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Gozar é só o começo: 5 dicas para turbinar o prazer com a ajuda da tecnologia

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 No Dia do Orgasmo, descubra como o desejo está cada vez mais conectado e veja ainda sugestões práticas para explorar novas formas de prazer, no seu tempo e do seu jeito
Se o prazer já foi cercado de tabus, hoje ele cabe no bolso, na tela e no toque físico ou digital. Com o avanço da tecnologia e a popularização dos brinquedos conectados, do sexting e das plataformas de relacionamento, a busca pelo orgasmo está cada vez mais livre, personalizado e conectado ao que realmente importa: o seu desejo.
Comemorado no dia 31 de julho, o Dia do Orgasmo nasceu de uma ação de marketing de uma rede inglesa de sex shops, mas acabou se tornando símbolo de liberdade sexual, autoconhecimento e expressão do prazer sem culpa ou vergonha.
Hoje, com a internet presente em mais de 90% dos lares brasileiros, a forma de se relacionar inclusive consigo mesma se transformou. Segundo uma pesquisa do Datafolha em parceria com a Omens, 44% dos brasileiros veem o sexo virtual como algo natural e 31% praticaram sexting durante o isolamento social. E as vendas de brinquedos sexuais controlados por app não param de crescer, e o salto foi de mais de 200% nos últimos anos.
Para Bernardo Castro, sócio-fundador da Exclusive, plataforma brasileira de relacionamentos, a tecnologia deu ao prazer uma nova camada de possibilidades. “Hoje, o orgasmo não precisa mais ser um ponto final corrido. Ele pode surgir de um jogo de palavras, de uma conversa provocante, de uma interação à distância que respeita o tempo e o desejo de cada pessoa”, afirma.
Mais do que aproximar pessoas, o digital ressignifica o sexo. “Não é só sobre ir direto ao ponto, é sobre aproveitar o caminho. E esse caminho pode ser uma playlist, um brinquedo, um papo quente ou só o prazer de se permitir. Na Exclusive, criamos um espaço onde o desejo pode ser vivido com respeito, autenticidade e segurança”, explica Bernardo.
E se você está pronta para experimentar, separamos algumas dicas para te inspirar.
 
5 dicas para explorar o prazer com a ajuda da tecnologia:
Crie o clima com intenção
Uma música envolvente, um ambiente aconchegante e um momento só seu fazem diferença. Um bom orgasmo começa antes do toque.
Teste o sexting com leveza
Trocar mensagens provocantes pode ser libertador. Comece com frases sutis, descubra o que excita e se permita brincar com a imaginação.
Experimente brinquedos conectados
Vibradores com controle por app permitem novas formas de prazer até a dois, mesmo à distância. Vale a curiosidade.
Use vídeos, áudios e chamadas a favor
Nem tudo precisa ser presencial. Uma chamada de vídeo, um áudio com desejo na voz ou até uma leitura erótica ajudam a entrar no clima.
Escute o próprio corpo e respeite o tempo dele
Nem sempre o prazer é imediato, e tudo bem. A autodescoberta também passa por entender seus ritmos e vontades.

Porto do Rio de Janeiro recebe novo Centro de Controle Operacional e inicia obras de dragagem no Cais da Gamboa

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Investimentos de quase R$ 120 milhões ampliam capacidade operacional e fortalecem infraestrutura portuária no Rio de Janeiro

Investimentos de quase R$ 120 milhões ampliam capacidade operacional e fortalecem infraestrutura portuária no Rio de Janeiro – Vosmar Freitas/Mpor

 

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, participou nesta terça-feira (29) da cerimônia de inauguração do novo Centro de Controle Operacional (CCO) da PortosRio e da assinatura da ordem de serviço para o início das obras de dragagem no Cais da Gamboa, no Porto do Rio de Janeiro. As intervenções fazem parte de um conjunto de obras previstas para o terminal com foco em infraestrutura e operação.

 

O novo Centro de Controle Operacional é a primeira etapa da implementação do sistema VTMIS (Vessel Traffic Management Information System) no Porto do Rio, tecnologia avançada que possibilitará o monitoramento em tempo real do tráfego marítimo. Equipado com sensores integrados, radares, câmeras e ferramentas de rastreamento, o centro garante uma visão precisa e integrada das operações aquaviárias, alinhando-se às normas da Marinha do Brasil (NORMAM 26) para serviços de tráfego de embarcações. Esse avanço tecnológico vai aumentar a segurança, eficiência e capacidade de resposta do porto às demandas do comércio marítimo.

 

Durante o evento, o ministro Silvio Costa Filho destacou a importância do Porto do Rio como motor econômico regional e nacional. “Nos últimos dois anos, o Porto do Rio registrou crescimento superior a 15%, tornando-se um dos que mais se destacaram no país. Além de ser responsável por mais de 70% das operações offshore da Petrobras, o porto é um pilar estratégico para a exportação de minério de ferro, um dos principais produtos que impulsionam o desenvolvimento econômico do Brasil e da Região Sudeste.”

 

Obras de dragagem
Na mesma cerimônia, foi assinada a ordem de serviço que autoriza o início das obras de dragagem do Cais da Gamboa, que serão executadas pela empresa DTA Engenharia Ltda., com prazo estimado de seis meses para conclusão.

 

Segundo o ministro, “com essa obra, o Porto do Rio estará preparado para atender às demandas do novo ciclo de crescimento econômico do país, atraindo mais investimentos, gerando emprego e contribuindo para a ampliação da nossa participação no comércio marítimo global.”

