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Como garantir energia confiável em grandes eventos como o The Town, em SP

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O desafio de manter estrutura elétrica estável em festivais exige soluções eficientes — descubra por que os geradores se tornaram essenciais em 2025

A segunda edição do The Town, marcada para setembro de 2025 no Autódromo de Interlagos, promete reunir centenas de milhares de pessoas em cinco dias de programação intensa.

No entanto, por trás dos palcos e da experiência do público, existe um desafio técnico crucial: garantir o fornecimento contínuo de energia elétrica. Para eventos desse porte, depender exclusivamente da rede pública é arriscado. Por isso, os geradores de energia se consolidaram como a solução estratégica que garante estabilidade, segurança e funcionamento ininterrupto de toda a operação.

A seguir, entenda como esses equipamentos se tornaram indispensáveis, quais tecnologias estão em alta e o que considerar ao escolher o gerador ideal para grandes produções.

Por que os geradores são indispensáveis em eventos de grande porte

A estrutura elétrica de um evento como o The Town vai muito além do palco principal. Ela precisa sustentar sistemas de som, luz, telões, camarins, stands de alimentação, banheiros químicos, áreas de descanso, ambulatórios e muito mais.

Em momentos de pico, é comum que a demanda de energia ultrapasse o esperado — e qualquer falha pode comprometer a experiência de milhares de pessoas.

Estabilidade diante de picos de consumo e falhas da rede

Mesmo em grandes cidades, quedas de energia não são incomuns. Com geradores de alta capacidade, a organização do evento consegue manter todos os equipamentos funcionando, mesmo que ocorra alguma oscilação ou blackout no sistema da concessionária local.

Pronto-resposta em casos de apagões ou oscilações

Geradores modernos contam com sistemas automáticos que detectam a falha de energia e assumem a carga em segundos. Essa resposta imediata evita pausas na programação, mantendo a continuidade do show e a segurança de todos os envolvidos.

Suporte técnico integrado: manutenção preventiva e monitoramento constante

Outro fator que torna os geradores indispensáveis é o suporte técnico especializado. Em eventos desse porte, profissionais monitoram a performance dos equipamentos em tempo real e realizam manutenção preventiva. Isso reduz riscos e permite ajustes rápidos, caso surja alguma necessidade.

Como escolher o gerador ideal para festivais ou grandes produções

A escolha do gerador deve considerar as particularidades do evento, o porte da produção e as exigências do local. Mais do que potência, é preciso pensar em logística, conforto e regulamentações.

Capacidade de entrega: de acordo com iluminação e som

O dimensionamento da carga elétrica é um dos primeiros passos. Sistemas de som e iluminação exigem grande potência e estabilidade de tensão. Para garantir isso, engenheiros elétricos avaliam a necessidade energética total e indicam o modelo adequado, com margem de segurança.

Mobilidade e tempo de instalação no local

Em festivais ao ar livre, o tempo de montagem e desmontagem é valioso. Geradores montados em carretas ou sistemas portáteis facilitam o transporte e aceleram o processo de instalação, sem comprometer a logística geral do evento.

Ruído e regulamentação ambiental em áreas abertas

Outro ponto de atenção é o nível de ruído. Equipamentos mais antigos podem gerar incômodo tanto ao público quanto à vizinhança. Modelos silenciosos e com encapsulamento acústico são ideais. Além disso, é fundamental que o gerador atenda às normas ambientais, especialmente em áreas com vegetação ou próximas a residências.

Os avanços em tecnologia que estão remodelando o setor

O setor de geradores têm evoluído para atender à crescente demanda por eficiência, sustentabilidade e praticidade. Os equipamentos mais modernos já incorporam funcionalidades que eram impensáveis há alguns anos.

Geradores com potência elétrica e controle remoto

Muitos modelos atuais permitem controle remoto via aplicativo ou painel digital, o que facilita a operação à distância e o monitoramento em tempo real. Esses recursos agilizam a tomada de decisão, otimizam a performance e reduzem custos operacionais.

Modelos híbridos: biodiesel, solar e integração com a rede

Outra tendência forte é a adoção de geradores híbridos, que combinam combustíveis tradicionais com fontes renováveis, como energia solar ou eólica. Essa solução reduz o consumo de diesel, diminui a emissão de gases e se alinha a práticas sustentáveis — algo cada vez mais valorizado pelo público e patrocinadores.

