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Iges-DF celebra formatura de residentes em odontologia

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Esta é a 14ª turma formada pelo Programa de Residência em Cirurgia Bucomaxilofacial, com profissionais do HB e do HRSM

O auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) sediou, nesta sexta-feira (26), a cerimônia de formatura de quatro estudantes do Programa de Residência em Cirurgia Bucomaxilofacial da Secretaria de Saúde. Os residentes atuam nas unidades de odontologia do Hospital de Base (HB) e do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), ambos administrados pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF).

 

O diretor de Atenção à Saúde do Iges, Jair Tabchoury Filho, parabenizou os formandos e ressaltou a importância do ensino e da pesquisa. “Quanto mais trabalhamos com ensino, mais qualidade assistencial alcançamos dentro dos nossos hospitais”, afirmou.

 

Para o coordenador do Programa de Residência em Cirurgia Bucomaxilofacial, Elvidio de Paula, a missão é formar profissionais com conhecimento elevado, tanto científico quanto técnico. “Nosso programa está entre os cinco melhores do Brasil”, destacou. “Atuamos nestes dois hospitais da rede pública do DF que estão bem equipados, oferecem serviços de qualidade e atendem toda a demanda do Centro-Oeste e até de alguns estados do norte do País”, acrescentou.

A busca contínua pelas melhores técnicas científicas gera um envolvimento maior das equipes nos casos de alta complexidade, segundo a chefe do Serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial do HRSM, Erika Maurienn. “Os residentes que passam pelas nossas unidades aprendem na prática sobre como tratar das deformidades de face, da correção ortodôntica cirúrgica, de fraturas dos ossos da face e de tumores benignos do complexo maxilomandibular”, detalhou.

Odontólogo pela Universidade de Brasília (UnB), José William Santos de Oliveira Pinto, de 27 anos, foi um dos formandos de hoje. “Essa residência é quase como outra graduação. São procedimentos cirúrgicos bastante complexos e bem diferentes do cotidiano de um dentista clínico geral. No fim deste ciclo, posso afirmar que estou ainda mais apaixonado pela profissão que escolhi”, definiu José William.

Também participou do evento o chefe do Serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial do Hospital de Base e preceptor da residência, Ricardo de Pádua.

 

Texto: Thays Rosário
Fotos: Davidyson Damasceno/Asccom Iges-DF26

Banco de Perucas do HB: espaço para elevar a autoestima de pacientes

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Serviço da Rede Feminina beneficia mulheres que perderam o cabelo como efeito colateral da quimioterapia
Em um momento de fragilidade e medo como a luta contra um câncer, ver os cabelos caírem mexe com o emocional de qualquer mulher. Ajudar a resgatar a autoestima das pacientes é o objetivo da Rede Feminina, que se dedica, entre outras atividades, a confeccionar e a doar perucas no Hospital de Base. A instituição sem fins lucrativos produz, em média, 50 perucas por mês e consegue atender todas que procuram pelo produto.
Curta, longa, lisa, cacheada, colorida. Tem peruca para todos os gostos. A ideia é incentivar o amor-próprio de quem passa pelo tratamento de quimioterapia, que tem como um dos efeitos colaterais a queda de cabelo. Para pegar o acessório basta apresentar uma cópia da biópsia e fazer o cadastro no Banco de Perucas da Rede Feminina, no Corredor 5 do Ambulatório do HB, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF).
“A gente sempre tem perucas no estoque, para a pessoa escolher a que prefere”, informa a voluntária Adriana Lúcia Assis. Se a paciente não gosta das opções disponíveis, pode encomendar. “Basta dizer como quer, e a gente dá um jeito de fazer”, garante a integrante da Rede Feminina.
Primeiro da rede pública do DF
O Banco de Perucas do Hospital de Base foi o primeiro instalado em um hospital público no Distrito Federal. O local abriu as portas em julho de 2019, com a entrega totalmente gratuita de perucas produzidas com fios naturais para mulheres em tratamento de câncer. O espaço também distribui lenços e toucas.
Cláudia de Souza, 47 anos, foi uma das beneficiadas. Depois de um mês sem querer sair de casa devido à queda de cabelo, ela ganhou uma nova perspectiva de vida ao descobrir o serviço da Rede Feminina. “Estava muito abalada com a perda dos cabelos, não queria fazer nada e decidi me isolar”, conta. “Uma das minhas médicas me falou da iniciativa das perucas no Hospital de Base, e fiquei encantada com a opção”, diz Cláudia, emocionada.
A dona de casa escolheu uma peruca que se assemelhava ao seu cabelo antigo. “Peguei uma castanha, da cor e do comprimento do meu cabelo antes de cair.” Com o novo acessório, Cláudia se sente mais forte para enfrentar a caminhada. “Foi um dia de renascimento. Agora vou conseguir fazer algumas coisas que estava evitando”, garante a dona de casa, submetida, até o momento, a duas sessões de quimioterapia no HB.
Novo espaço para o Banco de Perucas
As perucas são confeccionadas na casa da voluntária Tânia Alves. Além das madeixas doadas, ela usa touca capilar de redinha, material de costura, xampu e condicionador. Uma máquina de costura industrial reta é necessária para a produção. “É um aparelho mais potente, que permite costurar objetos mais volumosos, como os cabelos”, explica a costureira.

