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Multa automática e mais poder ao trabalhador: nova lei trabalhista muda regras das férias

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Especialista em Direito do Trabalho, Glauco dos Reis da Silva explica os impactos das últimas alterações na CLT

Aprovada em 2025, a nova lei trabalhista manteve os 30 dias de férias remuneradas, mas trouxe mudanças importantes no aviso, fracionamento e fiscalização. Agora, as empresas são obrigadas a informar o período de férias com pelo menos 30 dias de antecedência, por escrito. A nova legislação fortalece o controle sobre prazos e dá mais autonomia ao trabalhador.

Uma das novidades é a multa automática aplicada às empresas que não concederem férias dentro do prazo legal. Antes, era necessário recorrer à Justiça. Agora, a penalização ocorre de forma imediata, agilizando a fiscalização e ampliando a proteção ao empregado. A medida busca coibir atrasos e irregularidades frequentes.

O fracionamento das férias segue permitido, mas com critérios mais rígidos. O primeiro período deve ter, no mínimo, 14 dias, e os outros dois, ao menos 10 dias cada. Não serão mais aceitos períodos inferiores a uma semana. A empresa também precisa justificar a divisão formalmente e o trabalhador pode recusar a proposta.

“O novo modelo corrige distorções que, na prática, enfraqueciam o descanso do trabalhador. A exigência de aviso prévio por escrito e a multa automática equilibram a relação entre patrão e empregado, garantindo maior transparência e segurança jurídica”, afirma o advogado trabalhista Glauco dos Reis da Silva.

Além das férias, a nova legislação reforça direitos como o 13º salário integral, depósito do FGTS e o direito à desconexão, que impede exigências fora do expediente. Com essas mudanças, a CLT se alinha a práticas mais modernas, sem comprometer a proteção do trabalhador.

Guaratuba amplia proteção ambiental com apoio de programa de conservação focado no litoral paranaense

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Com recursos do Biodiversidade Litoral do Paraná (BLP), projetos fortalecem fiscalização, combate ao desmatamento e ações educativas em áreas de preservação como o Parque Natural Municipal Lagoa do Parado

Com 97% do território coberto por áreas naturais, Guaratuba, no litoral do Paraná, tem ampliado as políticas públicas voltadas à conservação ambiental com o apoio do Programa Biodiversidade Litoral do Paraná (BLP), iniciativa que fortalece Unidades de Conservação (UCs) da região e tem o gerenciamento operacional e financeiro feito pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO). Por meio de investimento do Programa, a Prefeitura de Guaratuba está adquirindo equipamentos, promovendo capacitação de equipes e fortalecendo a conservação da biodiversidade.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente conduz, atualmente, quatro projetos com recursos do BLP, que já possibilitaram a aquisição de embarcação, drones, veículos e outros equipamentos para o monitoramento, especialmente em áreas de difícil acesso. “Guaratuba tem 97% do território formado por áreas naturais, matas e rios. Nosso desafio é grande, mas estamos conseguindo mostrar que com vontade, equipe técnica e apoio dos editais certos, é possível fazer a conservação acontecer de verdade”, afirma Edgar Fernandez, biólogo e diretor da Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Prefeitura de Guaratuba.

A atuação da equipe técnica, formada por biólogo, engenheiro florestal, analista e agentes de fiscalização tem sido reforçada por parcerias com universidades, órgãos estaduais e a Polícia Ambiental. Juntos, são realizadas ações de combate à caça e pesca predatórias, resgate de fauna e resposta a eventos climáticos extremos.

Foco é na Lagoa do Parado 

Um dos principais focos das ações da Prefeitura de Guaratuba com os recursos do BLP é o Parque Natural Municipal Lagoa do Parado, criado por decreto municipal em 2004. Com 3.600 hectares de manguezais, áreas alagadas e floresta ombrófila densa, a UC é considerada um verdadeiro santuário ecológico da Baía de Guaratuba, com presença de espécies ameaçadas como o bicudinho-do-brejo (Formicivora acutirostris).

Além das ações de fiscalização e monitoramento, a Prefeitura também aposta na educação ambiental e no fortalecimento da identidade do território. Um dos eixos de trabalho envolve o uso de imagens captadas na própria UC para produzir e estimular o sentimento de pertencimento entre moradores da cidade e a natureza ao redor. O trabalho no Parque inclui etapas estruturantes como a revisão de limites da unidade, em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), a criação de um Conselho Gestor e a elaboração do plano de manejo.

“Estamos usando imagens da nossa biodiversidade, da fauna e flora locais, para mostrar à população o quanto esse espaço é valioso. Isso cria vínculo e faz com que a comunidade se sinta parte da preservação”, explica Edgar. A expectativa é de que, ao fim de dois anos, a Lagoa do Parado esteja formalmente consolidada como UC, com gestão participativa e monitoramento contínuo.

Reconhecida como parte da Grande Reserva Mata Atlântica, o maior remanescente contínuo de floresta do bioma no Brasil, a Lagoa do Parado também integra o Sítio Ramsar — título internacional concedido a áreas úmidas de importância ecológica. Junto de outras unidades, como a APA Estadual de Guaratuba, o Parque Estadual do Boguaçu e os parques nacionais Saint-Hilaire/Lange e Guaricana, compõem um mosaico de grande importância à preservação da fauna, flora e dos recursos hídricos da região.

Para consultar os projetos em andamento da Prefeitura de Guaratuba e de outras iniciativas apoiadas pelo BLP, clique aqui.

