrigatoriedade de inspeções visuais, técnicas e periódicas em edificações públicas e privadas, como residenciais, prédios comerciais, de prestação de serviços, industriais, culturais, esportivos e institucionais.

Caso a proposta seja aprovada, caberia aos militares do Corpo de Bombeiros realizarem os serviços de vistoria predial. Cinco anos depois da sua criação, o projeto só passou pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania em agosto e, agora, aguarda parecer do relator, o senador Márcio Bittar (MDB).

Problema nacional

Para os especialistas, a falta de cobrança dá margem para que o DF seja palco de ocorrências como a de Fortaleza. “Não é um problema só de Brasília, mas nacional. Não há uma cultura de preservação das nossas estruturas. Uma política de prevenção precisa ser criada pelo Estado. Estamos falando de vidas”, defendeu o engenheiro e professor da Universidade de Brasília (UnB) João Bosco Ribeiro.

Para Ribeiro, é preciso que os próprios condôminos e moradores cobrem obras de prevenção onde moram. “A responsabilidade e o interesse são deles. Muitas vezes, a desculpa é financeira, mas as pessoas não sabem que qualquer obra de recuperação de estrutura custa sete vezes mais que uma obra de prevenção, por exemplo.”

O também engenheiro civil Dickran Berberian critica a demora para realização das obras de reparo nas estruturas. “É preciso que uma inspeção seja feita em todos os prédios com mais idade. Episódios como esse [de Fortaleza] não fazem sentido. Temos técnica, engenheiros capazes de sobra e material dos melhores. Falta mesmo é vergonha na cara. Volto a dizer, é preciso que essas análises sejam feitas antes que morra mais gente e antes que seja necessário gastar muito dinheiro para consertar os erros.”

O coronel da Defesa Civil Sérgio Bezerra, por sua vez, afirma que a maioria dos atendimentos realizados pelo órgão ocorre em construções irregulares. “O interesse deve partir sempre do síndico ou do proprietário do imóvel. Aqui no DF existem muitas edificações construídas apenas com pedreiros e mestres de obra. Esses trabalhadores são práticos, mas desconhecem cálculos de engenharia, como quanto uma estrutura pode suportar de peso, por exemplo.”

Assim como os especialistas, Bezerra defende que as obras sejam acompanhadas e instruídas por profissionais capacitados. “Até para construir um muro é preciso ter um engenheiro civil ou arquiteto para o projeto. Um dos maiores problemas que a Defesa Civil tem é justamente o alto índice de quedas de muros, principalmente em Vicente Pires. Em muitos casos, são construídos muros de divisa, quando deveriam ser erguidos muros de arrimo, capazes de suportar a água e lama das chuvas”, explica.

Desabamentos

Casos de desabamento no Distrito Federal não são isolados. O mais recente deles ocorreu ainda nesse final de semana. Na noite de sábado (12/10/2019), a varanda do terceiro andar de um prédio em Taguatinga Sul cedeu e caiu junto com uma moradora. Identificada como Carolina Veiga Araújo, 25 anos, a moça foi levada ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT) queixando-se de dores.

O prédio onde ocorreu o incidente é residencial e comercial, e, após o desabamento da laje, recebeu vistoria dos bombeiros e da Defesa Civil, que optou pela interdição do edifício. Os demais ocupantes foram retirados, e o local, agora, aguarda perícia para determinar as causas do acidente.

Sérgio Bezerra defendeu que a queda foi provocada por irregularidades na estrutura. “Nesse caso, o problema ou foi a marquise, que foi mal projetada, ou houve infiltração, que fez com que ela perdesse a base e desabasse. Para evitar outros desabamentos, decidirmos escorar toda a estrutura”, explicou.

Força-tarefa

Em agosto deste ano, a Defesa Civil realizou força-tarefa para interditar cinco prédios com risco de desabamento no Gama. As edificações ficam na Quadra 13 do Setor Oeste e passaram por vistoria na manhã de 26/08/2019.

De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) Defesa Civi, que também esteve no local, aproximadamente 10 famílias foram retiradas das residências por medida de segurança.

Imagens divulgadas pelos militares mostram diversas rachaduras no interior dos imóveis.