Soluções modulares para expansão conforme demanda real

Eventos como o The Town podem ter áreas de maior e menor exigência elétrica. Para essas situações, os geradores modulares são ideais, pois permitem adicionar ou remover unidades conforme a demanda. Essa flexibilidade evita desperdício de energia e melhora a eficiência do sistema.

O futuro dos grandes eventos depende de planejamento energético

Realizar eventos de grande porte é uma operação que exige precisão, planejamento e adaptação às exigências técnicas do século 21. O público espera conforto, segurança e experiências imersivas — tudo isso depende de energia estável.

Em grandes festivais como o The Town, o uso de um gerador de energia robusto é a espinha dorsal da operação. Ele mantém trip, palco, alimentação e infraestrutura funcionando mesmo sob condições adversas. Além disso, a flexibilidade atual permite combinar diferentes tipos de combustível e adicionar módulos extras conforme o aumento de carga — ideal para garantir shows sem interrupção.

Securitização é a solução

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*Janaina Lima

 

Aprovada pelo Congresso Nacional no dia 2 de julho de 2024, a Lei Complementar 208 possibilita que União, Estados, Distrito Federal e Municípios transfiram seus créditos tributários e não tributários para entidades privadas ou fundos de investimento, para que os entes possam captar recursos e promover maior eficiência tributária e diminuição da dívida pública. É a chamada securitização de direitos creditórios.

Ainda que essa prática tenha se iniciado na década de 1970, a securitização foi ganhando mais adeptos com o passar dos tempos. Atualmente, especialmente entre as empresas do setor privado, ela se transformou em uma ferramenta eficiente para a captação de recursos por meio de investidores na busca por melhor rentabilidade e para aumentar suas disponibilidades de caixa. Ou seja, passou da hora do poder público também usufruir dessa prática.

Afinal, temos constatado nos últimos anos um número crescente de entes federativos – especialmente pequenos municípios – operando no limite das suas finanças, com gestores pressionados pela indesejável queda na arrecadação ao mesmo tempo em que observam o aumento considerável das despesas obrigatórias, tendo que atender a uma sociedade cada vez mais exigente e necessitada de serviços públicos de qualidade.

É claro que essa prática exige cautela, uma análise técnica aprofundada e, principalmente, respeito aos princípios da responsabilidade fiscal. Mas para o momento que o país atravessa, onde não se vislumbra nenhum ajuste fiscal estrutural que possibilite alguma redução das despesas correntes até as eleições de 2026, a securitização se apresenta como a solução mais adequada para promover o equilíbrio orçamentário dos nossos entes federativos.

Portanto, não há motivos para perdermos tempo discutindo aumento de cargas tributárias ou a criação de novas taxações.

 

*Janaina Lima (PP), suplente na Câmara Municipal de São Paulo, já foi vereadora por dois mandatos, sendo a quinta mulher mais votada da cidade

FAIXA DE FRONTEIRA: FAESC destaca que aprovação do Projeto de Lei 1532/2025 é um avanço que assegura segurança jurídica ao setor  

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A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) comemora uma importante notícia para o setor produtivo. Foi aprovado pelo Senado, nesta terça-feira (8), o projeto de lei que prorroga por mais cinco anos o prazo para a ratificação de registros imobiliários de imóveis rurais em faixa de fronteira. O objetivo é impedir que propriedades rurais sejam transferidas à União por falta de regularização. Agora, o texto segue para análise na Câmara dos Deputados.

Atualmente, o prazo (de 10 anos, contados a partir de 2015) se encerraria em outubro de 2025. Pelo PL 1532/2025, o novo período passa a ser de 15 anos. Na prática, o projeto prorroga o período até 2030.

Para o vice-presidente da Faesc, Clemerson Argenton Pedrozo, a prorrogação é uma medida estratégica, urgente e necessária para que novas questões, envolvendo a temática, sejam debatidas no Congresso Nacional, o que é essencial para permitir que aqueles que regularmente adquiriram suas propriedades não venham a ser prejudicados. “Recebemos a notícia com grande alívio em Santa Catarina, pois há muito tempo lutamos para garantir tranquilidade e segurança jurídica aos produtores rurais que vivem em áreas sensíveis, como as faixas de fronteira. Muitos já realizaram investimentos de longo prazo e enfrentavam insegurança quanto ao acesso ao crédito, à formalização da propriedade e até ao risco de perder suas terras”, afirmou.

Clemerson Pedrozo destaca, ainda, que a medida é essencial para assegurar a estabilidade fundiária e o direito de posse aos proprietários que agiram de boa-fé.

O texto, apresentado pelo senador Nelsinho Trad, passou nesta terça-feira por votação na Comissão de Relações Exteriores (CRE) com parecer da senadora Tereza Cristina.

