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Chevrolet Sanauto promove lançamento do novo Tracker 2026 em Fortaleza

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CEARÁ – A Chevrolet Sanauto promove, na próxima quinta-feira (17), o lançamento oficial do novo Chevrolet Tracker 2026, que chega ao mercado brasileiro com atualizações no design, novos equipamentos de série e cinco versões disponíveis. O evento será realizado na concessionária localizada na Avenida Barão de Studart, 1630, no bairro Aldeota, em Fortaleza (CE).

Associada ao Grupo Carmais, a Sanauto tem papel de destaque no cenário automotivo nordestino e apresenta o novo modelo em um momento de consolidação do Tracker como um dos SUVs mais vendidos do país. A linha 2026 mantém a plataforma e motorização das versões anteriores, apostando em aprimoramentos visuais e em novos recursos tecnológicos, com foco em conectividade, segurança e conforto.

“O novo Tracker reforça a presença da Chevrolet no segmento de SUVs e reafirma nosso compromisso em oferecer veículos modernos, completos e adaptados às expectativas dos nossos clientes. Esse lançamento representa mais um avanço da Chevrolet Sanauto no fortalecimento da marca no mercado cearense”, afirma Félix Júnior, diretor da concessionária.

Além da nova linguagem visual, o Tracker 2026 oferece melhorias em tecnologia embarcada, como central multimídia com tela ampliada, conectividade sem fio com Android Auto e Apple CarPlay, sensores de estacionamento, alerta de ponto cego, câmera de ré e até seis airbags, conforme a versão.

Com 52 anos de atuação no mercado, a Sanauto é parte do Grupo Carmais, que também celebra mais de cinco décadas de trajetória. “Esse lançamento simboliza mais um marco na nossa parceria com a Chevrolet, consolidando o trabalho do Grupo Carmais ao longo de 52 anos de história e dedicação ao setor automotivo”, destaca Leonardo Dallolio, diretor comercial do Grupo Carmais.

Referência em atendimento premium e estrutura pós-venda, o Grupo Carmais mantém atuação sólida no Ceará e em outros estados do Nordeste, sempre buscando inovação, qualidade e proximidade com o consumidor. O lançamento do novo Tracker reforça esse posicionamento e deve atrair tanto consumidores fiéis à marca quanto novos clientes em busca de um SUV completo, moderno e competitivo.

Serviço
Lançamento do Chevrolet Tracker 2026 – Chevrolet Sanauto

Data: 17 de julho (quinta-feira)
Local: Chevrolet Sanauto (Avenida Barão de Studart, 1630 – Aldeota, Fortaleza-CE)

Consulpam reafirma expertise em concursos públicos com realização nacional da Conab

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Com mais de mil certames no currículo e atuação em todas as regiões do Brasil, o Instituto Consulpam se consolida como uma das maiores e mais respeitadas organizadoras de concursos públicos do país. Neste fim de semana, a instituição, com sede em Fortaleza e Brasília, lidera mais uma operação de grande escala: a realização das provas do concurso da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que mobiliza mais de 55 mil candidatos em todas as capitais brasileiras.

 

O desafio é proporcional à reputação da Consulpam, construída com base em eficiência logística, segurança operacional e compromisso com a transparência. Só no Distrito Federal, as provas serão aplicadas em cinco locais: UniCEUB, UniEuro Asa Sul, UniEuro Águas Claras, Colégio Gísno e UPIS. A operação exige uma logística integrada para garantir que tudo transcorra dentro dos padrões de excelência. Em todo o país, cerca de 6 mil colaboradores estarão envolvidos diretamente na aplicação do exame.

 

Um dos diferenciais desta operação é o investimento em segurança. Todas as salas de aplicação contarão com detectores de metal, totalizando cerca de 3 mil unidades espalhadas por todo o território nacional. A medida demonstra o cuidado com a lisura do processo e reforça o padrão elevado adotado pela Consulpam, que vem se destacando justamente pela capacidade de executar certames com alto nível de controle e confiabilidade, mesmo em contextos desafiadores.

 

O concurso da Conab oferece 403 vagas para cargos de níveis médio e superior, com salários entre R$ 3.459,87 e R$ 8.140,88. As oportunidades abrangem os cargos de Assistente e Analista, e a realização das provas em todas as capitais amplia o acesso e democratiza a participação, permitindo que candidatos de diferentes regiões concorram em pé de igualdade.

 

A condução dessa seleção é apenas mais um exemplo da trajetória sólida da Consulpam, que já realizou concursos para órgãos como a Prefeitura de São Luís (MA), a Prefeitura de Porto Alegre (RS), o Tribunal de Contas dos Municípios do Pará, a Secretaria de Economia do Governo do Distrito Federal — cujo novo edital já está pronto e será lançado nas próximas semanas —, as Polícias Civil e Militar do Ceará, o Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH), responsável por unidades hospitalares em todo o Estado do Ceará, e a Prefeitura de Foz do Iguaçu (PR), entre outros. Além disso, o Instituto já concluiu com êxito o concurso do Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), outro processo de abrangência nacional entregue recentemente.

