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Senador Izalci é o novo líder da Oposição no Congresso Nacional

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O Congresso Nacional aprovou nesta terça-feira (17) o Projeto de Resolução PRN 2/2023, que institui oficialmente uma Liderança da Oposição no Regimento Comum do Congresso. Segundo o texto, ela terá direito a “prerrogativas iguais às da Liderança do Governo”.

O senador Izalci Lucas (PL-DF) foi indicado para assumir o mandato de liderança da Oposição. A indicação ocorreu em meio a movimentações dentro do PL para fortalecer a oposição ao governo Lula.

Sua clínica está pronta para um novo paciente?

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Entender as novas necessidades do paciente é o primeiro passo para tornar a jornada de cuidado mais eficiente e acolhedora

Os hábitos, comportamentos e exigências do paciente moderno mudaram. Hoje, ir à clínica vai muito além de um bom diagnóstico, envolve conforto, acessibilidade, atendimento humanizado e tecnologia.

Clínicas que se adaptam a esse novo cenário saem na frente, enquanto outras enfrentam reclamações, cancelamentos e perda de fidelização.

Entender o que mudou na jornada do paciente é o primeiro passo para preparar sua estrutura física, equipe e processos para um cuidado mais eficiente e acolhedor.

O que mudou no comportamento e nas expectativas dos pacientes

O paciente atual está mais informado, mais atento aos detalhes e mais exigente com a qualidade do atendimento. Esse novo perfil impacta diretamente como as clínicas devem operar, desde o agendamento até o pós-consulta.

Mais digital, mais exigente: o novo perfil de quem busca atendimento médico

Com acesso a informações em tempo real e avaliações online, os pacientes estão cada vez mais criteriosos ao escolher onde serão atendidos.

Eles buscam praticidade no agendamento, respostas rápidas, espaços confortáveis e profissionais empáticos. A relação deixou de ser hierárquica para se tornar colaborativa, com maior escuta ativa e participação no processo de cuidado.

O impacto da experiência de atendimento na fidelização do paciente

A percepção do paciente sobre a qualidade do atendimento vai muito além da consulta em si.

Desde o primeiro contato na recepção, passando pela pontualidade, organização do ambiente, cordialidade dos funcionários e clareza nas informações, tudo contribui para uma experiência positiva (ou negativa).

Um ambiente bem preparado e um atendimento fluido são essenciais para manter a confiança e a continuidade do cuidado.

Como preparar sua clínica para receber esse novo paciente

Para atender a esse novo perfil de paciente, a estrutura física da clínica, os processos de atendimento e a equipe precisam estar alinhados e prontos para oferecer acolhimento em todas as etapas.

Organização da recepção e ambiente de espera: o primeiro contato conta

A primeira impressão é determinante. Espaços organizados, limpos, com sinalização clara, acesso para pessoas com mobilidade reduzida e conforto (poltronas, água, wi-fi) mostram ao paciente que ele é esperado com cuidado.

Evitar esperas longas também é crucial: invista em sistemas de agendamento eficientes e mantenha a agenda sob controle.

Treinamento da equipe: atendimento humanizado e ágil

Mais do que saber operar sistemas ou conduzir triagens, a equipe precisa estar preparada para lidar com pessoas.

Escuta ativa, empatia, gentileza e clareza nas orientações são habilidades essenciais. Treinamentos periódicos ajudam a manter o time alinhado com os valores da clínica e com as melhores práticas de acolhimento.

Atenção especial aos pequenos: como criar um ambiente acolhedor para crianças

Crianças se sentem mais seguras em ambientes lúdicos e tranquilos.

Espaços com brinquedos, livros infantis, cores suaves e profissionais preparados para lidar com o público infantil tornam a experiência menos assustadora e mais positiva. Esse cuidado, além de conquistar os pequenos, também gera tranquilidade para os pais.

Quando vale a pena reestruturar sua clínica como investimento estratégico

Melhorias estruturais e processuais não devem ser vistas como gastos, mas como investimentos estratégicos.

Com pequenas ou grandes mudanças, é possível gerar grandes impactos na percepção do paciente e no sucesso do negócio.

Do layout ao agendamento: repensar processos melhora resultados

Ambientes desorganizados ou pouco funcionais afetam a produtividade da equipe e a satisfação dos pacientes.

Repensar o layout da clínica, os fluxos de atendimento e os processos internos podem melhorar o tempo de espera, reduzir falhas operacionais e aumentar a eficiência geral. Uma estrutura bem desenhada também facilita a adesão a novas tecnologias e protocolos.

Fidelização e reputação: o retorno vem com mais indicações e confiança

Quando o paciente se sente valorizado, ele não apenas retorna, mas também recomenda. Em um mercado competitivo, conquistar confiança é um diferencial estratégico.

Ter uma estrutura pensada para o conforto e bem-estar impacta diretamente na percepção de qualidade do serviço prestado e fortalece a reputação da clínica.

Adaptação contínua: o cuidado evolui e sua clínica também deve evoluir

A medicina está em constante avanço, e com ela, as expectativas dos pacientes também mudam.

Estar aberto a ajustes, ouvir feedbacks e investir em melhorias contínuas é fundamental para manter a clínica atualizada e relevante. O processo não precisa ser feito de uma vez, mas deve ser constante.

Na rotina de atendimentos, são os detalhes que constroem a percepção do paciente sobre o cuidado recebido.

O acolhimento na recepção, a escuta atenta durante a consulta, o ambiente calmo da sala e até o conforto oferecido por uma cadeira odontológica bem projetada fazem parte dessa experiência. Não se trata apenas de estrutura, mas de como cada escolha dentro da clínica contribui para um atendimento mais humano e acolhedor.

Campus Party Brasil 2025 retorna a Brasília com foco em IA, inovação e batalhas de robôs

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Maior festival de tecnologia da América Latina terá programação gratuita, grandes nomes da ciência e competições que misturam entretenimento e aprendizado

A capital federal será o novo endereço da Campus Party Brasil. Em sua 17ª edição nacional, o maior evento de inovação, ciência e tecnologia da América Latina acontecerá pela sétima vez em Brasília, entre os dias 18 e 22 de junho, na Arena BRB Mané Garrincha. A mudança marca uma nova fase do festival, que pretende descentralizar sua atuação e atrair mais jovens de diferentes regiões do país.