Sobre o Programa Biodiversidade Litoral do Paraná

Criado em 2021, o Programa Biodiversidade Litoral do Paraná promove a conservação, a pesquisa e o uso responsável dos recursos naturais, fortalecendo Unidades de Conservação e impulsionando o desenvolvimento sustentável do litoral paranaense. Financiado pelo Termo de Acordo Judicial (TAJ) firmado após o vazamento de óleo ocorrido em 2001, o Programa investirá mais de R$ 110 milhões em iniciativas estratégicas ao longo de dez anos.

A governança do programa é compartilhada entre organizações da sociedade civil, instituições de ensino superior e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO), supervisionados pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Paraná. A gestão financeira e operacional do Programa é realizada pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO). Para saber mais, acesse www.biodiversidadelitoralpr.com.br.

 

MCCE repudia retrocessos contra a Lei da Ficha Limpa no Senado

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Brasília/DF – O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) divulgou Nota Pública em que repudia os ataques à Lei da Ficha Limpa promovidos por projetos em tramitação no Senado Federal.

Nesta terça-feira (26), deve ser votado o PLP 192/2023, que flexibiliza prazos de inelegibilidade e pode permitir que políticos condenados retornem às urnas antes de cumprir integralmente suas sanções. O MCCE alerta ainda para o PLP 112/2021, que ameaça pilares fundamentais da Lei da Ficha Limpa e do sistema de fiscalização eleitoral.

Para o Movimento, ambos os projetos representam graves retrocessos democráticos, favorecendo exclusivamente interesses da classe política em detrimento da ética, da transparência e da vontade popular.

A entidade conclama a sociedade a se mobilizar e pressionar os senadores para rejeitar as propostas. “A Lei da Ficha Limpa é patrimônio do povo brasileiro e sua defesa é um dever coletivo”, afirma o MCCE.

 

Veja a íntegra:

 

Nota Pública

MCCE REPUDIA O ATAQUE À LEI DA FICHA LIMPA POR MEIO DO PLP 192/2023 E DO PLP 112/2021

O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) vem a público manifestar repúdio às recentes investidas do Senado Federal contra a Lei da Ficha Limpa, uma das mais importantes conquistas da sociedade brasileira no combate à corrupção e na defesa da ética na política.

Nesta terça-feira, 26 de agosto, está prevista para votação no Plenário do Senado a apreciação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 192/2023, que representa um grave retrocesso à legislação eleitoral. Tal projeto enfraquece diretamente os dispositivos da Lei da Ficha Limpa ao flexibilizar os prazos de inelegibilidade, permitindo que políticos condenados por crimes graves retornem mais rapidamente às urnas, mesmo sem o cumprimento integral das sanções previstas em lei.

Aprovada em 2010 por meio de iniciativa popular, com o apoio de mais de 1,6 milhão de brasileiras e brasileiros, a Lei da Ficha Limpa tornou-se símbolo do engajamento cívico e da luta contra a impunidade. Enfraquecê-la é desrespeitar a vontade popular e abrir caminho para o retorno precoce de agentes públicos que já traíram a confiança do povo.

Este ataque não é um caso isolado. Também tramita no Senado o PLP 112/2021, que igualmente ameaça pilares fundamentais da Lei da Ficha Limpa e do sistema de fiscalização eleitoral. Ambos os projetos beneficiam interesses da classe política em detrimento da democracia, da transparência e da moralidade pública.

O MCCE alerta a sociedade civil e conclama todas e todos a se mobilizarem: é urgente que cidadãs e cidadãos pressionem suas representantes e seus representantes no Senado para que votem contra o PLP 192/2023 e o PLP 112/2021.

A democracia brasileira não pode ser enfraquecida por medidas legislativas que desconstroem avanços históricos e comprometem a integridade das eleições. A Lei da Ficha Limpa é patrimônio do povo brasileiro e sua defesa é um dever coletivo.

Diga NÃO ao retrocesso. Diga SIM à ética na política. Brasília/DF, 25 de agosto de 2025

Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral

MCCE

 

Petróleo do Amazonas é refinado em São Paulo

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Refinaria de Manaus, privatizada, vira terminal logístico

 

Rio de Janeiro – A Refinaria de Manaus (Ream), privatizada em dezembro de 2022 e hoje controlada pelo Grupo Atem, deixou de refinar o petróleo extraído em Urucu (AM). Atualmente, todo o petróleo produzido na região é transportado por balsas até São Sebastião (SP), em uma viagem que dura de 14 a 16 dias, para ser refinado na unidade paulista da Petrobras.

 

O Sindicato dos Petroleiros do Estado do Amazonas (Sindipetro-AM), filiado à Federação Única dos Petroleiros (FUP), protocolou no dia 18 de junho uma denúncia no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para apuração de irregularidades graves na operação da Ream, apontando que a unidade vem sendo deliberadamente descaracterizada como refinaria, em descumprimento aos termos e compromissos assumidos no processo de privatização da antiga Refinaria Isaac Sabbá (Reman), em dezembro de 2022.

 

Na mesma ocasião, o Ministério de Minas e Energia (MME) enviou ofícios ao Cade pedindo providências contra práticas anticoncorrenciais nos mercados de diesel, gasolina e GLP, destacando que os consumidores da Região Norte pagam hoje os preços mais altos do país. O ministério apontou que a Ream pratica valores acima dos das demais fornecedoras e do Preço de Paridade de Importação (PPI), além de registrar a interrupção das operações de refino desde o primeiro semestre de 2024, quando a unidade passou a atuar apenas como terminal.