Veja:

Um dos prédios já havia sido interditado anteriormente pelos fiscalizadores, por risco de desabar. Segundo o tenente-coronel Lopes, engenheiro da Defesa Civil, as cinco edificações possuem problemas estruturais, que seriam avaliados caso a caso. “Para fazer a liberação [da interdição], preciso que cada proprietário apresente o projeto estrutural e a anotação de responsabilidade técnica [ART] de execução. Aí, fazemos a avaliação e depois a liberação, dependendo de cada caso”, disse o profissional.

De acordo com Lopes, um dos cinco prédios já estava interditado há três anos. “Os demais apresentaram problema. Não estou dizendo que existe uma ligação direta. Muitas vezes, um prédio já tem problemas estruturais, mas algumas situações, como vazamentos, podem potencializar os riscos”, explicou. “Eles são independentes, mas todos os cinco apresentaram patologia”, completou. Após analisar os documentos dos moradores, a Defesa Civil solicitou um escoramento completo em residências vizinhas.

Garagem

Um caso icônico registrado foi o desabamento do piso em frente ao Bloco C da 210 Norte, em fevereiro de 2018. Na oportunidade, o chão afundou e atingiu a garagem do prédio, esmagando os carros estacionados no local. À época, a Defesa Civil afirmou que o solo acima do estacionamento teria encharcado por causa do excesso de chuva, e a estrutura não suportou o peso.

Apesar do susto, ninguém se feriu e não houve danos à estrutura do prédio. O desabamento, no entanto, causou prejuízo aos moradores, que tiveram os carros atingidos pelo solo. Cerca de 25 veículos sofreram avarias graves, a maioria com perda total.

Veja o momento da queda do piso:

Um ano antes, uma construção erguida irregularmente em Vicente Pires provocou a morte do técnico em edificações Agmar Silva, de 55 anos. O corpo do funcionário foi encontrado por militares do Corpo de Bombeiros. A suspeita da Defesa Civi corporação é que o profissional fazia uma visita técnica quando foi atingido pelo desabamento.

O prédio ficava na Avenida da Misericórdia, na Colônia Agrícola Samambaia, Chácara 149, Lote 2, atrás do Taguaparque. Era composto por dois segmentos geminados de seis andares cada. A parte traseira da obra teria ruído e deixado os escombros somente dentro do terreno da construção, não atingindo de forma direta as casas vizinhas. À época, a então Agência de Fiscalização (Agefis), atual DF Legal, classificou a obra como irregular.

Defesa Civil interdita 93 prédios do DF por risco de desabamentos

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O desabamento de um prédio residencial de sete andares em Fortaleza (CE), na manhã dessa terça-feira (15/10/2019), ligou o alerta para o atual estado de conservação dos edifícios do Distrito Federal. Levantamento da Defesa Civil obtido aponta que, de janeiro até essa terça, 695 imóveis do DF haviam sido notificados por apresentarem riscos aos ocupantes. Do total, 93 construções foram interditadas, e 14 delas resultaram em desabamentos.

As regiões administrativas que lideram o número de casos com queda de estrutura são Águas Claras e Sobradinho II, com três registros. Na sequência, estão Planaltina e São Sebastião, com dois casos cada. Gama, Taguatinga, Lago Sul e Vicente Pires completam a lista com uma ocorrência.

Por sorte, nenhum dos desabamentos ocorridos em 2019 resultou em mortes. No entanto, em 2017, um homem de 55 anos morreu após ser atingido por escombros de prédio que vistoriava, em Vicente Pires. A construção estava irregular, de acordo com os órgãos fiscalizadores. A preocupação é evitar que novas fatalidades ocorram no Distrito Federal.

Os problemas apontados pelas autoridades, porém, vão além das ocupações e construções irregulares. Atualmente, a capital não possui legislação vigente que obrigue os proprietários dos imóveis a realizarem vistorias constantes nas edificações. Um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados desde 2014, entretanto, tenta mudar o panorama.

De autoria do deputado federal Augusto Coutinho (Solidariedade-PE), o texto quer instituir a obrigatoriedade de inspeções visuais, técnicas e periódicas em edificações públicas e privadas, como residenciais, prédios comerciais, de prestação de serviços, industriais, culturais, esportivos e institucionais.

Caso a proposta seja aprovada, caberia aos militares do Corpo de Bombeiros realizarem os serviços de vistoria predial. Cinco anos depois da sua criação, o projeto só passou pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania em agosto e, agora, aguarda parecer do relator, o senador Márcio Bittar (MDB).

