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Criança tem que ser criança: quais comportamentos os pais devem permitir, proibir e ficar atentos, segundo educadoras

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“Adultização infantil” voltou ao debate público depois de vídeo viral do influenciador Felca

São Paulo – “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”, diz o artigo 227 da Constituição brasileira. Já o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em seus muitos artigos, garante ao menor o direito de brincar, praticar esportes, divertir-se e de ter preservando sua dignidade, identidade e valores.

Mas afinal, o que é ser criança? A viralização de um vídeo do influenciador Felca sobre adultização infantil tomou o noticiário e as rodas de conversa no Brasil nos últimos dias, trazendo à tona importantes discussões: exposição precoce e sem filtro de crianças por adultos; crianças reproduzindo padrões e atitudes de adultos, sexualização de menores e a falta de uma “vivência de criança” desencadeada pelo excesso de telas que a sociedade atual vive.

Por que a criança tem que ser criança?

De acordo com Audrey Taguti, diretora pedagógica do Brazilian International School – BIS, de São Paulo/SP, a infância é uma fase insubstituível, que deve ser vivida em plenitude para que cada criança desenvolva-se de forma saudável. “No desenvolvimento global do indivíduo, cada degrau é uma fase, e pular etapas faz com que a maturidade não acompanhe o que está sendo vivido”, explica. Para a especialista, a sociedade atual, marcada pela aceleração e pela exposição precoce a estímulos do mundo globalizado, muitas vezes acaba antecipando a primeira infância e impondo experiências que não cabem à idade.

Essa distorção se manifesta em diferentes situações: desde o uso de roupas sexualizadas, que para a criança não passam de vestimentas, mas para a sociedade representam uma exposição desnecessária, até a entrega de celulares e acesso irrestrito às redes sociais, que despertam comportamentos incompatíveis com a faixa etária. “Cada fase precisa ser vivida com seus próprios brinquedos, vivências e limites. Quando isso não acontece, etapas ficam inacabadas”, ressalta Audrey. Para ela, cabe às famílias e escolas fortalecer o caráter das crianças por meio de experiências culturais e pedagógicas — como o contato com o folclore e com brinquedos adequados à idade — e adotar a tecnologia de forma responsável, sempre vigiada por adultos, nunca como substituta da vivência infantil.

O que a criança pode e não pode fazer?

No estágio natural do desenvolvimento, a infância é marcada por momentos de brincadeira livre, experimentação e descobertas. É esperado que a criança explore diferentes tipos de jogos, crie histórias, invente personagens e se envolva em atividades lúdicas que estimulem sua imaginação e criatividade, sempre em um ambiente livre de pressões estéticas ou sociais.

“Conviver com crianças de faixa etária aproximada contribui para o desenvolvimento social e emocional, pois é também nesse contexto que elas aprendem a lidar com regras, resolver conflitos e desenvolver habilidades socioemocionais. Além disso, o faz de conta permanece como uma das formas mais ricas de aprendizado: ao simular papéis sociais, a criança ensaia situações da vida real dentro de um universo seguro, ampliando sua compreensão do mundo e de si mesma”, explica Renata Alonso, coordenadora pedagógica de educação infantil na Escola Bilíngue Aubrick, de São Paulo/SP.

Em contrapartida, comportamentos que antecipam vivências adultas, como o uso frequente de maquiagem, roupas que sugerem uma sexualização da criança, consumo de conteúdos voltados para adultos ou a adoção de posturas que imitem sensualidade, podem interferir nesse processo e devem ser evitados ou redirecionados pelos pais. “Isso não significa proibir toda forma de expressão, mas sim estabelecer limites claros para que a criança se desenvolva de maneira saudável, respeitando seu tempo e maturidade”, ressalta Renata.

Redes sociais e celulares: atenção redobrada

O uso precoce e sem supervisão da internet, aplicativos e das redes sociais é um dos principais vetores da adultização infantil. A exposição exagerada, a comparação com padrões irreais e a busca por validação por meio de curtidas e comentários afetam diretamente a autoestima e a saúde mental.

“Além de proteger a criança contra conteúdos inapropriados e riscos como cyberbullying e assédio, é papel dos pais orientar e estabelecer regras claras sobre tempo de tela, plataformas permitidas e supervisão constante”, alerta Lena Cypriano, coordenadora pedagógica do colégio Progresso Bilíngue, de Campinas/SP. Ela reforça que o ideal é adiar ao máximo a entrada da criança nas redes e incentivar atividades presenciais, contato com a natureza e brincadeiras que estimulem habilidades reais de convivência.