 

O projeto prevê a readequação e ampliação do canal de acesso, incluindo a dragagem propriamente dita, a elaboração dos projetos básico e executivo, além da instalação de sinalização, balizamento e serviços complementares. Entre os principais benefícios da primeira fase da obra de dragagem estão oferecer maior segurança e eficiência na navegação, reduzir custos logísticos e operacionais, consolidar o Porto do Rio de Janeiro como hub estratégico no Atlântico Sul, gerar empregos diretos e indiretos e aumentar a arrecadação tarifária e o impacto positivo no PIB regional.

Proposta de CNH sem autoescola repete erro do governo Bolsonaro, alerta Bacelar

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As declarações do ministro dos Transportes, Renan Filho, sobre o projeto que propõe a retirada da obrigatoriedade de autoescolas para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vêm gerando forte reação de especialistas e parlamentares. Nesta terça-feira (29), o deputado federal Bacelar (PV/BA) classificou a proposta como “uma declaração infeliz e tecnicamente equivocada”.

Segundo o ministro, o objetivo da proposta é “desburocratizar” o processo e ampliar o acesso à habilitação por meio do autoestudo, dispensando o candidato de frequentar autoescolas. A ideia, no entanto, desconsidera evidências técnicas e preocupa profissionais do setor, órgãos de trânsito e defensores da segurança viária.

“O ministro claramente não foi bem orientado pelos estudos técnicos disponíveis. A formação de condutores não é um obstáculo burocrático, mas uma necessidade para salvar vidas”, alertou Bacelar.

A proposta ignora que o Brasil registra mais de 35 mil mortes por ano em acidentes de trânsito, a maioria causada por falhas humanas, como imperícia, imprudência e desrespeito às normas — exatamente o que a formação supervisionada das autoescolas busca prevenir.

Na avaliação de Bacelar, a substituição das aulas práticas por estudo autônomo fragiliza a preparação dos futuros condutores, além de eliminar o contato com instrutores qualificados, que orientam os alunos não apenas tecnicamente, mas também no respeito à cidadania e à convivência no trânsito.

“O Brasil é hoje o quinto país com o trânsito mais perigoso do mundo, de acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a partir de dados da Confederação Nacional do Transporte. Dirigir não é só saber trocar marcha ou ligar o carro. É ter consciência de que se está operando uma máquina que pode matar. Isso se aprende com acompanhamento profissional, e não assistindo a vídeos pela internet”, completou Bacelar.

Especialistas também destacam que a medida fere o espírito do Código de Trânsito Brasileiro, que entende a formação de condutores como parte essencial da política pública de educação para o trânsito.

Além disso, ao propor a dispensa das autoescolas, o governo federal ameaça a sobrevivência de milhares de micro e pequenas empresas em todo o país, que atuam de forma regulamentada, geram empregos e contribuem para a segurança nas vias.

Outro aspecto relevante é que o deputado Bacelar já se posicionou veementemente contra propostas semelhantes durante o governo Bolsonaro. Naquela época, ele defendeu que a retirada do treinamento supervisionado representava uma ameaça à formação adequada dos condutores e à segurança viária local. “Acredito que qualquer iniciativa para facilitar o acesso à CNH deve passar por debate técnico sério, com participação de especialistas, do setor de formação, dos órgãos de trânsito e da sociedade civil. Desburocratizar não pode significar precarizar. A vida no trânsito exige responsabilidade e compromisso.”

Tráfego pago sem estratégia é dinheiro jogado fora

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Marcelo Freitas*

 

Você provavelmente já ouviu falar em tráfego pago, especialmente se está buscando formas de atrair mais clientes pela internet. Mas o que isso significa, na prática? Em termos simples, é o investimento em anúncios (Google, Instagram, Facebook e outras plataformas), com o objetivo de atrair visitantes para um site, página ou perfil. Mas atenção: apesar de parecer simples, essa é uma área que exige conhecimento técnico, visão estratégica e, principalmente, responsabilidade.

 

Hoje, o mercado de tráfego pago sofre com um problema grave: a banalização. Por ter uma barreira de entrada muito baixa, bastando um curso rápido na Hotmart ou alguns vídeos no YouTube, formou-se uma legião de “especialistas” que se dizem prontos para gerir campanhas de marketing. Muitos deles oferecem serviços a preços tão baixos que parecem irresistíveis. Mas aqui vale o alerta: se é barato demais, talvez a estratégia seja testar em você primeiro. E ninguém quer ser cobaia quando o que está em jogo é o orçamento da própria empresa.

 

Gerenciar tráfego pago vai muito além de apertar botões em uma plataforma. É um trabalho que envolve análise de dados, conhecimento profundo do público-alvo, testes constantes, criatividade na construção das campanhas e, principalmente, um alinhamento estratégico com os objetivos do negócio. Sem isso, o que era para ser um investimento se transforma facilmente em prejuízo.

 

A verdade é que o marketing digital exige profissionalismo. Contratar um especialista com experiência comprovada não é luxo e sim uma necessidade. Esse profissional será responsável por gerir recursos preciosos, como o seu orçamento de marketing. Ele entende onde investir, como distribuir os recursos entre diferentes plataformas e como evitar gastos desnecessários, buscando o máximo retorno sobre o investimento (ROI). Isso significa que seu dinheiro será alocado de forma estratégica, e não queimado em campanhas sem rumo.

 

E mais do que isso, terá acesso a números sensíveis da sua empresa, como leads, vendas, custo de aquisição de cliente e taxa de conversão. Ele precisa saber interpretar esses dados para propor estratégias eficientes e sustentáveis.