 

Os números mostram o atual colapso da produção local, após a privatização:

 

2020 a 2022 – a refinaria de Manaus produzia, em média, 40 mil barris/dia;

 

2023 – primeira queda expressiva, com produção abaixo de 30 mil barris/dia;

 

2024 – a produção despencou para menos de 10 mil barris/dia;

 

2025 – ciclo de refino encerrado: desde fevereiro, não há qualquer pedido da Ream para receber petróleo de Urucu.

 

“O resultado é que a única refinaria da Região Norte não refina mais nenhum litro de petróleo, enquanto os combustíveis no Amazonas permanecem entre os mais caros do Brasil, chegando a custar até 10% acima da média nacional. A situação ameaça a viabilidade da base de Urucu, aumenta custos logísticos para a Petrobrás e penaliza diretamente os consumidores da região, que pagam mais caro por gasolina e gás de cozinha apesar de viverem em um estado produtor de petróleo”, destaca o coordenador-geral da FUP, Deyvid Bacelar.

 

Após reunião dos petroleiros com o Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis e representantes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a agência realizou fiscalizações nos dias 24 e 26 de junho, que resultaram em dois autos de infração e na elaboração de um relatório de auditoria, ainda não disponibilizado. A ANP informou que, após a conclusão do documento, poderá adotar novas medidas. Já no CADE, as denúncias seguem sob sigilo e, até o momento, não houve qualquer comunicação oficial.

No MME, também não houve resposta ao ofício encaminhado, que solicitava acesso a documentos enviados ao CADE e a realização de reunião específica sobre o tema. A solicitação será reiterada, dada a relevância do assunto.

VI Prêmio RGB já está com data confirmada

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Cerimônia que reconhece boas práticas de governança pública terá sua 6ª edição em Brasília, no dia 4 de novembro. O evento reúne autoridades e gestores de todo o país para celebrar as instituições exemplo de serviços à sociedade

A Rede Governança Brasil (RGB) acaba de confirmar a data oficial da 6ª edição do Prêmio RGB. O evento de premiação será no dia 4 de novembro de 2025, em Brasília, no Estúdio da CNI – Confederação Nacional da Indústria. O anúncio, aguardado por instituições de todo o país, marca o início da contagem regressiva para uma das cerimônias mais prestigiadas na área de Governança, Gestão de Riscos e Compliance no setor público.

Reconhecido por destacar as melhores práticas e iniciativas de governança em órgãos do Executivo, Legislativo, Judiciário, estatais e municípios, o Prêmio RGB se consolidou como referência nacional ao valorizar a transparência, a eficiência e a entrega de valor à sociedade.

Neste ano, além das tradicionais categorias de premiação, o evento manterá o Selo de Excelência em Governança e menções honrosas especiais. Uma novidade especial é a criação da Medalha Ministro João Augusto Ribeiro Nardes, fruto de uma parceria inédita entre a RGB e a Associação Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura (ABRASCI). A honraria reconhecerá membros da Rede que se destacaram por contribuições relevantes ao fortalecimento da governança no Brasil, simbolizando a união entre a tradição cultural da ABRASCI e a vanguarda da boa gestão pública e privada.

Anfitrião da cerimônia e embaixador da RGB, o ministro Augusto Nardes (TCU) ressalta a relevância do anúncio. “Confirmar a data do VI Prêmio é dar início a uma jornada de expectativa e reconhecimento. A cada edição, reafirmamos que a boa governança é um caminho para um Brasil mais justo, próspero e sustentável”.

O VI Prêmio RGB é uma realização da Rede Governança Brasil (RGB), com patrocínio da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Caixa Econômica Federal, Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Instituto Latino-Americano de Governança e Compliance Público (IGCP), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e Confederação Nacional do Transporte (CNT). A iniciativa conta ainda com o apoio institucional do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Conselho Federal de Administração (CFA), Movimento Brasil Competitivo (MBC), Fix Governança e Gestão, Portal de Compras Públicas, Plano Consultoria, Instituto Protege, BandNews e Associação Brasileira de Servidores da Carreira de Infraestrutura (ABRASCI).

A cerimônia promete reunir autoridades, especialistas e gestores de todas as esferas, em uma noite dedicada ao reconhecimento público de práticas que se tornaram exemplo para todo o país. Mais informações em www.rgb.org.br.

Serviço: VI Prêmio Rede Governança Brasil – 2025

Data: 4 de novembro de 2025, terça-feira, a partir das 18h

Local: Estúdio da CNI – Confederação Nacional da Indústria, na SBN, Quadra 01, Bloco C, Edifício Roberto Simonsen, Asa Norte, Brasília/DF

Entre conteúdos e valores: Proposta pedagógica da Heavenly International School Heavenly une excelência acadêmica e desenvolvimento humano

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Com um projeto pedagógico que une excelência acadêmica, desenvolvimento socioemocional e valores cristãos, a H•I•S investe em currículo autoral e acompanhamento personalizado para preparar alunos para os desafios do século XXI

A Heavenly International School (H•I•S) vem consolidando um modelo de ensino que combina rigor acadêmico, desenvolvimento humano e visão global. Sob a liderança de Marcello Lasneaux e Michelle Jordão, Diretores de Inteligência, a escola investe em um currículo e material didático próprios para garantir que todo o conteúdo previsto seja trabalhado de forma completa e no tempo certo.

“Planejamos nossa jornada escolar de modo que a grade curricular e os tempos de sala estejam em absoluta sintonia com as competências e habilidades que desejamos desenvolver”, afirma Lasneaux. Na educação infantil e no ensino fundamental 2, o calendário é organizado em trimestres; no ensino médio, em semestres, para facilitar o acompanhamento por famílias, equipe pedagógica e estudantes.

