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TIM, Claro e Vivo não podem comprar faixa de 700MHz no leilão de 2020 para 5G

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As empresas já detêm o limite de banda estipulado pela Anatel. Apenas a Oi ou uma nova operadora podem adquirir a frequência

Em março de 2020, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) fará o leilão das frequências para a implementação de 5G no país. Nele, um dos espectros a venda, o de 700MHz, não poderá ser adquirido por três das quatro maiores operadoras que atuam no Brasil: TIM, Claro e Vivo não podem comprá-lo.

O que está por trás disso é a Resolução 703, aprovada pela Anatel em setembro de 2018. Ela estabelece que as interessadas não podem ser proprietárias de mais de 35% do espectro que vai até 1GHz. Essa fatia pode chegar a 40% se houver autorização da Anatel.

A Oi é a única que pode fazer a compra. Se ela não se interessar, apenas outra operadora, que atue no modelo virtual, pode entrar na disputa. A frequência já foi oferecida no leilão passado, mas a Oi não a comprou.

Considera-se pouco provável que uma nova operadora tenha interesse na frequência e, com isso, é possível que a Oi não precise de muito dinheiro para comprar a faixa. Esse espectro é destinado apenas à tecnologia 4G, mas pode ser um das indicados para receber a conexão 5G no futuro.

Como ocorreu a proibição?

A proibição se deu porque as operadoras já atingiram o limite que podem ocupar. A TIM, por exemplo, comprou pouco espectro nos leilões passados, mas tem uma grande fatia em Minas Gerais. A Claro ultrapassa os limites estabelecidos na capital paulistas e em Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Tocantins, Rondônia, Acre e Distrito Federal. A Vivo chega próximo aos limites no Paraná, em Santa Catarina, na Bahia, em Sergipe, no Amazonas, no Pará, em Roraima, no Amapá e no Maranhão.

Via: Telesíntese

COELHINHO DA PÁSCOA BAIXOU A PORRADA EM HOMEM QUE BATIA EM MULHER NA RUA

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mem se deu mal ao entrar no caminho de um outro homem vestido de coelhinho da Páscoa neste final de semana. Ele estava batendo numa mulher.

homem

Tudo aconteceu na noite do dia 21 de abril. Testemunhas afirmaram que o agressor bateu e cuspiu na mulher, que foi socorrida pelo coelho, que saiu correndo para defendê-la.

A briga foi separada por um rapaz que passava e por um policial.

O caso aconteceu em Orlando, nos Estados Unidos, e ninguém foi preso.

Representantes dos caminhoneiros dizem que paralisação depende do governo

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Segundo o presidente da CNTA, Diumar Bueno, as principais reivindicações da categoria são definições claras para o tabelamento do frete e fiscalização deste cumprimento

A promessa de greve dos caminhoneiros partiu de vez para a disputa política interna. Depois de lideranças autônomas se encontraram com o governo na última semana, a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) e outros líderes se reuniram ontem com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, para defender demandas da categoria. As principais reivindicações são as mesmas propostas nos últimos encontros, como o cumprimento do piso mínimo de frete e da jornada de trabalho. A diferença está na disputa de poder cada vez mais evidenciada. Na nova rodada de reuniões, líderes recebidos pelo governo se dizem os reais representantes.

O caminhoneiro Wanderlei Alves, conhecido como Dedéco, que promete a greve para 29 de abril, participou da reunião. Antes do encontro, “lavou as mãos” ao ser questionado sobre a ameaça e disse que a resposta de “paralisação ou não” virá do governo. O presidente da CNTA, Diumar Bueno, endossou o argumento e disse que a possibilidade de nova greve “está nas mãos do governo”. Os representantes não esconderam a insatisfação da articulação feita entre Freitas e outras lideranças, como Walla Landim, o Chorão, um dos principais líderes da greve do ano passado.
A guerra interna é transparente e só amplia a desunião da categoria sem sinalizar uma interlocução capaz de desarmar a promessa de greve. A leitura feita pelos próprios caminhoneiros é que há uma divisão de lideranças para saber quem é o representante da classe. Dedéco e Chorão concorreram às últimas eleições para deputado federal pelo Podemos no Paraná e em Goiás, respectivamente. Apesar da derrota de ambos, Chorão conseguiu se aproximar do governo e mantém diálogo com Freitas e o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.
Já Dedéco alega que o governo “fechou as portas”. Ele mesmo afirma ser o responsável por ter vazado áudios gravados por Lorenzoni dizendo que o governo havia estabelecido uma “trava” nos reajustes do óleo diesel feitos pela Petrobras. O grupo de líderes caminhoneiros que não é ligado a ele o acusa de se aproximar de Bueno, um desafeto antigo, apenas para se alçar como um dos principais nomes no setor e articulador dos autônomos. Em um vídeo que circula em grupos de WhatsApp, um homem o hostiliza, o chama de “massa de manobra” e diz que, no Porto de Santos, nenhum caminhoneiro vai parar em 29 de abril.
A própria CNTA, no entendimento de transportadores ligados a Chorão, quer retomar o prestígio e manter a estrutura. Na greve do ano passado, a entidade negociou os primeiros acordos com o governo do ex-presidente Michel Temer, mas a paralisação se manteve, evidenciando, para alguns, uma falta de comando entre autônomos que não se sentem representados por sindicatos. Foi ali que Chorão cresceu dentro da classe e passou a conversar com a gestão emedebista.