Problema nacional

Para os especialistas, a falta de cobrança dá margem para que o DF seja palco de ocorrências como a de Fortaleza. “Não é um problema só de Brasília, mas nacional. Não há uma cultura de preservação das nossas estruturas. Uma política de prevenção precisa ser criada pelo Estado. Estamos falando de vidas”, defendeu o engenheiro e professor da Universidade de Brasília (UnB) João Bosco Ribeiro.

Para Ribeiro, é preciso que os próprios condôminos e moradores cobrem obras de prevenção onde moram. “A responsabilidade e o interesse são deles. Muitas vezes, a desculpa é financeira, mas as pessoas não sabem que qualquer obra de recuperação de estrutura custa sete vezes mais que uma obra de prevenção, por exemplo.”

O também engenheiro civil Dickran Berberian critica a demora para realização das obras de reparo nas estruturas. “É preciso que uma inspeção seja feita em todos os prédios com mais idade. Episódios como esse [de Fortaleza] não fazem sentido. Temos técnica, engenheiros capazes de sobra e material dos melhores. Falta mesmo é vergonha na cara. Volto a dizer, é preciso que essas análises sejam feitas antes que morra mais gente e antes que seja necessário gastar muito dinheiro para consertar os erros.”

O coronel da Defesa Civil Sérgio Bezerra, por sua vez, afirma que a maioria dos atendimentos realizados pelo órgão ocorre em construções irregulares. “O interesse deve partir sempre do síndico ou do proprietário do imóvel. Aqui no DF existem muitas edificações construídas apenas com pedreiros e mestres de obra. Esses trabalhadores são práticos, mas desconhecem cálculos de engenharia, como quanto uma estrutura pode suportar de peso, por exemplo.”

Assim como os especialistas, Bezerra defende que as obras sejam acompanhadas e instruídas por profissionais capacitados. “Até para construir um muro é preciso ter um engenheiro civil ou arquiteto para o projeto. Um dos maiores problemas que a Defesa Civil tem é justamente o alto índice de quedas de muros, principalmente em Vicente Pires. Em muitos casos, são construídos muros de divisa, quando deveriam ser erguidos muros de arrimo, capazes de suportar a água e lama das chuvas”, explica.

Desabamentos

Casos de desabamento no Distrito Federal não são isolados. O mais recente deles ocorreu ainda nesse final de semana. Na noite de sábado (12/10/2019), a varanda do terceiro andar de um prédio em Taguatinga Sul cedeu e caiu junto com uma moradora. Identificada como Carolina Veiga Araújo, 25 anos, a moça foi levada ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT) queixando-se de dores.

O prédio onde ocorreu o incidente é residencial e comercial, e, após o desabamento da laje, recebeu vistoria dos bombeiros e da Defesa Civil, que optou pela interdição do edifício. Os demais ocupantes foram retirados, e o local, agora, aguarda perícia para determinar as causas do acidente.

Sérgio Bezerra defendeu que a queda foi provocada por irregularidades na estrutura. “Nesse caso, o problema ou foi a marquise, que foi mal projetada, ou houve infiltração, que fez com que ela perdesse a base e desabasse. Para evitar outros desabamentos, decidirmos escorar toda a estrutura”, explicou.

Força-tarefa

Em agosto deste ano, a Defesa Civil realizou força-tarefa para interditar cinco prédios com risco de desabamento no Gama. As edificações ficam na Quadra 13 do Setor Oeste e passaram por vistoria na manhã de 26/08/2019.

De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), que também esteve no local, aproximadamente 10 famílias foram retiradas das residências por medida de segurança.

Imagens divulgadas pelos militares mostram diversas rachaduras no interior dos imóveis.

Veja:

Um dos prédios já havia sido interditado anteriormente pelos fiscalizadores, por risco de desabar. Segundo o tenente-coronel Lopes, engenheiro da Defesa Civil, as cinco edificações possuem problemas estruturais, que seriam avaliados caso a caso. “Para fazer a liberação [da interdição], preciso que cada proprietário apresente o projeto estrutural e a anotação de responsabilidade técnica [ART] de execução. Aí, fazemos a avaliação e depois a liberação, dependendo de cada caso”, disse o profissional.

De acordo com Lopes, um dos cinco prédios já estava interditado há três anos. “Os demais apresentaram problema. Não estou dizendo que existe uma ligação direta. Muitas vezes, um prédio já tem problemas estruturais, mas algumas situações, como vazamentos, podem potencializar os riscos”, explicou. “Eles são independentes, mas todos os cinco apresentaram patologia”, completou. Após analisar os documentos dos moradores, a Defesa Civil solicitou um escoramento completo em residências vizinhas.

