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Fundação Aury Luiz Bodanese realiza atividades contra abuso infantojuvenil

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Entidade, que é mantida pela Aurora Coop, mobilizou mais de 1,5 mil pessoas durante as ações

SANTA CATARINA – Nos meses de maio e junho, a Fundação Aury Luiz Bodanese (Fundação ALB) e sua mantenedora Aurora Coop somaram esforços ao movimento nacional de sensibilização e combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Em alusão ao Maio Laranja, promoveu uma série de atividades educativas e preventivas, que mobilizaram mais de 1,5 mil crianças e adolescentes em Santa Catarina (SC), Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS) e Mato Grosso do Sul (MS).

O público assistiu ao “Cinema da Prevenção”, uma atividade do Programa de Diversidade, conduzido pela Fundação. A exibição foi de um curta-metragem que relata o desaparecimento e a morte de Araceli Cabrera Crespo, de oito anos, ocorrido em maio de 1973, que originou o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes no Brasil, em 18 de maio, somado à campanha nacional.

“Para nós da Fundação, esse tema é de extrema relevância. Nossas ações orientam sobre a importância da denúncia, da busca por atendimento, do olhar sobre o outro e, principalmente, sobre a atenção que devemos ter com o nosso corpo e com o meio de convívio”, destacou a analista de programas sociais da Fundação, Gabriela Concolatto.

As atividades ocorreram em diversos municípios, como São Miguel do Oeste (SC), Chapecó (SC), Irati (SC), Xaxim (SC), Ponte Serrada (SC), Maravilha (SC), Pinhalzinho (SC), Joaçaba (SC), Guatambu (SC), Mandaguari (PR), Castro (PR), Tapejara (RS), Aratiba (RS), Ibiaçá (RS), Sarandi (RS), Erechim (RS) e São Gabriel do Oeste (MS).

Durante os encontros, os participantes sanaram as dúvidas e expressaram seus sentimentos por meio de relatos e desenhos. “As discussões sobre abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes precisam ser abordadas sempre. Ficamos felizes com os resultados e seguimos com as ações durante o ano todo. Esse tema não pode silenciar”, complementa Gabriela.

Além das ações realizadas nas unidades da Aurora Coop, a Fundação ALB participou da oficina “O invisível que marca: interpretação psicanalítica da violência sexual contra crianças e adolescentes”, promovida pelo Grupo de Apoio à Prevenção à Aids (GAPA), em parceria com a Escola de Estudos Psicanalíticos e o Fórum Municipal pelo Fim da Violência e da Exploração Sexual Infantojuvenil. A programação incluiu palestra da psicanalista Návia Terezinha Pattussi e uma reunião ampliada do Fórum, com apresentação de materiais informativos traduzidos para o espanhol, principalmente para amparar povos imigrantes venezuelanos, e crioulo – língua materna do Haiti.

SINAIS E AMPARO

Návia ressaltou que 90% dos casos atendidos por meio da Escola de Estudos Psicanalíticos e do Ministério Público são relativos à violência sexual contra crianças e adolescentes. Nesse contexto, o amparo é um processo de sensibilização delicado, principalmente pelos impactos psicológicos que a agressão provoca. “O principal problema é o trauma psíquico. A violência, geralmente, é cometida por um adulto da família. Quando a criança relata essas situações, os adultos comumente relutam em reconhecer como uma verdade, sobretudo quando não há uma prova física da agressão. Ao duvidarmos e invalidarmos a palavra da criança, impusemos a continuação desse sofrimento. Falar é primordial para a organização psíquica e a superação do trauma.”

Para a especialista, a escuta é indispensável porque as crianças não compreendem o que aconteceu, mesmo que possam perceber que há algo de errado. Um fator que implica nesse entendimento é o registro sexual que elas têm, muito diferente dos adultos. “O adulto está usando ela como objeto do seu prazer. Quando a criança permanece ingenuamente naquela situação é porque percebe o agressor como uma referência.  É um misto de temor, do medo da perda do amor daquela pessoa, principalmente sobre o aspecto da proteção e da afetividade. O amor de um adulto, no olhar da criança, é a sua forma de sustentação no mundo. Nascemos em condições absolutamente vulneráveis, fisicamente e psiquicamente, então buscamos esse amparo na infância.”

Outros sinais que podem ajudar a família a investigar e identificar algum problema é a mudança de comportamento e os sintomas físicos. “A criança passa a ter conflitos e ruídos de convivência na escola ou a romper relações sociais e isolar-se, distúrbios alimentares e dores, sente dor de cabeça e no corpo, e, em alguns casos, pode ter crises de convulsões”, alertou Návia. A especialista ainda recomendou que é imprescindível o acompanhamento de psicólogo e outros profissionais.

Vereadora de São Paulo protocola moção de repúdio à vinda de Kanye West por apologia ao nazismo e discurso antissemita

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Na última terça-feira (2), a vereadora Cris Monteiro (NOVO) apresentou uma moção de repúdio à realização de show do rapper americano Kanye West no Brasil, em razão de suas reiteradas declarações de teor antissemita e de exaltação ao nazismo. A moção será encaminhada a entidades judaicas e aos Ministérios dos Direitos Humanos e da Justiça, para que avaliem a adoção de medidas legais diante da eventual vinda do artista ao país.

Entre os episódios que motivaram a iniciativa está o lançamento da música “Heil Hitler”, em maio deste ano, na qual Kanye West elogia diretamente Adolf Hitler, responsável pelo extermínio de seis milhões de judeus durante o Holocausto. A faixa foi publicada em redes sociais e plataformas de streaming, após declarações como “eu amo Hitler” e “sou nazista”, postadas por West em sua conta no X (antigo Twitter).

A moção também cita que o artista fez saudações nazistas em transmissões ao vivo, participou de podcasts com falas similares e chegou a comercializar camisetas com símbolos nazistas durante o intervalo do Super Bowl.