 

Não existe fórmula mágica ou receita pronta. Cada negócio é único, com seus próprios desafios, públicos e metas. Por isso, desconfie de soluções “de caixinha” ou promessas de resultados milagrosos. Um bom gestor de tráfego entende que é preciso criar uma estratégia personalizada, alinhada ao modelo de negócio, aos objetivos e ao momento de cada empresa.

 

Mais do que um executor, o profissional de tráfego pago precisa ser um parceiro estratégico. Alguém que pensa junto com você, que compreende o cenário do seu negócio e que trabalha com responsabilidade e foco em resultados reais.

 

Em resumo: o tráfego pago pode ser uma ferramenta poderosa de crescimento, desde que usada com seriedade e profissionalismo. Investir em um especialista qualificado é investir no futuro da sua empresa. Afinal, no marketing digital, o barato pode sair muito, muito caro.

 

 

*Marcelo Freitas é bacharel em ciência da computação, consultor de tráfego pago e fundador da Spot-A Marketing,  uma agência especializada em tráfego pago, premiada nacionalmente, que inclui  não apenas a criação de estratégias de tráfego pago, mas também a capacitação de equipes, garantindo que os clientes não apenas obtenham resultados, mas também adquiram o conhecimento necessário para sustentar o desempenho a longo prazo.  marcelo@spot-a.com.br

 

Avicultura em evidência: inovação, ciência e estratégia se encontram no 15º Simpósio Técnico da ACAV

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O evento reunirá especialistas e líderes do setor avícola em três dias de atualização, capacitação e troca de conhecimento em Florianópolis (SC)

SANTA CATARINA – Há encontros que não se resumem à troca de cartões ou à correria dos corredores de um centro de convenções. Alguns carregam o espírito de um setor inteiro, movido por ciência, dedicação e a busca constante pelo aperfeiçoamento. É o caso do 15º Simpósio Técnico ACAV – Incubação, Matrizes de Corte e Nutrição, que promete transformar a capital catarinense em um verdadeiro centro de ideias, inovações e diálogos da avicultura industrial.

Entre os dias 5 e 7 de agosto de 2025, o CentroSul de Florianópolis (SC) – receberá profissionais, técnicos, pesquisadores, empresários e estudantes ligados à cadeia produtiva avícola. Promovido pela Associação Catarinense de Avicultura (ACAV), o evento ocorre em formato presencial e contará com uma programação técnica de alto nível, voltada à capacitação, atualização e debate sobre as melhores práticas e tendências do setor.

A palestra de abertura titulada como “Avicultura brasileira uma revolução tecnológica produtiva humana consumidora para o mundo”, está marcada para o dia 5 de agosto, às 19h30, trará ao palco uma das mentes mais respeitadas do agronegócio nacional, o José Luiz Tejon Megido. Doutor em Educação pela Universidad de La Empresa (Uruguai), mestre pela Universidade Mackenzie e com especializações em instituições como Harvard, MIT, INSEAD e Pace University, Tejon é autor e coautor de 37 livros, comentarista da Rádio Eldorado e Band Terra Viva, articulista do Estadão Agro e reconhecido como uma das personalidades mais influentes do agronegócio brasileiro.

Com um olhar abrangente sobre os desafios e conquistas do setor avícola, a apresentação abordará as transformações tecnológicas que elevaram o Brasil à posição de destaque global, além de refletir sobre a importância do capital humano e do consumo consciente na construção de um futuro mais sustentável.

TRÊS DIAS DE CIÊNCIA APLICADA, GESTÃO E INOVAÇÃO NA PRÁTICA AVÍCOLA

A programação técnica foi desenhada para refletir as prioridades reais da produção avícola moderna, com ciência atualizada, visão estratégica e foco total na aplicação prática no campo. Serão três blocos principais, cada um dedicado a uma dimensão essencial da cadeia produtiva: incubação e saúde intestinal, sanidade e biosseguridade, manejo e gestão de pessoas.

O primeiro dia do evento tem início com o pré-simpósio promovido pela MSD. Em seguida, a programação técnica se volta ao tema saúde intestinal e prevenção de riscos invisíveis, com destaque para a palestra de Arnau Vidal, do Innovad Group, que abordará o biomonitoramento como ferramenta para mitigar a exposição às micotoxinas e melhorar a saúde das aves. À noite, acontece a solenidade de abertura oficial, seguida da palestra magna com o Professor e Doutor José Luiz Tejon. O encerramento do dia será marcado pelo coquetel de confraternização oferecido pela COBB, uma das patrocinadoras do evento.

Já o segundo dia, 6 de agosto, será inteiramente dedicado à sanidade avícola, com um bloco técnico que abordará temas de alta relevância e atualidade. Estão previstas palestras sobre doenças virais emergentes na avicultura, uma atualização do cenário global da influenza aviária e panorama da biosseguridade na avicultura brasileira, com foco na situação epidemiológica e nos principais pontos de atenção para o setor. Também serão debatidos aspectos críticos do manejo de ovos férteis, com fatores determinantes para a mortalidade embrionária inicial durante a incubação e uma atualização dos conceitos de iluminação para reprodutoras, elemento-chave para o desempenho reprodutivo.

