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GDF amplia vacinação para pessoas a partir de 79 anos

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Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF

A partir desta terça-feira (9), pessoas  de 79 anos ou mais poderá se vacinar contra a Covid-19 no DF.A Secretaria de Saúde ampliou a vacinação para a população desta faixa etária, cujo número esperado é de 6.170 pessoas.

Para atender ao grupo, serão reabertos dois pontos de drive-thru – no Parque da Cidade, estacionamento 13, e no Shopping Iguatemi. Eles se juntam às 30 unidades básicas de saúde que já ofereciam o serviço, à policlínica do Lago Sul e às quadras poliesportivas do Paranoá e Itapoã. O drive-thru da Unieuro também não foi desativado e funcionará normalmente.

Os drive-thrus funcionarão das 9h às 17h e as demais salas de vacina das 8h às 17h. Veja todos os pontos de vacinação aqui.

Desde que inicio a imunização o Distrito Federal já recebeu 162.560 doses da CoronaVac – produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac – e 41,5 mil doses da vacina Covishield – desenvolvida pela universidade inglesa de Oxford, com a farmacêutica sueco-britânica AstraZeneca.

70 mil famílias serão atendidas pelo Projeto Cartão Material Escolar

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Foi publicada no Diário Oficial do DF desta segunda-feira (8), a Portaria nº 47, que define os valores individuais deste ano do Cartão Material Escolar (CME).Os créditos serão distribuídos em três lotes.

O Primeiro, será destinado aqueles que já possuem o cartão físico. Depois, dos novos estudantes que se matricularem no prazo regular. A terceira etapa contempla os novos estudantes que efetivarem matrícula no período de vagas remanescentes. A liberação dos recursos começa na primeira quinzena de março.

O cartão pode ser utilizado nas papelarias de todo o DF cadastradas no programa. Os valores distribuídos neste ano serão : para a educação infantil e o ensino fundamental, o auxílio continua sendo de R$ 320. Para os estudantes do ensino médio, o benefício será de R$ 240.Para a educação especial, são 172 opções, mas é preciso verificar na escola quais são os materiais indicados, conforme a necessidade de cada estudante.

A seguir  lista de material das escolas da rede pública do DF.

☛ Educação infantil – 42 itens

☛ Ensino fundamental – anos iniciais – 46 itens

☛ Ensino fundamental – anos finais – 28 itens

☛ Ensino médio – 23 itens

☛ Ensino especial – 172 itens

Da Redação

Débora Diniz, defensora de pedófilos, acusa o presidente Jair Bolsonaro de “perseguição”

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Ativista pelo aborto e uma das defensoras da ADPF 442, ação no STF que tenta descriminalizar a interrupção da gravidez até a 12ª semana de gestação, Débora Diniz, professora da Universidade de Brasília (UnB), publicou em seu perfil na rede social Instagram que uma das pautas prioritárias do presidente Jair Bolsonaro no Congresso Nacional é a “perseguição a pedófilos”.

“A pauta prioritária de Bolsonaro no Congresso Nacional tem de arma em casa e na rua para mais gente; crianças em ensino domiciliar; perseguição a pedófilos; vantagens para agronegócios até perseguição aos povos indígenas”, escreveu ela. “A perversidade parece complexa, mas não é. Segue a mesma lógica paranóica [sic] do patriarca que amplifica o medo para justificar a truculência. Por isso armas e pedófilos estão na mesma agenda: o patriarca espalha o pânico para justificar seu abuso de poder. Inclusive de ser ele mesmo um violentador sexual de crianças ou mulheres”.

A declaração da ativista provocou irritação, indignação e revolta no Brasil. A defensora do assassinato em massa de crianças, a abortista e genocida Débora Diniz criticou o governo porque o presidente Jair Bolsonaro está “perseguindo pedófilos”. Além de canalha, essa mulher não tem amor, escrúpulos nem respeito pela vida alheia.

Débora Diniz deveria recolher e guardar em sua casa, alguns pedófilos para ela cuidar. Pelo amor de Deus, que mundo essa professora da UNB vive? O que ele ensina aos nossos jovens? Absurdo total!

Enquanto o governo de Jair Bolsonaro combate pedófilos (que não são doentes, mas sim, marginais), aí aparece essa mulher do inferno para atacar o presidente e defender os pedófilos… É revoltante o cinismo dessa professora.