“Muito se discute entre estudiosos em pedagogia a idade ideal para fornecer celulares a crianças, entre os 10 e 14 anos, e sempre com supervisão. Há inclusive países discutindo a proibição total de celulares para crianças e adolescentes, impondo multas para pais, responsáveis e plataformas que não cumprirem. É uma discussão importante, que avançou no Brasil com a proibição dos aparelhos nas escolas, onde temos visto diariamente o efeito positivo nos alunos, com mais concentração durante as aulas”, finaliza.

As especialistas

Audrey Taguti acumula 41 anos de experiência e trabalho em Educação. É formada em Magistério e Pedagogia, possui pós-graduações em Psicopedagogia e Bilinguismo e é especialista em Alfabetização. É diretora pedagógica do Brazilian International School – BIS, de São Paulo/SP desde a fundação do colégio, em 2000.

Lena Cypriano atua há mais de 30 anos na área da Educação. É formada em Pedagogia pela Unicamp e possui especialização em Educação pela Faculdade São Leopoldo Mandic. Com ampla experiência em docência e gestão pedagógica, trabalhou em diferentes segmentos da Educação Básica. Desde 2015, é diretora pedagógica do Colégio Progresso Bilíngue Cambuí, em Campinas/SP.

Renata Alonso é formada em Pedagogia e pós-graduada em Psicomotricidade, com mais de 15 anos de experiência em educação bilíngue. Sua grande paixão são as crianças bem pequenas, e seus estudos são voltados à primeira infância, crianças de 0 a 3 anos. Com um olhar atento ao desenvolvimento integral dos pequenos, Renata acredita que essa fase da vida é crucial para a formação de indivíduos seguros, criativos e capazes de se expressar com confiança. Seu trabalho visa proporcionar um ambiente acolhedor e estimulante para o aprendizado, sempre com foco no cuidado e no afeto.

Escorpiões: casos aumentam no Brasil e biólogo do CEUB orienta como agir em situações de risco

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Com mais de 195 mil acidentes registrados no país, especialista alerta que matar o animal pode ser mais perigoso que deixar vivo

No Brasil, os acidentes por picada de escorpião estão em crescimento e já representam um problema de saúde pública. Em 2024, foram registrados mais de 195 mil casos, segundo dados do Ministério da Saúde. As regiões Sudeste e Nordeste concentram a maior parte das ocorrências, mas o risco é nacional, e especialistas reforçam a importância de saber como agir diante de um encontro com o animal. Fabrício Escarlate, professor de Ciências Biológicas do Centro Universitário de Brasília (CEUB), traz orientações práticas sobre o que fazer ao encontrar um escorpião e os cuidados essenciais para reduzir riscos.
Com a chegada das altas temperaturas e a presença de entulhos e resíduos urbanos, cresce o risco de encontros indesejados com escorpiões em ambientes internos, como casas, apartamentos, ou até em espaços coletivos. O clima propicia o encontro principalmente com os escorpiões amarelos, espécie comum na região Centro-Oeste. “Os escorpiões são discretos e silenciosos, mas podem ser perigosos. Informação e prevenção são nossas melhores ferramentas”, destaca Escarlate.
Segundo o especialista, o mais importante ao encontrar o animal é manter a calma e evitar o contato direto. Apesar disso, muitos ainda tentam matar o escorpião, atitude que, segundo o especialista, aumenta os riscos. “O mais seguro é acionar uma equipe de controle de pragas e, enquanto isso, isolar o espaço. Se necessário, utilizar algum objeto longo para conter o animal, sem nunca usar as mãos. O escorpião não vai correr atrás da pessoa nem atacar de forma ativa. Ele tende a fugir ou se esconder”, orienta.
Fabrício destaca que o cuidado também vale ao encontrar o escorpião sem vida, podendo indicar infestação – que está ligada principalmente às condições ambientais. O docente do CEUB cita o caso do escorpião-amarelo, que se reproduz por partenogênese e todas as fêmeas conseguem gerar filhotes sem machos. “Materiais acumulados, entulho e sujeira atraem baratas, que são a principal fonte de alimento dos escorpiões. Onde há baratas, há chance de escorpião. Nesses casos, é recomendada uma dedetização para maior segurança”, reforça.
Os pets também correm risco
Em caso de picada, a orientação é levar o animal de estimação imediatamente ao veterinário. “Não tente remover o ferrão, não esprema o local nem aplique substâncias caseiras. Só o profissional pode avaliar a gravidade. Mesmo quando não há certeza da picada, a observação é essencial. Mudanças bruscas de comportamento, como apatia ou dificuldade para andar, já são motivo para buscar ajuda”, alerta o professor. Diante desse cenário, prevenção é a palavra-chave: manter a casa limpa, vedar ralos e frestas, evitar acúmulo de entulho e procurar apoio especializado em caso de suspeita de infestação são medidas fundamentais.
Fonte: donnysilva.com.br