No terceiro e último dia, 7 de agosto, os holofotes se voltam ao manejo e à gestão, com ênfase no fator humano e no ambiente de produção. A primeira palestra trará uma discussão sobre gestão de pessoas na atualidade, abordará os desafios da liderança técnica em um setor em constante transformação. Em seguida, o foco será na evolução da ambiência e dos equipamentos voltados para matrizes, tema essencial para garantir conforto térmico, bem-estar e produtividade. O dia se encerra com mais uma mesa-redonda técnica, com especialistas para debater de forma prática e interativa, os aprendizados do evento e as próximas direções para a avicultura nacional. E para encerrar com chave de ouro, os participantes serão recepcionados no tradicional Jantar do Galo, este ano ainda mais especial com a comemoração dos 30 anos de história do Simpósio da ACAV.

CONHECIMENTO QUE TRANSFORMA A PRÁTICA

O Simpósio não é apenas um evento técnico, é um ambiente de construção coletiva, onde a teoria encontra a prática e a ciência alimenta a produção. “Ao reunir as mentes mais atuantes da avicultura, se firma como um espaço de transformação real, em que decisões tomadas nas granjas e nas salas de formulação ganham respaldo técnico e visão de futuro. Com Santa Catarina como referência nacional e internacional em produção avícola, o evento também reafirma o papel do Estado como polo de inovação e excelência. A cada edição, o Simpósio reafirma sua importância não apenas como um espaço de atualização, mas como um ponto de encontro para quem pensa, vive e lidera a avicultura brasileira”, destaca o coordenador geral do evento Bento Zanoni.

INSCRIÇÕES

As inscrições estão abertas pelo site www.simposioacav.com.br e até 30 deste mês de julho estão com valores promocionais: R$ 800,00 para profissionais e R$ 400,00 para estudantes. Mais detalhes e informações poderão ser obtidas pelo e-mail simposioacav@gmail.com, pelo telefone (48) 99673-6155 ou pelo instagram.com/acavsc.

Instituto Olga Kos no BOP Games 2025: Quando o esporte encontra a inclusão

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Entidade marca presença com espaço interativo que visa convidar o visitante a se tornar aliado pela inclusão

Nos dias 9 e 10 de agosto, o Instituto Olga Kos marca presença no maior festival multiesportivo da América Latina: o BOP Games 2025. Realizado na Arena BRB, em Brasília, o evento vai muito além da competição esportiva, ele é um verdadeiro palco para a pluralidade, a cultura e, acima de tudo, para a inclusão.

“Estar no BOP Games não é apenas uma ativação de marca para o Instituto Olga Kos. É um manifesto vivo. É mostrar que inclusão não é uma pauta paralela, mas parte essencial de qualquer experiência coletiva. Em meio a mais de 30 modalidades esportivas e milhares de visitantes, nossa missão será clara: levar a pauta da acessibilidade para o centro das atenções”, afirma Wolf Kos, presidente do Instituto Olga Kos.

O stand do Instituto Olga Kos será um ponto de encontro para quem acredita que o esporte transforma e que todos têm direito de participar dessa transformação. Com jogos interativos, vídeos emocionantes e um pódio instagramável com a hashtag #OLGAKOS2025EUVOU, as ações desenvolvidas buscarão envolver o público de forma lúdica e informativa, convidando cada visitante a se tornar um aliado pela Inclusão.

Além disso, a participação no BOP Games é parte da contagem regressiva para a Corrida e Caminhada pela Inclusão, realizada pelo Instituto Olga Kos, que, neste ano, acontece em 30 de novembro, na Esplanada dos Ministérios. Um momento que vai além do esporte: é um grito coletivo por empatia, diversidade e visibilidade para as pessoas com deficiência.

“Em cada conversa, em cada sorriso, em cada passo no nosso stand, queremos tocar corações. Porque a inclusão verdadeira é aquela que emociona, que inspira e que convida à ação. É olhar para o lado e enxergar todos, com suas diferenças, como parte do mesmo movimento”, finaliza Wolf Kos.

Sobre o Instituto Olga Kos

Fundado há 18 anos, o Instituto Olga Kos de Inclusão é uma organização sem fins lucrativos, qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Desenvolve projetos artísticos, esportivos e científicos para atender, crianças, jovens, adultos e idosos com deficiência e abre espaço para pessoas em situação de vulnerabilidade social, proporcionando trocas de experiências e inclusão.

SERVIÇO

BOP Games 25 – Festival Multiesportivo e Cultural

Brasília – 09 e 10 de agosto de 2025 | Arena BRB Mané Garrincha

Ingressos disponíveis em www.bopgames.com.br

Foto: Corrida e Caminhada pela Inclusão, realizada pelo Instituto Olga Kos

 

Painel “Água, Saneamento e Clima” propõe articulação entre setores para soluções hídricas sustentáveis na SP Climate Week’25

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Evento gratuito da Fundação Energia e Saneamento (FES) será realizado no Sesc Bom Retiro, no dia 5 de agosto, e reunirá representantes do setor público, privado e do terceiro setor em duas mesas de debate

A São Paulo Climate Week (SPCW) 2025 mobiliza a cidade em torno dos principais desafios e soluções da crise climática global. Entre as atividades oficiais da programação, o painel “Água, Saneamento e Clima” será um dos destaques do dia 5 de agosto, das 9h às 13h, no Sesc Bom Retiro, promovido pela Fundação Energia e Saneamento (FES) com curadoria compartilhada com especialistas do setor. Inscrições abertas pelo link: https://bit.ly/inscricao0508.

O encontro reunirá especialistas, gestores públicos, empresas, instituições acadêmicas e organizações da sociedade civil para um debate qualificado sobre os rumos da agenda hídrica no Brasil, seus desafios estruturais e as oportunidades de articulação entre políticas públicas, práticas privadas e engajamento social.

