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Castração gratuita para quem tem mais de 10 animais no DF

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Programa de Castração de cães e gatos atende protetores e ONGs, reforçando a política estruturada por Daniel Donizet para enfrentamento do abandono

O Distrito Federal ampliou a política de castração de cães e gatos e voltou a atender quem concentra maior número de animais, como protetores independentes, organizações da sociedade civil e instituições. A estratégia, conhecida como castração de grandes plantéis, atende quem possui mais de 10 animais sob seus cuidados e atua diretamente na redução da reprodução descontrolada e no enfrentamento do abandono.

Ao priorizar esse público, a política deixa de atuar de forma pontual e passa a atingir o núcleo do problema. A castração em escala interrompe ciclos contínuos de reprodução, reduz a pressão sobre abrigos e diminui o número de novos animais em situação de rua.

A iniciativa integra uma política pública estruturada no Distrito Federal com foco em prevenção, organização e eficiência, consolidando um modelo que busca atuar antes que o abandono aconteça.

Para o deputado distrital Daniel Donizet (MDB), o direcionamento da política para quem cuida de muitos animais é o que garante resultado concreto. “Não adianta atuar de forma isolada enquanto o problema cresce em escala. Quando a política pública chega a quem concentra mais animais, a gente reduz a reprodução, evita novos abandonos e começa a enfrentar a causa do problema”, afirma.

O processo está vinculado ao CRIA (Cadastro de Identificação Animal), sistema que utiliza microchipagem para mapear a população de cães e gatos e orientar ações mais eficientes do poder público.

Podem participar protetores independentes, organizações da sociedade civil e instituições públicas que concentrem grande número de animais. Cuidadores de animais em situação de rua e responsáveis por cães comunitários também podem participar, desde que atendam aos critérios do programa. Nesses casos, o responsável deverá garantir os cuidados pós-operatórios após a realização das cirurgias, conforme orientação da equipe veterinária. O cadastro não é destinado a tutores com poucos animais.

Quem pode participar da castração no DF

O primeiro passo é realizar o cadastro no CRIA. Em seguida, o interessado deve acessar o site da Secretaria de Proteção Animal, preencher o formulário correspondente ao seu perfil e reunir a documentação exigida, como documento de identificação com foto e comprovante de residência.

O material deve ser enviado para o e-mail atendimento@sepan.df.gov.br, com o assunto “Castração de Grandes Plantéis”.

Após o envio, a solicitação passa por análise documental e, se estiver dentro dos critérios, é agendada uma vistoria técnica no local. Nessa etapa, são avaliadas as condições dos animais, a quantidade informada e a aptidão para o procedimento.

A liberação das vagas depende da análise técnica e da disponibilidade do programa. O cadastro não garante atendimento imediato, e animais em condições específicas podem ser considerados inaptos no momento da vistoria.

Com a aprovação, o responsável terá até 45 dias para realizar a castração dos animais autorizados. O não cumprimento do prazo implica na perda das vagas.

Serviço:
📌 Quem pode participar: protetores independentes, ONGs, instituições e cuidadores com mais de 10 animais
📍 Cadastro inicial: CRIA (Cadastro de Identificação Animal)
🌐 Etapa seguinte: preenchimento de formulário no site da Secretaria de Proteção Animal
📧 Envio da documentação: atendimento@sepan.df.gov.br
📌 Assunto do e-mail: Castração de Grandes Plantéis
🔎 Etapas do processo: análise documental + vistoria técnica no local
⚠️ Importante: o cadastro não garante vaga imediata
🐾 Prazo após aprovação: até 45 dias para realização das castrações

Banco do Nordeste supera R$ 2 bilhões em fundos de previdência de servidores públicos

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Salvador (BA) – O Banco do Nordeste (BNB) superou, em 2026, a marca de R$ 2 bilhões de fundos de previdência de servidores públicos sob gestão. Os recursos pertencem a Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS), que são sistemas de previdência exclusivos para servidores públicos efetivos da União, estados, Distrito Federal e municípios.

De acordo com o diretor de Ativos de Terceiros do BNB, Antônio Jorge Guimarães Júnior, o Banco do Nordeste vem demonstrando solidez e conquistando cada vez mais confiança no mercado. “As entidades previdenciárias estão vendo segurança e capacidade de entrega da nossa instituição. Por isso, confiam a nós a gestão de parte dos recursos que irão se converter em tranquilidade na aposentadoria dos milhares de servidores”, afirma.

