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Canindé avança na construção do novo Plano Municipal de Saúde com evento intersetorial

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CEARÁ – A saúde pública de Canindé deu um passo decisivo nesta segunda-feira (7) rumo à melhoria da assistência e da gestão dos serviços oferecidos à população. A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou um evento intersetorial de oficinas voltado à construção do novo Plano Municipal de Saúde, que orientará as ações da área pelos próximos quatro anos.

O encontro, realizado no auditório da Praça dos Mestres, reuniu representantes das secretarias municipais, dos poderes Executivo e Legislativo, além de membros da sociedade civil, representados pelo Conselho Municipal de Saúde. A proposta é garantir uma construção coletiva e participativa do documento que servirá como bússola para os investimentos, prioridades e diretrizes da saúde no município.

Durante a abertura, o prefeito Jardel Sousa destacou a importância do momento para o futuro da cidade. “Cuidar das pessoas vai além do atendimento direto. Exige decisões bem pensadas, construídas com base nas reais necessidades da população. O plano nasce com esse espírito: de união, escuta e compromisso com o que realmente importa”, afirmou.

O evento intersetorial contou com a participação de diversas diretorias e órgãos estratégicos, como a Diretoria de Atenção Primária, Atenção Especializada, Vigilância em Saúde, Planejamento e Regulação, Administração e Financeiro, além da Superintendência do Hospital Regional São Francisco, APAE, SAMU, Centro de Nefrologia e Direção de Planejamento da SMST.

Para o secretário municipal de Saúde, Artur Paiva, o processo é também um exercício de responsabilidade pública. “Deste encontro, sairão propostas, metas e ações concretas. A partir daqui, também realizaremos audiências públicas, onde vamos ouvir diretamente os usuários dos serviços de saúde. Nosso objetivo é seguir construindo um sistema cada vez mais eficiente, ouvindo quem mais importa: a população.”

Com essa iniciativa, Canindé reafirma seu compromisso com uma saúde pública mais humanizada, eficaz e alinhada às reais demandas do povo. O novo Plano Municipal de Saúde será finalizado nos próximos meses, após uma série de escutas e debates com a população e especialistas da área.

Roubo dos aposentados, face mais cruel de um país anestesiado

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Samuel Hanan*

 

A revelação de que milhões de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foram lesados por meio descontos indevidos em seus contracheques entre 2019 e 2024 revela talvez o episódio recente de maior grau de perversidade contra a parcela mais vulnerável da população brasileira, da qual foram tiradas pelo menos R$ 6,3 bilhões.

 

Choca pela sua crueldade e desfaçatez porque roubou dinheiro das já minguadas aposentadorias e pensões de quem depende desses recursos para sobreviver na fase mais crítica da existência – velhice, doença, invalidez, ou morte do ente querido. E é inaceitável por se concretizar justamente no pilar da seguridade social brasileira, o INSS, concebido para amparar os cidadãos nos momentos de maior necessidade e que, para isso, contribuíram a vida inteira para ter direito aos benefícios sociais.

 

O que o país assistiu, estupefato, não foi um apenas um ato administrativo falho ou simples roubo. Foi um atentado à dignidade humana, praticado justamente contra aqueles que não possuem reservas financeiras, que não têm advogados caros à disposição, que dependem de cada centavo, afetando a própria capacidade de subsistência daqueles que não têm a quem mais recorrer.

 

Estamos falando de pessoas que já sofreram demais com um sistema previdenciário lento e falho, caracterizado por filas intermináveis (reais ou virtuais), exigências burocráticas descabidas, sistema digitais inacessíveis para grande parte da população atendida, e análise de processos que levam meses, por vezes anos, enquanto a fome bate à porta e os remédios acabam. Um sistema que parece ter esquecido sua função social, transformando-se em um labirinto kafkaniano para os que mais precisam de um caminho direto e humano e, em vez de amparo social, veem, impotentes, benefícios negados ou postergados por erros grosseiros. Mais uma consequência de uma máquina burocrática que é gigante e, para o cidadão comum, impessoal e inatingível.

 

Mas como esse país chegou a tal nível de crueldade? A resposta, dolorosamente evidente, parece estar na certeza da impunidade. Poucos servidores são de fato responsabilidades pelos atrasos, pelos erros, pela falta de atendimento humanizado. As decisões que prejudicam milhares de pessoas raras vezes resultam em consequências severas para os tomadores de decisão ou aprimoramento da estrutura que permite tais falhas. Cria-se um ciclo vicioso onde o descaso é normalizado, pois não há punição efetiva.