 

Especialista explica o que é compulsão alimentar, como tratar e como evitar o transtorno

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A compulsão alimentar é um problema que atinge milhares de pessoas no mundo todo, principalmente adolescentes e adultos, mas também pode afetar as crianças. Suas causas, muitas vezes, estão relacionadas às tentativas de lidar com dificuldades emocionais ou outros tipos de conflitos, na qual a pessoa come para acalmar a ansiedade, bloquear pensamentos ou sentimentos dolorosos ou como alívio de tensões e momentos de estresse.
Segundo o psicólogo e especialista no assunto, Jonathan Araújo, do Centro Médico São Miguel, o transtorno de compulsão alimentar ocorre quando há episódios recorrentes. Dietas muito restritivas também podem favorecer o surgimento desse transtorno, devido às privações de alimentação que podem se alternar com episódios de comer de forma exagerada.
Jonathan explica que uma pessoa que possui o transtorno de compulsão alimentar, geralmente vivencia episódios em que come muito mais rápido do que o usual, uma grande quantidade de alimentos, mesmo sem estar com fome, come até se sentir desconfortavelmente “cheio”, e às vezes pode sentir vontade de comer sozinho, por se sentir constrangido pela quantidade que se está comendo.
“É comum que a pessoa se sinta deprimida, aborrecida consigo mesma e muito culpada por estar comendo de maneira exagerada, outro fato, muito marcante, é a perda de controle durante esses episódios, por exemplo, a sensação de que não pode parar de comer ou controlar o que ou quanto se está comendo. O transtorno de compulsão alimentar é caracterizado quando esses episódios ocorrem de forma recorrente, no mínimo, duas vezes por semana”, explica.
Tratamento
A notícia boa é que há tratamento, mas segundo o especialista, antes de tudo, é importante saber que é difícil delimitar um período específico para a sua duração, já que cada pessoa se desenvolve à sua maneira e tem seu próprio tempo para, de fato, conseguir alcançar uma melhora.
Segundo o psicólogo, é importante entender que o compulsivo alimentar, quando tem problemas emocionais, experimenta uma fome que é psicológica e se volta para a comida como um meio de se acalmar.  Assim, quando as pessoas comem de forma compulsiva, estão usando a comida porque se sentem incapazes de lidar com suas questões psíquicas.
“Por isso, o foco do tratamento é fazer com que a pessoa aprenda a se alimentar de acordo com suas necessidades fisiológicas e aprenda a lidar de maneira saudável com suas questões psíquicas, como ansiedade, estresse, outras emoções, desenvolvendo habilidades para isso”, esclarece Jonathan.
Por não ser caracterizada como uma doença comum, em que se toma uma medicação, ou se realiza outros procedimentos e, pronto, se está curado, Jonathan explica ainda que é necessário que o  tratamento seja feito de maneira a ajudar o paciente a ter controle sobre sua compulsão, de forma que ele consiga enxergar outros caminhos para aliviar suas questões, que não o comer compulsivo. E quando o paciente se dedica ao tratamento, de fato, a taxa de sucesso é muito grande e a qualidade de vida tem uma melhora bastante satisfatória.
Dicas para evitar o transtorno
Para finalizar, Jonathan explica que para evitar o transtorno, é  muito importante se cuidar, psicologicamente falando, no intuito de conseguir lidar bem com suas emoções, níveis de estresse, em suas relações com os outros e consigo mesmo, e, para isso, fazer psicoterapia pode ser um auxílio bem significativo nesse processo.
Além disso, é interessante observar a forma como se alimenta, se come muito rápido, se come o bastante para se saciar ou além disso, para entender se há algo em que deve se atentar ou se precisa fazer alguma mudança nesse sentido.
Evitar pensamentos ruins que ajudam a desenvolver a compulsão alimentar pode não ser fácil, mas é possível. Trabalhar a autoestima e buscar ajuda profissional, ao se sentir incomodado com seus hábitos alimentares e seus pensamentos de fuga para os problemas, é muito importante.

