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Reabastecidos estoques de equipamentos de proteção pessoal

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Armazenamento no Iges-DF está sendo reposto frequentemente em razão do aumento de internações por covid-19 | Foto: Davidyson Damasceno/Ascom Iges-DF

Para  esta quarta-feira (17), está prevista a chegada de 44 mil pares de luvas tamanho G, que serão fornecidos aos profissionais das oito unidades  gerenciadas pelo IGES- DF: o Hospital de Base (HB), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e as seis unidades de pronto atendimento (UPAs).

Os  equipamentos de proteção individual (EPIs) serão  usados pelos profissionais de saúde que estão na linha de frente contra o coronavírus.Até ontem (16), constavam nos estoques da Central de Armazenamento e das unidades de saúde do Iges o total de 228.681 EPIs.

São máscaras, luvas, aventais, gorros, álcool 70% e outros materiais usados diariamente pelos profissionais de saúde. Com o aumento da demanda de pacientes atendidos, cresceu também o uso desses equipamentos.

A reposição desses EPIs evita-se que o atendimento seja comprometido e as unidades administradas pelo Iges prestem atendimento de qualidade aos pacientes.

Brasileiros querem vacina e auxílio emergencial, aponta DataSenado

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Reprodução

A maioria dos brasileiros defende a prorrogação do auxílio emergencial e a vacinação contra o coronavírus. A conclusão é de uma pesquisa divulgada na terça-feira (16) pelo Instituto DataSenado.

De acordo com a publicação, o novo auxílio emergencial pago a trabalhadores informais, autônomos e desempregados, tem o apoio de 83% da população. Apenas 15% são contra. Entre os que defendem o benefício, 69% sugerem um valor de R$ 600. Para eles, o auxílio deve ser concedido até que toda a população esteja vacinada.

Para a maioria dos entrevistados, o novo auxílio emergencial vai trazer muitos benefícios para a população (68%) e para a economia (51%). De acordo com a pesquisa, 40% dos brasileiros solicitaram o auxílio emergencial no ano passado. Desse grupo, 83% receberam o benefício. Para 79% dos beneficiados, a ajuda do governo federal foi a principal fonte de renda durante a pandemia.

Entre os que receberam o auxílio emergencial, 75% disseram não ter tido dificuldade para acessar o dinheiro. Entre os 25% que enfrentaram problemas, o aplicativo da Caixa surge como o principal entrave (41%). Outros problemas relatados foram no cadastro do CFP (19%) e no acesso à internet (12%).

Vacinas

A pesquisa do DataSenado revela que 84% dos brasileiros querem se vacinar, caso a imunização seja oferecida gratuitamente pelo governo. Entre esses brasileiros, 53% acreditam que vão conseguir tomar a vacina ainda neste ano.

Entre os 14% que não pretendem tomar a vacina, a principal razão citada é a falta de confiança no imunizante (73%) e o medo sintomas (11%). Outros 11% afirmam que não desejam se vacinar por não serem do grupo de risco (11%) e 1% por ser contra uso de imunizantes.

A pesquisa revela que 51% dos brasileiros se consideram pouco informados sobre a vacina contra a covid-19. As fontes de informação mais citadas são televisão (57%), páginas de notícias na internet (19%) e revistas e jornais impressos (11%). Para 73% dos entrevistados, a maioria das informações que viram sobre a vacina era positiva.

Futuro

Para 79% dos brasileiros, a situação econômica do país vai melhorar quando a maioria da população estiver vacinada. Outros 16% acreditam que vai permanecer igual e 3% acham que vai piorar. No entanto, a pesquisa indica pessimismo quanto ao futuro. Para 46% dos entrevistados, o pior ainda está por vir na economia. Outros 27% afirmam que o pior já passou e 24% acreditam que estamos na pior parte.