 

Nos próximos meses, a Consulpam será responsável também pelos concursos do Corpo de Bombeiros do Estado do Ceará e da Companhia Docas do Pará, reforçando sua atuação em certames estratégicos e de relevância estadual e federal.

 

Sobre o Instituto Consulpam – Com sede administrativa em Fortaleza e escritórios em Brasília e São Paulo, o Instituto Consulpam é hoje um nome de referência no setor, combinando conhecimento técnico, infraestrutura robusta e compromisso com a qualidade. O concurso da Conab, pelo volume de inscritos e pela complexidade logística, reforça a posição da Consulpam como líder nacional em concursos públicos, capaz de entregar resultados com excelência e confiabilidade em qualquer parte do Brasil.

Lazer sob medida vira fator decisivo para compra de imóveis de luxo

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Pesquisa da Abrainc revela que 62% dos compradores consideram espaços temáticos e experiências personalizadas fator essencial na escolha do imóvel

O conceito de morar vem passando por uma transformação silenciosa nos empreendimentos de alto padrão. Deixando para trás os tradicionais salões de festas, playgrounds e academias genéricas, os lançamentos imobiliários vêm apostando em áreas de lazer temáticas, personalizadas e alinhadas com os hábitos e hobbies de seus moradores, tornando-se verdadeiros símbolos de conforto e praticidade. Mais do que espaços de uso comum, oferecem uma infraestrutura completa, desenhada para atender a um estilo de vida dinâmico e exigente.

Segundo estudo recente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), 62% dos compradores desse segmento consideram as estruturas de lazer premium um dos principais fatores na decisão de compra. Incorporadoras não se preocupam apenas em vender imóveis, e sim em oferecer experiências de vida. Um dos reflexos mais evidentes desse “novo morar” é o surgimento de ambientes pouco usuais e altamente personalizados: espaços voltados à arte, ateliês para pintura, salas de enogastronomia e até quadras para esportes antes impensáveis nos condomínios brasileiros.

Os ambientes de convivência dos lançamentos residenciais de luxo no Brasil se aproximam das comodidades oferecidas por hotéis cinco estrelas, proporcionando uma vivência sofisticada aos moradores — e, ao mesmo tempo, atraindo investidores e clientes em busca de qualidade de vida.

Piano bar

Exemplo desse novo modelo é o Casa Jobim, empreendimento localizado em Curitiba (PR) que homenageia o legado artístico da família Jobim e oferece aos moradores o privilégio de tocar em um piano lounge com instrumento assinado por Daniel Jobim, neto de Tom Jobim.

Skydeck com champagne bar 

Outro empreendimento que traduz essa tendência é o OÁS, que combina bem-estar, sofisticação e um toque de fantasia. O projeto oferece um SPA completo, ideal para quem busca momentos de relaxamento sem sair de casa. No topo do edifício, o destaque é o rooftop panorâmico com chão de vidro, onde moradores poderão desfrutar de bons momentos no champagne bar enquanto apreciam a vista, ou ainda utilizar a luneta instalada para observação das estrelas, uma experiência que mistura contemplação e luxo em pleno ambiente urbano.

“Os clientes estão cada vez mais exigentes e buscam empreendimentos que traduzam seu estilo de vida. O imóvel deixa de ser apenas um local para morar e passa a ser uma extensão da identidade e dos interesses de cada pessoa”, afirma o diretor de incorporação da GT Building, Marcello Malucelli Thá.

Práticas esportivas diferenciadas

O Temple Batel, projeto voltado ao bem-estar e à reconexão com a natureza, oferece um Espaço Zen com horta, pomar com árvores nativas, piscina com borda infinita e até uma arquibancada para contemplação — ambientes que incentivam o equilíbrio entre corpo e mente em meio à agitação urbana.

Mas é no The Pineyards, outro empreendimento da incorporadora, que o lazer ganha contornos mais esportivos e tecnológicos. O prédio contará com um simulador de golfe com campo virtual homologado pela Federação Paranaense e Catarinense de Golfe — uma das poucas estruturas do tipo em edifícios residenciais no Brasil. “Existem poucos empreendimentos no país que oferecem uma experiência de golfe indoor com a fidelidade de um campo profissional. Identificamos essa oportunidade e fomos os primeiros a desenvolver um projeto com essa característica para o público paranaense”, relata Marcello.

Esse olhar para atividades esportivas diferenciadas também aparece no Casa Jobim, que surpreende ao incluir em sua estrutura uma quadra de pickleball, esporte em ascensão no Brasil que mistura elementos do tênis, pingue-pongue e badminton.

Esses projetos sinalizam uma mudança de paradigma. Ao oferecer espaços dedicados a hobbies e paixões individuais, os empreendimentos de alto padrão não apenas acompanham as novas demandas de seus consumidores — eles as antecipam, transformando a moradia em uma experiência única, exclusiva e, acima de tudo, personalizada.