A expectativa é de que mais de 120 mil pessoas participem das atividades, que incluem palestras, oficinas, experiências imersivas e batalhas de robôs, além de uma área gratuita aberta ao público.

Inteligência Artificial em destaque

Um dos principais temas da CPBR17 será a Inteligência Artificial (IA). O evento contará com a presença de Gabriele Mazzini, referência internacional por ser o autor da Lei de IA da União Europeia. Ele participa do Fórum do Marco Regulatório de Inteligência Artificial, que será realizado em parceria com o Cappra Institute e o Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS Rio). O objetivo é discutir a criação de uma regulamentação ética e inclusiva para a IA no Brasil.

“A IA precisa ser debatida com a participação de toda a sociedade. A Campus Party é o ambiente ideal para isso”, destaca Francesco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party.

Robótica como atração principal

Outro grande destaque da edição será a Arena Robocore, espaço voltado a competições de robôs com entrada gratuita. Com batalhas de sumô, futebol e hockey, o campeonato reunirá mais de mil competidores de todas as regiões do país. A programação inclui ainda oficinas de programação e workshops para todas as idades, com participação de estudantes da PUC-Rio, USP, UEA, entre outras instituições.

Tonico Novaes

“O Brasil precisa estimular cada vez mais o interesse de jovens por áreas como engenharia, programação e automação”, afirma Tonico Novaes, diretor-geral da Campus Party Brasil.

Gastronomia 3D, startups e cultura maker

A edição de Brasília também será palco da final do Printer Chef, competição onde os participantes criam pratos que são harmonizados com um alimento impresso em 3D, em parceria com a empresa 3D Biotechnology Solutions (3DBS). Além disso, o evento contará com uma área dedicada a startups de inteligência artificial, workshops, mentorias, Campus Kids e o tradicional programa Campus Future, que dá visibilidade a projetos de estudantes.

Nomes de peso confirmados

Marcelo Tas

Entre os palestrantes confirmados estão o apresentador Marcelo Tas (foto), a investidora Camila Farani, o influenciador Peter Jordan, o empreendedor social Tiago Mochileiro, e o cientista de dados Pedro Chiamulera. Também fazem parte da programação criadores de conteúdo como Ibere Thenório, Bruno Playhard, Gordox e Muca.

Programação gratuita na Área Open

A Área Open, com entrada gratuita, funcionará de 19 a 22 de junho, das 10h30 às 20h, somente de quinta a sábado e no domingo se encerra às 16h,  oferecendo ao público experiências com robótica, oficinas de programação com Raspberry Pi e Micro:Bit, pilotagem de robôs, simulações de braços mecânicos e atividades para todas as idades.

Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Marco Antônio Costa Júnior, a chegada da Campus Party ao Distrito Federal representa uma oportunidade estratégica. “É emocionante ver jovens de diferentes partes do país unidos por um propósito comum: transformar o futuro por meio da ciência e da inovação”, afirma.

Serviço – 17ª Campus Party Brasil (CPBR17)

📍 Local: Arena BRB Mané Garrincha – Brasília (DF)

📅 Data: 18 a 22 de junho

🕘 Horário: 9h às 20h

🎟️ Ingressos e programação completa: brasil.campus-party.org/cpbr17/ingressos

🎫 Área Open (entrada gratuita): de 19 a 21/06, das 10h30 às 20h e dia 22/06, domingo, se encerra às 16h

 

 

Fonte: donnysilva.com.br

Brasil leiloa blocos de petróleo na Amazônia sem consulta às comunidades locais e ignora crise climática, denunciam organizações e lideranças  

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Da Amazônia à conferência do clima de Bonn, sociedade civil, povos indígenas e de comunidades tradicionais protestam contra o mega leilão de petróleo e gás

Lideranças indígenas protestam em frente ao Campo do Azulão, Silves, Amazônia / c: APIRA

GLOBAL — Enquanto alega liderança na agenda climática internacional na conferência do clima pré-COP30 em Bonn, na Alemanha, o governo brasileiro, por meio da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), realizou o 5º Ciclo da Oferta Permanente de Concessões nesta terça-feira – um “mega leilão” de petróleo e gás de 172 blocos, incluindo 68 na Amazônia brasileira. O processo ocorreu sem qualquer consulta ou consentimento prévio, livre e informado das comunidades indígenas e tradicionais da região, violando diretamente a Convenção 169 da OIT, da qual o Brasil é signatário.
No leilão, dos 47 blocos ofertados na Bacia da Foz do Amazonas, uma das áreas ambientalmente mais sensíveis do planeta, 19 foram concedidos para exploração de petróleo e gás. Foram leiloados 16.312 km² de áreas marinhas na Amazônia, distribuídos em quatro setores. Chevron e CNPC arremataram nove blocos, enquanto ExxonMobil e Petrobras ficaram com dez blocos, aprofundando a ofensiva das petroleiras sobre o bioma amazônico.
Esses blocos foram arrematados sem a realização de Avaliação Ambiental de Área Sedimentar (AAAS). Embora não seja condicionante, a ausência da avaliação foi apontada inúmeras vezes pelo IBAMA e o Ministério do Meio Ambiente como fator dificultador do licenciamento na região. O mapeamento detalhado de uma AAAS facilitaria tanto o trabalho do órgão ambiental como o do planejamento energético, já que apontaria áreas onde a atividade petrolífera deve ser evitada devido à sensibilidade ambiental.

 

O leilão também descumpriu as recomendações do Ministério Público Federal (MPF), que há poucos dias entrou com uma liminar para suspender a oferta dos blocos, apontando graves falhas no processo, como ausência de estudos prévios adequados, consulta e risco de danos socioambientais irreversíveis. Além de desrespeitar os direitos dos povos e especialistas e ir na contramão do acordo global para transição dos combustíveis fósseis, o governo ignora os alertas da comunidade científica mundial, que é clara: não há espaço para novos projetos de combustíveis fósseis se quisermos evitar o colapso climático.