Durante a discussão, Tereza Cristina explicou que nos últimos 10 anos o processo de regularização de imóveis em faixa de fronteira enfrentou muitas dificuldades, por falta de regras claras e definitivas. Nesse período, de acordo com a senadora, havia dúvidas sobre como aplicar a lei, especialmente por causa de uma ação que questionava trechos importantes da legislação e que só foi decidida em 2023.

De acordo com a Faesc, a situação anterior gerava entraves burocráticos que impediam a finalização dos processos de regularização fundiária, o que deixava os produtores vulneráveis e afastava investimentos. “A prorrogação do prazo representa mais um passo importante rumo à estabilidade jurídica e econômica no meio rural”, frisa o vice-presidente da Faesc.

ENTENDA

A aprovação veio depois de um acordo com o governo para que a Presidência da República não vete a prorrogação do prazo para a ratificação de registros imobiliários de imóveis rurais em faixa de fronteira, que é uma situação mais urgente. E, em contrapartida, a regulamentação para ratificação desses imóveis será debatida por meio de um outro projeto (PL 4.497/2024), apresentado pela Câmara e em tramitação no Senado.

Esse segundo projeto tem como objetivo resolver as demais pendências, garantindo que todos os estados tenham as mesmas diretrizes para regularizar os imóveis.

Essa proposta estava inicialmente tramitando junto ao PL 1.532/2025, mas foi retirada do relatório final de Tereza Cristina após acordo com o governo.

Artigo: Dados sem direção: o novo desperdício do RH moderno

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*Por Diego Winagraski

Vivemos em uma era na qual os dados são a nova moeda da economia digital. Mas será que estamos tratando essa riqueza com o devido cuidado e inteligência estratégica que ela exige? No mundo empresarial moderno, muito se fala sobre “tomada de decisão baseada em dados”. O termo virou quase um modismo — bonito no discurso, mas muitas vezes vazio na prática. A verdade é que transformar dados brutos em insights valiosos ainda é um desafio imenso para a maioria das empresas.

Diariamente, as organizações geram volumes massivos de informações. Porém, quantidade não significa qualidade. Dados soltos, mal estruturados ou desprotegidos podem ser considerados inúteis. Segundo o relatório Enterprise Data Management Market da Grand View Research, o mercado de gestão de dados corporativos deve atingir US$ 136,4 bilhões até 2027, crescendo a uma taxa anual de 9,5%. Esses números não apenas impressionam — gritam uma realidade que não pode mais ser ignorada: a gestão eficiente de dados é, hoje, uma competência estratégica.

E se tem uma área que vive essa realidade, é o RH. Nos últimos anos, a gestão de pessoas passou a ser vista — com razão — como estratégica. E, junto com essa valorização, veio a expectativa de que o RH também fosse movido a dados. Arrisco dizer que, depois da Inteligência Artificial, esse é o tema mais comentado no ecossistema de gestão de pessoas. Dashboards visuais, plataformas intuitivas e relatórios automatizados se tornaram parte da rotina. Mas, entre ter os dados e usar os dados, há um abismo. É nesse espaço que muita decisão se perde.

O dado por si só não diz nada. É só número. O que dá sentido é o contexto, o problema que queremos resolver, a hipótese que buscamos validar. Não adianta centralizar tudo em painéis bonitos se não sabemos o que estamos procurando ali.

Um exemplo claro: absenteísmo pode parecer um número simples. Mas, quando cruzado com dados de clima, feedbacks e entregas, pode revelar problemas de liderança, falta de propósito ou desengajamento. A inteligência não está no número isolado — está nas conexões que ele permite.

O mesmo vale para a alta rotatividade em um setor ou empresa específica. Se olharmos apenas para o turnover, perdemos de vista as causas. Mas, ao cruzarmos esses dados com o histórico de promoções, avaliações de desempenho e informações sobre carga de trabalho, talvez descubramos que o verdadeiro problema seja sobrecarga, falta de reconhecimento ou um modelo de gestão que não serve mais.

Interpretar também é priorizar. Não dá para acompanhar todos os indicadores o tempo todo. O RH precisa entender o que realmente move o ponteiro. E, para isso, precisa ter clareza de objetivos. Porque, no fim das contas, dado sem propósito é apenas mais um arquivo na nuvem. Entender os dados transforma suposições em certezas — e isso muda completamente o jogo.