Entre os maiores saldos, destacam-se os sistemas do Ceará, com depósitos de R$ 542,4 milhões, Pernambuco com R$ 523,6 milhões, Paraíba com R$ 229,4 milhões e Piauí com R$ 170,7 milhões.

O Banco do Nordeste também vem se tornando opção para investimentos de entidades públicas. Somente o Fundo BNB Setor Público registrou, no último ano, crescimento de 56% no seu Patrimônio Líquido, impulsionado pelas captações originadas via Transferegov. Atualmente, o valor supera R$ 57 milhões. “O avanço evidencia a capacidade do Banco de conectar fluxos e instrumentos do setor público a soluções de aplicação e gestão, transformando oportunidades operacionais em resultados sustentáveis”, avalia o superintendente de Clientes Governo, Hailton Fortes.

 

 

Diretor de Ativos de Terceiros, Antônio Jorge Guimarães: BNB demonstra solidez e confiança no mercado de RPPS (FOTO: João Alberes)

Menos discurso, mais influência: o avanço da liderança silenciosa nas organizações

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Segundo André Freire, Sócio-Diretor da EXEC, empresas passaram a valorizar líderes com maior capacidade de escuta, influência indireta e foco em resultados sustentáveis

 

A imagem do líder que domina o ambiente ao se comunicar em voz alta para se destacar e prender a atenção dos liderados começa a perder espaço, com a liderança silenciosa conquistando cada vez mais espaço nas empresas. São executivos com um perfil mais introvertido, discreto, orientados pela escuta ativa, consistência, maior capacidade de influência, criação de relações de confiança mais sólidas e maior produtividade.

 

Segundo André Freire, Sócio-Diretor EXEC, consultoria especializada na seleção e desenvolvimento de altos executivos e conselheiros, alguns pontos estão favorecendo esse tipo de liderança nas organizações, como a pressão por performance sustentável, crises constantes de Burnout na equipe, necessidade de mais inclusão, ingresso de novas gerações no mercado que priorizam propósito e feedback constante, além de ambientes complexos que demandam mais coordenação do que comando. “As organizações hoje valorizam mais estilos de líderes que reduzem ruído, promovem estabilidade, dão mais autonomia para os colaboradores, acolhem novas visões e sustentam a performance no longo prazo”.

Quando a liderança silenciosa é bem aplicada, a empresa colhe bons frutos. “Eleva a retenção, melhora o engajamento e estimula a inovação em um ambiente no qual as ideias emergem sem espetáculo. Mas é importante que essa postura seja acompanhada por uma comunicação clara de propósito e mecanismos de feedback”, aponta.

 

“Falar menos” ou omissão?

 

No caminho contrário, Freire alerta que “falar menos” pode se transformar em omissão quando o executivo se esquiva em decisões críticas, há falta de alinhamento e direção, confusão de responsabilidades e perda de oportunidade de inspirar em momentos-chave. “O risco existe se o silêncio for interpretado como ausência de ambição ou falta de clareza. A construção de capital político requer presença estratégica, alianças e capacidade de articular resultados. A marca pessoal pode ser discreta e respeitada, mas precisa ser deliberada”, complementa.

 

Procura em alta

 

Como reflexo dessa mudança de mentalidade por parte das organizações em relação ao perfil da liderança, André observa um aumento no pedido das empresas pela busca de líderes que seguem a linha mais “silenciosa”. “Recebemos cada vez mais briefings que solicitam executivos com discrição estratégica, capacidade de influência sem microgestão, cultura-first leadership e habilidade de governança”.

 

Segundo ele, estilo não é dogma. “Em recrutamento executivo, priorizamos provas de influência, como resultados, referências e comportamento em situações reais. São esses sinais que distinguem discrição estratégica de ausência.”

 

E é justamente essas evidências de entrega que o Sócio-Diretor da EXEC recomenda serem observados pelos conselhos das empresas quando baterem o martelo na contratação de uma alta liderança silenciosa. “Métricas, referências qualitativas, consistência de comportamento ao longo do tempo, capacidade de articulação com stakeholders, escalonamento, indicadores de clima, retenção e produtividade sob sua liderança e alinhamento com a maturidade da organização”, enumera.