HRSM homenageia equipe que atuou no combate à pandemia

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A Supervisão de Enfermagem do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) prestou homenagem, nesta sexta-feira (5), a mais de 90 profissionais que atuaram na Unidade de Retaguarda Covid-19, no período de junho a outubro de 2020. No auditório do hospital, a equipe — formada por enfermeiros, técnicos de enfermagem, técnicos e auxiliares administrativos — relembrou momentos do trabalho, por meio de vídeos, e recebeu certificados de honra ao mérito.
A Unidade de Retaguarda Covid-19 funcionou nos meses de pico da pandemia do coronavírus. A ala tinha 45 leitos equipados com suporte de oxigênio para quem saía da unidade de terapia intensiva (UTI) e do pronto-socorro Covid, mas ainda precisava de um tempo para se recuperar. “Nesses leitos, era possível dar continuidade ao tratamento, cumprindo a exigência do Ministério da Saúde de que o paciente ficasse mais 72 horas no hospital, depois de sair da UTI”, explicou a supervisora de Enfermagem do HRSM, Raquel Ferreira.
Para Raquel, a homenagem é uma maneira de honrar profissionais que deram seu melhor, mesmo sentindo medo de adoecer e de transmitir a covid-19 para os familiares. “Era uma doença desconhecida, mas eles tiveram coragem e fizeram um excelente trabalho”, elogiou. “Muitas vidas foram salvas graças à dedicação deles.”
A técnica de enfermagem Maria Reginalda de Matos, 43 anos, trabalhou como temporária enquanto a Unidade de Retaguarda Covid estava montada no HRSM. Para ela, foi um período difícil, mas também de grande satisfação profissional. “Nós sofremos com os pacientes, mas também nos sentimos úteis por ajudar”, comentou.
Maria Reginalda ficou emocionada ao se lembrar de uma das histórias vividas no Hospital de Santa Maria, com um casal de idosos internados juntos. Uma semana depois da internação, a esposa veio a óbito. “O marido começou a apresentar um quadro depressivo”, lembra. A equipe fez de tudo para ajudar o paciente a se reerguer. “Após um mês internado, ele recebeu alta, e os netos vieram buscá-lo com faixas, flores e balões, ao som das palmas de todos. Jamais me esquecerei desse momento.”

Paula Gonçalves, 31 anos, também é técnica de enfermagem e esteve entre os homenageados de hoje. “Tenho muito orgulho de ter feito parte dessa equipe maravilhosa”, disse. “Mesmo sendo uma doença nova, em nenhum momento estivemos sem orientação. Tudo estava sendo muito bem coordenado”, finalizou.

 
Texto: Thays Rosário
Fotos: Divulgação

Conselho de Administração substitui presidente do Iges-DF

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O Conselho de Administração do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), em reunião virtual realizada nessa quinta-feira (4), decidiu substituir o então diretor-presidente Paulo Ricardo Silva. Para seu lugar, o Conselho indicou interinamente Marcelo Oliveira Barbosa, que atualmente é o diretor de Administração e Logística da instituição. A decisão foi divulgada em edição extraordinária do Boletim de Atos Oficiais do Iges-DF, publicada na noite de ontem.
O presidente interino do Iges-DF, Marcelo Oliveira Barbosa, é formado em administração de empresas e pós-graduado em direito administrativo. Ele ocupou, de maio de 2016 a setembro de 2020, os cargos de coordenador-geral de Urgência e diretor substituto do Departamento de Atenção Domiciliar, Hospitalar e de Urgência do Ministério da Saúde, sendo responsável pelas políticas da UPA 24h, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e pelos leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) do país.
Marcelo assumiu, em outubro de 2020, a Diretoria de Administração e Logística do Iges-DF. Marcelo Barbosa tem experiência em gestão, com atuações na Presidência da República, no Ministério da Educação, no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
A decisão do Conselho de Administração
Eis a íntegra da decisão do Conselho de Administração, assinada pelo secretário de Saúde, Osnei Okumoto, presidente do colegiado:
“O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO INSTITUTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DE SAÚDE DO DISTRITO FEDERAL – IGESDF, em REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA, realizada no dia 4 de fevereiro de 2021,
CONSIDERANDO o disposto no artigo 21 do Decreto nº 40.395/2020, que estabelece a competência do Conselho Administrativo, com o fundamento no art, 11, incisivo IV, do Decreto nº 40.395/2020 para eleger e distribuir os membros da Diretoria Executiva;
CONSIDERANDO a função fiscalizadora do Conselho Administrativo, nos termos do Estatuto do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal;
RESOLVE:
Art. 1º Substituir o senhor Paulo Ricardo Silva do cargo Diretor-Presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal.
Art. 2º Indicar o Diretor de Administração e Logística, o senhor Marcelo Oliveira Barbosa, para ocupar interinamente o cargo de Diretor-Presidente.
Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.”