Tensão

Os transportadores ligados a Dedéco, por sua vez, dizem que Chorão não é caminhoneiro, sugerindo que ele não tem poder para representar a classe. É o que afirmou o caminhoneiro Fabiano “Careca”, de Governador Valadares, ao ministro da Infraestrutura, em vídeo gravado durante a reunião de ontem. “Morei em São Paulo e sei das histórias do Chorão, que é representante de van escolar. Nunca dirigiu um caminhão, não tem ANTT (documento). Mas fica me humilhando e ameaçando de morte”, acusou. Chorão nega as acusações e diz que luta pela categoria.
A reunião entre Freitas e os caminhoneiros teve momentos de tensão. Em um dos momentos, em fala gravada em vídeo, o ministro explica que não é simples ampliar a produção do óleo diesel como em um toque de mágica. “Não é assim (…) a fada madrinha chega, bate lá uma varinha na Petrobras e amanhã estamos produzindo óleo diesel. Nós importamos óleo diesel”, afirmou, ao ser interrompido e pedindo para concluir o raciocínio. “Deixa eu falar, se não, não vamos conseguir ter uma reunião organizada e não vamos chegar a lugar algum”, ponderou. Entre os pontos que ele se comprometeu está o cumprimento do “gatilho” na tabela do frete mínimo, em que se aumenta o valor do frete conforme o diesel é reajustado em 10%.

Caso Natália: família pedirá reconstituição da morte ao Ministério Público

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Para a advogada da estudante, encontrada morta no Lago Paranoá, os exames do IML não descartam a possibilidade de ela ter sido assassinada

A defesa da família de Natália Ribeiro dos Santos Costa, 19 anos, encaminhará esta semana para o Ministério Público um pedido de reconstituição da morte da universitária. Ela foi encontrada sem vida no Lago Paranoá em 1º de abril. Para a advogada da família da jovem, Juliana Porcaro, o laudo cadavérico fortalece a hipótese de homicídio, embora a Polícia Civil trabalhe com a hipótese de afogamento por acidente.

A tese da família é de que Natália foi vítima de homicídio cometido por um jovem de 19 anos, morador da Asa Norte. Ele estava no mesmo churrasco que a estudante, no Clube Almirante Alexandrino (Caalex), na tarde de 31 de março, quando ela morreu. Um vídeo de câmeras de vigilância do Grupamento de Fuzileiros Navais, vizinho ao local da festa, flagrou o casal descendo um barranco junto, até o Lago Paranoá. Correio divulgou o conteúdo do material minuto a minuto.
Segundo a defesa do jovem inverstigado, o resultado dos exames contradiz a versão apresentada pela família de Natália. A Polícia Civil divulgou que a causa da morte de Natália foi asfixia por afogamento. Na autópsia, peritos do Instituto de Medicina Legal (IML) afirmam que as marcas e as escoriações encontradas no corpo da universitária aconteceram após a morte dela.
“O laudo aponta a presença de escoriações por arrastamento no leito do lago. Por isso, acreditamos que o suspeito arrastou e escondeu o corpo. Na nossa interpretação, o circuito mostra ele vendo o corpo de Natália se afogar. É o que as imagens do vídeo demonstram. Não só isso, mas defendemos que ele foi a causa do afogamento”, diz Juliana Porcaro.