A proposta é oferecer uma educação integral, bilíngue e com valores cristãos. Segundo Lasneaux, isso significa “combinar, com consistência, a excelência acadêmica e a excelência atitudinal”. Além das disciplinas tradicionais, a H•I•S dedica carga horária específica para o desenvolvimento socioemocional por meio de aulas de virtudes, life skills e formação humana.

Outro diferencial é a preparação para a cidadania global, com simulações da ONU, parcerias com escolas internacionais e participação em associações educacionais estrangeiras. “Não formamos estudantes apenas para fazer provas, mas para se posicionarem nos debates da vida, preparados para este século, e não para o passado”, diz o diretor.

A Diretora de Inteligência Michelle Jordão complementa que cumprir o calendário escolar vai muito além de “dar todo o conteúdo”: “Trata-se de assegurar que cada etapa do aprendizado seja significativa e que o aluno tenha condições emocionais, cognitivas e sociais para avançar. Nosso processo integra desenvolvimento acadêmico, espiritual e socioemocional, considerando o ritmo de cada turma e promovendo um ambiente seguro e motivador.”

Diferentemente de outras escolas, onde o foco é preparar o aluno apenas para exames, a H•I•S adota um currículo que articula conteúdos acadêmicos e competências socioemocionais de forma transversal. “Formamos para a vida, não apenas para vestibulares. Queremos que nossos estudantes sejam capazes de pensar criticamente, liderar com empatia e agir com propósito”, afirma Michelle.

O acompanhamento do progresso dos alunos é constante, com avaliações internas, institucionais e externas. Os resultados são analisados para gerar planos de ação individualizados e coletivos. “Confiamos na importância do feedback como elemento essencial para a formação integral”, reforça Lasneaux.

As competências consideradas indispensáveis vão além do conhecimento técnico exigido em vestibulares. A escola valoriza leitura e escrita críticas, autoconhecimento, autorregulação emocional, liderança, resiliência, adaptabilidade, competências digitais e criatividade.

A Diretoria de Inteligência desempenha papel central nesse processo, oferecendo suporte na produção de conteúdo, formação de professores, avaliação, análise de dados e seleção de plataformas digitais. “O futuro é construído a partir de hoje. Nossa escola está preparada para essa missão”, pontua o diretor.

A tecnologia é usada de forma planejada, alinhada a critérios pedagógicos e neurocientíficos. Laboratórios, espaços maker e recursos digitais complementam as atividades, sempre integrados ao currículo.

Outro pilar do projeto é a formação contínua de professores. A H•I•S mantém quatro horas semanais dedicadas a planejamento e capacitação, uma universidade corporativa própria, a Heavenly Academy, e encontros formativos como o Heavenly Summit. “Em um mundo altamente mutável, a adaptabilidade é imprescindível. Por isso, investimos fortemente na aprendizagem contínua da nossa equipe”, afirma Lasneaux.

O material didático próprio é apontado como ferramenta estratégica para alinhar currículo, valores e metodologia. “Optamos por desenvolver nossos próprios livros para atender de forma exclusiva as necessidades de nossos estudantes, respeitando nossa proposta bilíngue e nossa visão de educação”, explica Michelle. O processo envolve autores, editores, revisores, especialistas e designers, e passa por constantes revisões para aprimoramento. “Nossa produção própria consolida o protagonismo da H•I•S e nos coloca como referência nacional de excelência”, completa Lasneaux.

Embora os livros sejam a base, o conteúdo vai muito além das páginas impressas. Dentro de sala, os temas são aprofundados com fichas, trabalhos em grupo, projetos e atividades práticas que estimulam a autonomia e a colaboração. “A aprendizagem na nossa escola é constantemente enriquecida por experiências ativas que permitem ao aluno desenvolver competências de forma mais sólida e significativa”, reforça Michelle.

O acompanhamento do progresso dos alunos é constante, com avaliações internas, institucionais e externas. Os resultados são analisados para gerar planos de ação individualizados e coletivos. “Confiamos na importância do feedback como elemento essencial para a formação integral”, reforça Lasneaux.

Além disso, a H•I•S valoriza a personalização e o acompanhamento próximo como pilares de sua proposta pedagógica. O estudante é colocado no centro do processo, com estímulo ao protagonismo responsável e valorização de suas potencialidades individuais. A tutoria, parte fundamental desse modelo, promove encontros regulares que favorecem o autoconhecimento, a autorregulação e a construção de um projeto de vida alinhado aos talentos e valores de cada aluno. “A tutoria é uma das formas mais concretas de mostrar ao estudante que ele é único. É nesse espaço que conseguimos orientar escolhas, apoiar desafios e ajudá-lo a planejar sua vida de acordo com seus talentos e valores”, destaca Michelle.

Currículo socioemocional estruturado em sete trilhas

O currículo socioemocional da H•I•S é organizado em sete trilhas que sintetizam competências essenciais para o século XXI: Protagonismo Responsável, Autoconhecimento e Autocuidado, Empatia e Cooperação, Responsabilidade e Cidadania, Comunicação e Argumentação, Trabalho e Projeto de Vida. Essas trilhas são trabalhadas de forma transversal ao currículo acadêmico, garantindo que o conhecimento aprendido em sala de aula seja aplicado com propósito, ética e consciência social.
A proposta mantém temas e competências constantes do Kinder ao Ensino Médio, aumentando progressivamente a complexidade e o número de competências de acordo com o desenvolvimento dos alunos.