Detran-DF fiscaliza mais de 50 vagas especiais em Ceilândia

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Fiscalização identificou 34 infrações e reforça a importância do respeito às vagas especiais
Valquíria Cunha/Ascom Detran-DF
O Detran-DF realizou, nesta sexta-feira (22), uma operação de fiscalização de estacionamento na Região Administrativa de Ceilândia, com foco em vagas especiais destinadas a pessoas com deficiência e idosos. Durante a ação, 55 vagas foram verificadas, e 15 veículos foram autuados por ocuparem essas vagas de forma irregular, sem a devida credencial.
Além disso, 19 infrações foram registradas por veículos estacionados em calçadas ou em locais proibidos, totalizando 34 autuações ao longo da operação.
Para o diretor de Policiamento e Fiscalização de Trânsito, Bruno Baruque, o respeito às vagas regulamentadas para atender pessoas com deficiência e idosos é fundamental para garantir acessibilidade e segurança no trânsito: “A população também pode colaborar, respeitando a sinalização e denunciando irregularidades por meio da Ouvidoria do Detran-DF, pelo telefone 162 ou pelo site Participa DF”, destacou.

Mutirão do Eletrônico acontece em escolas públicas e particulares da zona norte de São Paulo

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Parceria do Magalu com Movimento Circular soma mais de 100 escolas inscritas possibilitando formação para mais de 400 pessoas

A segunda edição do Mutirão do Eletrônico, iniciativa do Magalu em parceria com o Movimento Circular, que acontece na zona norte de São Paulo, soma 102 escolas inscritas na capital paulista, sendo 10 do Centro Paula Souza, 24 particulares e 68 estaduais. A mobilização envolve 408 gestores, coordenadores e educadores. A formação desses profissionais para atuação no projeto já foi iniciada. A ação conta, ainda, com parceria da Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (ABREE), da Diretoria de Ensino da região, vinculada à Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, e do Centro Paula Souza, responsável pelas ETECs.

 

Desde 2021, o programa de logística reversa do Magalu já coletou e destinou para a reciclagem cerca de 113 toneladas de resíduos eletroeletrônicos. Hoje a companhia disponibiliza pontos de coleta desses materiais em todas as lojas físicas – cerca de 1245 em todo o país.

 

“Esse tipo de mobilização ajuda as pessoas a se livrarem de produtos que já não usam mais e muitas vezes não sabem onde descartar corretamente”, diz Luiza Helena Trajano. “Quando professores e estudantes se engajam, tudo acontece. A escola tem o poder de envolver famílias, vizinhos e toda a comunidade para cuidar do nosso planeta”.

 

Como vai ser?

 

Para 2025, a iniciativa conta com o apoio do Movimento Circular no engajamento e na formação de professores e alunos em temas como economia circular, consumo consciente e reciclagem.

Com o cadastro das escolas no projeto, a coleta dos eletroeletrônicos acontece entre 15 e 30 de setembro. Antes disso, o Movimento Circular conduz uma etapa de capacitação dos professores, que já começou, para que sejam agentes multiplicadores do tema dentro das escolas, junto aos estudantes.

“O Mutirão do Eletrônico é mais do que uma ação pontual: é uma oportunidade de educar para o futuro, gerar impacto positivo e engajar a comunidade escolar em práticas sustentáveis”, afirma Vinicius Saraceni, do Movimento Circular. “Temos muito orgulho de fazer parte desse projeto.”

 

Após o encerramento da fase de arrecadação, os resíduos serão pesados e encaminhados pela ABREE às empresas recicladoras parceiras. Esses parceiros são responsáveis por separar os componentes e garantir a destinação ambientalmente adequada de cada material coletado.

 

Para Robson Esteves, presidente da ABREE, o propósito da entidade é fazer com que a logística reversa seja cada vez mais discutida na sociedade e incorporada à formação dos jovens. “Iniciativas como esta reforçam a importância do descarte ambientalmente correto de eletroeletrônicos e eletrodomésticos, promovendo um impacto positivo e despertando um engajamento coletivo em prol de práticas sustentáveis.”

 

Sobre o Movimento Circular.