 

Sobre a GT Building  

A GT Building é uma incorporadora curitibana e um dos principais players do mercado imobiliário da capital. Preocupada com o futuro, a GT Building se posiciona como uma empresa Climability®, que utiliza suas habilidades de criação de projetos inovadores aliada à consciência e vontade de ajudar na construção de um mundo melhor. Com o objetivo de neutralizar sua pegada ecológica, a empresa fez parcerias com climatechs e organizações de preservação de biomas brasileiros para aquisição de créditos de carbono, compensando suas emissões de gases de efeito estufa.

As falsas narrativas do governo Lula – ricos contra pobres

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Ao polarizar ainda mais a sociedade com seu discurso de ricos contra pobres, o governo Lula tenta desviar o foco de suas próprias falhas. As recentes manifestações do presidente, afirmando que defende os pobres contra os ricos, que o aumento do Imposto sobre Obrigações Financeiras (IOF) só atingiria os ricos e que ele é um defensor dos pobres, levantam uma questão que não tem nada a ver com a realidade. Qualquer tributação sobre as empresas implica prejuízo para os pobres, pois reflete no consumo.

 

As empresas sobrevivem porque têm lucro. Ou seja, elas não resistem se não conseguirem gerar lucro, não só para remunerar seus acionistas, mas também para reinvestir e manter a competitividade no mercado.

 

O presidente Lula, devido ao fracasso em cortar as contas públicas e não ter um plano efetivo para isso, quer aumentar a tributação que o Congresso rejeitou por esmagadora maioria. Com isso, ele busca dizer que o Congresso está defendendo os ricos e que ele defende os pobres.

 

Tentar transferir a sua incapacidade de controlar as contas públicas para um falso problema — de que são os ricos que não o deixam administrar, enquanto ele faz estragos monumentais na administração, principalmente nas estatais, com a nomeação de seus amigos e gastos impensados — é evidente que é uma falácia, igual à pregação sempre fracassada do marxismo.

 

 

Os marxistas é que sempre disseram que podiam ser ditadores na Romênia, na Polônia, em todos os países da União Soviética, porque estavam defendendo o povo, os pobres, enquanto arruinavam os países.

 

 

Todos os países, naquela época, que eram conservadores, progrediram. E todos os que “defendiam o pobre” através de ditaduras, na época da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, não tiveram progresso e caíram. Basta dizer que voltaram a progredir a partir da queda do Muro de Berlim.

 

 

Então, me parece que essa falsa colocação, não dignifica o presidente Lula — que foi um presidente pragmático nos dois primeiros mandatos e agora virou um presidente ideológico —, de considerar que o seu fracasso na administração das contas públicas, que leva o presidente do Banco Central por ele nomeado a manter juros elevados para corrigir e conter a inflação que ele não consegue controlar com seu frágil arcabouço fiscal, se deveaos ricos, que não querem aumento de tributação. Isso é uma farsa.

 

 

Tenho a sensação de que, se o presidente Lula continuar assim, estando com dois anos e meio de seu governo sem um plano de recuperação das contas públicas, a não ser aumentando o endividamento e a tributação, tornará ainda mais sofrida a vida do povo brasileiro.

 

 

Se ele não quiser fazer a lição de casa, de cortar efetivamente os gastos, de fazer a política fiscal como Gabriel Galípolo está fazendo a política monetária, para tentar conter a inflação que o presidente Lula não controla, é evidente que seu governo continuará numa queda monumental da avaliação junto à opinião pública, em que a rejeição já é muito maior do que a aprovação.

 

 

Discursos como esse, de que ele realmente defende os pobres e que são os ricos que não querem aumento de tributos para que ele possa auxiliá-los, o povo não aceita mais. Isso também porque os cidadãos ainda têm as redes sociais para se comunicarem, e qualquer um, por mais simples que seja, pode ter acesso às informações corretas. O povo tem percepção do que está acontecendo no Brasil.

 

 

Pessoalmente, mesmo não tendo votado no presidente Lula, gostaria que o governo desse certo, pois todo brasileiro prefere mais que seu país progrida do que ser favorável a uma ou outra corrente que esteja no Poder. Vejo que ele, entretanto, está mais preocupado em ganhar as eleições do que com o Brasil.

 

 

Por essa razão, ele faz questão de dizer que defende os pobres contra os ricos que não querem aumento de tributos. Vale destacar, mais uma vez, que tais tributos, ao incidir sobre as operações de todas as empresas, repercutiriam, necessariamente, nos preços de todos os produtos.

 

 

Tomara que o presidente Lula perceba, neste último ano e meio de governo que ainda tem, que a função de um presidente é governar o país para um bem futuro, mesmo com medidas amargas, e não procurar, com histórias e narrativas, mostrar realidades que, efetivamente, não existem.

 

Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal – 1ª Região, professor honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia), doutor honoris causa das Universidades de Craiova (Romênia) e das PUCs PR e RS, catedrático da Universidade do Minho (Portugal), presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio -SP, ex-presidente da Academia Paulista de Letras (APL) e do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp).