 

É só mais um retrato de uma nação leniente com a corrupção e indiferente a seguidas práticas que visam apenas ao incremento de benefícios a uns poucos privilegiados. Enquanto o aposentado é escandalosamente roubado, o Congresso aprova o aumento de 18 cadeiras na Câmara dos Deputados, as assembleias estaduais pegam carona e já articulam a mesma proposta; o Judiciário aumenta desavergonhadamente os penduricalhos que permitem ganhos dos magistrados muito acima do teto constitucional e boa parte isenta do Imposto de Renda, além de garantir mais folgas que posteriormente serão indenizadas, e o governo tira dinheiro do salário-mínimo por meio de uma nova fórmula de reajuste que o trabalhadora somente compreenderá quando perceber menos comida na mesa.

 

Não há nação que prospere tratando seus cidadãos dessa maneira e se omitindo quando à necessidade de atacar urgentemente essas questões.

 

A indignação da sociedade não é sem razão, pois o argumento do governo de que o problema do INSS teve início do governo passado não o exime da responsabilidade, porque o escândalo só aumentou e seria obrigação de quem prega moralidade apoiar todas as iniciativas, inclusive instauração de Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), para investigar, punir, prender e confiscar bens para a recuperação do dinheiro roubado de quem ganha mísero um salário-mínimo de aposentadoria ou pensão.

 

Qualquer posicionamento em contrário leva a crer que o governo está mais interessado em manter a divisão da sociedade brasileira – direita x esquerda, ricos x pobres -, em aumentar a arrecadação – com mais tributos, mais inflação e juros altos -, e ainda retirando dinheiro dos pobres via redução dos benefícios sociais (com a não correção do Bolsa Família e do BPC, mais inflação (imposto perverso) e alteração da fórmula de reajuste do salário-mínimo), tudo agravado agora com a falta de firmeza e transparência para a apuração do assalto do INSS, provavelmente cobrindo o rombo com o dinheiro de toda a população, quando o ressarcimento deveria ser feito exclusivamente pelas associações e sindicatos beneficiados com a fraude.

 

É essencial e inadiável que a sociedade brasileira – hoje aparentemente anestesiada – reflita sobre o que está acontecendo no INSS. Não como um problema técnico-administrativo menor, mas como mais um triste episódio da grave crise ética e social que se aprofunda no Brasil. A audácia e a insensibilidade de subtrair dos mais pobres e vulneráveis, amparadas pela perversa certeza da impunidade, corrói os alicerces da justiça social e desumaniza as relações entre o Estado e o cidadão. Exigir transparência, responsabilização exemplar e devolução do dinheiro roubado é o mínimo que se pode fazer para resgatar a confiança no INSS e, mais importante, a dignidade de seus segurados.

 

 

 

*Samuel Hanan é engenheiro com especialização nas áreas de macroeconomia, administração de empresas e finanças, empresário, e foi vice-governador do Amazonas (1999-2002). Autor dos livros “Brasil, um país à deriva” e “Caminhos para um país sem rumo”. Site: https://samuelhanan.com.br