De acordo com o Instituto Gartner, 90% das equipes de analytics em RH já contam com analistas, consultores e cientistas de dados. Mas, de nada adianta estrutura se falta estratégia. Estrutura sem intencionalidade gera apenas acúmulo — e não gestão.

Antes de mergulhar nos dashboards, o RH precisa se perguntar: quais são os principais desafios das lideranças hoje? O que tem impactado a performance das equipes? Por que uma área retém melhor seus talentos do que outra, com estrutura similar? O que, de fato, estou tentando entender? O RH sempre enfrentou dificuldades em justificar seus gastos e provar o valor do investimento em pessoas. Mas, com uma análise aprofundada e consistente, estamos migrando para um cenário em que conseguimos correlacionar o impacto de cada real investido com o resultado financeiro da empresa.

People analytics não é o fim. É o meio. Um aliado poderoso para entender gente, melhorar processos e transformar culturas. Porque, no fim do dia, o que a gente precisa não é de dado bonito — é de uma decisão bem tomada.

E você, o que pergunta antes de abrir seu dashboard de gestão de pessoas?

 

Diego Winagraski é especialista em tecnologia para RH e people analytics na Senior Sistemas

Cristalina recebe o maior encontro gaúcho fora da Região Sul

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Encontro Nacional da Tradição Gaúcha deve atrair milhares de visitantes à cidade goiana entre os dias 24 e 27 de julho, com programação cultural gratuita

GOIÁS – Entre os dias 24 e 27 de julho de 2025, a cidade de Cristalina, em Goiás, será palco do Nacional 2025, o maior evento de integração da cultura gaúcha realizado fora da Região Sul. Promovido pela Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha (CBTG) em parceria com o Movimento Tradicionalista Gaúcho do Planalto Central (MTG-PC), o encontro deve atrair milhares de visitantes de diversas partes do país, movimentando a economia local e promovendo uma ampla celebração das tradições gaúchas. A programação reúne disputas artísticas, campeiras e esportivas, além de atrações culturais, shows musicais, gastronomia típica, atividades infantis e a tradicional mateada, com entrada gratuita para o público.

A última edição do evento, realizada em 2023 na cidade de Irati, no Paraná, recebeu cerca de 15 mil pessoas, entre competidores, familiares, turistas e simpatizantes da tradição. Para 2025, a expectativa é de público igual ou superior, com maior diversidade de estados representados e impacto econômico significativo para a região. As competições serão divididas em três grandes eixos: modalidades artísticas, campeiras e esportivas. No campo artístico, o evento contará com provas como Danças Tradicionais Gaúchas e Campesinas , Chula, Trova, Declamação, Intérprete Vocal,, Danças Gaúchas de Salão, Instrumental e Danças Birivas, todas as provas são disputadas em categorias mirim, juvenil, adulta, e veterana e xirú avaliadas por jurados especializados em folclore e tradição.

As modalidades campeiras celebram o cotidiano do campo e as raízes da cultura do Sul, com provas de Laço Comprido (com categorias de 8 a 80 anos), Vaca Parada (infantil), Rédeas e a Prova do Chasque, que exige técnica e resistência em cavalgada. Já nas modalidades esportivas, o público poderá acompanhar disputas de Bocha Regra Mundial, Bocha 48, Bocha Campeira, Tava, Bolão, Truco e Tetarfe, que reforçam os laços entre gerações e promovem a integração entre os Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) de todo o Brasil.

Além de valorizar a cultura gaúcha, o evento também movimenta o turismo regional. A  ocupação da rede hoteleira já atingiu 100% durante o período, com forte impacto em restaurantes, postos de combustível, supermercados, lojas e feiras locais. Os visitantes também poderão aproveitar para conhecer atrativos turísticos da cidade, como o Cristo Redentor do Planalto Central, o Mirante da Pedra Chapéu do Sol, as cachoeiras do Rio São Bartolomeu e as feiras de artesanato e produtos naturais da região.

Mais do que uma competição, o Nacional 2025 representa um grande reencontro entre gerações de tradicionalistas de diferentes estados, unidas pelo mesmo sentimento: o amor à tradição gaúcha. Cristalina foi escolhida pela estrutura de acolhimento, localização estratégica e hospitalidade reconhecida. Situada a pouco mais de 130 km de Brasília, a cidade oferece fácil acesso para visitantes de diferentes regiões.