Claro é patrocinadora master da segunda edição do SANA 2025 com experiências interativas no maior evento geek do Norte e Nordeste

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Cliente Claro conta com 50% de desconto na compra de ingressos para o evento, que acontece de 18 a 20 de julho

CEARÁ – A Claro amplia sua presença no universo da cultura pop, gamer e digital ao assumir o patrocínio master da segunda edição do Super Amostra Nacional de Animes (SANA) 2025, um dos maiores eventos do gênero no Brasil e o principal do Norte e Nordeste. Realizado no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza, o festival reúne um público expressivo formado por fãs de animes, games, tecnologia e entretenimento, de 18 a 20 de julho. Para o Festival, clientes Claro contarão com 50% de desconto na aquisição dos ingressos.

Com ativações voltadas ao engajamento com o público, a Claro se destaca na programação com a Arena Claro Gamer, espaço que leva o nome da marca e será o palco principal das disputas de e-sports e ativações do universo gamer. A operadora ainda terá um espaço exclusivo da marca, onde o público poderá interagir com atrações como o Autorama Claro, o Teste de Reflexo com brindes personalizados, uma área instagramável e experiências digitais desenvolvidas para conectar ainda mais os participantes com a marca.

“Acreditamos que juntos podemos proporcionar experiências únicas, tornando o dia a dia de nossos clientes mais produtivo e divertido. E a participação no SANA nos permite dialogar diretamente com um público profundamente conectado ao digital, à inovação e à cultura pop. E dessa forma, o propósito da Claro é seguir evoluindo, ampliando o reconhecimento como uma marca plural, convergente, com multiprodutos e para públicos diversos”, afirma André Peixoto, diretor regional da Claro para a regional Nordeste.

A operadora também terá presença em toda a sinalização oficial do SANA, fortalecendo sua conexão com os fãs dentro e fora do evento. A empresa ainda promoverá ações de endomarketing com suas equipes comerciais, ampliando o relacionamento interno e alinhando seus times à proposta do evento.

Claro no Ceará

O Ceará é considerado uma região estratégica para a Claro, que mantém investimentos contínuos no Estado e consolida sua atuação como uma das principais operadoras da região. Hoje, a Claro detém mais de 30% de participação no mercado de telefonia móvel cearense, lidera o segmento de TV por assinatura com mais de 69% de market share e conta com mais de 94 mil clientes em banda larga fixa.

No que diz respeito à conectividade de última geração, a Claro também se destaca no avanço da tecnologia 5G, com uma participação de mercado superior a 28% nesse serviço. A operadora já está presente com sua cobertura 5G em cidades estratégicas do estado, como Fortaleza, Caucaia, Juazeiro do Norte, Sobral e Maracanaú, reforçando seu compromisso com a expansão da infraestrutura digital e com a oferta de soluções inovadoras em telecomunicações para a população cearense.

Sobre a Claro

A Claro é o maior grupo de Telecomunicações da América Latina e uma das maiores operadoras de multisserviços do Brasil, presente em todas as regiões do país. Está em mais de 4.800 municípios brasileiros e suas redes disponibilizam serviços a cerca de 98% da população. Recentemente, a Claro foi escolhida como a empresa de telecomunicações mais inovadora do Brasil, pela 10ª edição do Prêmio Valor Inovação 2024. A Claro oferece soluções integradas de conectividade, entretenimento, produtividade e serviços digitais de forma verdadeiramente convergente, em várias plataformas fixas e móveis. Em 2019, a empresa criou o beOn Claro, seu hub de inovação, para facilitar, potencializar e conectar a inovação dentro e fora da companhia. A Claro é líder em TV por assinatura e a operadora que mais cresce em serviços móveis. Por meio da marca Claro empresas, lidera também o segmento de serviços empresariais, que incluem ofertas em nuvem, telecom, TI e segurança de redes e aplicações. A operadora conta ainda com o Claro 5G disponível em regiões de todos os estados e no Distrito Federal. E, segundo medições realizadas pelo Speedtest®, a Claro tem a internet mais rápida do Brasil no 5G e no Wi-Fi. A rede 5G da Claro é a mais veloz do Brasil e oferece a melhor latência, a melhor experiência 5G em games e a melhor experiência de streaming de vídeos na rede 5G do Brasil. A Claro faz parte da América Móvil, com presença em 25 países na América Latina e também na Europa e Estados Unidos.

Feito por mulheres e para mulheres

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Chapecoense Valentina Lang transforma um hobby adolescente em negócio de moda com impacto social, gestão colaborativa e presença ativa nas redes sociais.

O que começou com um hobby, da jovem Valentina Lang, na época com 17 anos, tornou-se uma empresa feita por mais de 20 mulheres com uma produção mensal de 4 mil peças para outras mulheres no Brasil e em outros países.