 

A decisão compromete a credibilidade do governo brasileiro, que nas arenas internacionais defende compromissos climáticos, mas segue expandindo a fronteira fóssil internamente, inclusive na Amazônia, região que abrigará a conferência climática mais importante do mundo este ano, a COP30. Povos originários, comunidades tradicionais e organizações da sociedade civil defendem que a transição energética justa deve priorizar áreas altamente biodiversas e sensíveis, como a Amazônia, e ser construída com um plano claro, que não dependa da expansão de petróleo e gás nem do financiamento de combustíveis fósseis.
Representantes da sociedade civil e lideranças ofereceram os seguintes comentários:

 

Cacique Jonas Mura, Silves, Amazonas:

“Se o grande criador deixou esse óleo com o gás nas profundezas, distante do nosso alcance, é porque não é coisa boa, é coisa que só traz destruição, poluição, pobreza, ganância, doenças e discórdias. Trazer essa massa podre e poluente das profundezas é trazer tudo que é ruim para os nossos territórios. Amazônia livre de petróleo e gás!”
Gisela Hurtado, coordenadora de campanha pela Amazônia na Stand.earth:

“Neste momento em que o mundo se reúne em Bonn para avançar soluções climáticas e se prepara para a primeira COP na Amazônia, o governo brasileiro está leiloando a Amazônia para a indústria de combustíveis fósseis. Esse “Leilão da Morte” ameaça não apenas os territórios indígenas, mas o próprio sistema climático global. Ele desafia os princípios do Acordo de Paris e a ambição da COP30. Estamos aqui para dizer: não há justiça climática sem direitos indígenas, não há transição justa sem manter os combustíveis fósseis no solo e não há futuro sustentável se a Amazônia se tornar uma zona de sacrifício. O mundo deve exigir coerência — as palavras na COP devem corresponder às ações em casa.”

 

Ilan Zugman, diretor para a América Latina e o Caribe na 350.org:

“O tempo dirá se o Brasil terá coragem política para alinhar discurso e prática e deixar um legado verdadeiro de liderança climática – Este leilão, no ano em que o Brasil sedia a COP30, marca um momento crítico em que o governo escancara as portas para a indústria fóssil em um dos biomas mais sensíveis do planeta. São 19 blocos sem consulta prévia às comunidades indígenas e tradicionais, violando direitos constitucionais e internacionais. Essa decisão contradiz as promessas de proteção ambiental feitas por um governo eleito com essa bandeira, e fragiliza a credibilidade do país no cenário global. Em vez de liderar uma transição energética justa, baseada no imenso potencial renovável do Brasil, o governo aposta num modelo fóssil ultrapassado que compromete o futuro, bloqueia o desenvolvimento sustentável e repete erros do passado.”
Carolina Marçal, coordenadora de projetos do Instituto ClimaInfo:
“Ao mesmo tempo em que cobra ação efetiva dos países ricos na transição energética, o Brasil deu hoje um péssimo sinal para quem se preocupa com a vida e o futuro nesse planeta. Ao leiloar 19 blocos na Foz do Amazonas, uma área ambientalmente sensível e crítica para o clima global, o país joga mais lenha na fogueira da crise climática. Não será com palavras bonitas e acordos vazios que iremos salvar o mundo do cataclisma de eventos extremos cada vez mais intensos. O Brasil tem tudo para liderar a transição justa e o petróleo certamente não faz parte do futuro em um mundo em chamas.”
Mauricio Guetta, Diretor de Direito e Políticas Públicas da Avaaz:

“Com o mundo próximo de atingir 1.5 graus Celsius de aquecimento, a decisão de leiloar dezenas de blocos de petróleo em áreas essenciais para o equilíbrio ecológico e climático mundial coloca o Brasil na contramão dos esforços globais contra a emergência climática, minando sua liderança na COP 30. Os danos ao clima, à biodiversidade e aos povos indígenas e comunidades tradicionais serão irreversíveis.”

BRB reforça time de tecnologia com a convocação de 50 novos analistas de TI

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Em continuidade à sua estratégia de transformação digital e ampliação de serviços, o BRB convoca mais 50 profissionais aprovados em seu último concurso público para o cargo de Analista de Tecnologia da Informação. Os nomes dos convocados serão divulgados no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) amanhã, 18 de junho.

A nova convocação integra o planejamento estratégico do Banco, que desde 2019 já recebeu mais de 1.300 novos colaboradores por meio de seis concursos públicos, impulsionando sua modernização e melhoria contínua dos serviços oferecidos à população.

Com carga horária de 30 horas semanais e salário de R$ 10.678,42, os Analistas de TI terão papel essencial no fortalecimento da infraestrutura digital do BRB. Suas responsabilidades incluem o suporte tecnológico a áreas internas e clientes, implantação de novas soluções, além da liderança em projetos de inovação e segurança da informação.

“Seguimos na construção de um BRB mais digital, moderno e conectado com as necessidades dos nossos clientes. A convocação dos novos analistas de TI reforça nosso compromisso em oferecer soluções tecnológicas seguras, inovadoras, ágeis e com alto nível de qualidade. Investir em tecnologia é investir no futuro do Banco e na experiência dos nossos mais de 9 milhões de clientes.”, afirma Paulo Henrique Costa, presidente do BRB.

Os novos Analistas de TI ingressam em uma instituição que valoriza seus colaboradores, incentiva o seu desenvolvimento e oferece, além do salário competitivo, benefícios variados, como auxílio-alimentação e vale-refeição, no valor de R$ 2.308,68, auxílio-creche de R$ 659,67, e auxílios à instrução.

Após a entrega da documentação e a conclusão dos exames médicos, os novos analistas participarão de um processo de integração, que inclui treinamentos sobre a cultura organizacional, práticas bancárias e padrões operacionais da instituição.