“Não há como aceitar essas manifestações como simples liberdade artística. Elas ultrapassam todos os limites: são discurso de ódio explícito, incitação direta ao antissemitismo e um desrespeito cruel à memória das vítimas do Holocausto”, afirma a vereadora.

Vereadora Cris Monteiro
Cris Monteiro foi diretora de grandes bancos americanos de investimento, como JPMorgan, Goldman Sachs e Bank of America. Formada em Ciências Contábeis e pós-graduada em Finanças pelo IBMEC, ocupou cargos de liderança em auditoria, compliance e gestão financeira. Em 2024, foi reeleita vereadora para a Câmara Municipal de São Paulo pelo Partido NOVO. Seu mandato é focado na educação e na modernização da administração pública, promovendo transparência e eficiência.

Lei Paulo Gustavo apoia projetos LGBTQIAPN+ no DF com foco em diversidade e representatividade

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A diversidade tem ocupado novos espaços com apoio direto da Lei Paulo Gustavo (LPG). De acordo com o Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (Cieds), responsável pelo gerenciamento da legislação no DF, no âmbito da Linha Diversidade, foram investidos R$ 542 mil em projetos, promovendo a inclusão, visibilidade e fortalecimento de artistas e coletivos LGBTQIAPN+. Os recursos contemplaram seis iniciativas que atuam na interseção entre arte, educação, cultura periférica e identidades dissidentes. Entre elas, projetos ligados à dança, formação e à cultura Ballroom.

O fomento representa um avanço importante na construção de políticas públicas culturais mais inclusivas. Os projetos selecionados vêm da ponta: territórios periféricos, escolas públicas, coletivos independentes e artistas que transformam suas vivências em linguagem artística. Abaixo, conheça três das propostas contempladas e o impacto que cada uma delas busca gerar.

Arte e diversidade nas escolas

Idealizado pelo artista e educador Erivan Hilário, o projeto Colorides – Festival de Arte e Diversidade propõe a realização de um festival voltado a estudantes da educação básica. A proposta parte do princípio de que o combate à LGBTfobia começa pela educação. Com oficinas, intervenções e ações artísticas, o festival busca abrir espaço para o diálogo, a escuta e o respeito dentro do ambiente escolar, promovendo a cidadania de jovens  LGBTQIAPN+, além de ampliar a consciência coletiva sobre direitos humanos e diversidade.

Cultura Ballroom como ferramenta de resistência

O Baile de Guerrilha, projeto proposto por Ruan Ítalo Guajajara, celebra os cinco anos da Casa de Onijá, coletivo que atua na cena Ballroom do DF. Além de fortalecer a cultura urbana afrodescendente, o projeto oferece oficinas remuneradas e suporte a eventos voltados à juventude  LGBTQIAPN+, com foco em pessoas trans, negras e indígenas da periferia. A ideia é gerar visibilidade, renda e pertencimento para corpos historicamente marginalizados, democratizando o acesso à arte e à cultura como ferramentas de emancipação.

“A LPG foi muito importante, porque nos deu a possibilidade de reformar o nosso espaço e readequar a Casa de Onija, para termos um lugar mais salubre e seguro para trabalhar, além de trazer remuneração para o trabalho feito pelos artistas e toda a equipe envolvida”, assinala o produtor executivo do projeto, Ruan Ítalo Guajajara.

Residência artística para corpos dissidentes

Já o projeto Meu Lugar, que chegou à sua terceira edição em agosto do ano passado, aposta na dança como campo de criação e cura para corpos dissidentes. A proposta selecionou sete bailarines  LGBTQIAPN+ do Distrito Federal para uma residência artística sob direção da coreógrafa Juana Miranda. Ao longo do processo, os participantes desenvolveram cenas autorais que foram apresentadas ao público em um teatro, ao fim do projeto, em fevereiro de 2025. A residência funciona como uma incubadora de criações e propõe reflexões sobre presença, identidade e pertencimento na cena contemporânea.

“A Lei Paulo Gustavo foi essencial para garantir a execução da terceira edição da residência, tanto pelo recurso em si, mas também pela visão de ter várias categorias voltadas à projetos com temáticas LGBTQIAPN+. E foi muito ao encontro do nosso projeto, pois percebemos na segunda edição que era essencial ter um espaço de incentivo e de troca de artistas exclusivamente LGBT para o desenvolvimento de novas narrativas e dramaturgias”, destaca Juana.

Para Adriana Trancoso Albuquerque, coordenadora de projetos da Lei Paulo Gustavo no Distrito Federal, o apoio à diversidade reafirma o papel da cultura como vetor de transformação social.

“A diversidade não é um nicho, é a própria essência do fazer cultural. Projetos como esses mostram o quanto é urgente garantir recursos, estrutura e espaço para artistas que historicamente foram silenciados. O que estamos vendo com a LPG é o florescimento de uma cultura mais democrática, plural e representativa”, observa a coordenadora.

Serviço – LPG/DF

Instagram: @leipaulogustavodf
Site: www.leipaulogustavodf.com.br
Tel: (62) 99612-6143
e-mail: editais@leipaulogustavodf.com.br

Julho Verde alerta para câncer de cabeça e pescoço e direito à isenção do Imposto de Renda

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Especialista em Direito Tributário, Dr. Fabricio Klein, explica que benefício vale mesmo após a cura da doença

Julho é o mês de conscientização sobre o câncer de cabeça e pescoço, um grupo de tumores que inclui boca, laringe, faringe, seios da face, glândulas salivares e tireoide. Além de chamar atenção para prevenção e diagnóstico precoce, a campanha, conhecida como Julho Verde, também serve para lembrar que pessoas diagnosticadas com qualquer tipo de neoplasia maligna têm direito à isenção do Imposto de Renda (IR) sobre aposentadorias e pensões.