Na estrutura da empresa, todas as áreas, da criação à costura, do atendimento às redes sociais até a liderança, são conduzidas por mulheres. O time reúne colaboradoras de diferentes faixas etárias, desde jovens aprendizes a partir dos 14 anos até profissionais próximas da aposentadoria, o que, segundo Valentina, amplia a troca de experiências e fortalece o ambiente de trabalho.

A decisão de manter a equipe totalmente feminina, da produção à gestão, está diretamente ligada à proposta da marca VL. De acordo com a fundadora, essa escolha reflete o cuidado com os detalhes e a compreensão das preferências do público-alvo. “O olhar, o capricho e o entendimento sobre o que faz uma mulher se sentirem bonita e confortável são características que só o trabalho feminino consegue traduzir com tanta precisão.”

“Nosso impacto vai além da criação e da moda. Uma confecção feita somente por mulheres gera resultados positivos na economia local, promove inclusão e contribui para o empoderamento feminino”, explicou Valentina.

A empreendedora salienta que o ambiente de trabalho na VL é construído com base na empatia e na cooperação. “Incentivamos nossas colaboradoras a acolher, ensinar e apoiar umas às outras. Isso transforma relações profissionais em laços de amizade e fortalece a convivência no dia a dia.”

Além dos resultados internos, o modelo de gestão adotado também tem repercussão direta na relação com as clientes. Segundo Valentina, muitas consumidoras valorizam o fato de adquirirem produtos criados e produzidos por mulheres. “Elas se conectam com o propósito da marca e reconhecem o diferencial das peças, tanto na qualidade quanto no caimento. Sabemos que mulheres entendem mulheres, e isso se reflete no resultado final.”

CONSTRUÇÃO DE UMA IDENTIDADE

Para a fundadora da marca VL, a construção de uma identidade clara é um dos pilares para quem deseja empreender no setor da moda. “Seja o rosto da sua marca ou encontre alguém que possa representar esse papel. As pessoas precisam confiar e admirar para compreender o valor dos produtos”, afirmou. Segundo ela, a conexão genuína com o público e a comunicação transparente sempre foram diferenciais da empresa.

A empresária destacou ainda o papel das redes sociais na divulgação dos produtos. “O Instagram foi nosso maior aliado desde o início e ainda é uma das principais ferramentas de visibilidade e captação de novos clientes. Se estivesse começando hoje, investiria nele e em outras plataformas digitais desde o primeiro dia.”

Valentina reforçou que o caminho do empreendedorismo é repleto de desafios, mas acredita que a persistência é essencial. “Empreender é um jogo em que vence quem não desiste. Com amor e dedicação, é possível prosperar, mesmo diante das adversidades.”

Vinho e cachaça: segmentos são fortalecidos durante seminário em Xanxerê

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Com aromas intensos, identidade regional e raízes familiares, o vinho e a cachaça artesanal conquistam cada vez mais espaço no cenário econômico e turístico do oeste catarinense. Essa valorização dos produtos locais foi o ponto de partida do Seminário do Vinho e da Cachaça, realizado recentemente, na Associação Vêneta, no Parque de Eventos da Femi, em Xanxerê.

SANTA CATARINA – Organizado pela Epagri, Cidasc, Sebrae/SC, Associação Vêneta e Prefeitura de Xanxerê, o evento foi direcionado a produtores já legalizados, empreendedores em processo de formalização, além de profissionais do turismo, da gastronomia e do setor de restaurantes. A programação reuniu também especialistas e técnicos que destacaram a regulamentação como ferramenta estratégica de desenvolvimento dos empreendimentos, esclareceu os procedimentos necessários e acesso a novos mercados.

“Atualmente, o oeste catarinense conta com cerca de 15 empreendimentos legalizados, incluindo duas destilarias e uma vinícola apenas em Xanxerê. Esses dados reforçam o potencial da região em transformar tradição em geração de renda, profissionalização e atração de visitantes. O Sebrae/SC atua diretamente nesse processo por meio do Programa de Consultorias de Inovação e Tecnologia (Sebraetec), oferecendo direcionamento técnico especializado. Trabalhamos desde a etapa de legalização até a formulação e o desenvolvimento dos produtos, viabilizando o comércio eletrônico e o posicionamento nas redes sociais, pontos que tem ampliado significativamente o alcance regional das marcas”, explicou o analista técnico do Sebrae/SC, Thiago Dalla Rosa.

Durante o seminário, o consultor do Sebrae/SC, Fábio Ecco, e demais técnicos apresentaram orientações práticas para adesão ao Sistema de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (SISBI-POV), regularização junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), e os impactos positivos da legalização, ampliação de mercado, acesso a canais de venda institucional, turismo rural e maior visibilidade para os rótulos.

O extensionista da Epagri, Thiago Marchi, salientou que a produção de vinhos e cachaças artesanais no oeste Catarinense vai além de uma atividade econômica. “Ela é parte essencial da nossa identidade cultural, enraizada na história das famílias imigrantes que ajudaram a construir essa região. É um verdadeiro patrimônio que merece ser valorizado, legalizado e promovido com orgulho. Quando falamos nesses produtos locais, destacamos oportunidades de geração de renda, turismo rural, permanência das famílias no campo e agregação de valor à agricultura familiar”.