 

O Movimento Circular é um catalisador da transição para a economia circular na América Latina. Atua como um ecossistema colaborativo que impulsiona mudanças reais por meio da educação, comunicação, cultura e inovação, promovendo espaços de diálogo, conhecimento acessível e articulação entre diferentes setores da sociedade. Reconhecido como a maior iniciativa aberta de educação para a Economia Circular na região, conecta pessoas, empresas, organizações e o poder público, formando redes de colaboração que valorizam a diversidade de olhares e soluções locais. Já impactou milhares de pessoas por meio de dezenas de ativações, projetos e programas desenvolvidos  — sempre com a convicção de que a colaboração é o caminho para um futuro onde tudo se transforma e nada mais vira lixo. Saiba mais: https://movimentocircular.io/

Sobre o Magalu

O Magalu é a empresa que está digitalizando o varejo brasileiro. Desde maio de 2011, a companhia é listada no Novo Mercado da B3. Nos últimos anos, fez diversas aquisições, consolidando sua presença nacional. Além de quase 1.245 lojas, em 20 estados do país, o Magalu conta com mais seis marcas online (Netshoes, Zattini, Época Cosméticos, Estante Virtual e KaBuM!), mais de 360000 sellers em seu marketplace, e a plataforma de food delivery aiqfome. O app da companhia é acessado por mais de 50 milhões de usuários ativos mensais. Sua política de gestão de pessoas foi reconhecida com diversos prêmios.

Sobre a ABREE

Fundada em 2011, a ABREE – Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos – é uma entidade gestora sem fins lucrativos, que define e organiza o gerenciamento da implementação do sistema coletivo de logística reversa de produtos eletroeletrônicos e eletrodomésticos, promovendo economia de grande escala. Com 54 associados que representam 182 marcas, a ABREE é responsável pelo gerenciamento através da contratação, fiscalização e auditoria dos serviços prestados por terceiros, além de contribuir com informações para todos os envolvidos da cadeia, responsáveis pela viabilização da logística reversa de eletroeletrônicos e eletrodomésticos no país. Para mais informações, acesse http://abree.org.br/

Gestão Caiado lidera avaliações em Segurança Pública, Educação e Políticas Sociais

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Nova rodada da pesquisa Genial/Quaest aponta que governo estadual ocupa a segunda posição em outras cinco áreas avaliadas; governador é o mais bem avaliado do país

Ações estratégicas e investimentos pesados nas áreas de segurança, educação e políticas sociais deram ao Governo de Goiás os melhores índices de aprovação do país – Fotos: Secom

 

 

A gestão do governador Ronaldo Caiado tem os melhores índices de avaliação do país em três áreas de atuação: Segurança Pública, Educação e Políticas Sociais. Os dados são da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta sexta-feira (22/8). Realizado entre 13 e 17 de agosto, o levantamento abrange oito estados: Goiás, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

A pesquisa mostra na Segurança Pública, 74% dos goianos consideram “positiva” a atuação do Governo de Goiás. Distante 25 pontos percentuais, o Paraná ficou em segundo lugar, com avaliação positiva de 49%, seguido por Minas Gerais, 38%. As piores avaliações em Segurança Pública são de São Paulo, com 28%; e do Rio de Janeiro, com 14%.

Na Educação, o índice de positivo alcança 71%. O segundo colocado, Paraná, tem 62%; e o terceiro, Pernambuco (55%). Em último está o Rio de Janeiro, com 27% de menções positivas. Já na avaliação de Políticas Sociais, Goiás atinge 50% de positivo, seguido por Paraná (47%) e Pernambuco (33%). A pior avaliação também é no Rio de Janeiro (20%).

Em outras cinco áreas a gestão goiana ocupa a vice-liderança entre as mais bem avaliadas do país. São elas: emprego e renda (60% das menções positivas); habitação (60%); infraestrutura e mobilidade (54%); saúde (45%); e transporte público (44%).

Por trás dos números

A satisfação manifestada pela população goiana na pesquisa Genial/Quaest é reflexo dos resultados obtidos pela gestão do governador Ronaldo Caiado em seis anos e meio de trabalho. Na Segurança Pública, Goiás apresenta queda contínua dos principais indicadores de criminalidade, como homicídio doloso (62%), latrocínio (95%) e roubo a comércio (92%), na comparação entre 2018 e 2025. Também houve expressivos investimentos em formação, integração e serviço de inteligência das forças de segurança.

Na Educação, Goiás é hoje primeiro lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O estado também conquistou o 2º lugar no ranking nacional de alfabetização infantil na idade certa, de acordo com avaliação do Ministério da Educação (MEC). Os resultados são frutos de ações como o investimento em reforma e construção de escolas, a criação de programas inovadores de combate à evasão escolar, além a reestruturação da carreira docente, corrigindo distorções históricas.