Essa estrutura garante coerência e continuidade, permitindo revisitar temas essenciais com maior profundidade e maturidade a cada etapa. Para a H•I•S, o aluno que deseja ter sucesso no mundo contemporâneo precisa pensar criticamente, resolver problemas de forma criativa, comunicar-se com clareza, trabalhar em equipe, adaptar-se a diferentes contextos e tomar decisões responsáveis. Além disso, eles estarão preparados para realizar os exames que desejarem fazer no final de sua trajetória escolar. Ao longo de sua trajetória, o estudante vivencia experiências que unem conhecimento e humanidade, razão e sensibilidade, sempre iluminadas pelos valores cristãos que fundamentam a identidade da escola.

Resultados que confirmam a proposta

O modelo pedagógico tem se refletido em resultados concretos: aprovações em universidades de destaque no Brasil e no exterior. Mais do que conquistas acadêmicas, os depoimentos dos alunos revelam o impacto da formação integral que combina ensino de qualidade, desenvolvimento socioemocional e valores cristãos.

Lucas Carvalho, formado em 2024, ingressou na escola ainda em 2015 e hoje cursa Administração na Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo. Ele atribui sua conquista à base recebida durante os anos de formação. “Graças à escola, eu fui capaz de passar na faculdade, que era o meu sonho. Tudo tornou-se possível por causa da minha base de tudo que eu tive, dos professores, além de outras coisas que me ajudaram muito aqui dentro da escola, como os amigos, a experiência. Isso, para mim, representou a tremenda realização de um Lucas mais novo que estava aqui, sempre sonhando, pensando desde pequeno, querendo estar onde eu estou. E eu sou muito grato à escola.”

Outro exemplo é Bernardo Ramos, que estuda na Heavenly desde 2013 e atualmente cursa Direito na Universidade de Brasília (UnB). Ele destaca o apoio recebido da equipe pedagógica no momento de decisão da carreira. “Quando eu cheguei à conclusão de que eu queria fazer o curso de Direito, imediatamente recebi todo o apoio do mundo. O Marcos Morris, que é o coordenador, ele sempre me ajudou, montou planos de estudos, conversou comigo. Rapidamente, a escola se tornou uma expansão da minha casa e sempre foi assim. Então eu não vejo nenhuma escola com o nível de preencher todos os cheques que eram necessários para mim. De valores, de educação, de formação acadêmica e dessa sensação de família. Acho difícil ter.”
Já Leonardo Kobayashi, também ex-aluno, segue um caminho internacional. Após concluir o ensino médio, ingressou em Biotecnologia na UnB, mas decidiu seguir para Portugal, onde estuda Engenharia Biomédica na Universidade de Coimbra. Ele ressalta o impacto da formação bilíngue e espiritual em sua trajetória. “A parte religiosa também foi fundamental. Poder ter padre aqui toda hora, poder ter direção espiritual e confessar foi muito importante para o meu ensino médio. Bom, daqui para frente é fazer o que eu queria de verdade, é mudar o mundo para um lugar nem que seja minimamente melhor, é deixar minha marca de alguma forma.”

Setor nuclear avalia aprovação da primeira diretoria da ANSN como passo essencial para a regulação no Brasil

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A Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares (ABDAN), em nome do setor nuclear, avalia que a aprovação pelo Senado Federal da primeira diretoria colegiada da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) representa um marco regulatório histórico para o país, resultado de décadas de debates e de uma construção institucional que agora entra em sua fase mais decisiva: a efetiva implantação da agência.

Foram aprovados os nomes de Alessandro Facure Neves de Salles Soares, para o cargo de Diretor-Presidente da ANSN; Lorena Pozzo, para Diretora de Instalações Radioativas e Controle; e Ailton Fernando Dias, para Diretor de Instalações Nucleares e Salvaguardas. Todos terão mandatos escalonados e passam a compor a primeira diretoria colegiada da história da Agência.

Para o presidente da ABDAN, Celso Cunha, o momento é histórico, mas exige maturidade e responsabilidade. “A criação da ANSN foi fruto de um esforço de décadas e sua consolidação será determinante para o futuro do Programa Nuclear Brasileiro. O setor precisa de uma agência forte, com autonomia técnica e institucional, capaz de garantir previsibilidade regulatória, segurança e condições adequadas para o avanço de projetos estratégicos como Angra 3, os pequenos reatores modulares (SMRs) e a ampliação da mineração de urânio”, afirma.

Cunha acrescenta que o fortalecimento da ANSN terá impacto direto na credibilidade do Brasil junto à comunidade internacional. “O Brasil tem compromissos importantes na transição energética e no debate climático, especialmente com a realização da COP30 em novembro, em Belém. Uma agência reguladora independente, robusta e alinhada às melhores práticas internacionais será fundamental para que o setor nuclear brasileiro seja visto como confiável e estratégico, inclusive na pauta da descarbonização global”, completa.

A ABDAN destaca ainda que a criação da ANSN não encerra o processo, mas abre uma nova etapa. “É agora que o desafio começa. A agência precisa se estruturar, formar equipes, definir procedimentos e estabelecer um diálogo institucional com sociedade civil, setor privado, parlamento e organismos multilaterais. A ABDAN, em nome do setor nuclear, está pronta para contribuir com este processo”, conclui Cunha.

 

Uma gota de vida e um legado de amor

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Unimed Chapecó promove ações de apoio e incentivo ao aleitamento materno

Uma gota que faz a diferença para toda a vida, que associa alimento, remédio e afeto. O leite materno é muito mais do que a combinação de água, proteínas, gorduras, vitaminas, minerais e anticorpos, porque é produzido especialmente para atender às necessidades do bebê. Nenhum outro alimento consegue reproduzir sua complexidade biológica.

Para evidenciar sua contribuição no desenvolvimento do recém-nascido, existe o Agosto Dourado, mês dedicado mundialmente ao incentivo e apoio ao aleitamento materno. Essa cor foi escolhida porque o leite materno é considerado “padrão ouro” de qualidade nutricional infantil.