“Participar da SPCW 2025 reforça o compromisso da Fundação Energia e Saneamento com a promoção de debates qualificados e com a construção de pontes entre diferentes setores em torno da agenda da água. Em um contexto de crise climática e escassez hídrica, é urgente olhar para a água e o saneamento como pilares da resiliência da vida no planeta. Acreditamos que soluções sustentáveis e integradas só serão possíveis com diálogo, colaboração e o engajamento de todos os atores sociais”, comenta Claudinéli Moreira Ramos, presidente do Conselho de Administração da FES.

Em tempos de escassez hídrica, mudanças climáticas intensas e desafios de governança urbana, o painel propõe situar a água como eixo estratégico da resiliência climática nas cidades.

 

Do diagnóstico à ação: dois debates estratégicos

A programação do evento é dividida em duas mesas temáticas, que abordam tanto os marcos regulatórios quanto iniciativas práticas que já vêm gerando impacto positivo em diferentes esferas.

A primeira mesa discutirá o estágio atual e as perspectivas de implementação da principal agenda nacional do saneamento. Cinco nos após a criação do novo Marco Legal do Saneamento no Brasil, que estabeleceu metas muito importantes de universalização até 2033, o painel reúne representantes de instituições-chave para discutir onde avançamos, o que precisa ser corrigido e como garantir que o acesso à água e ao esgotamento sanitário se torne uma realidade para toda a população brasileira.

Participam da mesa: Abcon Sindcon, Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Instituto Trata Brasil e Sabesp, e a mediação será feita pela Fundação Energia e Saneamento (FES).

Na sequência, a segunda mesa, que conta com a co-curadoria da Quintessa, abordará contribuições mútuas para a agenda da segurança hídrica no país. Como governos, empresas e organizações podem atuar juntos para garantir água em quantidade e qualidade para as atuais e futuras gerações? Diferentes visões e experiências serão reunidas para compartilhar boas práticas, identificar sinergias e avançar na construção de soluções integradas e duradouras.

Participam da rodada o Grupo Heineken, a SP Águas – Agência de Águas do Estado de São Paulo – e The Nature Conservancy (TNC Brasil), com mediação da Quintessa.

Serviço

Painel: Água, Saneamento e Clima – São Paulo Climate Week’25

Data: terça-feira, 5 de agosto de 2025

Horário: 9h às 13h

Local: Sesc Bom Retiro – Alameda Nothmann, 185, Campos Elíseos – São Paulo/SP

Evento gratuito

Inscrições abertas pelo link: https://bit.ly/inscricao0508

Sobre a Fundação Energia e Saneamento

Instituída em 1998 para preservar, pesquisar e divulgar o patrimônio histórico dos setores que lhe deram origem, a Fundação Energia e Saneamento (FES) iniciou o reposicionamento de suas ações a partir de 2024, visando contribuir, como  Organização Social de Cultura (OS) e Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT), cada vez mais estrategicamente para a construção de sociedades sustentáveis, a partir da  preservação, pesquisa e difusão do patrimônio histórico-cultural dos setores de energia e saneamento; de programas culturais, educativos e socioambientais e da pesquisa e desenvolvimento de soluções inovadoras. A FES possui unidades em sete municípios paulistas: a rede de Museus da Energia de São Paulo, Itu e Salesópolis, as Usinas-Parques (pequenas centrais de geração de energia) em Brotas, Rio Claro e Santa Rita do Passa Quatro e o Edifício do Acervo Histórico em Jundiaí, que abriga um acervo composto por mais de 260 mil fotografias, 10 mil plantas e desenhos técnicos, uma reserva técnica com mais de quatro mil objetos museológicos e 1.600 metros lineares de documentos arquivísticos, além de uma biblioteca especializada em energia com mais de 50 mil volumes.

Site: https://www.energiaesaneamento.org.br/

Instagram: @museudaenergia 

Facebook: Museu da Energia

LinkedInFundação Energia e Saneamento

YouTube: Museu da Energia

Sobre a SPCW 2025


A São Paulo Climate Week 2025 é uma plataforma colaborativa que reúne líderes, organizações, comunidades e cidadãos em torno da construção de soluções climáticas para o Brasil e o mundo. Em sua 2ª edição, o evento promove, em São Paulo, uma semana de ações, debates e conexões sobre a emergência climática e a transformação sustentável.

Inspirado por movimentos globais, celebra a diversidade de vozes e práticas que surgem localmente, para tornar São Paulo referência em inovação climática, resiliência urbana e transição justa, mobilizando recursos humanos, financeiros e intelectuais para a sustentabilidade nos grandes centros urbanos.

Site: www.spclimateweek.com.br
Instagram: @spclimateweek

ARTIGO – O nó legal brasileiro: excesso de normas e insegurança jurídica

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O critério de produtividade parlamentar muitas vezes privilegia o número de proposições legislativas em detrimento da sua relevância ou técnica

Por Ives Gandra da Silva Martins, Pedro Fülber Simon e Juliana Cardoso Ribeiro Bastos*

Considerando a crise institucional vivenciada pelo Brasil, coloca-se a necessidade de reflexão sobre o emaranhado normativo que sabota, por dentro, as bases do Estado Democrático de Direito. É o chamado normativismo brasileiro — um mal crônico e estrutural, cujas raízes remontam ao período colonial, mas que, no século XXI, ganha contornos de calamidade jurídica, econômica e democrática.

Durante a última reunião do Conselho Superior de Direito da FecomercioSP, tivemos a oportunidade de debater e expor as causas, consequências e possíveis caminhos para superar esse entrave que compromete o desenvolvimento nacional. A partir de um diagnóstico rigoroso, chegamos à constatação de que o país padece não apenas de excesso de normas, mas de uma cultura legalista que, longe de produzir segurança jurídica, alimenta a sua própria negação.