 

A gestão estadual criou ainda o Goiás Social, que já aplicou mais de R$ 8 bilhões em políticas públicas voltadas para a área desde 2019. Coordenado pela primeira-dama Gracinha Caiado, o programa atua nas mais variadas frentes: moradia, capacitação, educação, suporte a mães em situação de vulnerabilidade e mulheres vítimas de violência. Entre os resultados mais expressivos, está o fato de que Goiás atingiu o menor nível de extrema pobreza do país, com apenas 0,8% da população nessa faixa.

Sobre a pesquisa

A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest foi realizada de 13 a 17 de agosto de 2025 nos estados de Goiás, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Os pesquisadores entrevistaram pessoas a partir de 16 anos. O nível de confiabilidade do conteúdo é de 95%. Em Goiás, o levantamento ouviu 1.104 eleitores em 52 municípios.
Na sondagem, Caiado aparece com o índice recorde de aprovação popular (88%). Trata-se do governador mais bem avaliado do Brasil. O goiano é seguido por Ratinho Júnior (PR), com 84%; Tarcísio de Freitas (SP), 60%; Jerônimo Rodrigues (BA), 59%; Eduardo Leite (RS), 58%; Romeu Zema (MG), 55%; Raquel Lyra (PE), 51%; e Claudio Castro (RJ), 43%.

BRB chega ao Maranhão e assume operações de alvarás judiciais no Tribunal de Justiça do estado

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O Banco BRB assumiu a gestão das operações de alvarás judiciais do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), em uma carteira que totaliza R$ 2,8 bilhões. A novidade marca a chegada da instituição no estado do Maranhão, em linha com o seu planejamento estratégico para ampliação da base de clientes e frentes de atuação, e contribui para o crescimento da carteira de depósitos judiciais do banco, que vai superar os R$ 29 bilhões.

Além da gestão dos depósitos judiciais, o BRB pretende ampliar sua atuação no estado, oferecendo soluções financeiras completas, inovadoras e alinhadas às necessidades da população maranhense.

Com o início da operação junto ao TJMA, o BRB também reforça sua posição como parceiro estratégico do Judiciário brasileiro. Banco também operacionaliza o pagamento dos depósitos judiciais junto aos Tribunais do Distrito Federal (TJDF), da Paraíba (TJPB), de Alagoas (TJAL) e da Bahia (TJBA).

As operações de pagamento de alvarás utilizarão o BRBJus, plataforma digital própria da instituição, ágil, que moderniza a administração das contas judiciais e incorpora soluções pioneiras, como o Pix Judicial, que permite a liberação de alvarás em tempo real.

Para o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, a presença da instituição no Maranhão fortalece a estratégia nacional do Banco:

“O Maranhão passa a fazer parte da trajetória de crescimento do BRB. Assumimos a gestão dos depósitos judiciais com a missão de contribuir para uma Justiça mais ágil e eficiente, mas também queremos estar cada vez mais próximos dos maranhenses, levando um banco moderno, competitivo e conectado às necessidades da sociedade”, afirmou.

Saiba mais

Desenvolvido em parceria com diversos tribunais do País, o BRBJus já movimentou R$ 31,6 bilhões em depósitos judiciais desde 2021, ano de implantação do sistema. Além disso, viabilizou o processamento de mais de R$ 1,5 milhão de alvarás e tornou-se referência no setor. Atualmente, mais de 95% dos alvarás expedidos nos estados onde o sistema opera utilizam o Pix Judicial, levando praticidade e inovação aos processos do setor.

 

Famílias que viviam em casas de palafitas recebem novas moradias em Guarujá (SP)

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Programa Favela Porto Cidade garante dignidade às famílias reassentadas e prepara área portuária para expansão futura

 

Casas destinadas a famílias que viviam em palafitas no Complexo da Prainha – Foto: Jonilton Lima/MPor

 

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, esteve nesta quinta-feira (21) na cidade de Guarujá (SP) para participar da entrega de 73 novas unidades habitacionais no loteamento Parque da Montanha. As casas são destinadas a famílias que viviam em palafitas no Complexo da Prainha, na margem esquerda do Porto de Santos, e agora passam a contar com moradia adequada e infraestrutura completa.

A ação integra o programa Favela Porto Cidade, que nasceu da necessidade de conciliar crescimento portuário com dignidade social. O convênio, firmado entre a Prefeitura de Guarujá e a Autoridade Portuária de Santos (APS), prevê a construção de 649 unidades habitacionais até 2026. Somadas às etapas já concluídas, 1.317 famílias foram realocadas da área portuária, em uma das maiores iniciativas de reassentamento urbano da região.

Segundo o ministro Silvio Costa Filho, a entrega de novas unidades simboliza cidadania e futuro para as comunidades. “Uma ação cidadã do Governo Federal. Ao lado da Autoridade Portuária de Santos, queremos zerar as palafitas e deixar a margem do porto 100% sem favelização, promovendo um grande projeto de reurbanização e cidadania”, disse.