No Dia Mundial da Alergia, entenda riscos e tratamentos

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Com atendimento especializado no IgesDF, pacientes aprendem a conviver melhor com sintomas e evitam crises graves
Por Adriana Nasser e Luciane Paz
Espirros, olhos lacrimejando, coceira na pele e até falta de ar. Pode parecer apenas um mal-estar passageiro, mas para milhões de pessoas no mundo, esses sintomas indicam algo mais sério: uma reação alérgica. Nesta terça-feira (8), é o dia Mundial da Alergia, data para alertar a população sobre o aumento de casos e reforçar a importância do diagnóstico precoce e tratamento.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 35% da população mundial sofre com algum tipo de alergia, e a projeção é alarmante: até 2050, metade da população pode apresentar alguma forma da doença.
No Brasil, os dados seguem a tendência mundial. As alergias respiratórias e alimentares são as mais comuns, mas não as únicas. “Também existem casos de alergias a medicamentos, que podem levar a quadros mais graves, e de reações de contato a diferentes substâncias, como cosméticos e metais”, alerta Vítor Pinheiro, alergologista do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF).
O que é, afinal, a alergia?
A alergia é uma reação exagerada do sistema imunológico a substâncias geralmente inofensivas ao organismo, conhecidas como alérgenos. Essa resposta pode ser imediata ou se manifestar de forma mais prolongada. “Os principais fatores desencadeantes de reações no sistema respiratório são os aeroalérgenos, como ácaros, pelos de animais e pólen. Já entre os alimentos mais comuns estão o leite, ovo, crustáceos, trigo, amendoim e castanhas”, explica o médico.
Em ambientes urbanos e secos como o do DF, os casos aumentam, principalmente durante o outono e inverno. “A baixa umidade, o acúmulo de poeira e a poluição atmosférica são fatores que agravam os sintomas respiratórios”, acrescenta.
Sinais de alerta
As manifestações alérgicas podem variar de simples coceiras até inflamações sérias. Doenças como rinite, asma e dermatite atópica, que causam irritações na pele e manchas vermelhas, são mais comuns e conhecidas. Mas também existem outras condições mais raras como, o aparecimento de placas na pele, inchaços em outras partes do corpo e inflamação crônica no esôfago.
Quando os sintomas são recorrentes, o ideal é buscar atendimento médico. Após a avaliação clínica, o paciente pode ser encaminhado para acompanhamento com especialistas, como alergologistas, pneumologistas ou dermatologistas, dependendo do tipo de alergia apresentada.
A aposentada Eunice Maria da Marta, de 69 anos, sabe bem o que é conviver com os impactos de uma alergia respiratória. Moradora de uma cidade na divisa entre a Bahia e Goiás, ela convive com o diagnóstico desde 1998, mas conta que só encontrou alívio real após iniciar o tratamento no Hospital de Base de Base do DF (HBDF).
“Eu sofria demais. Tinha muita falta de ar, crises de tosse que duravam meses, e crises de sinusite pelo menos duas vezes por ano. A noite era o pior momento, com o peito apertado e muita dificuldade para respirar”, relembra.
Foi em 2006 que Eunice procurou atendimento na capital e conseguiu uma consulta com um especialista. Após a realização dos testes alérgicos, veio a resposta: alergia a poeira, ácaros e barata.
“Comecei o tratamento com vacinas e remédios antialérgicos. Desde então, só fui melhorando. Foi um processo de superação incrível. O tratamento mudou minha vida”, celebra.
Durante a pandemia, ela precisou interromper o acompanhamento por mais de dois anos, mas, após conseguir retomar, segue agora sendo atendida pelo alergologista do IgesDF, Vitor Pinheiro.
“Estou muito bem acompanhada. Faço meu controle de seis em seis meses e não tive mais nenhuma crise de asma ou tosse. Hoje, graças a Deus, isso ficou no passado”, conta a paciente.
O inverno piora os sintomas
Durante o inverno, cresce significativamente o número de pacientes com queixas respiratórias. A combinação do ar seco com a maior permanência em ambientes fechados favorece a exposição a mofo, ácaros e poluente, fatores que agravam casos de asma, rinite e bronquite.
Além disso, a estação também favorece a circulação de vírus respiratórios, que podem agravar o quadro de quem já tem doenças alérgicas.
De acordo com o especialista, a atenção com o ambiente é uma das chaves para evitar crises. Manter a casa arejada, limpar regularmente ventiladores, filtros de ar e evitar objetos que acumulam poeira são medidas simples, mas muito eficazes na prevenção.
Embora os medicamentos sejam importantes, Vítor reforça que a conscientização também faz parte do tratamento. Para ele, é fundamental orientar não só os pacientes, mas também familiares, sobre a gravidade das alergias. “Muitas pessoas ainda acham que é frescura, mas não é. Alergias podem evoluir para quadros sérios se não forem bem manejadas”, alerta.
E o tratamento?
Segundo o alergologista, o primeiro passo no tratamento é identificar e evitar o contato com o agente causador da alergia. Em muitos casos, isso já é suficiente para controlar os sintomas. “Em casos de alergia medicamentosa, por exemplo, é preciso suspender o uso dos remédios suspeitos e buscar alternativas com o mesmo efeito, mas que não causem reação, sempre com orientação médica”.
Existem ainda os tratamentos com antialérgicos e corticoides, conforme a gravidade e frequência das crises. A imunoterapia também é muito usada porque fortalece o mecanismo de defesa natural do nosso corpo. “O mais importante é não ignorar os sintomas e buscar ajuda profissional. Apesar das principais condições alérgicas não terem cura, é possível manter o controle destas doenças e viver com qualidade”, ressalta.
Fotos: Divulgação/IgesDF

Detran-DF conquistou oito medalhas, sendo seis de ouro no World Police and Fire Games 2025, nos EUA

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A autarquia participou pela primeira vez e levou uma delegação com 27 atletas

Rafaela Nogueira

 
Com oito medalhas, sendo seis de ouro nos Jogos Mundiais de Polícia e Bombeiros (World Police and Fire Games) 2025, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) encerrou a sua primeira participação nesta competição, que contou com a participação de 60 países. Neste ano, aconteceu em Birmingham, Alabama, nos EUA, no período de 27 de junho a 6 de julho.