Hoje, o ordenamento jurídico brasileiro ostenta mais de 15 mil leis federais ordinárias, 200 leis complementares, milhares de medidas provisórias e uma Constituição que já sofreu 135 emendas. Além disso, tramitam atualmente mais de 41 mil projetos de lei — sendo que 2.437 foram propostos apenas nos primeiros meses de 2025. Essa hipertrofia legislativa, muitas vezes redundante, contraditória ou inócua, reflete um modelo de Estado centralizador, intervencionista e incapaz de operar com a racionalidade e estabilidade que se espera de uma democracia madura.

O critério de produtividade parlamentar, como os dados demonstram, muitas vezes privilegia o número de proposições legislativas em detrimento da sua relevância ou técnica. Isso sem falar na centralização das competências federativas. O Brasil exerce um federalismo às avessas, no qual decisões que deveriam ser locais foram absorvidas pela União no texto constitucional, demonstrando a falta de autonomia dos Estados e Municípios para muitas questões que seriam melhor decididas regional e localmente, em contrariedade ao princípio da subsidiariedade.

O problema não é só de quantidade, mas sobretudo de qualidade, promovida por meio do debate amplo e maduro. Observa-se que por vezes as normas são produzidas com rapidez, mas sem a clareza e simplicidade para sua aplicação, exigindo-se, como consequência, a formulação de novas normas, bem como corroborando para uma jurisprudência instável.

Essa disfunção também se espraia para o Executivo, que abusa do instituto das medidas provisórias, e para o Judiciário, especialmente o Supremo Tribunal Federal, que se vê compelido a decidir sobre tudo — da alta política ao cotidiano da administração. Em 2022, o STF proferiu 89.951 decisões, sendo 86% monocráticas, com cada ministro julgando, em média, 45 processos por dia. Isso indica que a própria competência do Supremo Tribunal Federal precisa ser revisitada. A sobrecarga do Poder Judiciário e, por consequência, sua morosidade, também se relaciona com o excesso de normas, na medida em que normas ambíguas ou contraditórias desafiam a própria aplicação do direito.

As consequências são concretas: insegurança jurídica, retração de investimentos e perda de competitividade. O Brasil ocupa a 124ª posição no ranking Doing Business do Banco Mundial, atrás de países como Uganda e Senegal. O custo-Brasil é real – e caro.

Mas, há saídas. A primeira delas é cívico-política: sem participação ativa da sociedade civil e do setor produtivo, não haverá correção de rumo. Precisamos de engajamento cívico permanente, e não apenas eleitoral. A segunda é legislativa: urge uma reflexão sobre a possibilidade de uma ampla e inteligente reforma, capaz de consolidar, simplificar, revogar o que for preciso e, em última análise, modernizar o arcabouço normativo, devolvendo clareza e eficácia à legislação. A terceira é institucional: é n ecessário redesenhar a separação entre jurisdição constitucional e jurisdição ordinária, revisar a forma de exercício do federalismo e promover uma reforma política.

Problemas estruturais exigem soluções estruturais. A revisão do federalismo, a reforma política, a racionalização do processo legislativo e a restauração da credibilidade das instituições são pilares de uma agenda de reconstrução jurídica do país. Precisamos romper com a ilusão de que mais normas significam mais justiça. Ao contrário: neste momento, menos pode ser mais.

Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal – 1ª Região, professor honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia), doutor honoris causa das Universidades de Craiova (Romênia) e das PUCs PR e RS, catedrático da Universidade do Minho (Portugal), presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomer cio -SP, ex-presidente da Academia Paulista de Letras (APL) e do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp).

Pedro Fülber Simon
Sócio do escritório Simon, Nadal & Jahn Advocacia. Mestrando em Direito, com ênfase em Direito Constitucional e Direito do Estado, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Especialista em Direito Processual Civil, curso de Pós-Graduação Lato Sensu dado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Bacharel em Direito pela PUCRS. Membro do Conselho Superior de Direito da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FECOMERCIO/SP) e da Comissão de Reforma Política da OAB/RS.

Dr. Pedro Fülber Simon

JULIANA CARDOSO RIBEIRO BASTOS
Advogada graduada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em 2006. Mestre (2010) e Doutora (2021) em Direito Constitucional pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Professora de Direito Constitucional na graduação das Faculdades Metropolitanas Unidas e na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Coordenadora do Núcleo de Direito Constitucional da Comissão do Acadêmico em Direito da OAB/SP (2017 a 2019). Membro efetivo do Núcleo de Memória dos Direitos Humanos, no âmbito da Comissão Permanente de Direitos Humanos (2019-2021). Membro da Conferencia Americana de Organismos Electorales Subnacionales por la Transparencia Electoral (CAOESTE). Coordenadora do Núcleo de Prática Jurídica da Faculdade de Direito. Produção principal: A Constituição Econômica e a Sociedade Aberta dos Intérpretes. Membro do Conselho Superior de Direito da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FECOMERCIO/SP).