Em março, a confecção passará a ser feita no Hospital de Base, em um ateliê que será inaugurado no jardim da unidade, ao lado do salão de beleza também mantido pela Rede Feminina. A ideia é facilitar a preparação do acessório, já que o salão atende de graça pessoas interessadas em doar as madeixas. “Assim que o doador cortar e entregar o cabelo, a equipe do ateliê já pegará os fios e começará a preparar a peruca”, avisa a coordenadora da Rede, Vera Lúcia Bezerra.

 
Texto: Thaís Umbelino
Fotos: Davidyson Damasceno/Ascom Iges-DF

Refis estende prazo de adesão até 31 de março

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou, nesta terça-feira (23/02), em primeiro e segundo turnos, o Projeto de Lei Complementar nº 74 de 2021, de autoria do Poder Executivo, que amplia o programa até o dia 31 de março de 2021.

O PL estende o prazo para pessoas físicas e jurídicas que não aderiram ao Programa de Incentivo à Regularização Fiscal (Refis 2020) renegociem  suas dívidas junto ao Governo do Distrito Federal (GDF).

A ampliação do prazo já tinha recebido sinal verde do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e aguardava apreciação por parte do Legislativo distrital. A prorrogação não altera os termos já estabelecidos na etapa realizada no final do ano passado.

Renegociação on-line

Pessoas físicas e jurídicas poderão realizar de forma 100% digital o processo de inclusão, simulação de valores e condições, negociações e pagamentos das dívidas, tudo pelo Portal de Serviços da Receita do Distrito Federal: www.receita.fazenda.df.gov.br.

O acesso ao portal de serviços da Receita do DF poderá ser feito por pessoas jurídicas, mediante certificação digital; e por pessoas físicas, por certificação digital ou mediante login/senha. No portal, o contribuinte consegue fazer simulação de valores das dívidas,  negociações do débito e geração de documentos para o pagamento.

A adesão ao Refis será, novamente, formalizada com o pagamento da dívida à vista ou da primeira parcela, quando a opção for o parcelamento. Após esse primeiro pagamento, o contribuinte pode retirar certidão positiva com efeito de negativa, desde que não haja outros débitos em atraso atribuídos ao mesmo CPF ou CNPJ. Sem certidões negativas da Receita do DF, ou positivas com efeito de negativas, instituições financeiras não liberam crédito às empresas, que também ficam impedidas de participar de licitações.

Nos casos de parcelamento, o valor de cada parcela não poderá ser inferior a R$ 400, quando se tratar de débito de pessoa jurídica, e a R$ 100, quando for débito de pessoa física.

*Com informações da Secretaria de Economia

Termina hoje (24) prazo para conformação de matrícula no Prouni

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Encerra hoje (24) o prazo para que os candidatos pré-selecionados na segunda chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni), compareçam às instituições de ensino para confirmar as informações declaradas e façam a matrícula para o primeiro semestre de 2021.

O Prouni concedeu  162 mil bolsas para 13.117 cursos em 1.031 instituições de ensino, localizadas em todas as unidades federativas. Conforme o Ministério da Educação, deste total, 52.839 bolsas são para cursos na modalidade de educação à distância.