Presente em cinco modalidades: atletismo, fisiculturismo, futebol masculino, natação e xadrez, foi a força feminina da autarquia que subiu ao pódio nesta competição:

  • Tauana Shmidt: 5 medalhas de ouro – natação (nado livre: 100m, 200m, 400m, 800m, 1.500m);
  • Andrea Angélica: 1 medalha de ouro – fisiculturismo;
  • Sandra Rita Barbosa: 1 medalha de prata – natação (nado livre: 1.500m);
  • Suellen Keyze: 1 medalha de prata – atletismo (10.000m).

Destaque especial para Sandra Rita Barbosa, que possui perna mecânica, decorrente de acidente de trânsito, conquistou a prata nos 1.500m nado livre, competindo com pessoas que não possuem deficiência.

O diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini ressaltou a importância dessa primeira participação da autarquia e incentivou os servidores: “agradeço e parabenizo todos os atletas que se dispuseram a ir aos Estados Unidos para nos representar. Vocês foram brilhantes! Vamos nos organizar cada vez mais para que, nas próximas edições, possamos contar com ainda mais servidores, ampliando nossa representatividade, assim como ocorre com as demais forças de segurança pública.”

Há expectativa de que mais servidores do Detran-DF participem das próximas edições. World Police and Fire Games acontecem a cada dois anos. Em 2027, está previsto para ocorrer na Austrália e em 2029, na Índia.

No quadro geral de medalhas, os Estados Unidos da América (EUA) ficaram em primeiro lugar, com 1.219 e o Brasil ficou em segundo, com um total de 698, sendo 249 de ouro, 232 pratas e 217 de bronze. Já a Índia ficou em terceiro, com 563 medalhas. Argentina, Peru e Kosovo ficaram em último lugar, com uma medalha de bronze cada um.

Para o especialista em atividades de trânsito, Tiago Moreira, que fez parte da comissão dos atletas do Detran de preparação para os jogos mundiais, foi positivo o resultado da autarquia, porque competiram pela primeira vez numa competição de nível internacional e com poucos atletas, foram conquistadas oito medalhas, além de ser um grande aprendizado para os atletas participantes.

COFECI reforça competência legal dos corretores para avaliações imobiliárias em audiência sobre o PL 2283/2021 na Câmara

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O Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI) participa nesta terça-feira (8), às 16h30, da audiência pública convocada pela Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados para debater o Projeto de Lei 2283/2021, que dispõe sobre os procedimentos para avaliação de imóveis destinados a órgãos e entidades públicas federais.

O presidente do COFECI, João Teodoro da Silva, representa oficialmente o Sistema Cofeci-Creci no debate e defenderá o reconhecimento da competência legal dos corretores de imóveis na avaliação mercadológica de imóveis públicos, reforçando argumentos jurídicos, técnicos e institucionais que respaldam o exercício da atividade por esses profissionais.

O COFECI defende que a tentativa de exclusividade para engenheiros é infundada, pois a avaliação de mercado não é atribuída às engenharias pela lei de regência da profissão, nem contemplada formalmente nas grades curriculares dos cursos de engenharia. O Conselho alerta ainda que o projeto, se aprovado nesses moldes, poderá ser declarado inconstitucional por afrontar decisão judicial transitada em julgado.

“A avaliação de valor de mercado de imóveis é uma atribuição legal dos corretores de imóveis, reconhecida em todas as instâncias do Judiciário, inclusive pelo Supremo Tribunal Federal. Qualquer tentativa de retirar essa prerrogativa afronta a jurisprudência consolidada e o princípio constitucional da segurança jurídica”, afirma João Teodoro.

Segundo o COFECI, o PL, ao restringir a avaliação a engenheiros, arquitetos e agrônomos, incorre em reserva de mercado inconstitucional, ignorando que os corretores possuem respaldo legal para emitir o Parecer Técnico de Avaliação Mercadológica (PTAM), regulamentado pela Resolução COFECI nº 1066/2007, com base na Lei 6.530/78.

“É equivocado dizer que os corretores não possuem qualificação técnica. Nosso parecer é reconhecido por normas próprias, obedece à ABNT e às diretrizes internacionais, e já foi amplamente validado pela Justiça brasileira. Não estamos discutindo patologia construtiva ou estrutura; estamos falando de valor de mercado — esse é o nosso ofício”, completa.

A audiência contará também com representantes da FENACI, CRECI-SP, CRECI-MG, CRECI-MT, CREA-SP, CREA-MG, CAU-RJ, IBAPE Nacional, SPU e CAU Brasil, entre outras entidades envolvidas na temática da avaliação de imóveis públicos.