 

 

Fonte: donnysilva.com.br

BrasíliaMedBusinessConect 2025: Evento Médico Brasília Transformador

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Evento Médico Brasília estreia com o MedBusinessConect 2025, idealizado pelo Dr. Gustavo Guimarães, cirurgião plástico e empreendedor do setor de saúde. Nos dias 13 e 14 de junho de 2025, o Estádio Mané Garrincha receberá médicos, dentistas, nutricionistas e fisioterapeutas para dois dias de imersão estratégica em gestão de clínicas, vendas inteligentes e marketing ético. A proposta é transformar consultórios em negócios de alta performance, compartilhando cases e metodologias já aplicadas em mais de 1.500 pontos de venda ativos no Brasil.

Contexto histórico do Evento Médico Brasília
O conceito de “Evento Médico Brasília” surgiu no final da década de 2010, quando houve a crescente profissionalização de clínicas e consultórios no país. Até então, muitos profissionais de saúde tinham dificuldade em gerenciar a parte administrativa e comercial de seus estabelecimentos. Com a ampliação do mercado estético e do turismo médico, a demanda por eventos que unissem conhecimento clínico e ventures empresariais se intensificou. A capital federal, por sua localização geopolítica e por abrigar centros de pesquisa e instituições públicas de referência, consolidou-se como palco ideal para esse tipo de encontro.

Dr. Gustavo Guimarães, reconhecido nacionalmente por transformar sua prática clínica em um ecossistema de negócios — com mais de 1.500 pontos de venda em saúde e estética distribuídos pelo Brasil —, percebeu a lacuna de formação na administração médica. Por isso, concebeu o MedBusinessConect, primeira edição de um “Evento Médico Brasília” voltado exclusivamente para profissionais que querem aprender práticas de gestão adaptadas às especificidades do setor de saúde.

Historicamente, Brasília já sediou congressos de especialidades médicas, mas poucos com foco em empreendedorismo. Até 2023, estudos do Conselho Federal de Medicina apontavam que 65% das clínicas médicas fecharam as portas antes de cinco anos de atividade, muitas vezes por falhas na gestão financeira ou de marketing. O MedBusinessConect 2025 chega para mudar esse cenário, oferecendo ferramentas práticas, mentorias e networking qualificado.

Impacto social e econômico de um Evento Médico Brasília
Importância para a economia local e nacional
O “Evento Médico Brasília” movimenta não apenas a comunidade médica, mas toda a cadeia de serviços: rede hoteleira, transporte, alimentação e infraestrutura do Distrito Federal. Cálculos preliminares indicam que um congresso de média escala na capital gera cerca de R$ 5 milhões em receita direta à economia local em
hospedagem e alimentação nos dois dias de programação. Em 2023, o Distrito Federal registrou mais de 1,1 milhão de eventos, respondendo por cerca de 10% do PIB local. Ao promover o MedBusinessConect, o Dr. Gustavo Guimarães agrega valor social ao unir capacitação e geração de renda em um único espaço.

Além do impacto direto no fluxo turístico, o Evento Méd­ico Brasília fortalece a profissionalização do segmento de saúde, que, segundo dados do IBGE, representa 10% do PIB brasileiro. Clínicas mais bem gerenciadas tendem a oferecer serviços de maior qualidade e a empregar mais profissionais, elevando o nível de atendimento e contribuindo para a geração de empregos diretos e indiretos.

Provas sociais e cases de sucesso
Desde 2018, quando o Dr. Gustavo iniciou seus primeiros workshops em São Paulo, mais de 3.000 médicos passaram por treinamentos de gestão. Desses, 72% relataram aumento médio de 35% no faturamento anual de suas clínicas após a aplicação das metodologias ensinadas. Um exemplo prático: a Clínica Bem Viver, em Goiânia, que participou de uma das edições-piloto do evento, elevou seu ticket médio em 28% no primeiro semestre de 2023, atingindo uma rede de 5 unidades em Goiás e Minas Gerais.

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Para a edição de 2025, o MedBusinessConect já contabiliza mais de 2.500 inscrições confirmadas — superando a expectativa inicial de 1.800 vagas. Entre os inscritos, 60% são cirurgiões-dentistas, 25% médicos de diversas especialidades e 15% profissionais como fisioterapeutas e nutricionistas. A participação massiva demonstra a relevância de um “Evento Médico Brasília” voltado à capacitação empresarial.

Outro caso de destaque é o do Dr. Rafael Lima, oncologista de Brasília, que implementou as táticas de vendas inteligentes discutidas no workshop de 2023. Em apenas seis meses, a taxa de conversão de novos pacientes em seu consultório saltou de 15% para 40%, gerando um aumento de 50% na receita proveniente de procedimentos de análise genética e tratamentos direcionados. Esses resultados comprovam o poder de democratizar práticas de gestão adaptadas à realidade médica.

Estrutura do MedBusinessConect 2025
Programação e conteúdos ministrados no Evento Médico Brasília
A cada 150-200 palavras do texto, o subtítulo a seguir reforça o foco no Evento Médico Brasília. O corpo do conteúdo é organizado em módulos, garantindo fluidez na leitura:

Abertura e panorama do mercado de clínicas em Brasília

Dados atualizados do CFM sobre a densidade de clínicas no DF (3.200 estabelecimentos) e desafios enfrentados.

Introdução ao Evento Médico Brasília e objetivos gerais.

Gestão estratégica de clínicas e consultórios

Como estruturar fluxo de caixa, definir KPI (indicadores-chave de desempenho) e monitorar resultados mensais.

Ferramentas digitais recomendadas para controle financeiro em tempo real.

Cases práticos: antes e depois da aplicação de metodologias no Hospital Integral Dental.

Vendas inteligentes e alta conversão no setor saúde

Técnicas de prospecção ativa para médicos: uso de WhatsApp Business, chatbots e CRM especializado em saúde.

Exemplos de scripts de atendimento e abordagem de leads.

Ferramentas de automação e mensuração de ROI (retorno sobre investimento) em campanhas digitais.

Marketing médico ético e de performance

Diretrizes do CFM sobre publicidade médica: o que é permitido e o que deve ser evitado.