Mais dignidade

As novas moradias oferecem condições básicas de conforto, segurança e infraestrutura, com ligações individuais de água e energia, revestimento em piso frio e ambientes adaptados ao uso familiar. Para muitas famílias, representa a concretização de um sonho. A balconista Luiza Carla da Silva Pereira, beneficiada nesta etapa, lembrou das dificuldades do passado. “Quando chovia, minha casa se enchia de água e eu até perdia móveis. Agora estou feliz por meus filhos não terem que pisar na lama. É um sonho realizado”, afirmou.

O prefeito de Guarujá, Farid Madi, destacou a longa trajetória do projeto. “Esse sonho aqui nós sonhamos juntos. Eu estou muito feliz de estar aqui depois de tanto tempo e ver que esse sonho está se concretizando e mudando vidas”.

Transformação

O presidente da APS, Anderson Pomini, lembrou que a mudança ultrapassa a esfera da habitação. “Não é possível que o maior equipamento de logística do Hemisfério Sul, responsável por grande parte da riqueza do país, conviva com pessoas em condições precárias de palafitas. Esse programa corrige essa desigualdade, garantindo moradia digna e qualidade de vida”, afirmou.

A retirada gradual das famílias que viviam em áreas de palafitas também é essencial para o futuro do Porto de Santos. A liberação da margem esquerda possibilita a reurbanização e a expansão das operações portuárias, aumentando a segurança da navegação e criando novas oportunidades de negócios. Assim, o projeto concilia justiça social com planejamento logístico, beneficiando a população local e fortalecendo a infraestrutura portuária.

As entregas de ontem se somam a outras etapas já concluídas. Em 2020, as primeiras 180 unidades foram entregues, após uma década de paralisação das obras. Em 2023, mais 90 famílias receberam as chaves. Agora, com as 73 casas entregues neste semestre, o projeto mantém ritmo e consolida o Parque da Montanha como o maior empreendimento habitacional em execução na Região Metropolitana da Baixada Santista. Até a conclusão, prevista para 2026, centenas de famílias ainda serão beneficiadas.

 

Podcast Advogado 10X abre espaço para debates sobre o futuro do direito com autoridades do setor

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Nova produção comandada por Cristiano Ferreira conecta a advocacia tradicional às transformações do mercado jurídico por meio de entrevistas com juízes, presidentes da OAB, advogados e estudantes de direito, fundadores de startups e especialistas em inovação.

O universo jurídico brasileiro ganha um novo espaço de debate com a estreia do Pod 10X, o podcast do Advogado 10X, idealizado e apresentado por Cristiano Ferreira, advogado e especialista em negócios jurídicos. O programa propõe conversas diretas sobre gestão, inovação e empreendedorismo jurídico, reunindo personalidades como magistrados, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil, fundadores de lawtechs, advogados, estudantes de direito e professores de referência na área.

Com linguagem acessível e voltada à prática, o podcast se diferenciará por abordar de forma objetiva temas que impactam diretamente a rotina dos escritórios. “A ideia é criar um palco de debates para que advogados, gestores e formadores de opinião possam discutir não apenas o Direito em si, mas o futuro da profissão e a forma como o setor se organiza como negócio”, afirma Ferreira.

O projeto surge em um contexto de mudanças aceleradas no mercado. Segundo dados da AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs), o Brasil já concentra mais de 430 startups jurídicas, número que coloca o país entre os mais ativos do mundo em inovação aplicada ao Direito. Paralelamente, o relatório Justiça em Números do CNJ (2024) aponta que o Brasil possui mais de 84 milhões de processos em tramitação, reforçando o desafio de eficiência e gestão para os escritórios.

O podcast se insere nessa realidade como uma ferramenta de atualização e troca de experiências. Entre os temas previstos para os primeiros episódios estão inteligência artificial na advocacia, gestão financeira para escritórios, captação ética de clientes e internacionalização do mercado jurídico. “O advogado precisa dominar novas competências além da técnica. Em programas semanais, o programa vai mostrar como unir tradição e modernidade em uma profissão que ainda responde por 70% das demandas de serviços no país”, completa Ferreira.

Com trajetória de mais de 28 anos na advocacia, o especialista lidera projetos de educação executiva, parcerias estratégicas e eventos de grande porte, como o Imersão Advogado 10X, que reunirá alguns dos principais nomes do empreendedorismo digital e da advocacia brasileira, que em novembro reunirá 2.500 advogados em Alphaville.