O cenário é semelhante quando se analisa o sistema de saúde do país. Para 69%, a situação vai melhorar com a vacinação. Para 27%, vai permanecer igual e, para 3%, vai piorar. No entanto, 43% afirmam que o pior ainda está por vir em relação ao sistema de saúde. Outros 33% afirmam que o Brasil atravessa a pior parte da pandemia, enquanto que, para 21%, o pior já passou. O Instituto DataSenado entrevistou por telefone mil brasileiros de 16 anos ou mais nos dias 17 e 18 de fevereiro.

Via Agência Senado

Entre o jogo e a morte

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Com filas de espera por uma vaga de UTI, a população do DF recebe pelo Twitter do governador Ibaneis, uma série de justificativas não convincentes para o caos que se instalou no sistema de saúde local.

O fechamento do hospital de campanha do Mané Garrinha é prova inconteste da falta de planejamento estratégico e mão firme do GDF, aliada a ganância da empresa concessionária do estádio, conforme o próprio Ibaneis publicou em seu twitter.

É inaceitável trocar vidas por jogos de futebol que nunca aconteceram.

O governo do MDB no Distrito Federal é mesmo uma vergonha! Confira o tuíte de Ibaneis que revela descaso com a população do DF neste momento de Epidemia.

Mais uma vez motoristas do DF reclamam do atendimento e serviços do Detran (e Ibaneis não tem coragem de exonerar o DG)

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André Puppin e Zelio Maia

Ontem a Globo mostrou, que condutores brasilienses dizem que não conseguem emitir o documento dos veículos no portal, no aplicativo e nem nos postos do Detran-DF.

A gestão pífia do procurador Zélio Maia, atual Diretor-Geral do órgão, que acha que entende de trânsito mas que só tem dado prejuízo a condutores e empresários do setor de vendas de veículos, também têm dado grande prejuízo à imagem, já desgastada do governador Ibaneis Rocha (MDB), que parece não se importar com o assunto.

Por muito menos, governadores já exoneraram diretores fracos e incompetentes. Confira a reportagem:

https://globoplay.globo.com/v/9351874/

Desenvolvimento de aplicativos cresce durante a pandemia

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Curso de criação de apps teve aumento de 12% por trazer ganhos de até R﹩400,00 por hora em home office


(Alunos do Curso de Desenvolvimento de Aplicativo do CEBRAC – Feira Nacional do Empreendedor de 2019. Fonte: Acervo Cebrac)
Somente nos dois últimos anos, o Brasil registrou um crescimento de 55% nas instalações de aplicativos conquistando assim a liderança entre os países da América Latica. Devido a necessidade das empresas fecharem as lojas físicas, o desenvolvimento de aplicativos foi a fórmula encontrada para continuar prestando serviços.
O Brasil registrou cerca de 13 milhões de pessoas desempregadas, porém o número de profissionais sem carteira assinada cresceu 11,2%, segundo a Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (PNAD), o número de pessoas ocupadas aumentou 4,8%. Muitas pessoas que perderam os empregos, encontraram o sustento por meio dos aplicativos, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o trabalho digital cresceu 5 vezes mais durante o isolamento social.

A expectativa é que o setor de aplicativos movimente 6 trilhões de dólares até o fim do ano. O perfil do brasileiro, segundo a consultoria App Annie, mantém de 70 a 80 aplicativos instalados e passa cerca de 4 horas diárias. O curso para desenvolvimento de aplicativos teve um crescimento de 12% no CEBRAC (Centro Brasileiro de Cursos). Para o CEO, Rogério Silva, a procura se dá justamente pelo momento que estamos vivendo: “Antes o curso tinha um perfil mais jovem, agora vemos profissionais de outras áreas para buscar uma fonte de renda e ainda se manter em isolamento. Além de pessoas que já tem o seu negócio e decidiram aprender elas mesmas a configurarem seus aplicativos”, explica.

Em 2019, a rede foi representada na Feira Nacional do Empreendedor, os alunos do curso de desenvolvimento de aplicativos, desenvolveram um software onde o usuário ganha pontos para trocas de prêmios através de doações de roupas. A empresa criada pelos alunos durante as aulas. “Em todos os cursos do CEBRAC, além do aluno ter acesso ao aprendizado de uma forma interativa através do sistema PRONLINE, todos os cursos possuem módulos empreendedores. Onde através de problemas reais o aluno aprende a gerir seu próprio negócio”, afirma Rogério Silva, CEO do CEBRAC .