Garagem

Um caso icônico registrado foi o desabamento do piso em frente ao Bloco C da 210 Norte, em fevereiro de 2018. Na oportunidade, o chão afundou e atingiu a garagem do prédio, esmagando os carros estacionados no local. À época, a Defesa Civil afirmou que o solo acima do estacionamento teria encharcado por causa do excesso de chuva, e a estrutura não suportou o peso.

Apesar do susto, ninguém se feriu e não houve danos à estrutura do prédio. O desabamento, no entanto, causou prejuízo aos moradores, que tiveram os carros atingidos pelo solo. Cerca de 25 veículos sofreram avarias graves, a maioria com perda total.

Veja o momento da queda do piso:

Um ano antes, uma construção erguida irregularmente em Vicente Pires provocou a morte do técnico em edificações Agmar Silva, de 55 anos. O corpo do funcionário foi encontrado por militares do Corpo de Bombeiros. A suspeita da corporação é que o profissional fazia uma visita técnica quando foi atingido pelo desabamento.

O prédio ficava na Avenida da Misericórdia, na Colônia Agrícola Samambaia, Chácara 149, Lote 2, atrás do Taguaparque. Era composto por dois segmentos geminados de seis andares cada. A parte traseira da obra teria ruído e deixado os escombros somente dentro do terreno da construção, não atingindo de forma direta as casas vizinhas. À época, a então Agência de Fiscalização (Agefis), atual DF Legal, classificou a obra como irregular.

Gilmar insiste em acusar Moro e a Lava Jato

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Gilmar Mendes

Gilmar Mendes tem dado mais entrevistas do que Lula.

No programa de Pedro Bial, ele repetiu mais uma vez que considera Sergio Moro suspeito no caso do chefe da ORCRIM:

“Vamos ter de executar com muito cuidado, há a impressão de que há muitos vícios, eu tenho dito que o Lula merece um julgamento justo. Tudo isso que vem se revelando de fato mostra suspeita sobre esse caso. Estou estudando. Vamos ter capítulo sobre o eventual significado da Vaza Jato, o eventual aproveitamento ou não de prova ilícita nesta questão”.

Gilmar Mendes, entrevistado por Pedro Bial, disse:

“Houve um lavajatismo militante da mídia. E ficamos como os bandidos da história”.

Não há a menor dúvida sobre isso: Gilmar Mendes e seus parceiros ficaram como os bandidos da história.

“Moro chegou ao governo quase que como um primeiro-ministro. Depois ele virou esse personagem que o Bolsonaro leva para o jogo do Flamengo. Ele está precisando do Bolsonaro. Antes o Bolsonaro precisava dele, depois ele passa a precisar do Bolsonaro”.

Gilmar Mendes está à vontade para esmagar a Lava Jato porque despreza o poder de Sergio Moro.

Ele repetiu que determinados ministros do STF têm “fetiche sexual” por investigadores:

“O que digo é que de fato nós devemos ter muito cuidado nessas relações com policiais, procuradores, podemos até ter fetiches sexuais, mas não nos envolver com suas teses”.

A sutileza de Gilmar Mendes sempre foi reconhecida.

De qualquer maneira, seria bom que os ministros do STF tivessem cuidado também ao se relacionarem com corruptos e corruptores, e que não inventassem teses para tirá-los da cadeia.

Enquanto isso, Sergio Moro esteve ontem à noite na sede da Fiesp, em São Paulo, e foi aplaudido de pé por uma plateia de quase 500 empresários.

O ministro da Justiça e Segurança Pública assinou um termo de cooperação técnica com a entidade presidida por Paulo Skaf.

Entre os itens do acordo, está um programa que deve oferecer capacitação profissional a detentos e egressos do sistema prisional, por intermédio do Senai.

O ministério e a Fiesp também vão trocar informações e promover estudos sobre temas como pirataria e combate e prevenção ao roubo de cargas.

“Temos a percepção de que precisamos incorporar no setor público o dinamismo que existe no setor privado. Ambos os lados podem ganhar muito”, disse Moro aos empresários.

A soberania nacional já foi afetada, diz general

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general floresta amazônica

O general da reserva, Luiz Eduardo Rocha Paiva, diretor de geopolítica do Instituto Sagres – Planejamento e gestão estratégica aplicada, de Brasília, sobre as ameças possíveis à soberania nacional envolvidas na proposta do Corredor Triplo A, assunto que voltou à tona com o Sínodo da Amazônia.