A lista com os selecionados e o cronograma do programa pode ser acessada no site do Prouni.

Aqueles que  não foram  selecionados nas chamadas regulares terá uma nova chance, uma vez que o programa oferece, ainda, uma lista de espera. Para participar dela, o estudante tem de manifestar a intenção por meio do site do Prouni nos dias 1º e 2 de março.

Segundo o Mec, a divulgação do resultado da lista de espera será no dia 5 de março. Já as matrículas deverão ser feitas entre os dias 8 e 12 de março.

O Prouni é o programa do governo federal que oferece bolsas de estudo, integrais e parciais (50%), em instituições particulares de educação superior. Para ter acesso à bolsa integral, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal de até 1,5 salário mínimo por pessoa. Para a bolsa parcial, a renda familiar bruta mensal deve ser de até 3 salários mínimos por pessoa.

É que o candidato tenha feito a edição mais recente do Exame Nacional do Ensino Médio, tenha alcançado, no mínimo, 450 pontos de média das notas e não tenha tirado zero na redação. Excepcionalmente neste ano, os estudantes serão selecionados de acordo com as notas do Enem de 2019, uma vez que as provas do Enem 2020 foram adiadas em razão da pandemia da covid-19.

Hospital de Campanha de Ceilândia tem taxa de 78,2% de recuperação

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Equipamento público destinado a cuidar de pacientes com diagnóstico de coronavírus (Covid-19), o Hospital de Campanha de Ceilândia completa um mês de funcionamento neste domingo (21) com bons números. A unidade tem taxa de recuperação de 78,2% e, neste primeiro mês, deu alta a 122 dos 156 pacientes internados. Vale destacar que nenhum óbito foi registrado no período.

122dos 156 pacientes internados no primeiro mês tiveram alta

O hospital funciona como retaguarda para toda rede da Secretaria de Saúde e ocupa uma área de aproximadamente 22.900 m² ao lado da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ceilândia, na QNN 27, Área Especial D. Dentro de toda essa área estão instalados os 60 leitos para atender à população, onde 20 são para cuidados intermediários e 40 de enfermaria. Atualmente, 37 leitos estão ocupados por pacientes de diferentes idades, mas em sua maioria idosos.

Os chamados leitos de enfermaria são destinados à internação de pacientes estáveis, não críticos, que não necessitam de cuidados intensivos. Já os de suporte ventilatório possuem ainda outros equipamentos de monitoramento do quadro clínico do paciente. A unidade também dispõe de uma equipe multidisciplinar e tem o suporte do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) nos casos de maior gravidade.

Os leitos de enfermaria são destinados a pacientes estáveis. Já os de suporte ventilatório (foto) possuem equipamentos de monitoramento do quadro clínico do paciente| Foto: Renato Alves/Agência Brasília

No Hospital de Campanha trabalham dezenas de profissionais, sendo 21 médicos, 80 profissionais de enfermagem, entre técnicos e enfermeiros, e outras dezenas de servidores, como psicólogos e fonoaudiólogos. Todos pertencem ou ao quadro da Secretaria de Saúde, sendo efetivos ou temporários.

As equipes pegaram o ritmo e o hospital tem tido bastante rotatividade, praticamente sem intercorrência com os pacientes. O hospital tem sido um sucesso no atendimento à populaçãoFlávia Gondim, diretora-administrativa da Superintendência Oeste da Secretaria de Saúde

Com toda essa estrutura física e de pessoal e os bons números de recuperação, a avaliação é que o hospital tornou-se um grande reforço no tratamento da doença no DF. “Tem funcionado muito bem o Hospital de Campanha. As equipes pegaram o ritmo e o hospital tem tido bastante rotatividade, praticamente sem intercorrência com os pacientes. O hospital tem sido um sucesso no atendimento à população”, aponta Flávia Gondim, diretora-administrativa da Superintendência Oeste da Secretaria de Saúde.