Com a intenção de disseminar conhecimentos e incentivar o aleitamento materno, a Unimed Chapecó promove diversas ações, algumas permanentes e outras pontuais. Exemplos disso foram a roda de conversa realizada no último sábado (16), iniciativa do Ambulatório de Gravidez e Puerpério da Unimed Chapecó, realizado no Centro de Terapias – Espaço Pertencer. Participaram gestantes, puérperas, mães e profissionais da área da saúde, como enfermeiros, psicólogos, pediatras, ginecologistas e obstetras.

Para a enfermeira do Ambulatório de Amamentação da Unimed Chapecó, Camila Trevisan Saldanha, esse momento propiciou a troca de experiências entre as mães que vivenciaram a amamentação, bem como o esclarecimento de dúvidas com os profissionais que enalteceram a importância do preparo para a amamentação ainda no pré-natal. “O conhecimento é fundamental para que a mulher saiba o que esperar de cada fase, seja na fase de apojadura (descida do leite), no comportamento do recém-nascido ou de como identificar se o bebê está mamando efetivamente”, explicou.

Entre as profissionais convidadas da roda de conversa esteve a médica pediatra e cooperada da Unimed Chapecó, Dra. Larissa Martinelli Piccinini, que ressaltou que a amamentação é um processo difícil, mas que flui de maneira natural quando a mulher é apoiada. “Hoje temos mais recursos, tecnologias e profissionais especializados, por isso é importante que ela busque ajuda para seguir com esse processo”, destacou. Segundo a pediatra, os indicadores da amamentação do Brasil estão abaixo do esperado, e muitas mães não conseguem amamentar mais do que 30 dias, por diversos fatores como baixa produção de leite, problemas nas glândulas mamárias ou outras doenças relacionadas.

Entre os benefícios proporcionados pela amamentação ao bebê estão: proteção imunológica, menor risco de doenças crônicas, desenvolvimento neurológico, formação da arcada dentária e fala e estabelecimento de vínculos afetivos saudáveis. A pediatra também abordou alguns mitos da amamentação como leite fraco ou ainda de alimentos que podem provocar cólica no bebê. A Dra. Larissa lembrou que, durante o período que está amamentando, a mulher está fragilizada, por isso orientou que as pessoas próximas evitem comentários desnecessários que possam afetar sua autoestima. “A rede de apoio deve acolher para que essa mãe possa amamentar”, enalteceu ao alertar também sobre a influência negativa das redes sociais.

INTENSA TRANSFORMAÇÃO

Mesmo uma gravidez muito aguardada, desejada e planejada pode desencadear um turbilhão de emoções. Isso porque, no puerpério, ocorre a queda hormonal nessa nova mãe, o que pode intensificar sentimentos como ansiedade, tristeza, irritabilidade ou até mesmo a sensação de incapacidade diante das novas responsabilidades. Somado a isso, há a adaptação de um novo integrante na família, totalmente dependente.

Esse cenário é vivido de formas diferentes por cada mulher. Para a servidora pública e mestre nesta área, Karine Cecilia Finatto Begnini, de 30 anos, a maternidade foi transformadora. “Não imaginei que fosse nessa intensidade. É o momento de maior fragilidade feminina. A gente se perde e não se encontra mais como mulher e como profissional”, afirmou.

Nessa vulnerabilidade emocional, Karine reuniu todas as forças para amamentar a filha Júlia por 48 dias. Ela relembrou que sua expectativa estava conectada a um processo natural e instintivo. Porém, a realidade foi diferente. “Na recuperação, após a cesárea, a enfermeira me orientou e disse que tinha um mamilo muito bom, o que me tranquilizou. Mas, quando cheguei em casa, não tinha condições físicas e psicológicas, por isso, a primeira coisa que consegui fazer foi marcar consulta no Ambulatório da Amamentação”, relatou. Com suporte, Karine utilizou uma extratora para tirar o leite materno e aplicou a técnica de amamentação denominada translactação. “Aprendi esse universo, pois não sabia nada disso. E, lá senti conforto”.

Com o incentivo e suporte de seu esposo, Karine perseverou no processo de translactação para estimular a produção do leite materno. “Dia e noite éramos nós dois para amamentar nossa filha. Foram muitas madrugadas acordados extraindo o leite materno e oferecendo por uma sonda no seio”, lembrou. Com receio de que seu depoimento desanime ou frustre outras gestantes, Karine reforçou que sua intenção é de mostrar que há outros meios para amamentar e de motivá-las a buscar ajuda.

Outro aspecto que amplia a sensibilidade do período é  que, além da exaustão física e da privação de sono, ela também enfrenta cobranças internas e externas sobre “dar conta de tudo”. E, mesmo com uma rede de apoio prestativa e acolhedora, ainda assim, sentimentos de solidão e falta de identificação de si mesma estão presentes. Karine explicou que questões culturais de centralizar o cuidado apenas na figura materna levam à exaustão, por isso fez um alerta contra romantizar a maternidade. A alternativa encontrada para superar esse momento difícil foi auxiliar outras mães a partir de sua vivência divulgada no perfil @sermaenaoefacil.oficial no Instagram.

DETERMINAÇÃO E LEGADO

A advogada e empresária Carolina Garcia, de 34 anos, tem dois filhos e experiências diferentes nas fases de puerpério e amamentação. No primogênito, Rafael, atualmente com cinco anos de idade, ela amamentou até os dois anos e quatro meses. “A amamentação fluiu mais fácil, não tive problema com pega incorreta, fissura ou dor. Rafa nasceu de parto natural, com 3 kg. Porém, ganhava pouco peso, nada preocupante segundo nossa pediatra. E, o excesso de cuidado da minha rede de apoio me deixava insegura”, explicou ao comentar que os familiares precisam estar no mesmo propósito para que a amamentação perdure.