Soco

Para a família, o suspeito teria dado um soco na universitária, que acabou desmaiando. “Conseguimos um circuito que mostra que, logo após o afogamento, o suspeito, acompanhado de uma turma de amigos que estavam no churrasco, foi para o Subway da Asa Norte. Não acreditamos na versão que ele estava embriagado.”

Segundo Porcaro, as imagens sugerem que ele aponta a mordida no braço aos amigos e, ainda, faz sinais de socos. “Estamos questionando porque que a polícia não interrogou com precisão o que se passou na lanchonete, que foi dito pelo suspeito”, salienta.
A advogada diz que não é a intenção da família acusar alguém, o que eles esperam é “entender como uma jovem saudável, que sabe nadar, se afogou nas circunstâncias que a polícia acredita e ficou com um corpo tão machucado”.

“Os investigadores estão apurando para confirmar a tese de afogamento para acidente. Não vejo uma investigação dos fatos, vejo uma investigação direcionada para corroborar que tudo não passou de um acidente”, acrescenta Porcaro.

Procurada pelo Correio, a Polícia Civil afirmou, em nota, que as investigações ainda estão em andamento e que o inquérito não foi finalizado.

Exame toxicológico

O resultado do exame toxicológico de Natália Costa indica que a universitária consumiu álcool e drogas antes de ser encontrada morta no Lago Paranoá. Contudo, peritos não conseguem estipular quando a jovem fez o consumo dos entorpecentes.
Conforme este laudo, realizado quase 24 horas após Natália ter falecido, havia a presença de 0,7 miligrama de álcool por litro de ar expelido dos pulmões. As drogas cujos traços foram encontrados são cocaína, metanfetamina e anfetamina.
Conforme fonte policial, o resultado do exame toxicológico corrobora para a tese de afogamento acidental de Natália. A área onde Natália afundou tem cerca de 3 metros de profundidade. A investigação é feita por agentes da 5ª Delegacia de Polícia (Área Central).

Audiência pública discute militarização das escolas no DF

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal promove na noite desta segunda-feira (22) audiência pública para tratar da militarização das escolas públicas no DF. O encontro foi proposto pelo deputado Hermeto (MDB) e acontecerá no plenário às 19h.

O projeto-piloto “Escola de Gestão Compartilhada” prevê a participação de integrantes da Polícia Militar, com a aprovação da comunidade escolar, na gestão disciplinar. As equipes gestoras das unidades de ensino permanecerão com a responsabilidade pela parte pedagógica.

“Com a renovação do governo nas últimas eleições em 2018, vieram também muitas mudanças, entre elas a implementação da militarização em algumas escolas públicas do Distrito Federal. O Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) emitiu parecer favorável ao projeto da militarização das escolas públicas do Distrito Federal”, explica o parlamentar.

Militarização nas Escolas – Iniciada no início do primeiro semestre de 2019, a ação compartilha a gestão de quatro colégios públicos entre os servidores da Educação e da Policia Militar. São eles o Centro Educacional l da Estrutural CED 308 Recanto das Emasl e o CED de Ceilândia.

Moradores da Vila Cauhy recebem Ação Social Dia da Vila neste sábado (27)

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A Administração Regional do Núcleo Bandeirante em parceria com o Circo Teatro Artetude, Policia Militar, Corpo de Bombeiros, Detran, Aeronáutica, Conselho Tutelar, Crea/Cres,  Amovic, Amigos da Visão Instituto Embelleze, estarão promovendo, neste sábado dia 27 de abril, a Ação Social Dia da Vila de caráter comunitário. O evento será realizado na Praça da Vila Cauhy, a partir das 13h.

O objetivo dessa ação é mobilizar a população local, para participar e conhecer os serviços públicos de garantia dos direitos sociais prestados em favor da comunidade local, e proporcionar práticas culturais, recreativas, além de representar um mecanismo importante de ampliação da cidadania e coletividade.

Na programação do evento estão previstas as seguintes ações:

Espaço das Crianças: Circo Teatro Artetude, palestra com Ryan Maia, brinquedos infláveis, sorteios de brindes, refrigerante, cachorro quente, pipoca, algodão doce e dindim.

Serviços: Amigos da Visão, corte de cabelo, atendimento jurídico, ouvidoria e artesanato.

O Corpo de Bombeiros estará presente com várias ações. Haverá a presença do Batalhão de Policia de Cães, Projeto Lobo Guará, Teatro do Detran, ações sociais da Aeronáutica, aulas de lutas e apresentações musicais.