Estratégias de conteúdo para redes sociais (Instagram, YouTube, LinkedIn) com foco em autoridade e confiabilidade.

Exploração de mídia programática e remarketing para atingir pacientes potenciais que pesquisam condições específicas.

Modelos de negócios escaláveis e sustentáveis

Como implementar parcerias e franquias médicas: análise de risco, due diligence e pactuação de métricas de qualidade.

Exemplo: expansão de uma rede de clínicas de fisioterapia que multiplicou unidades de 5 para 12 em 18 meses.

Tendências futuras: telemedicina, plataformas de agendamento e marketplaces de saúde.

Mentorias e ferramentas exclusivas

Apresentação de playbooks confeccionados pela equipe do Dr. Gustavo: roteiros de gestão, planilhas financeiras e checklists de compliance.

Demonstração prática de softwares desenvolvidos internamente para controle de agenda médica e acompanhamento de KPIs.

Networking e cases inspiradores

Sessões de mesas-redondas com palestrantes renomados, como Rafic Jr., Gilson Neves, Sofia Agreli, Lymark Kamaroff, Álvaro Varquez e Arthur Diniz.

Painel especial com Dra. Cláudia Benevides, que abordará metabolismo feminino e estratégias de engajamento para clínicas de emagrecimento, comprovando resultados: clínicas que adotaram seu protocolo tiveram redução média de 20% no churn (índice de cancelamento) em seis meses.

Experiência VIP e benefícios adicionais

Detalhamento dos pacotes GOLD e VIP: acesso a áreas exclusivas no Mané Garrincha, encontros privados com conferencistas, e mentorias em grupo.

Bônus digital: vídeos gravados de edições anteriores, materiais complementares e acesso estendido à comunidade de networking online.

Impactos e projeções futuras de um Evento Médico Brasília
Repercussões políticas e de mercado
O “Evento Médico Brasília” ocorre em um momento em que o setor de saúde no Brasil entra em nova fase de regulação. Com iniciativas do Ministério da Saúde e da Anvisa que visam aprimorar a transparência e qualidade dos serviços, eventos desse porte têm potencial de influenciar políticas públicas, apresentando ao governo federal soluções de gestão mais eficientes. Por exemplo, em 2023, a criação de um selo de qualidade para clínicas — proposta defendida por alguns membros do CFM — foi inspirada nos resultados obtidos por participantes do MedBusinessConect.

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Economicamente, o aumento de clínicas bem administradas tende a reduzir custos operacionais e, consequentemente, valores de consultas e procedimentos. Isso gera maior acesso da população a serviços especializados, aliviando parte da demanda do SUS. Projeções para 2025 indicam que clínicas que adotarem práticas de gestão ensinadas em eventos como o MedBusinessConect poderão aumentar a receita em até 30% ao ano, considerando a escalabilidade de atendimentos e otimização de processos internos.

Impacto social e no setor de saúde pública
Um Evento Médico Brasília bem-sucedido tem efeito cascata na sociedade: profissionais mais capacitados oferecem atendimentos de maior qualidade, elevando a satisfação dos pacientes. Além disso, ao discutir parcerias entre setor público e privado, o MedBusinessConect permite que gestores hospitalares entendam práticas de gestão aplicáveis ao SUS, como gestão de filas, otimização de insumos e implantação de indicadores de desempenho em tempo real.

Um levantamento do INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA (IPEA) mostrou que, em 2022, 15% dos recursos aplicados em saúde no país foram desperdiçados em logística ineficiente. Com a implementação de sistemas de monitoramento financeiro e de estoques — temas abordados no evento —, clínicas parceiras puderam reduzir desperdícios em até 12% ao ano. Assim, o conhecimento disseminado pelo MedBusinessConect pode influenciar diretamente a melhoria da saúde pública, gerando economia e otimização de recursos.

Projeções e considerações finais
O MedBusinessConect 2025 representa o ápice de um ciclo de transformação no setor de saúde empreendedor. A previsão é que, até 2025, mais de 10 mil profissionais tenham passado pela capacitação oferecida por Dr. Gustavo Guimarães. O crescimento anual na oferta de cursos de gestão médica no Brasil tem sido de 18% ao ano desde 2020, e eventos realizados na capital federal tendem a atrair investidores dispostos a estruturar fundos voltados ao setor de saúde e tecnologia.

Para o “Evento Médico Brasília” de 2025, já há negociações em andamento para incluir temas como inteligência artificial aplicada ao diagnóstico, integração de telemedicina com sistemas de CRM e utilização de big data para estudar fluxos de pacientes. Essas projeções mostram que o setor de saúde não apenas se profissionaliza, mas se moderniza, acompanhando tendências globais.

O MedBusinessConect 2025 é muito mais que um congresso: é uma oportunidade de revolucionar a forma de gerir clínicas e consultórios, trazendo práticas empresariais de ponta ao setor de saúde. Se você atua em Brasília ou em qualquer região do país, este é o momento de investir no seu futuro profissional e empresarial. Para continuar aprendendo sobre gestão médica e acessar materiais gratuitos, visite o portal oficial e inscreva-se em nossa newsletter de conteúdos exclusivo.

📌 Ficha Técnica:

Evento: MedBusinessConect 2025

Data: 13 e 14 de junho de 2025

Local: Estádio Mané Garrincha – Brasília/DF

Público-alvo: Médicos, dentistas, nutricionistas, fisioterapeutas e profissionais da saúde

Inscrições: www.medbusinessconect.com.br

Ives Gandra pede por um país democrático e pacificado

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Por Ives Gandra

A decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, de recorrer ao Pleno do Supremo Tribunal Federal contra a suspensão parcial feita pela própria Câmara do processo que corre na Primeira Turma do STF, em relação algumas pessoas consideradas golpistas pela Procuradoria-Geral da República, deve-se ao entendimento de que, no caso de um deles, em processo conjunto e não individualizado, por ser deputado, tem a Câmara competência constitucional de fazê-lo.