“A legislação brasileira garante a isenção do Imposto de Renda aos inativos e pensionistas, civis e militares, com histórico de neoplasia maligna de qualquer espécie. Portanto, a lei assegura a isenção aos contribuintes com diagnóstico de câncer de cabeça e pescoço, assim como para quem teve cânceres menos graves, como câncer de pele”, explica o advogado tributarista Dr. Fabricio Klein.

O benefício está previsto na Lei nº 7.713/88 e não depende do estágio ou da gravidade do tumor. Para comprovar o direito, o paciente precisa apresentar exames que confirmem o diagnóstico, normalmente o laudo anatomopatológico. Klein destaca que o histórico da doença é o que importa. “Muitos pacientes não sabem, mas o direito à isenção do IR se mantém mesmo após o fim do tratamento ou eventual cura do câncer. O que conta, segundo o entendimento consolidado na Justiça, é o histórico da doença, comprovado pelos exames realizados na época”, afirma.

De acordo com o especialista, não é raro a Justiça conceder o benefício muito tempo depois do diagnóstico. “São muito habituais as ações nas quais a Justiça concede a isenção décadas após o diagnóstico. Há vários casos em que contribuintes que tiveram câncer de pele, de mama, de próstata e de outras espécies obtêm a isenção, em caráter vitalício, mais de 20 anos após a doença. Nestes casos, além da isenção, também é possível obter a restituição dos valores pagos nos últimos cinco anos”, explica.

É importante ressaltar que a isenção se aplica apenas sobre os rendimentos de aposentadoria, pensão ou reforma, inclusive complementações. Quem continua trabalhando precisa declarar normalmente os salários. Ainda assim, se estiver obrigado a enviar a declaração, o contribuinte deve informar os valores isentos recebidos na ficha específica de “Rendimentos isentos e não tributáveis”.

Além de conscientizar sobre hábitos preventivos e a importância do diagnóstico precoce, o Julho Verde também reforça a necessidade de que pacientes conheçam seus direitos, garantindo não apenas saúde, mas também alívio financeiro e segurança jurídica.

A valorização da educação como motor de transformação social

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Especialistas do Movimento Circular destacam temas prioritários para a COP30 que acontece em novembro em Belém 

A valorização da educação como motor de transformação social, a contribuição dos países tropicais e o acesso a meios sustentáveis, com atenção às desigualdades, estão entre os temas esperados nos debates da 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), que acontece em novembro deste ano, em Belém, no estado do Pará. As expectativas para a discussão dos temas foram apontadas pelos especialistas e embaixadores do Movimento Circular durante a live “Circular Talks Embaixadores”, que abordou o tema “Policrise e a pegada ambiental”, na quarta-feira (25/06).

 

Flavio Ribeiro, doutor em Ciências Ambientais pela USP, aponta a necessidade de avançar no reconhecimento da economia circular como ferramenta eficaz na gestão de carbono, além de fortalecer a participação dos países. “Isso já tem acontecido, é factível. Cito, ainda, sobre o reconhecimento da importância da contribuição dos países tropicais para além da conservação florestal nas mudanças climáticas. Temos tantas práticas e saberes que podem servir de exemplo para o mundo e que precisam ser visibilizados”, afirma.

Na mesma linha, ele destaca a importância do Plano Nacional de Economia Circular, promulgado em maio de 2025, especialmente no contexto da conferência. Colaborador na revisão do documento, Flavio defende maior envolvimento da sociedade para que o plano se torne um instrumento de mudança. “Cria-se junto com o plano também uma ideia de governança. A gente precisa lembrar que o consumo é um privilégio, consome quem pode, e falar de consumo sustentável é falar de consumo para quem pode escolher o que consome. Diversas escolhas, então, estarão atreladas à inclusão social e redução das desigualdades”, reforça. Para ele, a educação, ao lado da inovação e da cultura, deve orientar comportamentos e valores no cotidiano em vista da circularidade.

A necessidade de reconhecer os esforços do Brasil nesse cenário é reforçada por Isabela Bonatto, com doutorado e mestrado em Engenharia Ambiental pela Universidade Federal de Santa Catarina e especialista em Gestão de Resíduos. “O Brasil tem que ser valorizado, uma vez que está tentando, ainda mais que a COP será no país”, comenta. Para ela, é essencial que o evento contemple a pluralidade de contextos e saiba equilibrar pressões de diferentes origens, incluindo o capitalismo, as grandes corporações e as realidades locais. “Acredito que a ONU vai ter que balancear diferentes pressões e redistribuir o poder de como fazer para mitigar a pegada ambiental”, ressalta.

Nesse sentido, a mobilização da sociedade civil também surge como fator essencial. Para a professora Sueli Angelo Furlan, pós-doutora e especialista em Educação Socioambiental pela Universidade de Cádiz, na Espanha, e professora assistente da USP, a participação popular pode impulsionar compromissos mais ousados por parte dos governos. “As conferências da ONU são para o mundo. Será muito positivo se as movimentações sociais, que sempre empurraram a questão ambiental, ocorram, porque vai empurrar os governantes. O contraste poderá ser visto pelo mundo todo, e que isso não termine com a COP”, destaca.

Completando as expectativas, Christian Ullmann, Design Industrial, pela Universidade de Buenos Aires – Argentina, e consultor em Design para Economia Circular, enfatiza o simbolismo de a COP30 acontecer em Belém. Para ele, a escolha da Amazônia como sede carrega um peso único no debate climático global. “É importante que a COP aconteça na Amazônia, porque é um dos poucos lugares do mundo onde existem grupos sustentáveis, grupos circulares, com povos originários”, conclui.

Sobre Flavio Ribeiro 

Embaixador do Movimento Circular. É Consultor e Professor em Economia Circular, Logística Reversa e Regulação Ambiental Empresarial. Engenheiro Mecânico, especialista em Gestão e Tecnologias Ambientais e Análise Pluridisciplinar do Estado do Mundo. Mestre em Energia e Doutor em Ciências Ambientais pela Universidade de São Paulo (USP). Consultor em Economia Circular do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Especialista em Economia Circular do SENAI-SP e Conselheiro para Economia Circular do Pacto Global da ONU. Professor na Pós-Graduação em Direito Ambiental Internacional da Universidade Católica de Santos e na FIA Business School. Consultor de entidades e empresas, publicou o primeiro livro didático de Economia Circular do Brasil, e possui diversos capítulos e artigos publicados sobre o tema.