Sobre a proposta do Corredor que pretende ligar os Andes ao Atlântico, passando pela Amazônia, o general afirma se tratar da “consequência de uma série de erros estratégicos por falta de visão de nossa liderança política e muito por conivência e conveniência dessa antiga liderança política que vem desde o presidente Collor até agora.

general Rocha Paiva destaca que o interesse internacional pela Amazônia vem de séculos, de 1800 para trás. E de acordo com ele, do governo Collor em diante houve processos que abriram a discussão da soberania brasileira na Amazônia.

Durante a entrevista ele detalhou como as pressões se desenvolveram do evento chamado Eco 92 até os dias de hoje, com pressões internacionais para a demarcação de terras indígenas nas fronteiras do país, que ganharam força nas últimas décadas.

general diz que soberania foi ferida

O Brasil não aceitou discutir o Corredor Triplo A em Paris em 2015 e não vai aceitar agora, embora a ONU esteja tentando impor, afirma Paiva.

A soberania já é limitada por pressões e coações, com gente dentro do Brasil mancomunada com ‘quinta-coluna’ [traidores] ou de forma ingênua, ou de forma deliberada“, reforça.

general Rocha detalha o processo que passa pela ascensão da esquerda no Brasil, passando por PSDB e PT no poder, todas as pressões internacionais foram aceitas e praticamente sem questionamentos.

A figura muda com Bolsonaro, “que quer exercer a soberania inclusive nas terras indígenas, desenvolvendo as terras indígenas com a participação do indígena, com ganhos reais para o indígena“, e que tem como resposta a “gritaria internacional exacerbando o discurso de incêndios na Floresta“.

O general reforça o argumento destacando que o simples fato de estrangeiros conseguirem interferir e atrasar iniciativas brasileiras, com ajuda de agentes internos como ONG’s e demais, é o suficiente para demonstrar como a soberania brasileira já foi parcialmente perdida.

A soberania brasileira na Amazônia não tem que ser garantida, ela tem que ser recuperada, porque uma parte dela nós já perdemos“, conclui general.

Confira a entrevista completa

Esquerda Imbecil derruba campanha do Pacote Anticrime

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Jean Wyllys, marcelo freixo

Após ação movida pelo deputado federal Marcelo Freixo (PSOL/RJ), o Tribunal de Contas da União determinou a suspensão das peças de publicidade sobre o Pacote Anticrime.

O PSOL (Marcelo Freixo) disse que “temia” que a propaganda veiculasse opiniões do governo sobre o próprio projeto ao invés de informações sobre o pacote, denominado pelos esquerdistas de “projeto anti-pobre e anti-negro”.

Na boa Marcelo Freixo, não importa se tu é esquerda, direita ou reta, quando deixa a ideologia influenciar contra tudo que é certo e bom para a população, tu és um asno!

Marcelo Freixo (PSOL) É contra o pacote anticrime e defende bandidagem, mas exige dez policiais para segurança pessoal. Pagos pelo contribuinte

Na representação, o subprocurador-geral do Ministério Público, Lucas Rocha Furtado, diz que se baseia em trechos de reportagem publicada por O Globo no dia em 27 de setembro.

O governo teria inserido as peças na espécie “Publicidade de Utilidade Pública”, e, no entanto, não teria demonstrado a utilidade pública da campanha.

A reportagem diz que a campanha do governo custou RS 10 milhões aos cofres públicos,  valor que não foi confirmado pelo Governo e que no entendimento de Furtado, fere o dever de transparência da gestão.

“Questionada desde segunda-feira sobre o investimento, a Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência, que é responsável pela estratégia de divulgação, não informou o valor empregado nas peças”, diz o subprocurador.

Ele também cita trecho de uma reportagem da Revista Fórum, que diz que “o objetivo da campanha é tentar espalhar a sensação de insegurança no país, promovendo medo, ódio e intolerância”.

Ainda de acordo com Lucas Rocha Furtado, o Estado não é o “dono” da coisa pública, apenas é seu gestor e, portanto, tem o dever de prestar contas não só aos órgãos de controle, mas especialmente à sociedade.

O subprocurador diz que a questão citada acima sugere possível direcionamento de verbas publicitárias movidas por interesses pessoais e ideológicos do governo.