A programação encerrou com uma confraternização entre os participantes, acompanhada de degustação e comercialização de produtos regionais.

SOBRE O SEBRAE/SC                                                                                                                         O Sebrae/SC comemora, em 2025, 53 anos de dedicação ao fortalecimento dos pequenos negócios e ao fomento do empreendedorismo em Santa Catarina. Com presença em todas as regiões do Estado, a instituição oferece soluções que impulsionam o desenvolvimento econômico e social, apoiando milhões de empreendedores ao longo de sua trajetória. Reconhecido nacionalmente, o Sebrae é hoje a 4ª marca mais valiosa do país, com um ativo de R$ 33,9 bilhões, reflexo de sua credibilidade, impacto e compromisso com a transformação dos territórios onde atua. Em Santa Catarina, o Sebrae é parceiro estratégico de quem faz o estado crescer.

Acompanhe mais notícias do Sebrae/SC na Agência Sebrae de Notícias e nas redes sociais: Instagram Facebook LinkedIn Twitter Telegram YouTube Blog Site.  

Além do tarifaço, privatização das inspeções agropecuárias ameaça exportações de carne

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Anffa Sindical aponta que sobretaxa anunciada por Donald Trump expõe fragilidade nas relações comerciais e reforça riscos da perda de credibilidade sanitária do Brasil

Para Anffa, privatizar a fiscalização vai gerar desconfiança nos países importadores da carne brasileira (Crédito: Anffa Sindical)

 

 

 

A sobretaxa de 50% imposta pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros, anunciada pela Casa Branca nesta quarta-feira (10) e válida a partir de 1º de agosto, mostra a vulnerabilidade das exportações do País diante de decisões externas e, ao mesmo tempo, evidencia os riscos de medidas internas que podem agravar ainda mais esse cenário. Para o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), além do tarifaço, a regulamentação da Lei do Autocontrole, que abre caminho para a privatização das inspeções sanitárias, representa uma ameaça concreta à credibilidade do Brasil no mercado internacional.

 

A proposta do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) prevê o credenciamento de pessoas jurídicas para executar atividades técnicas e operacionais de defesa agropecuária, entre elas as inspeções ante morteme post mortem de animais, fundamentais para garantir a segurança dos alimentos consumidos. Na prática, frigoríficos poderão contratar empresas privadas para realizar inspeções que deveriam ser isentas e conduzidas por agentes públicos, o que configura, segundo o Anffa, um grave conflito de interesses e grandes riscos à saúde pública global.

 

Segundo o sindicato, transferir a fiscalização agropecuária do setor público para empresas privadas vai gerar desconfiança nos 157 países que hoje importam a proteína animal brasileira. Nos Estados Unidos, por exemplo, a atividade é conduzida pelo Estado, já que o país reconhece os riscos da imparcialidade das inspeções e aponta a necessidade de que essa função esteja sob responsabilidade de profissionais independentes e comprometidos com o interesse público, e não com metas comerciais ou produtivas.

 

“Ao abrir mão do controle público sobre a qualidade sanitária dos produtos, o Brasil sinaliza insegurança e fragilidade institucional em um dos setores mais estratégicos da nossa economia. Isso pode causar danos irreversíveis à imagem do País e colocar em risco a saúde de milhões de consumidores mundo afora”, afirma o presidente do Anffa Sindical, Janus Pablo Macedo.

 

O sindicato critica a condução do projeto pelo governo brasileiro e alerta que a proposta vai na contramão das exigências dos mercados internacionais, cada vez mais rigorosos quanto à rastreabilidade e à fiscalização isenta e técnica da produção de alimentos. Além disso, o Anffa Sindical já denunciou o projeto ao Ministério Público Federal (MPF) por entender que ele compromete a segurança sanitária e viola princípios constitucionais.

 

“Não se trata apenas de defender os interesses dos servidores, mas de preservar o que o Brasil tem de mais valioso no comércio exterior: a confiança nos seus padrões sanitários. O interesse do setor produtivo não pode se sobrepor à necessidade básica da população, que é consumir alimentos confiáveis e de qualidade”, conclui o presidente do sindicato.

 

Em todo o País, os auditores fiscais federais agropecuários seguem mobilizados contra o plano do Mapa. Os profissionais da carreira descartam medidas mais severas, como paralisações e ações na Justiça para evitar o desmonte da fiscalização.

 

Na Amazônia, uma indústria que educa, emprega e preserva

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*Luiz Augusto Barreto Rocha

Enquanto o debate sobre o futuro da Amazônia tende a oscilar entre extremos — a paralisia contemplativa e a exploração predatória —, o Polo Industrial de Manaus (PIM) oferece, há mais de cinco décadas, uma solução concreta, equilibrada e com resultados comprovados. Trata-se de uma experiência singular de desenvolvimento nacional que conjuga produção industrial, inclusão social e proteção ambiental.