 

Sobre Isabela da Cruz Bonatto 

Embaixadora do Movimento Circular. É doutora e mestre em Engenharia Ambiental pela Universidade Federal de Santa Catarina. Tem MBA em Gestão Ambiental pela Universidade Federal do Paraná, bacharelado e licenciatura em Biologia (PUCPR e UTFPR). É consultora socioambiental, com ênfase na gestão de resíduos sólidos, promoção da Economia Circular e sustentabilidade corporativa. Tem experiência com setores governamentais, privados, comunitários, ONGs e instituições internacionais (UNEP). Mora no Quênia desde 2021, é membro diretivo da Fundação “Together for Better” e promove iniciativas de economia circular e empoderamento feminino. Atualmente, é Chefe de Operações na Weee Centre, empresa de reciclagem de eletronicos na Africa.

 

Sobre Sueli Angelo Furlan 

Embaixadora do Movimento Circular. É Pós-doutora pela Universidade de Cádiz, na Espanha, Professora Assistente Doutora do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP) desde 1986. Mestre e Doutora em Ciências (Geografia Física) pela Universidade de São Paulo, Bacharel e licenciada em Biologia e Geografia pela mesma Universidade. Atualmente desenvolve pesquisas socioambientais em Conservação de Florestas Tropicais.

Sobre Christian Ullmann

Formado em Design Industrial, pela Universidade de Buenos Aires – Argentina, trabalha com design estratégico, design exploratório e consultoria em design para inovação e gestão com empresas, governos e instituições do Brasil e outros países da América Latina.

 

Sobre o Movimento Circular

Criado em 2020, o Movimento Circular promove a transição do modelo linear para o circular por meio de educação, cultura, inovação e inclusão. A iniciativa, que conta com a parceria pioneira da Dow, já impactou mais de 5 milhões de pessoas.

Site: https://movimentocircular.io/

Instagram: @_movimentocircular

LinkedIn: company/movimento-circular/

Museu da Energia de Salesópolis celebra 25 anos com atividades especiais nas férias

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Programação de julho inclui visitações, piqueniques e exposição voltada à educação ambiental e à história da usina centenária

SÃO PAULO – O Museu da Energia de Salesópolis preparou uma programação especial para o mês de julho, unindo as comemorações pelos 25 anos da unidade ao período de férias escolares. Com ações abertas a todos os públicos, a agenda destaca iniciativas que estimulam a educação ambiental, o lazer ao ar livre e a valorização da história e do patrimônio local.

Visitação gratuita

De 1º a 5 de julho, das 10h às 16h15, a unidade oferece visitação gratuita aos espaços Energia e das Águas, além das áreas externas, como a Casa de Máquinas e o reservatório formado pelas águas do rio Tietê. A ação celebra os 25 anos da unidade e convida o público a conhecer de perto um acervo que destaca a geração de energia e a preservação dos recursos hídricos. A entrada é livre e não requer inscrição. Apenas visitantes de fora de Salesópolis pagam a taxa de R$1,00, referente ao Fundo Municipal de Turismo (FUMTUR).

Piquenique – Férias no Museu

Já nos dias 4, 11, 18 e 25, das 10h às 15h, o destaque da agenda é o Piquenique – Férias no Museu, realizado nas áreas verdes e quiosques da unidade. A proposta é promover o contato com a natureza, com um ambiente acolhedor que inclui toalhas para piquenique, redes de descanso e jogos educativos como “Super Aves” e “Terremoto Gigante”. A atividade é aberta ao público mediante inscrição prévia pelo e-mail (salesopolis@museudaenergia.org.br) ou WhatsApp (11) 99115-0020, e limitada a 15 participantes por dia. O ingresso custa R$11 (R$10 mais R$1,00 de taxa FUMTUR), exceto no dia 4, quando será gratuito em comemoração ao aniversário do museu, havendo somente o pagamento da taxa FUMTUR, sendo R$1,00 por pessoa, exceto munícipes.

Exposição “A Cidade e a Usina”

Durante todo o mês, de 1º a 31 de julho, os visitantes também poderão conferir a exposição “A Cidade e a Usina”, disponível das 10h às 16h15. A mostra propõe uma imersão interativa nas relações entre a cidade de Salesópolis, a usina hidrelétrica centenária e temas como energia, meio ambiente e memória regional. A visitação acontece nas áreas externas, no Espaço Energia e no Reservatório. A atividade é aberta ao público e tem custo de R$11 (R$10 mais R$1,00 de taxa FUMTUR).

O Museu da Energia de Salesópolis é apoiado pela EDP, distribuidora de energia do Alto Tietê, por meio do Plano Anual da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento – 2025, viabilizado com recursos da Lei de Incentivo à Cultura (Pronac 247544), do Ministério da Cultura. O Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) é o principal mecanismo de fomento à cultura do Governo Federal, que permite a realização de projetos por meio de incentivos fiscais.

Serviço:

Museu da Energia de Salesópolis

Endereço: Estrada dos Freires, km 06, Freires, Salesópolis/SP

salesopolis@museudaenergia.org.br

(11) 99115-0020 – Telefone e WhatsApp

Funcionamento: terça a sábado, 10h às 17h (bilheteria até às 16h15)

Programação de Julho/2025:

Visitação gratuita

Datas: de 1º a 5 de julho

Horário: das 10h às 16h15

Atividade gratuita, exceto para visitantes de fora de Salesópolis, que pagam a taxa de R$1,00, referente ao Fundo Municipal de Turismo (FUMTUR).