 

Dicas para se tornar um líder silencioso

 

Para Freire, é possível se tornar um líder silencioso, mas isso exige equilíbrio entre algumas variáveis. “Comunicação externa e visibilidade, escolha consciente de quando ser vocal ou operar por influência interna. O CEO ‘silencioso’ precisa delegar porta-vozes e manter uma narrativa consistente”.

 

Além disso, o Sócio-Diretor da EXEC arremata ainda com algumas dicas.

 

Priorize consistência entre palavra e ação;

Desenvolva escuta ativa e perguntas poderosas;

Comunique objetivos e expectativas claras, mesmo quando evita o holofote;

Delegue autoridade com responsabilidade;

Construa redes de confiança (oportunidades + orientação + colaboração);

Pratique decisão tempestiva e escalonamento quando necessário;

Solicite e atue com feedbacks 360;

Torne visíveis os resultados e histórias da equipe;

Cultive presença intencional em momentos estratégicos;

Invista em governança e cadência de revisão de desempenho.

 

André acredita que a liderança silenciosa veio para ficar. “Pode oscilar com ciclos de mercado que demandem líderes mais ‘visíveis’ em momentos específicos, mas a valorização da discrição estratégica tende a persistir”, conclui.

Celina lava as mãos e PH está nas mãos da Polícia Federal e da Justiça

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Para a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), os  desdobramentos envolvendo o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa (PH)  estão sob responsabilidade do Poder Judiciário e devem ser conduzidos pelas instâncias competentes.

A governadora se manifestou na manhã desta quinta-feira (16/4) após a prisão do ex-presidente em nova fase da Operação Compliance Zero.

Em nota divulgada à imprensa, a chefe do Executivo local destacou que cabe à Justiça a apuração dos fatos e eventual julgamento. “Os fatos envolvendo o ex-presidente do BRB estão sob análise do Poder Judiciário, a quem compete a devida apuração e julgamento”, informou.

Ou seja: o caso do escândalo bilionário que envolve o Banco Master e o BRB, definitivamente não é dela. Até porque ela mesma afirmou que nunca foi  “consultada” sobre o assunto. Portanto, não sabia de nada e não teve envolvimento no caso.

 

 

Fonte: donnysilva.com.br

Empresas pagam o preço da desorganização ao levar decisões ao Judiciário

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Volume elevado de processos no país expõe como decisões mal estruturadas, ausência de governança e falta de orientação preventiva ampliam conflitos empresariais

O Brasil soma mais de 80 milhões de processos em tramitação no Judiciário, segundo o relatório mais recente “Justiça em Números”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Parte relevante dessas ações envolve disputas relacionadas à atividade empresarial, como execuções fiscais, conflitos contratuais e relações de trabalho, o que evidencia fragilidades recorrentes na forma como empresas estruturam suas decisões.

Mayra Saitta, advogada empresarial e fundadora do Grupo Saitta, afirma que o avanço da judicialização está diretamente ligado à ausência de organização interna e planejamento estratégico. “A maioria dos conflitos que chegam ao Judiciário não nasce do acaso. Eles são resultado de escolhas mal estruturadas, ausência de acompanhamento e, principalmente, da falta de organização interna”, diz.

A leitura acompanha o diagnóstico de especialistas em governança e direito empresarial, que apontam o ambiente corporativo como um dos principais geradores de demandas judiciais. Para a empresária, o problema começa antes do conflito ganhar forma jurídica. “Quando a empresa não tem processos claros, não acompanha indicadores e não busca orientação preventiva, ela passa a reagir aos problemas, e não a evitá-los”, alerta.

Esse comportamento se reflete em contratos frágeis, passivos trabalhistas acumulados e inconsistências fiscais que, ao longo do tempo, deixam de ser operacionais e passam a representar riscos jurídicos concretos. “O empresário acredita que está economizando ao não investir em estrutura, mas o custo aparece depois, muitas vezes multiplicado em forma de processos e prejuízos”, explica

Além do impacto financeiro, a judicialização recorrente compromete a reputação e a previsibilidade do negócio. Empresas com histórico frequente de disputas tendem a enfrentar mais dificuldade na relação com investidores, parceiros e instituições financeiras. “O Judiciário vira uma consequência da falta de gestão. E isso afeta diretamente a sustentabilidade da empresa”, afirma.