O evento foi solicitado pela deputada Delegada Ione (Avante/MG), por meio do Requerimento nº 33/2025, e será transmitido ao vivo pelo canal da Câmara no YouTube.

Serviço

Sistema Cofeci-Creci participa de Audiência Pública semipresencial para debater o PL 2283/2021, que dispõe sobre os procedimentos para avaliação de imóveis destinados a órgãos e entidades públicas federais

📅 08 de julho de 2025 (terça-feira)

🕓 16h30

📍 Plenário 08, Anexo II – Câmara dos Deputados (com transmissão ao vivo pelo YouTube da Câmara)

Apenas 1% dos brasileiros é fluente em outro idioma: veja como as escolas bilíngues podem mudar esse cenário

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Na Maple Bear, alunos desenvolvem duas línguas de forma natural desde a primeira infância com base na metodologia canadense

O ensino bilíngue tem conquistado cada vez mais espaço no Brasil. Segundo dados do Ministério da Educação, o país já conta com mais de 1,2 mil escolas bilíngues. A Associação Brasileira do Ensino Bilíngue (Abebi) destaca ainda um crescimento entre 6% e 10% no número de instituições nos últimos seis anos, o que reforça a adesão crescente de famílias e educadores à proposta. Apenas em 2023, a procura por esse modelo de ensino cresceu 64%.

Segundo o EF English Proficiency Index, o Brasil ocupa a 60ª posição entre 112 países avaliados. Apenas 5% da população tem algum conhecimento em inglês, e menos de 1% é fluente. Na Maple Bear, escola que adota a metodologia canadense, o bilinguismo começa desde os primeiros anos de vida.

A diretora acadêmica Antonieta Megale, doutora em Linguística Aplicada, explica que o bilinguismo precoce amplia o repertório linguístico e cultural das crianças. “As crianças são plenamente capazes de aprender duas línguas ao mesmo tempo desde muito cedo. O bilinguismo não atrasa a fala, ao contrário, amplia as possibilidades de expressão e compreensão do mundo”, ressalta.

Além dos ganhos linguísticos, o bilinguismo também estimula funções cognitivas essenciais. “O cérebro bilíngue se adapta desde cedo a gerenciar dois sistemas linguísticos, o que estimula funções executivas importantes como atenção, memória e flexibilidade cognitiva”, afirma Megale.

Na prática, a metodologia canadense da Maple Bear é aplicada por meio de experiências significativas. “Nossas crianças desenvolvem habilidades cognitivas avançadas, ampliam sua capacidade de resolver problemas, interagem com o mundo de forma mais crítica e empática”, completa Luana Cristina, especialista em Trade Marketing da instituição.

Stealthing: a nova fronteira do crime sexual que desafia leis e expõe lacunas no consentimento

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Por que a retirada do preservativo sem consentimento pode ser o próximo caso emblemático no debate sobre violência contra a mulher

FOTO DIVULGAÇÃO

 

No cenário de avanços legislativos e debates crescentes sobre consentimento e violência de gênero, uma prática silenciosa, mas devastadora, começa a ganhar nome e atenção: stealthing. O termo, ainda pouco familiar ao público brasileiro, descreve a retirada não consensual do preservativo durante o ato sexual. O parceiro aceita uma relação protegida, mas tem sua vontade violada — e seu corpo exposto — sem perceber. E, sim, isso é uma forma de agressão sexual.

 

“Não há diferença entre um ‘sim’ com preservativo e um ‘não’ sem ele”, afirma o advogado criminalista Rafael Santos, especialista em crimes contra a dignidade sexual. “O consentimento é condicionado. Quando esse limite é rompido, há abuso.” Ainda em fase inicial no debate jurídico brasileiro, o stealthing já movimenta legislações internacionais — como na Califórnia, onde foi oficialmente banido em 2021 — e acende o alerta sobre as novas formas de violência sexual no século XXI, muitas vezes disfarçadas sob o véu do desejo ou da ambiguidade relacional.

 

Um levantamento da Fiocruz divulgado em 2025 revelou dados alarmantes: 9% das brasileiras já foram vítimas de stealthing, e cerca de 70% delas nunca relataram o caso a ninguém. Os motivos? Vergonha, medo de não serem levadas a sério e, principalmente, a falta de clareza legal sobre o que fazer. “As vítimas têm dificuldade até de dar nome ao que viveram”, diz Santos. “É uma forma de estupro por fraude, que ainda não encontra tipificação penal específica no Brasil.”

 

No Congresso Nacional, já tramita um projeto de lei que propõe criminalizar explicitamente o stealthing, prevendo pena de seis meses a dois anos de reclusão. O texto é inspirado em casos internacionais como o da Holanda, onde um tribunal considerou a prática uma violação grave, mesmo em relações consentidas. Por aqui, decisões judiciais recentes, como a concessão de aborto legal para uma vítima que engravidou após stealthing, começam a sinalizar uma guinada na jurisprudência.