Haverá a inauguração do portal de entrada da Vila Cauhy e todas as atividades são gratuitas.

Serviço

Ação Social – na Praça da Vila Cauhy

Dia 27 de abril

Local e Horário: A partir das 13h, na Praça da Vila Cauhy – Núcleo Bandeirantes

Gratuito

Reguffe é o maior defensor da CPI da Lava-Toga

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Coluna Eixo Capital/Por Ana Maria Campos

O senador José Antonio Reguffe (Sem partido/ DF) é o parlamentar do DF que mais defende o julgamento do impeachment de ministros do STF e a criação da CPI da Lava-Toga, investigação sobre irregularidades nos tribunais superiores.

Mandou bem

Em mais um gesto contra a intolerância, o papa Francisco afirmou em entrevista à rede de tevê britânica BBC que as pessoas que rejeitam os homossexuais “não têm coração humano”.

Mandou mal

Alunos do curso de medicina da Universidade Católica de Brasília teriam tratado com racismo uma colega do curso de direito, durante competição esportiva. A instituição divulgou nota repudiando a atitude.

Tempo passando

O mês de maio quase chegando e o presidente Jair Bolsonaro ainda não enviou ao Congresso a mensagem com o pedido de autorização para o reajuste de 37% para os policiais civis. A primeira parcela de 5% do aumento que estabelece a paridade dos salários da Polícia Civil com os da Polícia Federal estava prevista para abril e seria paga no próximo contracheque. Bolsonaro prioriza a reforma da Previdência. Não quer criar nenhum burburinho. Mas depois da aprovação do projeto ainda pode haver problemas, embora o governador Ibaneis Rocha tenha assegurado que os aumentos das forças de segurança estão mantidos.

Medo

Na avaliação de especialistas em segurança pública, a explosão de caixas eletrônicos no Hotel Golden Tulip, bem ao lado do Palácio da Alvorada, pode ter contribuído para o entendimento do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República de que a Polícia Militar do DF precisa de auxílio em momentos de crise.

Ajuda para os gordinhos

Por iniciativa do deputado Agaciel Maia (PR), a Câmara Legislativa pode melhorar a vida de quem está acima do peso e usa transporte público coletivo. Projeto de lei desobriga os passageiros obesos a passarem pela catraca nos ônibus do DF.

Perda de objeto na ação da carteirada

A ação civil pública proposta pelos promotores da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e Social (Prodep) relacionada à emissão de carteiras funcionais de parentes de autoridades será extinta sem julgamento do mérito. Isso vai acontecer assim que o governador Ibaneis Rocha informar oficialmente à Justiça que decidiu revogar a medida.

Cota para negros em concursos

Projeto da deputada Arlete Sampaio (PT), em tramitação na Câmara Legislativa, determina que 20% das vagas de concursos públicos em órgãos do DF sejam reservadas para negros e negras. Vale a autodeclaração no momento da inscrição.

Enquanto isso… Na sala de Justiça

Carolina Lisboa e Eliene Bastos, as duas advogadas que integraram a última lista eleita pelo Tribunal de Justiça do DF, para o quinto constitucional da OAB/DF, em 2016, devem concorrer novamente agora. O então presidente Michel Temer nomeou o único homem entre os três, o hoje desembargador Roberto Freitas.

Siga o dinheiro

R$ 2,5 milhões

Valor destinado pela Secretaria de Cultura do DF à empresa Instituto de Produção Cultural Brasileira para a organização das festas de aniversário de Brasília, segundo levantamento no Sistema Integrado de Gestão Governamental (SIGGO).

Proibido impor regras

A deputada Julia Lucy (Novo) quer revogar a obrigatoriedade de que condomínios mantenham um espaço livre no vão dos pilotis dos prédios destinado à recreação infantil. Aprovada em dezembro de 1998, a lei de autoria do então deputado Marcos Arruda mudou a cara de muitos blocos que instalaram brinquedos infantis para a criançada. Na justificativa, a distrital aponta: “Percebe-se que, de forma arbitrária e sem qualquer fundamento, o Poder Legislativo realizou uma intervenção geral e abstrata no mercado privando os cidadãos do direito de escolherem sua propriedade privada de acordo com sua preferência”. Projeto da distrital com esse teor tramita na Câmara Legislativa.