A mudança passa por integrar áreas estratégicas à tomada de decisão. Em vez de atuar apenas de forma reativa, jurídico e contábil precisam participar da construção do negócio. “Gestão não é só vender e crescer. É estruturar, acompanhar e tomar decisões com base em dados e orientação técnica”, aponta.

A especialista aponta cinco práticas para reduzir riscos e evitar judicialização

A experiência no acompanhamento de empresas de diferentes portes indica que reduzir litígios depende de organização contínua e decisões estruturadas. A seguir, cinco práticas que contribuem para diminuir riscos e fortalecer a gestão:

  1. Estruturar contratos com clareza e revisão contínua
    Documentos genéricos ou desatualizados estão entre as principais origens de disputas. Revisões periódicas garantem aderência à operação real da empresa.
  2. Organizar processos internos e responsabilidades
    A definição clara de funções e fluxos reduz erros operacionais que podem evoluir para conflitos jurídicos.
  3. Acompanhar indicadores financeiros e fiscais
    Controle de caixa, tributos e obrigações evita surpresas que frequentemente resultam em autuações ou litígios.
  4. Integrar jurídico e contábil à estratégia do negócio
    A atuação preventiva dessas áreas permite antecipar riscos e orientar decisões com mais segurança. “Não é sobre corrigir depois, é sobre evitar antes”, afirma.
  5. Buscar orientação especializada contínua
    A contratação de assessorias deve ocorrer de forma recorrente, e não apenas em momentos de crise, permitindo ajustes rápidos e evitando o acúmulo de problemas.

A escolha de parceiros exige análise criteriosa, considerando experiência, metodologia e capacidade de acompanhamento. Modelos que integram diferentes áreas têm ganhado espaço por oferecer uma visão mais completa da operação.

O Grupo Saitta, por exemplo, estruturou um hub de serviços que reúne contabilidade, jurídico e acompanhamento estratégico, com foco na prevenção de riscos e organização empresarial.

Para a advogada, o amadurecimento empresarial passa por reconhecer que crescimento sem estrutura amplia a exposição a riscos. “Empresas não quebram apenas por falta de faturamento. Muitas quebram por falta de gestão. E, antes disso, passam pelo Judiciário como última etapa de um problema que poderia ter sido evitado”, conclui.

Sobre Mayra Saitta

Advogada, contadora e empresária, Mayra Saitta é fundadora do Grupo Saitta, hub de contabilidade, direito empresarial, marketing e educação corporativa com atuação no Brasil, Estados Unidos e Europa. Nascida em Praia Grande (SP) e graduada em Ciências Contábeis e Direito, ela se especializou em Direito Empresarial e construiu uma trajetória marcada pela inovação em gestão e pela defesa do protagonismo feminino nos negócios. Em 2024, foi homenageada pela Câmara Municipal de Praia Grande com o diploma Graziela Diaz Sterque, em reconhecimento às suas contribuições à comunidade e ao desenvolvimento local.

Em 2025, lançou o livro A mente ágil do líder: como liderar com flexibilidade e propósito na era da inteligência artificial, no qual apresenta reflexões sobre liderança e transformação digital. Idealizadora do Saitta Day, evento que reúne empresários e especialistas para impulsionar o empreendedorismo na Baixada Santista, Mayra é reconhecida por unir visão estratégica, propósito e impacto social em sua atuação.

Para mais informações, acesse o site, linkedin ou pelo instagram.

Sugestão de fonte: clique aqui

Sobre o Grupo Saitta

Há 15 anos, o Grupo Saitta atua como um hub de soluções integradas em contabilidade, advocacia, marketing e educação corporativa, com sede em Praia Grande (SP) e presença em todo o Brasil, além de uma carteira de clientes nos Estados Unidos e Europa.

Reconhecido pelo Método Saitta, modelo próprio de gestão de processos, o grupo se consolidou pela capacidade de unir eficiência operacional, rigor no cumprimento de prazos e uma gestão humanizada, que valoriza a parceria e o desenvolvimento conjunto entre empresas e profissionais.