Serviço
Nacional 2025 – Encontro Nacional da Tradição Gaúcha
Data: 24 a 27 de julho de 2025
Local: Cristalina – Goiás
Entrada: Gratuita
Telefone: (61) 99693-5984

Lazer sob medida vira fator decisivo para compra de imóveis de luxo

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Pesquisa da Abrainc revela que 62% dos compradores consideram espaços temáticos e experiências personalizadas fator essencial na escolha do imóvel

O conceito de morar vem passando por uma transformação silenciosa nos empreendimentos de alto padrão. Deixando para trás os tradicionais salões de festas, playgrounds e academias genéricas, os lançamentos imobiliários vêm apostando em áreas de lazer temáticas, personalizadas e alinhadas com os hábitos e hobbies de seus moradores, tornando-se verdadeiros símbolos de conforto e praticidade. Mais do que espaços de uso comum, oferecem uma infraestrutura completa, desenhada para atender a um estilo de vida dinâmico e exigente.

Segundo estudo recente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), 62% dos compradores desse segmento consideram as estruturas de lazer premium um dos principais fatores na decisão de compra. Incorporadoras não se preocupam apenas em vender imóveis, e sim em oferecer experiências de vida. Um dos reflexos mais evidentes desse “novo morar” é o surgimento de ambientes pouco usuais e altamente personalizados: espaços voltados à arte, ateliês para pintura, salas de enogastronomia e até quadras para esportes antes impensáveis nos condomínios brasileiros.

Os ambientes de convivência dos lançamentos residenciais de luxo no Brasil se aproximam das comodidades oferecidas por hotéis cinco estrelas, proporcionando uma vivência sofisticada aos moradores — e, ao mesmo tempo, atraindo investidores e clientes em busca de qualidade de vida.

Piano bar

Exemplo desse novo modelo é o Casa Jobim, empreendimento localizado em Curitiba (PR) que homenageia o legado artístico da família Jobim e oferece aos moradores o privilégio de tocar em um piano lounge com instrumento assinado por Daniel Jobim, neto de Tom Jobim.

Skydeck com champagne bar 

Outro empreendimento que traduz essa tendência é o OÁS, que combina bem-estar, sofisticação e um toque de fantasia. O projeto oferece um SPA completo, ideal para quem busca momentos de relaxamento sem sair de casa. No topo do edifício, o destaque é o rooftop panorâmico com chão de vidro, onde moradores poderão desfrutar de bons momentos no champagne bar enquanto apreciam a vista, ou ainda utilizar a luneta instalada para observação das estrelas, uma experiência que mistura contemplação e luxo em pleno ambiente urbano.

“Os clientes estão cada vez mais exigentes e buscam empreendimentos que traduzam seu estilo de vida. O imóvel deixa de ser apenas um local para morar e passa a ser uma extensão da identidade e dos interesses de cada pessoa”, afirma o diretor de incorporação da GT Building, Marcello Malucelli Thá.

Práticas esportivas diferenciadas

O Temple Batel, projeto voltado ao bem-estar e à reconexão com a natureza, oferece um Espaço Zen com horta, pomar com árvores nativas, piscina com borda infinita e até uma arquibancada para contemplação — ambientes que incentivam o equilíbrio entre corpo e mente em meio à agitação urbana.

Mas é no The Pineyards, outro empreendimento da incorporadora, que o lazer ganha contornos mais esportivos e tecnológicos. O prédio contará com um simulador de golfe com campo virtual homologado pela Federação Paranaense e Catarinense de Golfe — uma das poucas estruturas do tipo em edifícios residenciais no Brasil. “Existem poucos empreendimentos no país que oferecem uma experiência de golfe indoor com a fidelidade de um campo profissional. Identificamos essa oportunidade e fomos os primeiros a desenvolver um projeto com essa característica para o público paranaense”, relata Marcello.

Esse olhar para atividades esportivas diferenciadas também aparece no Casa Jobim, que surpreende ao incluir em sua estrutura uma quadra de pickleball, esporte em ascensão no Brasil que mistura elementos do tênis, pingue-pongue e badminton.

Esses projetos sinalizam uma mudança de paradigma. Ao oferecer espaços dedicados a hobbies e paixões individuais, os empreendimentos de alto padrão não apenas acompanham as novas demandas de seus consumidores — eles as antecipam, transformando a moradia em uma experiência única, exclusiva e, acima de tudo, personalizada.

 

Sobre a GT Building  

A GT Building é uma incorporadora curitibana e um dos principais players do mercado imobiliário da capital. Preocupada com o futuro, a GT Building se posiciona como uma empresa Climability®, que utiliza suas habilidades de criação de projetos inovadores aliada à consciência e vontade de ajudar na construção de um mundo melhor. Com o objetivo de neutralizar sua pegada ecológica, a empresa fez parcerias com climatechs e organizações de preservação de biomas brasileiros para aquisição de créditos de carbono, compensando suas emissões de gases de efeito estufa.