Mania de armas

Até no cartão de Boa Páscoa, festa religiosa que simboliza a ressurreição de Cristo, o ex-deputado Alberto Fraga não esquece sua maior mania. Uma arma de chocolate é a mensagem deste domingo.

Regras para patinetes

Os patinetes elétricos chegaram a pelo menos 13 cidades brasileiras e viraram uma febre no país. Mas é preciso regulamentar o uso, como ocorre a qualquer meio de transporte que, segundo o Código Nacional de Trânsito, pode atingir a velocidade de 20 km/h em ciclovias. O deputado Eduardo Pedrosa (PTC) apresentou projeto com esse objetivo.

A pergunta que não quer calar….

A Operação Lava-Jato morreu?

Só papos

“Decidiu-se fazer assim justamente para que o conselho possa escolher os melhores nomes e eliminar pessoas que não estão qualificadas. Isso ajuda a evitar a influência por amizade, interesses ou critérios que não sejam técnicos”

Daniela Teixeira, conselheira federal e ex-vice-presidente da OAB/DF, sobre as regras atuais para escolha dos advogados que concorrem à vaga de desembargador do TJDFT

“Espero que não haja retrocesso na liberdade de escolha da advocacia no processo do quinto constitucional. Antes, os advogados escolhiam entre todos os nomes inscritos. Agora, essa legitimação está sendo negada pelo Conselho”

Juliano Costa Couto, ex-presidente da OAB/DF, numa crítica à mudança dos critérios definidos em sua gestão

Só papos

“Que as mordaças sejam todas desatadas! Mais uma decisão censora foi lançada aos porões da História, com a revogação da liminar que impedia a entrevista da Folha de
São Paulo ao ex-presidente Lula”

Senador Randolfe Rodrigues (Rede/AP)

“Imaginem se todos os presos quiserem igualdade de tratamento e desejarem dar entrevistas. Se fosse para confessar os crimes praticados, até que seria bom”

Senador Alvaro Dias (Pode/PR)

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Previsão do Inmet é de mais chuva forte no DF nesta segunda

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Assim como ocorreu no domingo (21/4), haverá chuva em áreas isoladas, principalmente no fim da tarde

A chuva que provocou estragos no Distrito Federal no último domingo volta nesta segunda-feira (22/4). Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a previsão é de que haverá chuva forte em áreas isoladas, principalmente no fim da tarde.

“Não é possível saber ainda se será uma chuva como a de domingo (21/4), mas tudo indica que ela deve ser forte em alguns pontos”, disse o meteorologista Mamedes Luiz Mello. O céu ficará entre nublado a encoberto, mas o brasiliense deve ver muito sol antes do tempo fechar.
A máxima chegará aos 30ºC, enquanto a mínima ficou nos 16ºC. Como a chuva não deu trégua nos últimos dias, a umidade relativa do ar segue alta, entre 95% e 40%, longe daquelas médias de dias de seca.
Essas variações entre períodos de calor e chuva forte devem continuar. “A chuva só deve diminuir lá para quarta-feira, com possibilidade de dia só de sol na quinta ou sexta”, adiantou o meteorologista do Inmet.

Com 59 anos, Brasília vira metrópole e teme violência

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No dia em que Brasília completa 59 anos, a economista Jane Pias de Oliveira recorda-se da liberdade que tinha para brincar na cidade quando era menina (9 anos), nos primeiros anos da capital federal. “A gente ia para o zoológico de bicicleta. E sabe por onde a gente andava? Naquela faixa do meio do Eixão”, […] The post Aos 59 anos, Brasília vira metrópole e teme violência appeared first on JBr..

No dia em que Brasília completa 59 anos, a economista Jane Pias de Oliveira recorda-se da liberdade que tinha para brincar na cidade quando era menina (9 anos), nos primeiros anos da capital federal. “A gente ia para o zoológico de bicicleta. E sabe por onde a gente andava? Naquela faixa do meio do Eixão”, conta à reportagem da Agência Brasil.
Jane morava na quadra 712 sul, a sete quilômetros do Jardim Zoológico, e fazia com seus colegas da rua um passeio impensável para os dias atuais no Eixo Rodoviário, por causa do intenso tráfego a 80 km/h (velocidade autorizada).

Jornal de Brasília

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Especial 59 anos de Brasília: família – a mãe Jane Pias de Oliveira, os filhos, Eduardo Pias de Oliveira e Luiz fernando de Oliveira, e os netos.