Pioneiro na Baixada Santista ao criar um setor de Customer Success voltado à experiência do cliente, o grupo também promove mentorias e programas de capacitação para líderes e empreendedores, com foco em produtividade, gestão inteligente e posicionamento estratégico. Sua missão é clara, fortalecer empresas e inspirar vidas, conectando pessoas, propósito e performance.

Abandono Animal no Brasil: A Dor Silenciosa que Podemos Evitar

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O Brasil enfrenta uma crise silenciosa, mas visível nas ruas das grandes cidades: o abandono de animais domésticos. Dados recentes indicam que o país possui cerca de 30 milhões de cães e gatos vivendo em situação de abandono, sendo aproximadamente 20 milhões de cães e 10 milhões de gatos . A maior parte desses animais está concentrada em áreas urbanas, onde enfrentam fome, doenças, maus-tratos e riscos constantes.

Além de uma questão ética, o problema também é de saúde pública. Animais abandonados podem disseminar zoonoses, causar acidentes e sobrecarregar instituições de acolhimento. 

Por que tantos animais são abandonados?

Especialistas apontam que o abandono raramente ocorre por um único motivo. Entre as principais causas estão:
• Falta de preparo dos tutores
• Mudanças na rotina ou residência
• Problemas comportamentais dos animais
• Custos financeiros com alimentação e saúde
• Falta de adaptação com outros pets ou crianças

Levantamentos mostram que a falta de responsabilidade e planejamento é o principal fator, evidenciando que muitos ainda não compreendem que um pet exige cuidado contínuo, disciplina e investimento emocional e financeiro. 

Outro dado preocupante é que a maioria dos animais abandonados são cães, chegando a representar mais de 80% dos casos em alguns estudos recentes. 

O impacto comportamental do abandono

Um ponto pouco discutido é que o abandono não afeta apenas o físico do animal, ele deixa marcas profundas no comportamento. Cães abandonados podem desenvolver:
• Ansiedade e medo
• Agressividade defensiva
• Dificuldade de socialização
• Traumas com humanos

Esses fatores muitas vezes levam a um ciclo perigoso: o animal apresenta comportamento difícil → o tutor não sabe lidar → o abandono ocorre.

Brasília: um trabalho que transforma histórias

Em meio a esse cenário, iniciativas especializadas têm se destacado por atacar a raiz do problema: o comportamento animal e a falta de educação dos tutores.

Em Brasília, os veterinários Daniela e Galvão, profissionais com anos de experiência e apaixonados pelo universo pet, vêm desenvolvendo um trabalho diferenciado com foco na ressocialização e reeducação canina.

À frente da Patrulha Pet resort, o casal atua diretamente na recuperação comportamental de cães, oferecendo uma abordagem estruturada e técnica para reintegrar esses animais à convivência familiar e social.

Muito além do cuidado básico

A proposta da Patrulha Pet não se limita ao cuidado veterinário tradicional. O serviço é desenhado para resolver problemas reais do dia a dia dos tutores, incluindo:

  1. Avaliação comportamental completa
    Diagnóstico técnico do perfil do animal, identificando causas de agressividade, ansiedade ou desobediência.
  2. Adestramento funcional e personalizado
    Treinamento voltado para obediência prática, convivência familiar e rotina urbana.
  3. Ressocialização canina
    Processo estruturado para reintegrar cães com histórico de trauma, abandono ou comportamento agressivo.
  4. Reabilitação comportamental
    Intervenções específicas para casos mais complexos, como fobias, destruição de objetos e ataques.
  5. Educação do tutor
    Orientação direta para que o dono compreenda como conduzir o animal corretamente, fator decisivo para o sucesso do processo.
  6. Day care educativo e hospedagem assistida
    Ambientes controlados onde o animal aprende convivência com outros cães e humanos.
  7. Preparação para adoção responsável
    Treinamento de cães resgatados para facilitar sua reintegração em novos lares.

Quando o problema tem solução, e método

A grande mensagem por trás desse trabalho é clara:
na maioria dos casos, o problema não é o animal, é a ausência de orientação correta.

Muitos tutores chegam ao limite, acreditando que seu pet “não tem solução”. É justamente nesse ponto que iniciativas como a Patrulha Pet se tornam decisivas, mostrando que, com técnica, disciplina e conhecimento, é possível transformar comportamento e reconstruir vínculos.