Ele diz que não está fazendo juízo das medidas do Pacote Anticrime, mas que, por mais que o combate à corrupção deva ser prioridade, não justifica que gastos públicos sejam realizados sem observância das leis.

A decisão final do ministro Vital do Rêgo, ressalta que o Projeto de Lei ainda tramita na Câmara dos Deputados e pode ou não ser aprovada. “Isso porque não cabe dizer que se trata de educar a população para algo que será colocado em prática, já que a lei pode ser ou não aprovada e, no caminho, pode ser alterada no Congresso”, atesta.

O ministro entende que o uso de recursos públicos para a divulgação de ‘um projeto de lei’ que poderá sofrer alterações após discussões que serão levadas à Câmara e ao Senado Federal, não atendem aos requisitos de caráter educativo, informativo e de orientação social.

 

Quando um analfabeto consegue manipular magistrados

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burro ou lula

Havia um burro amarrado a uma árvore, ai veio o demônio e o soltou.

O burro entrou na horta dos camponeses vizinhos e começou a comer tudo.

A mulher do camponês dono da horta, quando viu aquilo, pegou o rifle e disparou.

O dono do burro ouviu o disparo, saiu, viu o burro morto, ficou enraivecido, também pegou seu rifle e atirou contra a mulher do camponês.

Ao voltar para casa, o camponês encontrou a mulher morta e matou o dono do burro.

Os filhos do dono do burro, ao ver o pai morto, queimaram a fazenda do camponês. O camponês, em represália, os matou.

Aí perguntaram ao demônio o que ele havia feito e ele respondeu: “Não fiz nada, só soltei o burro”.

Conclusão, se você quiser destruir um país, solte o burro.

QUANDO UM ANALFABETO CONSEGUE MANIPULAR MAGISTRADOS É SINAL DE QUE O PAIS VIROU UM CURRAL…

E OS JUMENTOS TOMARAM O PODER!

Damares lança o “Salve Uma Mulher” e Feministas se calam.

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Damares Alves

Damares – Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) lançou hoje (3) o projeto Salve Uma Mulher, que consistirá em treinar servidores e empregados públicos para dar suporte a mulheres vítimas de violência. Na primeira etapa do projeto, 476 mil pessoas receberão treinamento.

Desse total, 340 mil são agentes do Ministério da Saúde, 106 mil funcionários dos Correios, 30 mil conselheiros tutelares e 1.722 profissionais do quadro da Defensoria Pública da União. A projeção, porém, é de que, em dez meses, 2 milhões de pessoas passem pela capacitação, já que a expectativa é que abranja profissionais de beleza e de academias esportivas e líderes religiosos.

Além da capacitação de funcionários da iniciativa privada através de uma plataforma EaD (estudo a distância), estão previstas as criações de grupos de multiplicadores voluntários e grupos de apoio.

Segundo a ministra titular da pasta, Damares Alves, o ensinamento abrange a identificação de uma situação abusiva, mas não se resume somente a isso. Ou seja, os instrutores também ensinarão a orientar a buscar ajuda das autoridades competentes para garantir sua segurança. Desse modo, os alunos terão condições de informar como se presta uma queixa contra o agressor e como a mulher agredida pode acessar serviços públicos.

“Se perguntar aqui a vocês, sabem o que dizer a uma mulher quando percebem que está machucada? Diriam para procurar antes a delegacia, o promotor, o delegado, o IML [Instituto Médico Legal] ou para ligar para o Ligue 180 [Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência]? As pessoas, às vezes, não sabem o que dizer. É exatamente para isso que vem o programa: ensinar as pessoas sobre como funciona a rede de proteção, para que divulguem e orientem mulheres vítimas de violência”, disse Damares Alves.

Segundo a ministra Damares, os instrutores do projeto, ao repassar as informações, também levarão em conta as especificidades de cada local. “A rede é a mesma, mas tem lugar em que não tem delegacia [especializada no atendimento] da mulher. Tem lugar que não tem a Defensoria Pública. Então, o treinamento vai ser dado obedecendo a especificidade de cada cidade ou região”.

Damares – Uma questão social

Também presente no evento de lançamento, a atriz e modelo Luiza Brunet argumentou que a mobilização de combate à violência de gênero deve partir de todos. “É muito importante que a vítima faça a denúncia contra seu agressor”, disse a artista, que sofreu agressões em 2016. “A violência contra mulher deixou de ser um problema de foro íntimo e passou a ser de toda a sociedade.”