Enfermeira que atua no Hospital de Campanha, Maria das Dores Lopes de França comemora o legado que a estrutura física e de equipamentos da unidade vai deixar quando a pandemia passar. “É um grande ganho esses 60 leitos, pois a população estava carente de equipamentos de saúde. Esses leitos serão significativos para a população, seja para tratar Covid-19 ou não. A Ceilândia ganha muito”, comenta Maria, ao lembrar que tanto a estrutura física como os equipamentos pertencem à Secretaria de Saúde, ou seja, não são fruto de contratos temporários.

Maria das Dores, enfermeira: “A Ceilândia ganha muito” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

Histórico

No auge da pandemia, o DF alcançou 761 leitos com suporte ventilatório mobilizados, entre próprios e contratados. Para uso, foram disponibilizados 715, contemplando 188 unidades de cuidados intermediários (UCIs) e 527 unidades de terapia intensiva (UTIs).

Em 8 de agosto de 2020, o DF atingiu o número máximo de leitos ocupados: 532. Destes, 392 eram de UTI e 140 de UCI. Na capital, o primeiro caso de contaminação por Covid-19 foi confirmado em 7 de março do ano passado. Antes mesmo dessa confirmação, o GDF trabalhou para tratar os pacientes – à época, um andar inteiro do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) foi disponibilizado.

Obra do Hospital de Campanha de Ceilândia é entregue à Secretaria de Saúde

No decorrer de 2020, outras unidades abrigaram pacientes de Covid-19 e hospitais de campanha foram construídos, como o do Mané Garrincha e o da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) – este último segue em funcionamento, com 80 leitos de UTI.

Via Agência Brasília

Voo com 2 milhões de doses de vacinas decola da Índia

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Reprodução Agência Brasil

Um avião da companhia Emirates, com remessa de 2 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra covid-19 decolou na madrugada de hoje (22) de Mumbai, na Índia, e deve chegar a São Paulo às 6h55 desta terça-feira.

A aeronave deixou a cidade indiana por volta das 10h30 da manhã (horário local), o que equivale a 2h da madrugada de hoje no horário de Brasília. A carga fará escala em Dubai, nos Emirados Árabes, de onde decolará para São Paulo às 22h40 (horário local) – 15h40 de hoje (horário de Brasília).

O voo chegará a São Paulo amanhã de manhã e as vacinas seguirão para o Rio de Janeiro, onde serão levadas para o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz).

As doses foram produzidas pelo Instituto Serum, parceiro da AstraZeneca na Índia e maior produtor mundial de vacinas. Mesmo prontas, as vacinas precisarão passar primeiro por Bio-Manguinhos para que possam ser rotuladas antes de serem distribuídas ao Programa Nacional de Imunizações.

A importação de doses prontas é uma estratégia paralela à produção de vacinas acertada entre a AstraZeneca e a Fiocruz. Para acelerar a disponibilidade de vacinas à população, 2 milhões de doses já foram trazidas da Índia em janeiro e está previsto um total de 10 milhões de doses prontas a serem importadas. Além dos 2 milhões que chegam amanhã ao país, mais 8 milhões estão previstas para os próximos dois meses.

Enquanto negocia a chegada das doses prontas, a Fiocruz trabalha na produção local das vacinas Oxford/AstraZeneca. Segundo o acordo com a farmacêutica anglo-sueca, a Fiocruz vai produzir 100,4 milhões de doses de vacinas até julho, a partir de um ingrediente farmacêutico ativo (IFA) importado. A primeira remessa desse insumo já chegou ao Bio-Manguinhos e o primeiro milhão de doses produzido na Fiocruz tem entrega prevista para o período de 15 a 19 de março.

De acordo com a fundação, os dois primeiros lotes estarão liberados internamente nos próximos dias. Esses lotes são destinados a testes para o estabelecimento dos parâmetros de produção.

“Com esses resultados, a instituição produzirá os três lotes de validação, cuja documentação será submetida à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Esses lotes somarão cerca de 1 milhão de doses e seus resultados serão enviados à Anvisa até meados de março”.

Também está em andamento na Fiocruz o processo de transferência de tecnologia para a produção do IFA no Brasil, o que tornará a fundação autossuficiente na produção das vacinas. A previsão é que as primeiras doses com IFA nacional sejam entregues ao Ministério da Saúde em agosto, e, até o fim de 2021, seja possível entregar 110 milhões de doses, elevando o total produzido no ano pela Fiocruz para 210,4 milhões.