Um chamado à responsabilidade

O combate ao abandono passa por três pilares fundamentais:
• Consciência antes de adquirir um pet
• Educação contínua do tutor
• Apoio profissional especializado

Cuidar de um animal não é apenas oferecer alimento e abrigo, é garantir equilíbrio emocional, socialização e qualidade de vida.

E, como mostram exemplos como o de Daniela e Galvão, quando há preparo e compromisso, é possível não apenas salvar um animal, mas reconstruir uma história inteira.

Quantidade de brasileiros com mais de 60 anos aptos a votar cresce 5 vezes mais do que o eleitorado geral nos últimos 16 anos

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Enquanto o número de eleitores de todas as faixas etárias aumentou 15% entre 2010 e 2026, o eleitorado 60+ cresceu 74% no mesmo período
 

📊Crescimento acelerado do eleitorado 60+: aumentou 74% entre 2010 e 2026, enquanto o eleitorado geral cresceu apenas 15%

🗳️Peso decisivo nas eleições: a Geração 60+ já representa cerca de 1 em cada 4 votos no Brasil

📈Maior engajamento ao longo do tempo: a abstenção entre 60+ caiu nas últimas eleições, enquanto no total da população aumentou

👥Participação varia por faixa etária: eleitores de 60 a 69 anos têm alta presença (85,7%), enquanto acima de 70 anos a participação cai por ser facultativa

🌎Dados por UFs. Concentração regional desigual: Sul e Sudeste concentram maior peso de eleitores 60+, chegando a quase o dobro da proporção do Norte

🧓Envelhecimento impacta a política e o país: a população idosa cresceu de 7% para 16% em 30 anos, tornando esse grupo central nas estratégias eleitorais e nos desafios econômicos

>>>> Confira aqui a íntegra do levantamento.


SOBRE A NEXUS

Apaixonados por dados, a Nexus é uma empresa que alia a precisão da tecnologia, incluindo inteligência artificial, com a criatividade do olhar humano para buscar diagnósticos mais precisos. Nascemos da fusão do instituto de pesquisa de opinião com a área de inteligência de dados da FSB Holding, o maior e mais completo ecossistema de gestão da reputação da América Latina. Tudo para buscar os melhores insights que ajudem nossos clientes a construir, gerir e manter sua reputação.

Avançam projetos que regulam equipamentos hospitalares e proíbem publicidade de bets

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Deputado Robério Negreiros-PSD durante Audiência Pública destinada à arguição e apreciação do Dr. Márcio Wanderley de Azevedo para o cargo de Procurador Geral do Distrito Federal. A Audiência Pública ocorre a partir das 10 horas do dia 19 de agosto de 2025 na Sala de Reunião das Comissões Deputado Juarezão. Crédito: Ângelo Pignaton/Agência CLDF

Propostas do deputado Robério Negreiros receberam parecer favorável da Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle (CFGTC)

A Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle (CFGTC) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou, na manhã desta terça-feira (14), dois projetos de lei apresentados pelo deputado distrital Robério Negreiros (Podemos). O PL 1189/24, que cria um banco de dados de gestão e situação dos equipamentos hospitalares da rede pública, e o PL 1911/25, que proíbe a publicidade e propaganda de plataformas eletrônicas de apostas (bets) e jogos de azar em contratos com Executivo e Legislativo do DF.

De acordo com o distrital, o PL 1189/24 visa instituir um banco de dados para melhorar a gestão dos equipamentos hospitalares, permitindo uma visão clara e atualizada das necessidades dos hospitais públicos. Ao exigir que as unidades insiram e atualizem informações relativas aos seus equipamentos, Negreiros acredita que será possível garantir uma base de dados robusta que pode ser utilizada para diversas finalidades, desde a manutenção preventiva até a substituição de equipamentos obsoletos.

“Este nível de detalhamento é essencial para que a Secretaria de Saúde possa elaborar relação de prioridades para aquisição e distribuição de equipamentos, informando os parlamentares sobre as necessidades específicas de cada hospital e facilitando a alocação de recursos e emendas”, explica Negreiros.