A ministra Damares elogiou a coragem da atriz, de tornar pública a sua experiência, para que pudesse mostrar que a violência de gênero vitima mulheres de todos os perfis socioeconômicos e étnico-raciais. “Ou vocês acham que mulheres lindas, da alta sociedade, não apanham?”, disse Damares.

Conforme mostra o Atlas da Violência deste ano, a taxa de homicídio de mulheres cresceu acima da média nacional em 2017. Feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o levantamento indica que a taxa geral de homicídios no país aumentou 4,2% na comparação com o ano anterior, 2016. A taxa que conta apenas as mortes de mulheres, por sua vez, cresceu 5,4%.

Os pesquisadores também destacam que, em 28,5% dos homicídios de mulheres, as mortes foram dentro de casa, o que relacionam a possíveis casos de feminicídio e violência doméstica. Entre 2012 e 2017, a taxa de homicídios de mulheres fora da residência caiu 3,3%, enquanto a dos crimes cometidos dentro das residências aumentou 17,1%. Já entre 2007 e 2017, sobressai-se a taxa de homicídios de mulheres por arma de fogo dentro das residências, que teve alta de 29,8%.

De acordo com o 13ª Anuário Brasileiro de Segurança Pública, registrou-se, no ano passado, o mais alto índice violência sexual desde 2007, quando se iniciou a avaliação do volume de ocorrências. Ao todo, foram 66 mil vítimas de estupro, sendo que a maioria delas (53,8%) eram meninas de até 13 anos de idade.

PT e PCC unidos contra SERGIO MORO

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PT e PCC

PT e PCC: “Ele veio pra atrasar. Ele começou a atrasar quando foi pra cima do PT”, diz tesoureiro do PCC sobre Moro.

Os ataques de lideranças do Partido dos Trabalhadores (PT) contra o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, são constantes e não surpreendem mais ninguém.

Uma reportagem da TV Record casou polêmica neste final de semana:

Após o editorial revelar que no celular de Décio Gouveia Luiz, o “Décio Português”, considerado o braço direito do traficante Marcola, líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), foram encontradas mensagens indicando pagamentos feitos a advogados ligados ao Partido dos Trabalhadores (PT).

O celular apreendido com Décio está sendo investigado pela polícia e pelo Ministério Público de São Paulo. Além dos advogados ligados ao PT, também foram encontradas mensagens indicando pagamentos a uma ONG do Rio de Janeiro, segundo a reportagem.

O dinheiro teria sido usado para mover ações no Supremo Tribunal Federal e na Organização dos Estados Americanos, a OEA, com o objetivo de derrubar uma portaria do Ministério da Justiça, chefiada pelo ministro Sérgio Moro, que endureceu as regras nas penitenciárias federais.

Em agosto passado, uma reportagem da revista Veja também apontou uma suposta ligação do PCC com o PT:

Agora, graças ao trabalho de investigação da Polícia Federal (PF), podemos observar que este ódio contra o ex-juiz da Lava Jato também é compartilhado por traficantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Em telefonemas interceptados pela PF, de abril deste ano, captados pela Operação Cravada, uma liderança do PCC demonstra muita insatisfação com as ações do governo do presidente Jair Bolsonaro, principalmente com o trabalho de Moro.

Nos áudios, Alexsandro Roberto Pereira, conhecido como “Elias”, lamenta que não existe diálogo com a gestão atual e admite que este posicionamento do governo está prejudicando a facção criminosa.

Segundo o jornal Estadão, durante conversa com outro traficante, Elias afirma:

“Os caras tão no começo do mandato dos cara, você acha que os cara já começou o mandato mexendo com nois irmão. Já mexendo diretamente com a cúpula, irmão. O… o… quem tá na linha de frente. Então, se os cara começou mexendo com quem estava na linha de frente, os caras já entrou falando o quê?”

O traficante passa então a tecer duras críticas contra o ministro Moro:

“Com nois já não tem diálogo, não, mano. Se vocês estava tendo diálogo com outros, que tava na frente, com nois já não vai ter diálogo, não. Esse MORO aí, esse cara é um filha da puta, mano. Esse cara aí é um filha da puta mesmo, mano. Ele veio pra atrasar. Ele começou a atrasar quando foi pra cima do PT.”