Via Agência Brasil

Inscrições para vagas remanescentes

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Reprodução

Novos estudantes que desejam ingressar na rede pública de ensino do Distrito Federal terão uma nova oportunidade de conseguir vaga. De 18 a 21 de fevereiro, estará aberto o prazo de inscrições para as chamadas vagas remanescentes, ou seja, aquelas que sobraram após o período de efetivação das matrículas.

Há vagas para os ensinos fundamental e médio e para educação infantil e de jovens e adultos (EJA)

A oportunidade é para quem perdeu o prazo de inscrição ou de matrícula. Estudantes que já estão matriculados em escolas da rede pública não poderão se inscrever.

As inscrições serão exclusivamente on-line para a educação infantil (pré-escola, a partir de quatro anos de idade completos ou a completar até 31 de março de 2021), ensino fundamental e ensino médio. Também há vagas na educação de jovens e adultos (EJA) e, neste caso, os interessados deverão entrar em contato diretamente com as secretarias escolares.

Balanço

Pelo sistema on-line, dos 31.092 inscritos, 11.212 confirmaram a matrícula na pré-escola, ensino fundamental e ensino médio. Já entre os mais de dois mil candidatos para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), 267 asseguram a vaga.

Mas este número não representa o total de estudantes já matriculados. Tendo em vista que o prazo terminou no dia 11, as confirmações feitas presencialmente ainda estão sendo inseridas pelas escolas no sistema informatizado da Secretaria de Educação. A opção de procurar diretamente a unidade mediante agendamento foi dada aqueles que tiveram dificuldade para fazer o procedimento pela internet.

Passo a passo da inscrição

O sistema de inscrição será aberto no site da Secretaria de Educação no dia 18 de fevereiro. Somente a partir desta data os pais, responsáveis ou os próprios estudantes (no caso de maiores de 18 anos) terão acesso ao formulário.

❶ Preencher os dados solicitados, tais como nome completo do candidato, conforme a certidão de nascimento; data de nascimento; CPF do candidato à vaga (obrigatório); nome da mãe; e formas de contato. Não usar em nenhum campo acento ou cedilha.

❷ Em seguida, vai aparecer o número de vagas disponíveis e o número de estudantes que procuraram a vaga em cada escola/série em tempo real.

❸ O candidato deverá marcar o campo com a série/ano pretendido para o ano letivo de 2021.

❹ Logo depois, será necessário selecionar a opção da Coordenação Regional de Ensino e a escola. O interessado pode dar até três opções de escola.

Somente serão mostradas as escolas que possuem vagas disponíveis para a série/ano que o candidato deseja. Mesmo assim, a inscrição não garante vaga na escola pretendida.

É fundamental preencher o CEP da residência ou do trabalho dos pais ou responsáveis, porque caso não haja mais vaga na escola para a qual o candidato fez a opção, ele será direcionado para a unidade mais próxima que tiver disponibilidade.

❺ Para terminar, é preciso clicar em enviar. A inscrição somente será finalizada se os dados informados estiverem corretos. É importante conferir as informações antes de finalizar a inscrição e anotar o número de protocolo.

Resultado e confirmação da matrícula

O resultado das inscrições das vagas remanescentes será divulgado no site da Secretaria de Educação do DF no dia 1º de março, a partir das 18h.

Depois disso, os pais ou responsáveis terão de 2 a 4 de março para confirmar a matrícula, também on-line.

Documentação para efetivação de matrícula

O envio da documentação abaixo é necessário para confirmação da matrícula dos estudantes da educação Infantil, do ensino fundamental e do ensino médio.a a efetivação, é preciso apresentar original e cópia dos seguintes documentos dos estudantes:

▸ certidão de nascimento

▸ CPF do estudante

▸ duas fotos 3X4

▸ comprovante de residência

▸ comprovante de tipagem sanguínea e fator RH nos termos da lei distrital nº 4.379/2009

▸ carteira de vacinação, conforme lei nº 6.345/2019

▸ declaração provisória de matrícula ou histórico escolar

O responsável menor de idade também precisa apresentar RG e CPF.

Estudantes da EJA

As inscrições para vagas remanescentes da educação de jovens e adultos (EJA) serão ofertadas diretamente nas secretarias das unidades escolares que oferecem a modalidade de ensino.  Confira a lista.