Piquenique – Férias no Museu

Datas: 4, 11, 18 e 25 de julho

Horário: das 10h às 15h

O ingresso custa R$11 (R$10 mais R$1,00 de taxa FUMTUR), exceto no dia 4, quando será gratuito em comemoração à semana de aniversário do museu.

Atividade limitada a 15 participantes por data e requer inscrição prévia pelo WhatsApp (11) 99115-0020 ou e-mail: salesopolis@museudaenergia.org.br

Exposição “A Cidade e a Usina”

Datas: de 1º a 31 de julho

Horário: das 10h às 16h15

O ingresso custa R$11 (R$10 mais R$1,00 de taxa FUMTUR)

Sobre a Fundação Energia e Saneamento

Instituída em 1998 para preservar, pesquisar e divulgar o patrimônio histórico dos setores que lhe deram origem, a Fundação Energia e Saneamento (FES) iniciou o reposicionamento de suas ações a partir de 2024, visando contribuir, como  Organização Social de Cultura (OS) e Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT), cada vez mais estrategicamente para a construção de sociedades sustentáveis, a partir da  preservação, pesquisa e difusão do patrimônio histórico-cultural dos setores de energia e saneamento; de programas culturais, educativos e socioambientais e da pesquisa e desenvolvimento de soluções inovadoras. A FES possui unidades em sete municípios paulistas: a rede de Museus da Energia de São Paulo, Itu e Salesópolis, as Usinas-Parques (pequenas centrais de geração de energia) em Brotas, Rio Claro e Santa Rita do Passa Quatro e o Edifício do Acervo Histórico em Jundiaí, que abriga um acervo composto de mais de 260 mil fotografias, 10 mil plantas e desenhos técnicos, uma reserva técnica com mais de quatro mil objetos museológicos e 1.600 metros lineares de documentos arquivísticos, além de uma biblioteca especializada em energia com mais de 50 mil volumes.

Site: https://www.energiaesaneamento.org.br/

Instagram: @museudaenergia 

Facebook: Museu da Energia

YouTube: Museu da Energia

Sobre a EDP South America 

O grupo EDP está presente em quatro regiões: América do Norte, Ásia-Pacífico, Europa e América do Sul. Na América do Sul, atua nos segmentos de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia, bem como no desenvolvimento, construção e manutenção de ativos eólicos e solares, com ativos no valor de R$ 41 bilhões, o que a torna a segunda maior operação do grupo. A empresa tem mais de 12.000 funcionários diretos e terceirizados. No Brasil, a EDP também oferece soluções energéticas voltadas para o mercado B2B, como geração solar distribuída e venda de energia no mercado livre. Seu negócio de Distribuição atende a cerca de 3,8 milhões de clientes no estado de São Paulo e no estado do Espírito Santo. Referência em ESG, a EDP é reconhecida como uma das empresas de energia elétrica mais sustentáveis do mundo pelo índice Dow Jones, além de ter sido incluída no Índice de Igualdade de Gênero da Bloomberg. Nos mercados da Europa e da América do Sul, a EDP ganhou o prêmio Top Employer 2025, além de ter sido eleita a empresa mais inovadora do setor elétrico brasileiro pelo Valor Econômico por quatro anos consecutivos.

Site: https://www.edp.com.br/

Instagram: @edpbrasil

Facebook: https://www.facebook.com/edpbr

YouTube: https://www.youtube.com/@EDPnoBrasil

Estrada Boa Rural: governador lança programa que investe R$ 2,5 bilhões para transformar realidade da infraestrutura no interior de SC

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Evento em Joaçaba contou com a presença de mais de 200 prefeitos catarinenses. Fotos: Léo Munhoz/Secom GOVSC

O governador Jorginho Mello lançou, na quinta-feira, 3, o programa Estrada Boa Rural. O ato, em Joaçaba, no Meio-Oeste catarinense, contou com a presença de 202 prefeitos de todas as regiões do estado. A iniciativa histórica visa pavimentar 2.500 quilômetros de vias rurais em todos os 295 municípios do estado. Com um investimento total de R$ 2,5 bilhões, esta nova fase do bem-sucedido plano de infraestrutura “Estrada Boa” do estado é dedicada a melhorar a qualidade de vida e impulsionar a espinha dorsal econômica dos setores agrícola e agroindustrial de Santa Catarina.

“Eu fiz questão de vir lançar aqui em Joaçaba, porque é o interior de Santa Catarina e hoje o interior tem empresas, granjas, que faturam mais do que uma pequena empresa da cidade. Então, o prefeito vai escolher, junto com a secretaria de Infraestrutura, quais os trechos que ele quer asfaltar primeiro, onde tem mais demanda, onde tem mais crescimento, onde tem escola, enfim, tem critérios. E não é para fazer um asfalto qualquer, porque é asfalto de qualidade, sinalizado, bem pintado e com uma resistência muito boa no padrão daqueles que nós estamos fazendo por aí”, afirmou o governador Jorginho Mello. “O Estrada Boa Rural é um compromisso com o povo trabalhador de Santa Catarina, fortalecendo nossa posição como líder nacional no agronegócio”, acrescentou.

Os 2.500 km de estradas rurais pavimentadas vão mais do que dobrar o número de rodovias municipais com asfalto existentes. Hoje são cerca de 2.000 km pavimentados nas cidades catarinenses, sem levar em conta rodovias estaduais e federais. Esse número será ampliado para 4.500 km de estradas municipais pavimentadas, um aumento de 126%.

Para efeito de comparação, 5.158,60 km de rodovias estaduais são asfaltadas. Além disso, existem cerca de 2.300 km de rodovias federais e são 1.980 km de rodovias municipais pavimentadas. Mesmo levando em conta toda essa malha rodoviária catarinense, o aumento continua sendo expressivo. O Estrada Boa Rural aumentará em 26% o número total de km em rodovias catarinenses com asfalto.

