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Entenda como os governadores aplicaram os recursos do Governo Federal durante a Pandemia

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Agências do BRB passam a abrir mais cedo

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Atendimento ao público será realizado entre 9h e 16h

O BRB informa que suas agências bancárias vão funcionar para atendimento ao público com abertura antecipada, a partir das 9 horas.

 

O funcionamento das agências seguirá até as 16 horas. A abertura antecipada tem como objetivo espaçar os atendimentos e respeitar os protocolos de distanciamento impostos por conta da pandemia da Covid19.

Apenas as agências localizadas no interior de hospitais não terão atendimento ao público e, portanto, permanecerão fechadas.

 

As unidades instaladas nos shoppings funcionam, com exceção da agência do Park Shopping.

O BRB reforça ainda  que seus canais digitais, como Mobile, Banknet e Telebanco (61) 3322-1515, estão à disposição de seus clientes.

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO BRB

aimprensa@brb.com.br

STJ pode anular amanhã processo contra Flávio Bolsonaro

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A decisão da 5ª Turma do STJ do último dia 23, que anulou a quebra de sigilo fiscal e bancário do Senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), sozinha, não tem o poder de anular a investigação sobre um suposto esquema de “rachadinhas” em seu gabinete na época em que era deputado estadual, entre 2007 e 2018. Mas o julgamento do STJ desta semana de dois recursos apresentados pela defesa pode fazer com que promotores voltem à estaca zero do processo. Um dos recursos que será analisado pelo STJ pede a anulação das provas obtidas por meio do relatório enviado pelo Coaf ao Minsitério Público do Rio de Janeiro, que conduz as investigações.

O advogado criminalista Danilo Campagnollo Bueno explica que em 2019 o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o compartilhamento de relatórios detalhados elaborados pelo Coaf, Receita Federal ou outro órgão fiscalizador com a polícia ou o MP podem ser compartilhados sem necessidade autorização judicial. “A defesa do senador argumenta que não houve um simples compartilhamento de dados, diz que o MP requisitou ao Coaf novo relatório, extremamente minucioso, por um amplo período com o objetivo de procurar crimes não aventados até então, o que não estaria acobertado pela decisão do STF de 2019. Se o STJ decidir pela nulidade dessas provas, todo o processo, que é baseado nesses relatórios, pode ser anulado”, completa Bueno.

Segundo o Código de Processo Penal, a prova considerada ilegal, bem como as demais provas dela derivadas, devem ser removidas dos autos. “Essas provas podem ser requisitadas novamente, basta que o MP-RJ requeira à Justiça a quebra de sigilo bancário e fiscal dos mesmos investigados e os relatórios do Coaf. A prova é documental e consta dos sistemas bancário e fiscal, podendo ser enviada de novo aos autos do processo”, comenta.

Segundo o criminalista, o processo volta à estaca zero. “Evidente que haverá uma demora maior e é possível que alguns crimes apurados, que ocorreram entre os anos de 2007 e 2018, prescrevam, especialmente aqueles supostamente praticados antes de maio de 2010, quando houve uma alteração do Código Penal com relação ao instituto da prescrição”, completa Bueno.


Por 4 votos a 1, os ministros do STJ decidiram anular a
quebra de sigilo de Flávio Bolsonaro (Rafael Luz/STJ)

O caso
Flávio, seu ex-assessor Fabrício Queiroz e outras 15 pessoas foram denunciados em novembro do ano passado em investigação feita pelo Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (Gaecc), do Ministério Público do Rio. Flávio foi acusado de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Se o STJ entender que as provas são nulas, acrescenta Bueno, a defesa de Fabrício Queiroz pode solicitar a revogação da prisão domiciliar. “Apesar da revogação de Queiroz não ser objeto do julgamento, sua defesa poderá usar a nulidade da decisão da quebra de sigilo como falta de prova de envolvimento dele no esquema criminoso. Se a prova contundente contra Queiroz for exclusivamente os documentos fiscais e bancários obtidos por meio da decisão anulada, é provável que a ação toda seja rejeitada e, consequentemente ele seja libertado”, observa o criminalista.