*Com informações da Secretaria de Educação

No pós-carnaval, o foco do Congresso e Economia será o auxílio emergencial

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Passado o carnaval, as negociações sobre a retomada do auxílio emergencial voltam, hoje, ao foco do Congresso Nacional e do Ministério da Economia. O dia será de discussões internas sobre o assunto, pois a Comissão Mista de Orçamento (CMO) vai se reunir com a equipe econômica, amanhã, para tratar das prioridades do Orçamento de 2021: a vacinação e o benefício aos mais vulneráveis.
A CMO só tem sessões na próxima semana, mas a presidente do colegiado, a deputada Flávia Arruda (PL-DF), volta a despachar da Câmara hoje mesmo, para tentar acelerar os trâmites do Orçamento. Relator da peça orçamentária e das propostas de emenda à Constituição que podem garantir o amparo fiscal necessário à volta do auxílio emergencial, o senador Marcio Bittar (MDB-AC) também já está em Brasília discutindo suas prioridades com os técnicos do Congresso, visando avançar no assunto com a equipe econômica amanhã.
Auxiliares do ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmaram que a pasta retoma os trabalhos hoje, de olho no auxílio emergencial. O titular da equipe econômica acredita que é possível aprovar o “novo marco fiscal” do benefício em até três semanas, para que os pagamentos comecem em março.
O marco fiscal, acordado por Guedes com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), passa pela inclusão de uma cláusula de calamidade pública na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Pacto Federativo — que prevê a redistribuição de recursos entre União, estados e municípios. A medida permitirá que o governo crie um novo Orçamento de Guerra para o auxílio emergencial, deixando o benefício fora do teto de gastos e, ao mesmo tempo, implementando medidas de cortes de despesas que buscam mostrar ao mercado compromisso com o ajuste fiscal.
As medidas fiscais que serão propostas ainda estão em estudo, já que a questão passa por temas árduos como a redução do salário dos servidores públicos, mas vai precisar de celeridade. Também segue em discussão o alcance e o valor do novo auxílio emergencial.
O governo pretende fazer um pente-fino na situação dos 68 milhões de brasileiros que receberam o benefício no ano passado para que a ajuda volte a ser paga apenas a quem ainda precisa do socorro do governo. Pelos cálculos iniciais da equipe econômica, de 32 milhões a 40 milhões de pessoas têm chance de voltar a receber o auxílio, que, se depender do Executivo, deve ficar entre R$ 200 e R$ 250 por mês. Esse valor, no entanto, pode ser incrementado pelo Congresso, como ocorreu no ano passado, quando o governo propôs um auxílio de R$ 200, os parlamentares elevaram o valor para R$ 500, e o Executivo subiu para R$ 600, como resposta ao Congresso.
Compromisso
Na ocasião, Arthur Lira reforçou que vacinas e auxílio emergencial são “discussões prioritárias para este momento”. “Vamos cumprir uma agenda básica, mínima, no retorno do carnaval: o Senado, com apreciação das matérias que estão sob responsabilidade daquela Casa, e a Câmara, da mesma forma, com a reforma administrativa, sob sua responsabilidade. Há uma perspectiva de retorno de dispositivos inerentes a momentos de dificuldade”, enfatizou ele, que prometeu celeridade para os temas.
Via Diário de Pernambuco