Hoje, com a participação estruturada na Pesquisa Firmus do Banco Central do Brasil, o PIM dá um passo a mais: presta contas diretamente à sociedade brasileira, mostrando com dados e fatos que, no coração da floresta, pulsa uma indústria moderna, resiliente e capaz de formar gente.

Qualificação como eixo estratégico de desenvolvimento

Em maio de 2025, o Polo Industrial de Manaus registrou 132.886 empregos formais diretos, com saldo positivo de 607 novas vagas no mês, mesmo diante de retrações conjunturais em faturamento e importações. Mas o dado bruto não revela toda a riqueza do processo. O que merece destaque é a qualidade das oportunidades geradas.

A indústria instalada no PIM não se limita a empregar. Ela forma, capacita e integra. Em linhas de produção, laboratórios, centros de pesquisa e núcleos de engenharia, jovens de origem humilde têm acesso à qualificação técnica de ponta. São programas internos de formação continuada, parcerias com institutos de ensino e mecanismos de ascensão funcional que transformam o chão de fábrica em ambiente de aprendizagem profissional.

Para além da formação técnica, a convivência em ambientes produtivos organizados, com respeito à diversidade, segurança e bem-estar, cria um ecossistema de trabalho que favorece o amadurecimento humano e a inserção social plena.

Gestão de Pessoas: Salários, Qualificação e Retenção de Talentos

Em um cenário nacional marcado por disparidades salariais e desvalorização do trabalho, o Polo Industrial de Manaus apresenta um desempenho surpreendente — e frequentemente ignorado. De acordo com os dados mais recentes do CAGED, Manaus figura entre as capitais com os maiores salários médios do Brasil, ocupando o 4º lugar no ranking nacional. Esse dado, por si só, já contraria o senso comum que reduz a Zona Franca a uma política assistencialista. Aqui, paga-se bem porque se exige muito e se investe melhor ainda.

As fábricas do PIM desenvolveram, ao longo das décadas, um robusto ecossistema de gestão de pessoas, que vai muito além do mero treinamento operacional. São cursos técnicos, ciclos de palestras, programas de formação continuada, incentivos educacionais, parcerias com instituições de ensino e programas internos de liderança que revelam talentos da base ao topo. Muitas indústrias mantêm convênios com o SENAI, o IFAM, a UEA, a UFAM e com universidades privadas, garantindo trilhas de crescimento e especialização.

Além da qualificação, há um forte empenho das empresas em reter talentos. Isso se reflete em benefícios como planos de saúde de excelência, transporte fretado, alimentação no local, políticas de bonificação por desempenho e programas de qualidade de vida. Em diversos segmentos — como o eletroeletrônico, o químico, o termoplástico e o de Duas Rodas — a retenção de mão de obra qualificada é tratada como fator estratégico de sustentabilidade do negócio.

Essa cultura organizacional, construída com esforço contínuo, faz do ambiente fabril em Manaus um espaço de estabilidade, reconhecimento e pertencimento. A fábrica não é apenas um lugar de produção. É, para milhares de trabalhadores, um espaço de dignidade e transformação de vida, onde o conhecimento é continuamente cultivado, e onde o esforço é recompensado com perspectivas reais de ascensão profissional.

A voz de quem produz: a virada institucional do Banco Central

A entrada em cena do Relatório Firmus representa uma guinada metodológica importante. Até então, o Banco Central do Brasil guiava-se predominantemente pelas percepções dos agentes do mercado financeiro, por meio do Relatório Focus. Agora, com o Firmus, a instituição decide ouvir diretamente os protagonistas da economia real — os que produzem, empregam, geram valor e enfrentam os desafios concretos do território nacional.

Essa mudança tem implicações profundas. Ao ampliar geograficamente suas fontes de informação, o Banco Central rompe a exclusividade de uma visão centrada na Faria Lima e passa a incorporar dados e percepções que refletem a diversidade produtiva do país.

O Norte do Brasil, com sua matriz industrial peculiar, passa a ter voz — e conteúdo — na construção das análises macroeconômicas nacionais.

Nesse novo ambiente de escuta qualificada, as boas expectativas e os desempenhos positivos do Polo Industrial de Manaus emergem com nitidez. Empresas antes invisíveis aos modelos tradicionais de análise agora são reconhecidas como parte relevante da engrenagem econômica nacional.

Papel institucional do CIEAM como articulador regional

O primeiro destaque dessa nova fase é que o Banco Central do Brasil, por meio do Relatório Firmus, resolveu ouvir diretamente quem produz, deixando de se orientar exclusivamente pelas percepções do mercado financeiro reunidas no Relatório Focus. Esse gesto tem peso simbólico e prático. Abre-se, enfim, uma escuta institucional a realidades produtivas antes invisíveis à macroeconomia oficial.

Assim, o BCB amplia suas fontes de pesquisa para todas as regiões do país, desconectando-se da exclusividade da visão rentista da Faria Lima — visão limitada à lógica dos ativos financeiros, muitas vezes alheia à complexidade do território produtivo brasileiro.