Abit defende diplomacia nas relações comerciais

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A Abit – Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção recebeu com surpresa o anúncio feito pelo presidente Donald Trump nesta quarta-feira (9/07), que impõe uma tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros. A medida passará a valer em 1º de agosto e, se efetivada, poderá gerar impactos relevantes nas relações comerciais entre dois países historicamente próximos.
Brasil e Estados Unidos mantêm uma longa e sólida tradição de relacionamento político, econômico e diplomático. Foi o governo norte-americano o primeiro a reconhecer a independência do Brasil em 1824, marco que inaugurou uma parceria de quase dois séculos, pautada pelo respeito mútuo e pela cooperação.
Os EUA, principal investidor estrangeiro em nosso País, tem presença expressiva em diversos setores da economia. Da mesma forma, o Brasil representa um importante parceiro regional para os interesses norte-americanos na América Latina.
Neste momento, a Abit reitera a importância de preservar esse relacionamento histórico e de buscar, por meio do diálogo, o entendimento entre as duas nações. Medidas unilaterais e intempestivas não servem aos interesses dos brasileiros ou dos estadunidenses, que compartilham valores democráticos, forte intercâmbio comercial e cultural, e aspirações comuns de desenvolvimento econômico e social.
É fundamental que os canais diplomáticos e institucionais sejam mobilizados para restabelecer o ambiente de confiança e previsibilidade que sempre caracterizou a relação bilateral. O caminho do entendimento sempre é o mais construtivo e duradouro.
Abit – Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção.

Subcomissão do Sistema Nacional de Educação debate constitucionalidade e autonomia dos entes federativos

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A Subcomissão Especial sobre o Sistema Nacional de Educação (SubSNE), vinculada à Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, realizou, na última terça-feira (8), uma audiência pública voltada à análise dos impactos do Sistema Nacional de Educação (SNE) na autonomia dos entes federativos, além dos aspectos constitucionais relacionados à proposta. O debate foi solicitado pela deputada federal Adriana Ventura (Novo-SP), que também coordena a Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ).

Em pauta, o Projeto de Lei Complementar nº 25/2019, que institui o SNE e estabelece diretrizes para a cooperação entre União, estados, Distrito Federal e municípios na implementação de políticas educacionais. A proposta busca regulamentar a colaboração federativa, conforme previsto na Constituição Federal, promovendo maior articulação e integração do sistema educacional brasileiro.

A audiência contou com a participação do jurista Ives Gandra Martins; do advogado constitucionalista João Alberto; de Henrique Lago, representante da Associação De Olho no Material Escolar; e de Francisco Carlos D’Emílio Borges, conselheiro da Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup).

Os convidados apresentaram diferentes perspectivas sobre os efeitos da criação do SNE nas competências já atribuídas às diferentes esferas de governo. A deputada Adriana Ventura destacou a importância de garantir o equilíbrio entre a construção de um sistema nacional articulado e o respeito ao pacto federativo estabelecido na Constituição.

“A proposta precisa ser aprimorada para preservar a autonomia dos entes federativos. É essencial assegurar segurança jurídica e delimitar com clareza as competências de cada esfera de governo”, afirmou a parlamentar.

Adriana Ventura informou que encaminhará o conteúdo da audiência ao relator do projeto, deputado Rafael Brito (MDB-AL), como subsídio para o aperfeiçoamento do texto atualmente em tramitação na Câmara.

A atividade integra uma série de audiências promovidas pela SubSNE com o objetivo de ampliar o debate e contribuir para a consolidação de um sistema nacional de educação eficiente, colaborativo e em consonância com os princípios constitucionais.

 

Empreender nos EUA exige mais que ambição: empresário revela principais erros de empresas brasileiras na internacionalização

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Levantamento da Ecco Planet Consulting aponta falhas recorrentes na entrada de negócios no mercado norte-americano, como ausência de estudo de mercado e despreparo cultural

“É viável levar meu negócio para os Estados Unidos?” A pergunta, comum entre empresários brasileiros, tem uma resposta que vai além do otimismo e da intenção de crescimento. De acordo com levantamento realizado pela Ecco Planet Consulting, empresa especializada em internacionalização com mais de 2 mil projetos assessorados, os principais motivos de fracasso de negócios brasileiros nos EUA estão ligados à falta de preparo e à idealização do mercado norte-americano.