Disponível nas principais plataformas de streaming, o podcast buscará se consolidar como referência em conversas sobre o futuro da profissão, funcionando como uma ponte entre a advocacia tradicional e o novo mercado jurídico digital e empresarial.

Serviço

Podcast Advogado 10X
Estreia: agosto de 2025
Periodicidade: episódios semanais
Onde ouvir: Spotify, Apple Podcasts e demais plataformas de streaming
Apresentação: Cristiano Ferreira, advogado e especialista em negócios jurídicos
Formato: entrevistas com juízes, advogados e estudantes de dieito, presidentes da OAB, fundadores de lawtechs e especialistas em inovação

 

Sobre Cristiano Ferreira
Cristiano Ferreira é empreendedor jurídico e fundador do Grupo Advogado Adv10x, a maior comunidade de negócios entre advogados do Brasil, com mais de 25 mil profissionais conectados. À frente da organização, lidera iniciativas que integram educação, autoridade, networking, inovação e soluções práticas para a advocacia moderna, com atuação no Brasil e no exterior. É responsável pela construção de parcerias estratégicas, como a firmada com o BTG Pactual que hoje se posiciona como banco oficial da advocacia e a mentoring League Society, grupo liderado por Flávio Augusto.

Idealizador da primeira escola de negócios jurídicos do país inspirada no modelo da G4 Educação, Cristiano tem como missão transformar a carreira tradicional dos advogados em trajetórias de protagonismo e alta performance. Seu trabalho é voltado à preparação de profissionais para um mercado jurídico mais competitivo, tecnológico e orientado a resultados, combinando visão empresarial com formação técnica e inteligência de mercado.

Para mais informações, acesse o instagram ou pelo youtube.

 

Sobre o Grupo Advogado Adv10x

O Grupo Advogado Adv10x é o maior ecossistema jurídico-empresarial do Brasil, com mais de 25 mil advogados conectados em uma comunidade dedicada à profissionalização da advocacia. Fundado e liderado por Cristiano Ferreira, advogado com 28 anos de carreira e especialista em negócios jurídicos, o grupo integra soluções em educação, eventos, tecnologia, contabilidade, networking e posicionamento estratégico voltadas à nova advocacia.

Com atuação nacional e presença também em Portugal, a organização tem como missão transformar o modelo tradicional de escritórios em estruturas empresariais sustentáveis. A Adv10x foi pioneira na criação de uma escola de negócios jurídicos inspirada na G4 Educação, oferecendo formação prática em áreas como marketing jurídico, finanças, gestão de carreira e processo civil.

Em 2025, firmou parceria inédita com o BTG Pactual, que passou a ser o banco oficial da advocacia no país, oferecendo atendimento especializado, mentorias financeiras e presença em eventos promovidos pelo grupo. O Adv10x também é referência na aplicação de inteligência artificial na rotina jurídica, com ferramentas próprias que automatizam tarefas operacionais e aumentam a previsibilidade de resultados.