 

Mas a urgência vai além do Código Penal. O stealthing expõe uma nova camada de violência de gênero: aquela em que o corpo feminino é usado sem permissão, mesmo sob a aparência de um encontro consensual. Não há gritos, não há portas arrombadas. Mas há uma quebra de confiança brutal — e muitas vezes irreparável.

 

“O que está em jogo é a autonomia sexual da mulher”, afirma Santos. “Precisamos de um sistema de justiça que esteja preparado para entender que o abuso também se esconde em zonas cinzentas, em pactos rompidos silenciosamente.”

 

Se 2024 foi o ano da inteligência artificial e das deepfakes como ameaças à privacidade, 2025 parece estar colocando sob os holofotes um tema ainda mais íntimo — e negligenciado. O stealthing, ao transformar o ato mais privado em violência invisível, exige do direito, da cultura e da sociedade uma nova resposta. Uma que comece por ouvir, reconhecer e proteger.

Sejus realiza mais de 700 atendimentos gratuitos durante a maior feira LGBTQIAPN+ do DF

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Com serviços de saúde, cidadania, bem-estar e inclusão, espaço da Secretaria de Justiça e Cidadania levou acolhimento, informação e atendimento à população durante o Mercado Borboleta, tradicional evento de diversidade no Eixo Monumental

A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) marcou presença no Mercado Borboleta, tradicional feira de empreendedorismo LGBTQIAPN+ que integra a programação do Brasília Orgulho 2025, com um espaço de serviços e atendimentos gratuitos voltados à cidadania, saúde, bem-estar e valorização da diversidade. Realizado neste fim de semana sob o viaduto da Galeria dos Estados, no Eixo Monumental, o evento atraiu milhares de pessoas e resultou em mais de 700 atendimentos no espaço da secretaria.

A Sejus disponibilizou cerca de dez núcleos de atendimento, com serviços como emissão de documentos, orientação jurídica, atendimento psicanalítico, sessões de auriculoterapia, elaboração de currículos, orientações sobre a ID Jovem e serviços do programa Na Hora. Também foram promovidas rodas de conversa, oficinas e ações de saúde voltadas ao público LGBTQIAPN+, além de atividades físicas, aulas de alongamento e fit dance, conduzidas por profissionais colaboradores da Subsecretaria de Políticas para o Idoso (Subidoso), também da Sejus.

A estudante Gabriela Rebelo Mangueira, 33 anos, aproveitou a ação para cuidar da saúde e da mente. “Aproveitei bastante e acho muito importante essa iniciativa. Peguei informações sobre como tirar a ID jovem, de como formular um currículo eficiente e prático, assisti algumas palestras e, principalmente, recebi atendimento psicológico.  Às vezes a gente nem percebe o quanto está sobrecarregado emocionalmente. Confesso que estou saindo daqui mais leve”, avaliou.

O advogado Cleiton Lacerda Santana, 58 anos, conheceu a iniciativa pelas redes sociais da Sejus e aproveitou a oportunidade para levar a mãe, Isaura Lacerda, de 94 anos, para um atendimento com a equipe de enfermagem. “O espaço é acolhedor, com uma estrutura que impressiona. Fomos muito bem atendidos. Minha mãe recebeu toda a atenção necessária. Essa gama de ações mostra que o DF não fica atrás de nenhuma outra capital em cuidado e respeito à comunidade LGBT+”, avaliou.

Acolhimento e cidadania para além do empreendedorismo

Criado para fortalecer a economia criativa LGBTQIAPN+ e dar visibilidade às pautas da comunidade, o Mercado Borboleta é promovido pelo Coletivo Brasília Orgulho e se consolidou como um dos momentos mais aguardados do mês do orgulho na capital federal. A participação da Sejus na edição deste ano ampliou a proposta do evento, ao integrar ações de cidadania e serviços essenciais à programação cultural e comercial.

“O Mercado Borboleta é uma feira de empreendedorismo LGBTQIAPN+, mas seu alcance vai muito além. O empreendedor também precisa de serviços e a população, em geral, também. A Sejus participa com essa proposta: levar informação, atendimento e acolhimento para todos. Os mais de 700 atendimentos realizados mostram que a iniciativa foi muito bem recebida pelo público”, afirmou Eduardo Felype Moraes Fonseca, coordenador da COORLGBT da Sejus.