O programa foi concebido como uma parceria robusta entre o estado e os municípios. O investimento de R$ 2,5 bilhões está dividido estrategicamente: R$ 1,25 bilhão será transferido diretamente aos municípios por meio de Convênios Simplificados, e outro R$ 1,25 bilhão será aportado nas agências financeiras do estado, BRDE e BADESC. Essa estrutura permite que os municípios obtenham financiamento para sua contrapartida, com um benefício significativo: o Estado de Santa Catarina cobrirá todos os juros e correções desses empréstimos, com um ano de carência e quatros anos para pagar.

O padrão adotado para as pistas prevê até sete metros de largura com duas pistas de rolamento de três metros, além de dois acostamentos de meio metro, ao custo médio de R$ 1 milhão por quilômetro. “Estruturamos um programa que é ao mesmo tempo ambicioso e acessível para todos os nossos municípios. Ao fornecer um plano técnico claro, orçamentos padronizados e um apoio financeiro abrangente, estamos capacitando os governos locais a realizar melhorias históricas em sua infraestrutura. Este programa conectará comunidades, apoiará empresas e construirá uma Santa Catarina mais integrada e próspera”, disse o secretário de Estado da Infraestrutura e Mobilidade, Jerry Comper.

“O Programa Estrada Boa Rural é um marco para o desenvolvimento do campo catarinense. Com este investimento histórico, estamos garantindo mais do que estradas: estamos promovendo qualidade de vida e oportunidades para quem vive e trabalha no meio rural. Estrada boa significa escoamento mais eficiente da produção, redução de custos logísticos e acesso ampliado aos mercados. Isso fortalece toda a cadeia agrícola e agroindustrial do nosso estado, tornando o agro catarinense ainda mais competitivo”, destacou o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Carlos Chiodini.

Os municípios podem participar submetendo projetos para dois trechos, um em 2025 e outro em 2026. A elegibilidade baseia-se no cumprimento de critérios econômico-sociais e técnico-financeiros, como conectar uma comunidade rural a uma via pavimentada, atender empresas ou cooperativas locais e garantir o acesso de pelo menos duas propriedades rurais por quilômetro de nova pavimentação.

O programa exige uma contrapartida mínima dos municípios, de valor igual ao montante a ser repassado pelo estado. Essa contrapartida pode ser cumprida através do financiamento subsidiado pelo estado, com recursos próprios do município, ou por uma combinação que inclua bens e serviços mensuráveis.

“Os prefeitos estão recebendo um manual, nesse manual tem o site da Secretaria, além disso tem o número do WhatsApp, para que eles possam fazer o contato. Esse é um programa inovador, e como não poderia deixar de ser, eles têm uma outra dinâmica, eles vão poder fazer a solicitação através do nosso site, fazendo por e-mail, para que a gente possa dar mais celeridade”, explicou o secretário de Estado adjunto da Infraestrutura e Mobilidade, Ricardo Grando.

Prefeitos celebram o Estrada Boa Rural

A plateia de 202 prefeitos e 114 vice-prefeitos comemorou a parceria proposta pelo Governo do Estado, como uma oportunidade de desenvolver ainda mais cada município: “Primeiramente quero agradecer ao governador por ter escolhido Joaçaba pra lançar o programa Estrada Boa Rural. A gente sabe da importância que isso tem e vem trazer pra nós do município e pra todas as pessoas, pros municípios do estado inteiro. A gente sabe que a nossa região, principalmente, Oeste catarinense, é baseada na agroindústria. E toda essa matéria-prima que as agroindústrias trabalham é produzida no campo. Então, esse programa vem ajudar, o governo pagando esses juros, isso facilita muito para o município, demonstra que o governo é um governo municipalista que vem pra trabalhar, pra ajudar a comunidade”, agradeceu o prefeito de Joaçaba, Vilson Sartori.

A prefeita de Lages, Carmen Zanotto, disse que o impacto positivo é para todo o estado de Santa Catarina, mas ainda mais especial para o município da região Serrana. “Nós temos mais de 2.620 km de ruas não pavimentadas de interior, por onde precisamos escoar a produção agrícola e dar acesso aos alunos à educação. Garantir a mobilidade é fundamental. A gente só tem que agradecer ao governador por mais essa iniciativa. Vamos fazer todo o esforço para inicialmente ser uma contrapartida do município, se nós não conseguirmos, nós vamos buscar o financiamento, porque para nós, do município de Lages, é fundamental a gente conseguir melhorar as estradas do interior e poder pavimentar os trechos mais complexos, com certeza vai gerar melhor mobilidade e mais desenvolvimento”, afirmou Carmen Zanotto.

“Levar o Estrada Boa Rural aos nossos agricultores significa entender a importância do agronegócio em todos os municípios de Santa Catarina. A contrapartida dos municípios é importante para que a gente possa ter o maior número de quilômetros contemplados”, avaliou a prefeita de Palmitos Giovana Giacomolli.

A prefeita de Modelo, Barbara Milena Geler Baron, também comemorou a chegada do Estrada Boa Rural. “Esse projeto é de grande valia para os municípios, especialmente na nossa realidade do Extremo Oeste. Somos municípios com uma arrecadação em grande parte que provêm da agricultura, então os compromissos de todos os prefeitos da nossa região é realmente a gente melhorar a infraestrutura que dá acesso às comunidades”, explicou .

“A gente já tem conhecimento de como o governo vai proceder com relação à liberação desses recursos para os municípios, essa parceria vai beneficiar muito, principalmente os municípios com a economia voltada para o meio rural, na agricultura, isso é muito importante”, disse o prefeito de Monte Castelo, Sirineu Ratochinski.