De uma forma geral, criar um app, pode custar de 20 mil a 60 mil dependendo das especificidades e funções. Hoje o tempo médio para o desenvolvimento de aplicativos é de 6 meses, porém projetos mais simples podem levar de 60 a 90 dias. Um profissional pode cobrar de R﹩200,00 a R﹩400,00 a hora do trabalho.

Para conhecer mais sobre o curso de desenvolvimento de aplicativos do CEBRAC, acesse aqui!. Aproveite e ganhe 30% nos cursos da área de TI.

SOBRE O CEBRAC

O CEBRAC – Centro Brasileiro de Cursos – possui 26 anos de atuação no segmento educacional, e desde sua fundação, a rede de ensino tem sido responsável por formar profissionais para enfrentar os desafios de um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. O CEBRAC tem como propósito qualificar e educar pessoas nos seus cursos profissionalizantes, por meio de sua metodologia própria e inovadora, ao qual utiliza a proposta da Construção Interativa, que une os princípios das Metodologias Ativas, Design Thinking, Desenvolvimento Humano Profissional e Empreendedorismo. O CEBRAC aprimora a postura profissional e empreendedora dos seus estudantes. Além disso, consegue proporcionar o encaminhamento de seus alunos para vagas no mercado de trabalho por meio da agência Cebrac Empregos. A Rede é pioneira em utilizar a Realidade Virtual em seus cursos, proporcionando experiência prática dentro da sala de aula. Com mais de 30 prêmios em sua história, o CEBRAC é a rede de ensino mais premiada do Brasil, destaque para o Selo de Excelência da ABF – Associação Brasileira de Franchising. São 90 unidades, presentes nas 5 regiões do país, para localizar um CEBRAC próximo a você, acesse AQUI.

Distrito Federal no topo da transparência nacional

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Avaliação CGU pontua o DF com nota próxima da máxima; o resultado está alinhado a um dos pilares do governo
O Distrito Federal alcançou nota 9,74 no Mapa Brasil Transparente 2021, divulgado pela Controladoria Geral da União (CGU). A avaliação deixa a administração pública gerida pelo Governo do Distrito Federal (GDF) acima da média nacional, que é de 8,8, em comparação aos estados brasileiros. A pontuação máxima é 10. O resultado está alinhado a um dos pilares do GDF, que é a transparência.
A avaliação deixa a administração pública gerida pelo GDF acima da média nacional, que é de 8,8
De 1º de abril a 31 de dezembro de 2020 foram avaliadas a transparência ativa e passiva dos 26 estados, do Distrito Federal, das capitais e dos municípios com mais de 50 mil habitantes, totalizando 691 entes federativos. Isso representa a concentração de 70% da população brasileira. A média das capitais foi 8,71, enquanto a dos municípios, 6,84.
O DF também teve pontuação máxima na transparência passiva, alcançando a quinta melhor nota do ranking. Este é o caso de a gestão pública disponibilizar informações solicitadas pelos cidadãos. Já a ativa ocorre quando os dados são publicados voluntariamente na internet em sites do governo.
Na avaliação da CGU são verificadas publicações como receitas e despesas, licitações e contratos, estrutura administrativa e dados relacionados a servidores. O objetivo é aprofundar o monitoramento da transparência pública e possibilitar o acompanhamento das ações implementadas por estados e municípios na promoção do acesso à informação.
Essa não é a primeira vez que o Distrito Federal é reconhecido pela sua transparência na divulgação de dados. Em maio de 2020, foi avaliado pelo ranking da Transparência Internacional como “ótimo” em relação à publicação dada às contratações emergenciais realizadas no combate ao novo coronavírus, ocupando o segundo lugar entre os 27 avaliados.
CGDF
No Governo do Distrito Federal essa missão é da Controladoria-Geral do DF. A Subcontroladoria de Transparência e Controle Social é a responsável por esse trabalho atuando entre órgãos, entidades e empresas públicas.
Controlador-geral do DF,  Paulo Martins ressalta que o Distrito Federal vem avançando o posicionamento em diversos rankings de transparência, o que demonstra o compromisso do governo em disponibilizar informações necessárias à participação da sociedade.
Para o coordenador-geral de Cooperação Federativa e Controle Social da CGU, Adenisio Álvaro de Souza, a avaliação funciona como uma ferramenta pedagógica ao fazer com que estados e municípios aperfeiçoem suas técnicas de divulgação e melhorem a cada ano.
“Ganham todos com isso: a população, que passa a ter controle de como são gastos os recursos públicos, e os gestores, já que o acompanhamento inibe os desvios.”​
 