O criminalista Danilo Campagnollo Bueno

Em nota, Conselho Regional de Medicina do DF afirma ser contra o lockdown

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O Conselho Regional de Medicina repudiou o lockdown no DF decretado na última sexta-feira (28) pelo governador Ibaneis Rocha (MDB).

“O CRM-DF é contra o lockdown como medida para controle de trasmissão da Sars-CoV-2”, diz o documento. A nota cita uma declaração do Dr. David Nabarro que afirma que o “lockdown salva vidas e faz os pobres muito mais pobres”.

A entidade afirmou que o Amazonas, Estado com o maior índice de isolamento social do Brasil, apresentou o maior número de internações e mortes por Covid-19 cerca de 30-45 dias após o primeiro lockdown, sendo ainda mais imediato, após o segundo, configurando mais uma evidência do fracasso dessas medidas extremas de restrição.

O Conselho Regional de Medicina lembrou ainda sobre o aumento da incidência de transtornos mentais, abuso do álcool e outras drogas durante o período de confinamento.

Confira a Nota do CRM-DF:

 

 

 

Entre o Senso e o Bom- Senso

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Foto :Reprodução Radar DF

Neste domingo (28), no primeiro dia de lockdown no Distrito Federal, manifestantes foram até a casa do governador Ibaneis Rocha (MDB) ,para protestar contra o fechamento de estabelecimentos comerciais e escolas. Nos últimos dias, o GDF publicou, decretos com medidas de restrição ao comércio e a atividades sociais, para evitar o aumento dos números de casos de COVID -19 no DF.

O protesto ocorreu no momento em que o DF tem 97% dos leitos da rede pública de saúde ocupados. Onde até o momento 296.694 pessoas testaram positivo para Covid 19 e 4.838 vieram a óbito.

Vale ressaltar que desde a confirmação do primeiro caso de covid 19, registrado em março do ano passado, o GDF foi o primeiro ente da federação a tomar medidas restritivas para conter o avanço do novo coronavírus no DF.

E tem adotado medidas afim de reduzir os impactos da pandemia no DF: liberou mais de R$ 1 bilhão em crédito, via Banco de Brasília; recursos destinados a empresas de todos os portes, afetadas pelos impactos econômicos causados pela pandemia, pagamento de auxílio emergencial a famílias carentes do DF é o ente da federação que mais imunizou pessoas.

As restrições definidas pelo Decreto Nº 41.849 visam desacelerar o contagio da COVID -19 e são necessárias naquele que já considerado o momento mais difícil do Covid – 19 no DF.

 

 

 

O Programa Para Sua Segurança recebe nesta segunda (01) a Fonoaudióloga Núbia Trindade

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O Programa Para Sua segurança, na TVDF WEB, traz hoje (01), às 19, Núbia Trindade, fonoaudióloga, com especialidade em Linguagem, que abordará questões relacionadas a Dislexia.

A Dislexia é considerada um transtorno específico de aprendizagem de origem neurobiológica, caracterizada por dificuldade no reconhecimento preciso e/ou fluente da palavra, o que dificulta o aprendizado e a realização da leitura e da escrita.

Perfil da Entrevistada

Núbia Trindade, Fonoaudióloga especialista em Linguagem.

Núbia Trindade, mãe, avó, Fonoaudióloga especialista em Linguagem. Em sua trajetória profissional, Dra Núbia Trindade trabalhou por 9 anos na Maternidade Nossa Senhora de Lurdes em Goiânia.  Além disso, atuou como fonoaudióloga em Águas Claras, Asa Sul e Ceilândia, atualmente, desenvolve projetos sociais.

O Para Sua Segurança é apresentado pelo : Sgt. Eliomar Rodrigues, Carlos Mackalister e Ribamar do Recanto, todas as segundas ás 19 h  na TVDF WEB.