A advogada Fabíola Teixeira Orlando, presidente da Rede Internacional de Excelência Jurídica do DF (RIEX/DF) e gestora da cultura de paz do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do DF (CODESE-DF), parceira da Sejus na ação, destacou o impacto social da iniciativa. “Mais do que prestar serviços jurídicos, de saúde ou de apoio psicológico, estamos oferecendo escuta e acolhimento. Quando as pessoas se sentem vistas, valorizadas e cuidadas, a transformação começa a acontecer. Essa parceria com a Sejus tem esse propósito: acolher e fortalecer a comunidade”, ressaltou.

Além da RIEX e do CODESE, a participação da Sejus no Mercado Borboleta contou com o apoio de diversas instituições parceiras, como o Instituto PROCIP, Clínica Fraternité, OAB Diversidade Sobradinho, P e L Festas, AB e D Festas e Eventos, e CAESB.

Morte de cavalos contaminados por ração reforça preocupação do Anffa Sindical com afrouxamento das regras de fiscalização

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Tragédia mostra os riscos do autocontrole, medida que o governo também pretende estender aos alimentos consumidos pela população brasileira

 

A recente tragédia da morte 645 cavalos que consumiram uma ração contaminada da marca Nutratta Nutrição Animal Ltda mostra os riscos do autocontrole e do baixo efetivo para fiscalização de estabelecimentos agropecuários no Brasil. Só em São Paulo, foram 287 óbitos causados por uma substância capaz de causar falência hepática e sintomas neurológicos irreversíveis em equinos, suínos, bovinos e até cães. O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) alerta que o projeto de privatização das inspeções ante mortem e post mortem de animais também pode comprometer a produção de alimentos destinados ao consumo humano.

 

Os cavalos morreram após consumirem uma ração contaminada com uma toxina chamada monocratalina, produzida naturalmente por plantas do gênero Crotalaria. Equinos hospedados em haras de seis estados – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Bahia e Alagoas – começaram a passar mal. Entre os sintomas, estavam agressividade súbita, desorientação, alterações no sono, dificuldade de locomoção e comportamentos semelhantes à demência.

 

“É por isso que nós do Anffa Sindical batemos sempre na tecla de uma fiscalização constante em todos os elos da cadeia da agropecuária. Essa é uma missão de Estado que não pode ser delegada a terceiros, sob pena de causar prejuízos vultuosos para o país”, declarou o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Agropecuários (Anffa Sindical), Janus Pablo Macedo.

 

A percepção de servidores que atuam no setor é de que a demanda insuficiente de profissionais, aliada à baixa frequência de inspeções em estabelecimentos que contam com autocontrole são fatores que podem aumentar os riscos de tragédias como esta. Isto sem contar as poucas sanções de multa e ações cautelares definidas na legislação. “Nosso setor de fiscalização já passa por uma situação difícil por falta de servidores. E o horizonte, com a proposta de privatização das inspeções, pode piorar ainda mais essa situação”, acrescentou o presidente da Anffa Sindical.

 

O temor se deve ao fato de que o governo pretende mudar as regras de inspeções ante mortem e post mortemde animais destinados ao abate e consumo. Na prática, com a proposta, os frigoríficos poderão contratar empresas com profissionais responsáveis por fiscalizá-los, o que configura um grave conflito de interesses. A medida, segundo o Anffa Sindical, representa um risco não apenas à saúde pública interna, mas também ao comércio internacional brasileiro, sobretudo em um momento estratégico para a imagem do país no exterior.

 

“A morte dos cavalos é apenas um exemplo dos prejuízos econômicos, afetivos e genéticos que podem advir de uma fiscalização agropecuária deficiente. Estamos falando da proteção à saúde pública, da integridade dos alimentos e da preservação da credibilidade do Brasil como exportador. Não se pode admitir que funções exclusivas do Estado sejam repassadas a terceiros com vínculos diretos com os fiscalizados. O risco de conflito de interesse é elevado, e a saúde da população, seriamente ameaçada”, afirma Janus Pablo Macedo.

Desafios, dinâmicas de liderança e planos de ação marcaram o 1º Encontro da sexta edição do Programa CNA Jovem em SC

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Programação contou com a inspiradora apresentação do presidente José Zeferino Pedrozo, que compartilhou sua bem-sucedida trajetória de liderança no agro.

SANTA CATARINA – No último fim de semana (06 e 07), Florianópolis se transformou no ponto de encontro de 30 jovens com espírito de liderança e paixão pelo agro. Vindos de todas as regiões de Santa Catarina, eles participaram do 1º Encontro Estadual da 6ª Edição do Programa CNA Jovem, promovido pelo Sistema CNA/Senar, em parceria com o Sistema Faesc/Senar e Sindicatos Rurais.