Com sedes em Orlando e Miami, a consultoria identificou que cerca de 70% das empresas brasileiras que fracassam nos EUA iniciam suas operações sem um estudo adequado de mercado e sem validar previamente o produto ou serviço com o público local. “Existe uma romantização sobre empreender nos Estados Unidos.

Muitos acreditam que o simples fato de estar em solo americano garantirá sucesso, mas isso não se sustenta sem análise concreta de viabilidade”, afirma Alfredo Trindade, CEO da Ecco Planet Consulting e especialista com mais de 25 anos de experiência em internacionalização de empresas.

Segundo o executivo, erros como traduzir literalmente o modelo de negócio brasileiro para o contexto americano, negligenciar diferenças culturais e subestimar exigências legais estão entre os principais fatores de insucesso. “O que funciona no Brasil não necessariamente terá aderência nos EUA. Questões como hábitos de consumo, linguagem, posicionamento de marca e canais de distribuição precisam ser repensadas”, pontua Trindade.

A consultoria recomenda que, antes de qualquer investimento, o empreendedor realize um diagnóstico profundo do setor de atuação, avalie a concorrência local e verifique se o produto necessita de ajustes do design à comunicação. Além disso, a adaptação cultural do empreendedor e de sua equipe é considerada uma etapa essencial para evitar equívocos de percepção e gestão.

Outro erro recorrente, de acordo com a Ecco Planet, é a tentativa de economizar na estrutura de entrada. “Muitos optam por operar informalmente ou terceirizar toda a operação sem supervisão próxima. Isso compromete a credibilidade e afasta parceiros e clientes”, explica Trindade. A recomendação da empresa é montar uma estrutura legal desde o início, mesmo que enxuta, e contar com apoio de especialistas locais para contabilidade, questões jurídicas e compliance regulatório.

Os Estados Unidos, com um Produto Interno Bruto de mais de US$28 trilhões e reconhecidos como o maior mercado consumidor do mundo, atraem empresários de todas as partes do planeta. No entanto, segundo a Small Business Administration (SBA), cerca de 20% das pequenas empresas americanas encerram suas atividades no primeiro ano, número que pode ser ainda maior no caso de estrangeiros mal preparados.“Não se trata de desencorajar. Nosso papel é trazer clareza. Internacionalizar é um movimento estratégico, que pode ampliar receitas, dar acesso a um mercado maduro e estável, além de abrir portas para outras regiões. Mas é necessário planejamento, realismo e preparo técnico”, conclui Trindade.

Para empreendedores que desejam iniciar o processo, a Ecco Planet está finalizando o livro “A Vitrine do Mundo”, um manual prático sobre internacionalização, que reúne orientações baseadas nas experiências reais de Alfredo Trindade ao longo de sua carreira.

 

Sobre a Ecco Planet Consulting

A Ecco Planet Consulting é uma empresa especializada em consultoria para internacionalização de negócios e investimentos nos Estados Unidos, com sedes em Orlando e Miami, na Flórida. Fundada em 2010, a empresa já conduziu mais de 2 mil projetos, assessorando investimentos que ultrapassam US$ 100 milhões no mercado norte-americano. Atua também nos setores de real estate e construção civil, onde já entregou mais de 300 unidades com foco em empresários e investidores de toda a América Latina. Para mais informações, acesse o site oficial, o Instagram ou o LinkedIn.

Sobre Alfredo Trindade

Alfredo Ignacio Trindade Netto é sócio-fundador e CEO da Ecco Planet Consulting. Atua há mais de 25 anos em cargos de liderança no Brasil, Argentina e Estados Unidos, com passagens por multinacionais como Carrier United Technologies, Ingersoll Rand e La Fortezza. Desde 2009, lidera projetos de internacionalização de empresas e investimentos no mercado americano. É formado em Ciências Econômicas pela PUC-SP e Administração de Empresas com ênfase em Marketing pela UNIVERSIDADE BANDEIRANTE – SP e atua como Real Estate Broker licenciado pelo estado da Flórida. Para mais informações, acesse o Linkedin.

 

Curso apresenta técnicas de manejo e recuperação de pastagens para a agricultura familiar paraense

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Dia de campo organizado pelo IPAM reuniu agricultores de 12 municípios para discutir estratégias de intensificação da produção e sustentabilidade na pecuária.