Acompanhe ao vivo https://www.facebook.com/TvDFComunitaria

 

Da Redação

 

 

 

 

Comissão da CLDF aprova Gilberto Occhi para presidir Iges

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Depois de duas horas de sabatina on-line, novo presidente é aprovado com quatro votos a favor e um contra

A Comissão de Educação, Saúde e Cultura (Cesc) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou nesta segunda-feira (1º) o parecer que indica o nome do ex-ministro da Saúde, Gilberto Occhi, para assumir a presidência definitiva do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF). O gestor já tinha sido aprovado para ocupar o cargo em 18 de fevereiro, pelo Conselho de Administração do instituto. Agora, o nome dele será encaminhado ao plenário para votação na CLDF.
A aprovação do relatório ocorreu após arguição realizada on-line que durou mais de duas horas, com quatro votos favoráveis e um contrário. Votaram a favor a deputada Arlete Sampaio (PT), presidente da Cesc, e os deputados Rodrigo Delmasso (Republicanos), Cláudio Abrantes (PDT) e Jorge Vianna (Podemos). Foi contrário Leandro Grass (Rede), vice-presidente da Cesc.
Durante a sabatina, Occhi garantiu que as primeiras medidas adotadas durante sua gestão serão promover uma reestruturação organizacional que trará uma economia de R$ 18 milhões e a readequação do plano de cargos e salários, permitindo o reequilíbrio financeiro do Iges.
“São essas economias que vão colocar o Iges em condição para pagar as suas contas e fazer investimentos necessários para melhorar o serviço de assistência que nós temos que oferecer à população do DF”, disse. “Vamos trabalhar para que o Iges seja autossustentável, eficiente e possa proporcionar melhorias, como diminuir as filas de exame e cirurgias, que são tão importantes na vida do cidadão”, pontuou.
Devolução de servidores
Sobre a devolução de servidores, o novo presidente garantiu que não fará nenhuma devolução de forma atabalhoada, desrespeitosa ou que venha a gerar desassistência à população. O retorno somente será realizado se não houver sucesso nas demais medidas financeiras previstas, as quais já começaram a ser planejadas.
Segundo ele, atualmente, a folha de pagamento de 6,5 mil celetistas do Iges é de R$ 31 milhões, enquanto o custo da folha de 2,5 mil servidores da Secretaria de Saúde é de R$ 35 milhões. Por isso, uma alternativa já apresentada ao secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto, seria a Secretaria de Saúde arcar com a diferença salarial dos servidores que recebem um valor mais alto.
“As melhorias salariais, as incorporações e o tempo de serviço, tudo isso foi agregado ao servidor, porque é direito do profissional, mas traz um custo maior. Já conversei sobre essa proposta com o secretário de Saúde”, ressaltou.
Controle interno
Occhi disse que sua gestão terá o fortalecimento da Controladoria Interna, que hoje só conta com dois profissionais para fazer auditoria. “Temos um código de ética e vamos fazer um trabalho de capacitação. Vamos evitar a corrupção e demonstrar a transparência, bem como incentivar que a população se manifeste pelos canais de Ouvidoria”, completou.
“Também vamos fazer a análise dos dois prédios de aluguéis, o do SIA e o que fica no PO 700. E, se conseguirmos outros prédios mais baratos, vamos tentar negociar e, se for necessário, fazer a transferência, gerando economia”, ressaltou.
Occhi também se comprometeu a aumentar a transparência de todos os atos do Iges e levar ao conhecimento da CLDF todos os relatórios de auditoria, assim que eles forem concluídos e possam ser legalmente publicados. No caso específico do uso de cartões corporativos, ele também citou que determinou a suspensão imediata dos cartões, bem como a restituição dos gastos ao Iges, mesmo que seja necessário acionar a esfera judicial.
Na área de pessoal, também haverá maior publicidade dos processos seletivos, bem como serão adotados mais critérios de seleção, como adoção de peso na pontuação dos candidatos por tempo de experiência e qualificação profissional.
De acordo com Occhi, os contratos de qualquer natureza que não estão sendo cumpridos pelas empresas contratadas serão imediatamente suspensos ou serão glosados (receberão abatimentos) de acordo com o que não está sendo feito.
Occhi comproteu-se, ainda, a colocar o PET/CT em funcionamento. O equipamento usado para diagnosticar e tratar casos de câncer foi instalado no Hospital de Base (HB) e aguarda licença da Comissão Nacional de Energia Nuclear para funcionar. Ele também ressaltou que vai regularizar os pagamentos às construtoras das sete novas unidades de pronto atendimento (UPA), após readequar a contratualização junto à SES para receber os repasses referentes às obras.
Currículo
Gilberto Occhi tem ampla experiência em administração pública. Entre abril de 2018 e janeiro de 2019, foi ministro da Saúde e presidente da Caixa Econômica Federal na gestão de Michel Temer. Antes, ainda na esfera federal, foi ministro das Cidades e ministro da Integração Nacional no governo de Dilma Rousseff.