Reconstrução mamária contribui para autoestima feminina

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A descoberta de um câncer de mama pode ser uma notícia devastadora para uma mulher e comprometer a autoestima, o amor-próprio, a feminilidade. Procedimentos como a reconstrução mamária, oferecido pelo Hospital de Base (HB), são importantes para ajudar no psicológico das pacientes. E o médico mastologista, cujo dia é comemorado nesta sexta-feira, 5 de fevereiro, tem papel fundamental nesse processo.
“Muitas pacientes se sentem mais encorajadas em fazer o tratamento do câncer a partir do momento em que elas sabem da possibilidade de uma imediata oncoplastia, a chamada reconstrução mamária”, explica a mastologista do HB Angélica Rezende Esterl. Na unidade de saúde, ela é uma das responsáveis pelo procedimento, que é garantido pela legislação brasileira.
A Lei nº 12.802/2013 determina que a paciente tem direito à cirurgia plástica reparadora da mama, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), imediatamente após a retirada do tumor. “Se não houver condições clínicas e a oncoplastia não puder ser feita na hora, deve ocorrer tão logo a mulher apresente os requisitos necessários”, acrescenta Angélica.
A prerrogativa garantiu o sucesso completo do tratamento de Raissa Rocha Rossi, 33 anos, no Hospital de Base. Após identificar uma protuberância na mama direita no fim do ano passado, a auxiliar administrativa confirmou um câncer maligno. “Tive bastante suporte da equipe, que era atenciosa e calorosa. Todos os profissionais de saúde me passaram confiança”, conta Raissa, que foi acompanhada pela doutora Angélica.
Devido ao diagnóstico de tumor bastante agressivo, Raissa precisou retirar as duas mamas e, no mesmo dia da cirurgia, saiu com as próteses. “Isso foi muito importante para mim, porque, sem a reconstrução, teria mais dificuldades para passar por esse processo”, afirma.
Reconstrução mamária no HB
A retirada da mama e a posterior reconstituição são indicadas pelos mastologistas após a biópsia e a localização de lesão impalpável. “Às vezes, a reconstrução é imediata; outras, tardia. Isso está relacionado ao tipo de tratamento adjuvante dessas pacientes, como quimioterapia e radioterapia” explica a cirurgiã plástica do Hospital de Base Márcia Moreira, também responsável pelo serviço de reconstrução mamária na unidade.
A reconstituição simples consiste em colocar um implante de silicone, geralmente embaixo do músculo, simulando a forma natural da mama. Outra opção é implantar um invólucro de silicone vazio com uma válvula acoplada, chamado de expansor. “Esse material, gradualmente preenchido com soro fisiológico, é utilizado para distender pele e músculo e dar espaço suficiente para colocar um implante de silicone com volume adequado para cada caso”, resume Márcia.
Em casos mais complexos, a oncoplastia é feita pelo preenchimento da mama com tecidos da região abdominal ou da região dorsal (costas) do próprio paciente.
Algumas mulheres também precisam reconstruir o complexo areolopapilar  ou o mamilo. Nesses casos pode-se usar a técnica da tatuagem ou realizar enxertos de pele e mucosas da paciente. “O médico discute com a mulher qual será a melhor opção”, esclarece a cirurgiã plástica Márcia Moreira.
Prótese artesanal como alternativa
Colocar uma prótese de silicone não é um processo fácil e exige paciência em alguns casos. O cirurgião pode sugerir que a reconstrução seja postergada por inúmeras razões, como obesidade, anorexia ou problemas circulatórios.
Também há situações em que o organismo rejeita o corpo estranho. Foi o que aconteceu com Valdenira Maria de Souza, surpreendida com um câncer de mama aos 41 anos, em 2011. “Fiz exame de mamografia para incentivar minha mãe a fazer também”, lembra a doméstica. Mas, dois dias depois, veio o telefonema do posto de saúde: “Dona Valdenira, a senhora volta aqui que deu um problema na sua mama esquerda”.
Uma ecografia confirmou um tumor maligno, próximo às costelas. Todo o tratamento foi feito no Hospital de Base, com mais de 15 sessões de quimioterapia e 30 de radioterapia. Em 2013, após 10 sessões de químio, Valdenira pôde realizar a retirada e a reconstrução da mama comprometida. O que ela não esperava é que o câncer voltaria três anos depois.
A prótese foi retirada, e os médicos tentaram uma reconstituição com o uso da pele das costas. O corpo, no entanto, rejeitou o enxerto. “Então, eu resolvi não fazer mais o procedimento”, conta Valdenira. A doméstica buscou alternativas para suprir a ausência de volume da mama. Por indicação de amigas, conheceu a prótese artesanal confeccionada pela Rede Feminina de Combate ao Câncer, grupo de voluntários do Hospital de Base.
O material — feito com meia-calça, alpiste, espuma e tecido — ajudou na autoestima da mulher. “A prótese de alpiste me deixa melhor, porque, como eu só tenho a mama direita, se eu vestir uma roupa, fica desigual”, diz Valdenira.
A iniciativa da Rede Feminina atende, em média, 50 pacientes oncológicas por mês. “Enquanto a pessoa aguarda para fazer a reconstrução ou, caso não tenha condições clínicas para receber a prótese, ela pode optar por essa alternativa”, explica a voluntária Débora Paulino. Um encaminhamento médico é necessário para a primeira retirada. Depois, um cadastro permite a troca da prótese de alpiste a cada seis meses.
“A gente faz o possível para trabalhar a questão da autoestima das mulheres e trazer um conforto para esse momento difícil”, afirma Débora. Por ser um trabalho sem fins lucrativos, os voluntários pedem à população ajuda financeira ou doação dos materiais necessários para a confecção da prótese artesanal.
A entrega dos materiais pode ser feita na sede da Rede Feminina, na ala de voluntários do HB, ou no ambulatório, Corredor 5. Doações em dinheiro podem ser feitas por transferência bancária para a agência nº 4595-0, conta corrente nº 11.310-7 (Banco do Brasil). Mais informações pelo (61) 3364-5467 ou pelo (61) 98580-4019.
O que faz um mastologista
A mastologia é a especialidade médica que estuda, diagnostica e trata as doenças das mamas. Entre as doenças mais comuns tratadas por mastologistas está o câncer de mama. Por isso, o mastologista tem muito conhecimento sobre oncologia. Mas existem outras condições que podem afetar as mamas e são tratadas por mastologistas, como mastite, nódulos, assimetrias e ginecomastias (crescimento de mamas de tamanho fora do normal em homens).