A Suprema Corte, entretanto, entendeu que não e até impôs uma restrição, decidindo que só poderia o Legislativo suspender aquilo que foi realizado durante o período em que o acusado já era deputado, mas não pelo período anterior. Diante disso, a Câmara resolveu recorrer.

Não quero entrar no mérito, pois já expressei minha posição sobre os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023, entendendo que houve baderna e não um golpe de Estado, pois não havia arma, liderança, militar na rua, comando ou soldado. Essa é a minha posição, que já apresentei inúmeras vezes.

Não é, entretanto, a posição dos ministros do STF, que condenaram a 14, 15, 16 e 17 anos os baderneiros. E eles mesmos, talvez por reconhecerem que as penas foram excessivas, estão sendo consultados e apoiando uma proposta que será apresentada pelo presidente do Senado no sentido de redução substancial das penas impostas àqueles que, armados de estilingues, teriam tentado derrubar o governo que contava, então, com 367 mil militares das três Armas para protegê-lo; algo absolutamente impossível.

Mas o certo é que o conflito entre os Poderes continua. A Câmara sente-se, mais uma vez, desprestigiada pela invasão do Supremo naquilo que entende ser sua competência. Trezentos e quinze deputados representam uma maioria substancial dos eleitores brasileiros – são 150 milhões. O Supremo, ao contrário, representa, apesar de ter grandes juristas, a eleição feita por um homem só.

Entendo que o Congresso Nacional, por meio da Câmara, tem o direito de suspender o processo. Como as ações não foram individualizados, mas reunidos em um único processo, é compreensível que, ao tentar a suspensão em relação ao deputado, a decisão tenha sido estendida a todos os outros, até porque quem teria direito ao juízo natural de 1ª instância foi levado diretamente ao STF.

Como se vê, a tensão entre os Poderes é constante, sendo que ainda não temos a harmonia e a independência entre eles, conformeprevisto na CF/88. Pessoalmente, entendo que o Supremo, muitas vezes, tem atuado como legislador positivo,algo que, pelo artigo 49, inciso XI da Constituição, não pode fazer. Mas os Ministros entendem que as correntes doutrinárias que seguem justificariam a adaptação da redação da Constituição de 1988 naquilo que consideram fundamental para a correta interpretação da Carta Magna para os dias de hoje.

O certo é que não temos harmonia e independência entre os Poderes. E, a meu ver, enquanto permanecermos nessa tensão, teremos grande dificuldade em viver em um país pacificado. Estaremos em conflito constante.

Os representantes do povo contestam os representantes da lei – que não deveriam criá-las -, mas muitas vezes o fazem sem autorização constitucional. Representam apenas a lei, mas não podem criá-la.

Gostaria muito – não sei se viverei para ver com os 90 anos que tenho – que os Poderes fossem como nós, os integrantes da OAB e dos Institutos dos Advogados, assim como aqueles que buscaram a redemocratização, que participaram de audiências públicas durante o processo Constituinte para definir, exaustivamente, as competências constantes dos artigos 44 a 135 da Lei Suprema, sempre lutamos: harmônicos e independentes. Assim, teríamos um país democrático e pacificado.

Infelizmente, vivemos nessa tensão permanente e triste realidade em que os Poderes, de certa forma, realimentam as radicalizações. Como um intérprete originalista da Constituição – originalistas são aqueles que interpretam a Constituição como ela foi escrita, não com adaptação do que foi escrito para uma realidade atual –,a meu ver, ela só poderia ser adaptada à realidade posterior pelo próprio Congresso, nunca pelo Poder Judiciário.

Enfim, essa é a minha luta permanente na busca pela pacificação nacional, harmonia e independência dos Poderes, embora meus comentários muitas vezes, demonstrem que este é mais um sonho de quem gosta de fazer poesia.

É quase uma visão lírica do direito que eu apresento, lembrando Saulo Ramos, quando dizíamos, na década de 50, ao visitarmos a prefeitura do interior declamando nossos versos, que a advocacia seria o ‘bico’ a sustentar o poeta. E realmente é o “bico” a sustentar o poeta até hoje.

Francisco Rezek, ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, que me saudou em um almoço oferecido pelos meus 90 anos, brincava que eu era, na verdade, o mais poético dos juristas conhecidos e o maior jurista entre os poetas conhecidos. Vale dizer, procuro ainda os ideais de juventude, os ideais de ver um país harmonizado, progredindo, sem brigas entre Poderes, sem conflitos, um país em que o debate seja altaneiro e de ideias e não de ódios. É um sonho que tenho desde os meus primeiros poemas.

Vou continuar lutando enquanto Deus ainda me der tempo de vida. Não sei quanto – aos 90 anos, não será muito –, mas vou continuar lutando pela pacificação deste país, que só será possível no dia em que os poderes forem verdadeiramente harmônicos e independentes.

Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal – 1ª Região, professor honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia), doutor honoris causa das Universidades de Craiova (Romênia) e das PUCs PR e RS, catedrático da Universidade do Minho (Portugal), presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio -SP, ex-presidente da Academia Paulista de Letras (APL) e do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp).

Alimenta 2025 reúne líderes da agroindústria brasileira nesta semana em Curitiba

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Teve início nesta segunda-feira (16), em Curitiba (PR), o Alimenta 2025 – Congresso e Feira Internacional da Proteína Animal, que acontece até o dia 18 de junho no Campus da Indústria da FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná). O evento reúne representantes de todos os elos da cadeia produtiva de proteína animal, com o objetivo de discutir o futuro do setor, promover negócios e fortalecer a imagem do Brasil como potência agroindustrial.

Para Eliana Panty, organizadora, a realização do evento em Curitiba representa um momento estratégico para o setor de proteína animal. O presidente do Alimenta, Roberto Kaefer, reforça a relevância do encontro. “Essa inovação de realizar o Alimenta é para dizermos ao Paraná e para o Brasil que as proteínas são muito importantes na economia”. O Paraná, sede do evento, é um dos maiores produtores de aves, suínos e o primeiro em peixes. “Temos que mostrar isso através de uma ação como essa, uma feira, um congresso, pra que a gente possa discutir temas muito fortes ligados ao nosso setor, principalmente na questão da biosseguridade, que nós precisamos reforçar cada vez mais”.