Por Lucas Guaraldo*

Representantes da agricultura familiar participaram do Dia de campo em recuperação e manejo de pastagens para a agricultura familiar no nordeste paraense, que apresentou técnicas de recuperação e manejo de pastagens para 45 agricultores de 12 municípios do nordeste paraense. A iniciativa foi realizada em Paragominas e Irituia, com visitas a áreas de pastagem e sistemas agroflorestais, além de apresentações sobre o gerenciamento eficiente do pasto. O objetivo foi fornecer subsídios para a geração de renda e promover uma pecuária mais sustentável no Pará.

 

“Essa ação tem como objetivo promover a troca de experiências entre agricultores e agricultoras familiares que atuam com pecuária. A agricultura familiar no Pará possui um rebanho expressivo de bovinos e, do ponto de vista social, é uma atividade de grande importância na região. No entanto, enfrenta desafios como a degradação das pastagens e as mudanças climáticas. Entendemos que a melhoria das pastagens é um caminho viável para agregar valor e tornar a produção mais sustentável e justa”, destaca Graciela Froehlich, pesquisadora do IPAM e uma das organizadoras do evento.

A formação foi promovida pelo IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), em parceria com a Seaf (Secretaria de Estado de Agricultura Familiar do Pará), Fetragri (Federação dos Trabalhadores na Agricultura), Ivisam (Instituto Vida em Sintropia da Amazônia) e Fetraf (Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Agricultura Familiar), com apoio do ICS (Instituto Clima e Sociedade).

Técnicas de manejo

 

Durante o treinamento, foram apresentadas estratégias como a rotação de pastagens, essencial para garantir alimento de qualidade ao gado. A técnica consiste em subdividir o pasto em pequenas áreas, conduzindo o rebanho para diferentes piquetes a cada quatro dias, seguindo um cronograma que garante produtividade mesmo em áreas reduzidas. O manejo adequado assegura o tempo necessário para a rebrota do capim, aumentando seu valor nutricional e evitando a abertura de novas áreas de pastagem, ao mesmo tempo em que favorece o crescimento saudável do rebanho.

 

Os agricultores também compartilharam soluções para manter a saúde financeira das propriedades. Um exemplo é o uso de cercas elétricas, alternativa mais acessível em regiões onde o quilômetro da cerca convencional pode ultrapassar R$ 20 mil, segundo os participantes. A gestão do campo também se torna mais eficiente com o plantio de árvores nativas, que podem servir de suporte para as cercas, além da integração de agroflorestas às pastagens, estratégia que gera renda extra e proporciona sombra para o gado.

 

“Eu venho da agricultura familiar e ver que hoje um produtor pequeno consegue, com uma estrutura simples, fazer a rotação de pasto e ter um ótimo resultado na produção, me impressionou. Com pouco investimento, consigo aplicar tudo isso na minha propriedade e enxergar até onde podemos chegar. Trabalho com pecuária há 10 anos e já estava pensando em desistir, porque minha pastagem sempre estava ruim. Agora, com o que aprendi aqui, consigo me organizar e não vou mais vender minha terra”, relata Francisca Roseane Silva da Fonseca, agricultora familiar e presidenta do Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR) de Santa Maria do Pará, uma das participantes do curso.

 

Qualidade de vida e sustentabilidade

 

Os participantes puderam conhecer na prática as técnicas discutidas, conversando com agricultores que já as aplicam, como Vicente Cirino, fundador do Ivisam. Ele implementou um sistema integrado de agrofloresta e pecuária em sua propriedade, onde também ministra cursos e oficinas de capacitação voltadas à agricultura familiar.

“Esse trabalho é importante porque fornece o conhecimento necessário para que o cidadão do campo não precise vender seu lote e ir para a cidade enfrentar dificuldades. A gente trabalha com a ideia de que é possível ter uma vida digna, feliz e confortável no campo, produzindo muito em pouco espaço, respeitando a natureza e sem abrir grandes áreas que acabam ficando subutilizadas”, afirma Cirino.

 

O Pará abriga hoje um rebanho de mais de 24 milhões de animais. A crescente demanda por pastagens, muitas vezes utilizadas com baixa eficiência, tem impulsionado o desmatamento no estado, que lidera os rankings nacionais de derrubadas e queimadas. Segundo dados da Seaf, cerca de 11 milhões de cabeças de gado estão em áreas com algum tipo de irregularidade ambiental.

Nesse cenário, investir na sustentabilidade da agricultura familiar é fundamental, especialmente considerando que 60% dos pecuaristas do Pará pertencem a esse segmento. Com assistência técnica e investimentos em capacitação, esses produtores têm potencial para adotar práticas mais sustentáveis, aumentar sua renda e alcançar mercados mais valorizados.