Benefícios sociais do programa

Os benefícios sociais do programa Estrada Boa Rural devem ser amplos e transformadores. Os principais impactos que o governo pretende medir incluem:

  • Crescimento econômico: aumento na produção agrícola e na renda média das famílias rurais. Ao melhorar as condições das estradas, o programa reduzirá diretamente os custos de transporte para os produtores, facilitando o escoamento da produção e fortalecendo toda a cadeia de suprimentos agroindustrial.
  • Melhora no acesso e na segurança: redução no tempo de deslocamento e nos acidentes de trânsito. O programa garante que as comunidades rurais tenham conexões confiáveis a serviços públicos essenciais, como unidades de saúde e educação.
  • Melhora na qualidade de vida: a iniciativa projeta melhorar as condições e o bem-estar de moradores e produtores. As novas estradas contarão com pavimentação asfáltica e acostamento, projetadas para durabilidade e segurança. Os projetos também utilizarão emulsão asfáltica ambientalmente sustentável, ressaltando o compromisso do Estado com o desenvolvimento responsável

Deputado Robério Negreiros reforça compromisso com a continuidade do QualificaDF Móvel

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Distrital participou da formatura de mais 637 alunos qualificados pela iniciativa. Desde 2022, já foram mais de 15 mil certificados entregues

O deputado distrital Robério Negreiros (PSD) participou, na manhã desta sexta-feira (04/07) da formatura de mais 637 alunos de quatro regiões administrativas – São Sebastião, Riacho Fundo II, Planaltina e P Sul – concluíram a 8ª etapa do 3º ciclo do QualificaDF Móvel. Durante o evento, o parlamentar destacou o impacto social da iniciativa e reforçou seu compromisso em garantir recursos para a continuidade do projeto, que já ultrapassou a marca de 15 mil certificados entregues.

“Nossas emendas vêm assegurando o sucesso do projeto e iremos garantir recursos para a sua continuidade e para que tenhamos cada vez mais pessoas qualificadas”, afirmou Negreiros. “Ver tantos alunos formados, preparados para o mercado de trabalho, nos enche de orgulho e apenas nos mostra a necessidade de mantê-lo ativo”, complementou o distrital.

O QualificaDF Móvel, que conta com o apoio do deputado Robério Negreiros, é da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) e é responsável por levar o conhecimento para perto de quem mais precisa e não tem condições de se deslocar para estudar. Os cursos, com carga horária de 80 horas, são ofertados em carretas adaptadas como salas de aula, que circulam por todo o DF com formações de curta duração e foco prático.

A 9ª etapa do 3º Ciclo do QualificaDF Móvel já começou no último dia 1º. As oportunidades estão distribuídas nas cidades de Sobradinho II, Riacho Fundo, Ceilândia (Setor O) e Recanto das Emas. Os cursos de qualificação profissional oferecidos têm uma carga horária total de 80 horas/aula e serão ministradas em dois turnos: matutino, das 8h às 12h, e vespertino, das 14h às 18h.

5 destinos para fugir do frio nas férias de julho

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O mês de julho é conhecido pelas baixas temperaturas no Brasil, mas esse tipo de clima nem sempre agrada a todos. Confira destinos nacionais e internacionais para fugir do frio!

Apreciadores do calor, as férias de julho não estão perdidas! Apesar da previsão de dias frios na maioria das regiões do país, ainda existem lugares mais quentes para curtir o calor — dentro e fora do Brasil.

Praias, fervedouros, piscinas, dunas e outros tipos de paisagem aguardam você e sua família. Confira as sugestões logo a seguir!

1 – Maceió (AL): mar quente e paisagens deslumbrantes

A capital de Alagoas é, sem sombra de dúvidas, um dos destinos mais bonitos do Nordeste. Mesmo as praias urbanas, em meio aos pontos mais movimentados da cidade, têm areia clarinha e mar azul, como Ponta Verde, Jatiúca e Pajuçara.

Quem fica nessa região não precisa se limitar a ela. Muitos turistas também fazem excursões até praias em municípios vizinhos, como a Praia do Francês, Praia do Gunga, Barra de São Miguel e São Miguel dos Milagres.

Maceió também é agraciada por belíssimas piscinas naturais. Além da orla urbana, também vale visitar a Praia do Toque, Paripueira e até mesmo estender o passeio aos galés de Maragogi.

2 – Jalapão (TO): natureza selvagem e clima quente

O Parque Estadual do Jalapão é uma unidade de conservação ambiental no Tocantins, nos municípios de Mateiros e São Félix do Tocantins.

As principais atrações são os fervedouros. Essas nascentes de rios subterrâneos são cercadas por árvores e têm pressão tão forte que é quase impossível afundar. Apesar do nome, a água não é quente, mas a experiência é inesquecível.

Existem diversos fervedouros em todo o parque, cada um com características que os tornam especiais a sua própria maneira, como o Fervedouro do Ceiça, Fervedouro Bela Vista, Fervedouro do Alecrim, Fervedouro dos Buritis, entre outros.

O Jalapão também é famoso pelas dunas que se tornam encantadoramente douradas ao entardecer, ideais para aventureiros que gostam de trilhas diferentes.

No final da tarde, também vale conhecer a Pedra Furada, uma formação rochosa vazada que se alinha perfeitamente com o pôr do sol.

3 – Cartagena, Colômbia: charme histórico com clima tropical

Que tal sair do país e explorar a América do Sul? Cartagena, também conhecida como Cartagena das Índias, é uma cidade situada na costa caribenha da Colômbia, a mais de 900 km da capital, Bogotá.

Fundada em 1553, a bagagem cultural é enorme. Por isso, vale começar a viagem pelo Centro Histórico e conhecer os principais pontos turísticos da área, incluindo a Cidade Muralha, o Palácio da Inquisição, a Torre do Relógio e a Catedral de Cartagena.

Além do centro, os turistas também investem em passeios para o Castelo de San Felipe de Barajas e o Convento Santa Cruz de La Popa.

Para curtir a natureza e o calor, algumas praias são imperdíveis: Arquipélago do Rosário, El Laguito, Playa Blanca e Bocagrande.

4 – Dubai, Emirados Árabes

Dubai é o destino perfeito para quem não gosta de frio. No verão (junho a setembro), os termômetros ficam em torno dos 40 °C, com médias maiores no auge da temporada, chegando a impressionantes 47 °C!