Carolina sempre teve o desejo de amamentar, por isso manteve próximo profissionais que a incentivasse nesse processo. “Eu nunca aceitei complementar com fórmula, por isso, tinha insegurança até de deixar meu filho com outras pessoas. Nossa pediatra sempre apoiou a amamentação e monitora o desenvolvimento do Rafael, que se mantém no mesmo padrão”, relembrou. O desmame ocorreu de maneira gentil, após Carolina compreender que o leite materno tinha cumprido seu papel.

Ao engravidar do segundo filho, Gabriel, que está com um ano e oito meses, Carolina optou em contratar uma pessoa para lhe ajudar em casa no pós-parto. “Foi mais leve, porque mesmo com a intenção de ajudar, às vezes, as palavras proferidas por pessoas próximas nos desmotivam”, expôs. Gabriel nasceu maior do que o irmão, com 3.700 kg e fazia muita força para mamar. “Eu sempre tive um fluxo de leite muito alto, que chega a jorrar. Porém, a forma que ele suga resulta em fissuras. Neste momento conheci o Ambulatório de Amamentação. Tive um excelente suporte e recebi a orientação de buscar uma fonoaudióloga, para liberação da língua dele”.

Carolina relembrou que tiveram acompanhamento com dentista para analisar a estrutura orofacial dele e, posteriormente realizaram a frenectomia (procedimento cirúrgico, que visa corrigir o freio da língua). “Mesmo assim, eu ainda sinto dor para amamentar, mas não quero parar porque para mim vai além de um vínculo físico e emocional, é uma questão de herança genética. O que observamos é que o Gabriel se acostumou com o alto fluxo de leite e, quando ele diminui, faz muita força para retomá-lo”, comentou. A advogada explicou que ainda não sentiu que seja a hora de encerrar esse ciclo, por isso segue amamentando, com a meta de chegar até os dois anos.

INCENTIVO AO ALEITAMENTO MATERNO

Outra atividade promovida em alusão ao Agosto Dourado foi o treinamento realizado nos dias 7 e 14 agosto para 88 profissionais de saúde que atuam no Hospital Unimed Chapecó. A iniciativa foi da Comissão de Aleitamento Materno do Hospital Unimed. O objetivo foi de compartilhar conhecimentos e habilidades para promover, apoiar e manejar corretamente a amamentação, garantindo benefícios para o bebê e para a mãe. O momento foi conduzido pela enfermeira Camila Trevisan Saldanha e pela fonoaudióloga Caroline Muller Kamphorst.

A Comissão de Aleitamento Materno também realizará, na próxima terça-feira (26), uma mesa-redonda intitulada “Superando desafios da amamentação”. Voltada para enfermeiros, residentes e médicos pediatras do complexo hospitalar, a atividade tem como o objetivo a discussão de casos clínicos relacionados ao assunto.

A Unimed Chapecó, por meio do Ambulatório de Gravidez e Puerpério (Amamentação), oferece suporte às famílias desde a consultoria de pré-natal, acompanhamento no pós-parto com orientação sobre as dificuldades que surgem nesta fase até o apoio ao retorno ao trabalho e desmame.

O atendimento de consultoria de amamentação e aplicação de laser é gratuito para pacientes Unimed Chapecó e particular para pacientes Unimed Intercâmbio e que não possuem plano de saúde. O Ambulatório está localizado no Espaço Viver Bem e atende das 8h às 12h e das 13h às 18h. Entre em contato pelo WhatsApp (49) 3361-1800 – Opção 18 (Espaço Viver Bem) – Opção 1 (Ambulatório de Gravidez e Puerpério).

 

Projeto ‘Eu Já Tive a Sua Idade’ estreia em escola do Gama com encontro emocionante entre gerações

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Mais de 150 estudantes do Centro de Ensino Médio Integrado dialogaram com a professora Silvia Seabra em iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania que valoriza a troca de experiências e saberes

“Foi um prazer enorme participar dessa experiência, contar um pouco da minha trajetória e ouvir também as meninas. Elas estavam muito interessadas, fizeram várias perguntas, e isso me comoveu. Senti que realmente interagiram, e eu também aprendi com elas. Trabalhar com jovem é não envelhecer.” O depoimento emocionado é da professora Silvia Seabra, 80 anos, convidada especial da primeira edição do projeto “Eu Já Tive a Sua Idade”, realizado na manhã desta sexta-feira (22), no Centro de Ensino Médio Integrado (Cemi), no Gama.

Idealizada pela Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF), a iniciativa aproxima estudantes da rede pública de pessoas idosas que marcaram a vida cultural e social do Distrito Federal, promovendo um diálogo em formato de bate-papo. O projeto é inspirado no Meninas em Ação, programa do Governo do Distrito Federal (GDF) que incentiva o empoderamento feminino por meio da vivência de alunas da rede pública em instituições de poder.

Nesta estreia, mais de 150 alunas tiveram a oportunidade de conversar com Silvia Seabra, reconhecida por seu trabalho em palestras sobre envelhecimento, etarismo e preparação para o futuro. Além dela, também participou do encontro a aposentada Maria da Conceição Boaventura, 76 anos, moradora do Gama há mais de seis décadas e presença ativa nas atividades do programa Viver 60+, coordenado pela Sejus. Ao compartilhar lembranças da adolescência, desafios do casamento e vivências com as netas, ela destacou a emoção de se sentir cercada “como se tivesse 150 netas preocupadas com o futuro, interessadas em ouvir conselhos para superar as dificuldades da vida”.