Hospitais do Iges fizeram mais de 30,7 mil cirurgias em dois anos

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Foto :Davidyson Damasceno/Ascom Iges-DF
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) atingiu a marca de mais de 30,7 mil cirurgias realizadas entre 2019 e 2020 no Hospital de Base (HB) e no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Os dados são da Gerência de Gestão de Resultados do instituto, que celebra seu segundo aniversário na sexta-feira (19).
Em um recorte por unidade, o HB foi responsável pelo maior número de procedimentos. Foram 22.448 ao longo dos dois anos. Já o HRSM registrou 8.301 procedimentos no mesmo período.
“Apesar da pandemia, que afetou a realização de diversos procedimentos, o número de cirurgias cresceu”, atesta Jair Tabchoury Filho, diretor de Atenção à Saúde do instituto. “Enquanto em 2019 foram realizadas 14.253 operações nos dois hospitais, em 2020 foram 16.496, uma diferença de 2.243 pacientes atendidos a mais graças ao esforço do Iges, em parceria com a Secretaria de Saúde.”
Melhorias e forças-tarefas
Em 2019, importantes investimentos foram feitos na área cirúrgica para ampliar e melhorar o atendimento. No Hospital de Base, por exemplo, foi retomada a realização de cirurgia cardíaca de peito aberto, procedimento que estava interrompido havia anos. Esse tipo de cirurgia, de alta complexidade e de grande porte, só voltou a ocorrer após ampliação da equipe de profissionais, aquisição de equipamentos modernos e normalização do abastecimento de insumos.
Já na área de ortopedia, o médico ortopedista Davi Haje lançou um tratamento inédito no mundo para adultos com pé torto congênito. A má-formação, que faz com que as pessoas caminhem com os pés virados e só era tratada com cirurgia, passou a contar com tratamento que usa apenas gesso para remodelar os pés.
A partir de 2020, ano em que teve início a pandemia do coronavírus, diversas forças-tarefas de cirurgias beneficiaram mais de 600 pacientes, entre eles, 220 de hemodinâmica, 109 de ortopedia, 62 de urologia, 42 de cateterismo, 34 de cardiologia e 165 de oncologia — 100 de câncer de próstata, 30 de câncer de mama e 35 de ginecologia oncológica.
Ao longo dos dois anos, no Hospital de Santa Maria, os procedimentos foram principalmente nas especialidades ginecológica, ortopédica e de cirurgia geral. “Conseguimos alcançar esse volume, apesar de o HRSM ter destinado grande parte dos leitos e serviços para atendimento da covid-19 durante a pandemia”, salienta o superintendente da unidade, Willy Pereira da Silva Filho.
Via Iges/DF

Mais 3 mil pessoas vão ser beneficiadas com moradia digna

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Obras avançam, após quase nove anos de entraves burocráticos: habitação garantida | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Há 15 anos, Elisangela Vilas Boas, 45 anos, sonha em ter a casa própria. Agora, ela está cada vez mais perto de receber a chave de sua residência. A cabeleireira é uma das 3 mil pessoas beneficiadas com um imóvel em uma das duas quadras, 117 e 118, do Recanto das Emas. Após entraves burocráticos que duraram cerca de nove anos, o Governo do Distrito Federal (GDF) segue tocando a obra, que está 40% executada. O investimento é de mais R$ 14 milhões e gera centenas de oportunidades de emprego.

“Foram tantos anos de espera que eu não tenho palavras para descrever o que estou sentindo”Elisangela Villas Boas, beneficiária

“Atualmente, eu moro com a minha mãe em um apartamento para não pagar aluguel, mas eu gosto de casa e em breve terei uma para chamar de minha”, conta Elisangela. “Foram tantos anos de espera que eu não tenho palavras para descrever o que estou sentindo. São muitas emoções e uma grande vitória”, comemora.

As unidades habitacionais são destinadas a famílias das faixas de renda 1,5 (R$ 1.800,01 a R$ 2.600,00) e faixa 2 (R$ 2.600,01 a R$ 4.000,00). As residências, de 51,44 metros quadrados, possuem dois quartos, sala, cozinha, banheiro, área de serviço e estacionamento. O governo local construiu toda a infraestrutura na área, como redes de água, esgoto e águas pluviais, além de iluminação pública, asfalto e meios-fios.

Processo

Em 2011, 24 entidades venceram uma licitação feita pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab) e ganharam um termo de concessão de uso para construir nos 530 lotes das duas novas quadras da cidade. Cada entidade recebeu um conjunto da quadra, cerca de 20 lotes, e selecionou, entre os seus associados, as famílias a serem beneficiadas.

Com a intervenção do diretor-presidente da Codhab, Wellington Luiz, a assinatura do contrato com a Caixa Econômica Federal (CEF) – que vai financiar os imóveis – finalmente saiu do papel. “É uma determinação do governador Ibaneis Rocha que a gente utilize os mecanismos necessários para agilizar esses processos. São famílias que aguardam há anos e até mesmo décadas pelo sonho da casa própria”, afirma o gestor.

Via Agência Brasília