Comportamentos compulsivos

Já com o PL 1911/25, o distrital propõe que seja vedada qualquer relação de eventos oficiais com a publicidade de casas de apostas. Para o autor da proposta, o crescimento das apostas online tem gerado preocupações legítimas quanto ao desenvolvimento de comportamentos compulsivos e vício em jogos, especialmente entre jovens e populações vulneráveis. Ao justificar o projeto, ele aponta que estudos demonstram que a exposição massiva à publicidade de apostas pode normalizar comportamentos de risco e contribuir para o desenvolvimento de ludopatia – condição médica caracterizada pelo desejo incontrolável de continuar jogando.

Além disso, existe uma grande preocupação por parte do distrital quanto ao crescimento exponencial das apostas online, pois, segundo ele, tem provocado uma grave crise de endividamento familiar no DF. “Dados recentes demonstram que as plataformas de apostas virtuais têm contribuído significativamente para o aumento do endividamento das famílias brasilienses, especialmente entre as classes de menor renda, que comprometem parcela substancial de sua renda familiar em apostas na expectativa de ganhos rápidos”, defende.

A proibição publicitária, acrescenta o parlamentar, não impedirá o funcionamento das plataformas licenciadas. “Ficará mantida a liberdade de escolha individual, mas irá eliminar a pressão publicitária constante que pode induzir comportamentos compulsivos. Trata-se de medida proporcional que equilibra a liberdade econômica com a proteção social”, afirma Negreiros.

Com a aprovação, as propostas seguem para análise nas demais comissões da Casa antes de serem apreciadas em Plenário.

Hospitais de Curitiba figuram entre as melhores UTIs do Brasil

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Unidades de Terapia Intensiva do São Marcelino Champagnat e do Universitário Cajuru estão entre as mais bem avaliadas do país em segurança, desempenho clínico e qualidade assistencial

Os hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, que integram a frente de Saúde do Grupo Marista, consolidam sua posição como referências em qualidade assistencial, segurança do paciente e excelência clínica, com certificações nacionais e internacionais que comprovam esse desempenho.

Entre os reconhecimentos mais recentes, as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) foram certificadas pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib). O Hospital São Marcelino Champagnat conquistou o selo Top Performer, que posiciona a unidade entre as 33% melhores do país, enquanto o Hospital Universitário Cajuru foi classificado como UTI Eficiente, com desempenho acima da média nacional. Na edição de 2026, 631 hospitais e 1.336 UTIs foram avaliados em todo o país, considerando os critérios de elegibilidade.

Desse total, apenas 337 instituições e 585 unidades atingiram os parâmetros necessários para a certificação. No Paraná, o recorte reforça esse cenário: apenas seis UTIs foram reconhecidas como Top Performer — três em Curitiba — e outras seis classificadas como UTI Eficiente, o que destaca a relevância das instituições entre as melhores do Brasil.

O avanço das UTIs públicas também chama atenção: em 2026, houve crescimento de 29,3% na participação de unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) entre as certificadas, reforçando a relevância de instituições como o Hospital Universitário Cajuru no cenário nacional.

Para a gerente de Gestão da Qualidade dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, Luciane Zanetti, o reconhecimento das UTIs reflete a maturidade dos processos assistenciais e o foco em melhoria contínua. “Na terapia intensiva, cada decisão impacta diretamente a evolução do paciente. Por isso, trabalhamos com protocolos rigorosos, monitoramento constante e atuação integrada das equipes. Esse reconhecimento mostra que estamos reduzindo riscos, aumentando a segurança e garantindo maior chance de recuperação para os pacientes em estado crítico”, afirma.

Reconhecimento internacional e certificações de referência

O Hospital São Marcelino Champagnat também ganhou projeção global ao integrar o ranking World’s Best Hospitals 2026, da revista norte-americana Newsweek em parceria com a Statista, plataforma especializada em análise de dados. O levantamento avaliou hospitais de 32 países e reconheceu instituições que se destacam por excelência médica, inovação e experiência do paciente.

Outro diferencial é a acreditação da Joint Commission International (JCI), principal certificação mundial em saúde, renovada pela quarta vez pelo Hospital São Marcelino Champagnat — o único do Paraná com o selo. Já o Hospital Universitário Cajuru é o único hospital 100% SUS do estado com acreditação ONA Nível 3, o mais alto nível nacional.