O Alimenta, conforme Kaefer, lança um olhar estratégico de hoje e de amanhã. “O que nós queremos ser no futuro? O tamanho que a gente quer ser. O quanto nós temos que alimentar o mundo ainda mais.”

A programação do evento inicia às 13h, com a abertura oficial da feira de negócios. Em seguida, às 14h, o Congresso Alimenta 2025 dá início aos debates com o Painel de Lideranças, que traz o tema “Desafios da Economia e Mercados das Proteínas Animais”. A coordenação é do executivo José Antônio Ribas Júnior, e o painel reúne grandes nomes do setor agroindustrial em um debate estratégico sobre o cenário atual e as perspectivas futuras da produção de proteínas no Brasil.

Participam do painel Elias José Zydek, presidente da Frimesa; Fabio Stumpf, da BRF; Arene Trevisan, da Seara Alimentos; Irineo da Costa Rodrigues, presidente da Lar Cooperativa; Ricardo Santin, presidente da ABPA; Roberto Kaefer, presidente do Sindiavipar; Jacir Dariva, presidente da APS; Losivanio de Lorenzi, presidente da ACCS e Valdecir Folador, presidente da ACSURS.

Outro destaque do primeiro dia é a Palestra Magna, marcada para as 16h30, com o tema “Cenário Global das Proteínas Animais – passado, presente e futuro”, conduzida por Marcos Troyjo, ex-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento – o banco do BRICS. Troyjo é empresário, cientista social, diplomata, escritor e economista, e trará uma visão ampla sobre o posicionamento do Brasil no mercado global de proteínas.

A programação do dia segue com a solenidade oficial de abertura, às 18h com a presença de lideranças das agroindústrias e autoridades. O coquetel de boas-vindas promovido pela Aviagen fecha a programação deste primeiro dia, às 19h.

O Alimenta 2025 promete ser um marco para o setor, reunindo especialistas, lideranças políticas e empresariais, pesquisadores e investidores em um espaço dedicado à inovação, sustentabilidade e expansão global da proteína animal brasileira. O evento prossegue até quarta-feira, 18 de junho. Inscrições podem ser realizadas no site:

 www.alimentaexpo.com.br

Patrocínio e Apoio

O Alimenta 2025 – Congresso e Feira Internacional da Proteína Animal, é realizado pela Hollus Comunicação e Fundep (Fundação de Apoio ao Ensino, Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação). Tem como correalizadores o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) e o Jornal O Presente Rural. O evento tem o patrocínio da Copel (Companhia Paranaense de Energia), do BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul) e do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).Apoiam o Alimenta 2025: Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), Frimesa Cooperativa, Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Paraná) e Governo do Estado do Paraná.

Durante almoço do Lide Brasília, principal executivo da BYD no Brasil anuncia investimentos na Capital

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Presente ao encontro, governador Ibaneis Rocha revela plano para eletrificar ônibus do Plano Piloto ainda este ano

O vice-presidente Sênior da BYD no Brasil, Alexandre Baldy, anunciou investimentos robustos da montadora chinesa na Capital Federal, durante o almoço-debate promovido pelo Lide Brasília — Grupo de Líderes Empresariais, no Lago Sul. Mais de 250 empresários, dirigentes classistas e políticos estiveram no encontro.

“Brasília terá um centro de distribuição de peças e partes; um centro de manutenção de peças e partes; e um centro de reavaliação de baterias. É uma decisão de longo prazo, porque a bateria tem vida útil até 30 anos. Temos essas jornadas aqui para o Distrito Federal, para que a gente possa atender o mercado do Centro-Oeste e parte do Norte. E, também, um centro de manutenção. Vamos ter, no Brasil, três centros de experiência BYD: um em São Paulo; o segundo em Brasília; e o terceiro ainda está por ser decidido”, revelou.

O anúncio feito pelo executivo da montadora chinesa atendeu aos pedidos do governador Ibaneis Rocha e do presidente do Lide Brasília, Paulo Octávio, que defendiam a instalação de uma fábrica da BYD em Brasília ou Entorno. Baldy ainda revelou que a maior concessionária BYD do Brasil, em tamanho e em número de vendas, está na capital federal. “Quando falamos em inovação tecnológica, o Distrito Federal desponta no cenário nacional”, enfatizou.

O vice-presidente Sênior da BYD no Brasil elogiou a política do governador Ibaneis Rocha em torno da eletromobilidade. “Essas ações permitiram que Brasília aprofundasse sua participação na transição para uma matriz de transporte mais sustentável, semelhante ao que países como a China — que detém quase 33% do mercado automobilístico global — vêm fazendo para combater as mudanças climáticas e reduzir a emissão de poluentes”, prosseguiu.

A posição do executivo foi corroborada por Paulo Octávio, que destacou que o DF tem se posicionado como referência nacional em políticas de incentivo à eletromobilidade, com a isenção de Imposto sobre a Propriedade de Veículos (IPVA) para veículos eletrificados, o que reforça um ambiente favorável para atrair investimentos do setor. “Brasília hoje é a unidade da federação que mais oferece incentivos aos carros elétricos”, completou.

*Mais incentivos*
No almoço-debate, o governador Ibaneis Rocha revelou que Brasília projeta ter, até o final do ano, uma frota de ônibus 100% elétricos na área central do DF. “Até o final do ano, todos os ônibus que vão percorrer as ruas do Plano Piloto serão elétricos, um projeto para depois alcançar todas as linhas de ônibus, na renovação que vai ser feita daqui a alguns anos. Nós somos a capital da República, temos que dar exemplo ao País. E temos feito isso”, explicou.

“Nós temos avançado muito nessa pauta da descarbonização, e um dos melhores meios é exatamente através da utilização de veículos híbridos e elétricos. E os números são assustadores, assim, nós multiplicamos por mais de 10 a venda de veículos dessa qualidade”, detalhou, lembrando o fato de que carros elétricos e híbridos estão isentos do IPVA.