A economista nasceu em outubro de 1958, no antigo Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira, o primeiro do Distrito Federal, hoje Museu Vivo da Memória Candanga, no Núcleo Bandeirante.

“Na minha certidão de nascimento está escrito ‘nascida em Brasília (futura capital federal)’. Eu nasci numa cidade que não existia ainda”, afirma.

O filho de Jane, o estatístico Carlos Eduardo de Oliveira Varanda (38 anos), também não esquece os passeios de bicicleta na infância. “Andava de bicicleta o Lago Norte inteiro [cerca de nove quilômetros de extensão] e não avisava à mãe”. Carlos Eduardo ainda lembra de subir em árvore, pescar no Lago Paranoá e até encontrar bichos, como pequenas cobras, que dividiam o cerrado com casas que habitavam o bairro, hoje praticamente todo urbanizado e construído. “Tinha vida de roça na cidade”, rememora.

Mãe e filho são da primeira e segunda gerações de brasilienses. Aquelas que usufruíram da cidade crianças e adolescentes até os anos 1980, e tiveram o privilégio de viver em um centro urbano ainda não densamente povoado, com pouco trânsito e seguro para as meninos e meninas brincarem livremente.

O pequeno Alexandre (3 anos), da terceira geração de brasilienses, neto de Jane e filho de Carlos Eduardo, jamais terá a liberdade que sua avó ou seu pai tiveram em tempos idos na capital.

“Se minha mãe deixar meu filho do mesmo jeito que me deixava, eu vou ficar preocupado”, admite Carlos Eduardo. “Era mais tranquilo. No trânsito a gente se deslocava rapidinho”, conta Jane que, além de criar Eduardo e mais dois filhos, ainda trabalhava em um banco e estudava na Universidade de Brasília (UnB).

“Nós tínhamos mais segurança para deixar os filhos brincarem na rua. Hoje temos que ir junto”, compara Jane. O veterinário Luís Fernando de Oliveira Varanda (34 anos), também filho dela, tem as mesmas preocupações que o irmão e entretém os seus dois filhos, também brasilienses, em brinquedotecas. “Não temos mais aquela liberdade”, afirma.

Contradições

Menos liberdade por causa de segurança é indicador de que Brasília se tornou uma típica metrópole brasileira. De acordo com o Mapa da Violência 2018, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a taxa que soma homicídios e mortes violentas com causa indeterminada é de 26,5 casos a cada 100 mil habitantes – acima de São Paulo (14,9 casos), Florianópolis (18) e Vitória (23,1).

Para o urbanista e professor emérito da UnB José Carlos Coutinho, a violência tem a ver com a desigualdade socioeconômica entre o Plano Piloto e as regiões administrativas, e as cidades do Entorno e o DF.

Temos concentração perversa da mais alta renda per capita do país em zonas elitizadas, circundados por uma periferia onde não há condições dignas de vida”, diz. Conforme o especialista, há 50 anos na cidade, “essa periferia que cerca a ilha da fantasia que cria esse contraste. Daí vêm as cercas elétricas, muros altos e arame farpado”.

Brasília nasceu saudável, um bebê rosado, lindo, que à medida que foi crescendo foi ficando com a cara do pai, que é o Brasil. Brasília hoje tem as mesmas contradições, desigualdades e injustiças que tem o país. Brasília não poderia ser diferente do Brasil”, complementa o urbanista.

Dados do Atlas Brasil, recentemente divulgados pelo Ipea, indicam que a renda per capita na região metropolitana formada pelo Distrito Federal e Entorno cresceu 41,88% entre 2000 e 2010, houve redução do percentual de pobres (de 17% para 7,2%) e dos extremamente pobres (de 5,21% para 1,96%). O Índice de Gini, que mede a desigualdade, porém, variou pouco; era de 0,65 em 2000 e foi a 0,64 em 2010. O índice varia de zero a um, quanto mais próximo de zero mais igualitária a renda do grupo. Quanto mais perto de um, maior a concentração de renda.

Conforme a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), 401 mil brasilienses formam uma elite com renda média domiciliar mensal de R$ 15,6 mil; 922 mil têm renda média domiciliar de R$ 7,3 mil; 1,2 milhão têm renda média domiciliar de R$ 3 mil; e 307 mil têm renda média domiciliar de R$ 2,4 mil.