Texto e fotos: Thaís Umbelino

Governador Ibaneis Rocha sanciona lei distrital para homenagear doadores de Sangue

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Reprodução Agência Brasília

Doa sangue não é apenas um ato de amor é um ato de solidariedade que ajuda a salvar muitas vidas!Agora, esse ato de amor para com o próximo será reconhecido com uma data oficial no calendário do DF.

O Dia Distrital do Doador Voluntário de Sangue, a ser comemorado anualmente em 20 de novembro. Foi sancionada, pelo governador Ibaneis Rocha, na forma da Lei nº 6.807, de autoria do deputado Agaciel Maia.

Estoques em baixa

O Hemocentro de Brasília opera com um estoque estratégico, podendo abastecer toda a rede pública do DF e hospitais conveniados por um período de dois a sete dias. O monitoramento para manter os níveis seguros é feito diariamente e está disponível no site da fundação.

De acordo com dados da unidade hospitalar, uma média de 160 pessoas passa diariamente pelo local, para doar vida e esperança a quem precisa.

Atualmente, o estoque de sangue O negativo na Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) continua baixo. Chegou a ser crítico no início deste ano, quando também se encontrava em baixa a reserva de A negativo.

É preciso manter o fluxo acima da média de 160 doadores por dia para repor as provisões dos tipos sanguíneos negativos, que ainda não alcançaram níveis de segurança.