Dra. Juliana Cardoso Ribeiro Bastos

 

DUE Incorporadora chega a São Paulo após ultrapassar R$ 3,2 bilhões em vendas no Nordeste

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Com forte presença no Nordeste, DUE inicia expansão nacional a partir de São Paulo, seu segundo maior mercado
Com abertura de escritório em São Paulo e parceria com a NR Sports, empresa de Neymar Jr., incorporadora impulsiona o projeto que visa transformar o litoral nordestino em destino global de turismo

Praia Exclusive, em Muro Alto – PE, é um dos 28 empreendimentos da Rota DUE, no Nordeste

 

A DUE Incorporadora, referência no mercado imobiliário do Nordeste, anuncia sua chegada oficial a São Paulo, com abertura de escritório na cidade, após ultrapassar a marca de R$ 3,2 bilhões em vendas. A expansão à capital econômica do país representa um passo estratégico para ampliar sua atuação nacional e estreitar relações com investidores da região Sudeste, que já responde por 9% do volume de vendas da empresa. A expectativa é que esse percentual cresça para até 40% nos próximos dois anos.
Com sede em Pernambuco, a DUE vem transformando o litoral nordestino com o projeto Rota DUE, uma iniciativa que prevê a construção de 28 empreendimentos em destinos como Praia de Muro Alto (Porto de Galinhas), Praia dos Carneiros, Praia de Maragogi, Praia de Antunes (Maragogi) e Praia de Japaratinga. O VGV total projetado para essa rota é de R$ 7,5 bilhões, consolidando a DUE como uma das maiores incorporadoras da região.
Com o avanço expressivo da DUE no Nordeste, a companhia entendeu que era hora de nacionalizar a presença da marca. A escolha por São Paulo como ponto central dessa expansão não foi por acaso: trata-se do maior centro econômico do país e, mesmo sem presença física até agora, já representava o segundo maior mercado da empresa em número de investidores. A partir da nova estrutura comercial na capital paulista, a DUE mira uma atuação mais próxima e estruturada com o público do Sudeste, ampliando o alcance da Rota DUE e fortalecendo o relacionamento com parceiros e canais estratégicos.

Sócios da DUE Incorporadora: Rafael Zulu, Abílio Costa, Adaílton dos Santos e André Costa

 

“Diante do crescimento consistente da DUE no Nordeste, especialmente em Pernambuco, identificamos a necessidade de ampliar nossa operação comercial para um mercado estratégico como o de São Paulo”, afirma Rafael Zulu, sócio da incorporadora. “A abertura de um escritório na capital paulista tem como objetivo consolidar a presença da marca junto aos investidores do Sudeste, aproximando a Rota DUE — nosso principal projeto de desenvolvimento imobiliário e turístico no litoral nordestino — de um público com alto potencial de consumo e investimento”.
A chegada da estrutura da empresa em São Paulo será marcada por um evento no dia 31 de julho, no restaurante Meet and Eat, na Vila Olímpia. A ação terá foco institucional e comercial, reunindo parceiros, investidores e stakeholders da marca. Nos últimos três anos, mesmo sem estrutura física em São Paulo, a DUE vendeu mais de R$ 300 milhões na região. Com a chegada a São Paulo, a meta é superar R$ 150 milhões em vendas só no primeiro ano de operação local.
“São Paulo é nosso segundo maior mercado e, com a nova estrutura, passamos a jogar em casa. Nosso objetivo é ampliar o relacionamento com clientes e advisors locais, oferecendo uma experiência mais próxima e completa”, afirma Adaílton dos Santos, sócio da DUE.
A Rota DUE vai além da construção de residências de alto padrão à beira-mar. Os projetos preveem vilas gastronômicas, parques de experiências, shoppings a céu aberto, casas de praia e resorts, com o objetivo de transformar o litoral nordestino em um destino turístico integrado, com infraestrutura completa e foco em experiências. Os primeiros empreendimentos a serem entregues em 2025 são o NoMar, na Praia de Carneiros (PE), e o Praia Exclusiva, em Muro Alto (PE), ambos com 100% das unidades vendidas.
Entre os diferenciais do projeto está a parceria com a NR Sports, empresa do jogador Neymar Jr., e com o Instituto Neymar Jr., que atuará em ações de impacto social no Nordeste. A iniciativa visa a formação de crianças e jovens, com foco em educação, qualificação e geração de oportunidades.
Outro parceiro estratégico é o Grupo R2, responsável pelo Festival Na Praia, em Brasília, e pelo complexo gastronômico Mané Mercado, também na capital federal. A parceria prevê ativações turísticas e culturais nos empreendimentos da Rota DUE, com programacão de lazer, eventos e experiências de bem-estar.
A Rota DUE também se destaca pela sustentabilidade. Entre as iniciativas estão a colaboração com a Biofábrica de Corais, que atua na regeneração da vida marinha da costa brasileira, e programas de capacitação profissional em parceria com o Sistema S.
Clientes da DUE também terão acesso exclusivo ao ecossistema de serviços da incorporadora, com estadias intercambiáveis entre os empreendimentos, concierge digital, clube de vantagens, beach clubs e centros comerciais integrados.
Rafael Zulu resume: “Nosso projeto é transformar o Nordeste brasileiro em um destino global de turismo, experiências e investimentos. Com parcerias sólidas, impacto social real e visão de longo prazo, vamos beneficiar milhares de pessoas e redesenhar o futuro do litoral brasileiro”.
Além do foco comercial, o projeto da Rota DUE é impulsionado por um propósito social e ambiental. A parceria com a NR Sports e o Instituto Neymar Jr. prevê a criação de núcleos de formação e capacitação profissional, além de projetos educacionais voltados para jovens e crianças nas regiões em que a incorporadora atua. Essas iniciativas se somam aos esforços da DUE para fomentar o empreendedorismo local, incentivar o desenvolvimento sustentável e promover a valorização cultural do Nordeste.
A empresa também aposta em experiências como ativo de diferenciação. Por meio da administradora Sintta Experience Stay, os clientes poderão usufruir de um sistema exclusivo de hospitalidade, com reservas intercambiáveis entre os empreendimentos da Rota DUE, além de um aplicativo próprio para gestão das estadias, contratação de serviços e sugestões de roteiros personalizados. O ecossistema inclui ainda um home center inteligente e acesso a vilas com opções de gastronomia, compras, lazer e beach clubs.
Com mais de uma década de atuação e foco no alto padrão, a DUE Incorporadora se consolida como protagonista de um novo modelo de ocupação e valorização do litoral nordestino. A chegada a São Paulo amplia o alcance dessa visão e reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento econômico, social e sustentável do país.