A boa notícia é que toda a cidade é projetada para suportar o calor, o que significa que todos os ambientes fechados são equipados com climatização especial.

Um típico roteiro de viagem em Dubai inclui visitas ao distrito histórico de Al Fahidi, mercados árabes (Gold Souk e Spice Souk), Burj Khalifa — o edifício mais alto do mundo, com 828 m distribuídos em 162 andares —, Dubai Mall e Safa Park.

Quem viaja em família também se diverte em parques temáticos, como Aquaventure Waterpark, Ski Dubai, Dubai Parks e Universal Studios Dubailand.

5 – Rio de Janeiro (RJ): sol o ano inteiro além da Zona Sul

Ainda que seja um estado do Sudeste do Brasil, onde as temperaturas são mais baixas, Fernanda de Abreu não compôs a canção “Rio 40 Graus” à toa! Mesmo nos dias nublados, a Cidade Maravilhosa tende a ser mais quente do que o resto da região.

Quem vai ao Rio — ainda mais pela primeira vez — precisa conhecer os pontos turísticos mais famosos, incluindo Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Estádio do Maracanã, Parque Lage, Jardim Botânico, Lapa e o Centro Histórico.

E é claro que as icônicas praias de Copacabana, Leblon, Ipanema e Arpoador não podem faltar!

Apesar da beleza da Zona Sul, o Rio de Janeiro tem muito mais a oferecer. Na Zona Oeste, a região da Barra da Tijuca é considerada tranquila em relação a outras áreas da cidade, mas também conta com diversas atrações para os turistas.

Amantes de natureza vão se deliciar com a Praia da Barra, Grumari, Prainha, Reserva, Pepê, Joatinga, Ilha da Gigóia, Lagoa de Marapendi, Bosque da Barra, Parque Nacional da Tijuca, entre outros.

O bairro também é famoso pela infraestrutura completa, com muitos shoppings, restaurantes, bares, museus, cinemas, teatros e hotéis de alto padrão.

Day use em hotéis de luxo: aproveite o melhor da cidade com conforto

Alguns dos hotéis mais reconhecidos no Brasil e no mundo estão na Barra da Tijuca, o que proporciona uma experiência de férias ainda mais completa para os turistas.

Uma delas é o day use, uma modalidade oferecida por grandes hotéis em que não é preciso reservar um quarto e pernoitar para aproveitar as áreas comuns e serviços premium.

Dependendo do pacote, isso inclui acesso a piscinas, serviço de praia, atendimento VIP, refeições, massagens, brindes e descontos exclusivos.

O day use é recomendado para quem está com a agenda apertada ou quer viver a experiência de um hotel cinco estrelas sem gastar muito. Também é indicado para aqueles que não moram longe e precisam quebrar a rotina para relaxar e se divertir. Vale à pena!

Brasil e Vietnã assinam acordo para fortalecer cooperação em Tecnologia e Inovação

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Instrumento busca impulsionar a inovação e a transformação digital nos países, com benefícios para economia e sociedade

 

Foto: Ricardo Stuckert / PR

 

Em reunião realizada hoje (5/7), no Rio de Janeiro, por ocasião da Cúpula do Brics, Brasil e Vietnã assinaram um Memorando de Entendimento (MdE) para estreitar a colaboração entre os dois países nas áreas de ciência, tecnologia, inovação e transformação digital. O memorando foi assinado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil e pelo Ministério da Ciência e Tecnologia do Vietnã.

O novo pacto se baseia no Acordo de Cooperação Científica e Tecnológica estabelecido em 2008, reforçando o forte relacionamento bilateral e o desejo de impulsionar o desenvolvimento digital mútuo. O principal objetivo do memorando é ampliar e incentivar a cooperação acadêmica, científica, econômica e institucional.

“Estou muito contente por poder concluir este acordo. Esse instrumento possibilitará um grande aprofundamento das nossas relações, especialmente em semicondutores e Inteligência Artificial. Mas temos grande interesse em avançar em ações conjuntas em transição energética, biodiversidade, segurança alimentar e nutricional e ambientes de inovação”, destacou a ministra Luciana Santos.

As áreas de cooperação abrangem várias tecnologias emergentes e setores estratégicos, incluindo:

  • Inteligência Artificial (IA), Computação de Alto Desempenho e Big Data, com foco na aplicação e desenvolvimento dessas tecnologias.
  • Semicondutores, reconhecendo a importância fundamental desses componentes para as tecnologias digitais.
  • Internet das Coisas (IoT) e Blockchain, com foco na promoção do ecossistema e das aplicações dessas tecnologias.
  • Governança Digital e Computação em Nuvem, para o fortalecimento das estruturas digitais e da infraestrutura de nuvem.
  • Indústria 4.0 e Telecomunicações Avançadas, incluindo o desenvolvimento e aplicações de 5G e 6G.
  • Desenvolvimento de Recursos Humanos com capacitação em TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) e transformação digital.
  • Apoio a Startups e Ecossistemas de Inovação, fomentando o empreendedorismo tecnológico.
  • Transformação Digital em setores-chave, como cidades inteligentes, saúde e educação.

“Por estarmos em um mesmo estágio de desenvolvimento em diversas tecnologias, temos muito a aprender, compartilhar e ganhar com uma maior integração entre recursos humanos, pesquisadores, centros de pesquisas, parques tecnológicos e empresas. Nossas nações compartilham o objetivo de seguir ampliando o acesso às tecnologias de informação e comunicação, apoiando populações mais carentes em sua inclusão digital”, ressaltou a ministra.

O memorando prevê diversas formas de colaboração, como projetos conjuntos de pesquisa, programas mútuos, intercâmbio de especialistas, seminários e conferências para compartilhamento de boas práticas, troca de conhecimento sobre políticas e regulamentações para empresas de tecnologia, programas de treinamento e capacitação, facilitação de parcerias público-privadas e promoção da transferência de tecnologia.