Professor enfrenta múltiplas cirurgias após acidente de patinete elétrico

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Hospital de Base registra aumento de atendimentos e reforça necessidade de cuidados
Por Ivan Trindade
No dia 7 de agosto de 2025, o professor Thiago Cesar, de 39 anos, atravessava a avenida W3 rumo à W2, próximo ao Brasília Shopping, quando sofreu um grave acidente de patinete elétrico. “Um carro jogou luz alta sobre mim, precisei desviar e o patinete deu uma guinada muito forte. Fui arremessado direto contra o shopping”, relembra.
O socorro foi imediato, mas a gravidade da lesão o levou ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), onde já passou por mais de duas cirurgias para tratar uma fratura exposta na perna. “O atendimento está sendo muito bom, mas é um processo lento”, afirma Thiago, ansioso para retornar à normalidade.
Casos como o de Thiago vêm chamando a atenção dos profissionais. Levantamento da Central do Trauma do HBDF mostra que, apenas em abril de 2025, foram 11 atendimentos a vítimas de acidentes com patinetes elétricos. Em maio e junho, houve seis registros em cada mês, sete em julho e quatro até o dia 19 de agosto. A tendência é de alta, já que novas ocorrências chegam ao hospital todos os meses.
Segundo o chefe da Ortopedia do HBDF, Rodrigo do Carmo, a situação preocupa. “Ao alugar um carro, há seguro para cobrir acidentes. Já com o patinete isso não acontece em Brasília. O aumento desses casos tem impacto direto na rotina dos pacientes e das equipes médicas”, afirma.
A internação de Thiago envolveu procedimentos complexos: fixação externa da fratura, limpeza, antibióticos, avaliação de infecção e, posteriormente, colocação de placa, parafusos e haste intramedular.
Além das fraturas graves, há também atendimentos de menor intensidade, mas que demandam estrutura. “Contusões e torções exigem exames de imagem, consultas ambulatoriais e sessões de fisioterapia”, completa o ortopedista.
Recuperação vai além do centro cirúrgico
O fisioterapeuta André Luiz Maia, especialista em traumato ortopedia e desportiva do HBDF, lembra que a reabilitação é tão importante quanto a cirurgia. “O médico reconstrói a parte anatômica, mas é a fisioterapia que devolve a funcionalidade. Nosso papel é guiar o paciente no retorno à autonomia, seja para andar, tomar banho sozinho ou voltar ao trabalho”.
O processo é gradual: primeiro o controle da dor e do inchaço, depois exercícios de mobilidade, fortalecimento e, por fim, atividades práticas como subir escadas ou levantar-se de uma cadeira. “Nos acidentes de patinete, geralmente são jovens e ativos que, de repente, perdem a independência. Por isso, além da recuperação física, trabalhamos a confiança e a reinserção social”, explica.
Outro ponto essencial é a prevenção de complicações futuras, como rigidez articular, perda de massa muscular e dificuldades de locomoção. “Orientamos sobre o uso correto de muletas, segurança nas atividades do dia a dia e retomada gradual dos esforços. O impacto não é só clínico, mas social: o paciente muitas vezes fica afastado do trabalho e perde qualidade de vida. Nosso papel é devolver autonomia e confiança”, reforça André.
A história de Thiago e os números recentes reforçam a necessidade de conscientização. Para os especialistas, a mensagem é clara: práticos, os patinetes elétricos também representam riscos. Já para Thiago, que ainda segue internado no Hospital de Base, permanece o alerta aos usuários dos patinetes. “Minha dica é: use equipamentos próprios, com manutenção garantida, e nunca dispense os itens de proteção”, conclui.

Senadora Teresa Leitão conduz audiência na Comissão de Educação sobre o novo Plano Nacional de Educação

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A Comissão de Educação (CE) do Senado Federal realizou, nesta terça-feira (19), a penúltima audiência pública do ciclo de debates sobre o novo Plano Nacional de Educação (PNE), que terá validade de 2024 a 2034 (PL 2.614/2024). A iniciativa integra o calendário de discussões estabelecido pela presidente da comissão, senadora Teresa Leitão (PT-PE), que também é integrante da Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ).

Entre os participantes da audiência, estiveram presentes Denise Pires de Carvalho, presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes); Dalila Andrade Oliveira, diretora de Cooperação Institucional, Internacional e Inovação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Marcia Angela da Silva Aguiar, presidente da Fundação Joaquim Nabuco; e Julieta Palmeira, gerente do Departamento Regional do Centro-Oeste da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Segundo a senadora Teresa Leitão, o encontro cumpriu de forma expressiva seu papel dentro do ciclo de debates. “Duas instituições vinculadas ao MEC e duas ligadas às áreas de fiscalização e tecnologia mostraram a aproximação da educação. Há uma base comum em todas essas instituições, que também está no cerne do Plano Nacional de Educação (PNE). A organização das propostas educacionais em todos os níveis, corrigindo falhas e buscando uma educação inclusiva e de qualidade, com valorização dos profissionais e conexão com a cultura, a ciência e a tecnologia, foi evidenciada de forma clara. Essa mesa conseguiu mostrar isso com estratégia de análise e conteúdo pedagógico e científico que serão muito importantes”, destacou.

O PNE estabelece diretrizes, metas e estratégias para a política educacional brasileira ao longo de dez anos. A partir do documento, governos federal, estaduais e municipais estruturam seus planos locais, definem prioridades, direcionam investimentos e organizam a execução de políticas públicas para o setor.

Atualmente, o texto está em discussão na Câmara dos Deputados, sob relatoria do deputado federal Moses Rodrigues (União–CE), também integrante da Frente Parlamentar Mista da Educação (FPeduQ).

Sobre a FPeduQ

Lançada no dia 10 de maio de 2023, a Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ) tem como objetivo discutir no Congresso Nacional melhorias nos programas de acesso à educação, como FIES e Prouni, além da qualidade do ensino, inovação e tecnologia na educação, reforma tributária e outras pautas importantes.

O setor particular de ensino é responsável pela educação de mais de 15 milhões de brasileiros, dos quais 90% são das classes C, D e E. Além disso, é responsável por 77% dos alunos no ensino superior e 20% no ensino básico.

A frente é presidida pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC) e tem como vice-presidente na Câmara o deputado Átila Lira (PP-PI). No Senado, Nelsinho Trad (PSD-MS) é o vice.