Ibaneis Rocha ainda disse que o Executivo quer ampliar a política de eletromobilidade a taxistas aos motoristas transporte por aplicativos. “Fizemos um programa para taxistas, envolvendo o sindicato, criando condições especiais para que todos possam adquirir veículos elétricos. E estamos pensando também em uma forma de colocar os veículos de aplicativo nesse projeto”, disse.

Outra pauta na agenda do GDF é a concessão de isenções fiscais para os modelos elétricos. “A gente tem analisado bastante essa questão, que tem de ser pensada com muita calma”, enfatizou. “O veículo elétrico ainda paga um ICMS mais alto do que os carros a combustão. Mas a mudança não pode ser feita da noite para o dia, pois envolve uma diferença de oito pontos percentuais na arrecadação”, completou.

*Elogios ao GDF*
Alexandre Baldy, que é ex-ministro das Cidades, elogiou a política do GDF, classificada por ele como vanguardista. “O mundo inteiro tem feito esse caminho, e apenas governantes míopes não enxergam a importância dessa mudança para o meio ambiente”, afirmou. Segundo ele, a Capital tem se destacado por adotar medidas sustentáveis e estimular a eletrificação da frota. Com isso, de acordo com o executivo da montadora chinesa, apenas em Brasília foram evitadas a emissão de 24 mil toneladas de carbono ao meio ambiente.

“É sustentabilidade convergindo com o meio ambiente e com o setor automobilístico. As pessoas compreenderem que podem andar em um carro sem emitir poluentes ou carbono. Brasília faz esse papel muito bem, com uma política pública correta e adequada, e, por isso, reduziu drasticamente a emissão de poluentes nos últimos anos”, destacou, dizendo
que o modelo adotado em Brasília deve servir de exemplo para outras capitais e para o País.

Para o empresário Paulo Octávio, a palestra de Alexandre Baldy reforça o compromisso do grupo em promover discussões relevantes para a cidade e para o Brasil. “Ter aqui uma liderança como ele, com sua experiência no setor público e agora à frente da BYD no Brasil, é muito importante. Isso abre possibilidades para investimentos na região e para fortalecer a pauta da sustentabilidade e da inovação tecnológica”, destacou.

Foto: Celso Júnior/Divulgação

Leitura na infância impulsiona desenvolvimento, mas acesso a livros de qualidade ainda é desafio

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Falta de acervos atualizados, tempo para leitura e formação docente limita o desenvolvimento de leitores no ensino básico

“Leitura, antes de mais nada, é estímulo, é exemplo”, diz uma frase atribuída à escritora Ruth Rocha. O incentivo à leitura desde os primeiros anos da infância é um dos pilares mais importantes da formação educacional e cidadã de uma criança. Ainda assim, grande parte das escolas públicas brasileiras enfrenta dificuldades para garantir acesso a livros de qualidade, formação de professores como mediadores de leitura e espaço para a literatura no currículo escolar.

Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, 44% dos brasileiros não têm o hábito da leitura no cotidiano. Entre os principais motivos apontados por eles estão a falta de interesse e de acesso. Para especialistas, esse cenário é uma consequência direta de um contexto sociocultural em que a leitura é tratada, em geral, como uma obrigação do currículo escolar. Essa visão não permite que crianças, adolescentes e até adultos encarem os livros como uma prática necessária para a construção de repertório cultural ou mesmo como fonte de prazer.

“A leitura precisa ser encantadora. Quando a criança se conecta com o livro por meio de histórias com as quais ela se identifica, o impacto vai muito além do vocabulário: ela desenvolve empatia, repertório e pensamento crítico”, afirma Damila Bonato, gerente de marketing e produto da Aprende Brasil Educação, que atende escolas públicas municipais em todo o país. Diante da concorrência com videogames, redes sociais e outras distrações tecnológicas, iniciativas que combinem literatura, formação docente e recursos digitais tornaram-se urgentes. Engajar crianças e adolescentes nas páginas estáticas do livro é, mais que uma meta pedagógica, um desafio contemporâneo.

Projetos de incentivo à leitura precisam ser fomentados

Uma das estratégias mais eficazes para formar novas gerações de leitores é por meio de projetos de incentivo à leitura. “Ao oferecer acesso a acervos diversos, com mediação qualificada, esses projetos estimulam o hábito da leitura desde cedo, o que é decisivo para o desenvolvimento da linguagem, do pensamento crítico, da empatia e da criatividade”, pontua o assessor de História dos colégios da Rede Positivo, André “Bode” Marcos.

Ele lembra, ainda, que, quando bem estruturados, esses projetos também ajudam a reduzir desigualdades de acesso à cultura escrita, especialmente em contextos de vulnerabilidade social. “Ao formar leitores mais autônomos e reflexivos, eles contribuem para uma geração mais preparada para compreender a realidade, dialogar com diferentes pontos de vista e participar ativamente da sociedade. Em outras palavras, formar leitores é formar cidadãos”, completa.

Um exemplo recente é o projeto “Além da Narrativa”, desenvolvido pela Aprende Brasil Educação, que distribui livros impressos a alunos da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Além dos materiais físicos, as crianças têm acesso a QR codes que possibilitam ver e ouvir as narrações em áudio e vídeo de alguns títulos. Por fim, as obras são acompanhadas de percursos de leitura para professores, recursos em que se apresentam orientações para condução do trabalho com cada livro em sala de aula. “O papel do professor como mediador é essencial. Mas, muitas vezes, ele mesmo não teve a oportunidade de vivenciar a leitura de forma prazerosa em sua formação. Por isso, investir na capacitação do educador é tão importante quanto garantir o acervo”, ressalta Damila. Os docentes recebem, ainda, formação virtual voltada ao desenvolvimento da competência literária.

Embora ainda concentrados em poucas redes, programas como esse apontam caminhos possíveis para transformar a relação das crianças com os livros  e, consequentemente, com o processo de ensino e aprendizagem. Em tempos de defasagem educacional e baixo desempenho em leitura nos indicadores nacionais, promover a leitura é uma estratégia urgente para enfrentar desigualdades educacionais e sociais.