Jovens protagonistas

As estudantes se mostraram curiosas e engajadas. Perguntaram às convidadas sobre os conflitos familiares, como eram as escolas e o mercado de trabalho no passado, os relacionamentos amorosos, a condição das mulheres em outras épocas, as perdas e desafios da vida adulta e o significado de envelhecer.

Para a aluna Maria Gabriela Novais, 16 anos, a experiência foi inspiradora. “Elas dividiram com a gente sabedoria e conhecimento, e isso nos ajuda a trilhar um caminho mais seguro. Ver a trajetória de luta dessas mulheres nos incentiva a acreditar que também podemos conquistar nosso futuro.”

Sua colega, Maria Eduarda França, 16 anos, completou: “O que aprendemos aqui nos dá força para enfrentar nossos desafios. Um dia, queremos estar no lugar delas, compartilhando nossas vitórias com outras gerações.”

Interação que transforma

Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, idealizadora do projeto, o entusiasmo das alunas confirma a relevância da iniciativa. “O brilho nos olhos das meninas e a empolgação com que participaram do encontro mostram a força dessa troca intergeracional. Quando conectamos jovens e pessoas idosas, construímos pontes de respeito, aprendizado e valorização da experiência de vida.”

Itinerância confirmada

O projeto tem caráter itinerante e já tem duas próximas edições confirmadas: dia 28 de agosto, às 9h15, no Centro de Ensino Médio Setor Oeste (Cemso), 912 Sul; e dia 29 de agosto, às 9h, no Centro de Ensino Médio (CEM) 01 de Planaltina. Nesses encontros, as estudantes terão a oportunidade de dialogar, respectivamente, com Jane Godoy (81 anos), colunista e referência no jornalismo social do DF, e com a jornalista e apresentadora de rádio e TV, Mônica Nóbrega.

Com estreia marcada por emoção, aprendizado e participação ativa, o “Eu Já Tive a Sua Idade” se consolida como um espaço de encontro entre gerações, capaz de transformar visões de mundo e inspirar trajetórias.

Sicredi é reconhecido como uma das Melhores Empresas para Trabalhar na América Latina pelo GPTW LATAM 2025

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Instituição financeira cooperativa se destaca pelo seu compromisso com um ambiente de trabalho saudável e inspirador

O Sicredi, instituição financeira cooperativa com presença nacional e mais de 9 milhões de associados, acaba de conquistar um importante reconhecimento internacional: foi eleito uma das 25 Melhores Empresas para Trabalhar na América Latina em 2025, segundo o ranking GPTW LATAM (Great Place To Work®). A premiação, considerada uma das mais relevantes do mundo corporativo, reforça a excelência da cultura organizacional do Sicredi e seu compromisso com o bem-estar dos colaboradores.

 

Essa conquista marca a estreia da instituição na versão latino-americana da premiação, consolidando o destaque já obtido no GPTW Brasil 2024, quando o Sicredi ficou em primeiro lugar no ranking como a Melhor Empresa para Trabalhar na categoria Empresas Gigantes, com ênfase no pilar de Saúde Emocional.

 

A cerimônia de premiação foi realizada na noite desta quinta-feira (21), em Buenos Aires, na Argentina, reunindo organizações de toda a América Latina nas categorias Grande, Pequeno e Médio porte, e Multinacional. Ao todo, 200 empresas de mais de 30 países participaram desta edição do GPTW LATAM, incluindo Brasil, México, Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, entre outras nações da América Latina e Caribe.

 

A diretora executiva de Pessoas e Cultura do Sicredi, Daniele Schmidt, juntamente com os gerentes de Pessoas e Cultura das centrais, esteve presente na cerimônia representando as mais de 48 mil pessoas colaboradoras da instituição. Ela destacou que o reconhecimento vai além de uma conquista institucional: é uma reafirmação dos valores que norteiam a cultura cooperativa.

 

“Ser reconhecido como uma das melhores empresas para trabalhar na América Latina é mais do que uma validação externa, é o reflexo direto do nosso propósito e valores, a nossa identidade viva em cada atitude e decisão. Esse resultado reforça nosso compromisso com a construção de um ambiente em que as pessoas se sintam acolhidas, engajadas e conectadas ao propósito. A expressiva adesão à pesquisa anual do GPTW nos oferece uma base sólida para promover melhorias contínuas na experiência da pessoa colaboradora, sempre com foco em bem-estar, desenvolvimento e entrega de valor à sociedade e aos nossos associados”, destacou Daniele.

 

 

Certificação

Na segunda-feira (18), o Sicredi recebeu pelo quinto ano consecutivo, a certificação que reconhece a instituição como um excelente lugar para trabalhar no Brasil. Com uma taxa de adesão de 90% à pesquisa de clima organizacional, o Sicredi demonstra, mais uma vez, que colocar as pessoas no centro da estratégia é o caminho para construir um futuro sólido e sustentável. A atuação conjunta entre o Centro Administrativo Sicredi (CAS), as centrais e as cooperativas revelam um compromisso genuíno com o desenvolvimento humano. Essa sinergia tem gerado não apenas um ambiente de trabalho mais engajado, mas também resultados de negócio que refletem o poder da cooperação e da valorização das pessoas.

 

O Ranking GPTW LATAM é realizado pela consultoria global Great Place to Work®, e em sua 22ª edição, a novidade foi o aumento do número de empresas vencedoras, que foi de 125 para 200.

 

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 9 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.900 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.