“Ocupação anárquica”

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Agefis durante ação em Vicente Pires. Foto: ABr

Além da desigualdade e da insegurança, José Carlos Coutinho lamenta que a ocupação do DF se deu de forma “anárquica” e que os diversos governos não fizeram planejamento, resultando em ocupação indevida de terras e devastação do cerrado. “A cidade veio tropeçando num processo de crescimento alarmante. O futuro nos reserva muitas incertezas. Brasília vai acabar sendo um centro histórico cercado de pobreza por todos os lados”, alerta o urbanista.

A cidade ocupa o quarto lugar em número de automóveis. Conforme o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), há 1,29 milhão de carros emplacados em Brasília – abaixo apenas de São Paulo (5,75 milhões), do Rio de Janeiro (2,04 milhões) e de Belo Horizonte (1,44 milhão).

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Foto: Agência Brasília

O volume de carros é tão grande em Brasília que seria possível colocar todos os habitantes nos automóveis e ainda sobrariam lugares. Segundo projeção do IBGE, Brasília tem 3 milhões de habitantes. Dividindo um indicador pelo outro, chega-se à média de 2,3 pessoas por carro registrado na cidade.

Luís Fernando e Eduardo de Oliveira evitam o trânsito candango morando em superquadras do Plano Piloto, próximas ao trabalho. A mãe deles, Jane, mudou-se há seis meses para Águas Claras, um bairro de classe média alta com prédios de mais de 30 pavimentos, na região administrativa de Taguatinga (antigamente denominada de cidade-satélite).

A noite da espera

Aposentada, Jane foge do trânsito evitando as horas de congestionamento. E, sem se apegar ao passado, aprecia a Brasília de 2019. “Não sou saudosista, gosto de lembrar de algumas coisas. Eu adoro Brasília, acho linda, tem qualidade de vida ótima. [Nos últimos anos], melhorou em urbanização e vida noturna.”

O escritor Milton Hatoum, autor de Dois irmãos, Cinzas do Norte e A Noite da Espera, o último com história ambientada em Brasília no final dos anos 1960, também elogia a Brasília atual. “A cidade ficou verde”. Em sua opinião, a capital não tem mais “a tristeza e a tensão” que são tratadas no seu último livro.

Algumas angústias da trama, Hatoum experimentou. Veio de Manaus para a cidade com 15 anos, longe da família, para estudar o “colegial” no extinto Centro Integrado de Ensino Médio (Ciem), colégio de aplicação então vinculado à UnB. Nos momentos de solidão, conta que contemplava o Lago Paranoá ou ia ver a Igrejinha.

“A cidade estava começando, tinha pouquíssimas árvores e muito barro. Era um cerrado destruído para a construção da cidade”, descreve. O escritor também ia ao Poço Azul. Passeios a cachoeiras nos arredores da nova capital são mencionados no livro e marcados na memória de Hatoum, assim como lugares símbolos da então jovem cidade: a Livraria Encontros, a Pizzaria Kazebre 13, que já não existem mais, o Restaurante Roma e o Bar Beirute, ainda em funcionamento.

O superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Carlos Madson Reis, que vive em Brasília desde 1972, evita espírito nostálgico quanto à quietude da cidade.

Sem negar os problemas apresentados na capital, que faz aniversário neste domingo (21 de abril), ele diz que o Plano Piloto se assemelha até hoje à proposta original de Lúcio Costa, que foi modificada desde o início com alterações como a criação das quadras 400 e 700, a aproximação da área urbana ao lago e a extensão do Eixo Monumental.

Madson Reis avalia que Brasília deixou se ser maquete e que a terceira geração da cidade ocupa “de maneira diferente” o espaço urbano. “Faz uma apropriação menos sacralizada e mais humanizada. Procura se apropriar dos espaços de uma forma mais lúdica. Menos simbólica e mais intensa”, acrescenta.

Gilberto Costa – Agência Brasil –

Domingo de Páscoa: Igreja celebra a Ressurreição de Jesus

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Domingo de Páscoa finaliza a Semana Santa, que relembra os últimos dias da vida de Jesus na terra

O significado da Páscoa não é a troca de ovos e coelhos de chocolate entre crianças e adultos. Para os católicos, o sentido da Páscoa, a principal festa do cristianismo, é celebrar a ressurreição de Jesus Cristo. O Domingo de Páscoa finaliza a Semana Santa, que relembra os últimos dias da vida de Jesus na terra.