É nesse novo cenário que o Polo Industrial de Manaus ganha visibilidade. As boas expectativas e desempenhos das nossas indústrias — historicamente ignorados nas análises centrais — emergem com nitidez e solidez. Produzimos, geramos empregos, formamos técnicos, movimentamos a economia e preservamos a floresta. Agora, isso é quantificado, registrado e, sobretudo, respeitado.

Afinal, e não menos importante, a iniciativa do Firmus empodera institucionalmente o CIEAM. O Banco Central reconheceu nosso papel e nos adotou como canal estratégico para coleta de dados, articulação de discussões e disseminação de informações. Isso é um ganho diferenciado e altamente relevante — não apenas para a nossa instituição, mas para toda a economia do Amazonas.

A Zona Franca de Manaus não é um favor fiscal nem um enclave improdutivo. É um projeto de país, desenhado para proteger a Amazônia pelo trabalho formal, pela industrialização racional e pela formação de gerações inteiras de profissionais — que aprendem a produzir sem destruir.

Diferentemente do que se costuma sugerir nos centros financeiros do país, a indústria da Amazônia contribui de forma desproporcionalmente alta com a arrecadação nacional. Segundo estudo de Costa, Rocha e Machado (2024), o Amazonas é o estado brasileiro com maior participação de impostos sobre a produção em relação ao próprio PIB, superando a média nacional e a média da Região Norte (veja gráfico).

 

A Zona Franca é, sim, portanto, um polo de resistência à precarização, à ilegalidade e à indiferença. E é também uma trincheira de esperança: a de que o Brasil possa desenvolver-se com floresta em pé, indústria forte e gente qualificada.

*Luiz Augusto Barreto Rocha é presidente do Conselho Superior do CIEAM (Centro da Indústria do Estado do Amazonas).

 

Demanda por formação prática em reestruturação empresarial cresce entre advogados e contadores

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Levantamento da FGV e do CIEE revela lacuna na formação acadêmica e impulsiona procura por mentorias na área

A ausência de disciplinas práticas sobre recuperação judicial e gestão de crise nos cursos de Direito e Ciências Contábeis tem levado profissionais dessas áreas a buscar capacitações complementares. Dados de um estudo conduzido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), mostram que apenas 12% das graduações em Direito e Contabilidade no Brasil abordam o tema com foco na aplicação prática.

Com base nesses dados, programas de mentoria e formações especializadas em reestruturação empresarial passaram a ganhar espaço como ferramentas essenciais para quem deseja atuar em processos de recuperação e reorganização de empresas. Essas formações buscam preencher a lacuna deixada pelo ensino superior tradicional, oferecendo simulações de casos reais, estratégias jurídicas e contábeis atualizadas e técnicas de condução em contextos de crise.

A demanda por especialistas na área acompanha o aumento dos pedidos de recuperação judicial no país. De acordo com levantamento do Serasa Experian, o primeiro semestre de 2024 registrou mais de 650 pedidos,  um avanço de 38% em relação ao mesmo período do ano anterior. A maior parte dos requerimentos foi feita por micro e pequenas empresas, segmento que representa mais de 90% dos negócios no Brasil e que tende a ser mais exposto a oscilações econômicas.

Com foco na prática, as mentorias funcionam como um laboratório para aplicação imediata dos conhecimentos técnicos. Nelas, advogados e contadores são expostos a diferentes cenários de crise empresarial, passando pelo diagnóstico da viabilidade econômica, estruturação de planos de recuperação e articulação com credores e stakeholders.

Para especialistas da área, a tendência é de crescimento contínuo na procura por esse tipo de formação. As mudanças regulatórias, aliadas à complexidade dos processos de insolvência, exigem uma atuação estratégica e multidisciplinar por parte dos profissionais envolvidos. “Não basta conhecer a lei. É preciso saber aplicá-la diante de uma realidade de negócios fragilizados, com múltiplos passivos e pressão de credores”, afirma Marcos Pelozato.

Segundo ele, a lacuna na formação acadêmica e a exigência por resultados concretos tornaram a especialização prática um requisito para quem busca se posicionar com autoridade nesse mercado. “A teoria não prepara o profissional para o impacto de uma crise financeira real. Por isso, o foco prático das mentorias é essencial para acelerar a curva de aprendizado”, completa Marcos.

 

Sobre Marcos Pelozato

Marcos Pelozato é advogado, contador e empresário com 14 anos de atuação no setor de reestruturação empresarial e recuperação judicial. Reconhecido como referência no segmento, presta assessoria estratégica a empresas em crise financeira, com foco em reorganização societária, gestão de passivos e recuperação de negócios.

À frente de um escritório especializado, Marcos também atua como mentor para advogados e contadores interessados em ingressar na área de reestruturação, com o objetivo de ampliar o número de profissionais capacitados a atuar diante da crescente demanda por soluções eficazes em gestão de crise.

Para mais informações, acesse youtube.com/@marcospelozato.oficial e tambem pelas redes sociais: @marcospelozato.oficial