Fonte: Assessoria de Comunicação da Controladoria-Geral do DF

MG – Romeu Zema decretou lockdown sem nenhum embasamento científico

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O governador de Minas Gerais, Romeu Zema admitiu hoje, em uma pergunta feita pelo empresário e jornalista Paulo Figueiredo na sua entrevista no Jornal da Manhã, que fechou o estado sem nenhum embasamento científico concreto. Incrível!

Quem tem salário garantido (pago pelos contribuintes) no fim do mês, definitivamente  não tem com que se preocupar. Mas quem tem família ou funcionários para sustentar, a situação é desesperadora.

Nos EUA, bastou a esquerda ganhar (no tapetão) a eleição presidencial, e o caos anunciado pela grande mídia e políticos em torno da Pandemia simplesmente desapareceu.

 

 

Rafael Prudente quer mudar nome de estádio no Cruzeiro Novo

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Parece que a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) não tem mesmo o que fazer nesta Pandemia, e por isso fará nesta quinta-feira (18/3) uma audiência pública para debater a mudança de nome do estádio do Cruzeiro Novo.

O projeto de lei 1929/2018, de autoria do deputado Rafael Prudente (MDB), sugere a troca de Francisco Pires para Odilon Aires, ambos com passado político na capital. Odilon morreu em outubro de 2020, aos 69 anos. Ele sofria de esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença que não tem cura, desde 2015.

Mas por quê Prudente quer homenagear o ex-distrital, que era colega de partido (MDB)? Afinal de contas, Odilon Aires, que durante anos recebeu em sua casa no Cruzeiro, importantes figurões do MDB para tratar de assuntos nada republicanos (conforme ele mesmo me disse em certa oportunidade, cinco anos antes de morrer),  também foi condenado em 2017, a nove anos e 4 meses de prisão, em regime fechado, por corrupção passiva em processo da Operação Caixa de Pandora, que encerrou sua carreira política assim como as carreiras de Brunelli, Eurides Brito,  Leonardo e Arruda. Odilon aparece em vídeo recebendo dinheiro do delator Durval Barbosa.

Parece que Rafael Prudente desconhece a história da deflagração da Caixa de Pandora, que pôs fim à carreira política de seu pai, Leonardo Prudente, então presidente da CLDF e que aparece em vídeo colocando dinheiro de corrupção nas meias.

Rafael demonstra com esse projeto ridículo, apresentado em 2018, que é pago pela população para beneficiar e homenagear amigos.

O atual presidente da CLDF não cobra do GDF ações duras no combate à pandemia, evitou a instalação da CPI da Pandemia e agora ignora pedido de impeachment do governador Ibaneis Rocha (MDB). O Legislativo local virou mesmo ‘puxadinho’ do Buriti.

Rafael é igual ao pai dele: finge defender a população do DF. Alguém duvida? Na prática, a CLDF não têm cumprido seu principal papel: fiscalizar os atos do poder Executivo.

 

 

Medida ditatorial

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TOQUE DE RECOLHER: medida ilegal, ditatorial e sem NENHUM estudo no mundo comprovando eficácia sanitária (ver Ioannidis, Stanford). Governadores e prefeitos ignoram ônibus lotados e preferem dar show de boçalidade fingindo salvar vidas. Estão destroçando vidas. Esses políticos vão pagar por isso, seja nas urnas ou diante da Justiça divina.