No Brasil, dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) indicam que apenas cerca de 8,7% dos hospitais possuem algum tipo de acreditação em qualidade, o que reforça a relevância das certificações conquistadas pelas instituições.

Segundo o CEO do Grupo Marista, Maurício Zanforlin, essas conquistas contribuem para o fortalecimento do sistema de saúde e beneficiam a população atendida. “Os resultados que alcançamos são consequência de uma atuação orientada por propósito, que coloca o paciente no centro. Esse modelo de cuidado garante mais segurança, maior padronização dos processos assistenciais e maior eficiência no uso dos recursos do sistema de saúde”, destaca.

 

Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat

O Hospital São Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia, cirurgia robótica e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

 

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS e com a certificação de qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA) nível 3. Está orientado pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

Detran-DF divulga regras para autorização de instrutor de trânsito

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Instrutores com cadastros ativos têm até 11 de maio para solicitar nova autorização e manter o acesso ao sistema de registro de aulas
Zélia Ferreira
Com as alterações no processo de habilitação de condutores trazidas pela Resolução nº 1.020/2025 do Conselho Nacional de Trânsito, o instrutor de trânsito não precisa mais estar obrigatoriamente vinculado a um Centro de Formação de Condutor (CFC), podendo atuar de forma independente, desde que autorizado pelo órgão de trânsito. Os procedimentos para obter a autorização do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) para atuar como instrutor autônomo ou vinculado estão descritos na Instrução nº 38/2026, de 10 de fevereiro de 2026.
Para ser autorizado, o instrutor deve ter idade mínima de 21 anos, Ensino Médio completo, ser habilitado há no mínimo dois anos, não ter cometido infração gravíssima nos últimos 60 dias, curso de instrutor reconhecido pelo órgão e apresentar certidão negativa da Polícia Federal. O instrutor poderá ministrar aulas práticas e teóricas, se vinculado a uma autoescola. E de forma autônoma, a autorização é apenas para aulas práticas, podendo utilizar veículo próprio ou do aluno, desde que cumpra as normas técnicas de segurança e identificação veicular.
Instrutores antigos
A Instrução nº 38/2026 estabeleceu prazo de 90 dias – até dia 11 de maio de 2026 – para que todos os instrutores com cadastro ativo no DF se adequem às novas regras, solicitando nova autorização.
“É muito importante que quem já atua como instrutor esteja atento aos prazos de emissão da nova autorização para evitar perder o acesso aos sistemas de registro das aulas junto ao Detran-DF”, reforça a diretora de Credenciamento de Entidades e Profissionais, Ticiana Sanford.
Até 30 de junho de 2026, os instrutores vinculados a algum CFC/Autoescola credenciado ao Detran-DF estarão isentos dos preços públicos referentes ao processo de emissão de autorização. Para fazer jus à isenção, o instrutor deverá comprovar vínculo ativo com entidade credenciada à época da publicação da Resolução CONTRAN nº 1.020, de 9 de dezembro de 2025, até o dia 14 de abril de 2026, quando foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal a Instrução nº 139/2026., que trata da isenção dos preços públicos.
Durante as aulas, o instrutor de trânsito deve portar, entre outros documentos, a autorização do órgão de trânsito. Ao descumprir normas estabelecidas na Instrução nº 38/2026, o instrutor poderá ser: advertido; ter a autorização suspensa, em caso de reincidência ou prática de irregularidades graves; e ter a autorização cancelada, em caso de fraude, falsificação ou conduta incompatível com o exercício da função. Se cancelada por sanção administrativa, o instrutor fica impedido de solicitar nova autorização pelo prazo de dois anos.
Passo a passo
O processo de emissão da autorização começa com o pedido feito pelo Protocolo-e disponível no Portal de Serviços ou presencialmente nas unidades do Detran-DF.
Junto ao requerimento, o interessado deve anexar todos os documentos exigidos. Depois é só aguardar o e-mail do Núcleo de Credenciamento com as taxas a serem pagas, pagar e enviar o comprovante pelo mesmo e-mail.
Se houver alguma pendência na documentação, o cidadão é notificado para regularizar no prazo de 15 dias. Após aprovação, a autorização para atuar como instrutor chega por e-mail. Vale destacar que a autorização vale por cinco anos, com atualização cadastral anual.