Durante dois dias intensos de programação, os participantes — com idades entre 20 e 30 anos — desenvolveram atividades que estimulam o protagonismo e preparam o caminho para a formação de novas lideranças no campo.

Na abertura do evento, o vice-presidente da Faesc, Clemerson Argenton Pedrozo, destacou o orgulho em representar o presidente José Zeferino Pedrozo em mais uma turma desse programa transformador idealizado pelo Sistema CNA/Senar. “Com essa iniciativa, reafirmamos o compromisso de Santa Catarina com a formação de líderes que conduzirão o futuro do nosso agro. Os presidentes dos Sindicatos Rurais e suas equipes merecem todo o reconhecimento, pois são eles que, na base, fazem a diferença ao promover o desenvolvimento dos produtores e incentivar o engrandecimento de novas lideranças para o campo.”

Clemerson Pedrozo também ressaltou o papel do CNA Jovem para a construção de uma base sólida de conhecimento. Ele, ainda, pontuou a relevância da sucessão rural, especialmente no contexto catarinense. “Nosso estado é marcado por pequenas propriedades, mas com grandes resultados. A força do cooperativismo e do associativismo faz com que os produtores alcancem escala e conquistem mercados. Para que isso continue, é fundamental que haja sucessores preparados. Santa Catarina representa apenas 1,12% do território nacional, mas é líder na produção de inúmeros alimentos. Precisamos garantir que o protagonismo do nosso agro seja mantido pelas futuras gerações”.

O encontro foi conduzido pela coordenadora estadual do Programa Francine Iagher,pelos instrutores estaduais Erno Menzel e Fernando Schneider, com participação ativa do consultor da CNA, Nilmar Paul, e da assessora técnica Luiza de Araújo Verdi. O grupo propôs desafios práticos relacionados a dificuldades enfrentadas pelo Sistema, convidando os jovens a criarem soluções inovadoras e colaborativas.

O sábado também contou com a palestra “Os desafios do agro”, ministrada por Diego Hemkemeier Silva, instrutor do Senar, além de apresentação da nova metodologia do Programa com o consultor da CNA, Ricardo Titericz.

Já no domingo os jovens refinaram suas propostas, entregaram os resultados, apresentaram soluções, realizaram dinâmicas de liderança e traçaram planos de ação — etapas que compõem o chamado “Álbum de Viagem”, um projeto formado por uma verdadeira jornada de formação de líderes.

Além dos instrutores e organizadores, também participaram da programação no segundo dia a coordenadora dos cursos técnicos em SC, Katia Zanela, a coordenadora estadual da ATeG, Paula Coimbra Nunes, e o mentor do Programa CNA Jovem, Marcus Rocha.

LIDERANÇAS EM DESTAQUE

Durante sua participação na abertura do segundo dia de evento, o superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, compartilhou uma mensagem inspiradora com os jovens, destacando os desafios e a importância da preparação para as futuras lideranças. Ele ressaltou que o futuro do setor depende diretamente dos jovens e que é essencial que estejam prontos para assumir esse protagonismo.

Zanluchi também falou com orgulho sobre sua trajetória como produtor rural, revelando sua dedicação à atividade. Ele enfatizou o quanto o agronegócio tem evoluído com o avanço das tecnologias no campo e como essas inovações estão transformando a maneira de produzir com mais eficiência e sustentabilidade.  “O campo precisa de jovens preparados, com coragem para inovar e liderar. O futuro está nas mãos de vocês”, frisou.

Na sequência, os 30 participantes de SC tiveram a oportunidade de conhecer a bem-sucedida trajetória do presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, que compartilhou cada etapa de sua vida e liderança no agro. Com simplicidade, sabedoria e firmeza, Pedrozo falou sobre os desafios e conquistas ao longo dos anos, mostrando como a dedicação, o trabalho com honestidade e a visão de futuro moldaram sua caminhada. “Vocês são o futuro do agro e é nosso papel apoiá-los e oferecer oportunidades para que se desenvolvam e, futuramente, também possam inspirar as gerações seguintes.”

Clemerson Pedrozo fez questão de enfatizar o legado do presidente, ressaltando que Zezo, como é carinhosamente conhecido, se destaca pela capacidade de inovar, pela coragem para tomar decisões e pela disposição incansável em seguir avançando.

Os expressivos resultados do encontro foram reconhecidos pela coordenadora do CNA Jovem, Francine Iagher, que destacou o engajamento dos participantes e a qualidade das soluções apresentadas. “Os jovens participaram dos desafios com seriedade, trabalharam em equipe e apresentaram propostas que demonstram visão estratégica e conexão com a realidade do campo catarinense.”

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