Até o próximo dia 20, permanece liberada a senha preferencial para doadores de sangue O negativo que compareçam à unidade de segunda a sexta-feira. Para os demais casos, é preciso agendar a doação de sangue pelo telefone 160, opção 2, ou pelo site de agendamento do GDF.

Da Agência Brasília

DF Primeiro lugar no ranking nacional de vacinação

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Idosos com 80 anos ou mais estão entre os grupos prioritários de vacinação | Foto: Vinícius de Melo/Agência Brasília

No País o  Distrito Federal ocupa o primeiro lugar no ranking de vacinação contra a Covid-19 . Até sexta-feira (5), 3,2% da população já tinha sido vacinada, totalizando 97.793 mil  pessoas contempladas com a primeira dose do imunizante.

A Secretaria de Saúde do DF  iniciou a  vacinação no DF no dia 19 de janeiro e, a partir desta segunda-feira (08), começa  a aplicação da segunda dose.

Números da Imunização no DF

  • Foram 53.973 trabalhadores da saúde, das redes pública e privada (serviço hospitalar); 37.704 idosos acima de 80 anos;
  • 1.701 pacientes e cuidadores do Núcleo Regional de Atendimento Domiciliar (Nrad),
  • 109 deficientes institucionalizados;
  • 95 indígenas vacinados.

Totalizando 93.582 pessoas.

Da Redação

Festival BrasilArte sintetiza o Brasil na agenda turística e cultural do DF

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Entre o dia 25 de fevereiro a 05 de março , acontece em Brasília o Festival BrasilArte. O Projeto, idealizado e desenvolvido por Ester Braga, da ABÈBÈ Produções, e Paula Melo, do Instituto Latinoamerica, vai mostrar a riqueza artística e cultural do Distrito Federal, formada a partir de uma geografia humana contemplada por imigrantes das cinco regiões brasileiras que, no DF, trazem um arcabouço cultural diversificado e representativo de todo o Brasil.

O evento será transmitido para todo o Brasil de forma online. O Festival objetiva fortalecer o turismo local, divulgando de forma nacional os produtos culturais de qualidade que o Distrito Federal possui, o evento beneficiará os artistas e produtores que, neste momento de segurança sanitária, estão em isolamento social. “Assim, cria-se uma oportunidade de mão dupla para que eles possam mostrar as riquezas culturais do DF, através da música, da dança, do teatro, do artesanato ou de outras manifestações artísticas, e para que o Brasil as conheça”, pondera Paula Melo.

Cultura Diversificada

A programação contemplará lives musicais; apresentações de teatro e dança; oficinas de ilustração da flora e da fauna do cerrado; de produção de artesanato, de mamulengos e de instrumentos musicais; e bate papo literário com Maíra de Deus Brito, autora do livro “Não. Ele não está”, que aborda o extermínio de jovens negros no Brasil, e o escritor Tino Freitas.

Dentre as atrações, a oficina de ilustração ministrada por Ribamar Araújo, desenhista de “A Turma do Cerrado”, no dia 27 de fevereiro, contará com participação de Magali, filha de Maurício de Souza, que deu origem à personagem de mesmo nome em “A Turma da Mônica”.

Uma das apresentações musicais será do grupo Chinelo de Couro, formado só por mulheres, que representará a música no Nordeste. De Luziânia, município goiano do entorno do DF, representarão a Dança da Região Centro Oeste “As Escolhidas do Catira”, um grupo também formado somente por mulheres, que conquistou espaço nessa manifestação cultural até então dançada só por homens.

Os shows de música e dança serão transmitidos ao vivo pelas plataformas digitais do Youtube e Facebook, e as demais atividades, como oficinas criativas e teatro, serão gravadas e disponibilizadas posteriormente nos mesmos canais para acesso permanente. A expectativa é que o Festival BrasilArte alcance cerca de 250 mil visualizações nas redes sociais, no decorrer do projeto.

Serviço:
Festival BrasilArte
Quando: De 25 de fevereiro a 05 de março.
Onde assitir: canal Instituto Latinoamerica – https://www.youtube.com/channel/UCTuzXeFm5wiAkiJ4zYXJciQ
Classificação indicativa: livre
Informações: (61) 99259-2824 – Ester Braga