Ainda em 2019, Occhi passou a atuar no Governo do Distrito Federal (GDF). Foi escolhido pelo governador Ibaneis Rocha para a chefia da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap). O gestor volta à política local assumindo o Iges-DF para dar continuidade ao trabalho de prestação de serviço humanizado à população.

Texto: Ailane Silva
Foto: Reprodução

Educação: ano letivo iniciará em 8 de março de forma remota

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Reprodução

Na rede pública do Distrito Federal o ano letivo começa em 8 de março, de forma virtual. O anúncio foi feito durante  live, na noite dessa quinta-feira (25), pelo secretário de Educação, Leandro Cruz, após conversa com o governador Ibaneis Rocha.

O calendário escolar aprovado em votação pública está mantido, permanecendo o planejamento já realizado pela Secretaria de Educação (SEE) para aulas mediadas de forma remota.

Decorridos 15 dias letivos, conforme autorizado pelo governador, a secretaria vai analisar a situação da pandemia e rever a forma da continuidade do ano letivo.

Atenção: GDF decreta lockdown no Distrito Federal a partir de 1º de março

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Foto de Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, determinou o fechamento de atividades não essenciais, das 20h às 5h, a partir de segunda-feira (1º/3). A decisão foi tomada após conversa com a equipe técnica da Secretaria de Saúde.

O chamado lockdown foi adotado como forma de enfrentamento à alta dos casos de coronavírus (Covid-19) e da crescente ocupação de leitos para combater a doença.

Mais informações serão divulgadas pelo governo local nesta sexta-feira (26). O GDF reforça que tem tomado todas as medidas para combater a Covid-19 e que a segurança e a saúde da população estão em primeiro lugar.

Com informações da Agência Brasília*

DF e Goiás juntam forças no combate ao coronavírus

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Na tarde desta quinta-feira (25),o Distrito Federal e os municípios do Entorno decidiram unir esforços para conter a disseminação do novo coronavírus. Em reunião com prefeitos e representantes de nove cidades no Palácio do Buriti, o governador Ibaneis Rocha sugeriu que as cidades do Entorno decretem, em coletividade, a redução do horário de funcionamento do comércio à noite, principalmente em bares e restaurantes.

O intuito é que a medida iniba a circulação e a possível aglomeração de moradores. Para que a ação tenha efeito, o GDF adotará medida semelhante em cidades limítrofes a essas regiões – evitando que as pessoas migrem de um lugar a outro.

Dentre as ações a serem adotadas estão campanhas de conscientização das medidas de prevenção da doença voltadas a essa população serão estudadas pela Secretaria de Comunicação do DF. O governador também prometeu ajudar os municípios na retomada de ações preventivas como a distribuição, nas ruas, de máscaras de proteção e ítens de higienização.