Apocalipse nos Trópicos acerta o alvo, mas erra a profundidade

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Evoto

 

Por Lucas Nascimento*


Apocalipse nos Trópicos
, estreado na Netflix, empreende um olhar cinematográfico sofisticado, mas também limitado. A obra de Petra Costa talvez seja mais um documentário de uma elite progressista feito para si mesma do que um olhar acurado dos motivos dos evangélicos na política.

Petra encena imagens fortes da prática cristã e logo adentra os bastidores do lobismo do pastor Silas Malafaia. Seu olhar narrativo busca compreender os evangélicos na política, mas ainda ecoa os vícios de uma esquerda lustrada, que crê desarmar ideologias ao expor os excessos dos poderosos e anunciar, com isso, a libertação dos oprimidos.

Ao posicionar Malafaia como personagem central, Petra apresenta muito bem um pastor carismático, sedento por poder e profundamente consciente de sua influência política. Com acesso privilegiado, o filme expõe sua performance privada e pública, confirmando-o como um dos principais lobistas do país. Vemos então um líder religioso em ação, mobilizando parlamentares e conduzindo bastidores de negociações com uma naturalidade perturbadora.

O filme acerta ao tratar a polarização entre Bolsonaro e seus inimigos por meio da chave da leitura apocalíptica. É uma aposta inteligente, porque toca num imaginário teológico-político que estrutura o engajamento bolsonarista, especialmente entre os evangélicos. Mas o documentário perde potência ao tentar explicar a complexa relação entre religião e política que ajudou a formar o público mais fiel a Jair Bolsonaro: os evangélicos conservadores.

Ao abordar o discurso religioso da guerra entre o bem e o mal, o filme se apoia fortemente no livro do Apocalipse como matriz simbólica da retórica bolsonarista. E o faz reduzindo a pluralidade do imaginário evangélico a uma leitura escatológica simplista, ao ignorar outras dimensões do engajamento político evangélico.

E vou além: alguns críticos, ao apontarem erros teológicos da diretora sobre o Apocalipse, deixam de perceber que não se trata apenas de como Petra interpreta a Bíblia, mas de como o imaginário apocalíptico modela o desejo de muitos evangélicos (inclusive católicos) por uma guerra entre o bem e o mal em que seus líderes políticos são revestidos de missão messiânica. Ou seja, o imaginário evangélico e bolsonarista se nutre de algo maior que a narrativa do livro do Apocalipse: o apocalipsismo.

Nesse ponto, Petra falha junto com alguns de seus críticos. Em pesquisas com o linguista e teólogo Fagner Carvalho, temos mostrado como certas polêmicas revelam uma forma de interpretar a realidade, moldada por uma memória discursiva apocalíptica que remonta à destruição de Jerusalém em 587 a.C., passa pelo Livro dos Vigilantes e pela revolta dos Macabeus, até culminar numa teologia pré-cristã messiânica.

Da modernidade para cá, esse anseio alimentou teologias políticas à direita e à esquerda. No Brasil recente, foi assumido pelo bolsonarismo como espécie de religião política em seu intento de um nacionalismo cristão: Bolsonaro tornou-se “messias” anticorrupção, anticomunista e protetor dos “valores cristãos”. Assim, esses valores herdados da hegemonia católica fundiram-se ao ressentimento, e a salvação divina ressurgiu agora nas urnas através da manipulação de símbolos religiosos para conquistar votos.

Mas o filme não faz uma pergunta importante: por que tantos evangélicos, inclusive os que não seguem Malafaia como presbiterianos, metodistas e batistas, continuam reconhecendo na guerra do bem contra o mal uma linguagem politicamente legítima? A resposta exige mais do que denúncia. A articulista Deborah Bizarria, ao tecer críticas ao filme, afirma que “não basta apontar as crenças; é preciso entender como o discurso religioso é usado para ganhar legitimidade e influência”. Sim, a cineasta tenta caminhar nessa direção, mas sua câmera revela mais dos filtros de sua bolha progressista que a maneira como parte dos evangélicos dão legitimidade à ultradireita.

O filme acerta ao mostrar com imagens fortes a influência de figuras como Malafaia e da Bancada Evangélica, mas tropeça ao tratar suas teologias de domínio como chave única da mistura entre política e religião. A vontade nacionalista cristã se alimenta de necessidades e sentimentos reais, não apenas de manipulação pastoral. Ignorar isso é continuar falando sobre os evangélicos sem escutá-los de verdade.

Veja o documentário. Mas há algo mais subterrâneo no modo como fé e política se entranham na vida dos fiéis comuns: uma força que as lentes de Petra não capturaram, mas que segue moldando o país em lógicas de guerra, nas quais o mal está sempre no outro.

*Lucas Nascimento é doutor em Língua e Cultura pela UFBA, pós-doutorado pela USP, Professor da UEFS e autor do livro “O veneno da língua” (Mundo Cristão).