Em meio às críticas ao ministro Moro, o criminoso do PCC admite que, antigamente, existia diálogo com o PT:

“Pra você ver, o PT com nois tinha diálogo. O PT tinha diálogo com nois cabuloso, mano, porque… situação que nem dá pra nois ficar conversado a caminhada aqui pelo telefone, mano. Mas o PT, ele tinha uma linha de diálogo com nois cabulosa, mano…”

Projeto de poder do PT fracassou e quem perdeu foi o povo.

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projeto de poder do PT

O projeto de poder do PT fracassou. Fato. O projeto de poder do PT foi compartilhado por todos os partidos de esquerda do país. Todos eles prosperaram durante mais de uma década de corrupção comandada pelo PT. Eles não fracassaram. Quem fracassou foi o povo que depositou sua esperança na pior geração de seres humanos que já ocupou o poder no Brasil.

Após 13 anos no poder, os membros do partido não conseguiram criar condições sólidas de desenvolvimento para as camadas mais vulneráveis da sociedade. Os pobres continuam vivendo em condições precárias, seus filhos continuam tendo uma educação de péssima qualidade e vulneráveis a situações de exploração em todos  aspectos, seja na questão do subemprego, prostituição, criminalidade e narcotráfico.

Os pais também não conseguiram estabelecer uma base segura para sustentar suas famílias ao longo dos últimos treze anos.O regime do PT foi todo baseado em esquemas de corrupção e favorecimento de grandes grupos empresariais. Um modelo  neo desenvolvimentista extrativista e até neocolonial amplamente baseado na cultura da propina. Ao povo mais humilde, coube apenas as migalhas. Em treze anos, o PT não realizou nenhuma das grandes reformas, como a agrária, a urbana, previdenciária ou trabalhista por um simples motivo: nunca se importaram com nada disso.

Os governos do PT de Lula e Dilma surfaram na mais extraordinária onda de prosperidade mundial durante quase uma década de commodities supervalorizadas no exterior e não souberam aproveitar os benefícios em prol da sociedade, com investimentos em infraestrutura, por exemplo. Sob o comando de Lula, o Brasil enterrou mais U$ 500 bilhões em empresas simpáticas conhecidas como as “campeões nacionais” como empresas de telefonia, cerveja, carne e empreiteiras. Praticamente todas as “campeões nacionais” do PT faliram ou deram um belo calote no BNDES.

Sob o comando de Dilma, o Brasil Concedeu benefícios extraordinários para empresários, e lá se foram outros cerca de R$ 500 bilhões. Uma verdadeira fortuna simplesmente evaporou sob a forma de incentivos fiscais para o setor automotivo, empresas de eletrodomésticos e afins. Tudo isso sem nenhuma contrapartida social como a geração de empregos. Os empresários lucraram vendendo mais, os bancos lucraram emprestando mais dinheiro e o pobre se endividou, ficou com o nome sujo e muitos tiveram que devolver os bens que comprara. E o governo arrecadou menos R$ 500 bilhões que deixaram de ser investidos justamente em favor dos mais pobres, em áreas como a saúde, segurança e educação.

As maquiagens nas contas públicas através da tal da ‘contabilidade criativa’ que resultou no episódio das pedaladas fiscais aprofundaram a crise econômica no país. O Brasil foi rebaixado pelas maiores agências de classificação de risco do mundo, perto de 2 milhões de empresas faliram entre 2014 e o final do governo Dilma, e 12 milhões de chefes de família ficaram sem emprego.

Não bastasse os erros no campo econômico e político, a malversação do dinheiro público e o favorecimento de grandes grupos econômicos em detrimento dos pequenos empresários, o PT roubou como se o mundo fosse acabar amanhã.

Até praticamente ontem, toda a esquerda brasileira defendeu os governos e membros do PT que criaram uma verdadeira organização criminosa para assaltar a Petrobras, o BNDES, os fundos de pensão das estatais e e até mesmo os servidores aposentados endividados que contraíram empréstimos consignados nos últimos cinco anos.

Toda a esquerda brasileira ficou ao lado de Lula, Dilma e contra o juiz Sérgio Moro e a Operação Lava Jato, que conseguiu recuperar nada menos que R$ 3.6 bilhões do dinheiro que o PT ajudou a roubar dos cofres públicos.

Neste momento, boa parte da esquerda tenta se desvencilhar de tudo isso. Querem tentar fazer parecer que não foram coniventes com todos estes erros ao longo dos últimos treze anos e se aliaram ao lixo da história do país. Tarde demais para todos. projeto de poder do PT